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Cinco Erros Fundamentais na Escrita

Nesse complexo mundo da escrita e suas normas, para as mais variadas situações de comunicação, há algumas palavras que são parecidas, mas que devem ser utilizadas de modo específico. Veja algumas dentre as mais comuns que separamos para você conhecer ou relembrar as diferenças entre elas, sanar de vez as dúvidas e nunca mais confundi-las.

Haver e A ver

Estas palavras são facilmente confundidas por serem parônimos, que quer dizer que são similares na hora de escrever e têm o mesmo som, porém possuem definições distintas. As duas estão corretas, mas cada uma tem o seu significado.

  • Haver:

A palavra “haver” é o verbo “há” em sua forma infinitiva, sendo utilizado com o sentido de existir, receber ou ter algo, quando se atribui uma condição de possessão, por exemplo:

  1. Houve muita confusão no evento;
  2. Pode haver outras oportunidades como esta;
  3. Ele tem uma quantia haver com a empresa.
  • A ver

Em contrapartida, “a ver” é uma expressão que indica algo relacionado, associada a dois elementos diferentes, desta maneira:

  1. Esta roupa não tem nada a ver com a ocasião;
  2. A prova tem a ver com o que foi estudado durante o ano;
  3. Elas têm tudo a ver com os programas desenvolvidos.

Traz, trás e atrás

  • Traz

“Traz” (escrito com z) tem sua origem no verbo trazer na terceira pessoa do singular. Confira alguns exemplos:

  1. O aluno sempre traz um presente para a professora.
  2. Você traz a bebida e eu a comida.
  • Trás

Já a palavra “trás” (com s e acento) sempre é precedido por uma preposição, tem o significado de “na parte posterior” e deve ser utilizado assim:

  1. Ela estava por trás disso o tempo todo.
  2. Não se atrase, senão vai ficar para trás.
  • Atrás

Trata-se de um advérbio de lugar. “Atrás” (escrito com a no começo, s no final e acento) é uma palavra utilizada nestas frases, por exemplo:

  1. O cachorro estava atrás dele.
  2. A loja fica atrás do ponto de ônibus.

Onde e Aonde

A diferença entre estas palavras pode passar despercebida no dia a dia na comunicação. No entanto, são utilizadas de modos diferentes, mesmo que ambas façam parte da classe dos advérbios, que acompanham e modificam um verbo.

  • Onde

“Onde” é uma palavra que se refere ao lugar em que alguém ou alguma coisa está, utilizada com verbos que mostram uma permanência, como ser, morar, ficar, estar. Exemplos:

  1. Onde você mora?
  2. Você sabe onde está o meu relógio?
  • Aonde

Apesar de também se referir a lugar, a palavra “aonde” deve ser empregada com os verbos que indicam uma movimentação, como chegar, voltar, entre outros. Desta maneira:

  1. Aonde você vai?
  2. Você sabe aonde ele foi?

Demais e de mais

Por serem homônimas (mesmo som, mas significados diferentes), podem causar alguma confusão quanto ao contexto a ser utilizado.

  • Demais

Trata-se de um advérbio de intensidade, cujo objetivo é o de intensificar um verbo ou adjetivo. É utilizada para indicar algo em excesso:

  1. Ela comeu demais.
  2. E cedo demais para levantar.

No entanto, também pode ter o papel de pronome indefinido, indicando “outros”, “restantes”, assim:

3. Quem não terminou permaneça, os demais podem sair.

De mais

Estamos falando aqui de uma locução adjetiva, que indica quantidade, formada por uma preposição e um advérbio ou substantivo. Para ter certeza quanto a sua utilização, uma dica é substituir pelo antônimo “de menos”. Se ficar coerente, é a forma correta. Veja alguns exemplos:

  1. Comprei bebidas de mais para a festa.
  2. Esta comida tem sal de mais para servir.

Eu e mim

Aqui, é preciso prestar atenção no contexto da frase em que tais palavras serão utilizadas.

  • Eu

Nesse caso, o “eu” deve ser usado quando é o mesmo sujeito da oração.

  1. Preciso dormir para eu descansar.
  2. Falta um dia para eu terminar o curso.
  • Mim

Já o “mim” é o objeto da ação e deve ser empregado como complemento:

  1. Você pode fazer o pedido para mim?
  2. Este livro é para mim?

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Este livro traz com propriedade os diversos temas da escola pública brasileira, o que possibilita ao leitor transitar por inúmeros debates atuais sobre gestão escolar. As competências da equipe gestora e a vulnerabilidade social são alguns dos assuntos abordados. Além disso, a obra propõe o desafio do debate terminológico na área da Gestão Educacional que já se constituiu como preocupação dos clássicos da teoria administrativa escolar e até recentemente não foi superada.

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