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Artigos,  Conteúdos Paco

É dia de celebrar o Orientador Escolar

O Orientador Educacional faz parte da equipe de gestão escolar, juntamente com os professores, coordenadores, diretores da instituição e o seu papel consiste em fomentar valores morais e éticos no estudante, além de instruí-lo na resolução de conflitos no meio escolar e familiar.

No dia 4 de dezembro, é celebrado o dia do Orientador Educacional e vale muito a pena conhecer um pouco mais sobre essa figura tão importante na formação integral do aluno, bem como entender exatamente a sua função dentro da escola.

Acompanhe a leitura!

Como surgiu a Orientação Educacional?

A proposta de orientação educacional surgiu na década de 90, na cidade de Boston (EUA).

Inicialmente, criou-se um sistema de orientação para adolescentes que ainda não sabiam qual carreira profissional seguir. Essa proposta adentrou as escolas com a mesma intenção de orientar o estudante a traçar o seu caminho profissional.

Nesse momento, entende-se a importância de tratar as questões emocionais e psicológicas do aluno para que as suas dúvidas sejam sanadas e um caminho mais concreto de construção pessoal e cognitivo se estabeleça.

Somente em 1942, o termo “Orientação educacional” apareceu na legislação brasileira, a partir do Decreto-Lei nº 4.073.

Logo depois, no mesmo ano, Lei Orgânica do Ensino Secundário (Lei nº 4.244) instituiu a função do Orientador educacional já com a proposta de contribuir para o bom desempenho do aluno nos estudos, construindo ideais sólidos de um futuro profissional, orientados juntamente com a sua família.

O papel do Orientador Educacional

É importante ressaltar que o Orientador Educacional trabalha junto com o coordenador pedagógico e o diretor escolar, dando suporte ao desenvolvimento do aluno nas questões pessoais, emocionais, relacionais.

Não se pode comparar o papel do Orientador Educacional com o do Psicólogo escolar, visto que são trabalhos com objetivos distintos, além de que o psicólogo tende a tocar em questões muito mais profundas do âmbito terapêutico.

O orientador também contribui com os professores, ajudando-os a compreender o comportamento das crianças e jovens em sua jornada de aprendizagem.

Este profissional foca em trabalhar nos valores e a construção de relações interpessoais de cada estudante. No entanto, o trabalho do orientador educacional deve ser feito sem que ele esteja somente dentro de sua sala, esperando os alunos “problemáticos” para conversar.

Saber o que está acontecendo com o aluno vai muito além do que acolhê-lo no momento da raiva ou má atitude. É preciso observar os espaços de convivência da escola, assim como sendo uma ponte entre a escola e a comunidade.

Infelizmente, boa parte das escolas do país não atuam com o orientador educacional em sua equipe, abrindo lacunas na formação integral do estudante.

A importância do Orientador educacional na Educação atual

Com tantas lutas sociais vigentes no país, em meio a uma sociedade imersa em informações, a formação do indivíduo de modo integral torna-se ainda mais importante.

O orientador educacional contribui para formar um cidadão crítico e atuante na sociedade, o que tem sido tão precário nos dias atuais.

Apesar de toda enxurrada de informações, impulsionadas pela Internet e suas evoluções, as crianças e jovens precisam aprender a lidar com tanto, recebendo a orientação adequada em meio ao contexto que se vive.

Logo, o Orientador Educacional nunca foi tão importante como neste tempo, em que as incertezas têm ocupado as esferas políticas e sociais do nosso país.

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Esta obra se materializa a despeito de todo o processo de sucateamento e desmonte nas políticas públicas educacionais, que atravessamos no tempo presente. Sua realização se coloca a favor da construção coletiva, da resistência e da esperança, efetivadas nos fazeres na escola e potencializando o lugar dos professores-pesquisadores de seus cotidianos e agora também, como autores desses saberes e fazeres, na modalidade da Educação de Jovens e Adultos. Esta publicação é destinada a estudantes, pesquisadores, professores, profissionais e interessados pela Educação e pela EJA.

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Esta obra surge e contribui para conhecer uma nova metodologia educacional, a educação criativa. Aqui são apresentadas reflexões importantes sobre a educação, pedagogia e escola pela perspectiva da criatividade, vista como concepção. Aborda como posturas e ações podem favorecer ou inibir a criatividade na interação entre aluno, professor e ambiente. Ressalta a Pedagogia da Criatividade contemplando três campos específicos – o processo de ensinar, o de aprender, o de avaliar e o de pesquisar a criatividade – indissociáveis e materializados no planejamento educacional. Direciona-se aos interessados por novas perspectivas para a organização do trabalho pedagógico com vistas ao desenvolvimento da criatividade dos alunos.

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Esta obra buscou trabalhos que relatem experiências docentes exitosas em trabalhos interdisciplinares na Educação Básica e no Ensino Superior. A interdisciplinaridade tem como pressuposto a produção do conhecimento que articula trocas teóricas e metodológicas, geração de novos conceitos e métodos, em graus crescentes de intersubjetividade, buscando atender a natureza múltiplas de fenômenos complexos, caracterizando-se pela convergência de duas ou mais áreas de conhecimento e que não pertencem à mesma classe, mas que contribuam para o avanço da ciência gerando novos conhecimentos. Este livro busca contribuir para a temática desenvolvida é da maior relevância e atualidade diante dos desafios contemporâneos da humanidade.

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Esta obra apresenta o trabalho e os estudos de professores-pesquisadores que nos mostram que a proposta da BNCC na área de linguagem é plausível, concretizável, possível de ser desenvolvida do ponto de vista metodológico, seja na elaboração de currículos, propostas de ensino, práticas escolares, projetos e sequências didáticas. São trazidas à tona experiências de professores que, em alguma medida, não negam os aspectos teóricos, políticos e ideológicos – que bem sabemos que atravessam a BNCC –, mas, os assumem e, diante disso e, por isso, optaram por compartilhar suas experiências. Com isso, oferecem um ponto de partida para que outros colegas possam fazer as suas adaptações, considerando os seus contextos de trabalho.

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Esta obra mobiliza diferentes áreas para pensar a cidadania ativa e o exercício dos direitos políticos na democracia. Seu ponto de partida é uma constelação de subjetividades e trajetórias errantes colhidas na história oral de vida de alguns professores da rede pública paulista. Relaciona a incipiente cultura dos Direitos Humanos no Brasil com as vivências cotidianas de violência, autoritarismo, desigualdades, racismo, machismo, homofobia e patrimonialismo. No percurso, nos apresenta uma reflexão desafiadora sobre as possibilidades e impossibilidades da justiça restaurativa nas escolas.

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Esta obra aborda como o “arriscar” e o “enfrentar abismos” parecem não fazer parte do cotidiano das escolas do ensino básico e superior, tal afirmação é feita por observar o engessamento das práticas de escrita desenvolvidas nesse locus, um contexto que está em pauta permanente por pesquisadores da leitura e da escrita, tanto no âmbito dos estudos linguísticos como no dos estudos literários. Em vista disso, o objetivo desta obra é promover, a discussão da inserção da Escrita Criativa como componente curricular é pertinente e oportuna, pois é nesse exercício de escrita que os voos com a linguagem produzem o fictício, acionando o imaginário, como propõe Wolfgang Iser.

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Esta obra pelo apanhado que apresenta permite fazer incursões nas condições de vida das camadas populares na própria Itália, e igualmente no Brasil, e perceber a vulnerabilidade da infância diante das agudas privações familiares, da própria miséria, em ambos os países. O foco nesta obra são as crianças italianas e ítalo-brasileiras de tenra idade e questões – amamentação, creches, jardins de infância, doenças, medicamentos, trabalho, rituais mortuários etc. – que as afetaram na segunda metade do século XIX e nas décadas iniciais do século XX. As informações abundantes e detalhas tornam o livro exemplar de investigação.

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Nesta obra, nos voltaremos ao ensino de África a partir do livro didático, considerando: qual é a África apresentada neste material? A obra contribuirá para que professores, gestores e interessados na temática revejam e repensem procedimentos, práticas pedagógicas, posicionamentos e gestos. Desejando que a partir desta contribuição nossos estudantes negro/as do país afora, reconheçam a si mesmos como sujeitos históricos, com condição e potencial epistêmicos para situar-se e agir sobre sua realidade. Desejando que você leitor/a se junte a este fronte na defesa de um ensino onde os conhecimentos não legitimados pela escola sejam contemplados para que o ensino de África componha a cena do currículo escolar.

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Esta obra discute os princípios que fundam a modalidade curricular do Ensino Médio Integrado à Educação Profissional, Técnica e Tecnológica, enfatizando em particular a prática docente. Realiza uma análise entre o didático e o curricular no Ensino Médio Integrado, perpassando pelos aspectos contextuais, legais e históricos que levaram a constituição dessa proposta curricular, buscando entender por que ela se configura como uma possibilidade de inovação e de mudanças fundamentais para uma formação emancipatória. A obra investe no conhecimento e aprofundamento dos princípios do EMI, cujo domínio conceitual certamente impactará diretamente nas práticas docentes.

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O objetivo desta coleção é pensar a História do ensino fundamental no Brasil, em suas diferentes propostas curriculares ao longo dos anos e das mudanças legais. Neste volume, o foco são as concepções de ensino em que se basearam o ensino no Brasil republicano e as leis orgânicas do ensino nos anos 1930 e 1940. Desta forma também é analisado, em que medida essas concepções estiveram presentes na Lei n. 4024/61 ou na Lei n. 5692/71; de que maneira essas legislações foram estabelecendo a formatação do ensino fundamental em nosso país; quais alterações e concepções curriculares foram discutidas e colocadas em práticas? Quais experiências foram feitas em sala de aula

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Fundada em 2009, é uma editora voltada para a publicação de conteúdos científicos de pesquisadores; conteúdos acadêmicos, como teses, dissertações, grupos de estudo e coletâneas organizadas, além de publicar também conteúdo técnico para dar suporte à atuação de profissionais de diversas áreas.

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