Capital e Trabalho

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O livro “Capital e Trabalho – A Dimensão Humana do Desenvolvimento Socioeconômico Sustentável”, de Mozart Nino, aborda como o capital pode ser uma saída para a desigualdade socioeconômica que assola o mundo em que vivemos.

O volume é um lançamento da editora Paco Editorial e está disponível nas livrarias e na internet.

Sobre o livro

Um dos temas que mais preocupam as empresas é o desenvolvimento, o qual as leva a realizar uma série de ações ditas estratégicas e sustentáveis. Dessa forma, se apresentam à sociedade como organizações realmente compromissadas com a questão ambiental e o progresso socioeconômico.

No entanto, em nenhuma época da história a humanidade conseguiu superar as privações e limitações da desigualdade socioeconômica, como a fome, a pobreza e a miséria extrema. Pelo contrário, parece que o problema foi ampliado ao longo do tempo.

No livro “Capital e Trabalho – A Dimensão Humana do Desenvolvimento Socioeconômico Sustentável”, Mozart Nino busca respostas a uma pergunta importante: as empresas devem incluir em sua estratégia a ideia de contribuir para um desenvolvimento socioeconômico sustentável com foco na redução da pobreza e desigualdade, seja entre os seres humanos ou entre os espaços físico-geográficos?

A partir daí o autor apresenta um estudo no qual afirma que o capital aprimora, enriquece e aumenta a produtividade do trabalho. Além disso, sustenta que só é possível alcançar tais objetivos socioeconômicos quando a organização inclui em sua visão, missão e estratégias ações e iniciativas que estimulem geração de negócios, emprego, trabalho e renda.

O livro, que possui 292 páginas, é dividido em quatro partes:

  1. Poder e responsabilidade: apenas a livre iniciativa, o lucro, a propriedade privada, a responsabilidade individual e a isonomia perante as leis, todos associados à liberdade e à disponibilidade para empreender, ganhar, perder ou enfrentar riscos, poderão resgatar a sociedade de seu milenar processo gerador de desigualdades e injustiças socioeconômicas tão extremas;
  2. Desigualdade socioeconômica: fenômeno social deplorável e destrutivo para toda a sociedade, cuja superação não depende de ações de estados e governos, como o assistencialismo, o qual apenas atenua situações extremas, preservando a desigualdade pela manutenção das populações na pobreza e servidão;
  3. Desenvolvimento socioeconômico: o desenvolvimento socioeconômico pode ser alcançado com base na proposta de uma sociedade da confiança, onde as ações humanas visam cooperação e ajuda mútua, com divisão de trabalho e combinação de esforços, os quais fazem do ser humano um animal social;
  4. Capital e trabalho: o desenvolvimento socioeconômico somente se dará pelo estímulo e geração de negócios, trabalho, emprego e renda para a sociedade como um todo. Dito isso, as empresas precisam incorporar a ideia de que a dinâmica da transformação social passa pela capacidade de organização local e apropriação do processo por seus atores sociais.

Sobre o autor

Mozart Florencio de Siqueira Nino é Doutor em Ciências Sociais – Estado e sistemas sociopolíticos (2016) – e Mestre em Administração – Organizações e sociedade (2008) – pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Também possui Mestrado em Engenharia Industrial – Economia e finanças (1973) – pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, e Bacharelado em Engenharia Civil – Projeto e cálculo estrutural (1971) – pela Universidade Federal de Pernambuco.

Mozart Nino possui experiência profissional como CFO, VP e gestor em empresas, joint-ventures e startups, tendo atuado em diversos segmentos, como tecnologia de informação, estratégia corporativa, leasing e telecomunicações, planejamento de negócios, operações, tesouraria e controladoria.

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