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	<title>virtual &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>virtual &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Tem início a 23ª Festa do Livro da USP, entre os dias 08 e 15 de novembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[Festa do Livro]]></category>
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					<description><![CDATA[Organizada anualmente pela Edusp desde 1999, a Festa do Livro da USP é um evento já tradicional na Universidade de São Paulo, que procura aproximar editoras e leitores oferecendo excelentes livros a um preço especial. Em 2021, a Festa será novamente virtual, evitando aglomeração para atender ao momento sanitário, e acontecerá entre os dias 08 e 15 de novembro de 2021. A Paco, como editora de referência em livros acadêmicos, estará presente, mais uma vez, levando aos leitores e participantes a qualidade das suas publicações. Não fique de fora! Clique aqui para mais informações.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Organizada anualmente pela Edusp desde 1999, a Festa do Livro da USP é um evento já tradicional na Universidade de São Paulo, que procura aproximar editoras e leitores oferecendo excelentes livros a um preço especial.</p>



<p>Em 2021, a Festa será novamente virtual, evitando aglomeração para atender ao momento sanitário, e acontecerá entre os dias 08 e 15 de novembro de 2021.</p>



<p>A <a href="https://editorialpaco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paco</a>, como editora de referência em livros acadêmicos, estará presente, mais uma vez, levando aos leitores e participantes a qualidade das suas publicações.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="390" height="390" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/11/festa.png" alt="Festa do Livro da USP" class="wp-image-24610" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/11/festa.png 390w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/11/festa-300x300.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/11/festa-75x75.png 75w" sizes="(max-width: 390px) 100vw, 390px" /><figcaption>Arte da Festa do Livro da USP</figcaption></figure></div>



<p>Não fique de fora! Clique <a href="https://festadolivro.edusp.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para mais informações.</p>
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		<title>Visita virtual aos museus: Conheça grandes museus brasileiros sem sair de casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2020 15:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
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		<category><![CDATA[museu nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fomos submetidos ao ‘’novo normal’’. Acompanhamos infinitas lives, o trabalho remoto tornou-se uma obrigatoriedade, banhos em sacos de arroz, os chás de bebês foram renomeados para ‘’charreta’’ e até as formaturas foram transferidas para o ambiente virtual.&#160; Cada setor da sociedade adaptou-se as restrições de acordo com a sua realidade. Vale ressaltar que ainda estamos vivendo um período de isolamento. Com a arte e cultura não poderia ser diferente, afinal, parafraseando Friedrich Nietzsche, “temos a arte para não morrer ou enlouquecer perante a verdade”. Diversos museus do mundo e no Brasil aderiam a realidade virtual. Apesar da experiência física frente às obras serem uma fonte inesgotável de questionados e sensações sobre o impacto das peças, a possibilidade de conhecer mostras e edifícios de museus online representa uma ‘’saída’’ para manter preenchido este espaço no cotidiano e um auxílio na propagação da arte e da cultura. Para incentivar o valioso hábito de conhecer museus, listamos os principais museus brasileiros para você conhecer virtualmente e já anotar na sua agenda e visitá-los quando a pandemia passar: Pinacoteca do Estado de São Paulo : Um dos principais museus de São Paulo, a Pinacoteca do Estado já disponibilizou não só seu acervo, mas o próprio espaço do museu digitalizados há alguns anos em sua&#160;visita virtual. As imagens panorâmicas e o uso de realidade virtual criam uma experiência imersiva no ambiente do museu, que permite ver sua coleção permanente com grande aparato informativo complementado por vídeos e notas sobre as obras. Museu Oscar Niemeyer: O Museu Oscar Niemeyer, projetado pelo mais reconhecido nome da arquitetura brasileira, em Curitiba, no Paraná. O MON conta com cerca de sete mil obras em seu acervo, todas ligadas de alguma forma à produção do arquiteto, e parte desta coleção, além do percurso pelo edifício, está disponível na&#160;visita digital. Nela é possível, ainda, relembrar algumas exposições temporárias que já passaram pelo museu. Museu Nacional: O caso do Museu Nacional do Rio de Janeiro é um exemplo de que a internet pode servir à memória de forma sensível e até mesmo nostálgica. Em uma ação promovida pela instituição em conjunto com o Google Arts &#38; Culture, é possível&#160;visitar virtualmente&#160;o espaço do museu da forma como estava antes do incêndio que devastou o edifício e seu acervo em 2018. Com imagens feitas em 2016, a plataforma disponibiliza um tour guiado pelo ambiente e relembra coleções a partir de uma aproximação em algumas obras. Museu Casa Portinari: Outro museu deste universo que disponibiliza uma&#160;visita virtual&#160;para seu público é o Museu Casa Portinari, que apresenta, no edifício que foi a residência do artista em Brodowski, São Paulo, um acervo ligado à vida e à obra do pintor, desde objetos pessoais, até pinturas murais em afresco. MASP: Para encerrar, não poderíamos esquecer do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateabriand, o MASP. Um dos pontos mais visitados de capital paulista e um dos mais museus importantes do mundo. No MASP é possível encontrar obras de Cézanne, Delacroix, Modigliani, Renoir, Picasso e Tarsila do Amaral, entre tantos outros grandes artistas, além de artefatos de vários períodos da história mundial. Clique e curta o seu passeio &#160;tour virtual do MASP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fomos submetidos ao ‘’novo normal’’. Acompanhamos infinitas lives, o trabalho remoto tornou-se uma obrigatoriedade, banhos em sacos de arroz, os chás de bebês foram renomeados para ‘’charreta’’ <strong>e até as formaturas foram transferidas para o ambiente virtual.</strong>&nbsp;</p>



<p>Cada setor da sociedade adaptou-se as restrições de acordo com a sua realidade. <strong>Vale ressaltar que ainda estamos vivendo um período de isolamento.</strong> Com a arte e cultura não poderia ser diferente, afinal, parafraseando Friedrich Nietzsche, <strong><em>“temos a arte para não morrer ou enlouquecer perante a verdade”</em></strong>.</p>



<p>Diversos museus do mundo e no Brasil aderiam a realidade virtual. Apesar da experiência física frente às obras serem uma fonte inesgotável de questionados e sensações sobre o impacto das peças, a <strong>possibilidade de conhecer mostras e edifícios de museus online representa uma ‘’saída’’</strong> para manter preenchido este espaço no cotidiano e um auxílio na propagação da arte e da cultura.</p>



<p><strong>Para incentivar o valioso hábito de conhecer museus, listamos os principais museus brasileiros para você conhecer virtualmente e já anotar na sua agenda e visitá-los quando a pandemia passar:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Pinacoteca do Estado de São Paulo :</strong></li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pina_reproducao-facebook-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-10198" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pina_reproducao-facebook-1024x683.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pina_reproducao-facebook-300x200.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pina_reproducao-facebook-768x512.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pina_reproducao-facebook-1536x1024.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pina_reproducao-facebook-1140x760.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Pina_reproducao-facebook.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Reprodução/ Facebook Pinacoteca</figcaption></figure>



<p>Um dos principais museus de São Paulo, a Pinacoteca do Estado já disponibilizou não só seu acervo, mas o próprio espaço do museu digitalizados há alguns anos em sua&nbsp;<a href="http://www.iteleport.com.br/tour3d/pinacoteca-de-sp-acervo-permanente/?utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">visita virtual</a>. As imagens panorâmicas e o uso de realidade virtual criam uma experiência imersiva no ambiente do museu, que permite ver sua coleção permanente com grande aparato informativo complementado por vídeos e notas sobre as obras.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Museu Oscar Niemeyer:</strong></li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" width="960" height="400" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/foto_marcello_kawase-Museu-Oscar-Niemeyer.jpg" alt="" class="wp-image-10199" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/foto_marcello_kawase-Museu-Oscar-Niemeyer.jpg 960w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/foto_marcello_kawase-Museu-Oscar-Niemeyer-300x125.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/foto_marcello_kawase-Museu-Oscar-Niemeyer-768x320.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption>Reprodução</figcaption></figure>



<p>O Museu Oscar Niemeyer, projetado pelo mais reconhecido nome da arquitetura brasileira, em Curitiba, no Paraná. O MON conta com cerca de sete mil obras em seu acervo, todas ligadas de alguma forma à produção do arquiteto, e parte desta coleção, além do percurso pelo edifício, está disponível na&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.museuoscarniemeyer.org.br/visite/visita-virtual-3D?utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br" target="_blank">visita digital</a>. Nela é possível, ainda, relembrar algumas exposições temporárias que já passaram pelo museu.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Museu Nacional:</strong></li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Palacio_de_Sao_Cristovao-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-10200" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Palacio_de_Sao_Cristovao-1024x576.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Palacio_de_Sao_Cristovao-300x169.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Palacio_de_Sao_Cristovao-768x432.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Palacio_de_Sao_Cristovao-1536x864.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Palacio_de_Sao_Cristovao-2048x1152.jpg 2048w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Palacio_de_Sao_Cristovao-1140x641.jpg 1140w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Reprodução</figcaption></figure>



<p>O caso do Museu Nacional do Rio de Janeiro é um exemplo de que a internet pode servir à memória de forma sensível e até mesmo nostálgica. Em uma ação promovida pela instituição em conjunto com o Google Arts &amp; Culture, é possível&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://artsandculture.google.com/project/museu-nacional-brasil?utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br" target="_blank">visitar virtualmente</a>&nbsp;o espaço do museu da forma como estava antes do incêndio que devastou o edifício e seu acervo em 2018. Com imagens feitas em 2016, a plataforma disponibiliza um tour guiado pelo ambiente e relembra coleções a partir de uma aproximação em algumas obras.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Museu Casa Portinari:</strong></li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="842" height="558" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sala-principal-do-museu-casa-de-portinari.jpeg" alt="" class="wp-image-10201" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sala-principal-do-museu-casa-de-portinari.jpeg 842w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sala-principal-do-museu-casa-de-portinari-300x199.jpeg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sala-principal-do-museu-casa-de-portinari-768x509.jpeg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sala-principal-do-museu-casa-de-portinari-500x330.jpeg 500w" sizes="(max-width: 842px) 100vw, 842px" /><figcaption>Repodução</figcaption></figure>



<p>Outro museu deste universo que disponibiliza uma&nbsp;<a href="https://www.museucasadeportinari.org.br/TOUR-VIRTUAL/?utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">visita virtual</a>&nbsp;para seu público é o Museu Casa Portinari, que apresenta, no edifício que foi a residência do artista em Brodowski, São Paulo, um acervo ligado à vida e à obra do pintor, desde objetos pessoais, até pinturas murais em afresco.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>MASP:</strong></li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/masp-99-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-10202" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/masp-99-1024x683.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/masp-99-300x200.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/masp-99-768x512.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/masp-99-1536x1024.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/masp-99-2048x1365.jpg 2048w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/masp-99-1140x760.jpg 1140w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Reprodução: istock</figcaption></figure>



<p>Para encerrar, não poderíamos esquecer do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateabriand, o MASP. Um dos pontos mais visitados de capital paulista e um dos mais museus importantes do mundo. No MASP é possível encontrar obras de Cézanne, Delacroix, Modigliani, Renoir, Picasso e Tarsila do Amaral, entre tantos outros grandes artistas, além de artefatos de vários períodos da história mundial. Clique e curta o seu passeio &nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://masp.org.br/acervo/explore" target="_blank">tour virtual do MASP</a></p>
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		<title>A história do Livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2020 16:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>O homem já sabia se expressar de outras formas, além de escrever, há milênios, como através dos desenhos rupestres, nas paredes das cavernas. A sua história, porém, só pode ser registrada a partir da invenção da escrita, há cerca de 5 mil anos.</p>



<p>Como não era capaz de guardar no cérebro de tudo que sabia, o homem aprendeu a escrever, há séculos, a fim de armazenar tudo o que conhecia e passar todas as informações para as futuras gerações. A escrita surgiu, portanto, para criar a História do homem.</p>



<p>Com o passar dos anos, a invenção de tecnologias possibilitou uma conservação melhor das criações humanas, assim como o seu armazenamento. Fora a facilidade para produzir obras e o acesso à informação mais democratizado.</p>



<p>Isso nos leva a uma longa caminhada, desde as plantas e papiros às páginas de um livro digital. O processo para chegar ao último levou muito tempo e apresentou diversas habilidades humanas.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Antiguidade: a época em que começou a história dos livros</h2>



<p>Os relatos mais antigos dos primeiros livros datam de milênios antes de Cristo. E eles não eram nada parecidos com os e-books e livros digitais que vemos hoje.</p>



<p>Antigamente, a escrita era uma atividade exclusiva de escribas ou escrivães, assim como a leitura. Somente eles sabiam ler e escrever. E o material onde eles faziam isso, chamado de papiro (uma espécie de planta), deveria conter apenas informações oficiais, como leis e assuntos administrativos, e religiosas.</p>



<p>Os papiros eram, então, prendidos uns aos outros, a fim de formar um rolo (que podia ter metros de extensão).</p>



<p>Na realidade, cada povo registrava os seus conhecimentos e anotações da forma mais pertinente para si mesmo. Havia escritos em placas de argila, cascas de árvores, pedras, madeira e também em barro.</p>



<p>Os indianos, por exemplo, estavam acostumados a usar as folhas da bananeira para escrever. Em seguida, pedaços de madeira eram usados como a capa do “livro”, depois que as folhas eram costuradas. Até hoje, ainda é possível encontrar livros assim no continente asiático.</p>



<p>Os pergaminhos surgiram séculos depois e serviram para dar mais funcionalidade e resistência aos escritos mais importante da época. Além disso, a preservação de pergaminhos era muito mais fácil do que a de rolos extensos de papiro.</p>



<p>A invenção dos livros encadernados aconteceu quase no final da Antiguidade, quando estudiosos decidiram organizar em páginas os pergaminhos escritos. A novidade serviu como facilitadora para a locomoção e o manuseio dos objetos, quando era necessário.</p>



<p>O papel chegou na Europa anos depois, com a chegada de mercadores árabes, que vieram da China. No entanto, os livros ainda eram manuscritos, copiados por monges e escribas, e podiam demorar mais de um ano para ficarem prontos.</p>



<p>Já durante a Idade Média, os livros viraram exclusividade de clérigos (membros de ordem religiosa). Dessa forma, eles se tornaram objeto para devoção a deuses. Foram criados, inclusive, livros para a formação de novos estudiosos da religião.</p>



<p>Em um momento da história, a Igreja inclusive chegou a proibir inúmeros livros, chamados de impróprios por membros do clero. Por isso, os romances e livros de História, com os quais estamos acostumados, demoraram mais para aparecer.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A revolução da escrita: a prensa de Johannes Gutenberg</h2>



<p>Há cerca de 500 anos, na Idade Moderna, o alemão Johannes Gutenberg segurava um livro impresso pela tecnologia que revolucionou a escrita e a história da comunicação: a prensa de tipos móveis. A partir dessa invenção, a impressão em massa de materiais começou.</p>



<p>A impressão já havia sido criada, durante o século XIV, e os chineses aprimoraram a técnica com tipos móveis de madeira. Nada chegou aos pés da criação de Gutenberg, com metal. Era mais resistente e reutilizável.</p>



<p>Como falamos anteriormente, escrever era uma atividade restrita a escribas, que faziam tudo à mão: escreviam letra por letra nos papéis e pergaminhos. Já é possível imaginar o preço de um livro escrito dessa maneira, não? Provavelmente o preço de terras imensas ou anos de plantações.</p>



<p>Foi através da nova invenção, que o custo para a fabricação de livros diminuiu consideravelmente. O primeiro exemplar impresso foi a Bíblia, em latim, que ficou conhecida como a Bíblia de Gutenberg.</p>



<p>Exatamente na época da invenção de Gutenberg, pensadores e filósofos estudavam novas teorias e a prensa foi essencial para disseminação de novos conhecimentos. Rapidamente, mais pessoas tiveram acesso aos livros e à escrita. Por consequência, mais países adotaram a técnica de impressão e milhares de livros foram publicados nesse período.</p>



<p>Com a disseminação do papel e a facilidade da prensa com os novos tipos móveis, os livros se popularizaram entre as pessoas, a educação deu início a um processo de democratização e a imprensa começou a surgir.</p>



<p>Os novos gêneros de livros começaram a aparecer também por perto dessa mesma época. Os romances, as novelas e os almanaques nasceram após a prensa de Gutenberg. Desde então, os livros são considerados um objeto de acesso a conhecimento e educação, visto que antes as pessoas não sabiam ler ou eram proibidas.</p>



<p>No Brasil, os livros chegaram junto com os portugueses, no século XV, durante o período colonial. Eles eram utilizados, sobretudo, por jesuítas na catequização dos índios. A Bíblia de Gutenberg foi o primeiro livro a chegar em solo brasileiro.</p>



<p>No entanto, só foi permitido escrever livros no nosso país, a partir de 1808, quando a Coroa Portuguesa, de fato, se mudou para cá. Antes disso, ter uma tipografia era considerado crime.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A Idade Contemporânea e a explosão de livros pelo mundo</h2>



<p>A Contemporaneidade (período atual, que começou a partir da Revolução Francesa) e as Revoluções Industriais trouxeram muitas novidades tecnológicas. Fora a produção em larga escala de vários bens, inclusive os livros.</p>



<p>Se a prensa de Gutenberg reduziu o custo de produção dos livros, as inovações oriundas do avanço da tecnologia diminuíram ainda mais. Com isso, deu-se início a era de grandes produções e dos best-sellers, conhecidos e vendidos até hoje.</p>



<p>A leitura e a escrita foram cada vez mais democratizadas. Boa parte da população dos países tinha acesso a livros.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Os livros na Era Digital</h2>



<p>As revoluções tecnológicas não param de acontecer. Praticamente, todos os dias somos bombardeados por novos aparelhos e seus lançamentos. Assim como avanços na saúde e na indústria.</p>



<p>Todas essas mudanças também afetaram os livros e, principalmente, os hábitos de leitura e escrita das pessoas. Hoje, é mais comum escrever e fazer rascunhos pelo computador do que numa folha de papel. Até escolas tradicionais se renderam e começam a adotar material didático mais tecnológico.</p>



<p>Um dos motivos para que isso aconteça é o barateamento do custo de produção dessas tecnologias. Há algumas décadas, nem todas as famílias tinham um computador ou um celular em casa. Eram itens caros demais para se popularizar. Hoje, dificilmente encontramos uma casa que não tenha um computador ou um celular.</p>



<p>Outro ponto que justifica a mudança de costumes é a proteção ao meio ambiente. O desmatamento para fabricação de papel se mostrou reversível, de certa forma, com o advento das tecnologias. Livros com centenas de páginas puderam ser substituídos por folhas digitais. O virar a folha agora é clicar com os dedos.</p>



<p>Fora isso, o armazenamento de livros físicos é muito mais complicado do que simplesmente ler um arquivo e salvar na nuvem ou no próprio computador. Exige estantes ou prédios enormes para guardar acervos, como as bibliotecas. Até elas foram digitalizadas e, hoje, podemos encontrar centenas online.</p>



<p>A modernização dos livros também trouxe a acessibilidade para o universo da leitura. Além de livros digitais, hoje já existem também os áudios-livros. O conteúdo é lido por uma voz. Dessa forma, é possível incluir as pessoas deficientes visuais e estimulá-las a ler cada vez mais.</p>



<p>A acessibilidade na leitura já havia sido pensada, lá atrás no século XIX. Louis Braille criou o sistema de leitura tátil, para pessoas cegas. No entanto, a humanidade segue, ainda bem, tentando inventar novas formas de inclusão social de pessoas deficientes.</p>



<p>Os livros digitais como conhecemos hoje, na realidade, surgiram no final do século XX, mas ganharam espaço, de fato, na última década. A sua chegada foi tão triunfal, que mexeu com o mercado de livrarias e sebos.</p>



<p>Muitas unidades chegaram a fechar as portas, por conta do menor número de vendas e queda no faturamento. Em paralelo, algumas lojas se adaptaram à transformação e passaram a vender os seus livros digitalizados, fáceis de ler em diversos dispositivos.</p>



<p>O debate sobre o fim dos livros físicos ou a sua substituição pelos digitais rende entre especialistas. No entanto, ainda se publicam muitos exemplares e provavelmente continuaremos a sentir o cheiro de um livro novo.</p>



<p>Afinal, o mercado pode ditar muitas regras. Contudo, no final das contas quem decide o futuro dos livros é o leitor. Possivelmente teremos que nos acostumar com novas tecnologias e maneiras de se ler. Mas no fim, quanto mais lermos, mais livros serão escritos, sejam eles físicos ou digitais.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Veja nossos E-books Grátis:</h2>



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<h2 class="wp-block-heading">E-books vendidos na Amazon:</h2>



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<h2 class="wp-block-heading">Visite nossa Loja:</h2>



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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 16:33:52 +0000</pubDate>
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<p><em>Nós</em> <em>da Paco, temos como foco ajudar o Autor ou Organizador a realizar sua necessidade de <a href="https://editorialpaco.com.br/capitulo-de-livros/">publicar</a>! Mas não é só publicar e sim propagar a obra!</em></p>



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<p>Pensando nisso, nós da Paco Editorial temos um site <a href="http://www.pacolivros.com.br">e-commerce</a> com mais de 1800 obras para o público acadêmico. Temos uma equipe de marketing pronta para auxiliar na divulgação de cada Obra, via <a href="https://www.facebook.com/PacoEditorial">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/pacoeditorial">Instagram</a>, <a href="https://www.linkedin.com/company/pacoeditorial">Linkedin</a>, <a href="https://twitter.com/Paco_Editorial">Twitter</a> e <a href="https://editorialpaco.com.br/contato/">E-mail Marketing</a>. </p>



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		<title>Contos de Fadas e Desenvolvimento Psicossexual: O que pensam e dizem as crianças, o que fazem os professores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 12:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Acadêmicas]]></category>
		<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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					<description><![CDATA[A pedagoga Eritânia Silmara de Brittos e a psicóloga Giseli Monteiro Gagliotto relatam em sua obra Contos de Fadas e Desenvolvimento Psicossexual: O Que Pensam e Dizem as Crianças, o Que Fazem os Professores questões sobre a sexualidade infantil e o desenvolvimento psicossexual da criança por meio do estudo de histórias relatadas em contos de fadas.]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/01/4065.jpg" alt="" class="wp-image-3265" width="375" height="563" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/01/4065.jpg 666w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/01/4065-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 375px) 100vw, 375px" /></figure></div>



<p>A pedagoga Eritânia Silmara de Brittos e a psicóloga Giseli Monteiro Gagliotto relatam em sua obra <em>Contos de Fadas e Desenvolvimento Psicossexual: O Que Pensam e Dizem as Crianças, o Que Fazem os Professores </em>questões sobre a sexualidade infantil e o desenvolvimento psicossexual da criança por meio do estudo de histórias relatadas em contos de fadas.</p>



<p>O presente livro é
resultado de uma ampla pesquisa de mestrado em Pedagogia realizado na Universidade
Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Durante sua vida acadêmica, Eritânia buscou
refletir sobre a formação dos professores e sua prática pedagógica na Educação
Infantil, percebendo a falta de hábito em se utilizar os contos de fadas como
recurso pedagógico e a repressão severa sobre a manifestação da sexualidade nas
crianças.</p>



<p>Percebeu a repressão, a
falta de diálogo sobre tais manifestações e a falta de orientação sobre o
próprio corpo da criança, de suas descobertas surgiu a necessidade de uma
pesquisa buscando formar os professores para lidar com essas situações. Assim,
nasceu esse trabalho, procurando ponderar como os professores da Educação
Infantil utilizam os contos de fadas. As indagações feitas fizeram refletir
sobre como a sexualidade ainda é um tabu e como os contos de fadas acabam sendo
deixados de lado.</p>



<p>Por isso se faz
necessário ter um estudo que visa formar o professor preparando-o não só para a
utilização dos contos de fadas como um recurso pedagógico, mas também para
trabalhar a sexualidade infantil em suas aulas. Sendo assim, o livro apresenta
pesquisas qualitativas e quantitativas, analisadas e sistematizadas.</p>



<p>Com isso, se percebeu
que os contos de fadas contribuem para a escolarização de crianças, bem como para
a construção de sua personalidade. No entanto, as autoras buscaram demonstrar
que a psicanálise utiliza as histórias contadas na infância para chegar ao
inconsciente das crianças, como determinantes na construção de uma sexualidade
adequada a sua idade. As autoras fizeram uma análise sobre os contos de fadas, sobre
como são importantes na educação da criança e de que forma podem contribuir
para a construção da sexualidade nessa etapa de vida.</p>



<p>Isso porque é
justamente na Educação Infantil que se inicia todo o processo de
desenvolvimento psicossocial da criança. Sendo assim, as autoras apresentaram
sugestões de materiais literários e pedagógicos, além de estratégias para o
trabalho do professor em relação a sexualidade infantil.</p>



<p>Eritânia Silmara de
Brittos, mestra em Educação e Pedagoga pela Unioeste. Atua como pesquisadora no
Laboratório e Grupo de Estudos e Pesquisa Educação e Sexualidade (Labgedus) e
no Projeto de Extensão Laboratório de Educação Sexual <em>Adolescer</em>.</p>



<p>Giseli Monteiro
Gagliotto, pós-doutora em Psicologia pela Unidep, Portugal. Doutora em Educação
pela Unicamp. Atua como Psicóloga e mestra em Psicologia pela UFSC-SC e Pedagoga
pela Udesc-SC. Líder do Laboratório e Grupo de Estudos e Pesquisas Educação e
Sexualidade (Labgedus/CNPq).</p>



<p>Seus trabalhos com pesquisa nas áreas de Educação e Sexualidade fizeram perceber o quanto é desafiador para os educadores trabalharem as questões da sexualidade das crianças no ambiente escolar. Com isso, se possibilitou a pesquisa sobre como os contos de fadas contribuem para o desenvolvimento psicossexual das crianças.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.pacolivros.com.br/contos_de_fada_e_desenvolvimento_psicossexual/prod-6423313/ ">Compre agora o seu exemplar</a></h4>
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		<title>Manual Jurídico da Escravidão: Império do Brasil.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 22:01:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[loja]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos temas mais marcantes da história brasileira sem dúvidas é o regime de escravidão que foi implementado enquanto o país ainda era uma colônia de Portugal. Embora ela tenha começado com os indígenas, o ápice foi a exploração da força de trabalho de homens e mulheres que eram trazidos do continente africano entre os séculos XVI e XIX.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3056 alignleft" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/09/capa.jpg" alt="" width="334" height="501" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/09/capa.jpg 600w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/09/capa-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 334px) 100vw, 334px" /></p>
<p><span style="color: #000000;">Um dos temas mais marcantes da história brasileira sem dúvidas é o regime de escravidão que foi implementado enquanto o país ainda era uma colônia de Portugal. Embora ela tenha começado com os indígenas, o ápice foi a exploração da força de trabalho de homens e mulheres que eram trazidos do continente africano entre os séculos XVI e XIX.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O assunto é certamente desconfortável, mas precisa ser estudado. Afinal, compreender todas as minúcias da nossa história e dos erros que foram cometidos no passado é a base para a construção de um futuro diferente e melhor. O livro <a style="color: #000000;" href="https://www.pacolivros.com.br/Manual_Juridico_da_Escravidao/prod-5414371/">“O manual jurídico da escravidão”</a>, de André Barreto Campello, debruça-se sobre o instituto jurídico da escravidão de negros no Brasil, focando no século XIX.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O livro se caracteriza por procurar fazer uma análise objetiva e sistemática do objeto de estudo, mas sem deixar de ser completa. Por isso, logo no início, o autor já esclarece equívocos comuns quando se trata da escravidão, preparando o leitor para receber as informações corretas e bem embasadas que virão em seguida.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Campello fala sobre a Constituição de 1824 que regulamentou o regime escravocrata; sobre as leis que foram criadas para, supostamente, limitar esse tipo de trabalho (como a Lei do Ventre Livre, por exemplo); sobre os meandros do tráfico de escravo e os tratados entre países que interferiam nele; sobre os aspectos burocráticos e legislativos existentes por trás da escravidão. O livro vai percorrendo um longo caminho, perpassando esses e outros assuntos, até chegar à Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel e que finalmente aboliu a escravidão, já no final do século XIX.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O autor também esclarece questões muito curiosas sobre a escravidão, como, por exemplo, de que forma o tráfico de escravos começou e terminou efetivamente? A Lei Áurea extinguiu mesmo, de uma vez por todas, a escravidão? Assim, de uma hora para a outra? Os escravos, em sua maioria, apenas aceitavam de forma passiva o destino que era imposto a eles? O proprietário do escravo podia aplicar a ele uma pena de morte?</span></p>
<p><span style="color: #000000;">É uma obra bem completa acerca das características e particularidades da escravidão no Brasil, analisando as causas e consequências de todo esse processo. Apesar de ser um livro bem aprofundado em suas observações, a leitura é objetiva e de fácil acesso.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Disfarçado de sistema produtivo que movia a nação, o Brasil instaurou um regime de opressão, morte, sofrimento extremo e condições desumanas, que até hoje tem seus efeitos sobre a nação. Vivemos em um país que, infelizmente, ainda é altamente racista e isso, em grande parte, se deve à escravidão que perdurou por tanto tempo. Possivelmente, se houvesse um interesse maior em compreender os horrores da escravidão, essa mentalidade racista e todos os problemas advindos dela poderiam ser amenizados.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“O manual jurídico da escravidão” presta um serviço a toda a sociedade brasileira ao desvendar os segredos que permeiam esse período obscuro da nossa trajetória. A leitura é intrigante e, acima de tudo, agrega muito conhecimento a todos os que se entregarem a ela.</span></p>
<h6><strong>Compre agora o seu exemplar <a href="https://www.pacolivros.com.br/Manual_Juridico_da_Escravidao/prod-5414371/">clicando aqui</a>.</strong></h6>


<p></p>
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