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	<title>cinema &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Nosso autor: Terezinha Damian Antonio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 15:06:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Terezinha Damian Antonio, é a nossa autora de hoje. Publicou diversos livros com a Paco, dentre eles, as obras &#8220;Falência E Recuperação De Empresa &#8211; À Luz Da Lei Nº 14.112/2020”, “Família e Filiação Socioafetiva” e “Direito De Família Contemporâneo &#8211; Aspectos Destacados Sobre A Família No Ordenamento Jurídico Brasileiro” Sobre a autora: Possui Mestrado em Administração pela Universidade do Sul de Santa Catarina (2002); Especialização em Comércio Exterior pela Universidade Católica de Brasília (2008); Especialização em Responsabilidade civil e direito do consumidor pela Universidade Estácio de Sá (2010); Graduação em Direito pela Universidade do Sul de Santa Catarina (1998) e graduação em Serviço Social pela Universidade do Sul de Santa Catarina (1980). Advogada. Professora de Direito e Gestão de Empresa, Contratos e Negócios Internacionais. Foi coordenadora de Estágios e TCC’s no curso de Relações Internacionais/Unisul e funcionária da Caixa Econômica Federal.É professora na Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), de Direito Empresarial e Espécies de Sociedades; Títulos de crédito e contratos mercantis; Falência e recuperação judicial, no Curso de Direito; Direito de família; Solução de conflitos e trabalho de grupos; Pessoas e relações familiares e sucessorias; e, orientadora de TCCs no Curso de Direito nas áreas de Direito Empresarial e Direito de Família. Livros publicados pela Paco Editorial: A obra Falência e recuperação de empresa: à luz da Lei nº 14.112/2020, de Terezinha Damian, trata da legislação que dispõe acerca dos institutos da falência, da recuperação judicial e da recuperação extrajudicial, apresentando as alterações promovidas pela Lei nº 14.112/2020.Organizado em cinco capítulos, o livro aborda os principais conteúdos que envolvem a legislação falimentar, tais como as disposições do Direito Concursal, os requisitos e o procedimento das recuperações judicial e extrajudicial, as fases e o processo de falência, entre outros. COMPRAR A obra Família e filiação socioafetiva, por Terezinha Damian, traz a família sob uma perspectiva contemporânea e não apenas por consanguinidade, como era tida tempos atrás. O livro é estruturado em cinco capítulos, reunindo um compilado de conhecimentos da autora em torno da estrutura familiar e estrutura legislativa. Ressaltando os direitos, princípios constitucionais, os diversos modelos familiares existentes, contrapondo a verdade biológica e a verdade socioafetiva. Partindo do pensamento de que uma família pode se formar por pessoas diferentes, que não sejam necessariamente parentes e que esse laço conta, não apenas socioafetivamente, mas também judicialmente. COMPRAR Gostou? Clique no site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
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<p></p>



<p>Terezinha Damian Antonio, é a nossa autora de hoje. Publicou diversos livros com a Paco, dentre eles, as obras &#8220;Falência E Recuperação De Empresa &#8211; À Luz Da Lei Nº 14.112/2020”, “Família e Filiação Socioafetiva” e “Direito De Família Contemporâneo &#8211; Aspectos Destacados Sobre A Família No Ordenamento Jurídico Brasileiro”</p>



<div style="height:48px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre a autora</strong>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 37%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="640" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Terezinha.jpeg" alt="" class="wp-image-33351 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Terezinha.jpeg 640w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Terezinha-300x300.jpeg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Terezinha-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Possui Mestrado em Administração pela Universidade do Sul de Santa Catarina (2002); Especialização em Comércio Exterior pela Universidade Católica de Brasília (2008); Especialização em Responsabilidade civil e direito do consumidor pela Universidade Estácio de Sá (2010); Graduação em Direito pela Universidade do Sul de Santa Catarina (1998) e graduação em Serviço Social pela Universidade do Sul de Santa Catarina (1980). Advogada. Professora de Direito e Gestão de Empresa, Contratos e Negócios Internacionais. Foi coordenadora de Estágios e TCC’s no curso de Relações Internacionais/Unisul e funcionária da Caixa Econômica Federal.<br>É professora na Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), de Direito Empresarial e Espécies de Sociedades; Títulos de crédito e contratos mercantis; Falência e recuperação judicial, no Curso de Direito; Direito de família; Solução de conflitos e trabalho de grupos; Pessoas e relações familiares e sucessorias; e, orientadora de TCCs no Curso de Direito nas áreas de Direito Empresarial e Direito de Família.</p>
</div></div>



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<p> <strong>Livros publicados pela Paco Editorial:</strong> </p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:17% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/falencia-e-recuperacao-de-empresa"><img decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ca688c13aec6091e3bd3e480a12fe922.webp" alt="" class="wp-image-33352 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ca688c13aec6091e3bd3e480a12fe922.webp 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ca688c13aec6091e3bd3e480a12fe922-200x300.webp 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">A obra Falência e recuperação de empresa: à luz da Lei nº 14.112/2020, de Terezinha Damian, trata da legislação que dispõe acerca dos institutos da falência, da recuperação judicial e da recuperação extrajudicial, apresentando as alterações promovidas pela Lei nº 14.112/2020.Organizado em cinco capítulos, o livro aborda os principais conteúdos que envolvem a legislação falimentar, tais como as disposições do Direito Concursal, os requisitos e o procedimento das recuperações judicial e extrajudicial, as fases e o processo de falência, entre outros.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/falencia-e-recuperacao-de-empresa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:17% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/familia-e-filiacao-socioafetiva"><img decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/091cb95188babeea93bb261aa1e42d71.webp" alt="" class="wp-image-33353 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/091cb95188babeea93bb261aa1e42d71.webp 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/091cb95188babeea93bb261aa1e42d71-200x300.webp 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">A obra Família e filiação socioafetiva, por Terezinha Damian, traz a família sob uma perspectiva contemporânea e não apenas por consanguinidade, como era tida tempos atrás. O livro é estruturado em cinco capítulos, reunindo um compilado de conhecimentos da autora em torno da estrutura familiar e estrutura legislativa. Ressaltando os direitos, princípios constitucionais, os diversos modelos familiares existentes, contrapondo a verdade biológica e a verdade socioafetiva. Partindo do pensamento de que uma família pode se formar por pessoas diferentes, que não sejam necessariamente parentes e que esse laço conta, não apenas socioafetivamente, mas também judicialmente.</p>



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</div></div>



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		<title>Nosso autor: Fábio Monteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 19:49:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fábio Monteiro, é o nosso autor de hoje. Publicou com a Paco as obras &#8220;O Cinema De Patricio Guzmán &#8211; História E Memória Entre As Imagens Políticas E A Poética Das Imagens” e “Allende”. Sobre o autor: Doutor em História Social e da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica, PUC/SP. Professor de História na UNIVAP, em São José dos Campos; autor de livros didáticos de Humanidades e de Itinerários Formativos que atendem a nova BNCC; curador de conteúdos do You Tube Edu e Professor de Humanidades em Cursos Pré-Vestibulares. Como produtor audiovisual, mantem o canal Vestibular em cena, hospedado no You Tube Edu, desde 2016 e atua como Especialista de Cinema Documentário no site Cinemascope. Como documentarista, tem formação continuada em Mostras e Festivais de Cinema nacionais e internacionais, a exemplo dos cursos com Evaldo Mocarzel (Tiradentes, 2006), Joel Pizzini (Tiradentes, 2007), Marta Andreu (DOCMontevideo, 2012), Amos Gitai (FAAP/ SP, 2012) e Jordana Berg (AIC/ SP, 2013). Além dos longas-metragens &#8220;Contracorrente (2007)&#8221; e &#8220;Almas Abaixo de Zero (2013)&#8221;, também ministra cursos de audiovisual. Livros publicados pela Paco Editorial: Este livro promove um duplo movimento. Em primeiro lugar, ele elabora uma análise das interpretações históricas e filosóficas que emergem da cinematografia do chileno Patrício Guzmán, aqui entendida através de “três trilogias”. Em segundo lugar, essa crítica cinematográfica coteja as principais tendências históricas sobre o Chile contemporâneo, assim como realiza um balanço historiográfico das pesquisas nacionais e internacionais existentes a respeito da vida e obra de Guzmán. COMPRAR Eleito democraticamente em setembro de 1970, Salvador Allende apoiava uma instituição destinada à democratização da sétima arte, a Chile Films. O momento reconhecia o cinema como um “direito do povo” e exigia cineastas comprometidos com a “grande tarefa de libertação nacional”. Porém, o Governo de mil dias se viu diante de muitos desafios, a exemplo das contradições internas de sua coalização política, a Unidad Popular, e do jogo de interesses das corporações internacionais, intimamente ligadas à lógica militarista da Guerra Fria. Os desafios foram registrados em muitos filmes dedicados ao período, mas em Patricio Guzmán sobrevive uma particularidade: uma voz fílmica que testemunha. Ao se distanciar do registro direto de A Batalha do Chile (1973-1979), o cineasta abriu espaço para uma política da rememoração a partir da década de 1990. A exemplo de Salvador Allende, um filme cujo lançamento em 2003 dialoga com as efemérides em torno dos trinta anos do golpe militar encetado em onze de setembro de 1973. A tarefa de libertar o presente do esquecimento e a defesa da memória como um direito humano e internacional, demonstram a atualidade do compromisso político de fazer cinematográfico. COMPRAR Gostou? Clique no site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
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<p>Fábio Monteiro, é o nosso autor de hoje. Publicou com a Paco as obras &#8220;O Cinema De Patricio Guzmán &#8211; História E Memória Entre As Imagens Políticas E A Poética Das Imagens” e “Allende”.</p>



<div style="height:48px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o autor</strong>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 37%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ewfwe-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-33310 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ewfwe-1024x1024.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ewfwe-300x300.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ewfwe-768x768.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ewfwe-1536x1536.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ewfwe-1140x1140.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ewfwe-75x75.jpg 75w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ewfwe.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Doutor em História Social e da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica, PUC/SP. Professor de História na UNIVAP, em São José dos Campos; autor de livros didáticos de Humanidades e de Itinerários Formativos que atendem a nova BNCC; curador de conteúdos do You Tube Edu e Professor de Humanidades em Cursos Pré-Vestibulares. Como produtor audiovisual, mantem o canal Vestibular em cena, hospedado no You Tube Edu, desde 2016 e atua como Especialista de Cinema Documentário no site Cinemascope. Como documentarista, tem formação continuada em Mostras e Festivais de Cinema nacionais e internacionais, a exemplo dos cursos com Evaldo Mocarzel (Tiradentes, 2006), Joel Pizzini (Tiradentes, 2007), Marta Andreu (DOCMontevideo, 2012), Amos Gitai (FAAP/ SP, 2012) e Jordana Berg (AIC/ SP, 2013). Além dos longas-metragens &#8220;Contracorrente (2007)&#8221; e &#8220;Almas Abaixo de Zero (2013)&#8221;, também ministra cursos de audiovisual.</p>
</div></div>



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<p> <strong>Livros publicados pela Paco Editorial:</strong> </p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:17% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-cinema-de-patricio-guzman"><img loading="lazy" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/1f5534906022e9484542ffee5634c442.webp" alt="" class="wp-image-33311 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/1f5534906022e9484542ffee5634c442.webp 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/1f5534906022e9484542ffee5634c442-200x300.webp 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Este livro promove um duplo movimento. Em primeiro lugar, ele elabora uma análise das interpretações históricas e filosóficas que emergem da cinematografia do chileno Patrício Guzmán, aqui entendida através de “três trilogias”. Em segundo lugar, essa crítica cinematográfica coteja as principais tendências históricas sobre o Chile contemporâneo, assim como realiza um balanço historiográfico das pesquisas nacionais e internacionais existentes a respeito da vida e obra de Guzmán.</p>



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</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:17% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/allende-historia-de-salvador-allende-no-cinema-de-patricio-guzman"><img loading="lazy" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/cc.webp" alt="" class="wp-image-33312 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/cc.webp 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/01/cc-200x300.webp 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Eleito democraticamente em setembro de 1970, Salvador Allende apoiava uma instituição destinada à democratização da sétima arte, a Chile Films. O momento reconhecia o cinema como um “direito do povo” e exigia cineastas comprometidos com a “grande tarefa de libertação nacional”. Porém, o Governo de mil dias se viu diante de muitos desafios, a exemplo das contradições internas de sua coalização política, a Unidad Popular, e do jogo de interesses das corporações internacionais, intimamente ligadas à lógica militarista da Guerra Fria. Os desafios foram registrados em muitos filmes dedicados ao período, mas em Patricio Guzmán sobrevive uma particularidade: uma voz fílmica que testemunha. Ao se distanciar do registro direto de A Batalha do Chile (1973-1979), o cineasta abriu espaço para uma política da rememoração a partir da década de 1990. A exemplo de Salvador Allende, um filme cujo lançamento em 2003 dialoga com as efemérides em torno dos trinta anos do golpe militar encetado em onze de setembro de 1973. A tarefa de libertar o presente do esquecimento e a defesa da memória como um direito humano e internacional, demonstram a atualidade do compromisso político de fazer cinematográfico.</p>



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</div></div>



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			</item>
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		<title>Cinema e dança abrem a programação gratuita do Projeto Nosso Palco – Edição 2022 da SECULT UFC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 15:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Nosso Palco]]></category>
		<category><![CDATA[SECULT UFC]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto Nosso Palco – Edição 2022, da Secretaria de Cultura (SECULT) da Universidade Federal do Ceará, vai oferecer ao público uma variada programação artístico-cultural gratuita, no formato híbrido, até outubro deste ano. A programação terá início neste mês de junho com uma mostra virtual de atrações quinzenais às segundas-feiras, com veiculação nas redes sociais da secretaria. Em julho começam as apresentações presenciais mensais no Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno (TUPA), equipamento cultural da UFC. A primeira atração da mostra virtual ocorre no próximo dia 13. É o curta-metragem Pinga Toró, produzido pela artista Anna Beatriz Gomes, aluna do Curso de Jornalismo da UFC, que será exibido às 18h, no perfil da SECULT UFC no Instagram (@secultufc) e no canal da secretaria no YouTube. Pinga Toró é um trabalho autoral que reúne “inspiração, poesia, leveza e mergulho”, na definição da artista. “Ser do Ceará é experimentar o amor pela água no mar, do açude, da cachoeira, do vento e no céu — quando aguardamos a chuva”, diz Anna Beatriz. A intenção dela é que “cada um que assista possa mergulhar profundamente em si, percebendo o desaguar das lembranças e reminiscências”. Fonte: UFC Gostou? Para saber mais, clique no link! Livros com 50%OFF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29820" class="elementor elementor-29820" data-elementor-post-type="post">
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<p class="has-drop-cap">O Projeto Nosso Palco – Edição 2022, da Secretaria de Cultura (SECULT) da Universidade Federal do Ceará, vai oferecer ao público uma variada programação artístico-cultural gratuita, no formato híbrido, até outubro deste ano. A programação terá início neste mês de junho com uma mostra virtual de atrações quinzenais às segundas-feiras, com veiculação nas redes sociais da secretaria. Em julho começam as apresentações presenciais mensais no Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno (TUPA), equipamento cultural da UFC.</p>



<p>A primeira atração da mostra virtual ocorre no próximo dia 13. É o curta-metragem Pinga Toró, produzido pela artista Anna Beatriz Gomes, aluna do Curso de Jornalismo da UFC, que será exibido às 18h, no perfil da SECULT UFC no Instagram (@secultufc) e no canal da secretaria no YouTube.</p>



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<p>Pinga Toró é um trabalho autoral que reúne “inspiração, poesia, leveza e mergulho”, na definição da artista. “Ser do Ceará é experimentar o amor pela água no mar, do açude, da cachoeira, do vento e no céu — quando aguardamos a chuva”, diz Anna Beatriz. A intenção dela é que “cada um que assista possa mergulhar profundamente em si, percebendo o desaguar das lembranças e reminiscências”.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: UFC</em></p>



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<p>Gostou? Para saber mais, clique no <a href="https://www.ufc.br/noticias/16996-cinema-e-danca-abrem-a-programacao-gratuita-do-projeto-nosso-palco-edicao-2022-da-secult-ufc">link</a>!</p>
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		<title>O Estado sob as lentes: a cinematografia em Pernambuco durante o Estado Novo (1937-1945)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 20:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[O cinema criou novas formas de ver, representar e interpretar a sociedade. Por este e outros motivos sua relação com a História é íntima, desde sua origem.No Brasil, as dificuldades em concorrer com a indústria cinematográfica hollywoodiana durante a primeira metade do século XX fez com que o cinema brasileiro desse uma atenção especial aos documentários, cinejornais e filmes educativos. Gêneros apropriados pelo Estado e espaço de produção onde se realizaram as primeiras experiências de sonorização do país.Diversas empresas cinematográficas atuaram junto ao Estado na produção de filmes institucionais. É o caso da Meridional Filmes de Pernambuco, contratada pelo governo varguista para realizar documentários e cinejornais propagandísticos que exaltavam os feitos do presidente Getúlio Vargas e de seu interventor federal Agamenon Magalhães. Na Meridional atuaram cineastas como Firmo Neto, importante personagem da história do cinema pernambucano. Nascido em Providência, ele chegou ao Recife durante o primeiro ano de regime estado-novista. Em 1939 passou a trabalhar na Meridional, onde realizou trabalhos de fotografia, direção e cinegrafia. Foi diretor do filme “Quarenta Horas de Vibração Cívica”, documentário sobre a visita de Getúlio Vargas à Pernambuco. Junto a Meridional, Firmo Neto realizou experimentos de sonorização que serviram de inspiração para a concretização do primeiro longa-metragem sonoro do Norte e Nordeste do país: o filme Coelho Sai (1942).Esta trajetória é tema do livro “O Estado sob as lentes: a cinematografia em Pernambuco durante o Estado Novo (1937-1945)”, do historiador Arthur Gustavo Lira do Nascimento. Confira mais este lançamento da Paco Editorial. Texto de Arthur Gustavo Lira do Nascimento Confira abaixo o livro disponível em nosso catálogo sobre o tema: O Estado sob as lentes: A cinematografia em Pernambuco durante o Estado Novo (1937-1945), busca abordar a importância das atividades cinematográficas na construção da criação narrativa do período do regime ditatorial do Estado Novo, presidido por Getúlio Vargas. O autor apresenta um minucioso trabalho de pesquisa, de maneira que, busca com a obra ressaltar a influência dos cineastas pernambucanos para a representação e na apresentação do Estado Novo COMPRAR Gostou? Acesse nossa&#160;Loja Virtual&#160;para muita mais títulos! Livros com 50%OFF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29130" class="elementor elementor-29130" data-elementor-post-type="post">
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<p class="has-drop-cap">O cinema criou novas formas de ver, representar e interpretar a sociedade. Por este e outros motivos sua relação com a História é íntima, desde sua origem.<br>No Brasil, as dificuldades em concorrer com a indústria cinematográfica hollywoodiana durante a primeira metade do século XX fez com que o cinema brasileiro desse uma atenção especial aos documentários, cinejornais e filmes educativos. Gêneros apropriados pelo Estado e espaço de produção onde se realizaram as primeiras experiências de sonorização do país.<br>Diversas empresas cinematográficas atuaram junto ao Estado na produção de filmes institucionais. É o caso da Meridional Filmes de Pernambuco, contratada pelo governo varguista para realizar documentários e cinejornais propagandísticos que exaltavam os feitos do presidente Getúlio Vargas e de seu interventor federal Agamenon Magalhães.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p class="has-drop-cap"><br>Na Meridional atuaram cineastas como Firmo Neto, importante personagem da história do cinema pernambucano. Nascido em Providência, ele chegou ao Recife durante o primeiro ano de regime estado-novista. Em 1939 passou a trabalhar na Meridional, onde realizou trabalhos de fotografia, direção e cinegrafia. Foi diretor do filme “Quarenta Horas de Vibração Cívica”, documentário sobre a visita de Getúlio Vargas à Pernambuco. Junto a Meridional, Firmo Neto realizou experimentos de sonorização que serviram de inspiração para a concretização do primeiro longa-metragem sonoro do Norte e Nordeste do país: o filme Coelho Sai (1942).<br>Esta trajetória é tema do livro “O Estado sob as lentes: a cinematografia em Pernambuco durante o Estado Novo (1937-1945)”, do historiador Arthur Gustavo Lira do Nascimento. Confira mais este lançamento da Paco Editorial.</p>



<p class="has-small-font-size">Texto de Arthur Gustavo Lira do Nascimento</p>



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<p>Confira abaixo o livro disponível em nosso catálogo sobre o tema:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:27% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-estado-sob-as-lentes"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/cb690a4c0705ac8f3743f7431eeb1331.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">O Estado sob as lentes: A cinematografia em Pernambuco durante o Estado Novo (1937-1945), busca abordar a importância das atividades cinematográficas na construção da criação narrativa do período do regime ditatorial do Estado Novo, presidido por Getúlio Vargas. O autor apresenta um minucioso trabalho de pesquisa, de maneira que, busca com a obra ressaltar a influência dos cineastas pernambucanos para a representação e na apresentação do Estado Novo</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-estado-sob-as-lentes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
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		<title>Resenha sobre o livro &#8220;Experiência Estética do Humano no Cinema&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 19:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira a resenha escrita por João Angelo Fantini sobre o livro "Experiência Estética do Humano no Cinema" organizado pelo autor Juan Droguett e publicado pela Paco Editorial em 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p class="has-text-align-right">Por: <strong>João Angelo Fantini</strong></p>



<p>«Todo homem culto é um teólogo»: o alerta de Jorge Luís Borges, replicado na forma de um dos títulos desta coletânea como «Todo homem culto é um cinéfilo», poderia resumir a urgência e a necessidade nestes tempos pandêmicos de cada vez mais nos instruirmos sobre a imposição de entender mais e melhor as imagens e sons que nos rodeiam.</p>



<p>Talvez, como em nenhuma outra época, ao menos com tamanha incidência, todos estamos de uma forma ou de outra ilhados, tendo que nos comunicar com o mundo através de fotos, textos, sons, músicas na tentativa de romper com aquilo que para o humano representa sua maior tortura, a solidão.</p>



<p>Neste livro, especialistas nas discussões sobre o cinema nos ajudam nessa empreitada, ao discutir de forma intensa e elegante como, ao aprender mais sobre cinema, nossa percepção do mundo e do humano podem alargar a janela por onde espiamos a vida dos outros para comparar com nossas próprias vidas.</p>



<p>O cinema, para além dele mesmo, é uma arte que nos ensina a olhar outras artes e mídias na medida em que é fonte de inúmeras outras formas de expressão que vão da educação ao entretenimento. Forjado ao longo de mais de um século ele foi capaz de criar códigos de representação da realidade que se tornaram invisíveis para o espectador médio, mas que são, ao mesmo tempo, uma forma de ideologia (no sentido mais nobre do conceito), na medida em que nos mostra através dos enquadramentos aquilo que nos é dado a ver.</p>



<p>Os textos e autores, criteriosamente escolhidos por Juan Droguett, vão desde novos pesquisadores até àqueles conhecidos internacionalmente no campo da estética cinematográfica. Certamente esse conjunto de trabalhos apoiará de leitores iniciantes aos cinéfilos, aprofundando a percepção tão vital neste momento histórico de ler, como imagens e sons, modulam nosso imaginário e, por consequência, nosso modo de entender questões que estão profundamente enraizadas na nossa forma de viver a política, a religião, a intolerância, o amor, a sexualidade.</p>



<p>Como obra, o livro aborda todas as questões acima de diversas perspectivas, servindo de guia a uma maior e melhor fruição estética da arte cinematográfica que, ao fim de tudo, nos lembra de que no reino da guerra de narrativas que vivemos é preciso estar atentos e, sabiamente, fortes para escapar das armadilhas midiáticas montadas diariamente à nossa frente. Para além do desejo, só a Arte nos salvará.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Cinema Nacional: uma câmera na mão e uma ideia na cabeça.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 17:26:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você também é um fã da sétima arte e gosta das produções nacionais, ficará feliz em saber que temos duas datas que homenageiam o Cinema Nacional. Neste breve artigo iremos retratar a luta travada pelo reconhecimento das produções nacionais, complementado por um bate-papo com o escritor, crítico de cinema, Humberto Silva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você também é um fã da sétima arte e gosta das produções nacionais, ficará feliz em saber que temos duas datas que homenageiam o Cinema Nacional. Neste breve artigo iremos retratar a luta travada pelo reconhecimento das produções nacionais, complementado por um bate-papo com o escritor, crítico de cinema, Humberto Silva.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>ORIGEM DAS DATAS</strong></h4>



<p>Hoje, <strong>05 de novembro</strong>, celebramos a <strong>primeira exibição pública cinematográfica no país</strong>, realizada em 1896, no Rio de Janeiro. Já no dia<strong> 19 de junho</strong>, comemora-se a <strong>primeira filmagem</strong> realizada em solo nacional, que ocorreu no ano de 1898. O registro foi feito pelo italiano Afonso Segreto, que filmou pela primeira vez a Baía de Guanabara.</p>



<p>No dia 05 de novembro, também se celebra o aniversário de um dos fundadores do <strong>Cinema Novo</strong> ao lado de Clauber Rocha, o cineasta, <strong>Paulo César Saraceni </strong>(1932 -2012). Saraceni foi um dos primeiros cineastas do país que teve reconhecimento internacional. Ele conquistou sete prêmios em festivais europeus com seu curta-metragem de estreia,&nbsp;<strong><em>Arraial do Cabo</em></strong>&nbsp;(1959).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>AS PRODUÇÕES BRASILEIRAS, UM HISTÓRICO DE RESISTÊNCIA</strong></h4>



<p>As produções brasileiras passaram por três marcos significativos: o primeiro foi o chamado Movimento Cinema Novo – período entre o fim da década de 1950 e início da década de 1960 –, o segundo marco foi a crise de 1980 e o terceiro foi grande ressurgimento do cinema nacional, que ocorreu em meados dos anos 90 e perdura até hoje.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O IMPERIALISMOS CULTURAL E O CINEMA NOVO</strong></h4>



<p>O termo <strong>&#8220;</strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imperialismo"><strong>imperialismo</strong></a>&#8221; vem do&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">latim</a>&nbsp; &#8220;<strong>ter o poder de mandar</strong>&#8220;, o que significa uma dominação, um controle direto ou indireto sobre o outro. Essa ação de poder remete a diversos interesses e não fica restrita somente ao processo direto de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dom%C3%ADnio_(pol%C3%ADtica)">dominação política</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia">econômica</a>&nbsp;de uma nação mais rica sobre países ou regiões mais pobres.</p>



<p>De forma indireta temos o <strong>imperialismo cultural</strong>, que é a imposição de valores, hábitos de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Consumo">consumo</a>&nbsp;e influências culturais que se tornam uma espécie de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Padr%C3%A3o">padrão</a>&nbsp;cultural, também impostos como uma forma de poder, através de diversas estratégias, aos países e regiões periféricas e subdesenvolvidas.</p>



<p>Por isso, para entendemos as mazelas que o cinema nacional carrega até hoje, temos que olhar para o histórico de um país que foi colonizado e que sofreu um golpe de militar, ou seja, sempre conviveu drasticamente com imperialismo.&nbsp;</p>



<p><strong>A partir disto, podemos ir de encontro com o pensamento do Movimento Cinema Novo. </strong>De acordo com o site da <strong>Academia Internacional de Cinema</strong>:</p>



<p>‘’O <strong>Movimento Cinema Novo</strong> surgiu como uma resposta ao cinema tradicional que fazia sucesso nas bilheterias brasileiras no final da década de 1950, um cinema que basicamente se resumia a musicais, comédias e histórias épicas no estilo hollywoodiano, muitas vezes realizados com recursos de produtoras e distribuidoras estrangeiras.</p>



<p>Nesse contexto, um grupo de jovens cineastas, sedentos de mudança e dispostos a combater o que eles caracterizavam como um cinema de mau gosto e “prostituído”, adotou o lema<strong> “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”</strong> para atacar o industrialismo cultural e a alienação das populares chanchadas – comédias musicais, misturadas com elementos de filmes policiais e de ficção científica. O que eles buscavam era uma arte engajada, movida pelas preocupações sociais e enraizada na cultura brasileira.</p>



<p>O Cinema Novo deixou suas marcas também no <strong>Terceiro Cinema</strong>, um gênero mais amplo que abrange a produção cinematográfica revolucionária de diversos países de terceiro mundo, em especial os povos africanos e latino-americanos, com forte teor de conscientização sobre a realidade política e social desses países. Glauber Rocha chegou a declarar que o Cinema Novo era um fenômeno dos novos povos no mundo inteiro, não um privilégio brasileiro.</p>



<p>O movimento foi, sobretudo, um cinema de guerrilha, de resistência. Nada mais justo, portanto, do que concluir com uma declaração de Glauber Rocha sobre a continuidade de seus ideais:</p>



<p>‘’Onde houver um cineasta disposto a filmar a verdade, e enfrentar os padrões hipócritas e policialescos da censura intelectual, aí haverá um germe vivo do Cinema Novo. Onde houver um cineasta disposto a enfrentar o comercialismo, a exploração, a pornografia, o tecnicismo, aí haverá um germe vivo do Cinema Novo. Onde houver um cineasta, de qualquer idade ou de qualquer procedência, pronto a por seu cinema e sua profissão a Cinema Novo. A definição é esta e por esta definição o Cinema Novo se marginaliza da indústria porque o compromisso do cinema industrial é com a mentira e com a exploração’’ Glauber Rocha, 1965.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A crise política e cultural dos anos 1980</strong><strong></strong></h4>



<p>A década de 80 no Brasil foi um período de significativas mudanças. Embora o país estivesse vivenciando a efervescência de mudanças e encarando o fim do Golpe Militar, <strong>o cenário econômico era catastrófico</strong>.</p>



<p>A dívida externa atingia números alarmantes, milhares de famílias estavam sem os recursos básicos, e em todas as áreas públicas os insumos eram insuficientes. Não havia recursos nem para que os cineastas produzissem filmes, nem para que os espectadores pudessem pagar os ingressos. Nesse contexto, os proprietários das salas de cinema passaram a <strong>lutar contra a lei da obrigatoriedade da exibição de filmes brasileiros</strong>.</p>



<p>Para se ter uma ideia da difícil situação em que se encontrava a produção cinematográfica, em 1992 – ano em que o então presidente da época, Fernando Collor de Melo, sofreu <strong>o&nbsp;impeachment</strong> –, somente três filmes brasileiros foram lançados nos cinemas.</p>



<p>Durante o governo de Collor, foi decretada a Lei nº 8.028 – estabelecida pela medida Provisória nº 150, de 15 de março de 1990 –, que extinguiu o Ministério da Cultura e criou uma secretaria vinculada à Presidência da República.</p>



<p>O Ministério da Cultura voltou a existir sob o mandato de Itamar Franco – presidente do país de 29 de dezembro de 1992 a 1 de janeiro de 1995 – e foi restruturado em 2003 no mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p>Após o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, o Ministério foi ‘’congelado’’ pelo vice-presidente Michel Temer. No dia 2 de janeiro de 2019, o Ministério da Cultura foi extinguido pelo atual presidente da república, Jair Bolsonaro.</p>



<p>Quando analisamos essa linha do tempo do Ministério da Cultura no Brasil, fica nítida a reflexão do quanto a cultura brasileira sempre está às margens de jogos políticos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Retomada do cinema brasileiro</strong></h4>



<p>O período entre 1992 e 2003 é conhecido como a Fase da Retomada. O governo Itamar Franco criou a Secretaria para o Desenvolvimento do Audiovisual, responsável pela regulamentação daquela que viria a se tornar a Lei do Audiovisual, possibilitando a produção de centenas de filmes nacionais ao longo das últimas décadas. Um dos exemplos é o longa&nbsp;<em>Carlota Joaquina, Princesa do Brazil&nbsp;</em>(1994), de Carla Camurati, o primeiro filme realizado por meio desse recurso.</p>



<p>Grandes destaques desse período são&nbsp;<em>O Quatrilho</em>&nbsp;(1995), de Fábio Barreto,&nbsp;<em>O Que é Isso, Companheiro?</em>&nbsp;(1997), de Bruno Barreto, e&nbsp;<em>Central do Brasil</em>&nbsp;(1998), de Walter Salles, todos indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro – em 1996, 1998 e 1999, respectivamente, sendo que o último também levou uma indicação na categoria de melhor atriz, para Fernanda Montenegro (a primeira latino-americana, a única brasileira e também a única atriz já indicada ao prêmio por uma atuação em língua portuguesa).</p>



<p>Uma empresa que foi bem-sucedida nas estratégias de conquista desse mercado foi a Globo Filmes, expandindo os negócios da televisão para o cinema e conquistando bilheterias milionárias, principalmente com suas comédias. Em 2003, os filmes produzidos com participação da Globo foram responsáveis por 90% das receitas de bilheteria do cinema brasileiro. A popularidade dessas produções segue até os dias de hoje, com muitos delas se transformando em franquias.</p>



<p>O longa&nbsp;Cidade de Deus&nbsp;(2002), de Fernando Meirelles, marcou o final da retomada do cinema brasileiro. O filme foi indicado a quatro Oscars: melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor direção de fotografia e melhor edição; além de ter recebido o Globo de Ouro como melhor filme estrangeiro. O sucesso de crítica e de público deu novo fôlego ao cinema contemporâneo brasileiro.</p>



<p>(Via: AIC)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ENTREVISTA COM O CRÍTICO DE CINEMA, HUMERTO PEREIRA:</strong></h2>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/production/pacolivros/extra_fields/30/phpbo2itf1568056287.jpeg" alt=""/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:14px">Humberto Pereira da Silva é membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, (<strong>Abraccine)</strong>, professor de história do cinema na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), coeditor da revista Mnemocine e autor dos livros. Entre as obras de Silva estão “Glauber Rocha &#8211; cinema, estética e revolução e “Ver e Ver Como &#8211; ensaios sobre cinema e cineastas marcantes”, ambos pulicados pela Paco Editorial, em 2016 e 2018, respectivamente. Silva foi coorganizador, juntamente Famimarlei Lunardelli e Ivonete Pinto, do livro &#8220;Ismael Xavier, um pensador de cinema brasileiro&#8221;, publicado em 2019 pelo Sesc/Abraccine.</p>
</div></div>



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<p>Humberto Pereira da Silva é membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, (<strong>Abraccine)</strong>, professor de história do cinema na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), coeditor da revista Mnemocine e autor dos livros. Entre as obras de Silva estão “Glauber Rocha &#8211; cinema, estética e revolução e “Ver e Ver Como &#8211; ensaios sobre cinema e cineastas marcantes”, ambos pulicados pela Paco Editorial, em 2016 e 2018, respectivamente. Silva foi coorganizador, juntamente Famimarlei Lunardelli e Ivonete Pinto, do livro &#8220;Ismael Xavier, um pensador de cinema brasileiro&#8221;, publicado em 2019 pelo Sesc/Abraccine.</p>



<p><strong>PACO:</strong> O senhor considera que os brasileiros não reconhecem seu próprio cinema, o qual sobrevive de reconhecimento externo, e preferem consumir conteúdos vindo de fora, produzidos principalmente pela indústria americana?</p>



<p><strong>Humberto:</strong> Há o senso comum de que os brasileiros não gostam do cinema brasileiro. Como toda sentença de efeito retórico, ela carrega muito de verdade e distorções. O cinema brasileiro, e em outros cantos do mundo, é diversificado. Há muitas razões para refletirmos sobre o porquê de grande parte dos filmes brasileiros não agradarem a um público amplo. Ou, o porquê muitas pessoas expressam, sem meias palavras, que não gostam de filme brasileiro.</p>



<p>Há, de fato, uma relação tensa entre filme e público que vem de muito tempo atrás. Agora, o Brasil é constituído por uma sociedade bem segmentada. Há uma camada da sociedade brasileira que conhece bem e aprecia o que é feito aqui, e que também tem projeção internacional.</p>



<p>É uma parcela pequena, uma elite intelectual? Sim, mas não creio ser diferente em outros cantos do mundo. Certo tipo de cinema, apreciado por um segmento elitista da sociedade, aqui e em outros lugares no mundo, é visto e discutido. Certo tipo de filme, aqui e em outros lugares, não é visto por grande parte da população.</p>



<p>Nas entrelinhas da questão levantada, de qualquer forma, o ponto é: na concorrência capitalista, o brasileiro, de modo geral, prefere assistir a um filme feita pela indústria americana; o produto nacional não é páreo para o que é feito nos Estados Unidos. Esse é um ponto delicado que tem a ver com a dominação cultural e, em consequência, a força do imperialismo americano.&nbsp;</p>



<p><strong>PACO:</strong> Por que grande parte dos filmes brasileiros não chegam ao circuito comercial?</p>



<p><strong>Humberto</strong>: Essa é uma questão bem pontual sobre políticas culturais e o papel do Estado na valorização da cultura. Entendo que há um amplo debate em que se entrelaçam a inciativa de políticas que preservem nosso legado cultual e servilismo cultural.</p>



<p>O papel do Estado é vital no estabelecimento de políticas de valorização cultural. A cultura não se impõe de cima para baixo e o cinema é uma arte com um pé bastante preso ao jogo do mercado. Nesse jogo, o produto nacional, o cinema, não tem peso diante da concorrência, o produto americano.</p>



<p><strong>Paco:</strong> Professor, indique livros e filmes sobre as produções nacionais.</p>



<p><strong>Humberto:</strong> Eu indico todos os livros de Paulo Emilio Sales Gomes, o mais importante crítico em atividade de cinema do Brasil; todos os livros de Jean-Claude Bernardet, um pensador e polemista notável; todos os livros de Ismail Xavier, o acadêmico mais influente.</p>



<p>Sobre os filmes, indico as 100 produções que compõem o livro “100 melhores filmes brasileiros”, organizado por Paulo Henrique Silva e publicado pela Letramento/Abraccine. E para quem tiver o desejo de falar com consistência sobre cinema brasileiro, recomendo como lição de casa assistir aos filmes eleitos pela Abraccine.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">Obras do Autor Humberto Pereira da Silva</h3>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/glauber-rocha-cinema-estetica-e-revolucao"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/91a5f2e8d967ecde8be4b5765b1a70e5.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/glauber-rocha-cinema-estetica-e-revolucao">GLAUBER ROCHA<br>CINEMA, ESTÉTICA E REVOLUÇÃO</a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Criador e principal porta-voz do Cinema Novo, Glauber foi o realizador de filmes que inauguraram uma etapa no cinema e na cultura brasileiros, assim como um dos cineastas mais influentes na cinematografia mundial a partir dos anos 1960. E, neste livro, Humberto Silva nos apresenta as evidências concretas de uma parte importante da história de um cinema e de um país.</p>
</div>
</div>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/pragmatica-da-linguagem-e-ensino-de-etica-quando-falar-nao-e-fazer"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/d31e07c27fa9fd53650d48dcfd9b1105.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/pragmatica-da-linguagem-e-ensino-de-etica-quando-falar-nao-e-fazer">PRAGMÁTICA DA LINGUAGEM E ENSINO DE ÉTICA<br>QUANDO FALAR NÃO É FAZER</a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>A obra de Humberto Pereira da Silva trata da aplicação dos enunciados dos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), que constituem um documento institucional voltado para o ensino. Através deles, Humberto extrai os seguintes problemas: se estes enunciados não forem seguidos em sentido literal, o valor de seu propósito pode ser posto em suspenso, caso contrário, a pragmática da linguagem alerta para os riscos de que falar não é fazer. Assim, este livro se mostra extremamente relevante para os profissionais de educação e demais interessados no assunto.</p>
</div>
</div>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/ver-e-ver-como-ensaios-sobre-cinema-e-cineastas-marcanteshttps://www.pacolivros.com.br/ver-e-ver-como-ensaios-sobre-cinema-e-cineastas-marcantes"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/a001debd7519ff3498eaab40af794689.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/ver-e-ver-como-ensaios-sobre-cinema-e-cineastas-marcantes">VER E VER COMO</a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>O percurso traçado por esta obra nos faz viajar pela história cinematográfica por meio da análise de grandes realizadores que contribuíram para o engrandecimento do cinema. Humberto Pereira da Silva, com sua experiência de professor e crítico de cinema, demonstra seu amor pela sétima arte ao fazer reflexões contundentes e reveladoras. Um mergulho intenso e aprofundado que nos permite compreender o poder avassalador de uma obra cinematográfica. (Humberto Neiva – Coordenador do curso de Cinema da Faap)</p>
</div>
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		<title>Sobre Cinema e Educação, tudo a ver!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 12:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem pensa que cinema e educação são duas coisas completamente distintas está bem enganado, pois têm tudo a ver um com o outro e juntos desenvolvem um papel muito importante na sociedade e no processo de aprendizagem.]]></description>
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<p><em>Quem pensa que cinema e educação são duas coisas completamente distintas está bem enganado, pois têm tudo a ver um com o outro e juntos desenvolvem um papel muito importante na sociedade e no processo de aprendizagem.</em></p>



<p><em>Por isso, iremos destrinchar um pouco das contribuições do cinema na educação e refletir sobre a relevância de utilizá-lo como ferramenta de ensino.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância social do cinema</h2>



<p>Cinema é uma importante fonte de reflexão social. Até mesmo histórias fictícias representam aspectos importantes da sociedade. Isso nos faz perceber padrões de comportamentos imperceptíveis no dia a dia, por estarmos muito imersos em um certo modelo social.</p>



<p>Arte, em geral, muitas vezes desempenha esse papel de reproduzir a sociedade para que, vendo de fora, possamos notas suas características e refletir sobre seus valores. Dessa forma, desenvolvemos nossa capacidade de pensar criticamente.</p>



<p>Algumas vezes, os filmes já partem de uma crítica e deixa a cargo do telespectador pensar se concorda ou não com ela. Outras vezes o objetivo é simplesmente expor de forma clara um problema social, para que mais atenção seja dada a ele e como forma de protesto.</p>



<p>O cinema também faz questão de exaltar os grandes feitos da humanidade. Nem tudo é sobre problemas e guerras, a beleza também é um tópico bastante abordado. Grandes descobertas e nomes importantes sempre tem espaços nas produções cinematográficas.</p>



<p>Portanto, socialmente, o cinema é importante para nos fazer encarar de frente a sociedade em que vivemos e perceber seus aspectos negativos e positivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relação entre cinema e educação</h2>



<p>Quando pensamos na relação entre cinema e educação, a primeira coisa que virá à nossa cabeça são os documentários e os filmes classificados como educativos. Esses dois gêneros cinematográficos possuem grande importância no ensino.</p>



<p>O documentário, por apresentar de forma direta exposição e reflexão sobre uma história real, ganha credibilidade nas escolas, devido à veracidade e relevância dos assuntos abordados.</p>



<p>Filmes educativos são aqueles produzidos especialmente para ensinar algo. Geralmente, eles são destinados ao público infantil, para promover uma forma de ensino mais atrativa para as crianças.</p>



<p>Contudo, as contribuições das obras cinematográficas para a educação vão muito além. Filmes são compostos pela união de estruturas muito complexas, como:</p>



<p>&#8211; Roteiro;</p>



<p>-Trilha sonora;</p>



<p>&#8211; Efeitos visuais;</p>



<p>&#8211; Fotografia;</p>



<p>&#8211; Dentre outros.</p>



<p>Todos esses elementos são pensados com um objetivo. As cores e músicas escolhidas, por exemplo, influenciam diretamente no sentimento transmitido pela cena.</p>



<p>Faça um experimento: assista a uma cena triste de qualquer filme enquanto escuta uma música animada ao fundo. As sensações são completamente diferentes das sentidas na cena original.</p>



<p>Entenda que, saber fazer uma análise, mesmo que superficial, desses elementos que compõe um filme, ou até mesmo um vídeo, é de extrema importância para todas as pessoas e não daqueles que estudam cinema.</p>



<p>Um exemplo da aplicação desses conhecimentos no cotidiano é em propagandas. Tendo conhecimento de como os elementos influenciam a conexão da pessoa com a imagem ou o vídeo, faz com que sejamos capazes de olhar de maneira crítica as milhares de propagandas que nos rodeiam. Isso é de extrema importância para a sociedade.</p>



<p>Além disso, os filmes costumam ser bastante coerentes ao retratar o contraste entre cultura, sociedade e política. Isso quer dizer que ao assistir um filme você terá contato com uma história situada em um contexto que reflete características, reais ou fantasiosas, de uma sociedade, sua cultura e sua política.</p>



<p>Isso nos faz entender melhor dinâmicas sociais e como elas são influenciadas pela cultura, política e vice-versa. O desenvolvimento dessa capacidade de pensar lógica e criticamente é muito importante no processo de aprendizagem e na vida além da sala de aula.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o cinema nas salas de aula?</h2>



<p>Por ser capaz de prender a atenção de pessoas de todas as idades, os filmes são muito eficazes quando o assunto é educação. É muito mais fácil manter o aluno focado em um filme durante duas horas do que em uma aula expositiva com metade desse tempo.</p>



<p>Isso acontece porque a receptividade ao ato de assistir filme é grande, pois tem um pressuposto de diversão. Entretanto, aulas tradicionais possuem uma expectativa contrária, os jovens sempre a esperam com desânimo.</p>



<p>Claro que simplesmente assistir a um filme não substitui uma aula. A intenção ao se utilizar o cinema como aliado da educação é tomar os filmes como objetos de estudos, para reflexões, principalmente, históricas, culturais, sociais e políticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação motivada pela cultura</h2>



<p>O psicólogo Lev Vygotsky, figura muito importante no cenário educacional, defende sua ideia construtivista acerca do processo de aprendizagem. Resumidamente, ele conclui, através de seus estudos, que o convívio social, o contato com as pessoas e com a cultura é o que gera conhecimento.</p>



<p>Sendo assim, diz que a aprendizagem ocorre muito além do ambiente escolar e é um processo que se inicia bem antes do início da educação formal. Isso acontece porque desde que nascemos, estamos em contato constante com pessoas adultas que possuem certa bagagem histórica e cultural.</p>



<p>A vastidão de conteúdos cinematográficos faz com que tenhamos acesso aos mais diversos conteúdos do ponto de vista de vários países diferentes. Com o advento da tecnologia, é possível ter contato com cultura do mundo inteiro através dos filmes, pois além de retratar características sociais de diferentes nacionalidades, reflete tendências culturais específicas de cada país.</p>



<p>Sendo assim, a nossa interação com os conteúdos culturais à nossa volta, são de suma importância para a educação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Portanto, após todas essas reflexões, podemos perceber o profundo vínculo entre o cinema e a educação. As reflexões sociais e os fatos históricos, principalmente, são materiais fornecidos pelos filmes que são muito preciosos para o ensino.</p>



<p>Além disso, os filmes são uma expressão muito complexa de arte, sendo assim, ele é bastante eficaz em retratar a sociedade, que também é complexa. O cinema é capaz de expressar com maestria toda essa complexidade.</p>



<p>As obras cinematográficas são capazes de desenvolver conhecimentos intrapessoais também. Elas retratam, na maioria das vezes, personagens com várias camadas psicológicas que nos fazem refletir sobre nós mesmos.</p>



<p>Nós da Paco Editoria, nos preocupamos especialmente com a dinâmica ensino-aprendizagem. Entre no&nbsp;<a href="https://editorialpaco.com.br/">nosso site</a>&nbsp;e tenha acesso aos nossos conteúdos extremamente relevantes para a educação.</p>
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