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	<title>academico &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>academico &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo &#8211; carta aberta à comunidade acadêmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 12:03:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo &#8211; 2 de abril &#8211; a equipe do Programa de Apoio a Discentes com Necessidades Educacionais Específicas (Padnee/UFLA) deixa um recado à comunidade universitária.  Prezada comunidade acadêmica, O dia 2 de abril foi definido pela ONU, em 2007, como o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo. Temos, enquanto Universidade, um papel importante a desempenhar para promover conscientização e inclusão das pessoas com autismo em nossa comunidade acadêmica. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o Autismo pode ser considerado um transtorno do neurodesenvolvimento que, em alguns casos,&#160; afeta a comunicação, o comportamento e a interação social. Importante destacar que hoje falamos em três níveis de suporte para a pessoa com Autismo, a saber, 1, 2 e 3. Evitamos falar em Autismo leve, moderado e grave, porque os termos não explicam como é o funcionamento de cada pessoa autista. Em alguns casos, em situações de desregulação, uma pessoa nível 1 pode ir para o nivel 2 rapidamente. O importante é promover conhecimento e viabilizar o autoconhecimento. Um dos símbolos do autismo é o &#8220;puzzle piece&#8221; (peça de quebra-cabeça) colorido, que representa a complexidade e diversidade do autismo. Foi criado em 1963 pela National Autistic Society do Reino Unido para refletir a condição entendida pelos neurotípicos (os não-autistas) sobre o autismo, como algo misterioso, e a ideia de que o autismo é um quebra-cabeça que precisa ser resolvido. No mesmo sentido, a cor azul para indicar o autismo vem de um engano produzido pelas primeiras pesquisas sobre o tema, que sugeriam ser o autismo uma condição praticamente restrita a homens. A peça de quebra-cabeças se tornou amplamente reconhecida como um símbolo de conscientização e solidariedade com as pessoas com autismo em todo o mundo. O laço (com o desenho das peças de quebra cabeça) é um símbolo comum utilizado em campanhas de conscientização. Ele é fácil de reconhecer e memorizar, e seu uso em eventos, campanhas e materiais promocionais pode ajudar a aumentar a conscientização sobre o autismo e a importância de apoiar pessoas autistas e suas famílias. O símbolo do infinito é outra imagem que tem sido associada ao autismo. Representa, de modo geral, toda uma gama de condições neurodivergentes, como Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno de Oposição Desafiante (TOD), Autismo, dentre outros. É frequentemente usado como uma representação alternativa ao &#8220;puzzle piece&#8221; e simboliza a ideia de que o autismo é uma condição complexa e diversa que dura toda a vida, pois não é uma doença ou comorbidade, mas sim condição de neurodiversidade. O símbolo do infinito é uma alternativa mais positiva e inclusiva que o &#8220;puzzle piece&#8221;, que pode ser visto por algumas pessoas como perpetuando estereótipos negativos e uma visão equivocada do autismo. Isso porque a pessoa autista não está &#8220;desencaixada&#8221;, ela não está em um quebra-cabeças. Ela é um ser inteiro e pleno. No entanto, é importante notar que nem todas as pessoas com autismo se identificam com o símbolo do infinito ou qualquer outro símbolo em particular. O mais importante é ouvir e respeitar as perspectivas e opiniões das pessoas com autismo, e trabalhar juntos para criar uma sociedade mais inclusiva e compreensiva. Gostaríamos de incentivá-los (as) a aprender mais sobre o autismo para colocarmos em prática nosso dever de efetivar o lema &#8220;Universidade para todos e todas&#8221;. Aproveitemos esta oportunidade para reforçar nosso desafio e compromisso com a inclusão e o respeito às diferenças em nossa Universidade. Com estima, Equipe do Programa de Apoio a Discentes com Necessidades Educacionais Específicas PADNEE Fonte: Ufla Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo &#8211; 2 de abril &#8211; a equipe do Programa de Apoio a Discentes com Necessidades Educacionais Específicas (Padnee/UFLA) deixa um recado à comunidade universitária. </p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Prezada comunidade acadêmica,</p>



<p>O dia 2 de abril foi definido pela ONU, em 2007, como o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo.</p>



<p>Temos, enquanto Universidade, um papel importante a desempenhar para promover conscientização e inclusão das pessoas com autismo em nossa comunidade acadêmica. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o Autismo pode ser considerado um transtorno do neurodesenvolvimento que, em alguns casos,&nbsp; afeta a comunicação, o comportamento e a interação social. Importante destacar que hoje falamos em três níveis de suporte para a pessoa com Autismo, a saber, 1, 2 e 3.</p>



<p>Evitamos falar em Autismo leve, moderado e grave, porque os termos não explicam como é o funcionamento de cada pessoa autista. Em alguns casos, em situações de desregulação, uma pessoa nível 1 pode ir para o nivel 2 rapidamente.</p>



<p>O importante é promover conhecimento e viabilizar o autoconhecimento.</p>



<p>Um dos símbolos do autismo é o &#8220;puzzle piece&#8221; (peça de quebra-cabeça) colorido, que representa a complexidade e diversidade do autismo. Foi criado em 1963 pela National Autistic Society do Reino Unido para refletir a condição entendida pelos neurotípicos (os não-autistas) sobre o autismo, como algo misterioso, e a ideia de que o autismo é um quebra-cabeça que precisa ser resolvido. No mesmo sentido, a cor azul para indicar o autismo vem de um engano produzido pelas primeiras pesquisas sobre o tema, que sugeriam ser o autismo uma condição praticamente restrita a homens. A peça de quebra-cabeças se tornou amplamente reconhecida como um símbolo de conscientização e solidariedade com as pessoas com autismo em todo o mundo.</p>



<p>O laço (com o desenho das peças de quebra cabeça) é um símbolo comum utilizado em campanhas de conscientização. Ele é fácil de reconhecer e memorizar, e seu uso em eventos, campanhas e materiais promocionais pode ajudar a aumentar a conscientização sobre o autismo e a importância de apoiar pessoas autistas e suas famílias.</p>



<p>O símbolo do infinito é outra imagem que tem sido associada ao autismo. Representa, de modo geral, toda uma gama de condições neurodivergentes, como Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno de Oposição Desafiante (TOD), Autismo, dentre outros. É frequentemente usado como uma representação alternativa ao &#8220;puzzle piece&#8221; e simboliza a ideia de que o autismo é uma condição complexa e diversa que dura toda a vida, pois não é uma doença ou comorbidade, mas sim condição de neurodiversidade. O símbolo do infinito é uma alternativa mais positiva e inclusiva que o &#8220;puzzle piece&#8221;, que pode ser visto por algumas pessoas como perpetuando estereótipos negativos e uma visão equivocada do autismo. Isso porque a pessoa autista não está &#8220;desencaixada&#8221;, ela não está em um quebra-cabeças. Ela é um ser inteiro e pleno.</p>



<p>No entanto, é importante notar que nem todas as pessoas com autismo se identificam com o símbolo do infinito ou qualquer outro símbolo em particular. O mais importante é ouvir e respeitar as perspectivas e opiniões das pessoas com autismo, e trabalhar juntos para criar uma sociedade mais inclusiva e compreensiva.</p>



<p>Gostaríamos de incentivá-los (as) a aprender mais sobre o autismo para colocarmos em prática nosso dever de efetivar o lema &#8220;Universidade para todos e todas&#8221;.</p>



<p>Aproveitemos esta oportunidade para reforçar nosso desafio e compromisso com a inclusão e o respeito às diferenças em nossa Universidade.</p>



<p>Com estima,</p>



<p>Equipe do Programa de Apoio a Discentes com Necessidades Educacionais Específicas PADNEE</p>



<p><em>Fonte: </em>Ufla</p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://ufla.br/noticias/ensino/15841-dia-mundial-de-conscientizacao-sobre-o-autismo-carta-aberta-a-comunidade-academica">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Acadêmicos de Direito, da UNIARP, visitam Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 20:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[academico]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de proporcionar uma experiência para os acadêmicos, a UNIARP, promoveu uma viagem de estudos a Brasília- DF. Entre o roteiro da turma esteve a OAB, Supremo Tribunal Militar, Tribunal Superior Eleitoral, Supremo Tribunal Federal, Congresso Nacional, Senado e Itamaraty. O professor Dr. Levi Hulse que coordena esse projeto de extensão, comenta que o ensino em uma universidade não é restrito a sala de aula. As visitas técnicas são de extrema importância para os acadêmicos, pois assim conseguem aliar os aprendizados da sala de aula com a prática. Fonte: Notícia Hoje Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o objetivo de proporcionar uma experiência para os acadêmicos, a UNIARP, promoveu uma viagem de estudos a Brasília- DF.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Entre o roteiro da turma esteve a OAB, Supremo Tribunal Militar, Tribunal Superior Eleitoral, Supremo Tribunal Federal, Congresso Nacional, Senado e Itamaraty.</p>



<p>O professor Dr. Levi Hulse que coordena esse projeto de extensão, comenta que o ensino em uma universidade não é restrito a sala de aula. As visitas técnicas são de extrema importância para os acadêmicos, pois assim conseguem aliar os aprendizados da sala de aula com a prática.</p>



<p><em>Fonte: </em>Notícia Hoje</p>



<p>Achou interessante? Acesse<a href="https://noticiahoje.net/academicos-de-direito-da-uniarp-visitam-brasilia/"> aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Palestras abordam infodemia e infodemia acadêmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 12:27:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os professores Deise Prina Dutra (UFMG) e Tony Berber-Sardinha (PUCSP) palestram, no próximo dia 15, às 14h, em evento promovido pelo Instituto de Letras. As palestras tratarão sobre o conceito de infodemia e seu impacto na sociedade e na academia. Serão apresentadas perspectivas e descobertas de pesquisa acerca dos desafios atuais de gestão e disseminação de informações. Tony Berber Sardinha apresenta “Pandemia e infodemia de covi-19: disseminação de discursos de informação e desinformação por meio de ecossistemas de texto e imagem”. Deise Prina Dutra fala sobre “A infodemia acadêmica: um legado da pandemia de covid-19?”. A proposta é oportunizar para acadêmicos, pesquisadores e estudantes uma compreensão mais profunda a respeito das complexidades envolvidas na infodemia e suas implicações atuais. A atividade ocorre no Auditório do Napead, no Campus do Vale (Prédio 43.124 – Av. Bento Gonçalves, 9.500). Para receber o certificado de participação, é necessária a inscrição neste formulário, o qual contém também resumo das palestras. Fonte: UFRGS Mais informações, acesse a matéria original aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os professores Deise Prina Dutra (UFMG) e Tony Berber-Sardinha (PUCSP) palestram, no próximo dia 15, às 14h, em evento promovido pelo Instituto de Letras. As palestras tratarão sobre o conceito de infodemia e seu impacto na sociedade e na academia. Serão apresentadas perspectivas e descobertas de pesquisa acerca dos desafios atuais de gestão e disseminação de informações. Tony Berber Sardinha apresenta “Pandemia e infodemia de covi-19: disseminação de discursos de informação e desinformação por meio de ecossistemas de texto e imagem”. Deise Prina Dutra fala sobre “A infodemia acadêmica: um legado da pandemia de covid-19?”.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/publique-capitulos/"><img decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28666" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A proposta é oportunizar para acadêmicos, pesquisadores e estudantes uma compreensão mais profunda a respeito das complexidades envolvidas na infodemia e suas implicações atuais. A atividade ocorre no Auditório do Napead, no Campus do Vale (Prédio 43.124 – Av. Bento Gonçalves, 9.500).</p>



<p>Para receber o certificado de participação, é necessária a inscrição neste formulário, o qual contém também resumo das palestras.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: </em>UFRGS</p>



<p>Mais informações, acesse a matéria original <a href="http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/palestra-aborda-201cinfodemia-e-infodemia-academica201d">aqui</a>!</p>
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		<item>
		<title>Dia Nacional do Surdo e a Luta pela Inclusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2020 13:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[urdez é o nome dado à impossibilidade ou dificuldade de ouvir. A audição é constituída por um sistema de canais que conduz o som até o ouvido interno. Ali essas ondas são transformadas em estímulos elétricos que são enviados ao cérebro e é ele que reconhece se ouvimos o latido de um cachorro ou o choro de uma criança, por exemplo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Surdez é o nome dado à impossibilidade ou dificuldade de ouvir. A audição é constituída por um sistema de canais que conduz o som até o ouvido interno. Ali essas ondas são transformadas em estímulos elétricos que são enviados ao cérebro e é ele que reconhece se ouvimos o latido de um cachorro ou o choro de uma criança, por exemplo.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>O Dia Nacional do Surdo instituída pela Lei nº 11.796/2.008&nbsp; com o objetivo de promover reflexões sobre questões de acessibilidade e de garantia do direito à cidadania e discutir a construção de políticas públicas voltadas às necessidades e demandas dessa parcela da população.</p>



<p>O principal objetivo dessas datas comemorativas é propor a reflexão e o debate sobre os direitos e a luta pela inclusão das pessoas surdas na sociedade. No Brasil, a&nbsp;Lei nº 10.436/2.002&nbsp;foi um marco importante para a comunidade surda brasileira, ao reconhecer a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão e determinar o apoio na sua difusão e uso pelo poder público. Os surdos constituem 3,2% da população, ou seja, aproximadamente 5,8 milhões de brasileiros.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Na comunicação por Libras é utilizada a &#8216;datilologia&#8217; &#8211; um sistema de representação simbólica das letras do alfabeto, soletradas com as mãos. Nessa linguagem existem sinais para quase todas as palavras conhecidas. Para a execução dos sinais, usa-se o movimento das mãos, além das expressões facial e corporal, quando necessário.</p>



<p>A língua de sinais não é universal, sendo diferente de um país para outro e muitas vezes de uma cidade para outra, pois sofre variações de acordo com as peculiaridades regionais.</p>



<p>Surdez é o nome dado à impossibilidade ou dificuldade de ouvir. A audição é constituída por um sistema de canais que conduz o som até o ouvido interno, onde essas ondas são transformadas em estímulos elétricos e enviadas ao cérebro, órgão responsável pelo reconhecimento daquilo que se ouve.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Leia também o Artigo do Autor <strong>Josemar Figueiredo Araújo</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/nem-lamentar-nem-comemorar"><img decoding="async" width="840" height="440" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/foto-pessoal-autor.jpeg" alt="" class="wp-image-9766" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/foto-pessoal-autor.jpeg 840w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/foto-pessoal-autor-300x157.jpeg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/foto-pessoal-autor-768x402.jpeg 768w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /></a><figcaption>Autor Josemar Figueiredo Araújo | Foto: Arquivo pessoal</figcaption></figure>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><a href="https://editorialpaco.com.br/nem-lamentar-nem-comemorar">NEM LAMENTAR NEM COMEMORAR</a></h3>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Causas</strong>:</h2>



<p>&#8211; a surdez de condução é provocada pelo acúmulo de cera de ouvido, infecções (otite) ou imobilização de um ou mais ossos do ouvido. O tratamento é feito com medicamentos ou cirurgias;<br>&#8211; a surdez de cóclea ou nervo auditivo é desencadeada por: viroses, meningites, uso de certos medicamentos ou drogas, propensão genética, exposição ao ruído de alta intensidade, presbiacusia (provocada pela idade), traumas na cabeça, defeitos congênitos, alergias, problemas metabólicos, tumores. O tratamento, de acordo com cada caso, é feito com medicamentos, cirurgias, uso de aparelho.</p>



<p><strong>Outros fatores que podem provocar surdez:</strong></p>



<p>&#8211; casos de surdez na família;<br>&#8211; nascimento prematuro;<br>&#8211; baixo peso ao nascer;<br>&#8211; uso de antibióticos tóxicos ao ouvido e de diuréticos no berçário;<br>&#8211; infecções congênitas, principalmente, sífilis, toxoplasmose e rubéola.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de Surdez</strong></h2>



<p><strong>Ligeira:</strong></p>



<p>A palavra é ouvida, contudo, certos elementos fonéticos escapam ao indivíduo. Este tipo de surdez não provoca atrasos na aquisição da linguagem, porém há dificuldades em ouvir uma conversa normal.</p>



<p><strong>Média:</strong></p>



<p>&#8211; a palavra só é ouvida a uma intensidade muito forte;<br>&#8211; dificuldades na aquisição da linguagem;<br>&#8211; perturbação da articulação das palavras e da linguagem;<br>&#8211; dificuldades em falar ao telefone;<br>&#8211; necessidade de leitura labial para a compreensão do que é dito.</p>



<p><strong>Severa:</strong></p>



<p>&#8211; a palavra em tom normal não é percebida;<br>&#8211; é necessário gritar para ter sensação auditiva;<br>&#8211; perturbações na voz e na fonética da palavra;<br>&#8211; intensa necessidade de leitura labial.</p>



<p><strong>Profunda:</strong></p>



<p>&#8211; nenhuma sensação auditiva;<br>&#8211; perturbações intensas na fala;<br>&#8211; dificuldades intensas na aquisição da linguagem oral;<br>&#8211; adquire facilmente a língua gestual.</p>



<p><strong>Cofose:</strong></p>



<p>Surdez completa; ausência total da capacidade de perceber sons.</p>



<p><strong>Prevenção da surdez:</strong></p>



<p>&#8211; Em gestantes, doenças como sífilis, rubéola e toxoplasmose podem provocar a surdez nas crianças. Por isso, faz-se necessária a orientação médica pré-natal. Mulheres devem tomar a vacina contra a rubéola antes da adolescência, para que durante a gravidez estejam protegidas;<br>&#8211; teste da orelhinha: exame feito nos recém-nascidos permite verificar a presença de anormalidades auditivas;<br>&#8211; cuidado com objetos pontiagudos, como canetas e grampos, pois se introduzidos nos ouvidos, podem causar sérias lesões;<br>&#8211; atraso no desenvolvimento da fala das crianças pode indicar problemas auditivos, sendo motivo para uma consulta com um médico especialista;<br>&#8211; uso de equipamentos de proteção para trabalhadores expostos aos riscos ocupacionais provocados pelo ruído;<br>&#8211; acompanhamento da saúde auditiva dos trabalhadores, por parte das empresas, visando eliminar ou reduzir o ruído no ambiente de trabalho.</p>



<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://bvsms.saude.gov.br/ultimas-noticias/3036-26-9-dia-nacional-dos-surdos-dia-internacional-da-linguagem-de-sinais-semana-internacional-dos-surdos"><strong>Ministério da saúde</strong></a><strong></strong></p>
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		<title>NEM LAMENTAR NEM COMEMORAR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2020 13:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[academico]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Josemar Figueiredo Araújo [1] Ao longo da segunda metade do século XX, o Brasil, seguindo uma tendência que já se verificava em diversos países da Europa, tais como O Reino Unido, a França e a Áustria, começou um processo de desinstitucionalização das pessoas com deficiência, No que concerne às pessoas com deficiência auditiva, este processo de institucionalização para fins educacionais se iniciou na América com Thomas Gallaudet, que estabeleceu em Connecticut, no American Asylum for the Education and Instruction of the Deaf and Dumb (Asilo Norte-Americano para a Educação e Instrução dos Surdos. O Brasil criaria sua mais importante instituição com o mesmo objetivo através da iniciativa do francês Edouard Huet, que levou a proposta no início de 1855 ao imperador. O atual Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) – situado no bairro das Laranjeiras, na cidade do Rio de Janeiro &#8211; começou a funcionar a partir de 1º de janeiro de 1856 e além da educação especializada, um dos principais aspectos da nova escola era a segregação, uma vez que ali, assim como em qualquer instituição de ensino especial para pessoas com deficiência do século XIX, somente estudariam pessoas que tivesse uma característica em comum: a surdez. Se por um lado as pessoas com deficiência auditiva ganhavam o direito à educação, recebiam de brinde o isolamento e o ensino segregado. Chegava ao Brasil, para os deficientes auditivos, a institucionalização, que coexistiria com o confinamento doméstico e o abandono. Como a instituição ficava na cidade do Rio de Janeiro e não dispunha de tantas vagas, o abandono e o confinamento doméstico de deficientes auditivos continuava a existir, mesmo após a inauguração do Instituto. Dava-se assim a simbiose entre a institucionalização e&#160; o confinamento doméstico de surdos. Mais de 100 anos depois, a desinstitucionalização começaria a ocorrer e ganharia força no início dos anos 1980, quando o paradigma de integração orientava as ações governamentais em relação às pessoas com deficiência. Os deficientes auditivos então começariam a experimentar uma legislação que, de alguma forma alteraria, ao menos formalmente,&#160; seus direitos e oportunidades. Além dos direitos assegurados às pessoas com deficiência em geral, outros, específicos da deficiência auditiva podem ser identificados em nossa ordem jurídica. Nesta construção histórica de direitos, importante marco foi a Lei 10.436, de 2002, que reconheceu como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais &#8211; Libras e outros recursos de expressão a ela associados. Antes, em 2000, a Lei Brasileira de Acessibilidade (Lei 10.098) já havia assegurado direitos como o uso de tecnologias assistivas nas comunicações telefônicas e através da internet. A Lei Brasileira de inclusão (Lei 13.146, de 2015) assegurou o direito à tradução simultânea de programas de televisão e outras atividades similares em libras,&#160; reafirmando uma série de direitos. As pessoas com deficiência auditiva têm, à semelhança de outros grupos de pessoas deficientes, inúmeros direitos formalmente garantidos em Leis e Convenções Internacionais. Tudo isso pode ser comemorado, assim como a falta de observância da grande maioria desses direitos, formalmente conquistados ao longo de décadas pode ser lamentada. DA Institucionalização à conquista do direito à igualdade , é possível que tenhamos diversas reações em datas simbólicas. Considero que essas reações não precisam ser nem tendentes a lamentar nem a comemorar. Elas devem significar que após cada data simbólica, os dias se seguem e para além de direitos a conquistar, temos a finalidade de tornar efetivos e reais os direitos até aqui obtidos. Obra do autor: Nesta obra, o acesso das pessoas deficientes às escolas regulares, com base em dispositivos criminais, foi analisado a partir da crítica de algumas visões teóricas sobre o papel social da escola. Após considerar diferentes modelos conceituais relativos ao termo deficiência, o autor abordou os paradigmas educacionais e os dispositivos jurídicos que envolvem a educação dos deficientes. O cerne do problema consiste em saber se o direito penal e a proposta pedagógica inclusiva podem se completar no tocante à garantia de acesso das pessoas com deficiência às escolas regulares. O autor chama ainda a atenção para os resultados da política de inclusão educacional desenvolvida no Brasil, verificada a existência de escolas que se recusam a receber crianças com deficiência, de escolas que recebem os deficientes apenas para evitar as punições criminais a seus responsáveis, e das que, de fato, fazem da inclusão um compromisso, esta obra identifica os “efeitos colaterais” do uso de certas normas de cunho penal com objetivo de promover inclusão escolar. [1] Professor das universidades Veiga de Almeida (UVA) e Estácio de Sá (UNESA). Estuda inclusão educacional e profissional das pessoas com deficiência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por <strong>Josemar Figueiredo Araújo <a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></strong></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Ao longo da segunda metade do século XX, o Brasil, seguindo uma tendência que já se verificava em diversos países da Europa, tais como O Reino Unido, a França e a Áustria, começou um processo de desinstitucionalização das pessoas com deficiência, No que concerne às pessoas com deficiência auditiva, este processo de institucionalização para fins educacionais se iniciou na América com Thomas Gallaudet, que estabeleceu em <em>Connecticut</em>, no <em>American Asylum for the Education and Instruction of the Deaf and Dumb</em> (Asilo Norte-Americano para a Educação e Instrução dos Surdos.</p>



<p>O Brasil criaria sua mais importante instituição com o mesmo objetivo através da iniciativa do francês Edouard Huet, que levou a proposta no início de 1855 ao imperador. O atual Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) – situado no bairro das Laranjeiras, na cidade do Rio de Janeiro &#8211; começou a funcionar a partir de 1º de janeiro de 1856 e além da educação especializada, um dos principais aspectos da nova escola era a segregação, uma vez que ali, assim como em qualquer instituição de ensino especial para pessoas com deficiência do século XIX, somente estudariam pessoas que tivesse uma característica em comum: a surdez.</p>



<p>Se por um lado as pessoas com deficiência auditiva ganhavam o direito à educação, recebiam de brinde o isolamento e o ensino segregado. Chegava ao Brasil, para os deficientes auditivos, a institucionalização, que coexistiria com o confinamento doméstico e o abandono. Como a instituição ficava na cidade do Rio de Janeiro e não dispunha de tantas vagas, o abandono e o confinamento doméstico de deficientes auditivos continuava a existir, mesmo após a inauguração do Instituto. Dava-se assim a simbiose entre a institucionalização e&nbsp; o confinamento doméstico de surdos.</p>



<p>Mais de 100 anos depois, a desinstitucionalização começaria a ocorrer e ganharia força no início dos anos 1980, quando o paradigma de integração orientava as ações governamentais em relação às pessoas com deficiência. Os deficientes auditivos então começariam a experimentar uma legislação que, de alguma forma alteraria, ao menos formalmente,&nbsp; seus direitos e oportunidades. Além dos direitos assegurados às pessoas com deficiência em geral, outros, específicos da deficiência auditiva podem ser identificados em nossa ordem jurídica.</p>



<p>Nesta construção histórica de direitos, importante marco foi a Lei 10.436, de 2002, que reconheceu como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais &#8211; Libras e outros recursos de expressão a ela associados. Antes, em 2000, a Lei Brasileira de Acessibilidade (Lei 10.098) já havia assegurado direitos como o uso de tecnologias assistivas nas comunicações telefônicas e através da internet. A Lei Brasileira de inclusão (Lei 13.146, de 2015) assegurou o direito à tradução simultânea de programas de televisão e outras atividades similares em libras,&nbsp; reafirmando uma série de direitos. As pessoas com deficiência auditiva têm, à semelhança de outros grupos de pessoas deficientes, inúmeros direitos formalmente garantidos em Leis e Convenções Internacionais.</p>



<p>Tudo isso pode ser comemorado, assim como a falta de observância da grande maioria desses direitos, formalmente conquistados ao longo de décadas pode ser lamentada. DA Institucionalização à conquista do direito à igualdade , é possível que tenhamos diversas reações em datas simbólicas. Considero que essas reações não precisam ser nem tendentes a lamentar nem a comemorar. Elas devem significar que após cada data simbólica, os dias se seguem e para além de direitos a conquistar, temos a finalidade de tornar efetivos e reais os direitos até aqui obtidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Obra do autor:<br></h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/wp-admin/post.php?post=9704&amp;action=edit"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/d3db9ee3bd8ac9f76e8491c92f43c3bd.jpg" alt=""/></a><figcaption><strong><a href="https://editorialpaco.com.br/wp-admin/post.php?post=9704&amp;action=edit">Misturadas</a></strong></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Nesta obra, o acesso das pessoas deficientes às escolas regulares, com base em dispositivos criminais, foi analisado a partir da crítica de algumas visões teóricas sobre o papel social da escola. Após considerar diferentes modelos conceituais relativos ao termo deficiência, o autor abordou os paradigmas educacionais e os dispositivos jurídicos que envolvem a educação dos deficientes. O cerne do problema consiste em saber se o direito penal e a proposta pedagógica inclusiva podem se completar no tocante à garantia de acesso das pessoas com deficiência às escolas regulares. O autor chama ainda a atenção para os resultados da política de inclusão educacional desenvolvida no Brasil, verificada a existência de escolas que se recusam a receber crianças com deficiência, de escolas que recebem os deficientes apenas para evitar as punições criminais a seus responsáveis, e das que, de fato, fazem da inclusão um compromisso, esta obra identifica os “efeitos colaterais” do uso de certas normas de cunho penal com objetivo de promover inclusão escolar.</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><a href="#_ftnref1">[1]</a> Professor das universidades Veiga de Almeida (UVA) e Estácio de Sá (UNESA). Estuda inclusão educacional e profissional das pessoas com deficiência.</p>
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		<title>A história do Livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2020 16:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>O homem já sabia se expressar de outras formas, além de escrever, há milênios, como através dos desenhos rupestres, nas paredes das cavernas. A sua história, porém, só pode ser registrada a partir da invenção da escrita, há cerca de 5 mil anos.</p>



<p>Como não era capaz de guardar no cérebro de tudo que sabia, o homem aprendeu a escrever, há séculos, a fim de armazenar tudo o que conhecia e passar todas as informações para as futuras gerações. A escrita surgiu, portanto, para criar a História do homem.</p>



<p>Com o passar dos anos, a invenção de tecnologias possibilitou uma conservação melhor das criações humanas, assim como o seu armazenamento. Fora a facilidade para produzir obras e o acesso à informação mais democratizado.</p>



<p>Isso nos leva a uma longa caminhada, desde as plantas e papiros às páginas de um livro digital. O processo para chegar ao último levou muito tempo e apresentou diversas habilidades humanas.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Antiguidade: a época em que começou a história dos livros</h2>



<p>Os relatos mais antigos dos primeiros livros datam de milênios antes de Cristo. E eles não eram nada parecidos com os e-books e livros digitais que vemos hoje.</p>



<p>Antigamente, a escrita era uma atividade exclusiva de escribas ou escrivães, assim como a leitura. Somente eles sabiam ler e escrever. E o material onde eles faziam isso, chamado de papiro (uma espécie de planta), deveria conter apenas informações oficiais, como leis e assuntos administrativos, e religiosas.</p>



<p>Os papiros eram, então, prendidos uns aos outros, a fim de formar um rolo (que podia ter metros de extensão).</p>



<p>Na realidade, cada povo registrava os seus conhecimentos e anotações da forma mais pertinente para si mesmo. Havia escritos em placas de argila, cascas de árvores, pedras, madeira e também em barro.</p>



<p>Os indianos, por exemplo, estavam acostumados a usar as folhas da bananeira para escrever. Em seguida, pedaços de madeira eram usados como a capa do “livro”, depois que as folhas eram costuradas. Até hoje, ainda é possível encontrar livros assim no continente asiático.</p>



<p>Os pergaminhos surgiram séculos depois e serviram para dar mais funcionalidade e resistência aos escritos mais importante da época. Além disso, a preservação de pergaminhos era muito mais fácil do que a de rolos extensos de papiro.</p>



<p>A invenção dos livros encadernados aconteceu quase no final da Antiguidade, quando estudiosos decidiram organizar em páginas os pergaminhos escritos. A novidade serviu como facilitadora para a locomoção e o manuseio dos objetos, quando era necessário.</p>



<p>O papel chegou na Europa anos depois, com a chegada de mercadores árabes, que vieram da China. No entanto, os livros ainda eram manuscritos, copiados por monges e escribas, e podiam demorar mais de um ano para ficarem prontos.</p>



<p>Já durante a Idade Média, os livros viraram exclusividade de clérigos (membros de ordem religiosa). Dessa forma, eles se tornaram objeto para devoção a deuses. Foram criados, inclusive, livros para a formação de novos estudiosos da religião.</p>



<p>Em um momento da história, a Igreja inclusive chegou a proibir inúmeros livros, chamados de impróprios por membros do clero. Por isso, os romances e livros de História, com os quais estamos acostumados, demoraram mais para aparecer.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A revolução da escrita: a prensa de Johannes Gutenberg</h2>



<p>Há cerca de 500 anos, na Idade Moderna, o alemão Johannes Gutenberg segurava um livro impresso pela tecnologia que revolucionou a escrita e a história da comunicação: a prensa de tipos móveis. A partir dessa invenção, a impressão em massa de materiais começou.</p>



<p>A impressão já havia sido criada, durante o século XIV, e os chineses aprimoraram a técnica com tipos móveis de madeira. Nada chegou aos pés da criação de Gutenberg, com metal. Era mais resistente e reutilizável.</p>



<p>Como falamos anteriormente, escrever era uma atividade restrita a escribas, que faziam tudo à mão: escreviam letra por letra nos papéis e pergaminhos. Já é possível imaginar o preço de um livro escrito dessa maneira, não? Provavelmente o preço de terras imensas ou anos de plantações.</p>



<p>Foi através da nova invenção, que o custo para a fabricação de livros diminuiu consideravelmente. O primeiro exemplar impresso foi a Bíblia, em latim, que ficou conhecida como a Bíblia de Gutenberg.</p>



<p>Exatamente na época da invenção de Gutenberg, pensadores e filósofos estudavam novas teorias e a prensa foi essencial para disseminação de novos conhecimentos. Rapidamente, mais pessoas tiveram acesso aos livros e à escrita. Por consequência, mais países adotaram a técnica de impressão e milhares de livros foram publicados nesse período.</p>



<p>Com a disseminação do papel e a facilidade da prensa com os novos tipos móveis, os livros se popularizaram entre as pessoas, a educação deu início a um processo de democratização e a imprensa começou a surgir.</p>



<p>Os novos gêneros de livros começaram a aparecer também por perto dessa mesma época. Os romances, as novelas e os almanaques nasceram após a prensa de Gutenberg. Desde então, os livros são considerados um objeto de acesso a conhecimento e educação, visto que antes as pessoas não sabiam ler ou eram proibidas.</p>



<p>No Brasil, os livros chegaram junto com os portugueses, no século XV, durante o período colonial. Eles eram utilizados, sobretudo, por jesuítas na catequização dos índios. A Bíblia de Gutenberg foi o primeiro livro a chegar em solo brasileiro.</p>



<p>No entanto, só foi permitido escrever livros no nosso país, a partir de 1808, quando a Coroa Portuguesa, de fato, se mudou para cá. Antes disso, ter uma tipografia era considerado crime.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A Idade Contemporânea e a explosão de livros pelo mundo</h2>



<p>A Contemporaneidade (período atual, que começou a partir da Revolução Francesa) e as Revoluções Industriais trouxeram muitas novidades tecnológicas. Fora a produção em larga escala de vários bens, inclusive os livros.</p>



<p>Se a prensa de Gutenberg reduziu o custo de produção dos livros, as inovações oriundas do avanço da tecnologia diminuíram ainda mais. Com isso, deu-se início a era de grandes produções e dos best-sellers, conhecidos e vendidos até hoje.</p>



<p>A leitura e a escrita foram cada vez mais democratizadas. Boa parte da população dos países tinha acesso a livros.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Os livros na Era Digital</h2>



<p>As revoluções tecnológicas não param de acontecer. Praticamente, todos os dias somos bombardeados por novos aparelhos e seus lançamentos. Assim como avanços na saúde e na indústria.</p>



<p>Todas essas mudanças também afetaram os livros e, principalmente, os hábitos de leitura e escrita das pessoas. Hoje, é mais comum escrever e fazer rascunhos pelo computador do que numa folha de papel. Até escolas tradicionais se renderam e começam a adotar material didático mais tecnológico.</p>



<p>Um dos motivos para que isso aconteça é o barateamento do custo de produção dessas tecnologias. Há algumas décadas, nem todas as famílias tinham um computador ou um celular em casa. Eram itens caros demais para se popularizar. Hoje, dificilmente encontramos uma casa que não tenha um computador ou um celular.</p>



<p>Outro ponto que justifica a mudança de costumes é a proteção ao meio ambiente. O desmatamento para fabricação de papel se mostrou reversível, de certa forma, com o advento das tecnologias. Livros com centenas de páginas puderam ser substituídos por folhas digitais. O virar a folha agora é clicar com os dedos.</p>



<p>Fora isso, o armazenamento de livros físicos é muito mais complicado do que simplesmente ler um arquivo e salvar na nuvem ou no próprio computador. Exige estantes ou prédios enormes para guardar acervos, como as bibliotecas. Até elas foram digitalizadas e, hoje, podemos encontrar centenas online.</p>



<p>A modernização dos livros também trouxe a acessibilidade para o universo da leitura. Além de livros digitais, hoje já existem também os áudios-livros. O conteúdo é lido por uma voz. Dessa forma, é possível incluir as pessoas deficientes visuais e estimulá-las a ler cada vez mais.</p>



<p>A acessibilidade na leitura já havia sido pensada, lá atrás no século XIX. Louis Braille criou o sistema de leitura tátil, para pessoas cegas. No entanto, a humanidade segue, ainda bem, tentando inventar novas formas de inclusão social de pessoas deficientes.</p>



<p>Os livros digitais como conhecemos hoje, na realidade, surgiram no final do século XX, mas ganharam espaço, de fato, na última década. A sua chegada foi tão triunfal, que mexeu com o mercado de livrarias e sebos.</p>



<p>Muitas unidades chegaram a fechar as portas, por conta do menor número de vendas e queda no faturamento. Em paralelo, algumas lojas se adaptaram à transformação e passaram a vender os seus livros digitalizados, fáceis de ler em diversos dispositivos.</p>



<p>O debate sobre o fim dos livros físicos ou a sua substituição pelos digitais rende entre especialistas. No entanto, ainda se publicam muitos exemplares e provavelmente continuaremos a sentir o cheiro de um livro novo.</p>



<p>Afinal, o mercado pode ditar muitas regras. Contudo, no final das contas quem decide o futuro dos livros é o leitor. Possivelmente teremos que nos acostumar com novas tecnologias e maneiras de se ler. Mas no fim, quanto mais lermos, mais livros serão escritos, sejam eles físicos ou digitais.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Veja nossos E-books Grátis:</h2>



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<h2 class="wp-block-heading">Visite nossa Loja:</h2>



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		<title>“Os Nordestes e o Teatro Brasileiro”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2020 15:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[academico]]></category>
		<category><![CDATA[autor]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
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					<description><![CDATA[Ariano Suassuna, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, são incontáveis as contribuições da cultura nordestina para a arte mundial.
O folclore nordestino trouxe inúmeras obras memoráveis para a cena cultural do teatro brasileiro. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Ariano Suassuna, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, são incontáveis as contribuições da cultura nordestina para a arte mundial.</em></p>



<p>O folclore nordestino trouxe inúmeras obras
memoráveis para a cena cultural do teatro brasileiro. </p>



<p>O pesquisador Magela Lima faz um rico estudo da
cena teatral como um local em que se possa reconhecer o Brasil e sua história.
Resultado da tese de doutorado do autor, trata-se de um estudo acerca da cena
teatral brasileira, centrando na cultura nordestina.</p>



<p>Afinal, a influência do Nordeste para o teatro
brasileiro é vasta, construindo um universo fascinante e muito característico,
baseado principalmente na tradição popular.</p>



<p>Compreender a teatralidade nordestina, para o
autor, é entender a cultura brasileira. O Nordeste é um lugar marcado no tempo
e no espaço, por resistência, por disputa de poder, por colonialismo.</p>



<p>A cultura popular que caracteriza boa parte da
contribuição da arte nordestina configura um panorama da própria resistência
popular, sendo um retrato fidedigno de um contexto sócio-histórico,
imprescindível para compreender a história do Brasil.</p>



<p>O autor compreende que, embora as histórias
contadas por meio das obras que têm o Nordeste como pano de fundo sejam
universais, podendo se adequar a variadas formas, a força desta cultura
artística reside na tradição popular.</p>



<p>Porém, o fato da palavra Nordeste estar no plural,
no título da obra, evoca a intenção do autor em chamar a atenção para a
versatilidade desta cena teatral.</p>



<p>Afinal, apesar de mais conhecido pela cultura
popular, existe outra vertente mais centrada na área urbana, configurando outra
abordagem. Algo como uma nova arte nordestina neste panorama.</p>



<p>A pluralidade do título também remete a outras
ideias mais amplas. Afinal, a cultura nordestina é também alvo de estereótipos
e interpretações rasas de suas obras, quase caricatas.</p>



<p>A heterogeneidade da região é algo que deve ser
ressaltada. O Nordeste é plural. O autor pontua que o Nordeste não é um tema a
ser abordado e sim uma forma de teatro.</p>



<p>Magela Lima ressalta que o Teatro do Estudante de
Pernambuco, em 1946, foi emblemático para o que o se convencionou chamar de “Teatro
do Nordeste”. O autor compreende que a recorrência dos temas abordados foi
fundamental para criar uma identidade cultural nordestina.</p>



<p>O autor confirma que o Nordeste abordado em obras
emblemáticas de Ariano Suassuna, entre outras, existe. Tem identidade,
especificidade, discurso próprio, entre outras características que o constituem
como algo sólido.</p>



<p>Reconhecer a importância da cultura nordestina para
a cena teatral brasileira, é reconhecer o próprio Brasil.</p>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/os-nordestes-e-o-teatro-brasileiro"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/cfdace65881880fe9993bc56974a7ce0.jpg" alt=""/></a><figcaption> <strong>OS NORDESTES E O TEATRO BRASILEIRO</strong> </figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Os Nordeste e o Teatro Brasileiro verifica as concepções de criação e as estratégias de visibilidade que demarcaram o Nordeste como lugar no teatro brasileiro, procurando compreender que mecanismos interferem na projeção nacional de uma obra ou de um artista de teatro no Brasil é que se delineia a proposta de estudo aqui desenvolvida. A história de afirmação do chamado “teatro do Nordeste” é resgatada a partir do encontro de diferentes gerações de artistas e cenas. </p>



<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://www.pacolivros.com.br/os-nordestes-e-o-teatro-brasileiro">Acesso ao Livro</a></div>
</div>
</div>



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<h2 class="wp-block-heading">Sobre o autor</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.opovo.com.br/_midias/jpg/2019/05/22/magela-2791240.jpg" alt=""/><figcaption> Magela Lima é jornalista, doutor em Artes Cênicas e ex-secretário da Cultura de Fortaleza (Foto: Divulgação) </figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Jornalista e doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Magela Lima destaca-se por sua pesquisa acerca da cena teatral brasileira.</p>



<p>Magela Lima também atuou na área de jornalismo cultural, além de ter ocupado o cargo de Secretário Municipal de Cultura da Prefeitura de Fortaleza.</p>



<p>O autor possui vasta experiência docente, sendo coordenador dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda no Centro Universitário 7 de setembro.</p>



<p>Grande incentivador da cena cultural nordestina, Magela Lima também é consultor de programação do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga.<br></p>
</div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="https://www.opovo.com.br/vidaearte/2020/05/20/livro-de-magela-lima-aborda-as-influencias-do--teatro-do-nordeste--na-producao-nacional.html">Veja entrevista para o jornal O Povo </a></h2>



<h2 class="wp-block-heading">Visite nossa página</h2>



<p>Acesse nossa página, visite nosso conteúdo e entre em contato com a nossa equipe <a href="http://www.pacolivros.com.br">www.pacolivros.com.br</a></p>
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		<title>Modernidade em desalinho: costumes, cotidiano e linguagens na obra humorística de Raul Pederneiras (1898-1936) por Rogério Souza Silva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 15:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Rogério desenvolve seu trabalho com grande competência e informação, tanto documental quanto teórica, mais brilho expositivo e analítico, convidando o leitor a pensar sobre sutis nuances de um intelectual e artista de incontáveis faces. ]]></description>
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<p><em>Rogério desenvolve seu trabalho com grande competência e informação, tanto documental quanto teórica, mais brilho expositivo e analítico, convidando o leitor a pensar sobre sutis nuances de um intelectual e artista de incontáveis faces. </em></p>



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<p><strong>Queremos já compartilhar o canal do Rogério no Youtube apresentando dois vídeos referentes à sua obra.</strong>:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Video 01 Modernidade em Desalinho FINAL:</h3>



<figure class="wp-block-embed-youtube aligncenter wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Video 01 Modernidade em DesalinhoFINAL" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/Uik7QrKBI-o?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption> LANÇAMENTO: Modernidade em desalinho: costumes, cotidiano e linguagens na obra humorística de Raul Pederneiras (1898-1936).  Sinopse: Em 1904, Raul Pederneiras escreveu: “É que, por baixo dessa camada de civilisação e cultura, tênue e fragil, existe o animal indomavel, o animal primitivo, o animal homem…” ???. A vida intelectual desse homem multifacetado teve início entre o entardecer do século XIX e o alvorecer do século XX. Sua produção humorística, permeada de ironias, deu-se em um cenário de profundas mudanças no Brasil e no mundo.  Mesmo tendo, em momentos específicos, caído nas armadilhas de seu tempo, ele notou que o progresso poderia trazer retrocessos para a humanidade, que a civilização poderia ser engolfada pela barbárie e que a modernidade poderia ruir. <br><strong>??  Nas citações das fontes, o autor optou pela preservação do português original. </strong><br> </figcaption></figure>



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<h2 class="wp-block-heading">Raul Pederneiras e suas múltiplas linguagens artísticas e intelectuais:</h2>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Raul Pederneiras e suas múltiplas linguagens artísticas e intelectuais" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/e2Fuobi6TOQ?start=13&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption> Raul Pederneiras foi um homem de inúmeras áreas. Entre 1898 e 1953 (ano de sua morte), passou por, pelo menos, 13 atividades profissionais. Ele foi advogado, caricaturista, poeta, teatrólogo, compositor, ilustrador, pintor, professor da Escola de Belas Artes, reclamista, jornalista – exerceu o cargo de presidente da Associação Brasileira de Imprensa por dois mandatos –, realizou uma das primeiras animações do país e foi ator de cinco filmes, entre eles, Amor e boêmia (1918). Integram a sua produção intelectual e artística textos para jornais e revistas, além de incontáveis caricaturas em várias publicações, incluindo também quadros vendidos em exposições. Somam-se 17 livros publicados pelo autor ao longo de sua existência, sendo um de direito, três de cunho poético, três transcrições de peças teatrais, um dicionário de gírias, intitulado Geringonça carioca (1922), um livro de viagens, uma proto-história em quadrinho, um livro de ilustrações onomásticas e, por fim, seis textos nos quais a caricatura é o elemento central (conferências, coletâneas e técnicas). Há também prefácios e participações em obras coletivas. <br> </figcaption></figure>



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<h2 class="wp-block-heading">Inscreva-se no canal:</h2>



<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-red-background-color" href="https://www.youtube.com/channel/UCOrNc-7aeK3gzoPQspJ9GLw">Acesse o Youtbe</a></div>



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<h2 class="wp-block-heading">Modernidade em desalinho: costumes, cotidiano e linguagens na obra humorística de Raul Pederneiras (1898-1936).</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/655cb5be16fbd02d4bcbe2270db714f2.jpg" alt=""/></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Sinopse:</h2>



<p>Raul Pederneiras foi identificado como um dos principais nomes brasileiros da caricatura e das artes gráficas que lhe são próximas, incluindo os quadrinhos. O rigoroso trabalho de Rogério Souza Silva acompanha exaustivamente o percurso do autor. Ao invés de um nome secundário num campo artístico considerado inferior, o que se vê nestas páginas é um multi-artista, que contribuiu largamente para a modernidade do traço caricatural entre nós. Pederneiras soube destacar-se na imprensa carioca pela ousada síntese do traço, inaugurando uma modernidade (problematizada, “em desalinho”, como o título desta obra salienta tão bem) brasileira no gênero que o diferenciava tanto do teor clássico de antecessores, caso de Angelo Agostini, quanto do viés mais descritivo ou virtuosístico do traço de seus talentosos companheiros de geração. Rogério desenvolve seu trabalho com grande competência e informação, tanto documental quanto teórica, mais brilho expositivo e analítico, convidando o leitor a pensar sobre sutis nuances de um intelectual e artista de incontáveis faces. (Marcos Silva, FFLCH-USP).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Se interessou? Compre em nossa loja:</h2>



<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://www.pacolivros.com.br/modernidade-em-desalinho-costumes-cotidiano-e-linguagens-na-obra-humoristica-de-raul-pederneiras-1898-1936">Comprar agora</a></div>



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<h2 class="wp-block-heading">Breve Currículo do Autor</h2>



<p>Rogério Souza Silva nasceu em São Paulo, em 1971. É doutor pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC -SP) e graduado em História pela Universidade Estadual Paulista (Unesp &#8211; Franca), mesma instituição na qual concluiu seu mestrado. Atua como professor na Universidade do Estado da Bahia (Uneb). É também autor de artigos e resenhas no Brasil e no exterior. Publicou, em 2001, o livro Antônio Conselheiro: a fronteira entre a civilização e a barbárie (Editora Annablume). Desenvolve, atualmente, a pesquisa intitulada Nada cordiais: as revistas O Malho e Careta na crise política de 1930.</p>
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