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	<title>Fake News &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>Fake News &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Grupo da ECI promove jornada sobre desinformação, fake news e democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2022 20:05:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O grupo de pesquisa Estudos em Práticas Informacionais e Cultura (Epic), do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da UFMG, promove nesta quarta-feira, dia 14, a partir das 9h30, mais uma edição da sua Jornada em Práticas Informacionais e Cultura. Neste ano, o evento Desinformação, fake news, práticas informacionais e democracia receberá dois palestrantes da Universidade de Brasília (UNB), que vão compartilhar suas experiências e reflexões, cada um sob sua perspectiva de pesquisa. Uma das palestrantes é Letícia Sallorenzo, doutoranda em linguística na UNB e autora do livro Gramática da manipulação: como os jornais trabalham as manchetes em tempos de eleições (e em outros tempos também), que foi produzido como um desdobramento da dissertação que a autora defendeu também na universidade. No volume, a autora analisa 340 manchetes estampadas pelos jornais O Globo e Folha de S.Paulo – na capa ou em páginas internas – durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2014, de modo a mostrar como aspectos linguísticos desses títulos são capazes de levar os leitores a apreender o conteúdo das reportagens de forma tendenciosa. O segundo palestrante é Danilo Tupinikim, estudante de ciências políticas na UNB e ativista dos direitos indígenas e LGBTQIA+. Integrante do povo Tupinikim, Danilo é cofundador do coletivo Tibira, que promove debates sobre racismo, gênero e sexualidade entre os povos indígenas, visando promover a conscientização. Cultura e práticas informacionais A mediação das palestras será feita pelo professor Carlos Alberto Ávila Araújo, do Departamento de Teoria e Gestão da Informação da Escola de Ciência da Informação (ECI). Diretor da ECI de 2014 a 2017, Ávila é um dos líderes do Epic. “O grupo existe desde 2013, quando adotamos essa perspectiva de estudo que é relativamente nova no campo das ciências da informação, a das ‘práticas informacionais’, mas que já vem sendo adotada em vários outros lugares do mundo. No nosso caso, particularmente, a novidade é que aliamos essa perspectiva ao conceito de ‘cultura’”, explica o professor. Fonte: UFMG Para saber mais, clique no link.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">O grupo de pesquisa Estudos em Práticas Informacionais e Cultura (Epic), do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da UFMG, promove nesta quarta-feira, dia 14, a partir das 9h30, mais uma edição da sua Jornada em Práticas Informacionais e Cultura. Neste ano, o evento Desinformação, fake news, práticas informacionais e democracia receberá dois palestrantes da Universidade de Brasília (UNB), que vão compartilhar suas experiências e reflexões, cada um sob sua perspectiva de pesquisa.</p>



<p>Uma das palestrantes é Letícia Sallorenzo, doutoranda em linguística na UNB e autora do livro Gramática da manipulação: como os jornais trabalham as manchetes em tempos de eleições (e em outros tempos também), que foi produzido como um desdobramento da dissertação que a autora defendeu também na universidade. No volume, a autora analisa 340 manchetes estampadas pelos jornais O Globo e Folha de S.Paulo – na capa ou em páginas internas – durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2014, de modo a mostrar como aspectos linguísticos desses títulos são capazes de levar os leitores a apreender o conteúdo das reportagens de forma tendenciosa.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/publique-capitulos/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28666" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-capitulo.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>O segundo palestrante é Danilo Tupinikim, estudante de ciências políticas na UNB e ativista dos direitos indígenas e LGBTQIA+. Integrante do povo Tupinikim, Danilo é cofundador do coletivo Tibira, que promove debates sobre racismo, gênero e sexualidade entre os povos indígenas, visando promover a conscientização.</p>



<p><strong>Cultura e práticas informacionais</strong></p>



<p>A mediação das palestras será feita pelo professor Carlos Alberto Ávila Araújo, do Departamento de Teoria e Gestão da Informação da Escola de Ciência da Informação (ECI). Diretor da ECI de 2014 a 2017, Ávila é um dos líderes do Epic. “O grupo existe desde 2013, quando adotamos essa perspectiva de estudo que é relativamente nova no campo das ciências da informação, a das ‘práticas informacionais’, mas que já vem sendo adotada em vários outros lugares do mundo. No nosso caso, particularmente, a novidade é que aliamos essa perspectiva ao conceito de ‘cultura’”, explica o professor.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: UFMG</em></p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Para saber mais, clique no <a href="https://ufmg.br/comunicacao/noticias/grupo-da-eci-promove-jornada-sobre-desinformacao-fake-news-e-democracia">link</a>.</p>
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		<title>Brasileiros criam detector de Fake News que usa IA e tem alta precisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 19:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores do centro de Ciências Matemáticas Aplicadas a Indústria (CeMEAI) da Fapesp criaram uma plataforma criada para ser alimentada por inteligência artificial capaz de identificar Fake News. O sistema combina modelos estatísticos e técnicas de aprendizado de máquina para definir a probabilidade de um texto ser fake. Os primeiros resultados mostraram um resultado muito animador: quase 96% de precisão ao detectar notícias falsas. A ideia é oferecer uma ferramenta que auxilie as pessoas a identificar de forma objetiva se o conteúdo é autêntico ou puramente mentiroso. Hoje, muitas pessoas precisam recorrer à subjetividade para identificar uma matéria, o que nem sempre é eficaz quando existe conotação política ou predisposição ideológica. Como funciona o detector de Fake News? A ferramenta analisa a notícia na íntegra e aplica métodos estatísticos para avaliar características de escrita, como palavras mais usadas ou classes gramaticais recorrentes. O classificador entra em cena com um modelo de aprendizado de máquina capaz de distinguir padrões de linguagem, vocabulário e semântica comumente empregados em notícias falsas e verdadeiras. Para construir esse sistema, os estudiosos alimentaram a plataforma com mais de 100 mil notícias publicadas nos últimos cinco anos. Ao diferenciar as verdadeiras das falsas, os modelos começaram a ser treinados a partir desse imenso banco de dados para identificar padrões de escrita. Segundo o diretor de transferência tecnológica do CeMEAI e coordenador do projeto, Francisco Louzada Neto, a ideia é oferecer à sociedade uma ferramenta adicional que ajude no julgamento da veracidade de uma notícia. “As fake news apresentam padrões na redação do texto, uso e frequência de palavras que podem ser identificáveis pelo classificador”, afirma Louzada. Constante aprimoramento Na avaliação do pesquisador, o combate às fake news é uma &#8220;corrida de gato e rato&#8221;, porque os métodos de produção são constantemente aprimorados. Em razão disso, uma das preocupações é que o sistema possa ser usado por criadores de fake news para avaliar o potencial de uma notícia falsa se passar por verdadeira antes da difusão. “Esse é um risco com o qual teremos que lidar”, afirma. Com o período eleitoral cada vez mais próximo, os pesquisadores pretendem usar as fake news que circularão pelas redes sociais e apps de mensagem, além das constantes mentiras sobre a pandemia da covid-19, para calibrar o algoritmo de identificação. A plataforma para detecção de notícias falsas começou a ser desenvolvida pelos participantes da última edição do mestrado em Matemática, Estatística e Computação Aplicadas à Indústria, oferecido pelo ICMC-USP e em cursos da área de educação corporativa do CeMEAI. Os acadêmicos também desenvolveram soluções para antecipar o valor de mercado de criptomoedas e um sistema para acompanhamento de óbitos por covid-19 em nível municipal. Quem quiser experimentar o detector de fake news poderá fazê-lo gratuitamente por meio da página do projeto. Por lá também é possível acessar o código da aplicação e os bancos de dados usados, além de conhecer os integrantes do projeto. Fonte: Canal Tech Gostou? Para mais informações clique aqui!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Pesquisadores do centro de Ciências Matemáticas Aplicadas a Indústria (CeMEAI) da Fapesp criaram uma plataforma criada para ser alimentada por inteligência artificial capaz de identificar Fake News.</p>



<p>O sistema combina modelos estatísticos e técnicas de aprendizado de máquina para definir a probabilidade de um texto ser fake. Os primeiros resultados mostraram um resultado muito animador: quase 96% de precisão ao detectar notícias falsas.</p>



<p>A ideia é oferecer uma ferramenta que auxilie as pessoas a identificar de forma objetiva se o conteúdo é autêntico ou puramente mentiroso. Hoje, muitas pessoas precisam recorrer à subjetividade para identificar uma matéria, o que nem sempre é eficaz quando existe conotação política ou predisposição ideológica.</p>



<p><strong>Como funciona o detector de Fake News?</strong></p>



<p>A ferramenta analisa a notícia na íntegra e aplica métodos estatísticos para avaliar características de escrita, como palavras mais usadas ou classes gramaticais recorrentes. O classificador entra em cena com um modelo de aprendizado de máquina capaz de distinguir padrões de linguagem, vocabulário e semântica comumente empregados em notícias falsas e verdadeiras.</p>



<p>Para construir esse sistema, os estudiosos alimentaram a plataforma com mais de 100 mil notícias publicadas nos últimos cinco anos. Ao diferenciar as verdadeiras das falsas, os modelos começaram a ser treinados a partir desse imenso banco de dados para identificar padrões de escrita.</p>



<p>Segundo o diretor de transferência tecnológica do CeMEAI e coordenador do projeto, Francisco Louzada Neto, a ideia é oferecer à sociedade uma ferramenta adicional que ajude no julgamento da veracidade de uma notícia. “As fake news apresentam padrões na redação do texto, uso e frequência de palavras que podem ser identificáveis pelo classificador”, afirma Louzada.</p>



<p><strong>Constante aprimoramento</strong></p>



<p>Na avaliação do pesquisador, o combate às fake news é uma &#8220;corrida de gato e rato&#8221;, porque os métodos de produção são constantemente aprimorados. Em razão disso, uma das preocupações é que o sistema possa ser usado por criadores de fake news para avaliar o potencial de uma notícia falsa se passar por verdadeira antes da difusão. “Esse é um risco com o qual teremos que lidar”, afirma.</p>



<p>Com o período eleitoral cada vez mais próximo, os pesquisadores pretendem usar as fake news que circularão pelas redes sociais e apps de mensagem, além das constantes mentiras sobre a pandemia da covid-19, para calibrar o algoritmo de identificação.</p>



<p>A plataforma para detecção de notícias falsas começou a ser desenvolvida pelos participantes da última edição do mestrado em Matemática, Estatística e Computação Aplicadas à Indústria, oferecido pelo ICMC-USP e em cursos da área de educação corporativa do CeMEAI. Os acadêmicos também desenvolveram soluções para antecipar o valor de mercado de criptomoedas e um sistema para acompanhamento de óbitos por covid-19 em nível municipal.</p>



<p>Quem quiser experimentar o detector de fake news poderá fazê-lo gratuitamente por meio da<a rel="noreferrer noopener" href="https://sites.google.com/view/detector-de-fake-news/p%C3%A1gina-inicial" target="_blank"> página do projeto</a>. Por lá também é possível acessar o código da aplicação e os bancos de dados usados, além de conhecer os integrantes do projeto.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: Canal Tech</em></p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Gostou? Para mais informações clique <a href="https://canaltech.com.br/utilitarios/brasileiros-criam-detector-de-fake-news-que-usa-ia-e-tem-alta-precisao-209949/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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