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UFPA abre inscrições para turma inédita do curso de Doutorado em Doenças Tropicais ofertado no Xingu

A Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio do Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais (PPGDT) do Núcleo de Medicina Tropical (NMT), lançou o edital do processo seletivo especial ao Curso de Doutorado em Doenças Tropicais, abrangendo duas áreas de concentração: Clínica das Doenças Tropicais e Patologia das Doenças Tropicais. A seleção é destinada a professores(as) e técnico-administrativos(as), graduados(as) nas áreas das Ciências Biológicas e da Saúde, pertencentes ao quadro de servidores(as) efetivos(as) da UFPA, no âmbito do Programa de Apoio à Qualificação de Servidores, Docentes e Técnico-Administrativos (PADT). O curso, inédito nesta região no estado, formará doutores para atuação em pesquisa e ensino no Xingu.

O edital oferta 15 vagas, sendo uma vaga para demanda social, ou seja, para pessoas que atendam aos critérios de vulnerabilidade social previstos no edital. As inscrições ocorrem entre os dias 28 de março e 27 de abril de 2022 por meio do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA. O processo seletivo vai se dar em etapas classificatórias e eliminatórias de 28 de abril a 5 de julho. A turma terá aulas presenciais no Campus Universitário de Altamira a partir de agosto de 2022.

O objetivo dessa iniciativa é proporcionar estudos para lidar com questões relativas a doenças tropicais de ocorrência, principalmente, na região do Xingu. É também uma das ações estratégicas de investimento na qualificação de servidores(as) da UFPA, com finalidade específica, neste curso, de estimular a pesquisa, a atração e a fixação de recursos humanos titulados, para atender às necessidades dessa localidade do estado.

A região do Xingu compreende os municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Pacajá, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará e Vitória do Xingu. Tem como principais características a riqueza em biodiversidade e mineral, além da diversidade humana composta por povos do campo, da floresta e das águas, que incluem indígenas, quilombolas, ribeirinhos, agricultores, entre outros. A essas características se associam questões sociais, de saúde, educacionais, de saneamento, econômicas e ambientais peculiares da região e das populações tradicionais da Amazônia, as quais demandam pesquisas que possam contribuir para a redução dos impactos ambientais e sociais negativos.

Fonte: UFPA

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