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	<title>vacina &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>UFMG não exigirá comprovante vacinal e é questionada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2022 20:16:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Universidade Federal de Minas Gerais avançou para a etapa três do Plano de Retorno Presencial, no último dia 10. Essa fase prevê a ocupação de 100% dos espaços físicos da instituição, com retorno das aulas presenciais no mês de março.&#160; Como parte do protocolo de retorno, a universidade anunciou que irá investir em monitoramento com testagem, estimular a vacinação e orientar o isolamento e a quarentena, quando necessário. A instituição anunciou ainda que irá fiscalizar a utilização de máscaras e orienta a comunidade acadêmica que evite aglomerações. Apesar de reconhecer a importância da vacinação em massa,&#160;a instituição divulgou que não irá exigir a comprovação de vacinação para ter acesso às suas dependências. Em entrevista, Cristina Alvim, coordenadora do Comitê da UFMG de Enfrentamento ao Coronavírus, afirmou que&#160;a instituição apostará em estratégias educativas, quanto à vacinação da comunidade acadêmica. “Buscaremos estratégias educativas e logísticas para estimular a imunização entre jovens com menos de 30 anos. Nossa proposta não é impedir a circulação de pessoas nos campi, muito menos punir os estudantes com cancelamento de matrícula ou algo semelhante. Nossa estratégia se baseia no tripé acolhimento, busca ativa e orientação para se vacinar”, declarou.&#160; A definição preocupou parte da comunidade acadêmica, que acredita que a exigência da comprovação seria importante para a garantia da segurança de seus membros. “Estamos todos ansiosos de voltar ao regime presencial, mas em segurança e com minimização dos riscos. Não queremos nos infectar nem correr o risco de infectar alguém, sobretudo, no caso dos não vacinados, que poderão ter consequências graves”, avalia a presidenta do Sindicato dos Professores de Universidades Federais de Belo Horizonte, Montes Claros e Ouro Branco (APUBH), Marisa Rosaria Barbato.&#160; No dia 30 de dezembro de 2021, o Ministério da Educação (MEC) publicou um despacho proibindo as universidades de exigirem a comprovação da vacinação para o acesso de estudantes e profissionais.&#160; No dia seguinte, o ato do MEC foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na decisão, o ministro do STF&#160;Ricardo Lewandowski afirmou que “nunca é demais recordar que a saúde, segundo a Constituição, é um direito de todos e um dever irrenunciável do Estado brasileiro, garantido mediante políticas públicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos, cujo principal pilar é o SUS”. Das onze universidades federais de Minas Gerais, três já anunciaram a exigência da comprovação vacinal para o retorno das aulas presenciais.&#160;São elas: a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ).&#160; Paula Silva, estudante e diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE), acredita que a medida deveria ser tomada por todas as instituições de ensino.&#160;“Exigir o passaporte de vacinação é importante. A universidade tem o compromisso de zelar pelo conhecimento científico. A medida é importante para incentivar que a comunidade acadêmica e a sociedade se vacinem”, explica. Já Luiza Datas, coordenadora do Diretório Central dos Estudantes da UFMG (DCE UFMG), acredita que a exigência do comprovante vacinal não pode ser um empecilho ao acesso à educação. Porém, acredita que&#160;a medida permite construir um pacto coletivo em defesa da vida.&#160;Para ela, a universidade não deveria se isentar do debate.” Nossa tarefa enquanto universidade é nos posicionar em defesa da vida”, declarou. Fonte: Brasil de Fato Achou interessante? Clique aqui para saber mais.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">A Universidade Federal de Minas Gerais avançou para a etapa três do Plano de Retorno Presencial, no último dia 10. Essa fase prevê a ocupação de 100% dos espaços físicos da instituição, com retorno das aulas presenciais no mês de março.&nbsp;</p>



<p>Como parte do protocolo de retorno, a universidade anunciou que irá investir em monitoramento com testagem, estimular a vacinação e orientar o isolamento e a quarentena, quando necessário. A instituição anunciou ainda que irá fiscalizar a utilização de máscaras e orienta a comunidade acadêmica que evite aglomerações.</p>



<p>Apesar de reconhecer a importância da vacinação em massa,<strong>&nbsp;</strong>a instituição divulgou que não irá exigir a comprovação de vacinação para ter acesso às suas dependências.</p>



<p>Em entrevista, Cristina Alvim, coordenadora do Comitê da UFMG de Enfrentamento ao Coronavírus, afirmou que<strong>&nbsp;</strong>a instituição apostará em estratégias educativas, quanto à vacinação da comunidade acadêmica.</p>



<p>“Buscaremos estratégias educativas e logísticas para estimular a imunização entre jovens com menos de 30 anos. Nossa proposta não é impedir a circulação de pessoas nos campi, muito menos punir os estudantes com cancelamento de matrícula ou algo semelhante. Nossa estratégia se baseia no tripé acolhimento, busca ativa e orientação para se vacinar”, declarou.&nbsp;</p>



<p>A definição preocupou parte da comunidade acadêmica, que acredita que a exigência da comprovação seria importante para a garantia da segurança de seus membros.</p>



<p>“Estamos todos ansiosos de voltar ao regime presencial, mas em segurança e com minimização dos riscos. Não queremos nos infectar nem correr o risco de infectar alguém, sobretudo, no caso dos não vacinados, que poderão ter consequências graves”, avalia a presidenta do Sindicato dos Professores de Universidades Federais de Belo Horizonte, Montes Claros e Ouro Branco (APUBH), Marisa Rosaria Barbato.&nbsp;</p>



<p>No dia 30 de dezembro de 2021, o Ministério da Educação (MEC) publicou um despacho proibindo as universidades de exigirem a comprovação da vacinação para o acesso de estudantes e profissionais.&nbsp;</p>



<p>No dia seguinte, o ato do MEC foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na decisão, o ministro do STF&nbsp;Ricardo Lewandowski afirmou que “nunca é demais recordar que a saúde, segundo a Constituição, é um direito de todos e um dever irrenunciável do Estado brasileiro, garantido mediante políticas públicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos, cujo principal pilar é o SUS”.</p>



<p>Das onze universidades federais de Minas Gerais, três já anunciaram a exigência da comprovação vacinal para o retorno das aulas presenciais<strong>.&nbsp;</strong>São elas: a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ).&nbsp;<br><br>Paula Silva, estudante e diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE), acredita que a medida deveria ser tomada por todas as instituições de ensino<strong>.</strong>&nbsp;“Exigir o passaporte de vacinação é importante. A universidade tem o compromisso de zelar pelo conhecimento científico. A medida é importante para incentivar que a comunidade acadêmica e a sociedade se vacinem”, explica.</p>



<p>Já Luiza Datas, coordenadora do Diretório Central dos Estudantes da UFMG (DCE UFMG), acredita que a exigência do comprovante vacinal não pode ser um empecilho ao acesso à educação. Porém, acredita que<strong>&nbsp;</strong>a medida permite construir um pacto coletivo em defesa da vida<strong>.&nbsp;</strong>Para ela, a universidade não deveria se isentar do debate.” Nossa tarefa enquanto universidade é nos posicionar em defesa da vida”, declarou.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: Brasil de Fato</em> </p>



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<p>Achou interessante? Clique <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.brasildefato.com.br/2022/01/22/ufmg-nao-vai-exigir-comprovante-vacinal-e-comunidade-academica-questiona-decisao" target="_blank">aqui</a> para saber mais.</p>
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