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	<title>trabalho &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>trabalho &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>A Tragédia De Sísifo &#8211; Trabalho, Capital E Suas Crises No Século XXI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 12:50:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na mitologia grega, Sísifo é considerado o mais astuto de todos os mortais pela audácia de enganar a morte e enfurecer os deuses. Foi um rebelde. Mas o custo de sua ousadia seria alto. Raivosos, os deuses o condenaram, após a sua morte, a um dos piores castigos já sentenciados. Passaria a eternidade rolando com as suas mãos uma enorme pedra de mármore até o cume de uma montanha. Ao chegar lá, a pedra rolaria montanha abaixo, reiniciando um ciclo de labor-castigo que nunca terminaria. Sabe-se que a palavra trabalho vem do latim tripalium, um instrumento de tortura. Portanto, a associação entre trabalho, castigo, tortura e servidão/escravidão vem de tempos longínquos. Porém, hoje, talvez nunca ele tenha se tornado tão próximo da tragédia de Sísifo, isto é, uma atividade enfadonha, repetitiva, exaustiva, intensiva que, na maioria dos casos, não faz sentido algum para quem o executa a não ser encontrar meios de sobreviver sobre um mundo marcado pela exploração, a miséria e a precariedade em todos os sentidos da vida. Este livro trata de um aspecto importante da sociabilidade contemporânea do ser social no trabalho. Ele vai além disso e busca responder para onde vai o futuro do trabalho humano na intitulada era digital. Ainda que todos e todas vivam hoje numa era da superexploração do trabalho pelo capital, o mito de Sísifo ganha materialidade em sua metáfora. Na interpretação de Camus, ele é trágico pois o seu herói é consciente de sua condição de servidão. E a consciência se adquire no processo de conhecimento/esclarecimento que se produz sobre a totalidade da realidade social. O trabalho intelectual, presente nesta obra, é uma parte desse processo que permite desnaturalizar aquilo que é reificado. Confira abaixo o livro disponível em nossa Loja Virtual:]]></description>
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<p>Na mitologia grega, Sísifo é considerado o mais astuto de todos os mortais pela audácia de enganar a morte e enfurecer os deuses. Foi um rebelde. Mas o custo de sua ousadia seria alto. Raivosos, os deuses o condenaram, após a sua morte, a um dos piores castigos já sentenciados. Passaria a eternidade rolando com as suas mãos uma enorme pedra de mármore até o cume de uma montanha. Ao chegar lá, a pedra rolaria montanha abaixo, reiniciando um ciclo de labor-castigo que nunca terminaria.</p>



<p>Sabe-se que a palavra trabalho vem do latim tripalium, um instrumento de tortura. Portanto, a associação entre trabalho, castigo, tortura e servidão/escravidão vem de tempos longínquos. Porém, hoje, talvez nunca ele tenha se tornado tão próximo da tragédia de Sísifo, isto é, uma atividade enfadonha, repetitiva, exaustiva, intensiva que, na maioria dos casos, não faz sentido algum para quem o executa a não ser encontrar meios de sobreviver sobre um mundo marcado pela exploração, a miséria e a precariedade em todos os sentidos da vida.</p>



<p>Este livro trata de um aspecto importante da sociabilidade contemporânea do ser social no trabalho. Ele vai além disso e busca responder para onde vai o futuro do trabalho humano na intitulada era digital. Ainda que todos e todas vivam hoje numa era da superexploração do trabalho pelo capital, o mito de Sísifo ganha materialidade em sua metáfora. Na interpretação de Camus, ele é trágico pois o seu herói é consciente de sua condição de servidão. E a consciência se adquire no processo de conhecimento/esclarecimento que se produz sobre a totalidade da realidade social. O trabalho intelectual, presente nesta obra, é uma parte desse processo que permite desnaturalizar aquilo que é reificado.</p>



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<p>Confira abaixo o livro disponível em nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:25% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-tragedia-de-sisifo"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/10/887bc95d4be18de77b04d2fadfdc20d2.webp" alt="" class="wp-image-36695 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/10/887bc95d4be18de77b04d2fadfdc20d2.webp 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/10/887bc95d4be18de77b04d2fadfdc20d2-200x300.webp 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>O objetivo deste livro é decifrar os enigmas que lastreiam as transformações no capitalismo contemporâneo e suas expressões no mundo do trabalho, com avanço da precarização generalizada e da deterioração dos laços de coletividade, é parte fundamental da luta que temos de travar para preservar não somente o mínimo de sentido que atribuímos ao trabalho, mas, sobretudo, à possibilidade de construção de uma outra sociabilidade, na qual o tempo, desancorado da lógica do mercado, devolva à vida seu sentido emancipador, humano.</p>
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		<title>Desafios da profissão professor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 18:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[educacao]]></category>
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					<description><![CDATA[Os profissionais da educação constituem uma categoria de suma importância para toda a sociedade. Além das questões acadêmicas, relacionadas à transmissão formal de conteúdo, o professor tem como responsabilidade atuar na formação moral e ética dos seus educandos, servindo, inclusive, de exemplo para eles.]]></description>
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<p>Os profissionais da educação constituem uma categoria de suma importância para toda a sociedade. Além das questões acadêmicas, relacionadas à transmissão formal de conteúdo, o professor tem como responsabilidade atuar na formação moral e ética dos seus educandos, servindo, inclusive, de exemplo para eles.</p>



<p>Desse modo, o professor precisa ser, além de competente em sua área de atuação, humano, empático e trazer em si a capacidade de atrair e instigar seus alunos. Entretanto, sobretudo no Brasil, esses não são os únicos desafios enfrentados pelo professor, e é sobre isso que falaremos nesse texto. Quais são os desafios enfrentados pelos docentes brasileiros atualmente? Esse tema lhe interessa? Então, continue a leitura!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Falta de remuneração e precarização da classe docente</h3>



<p>A baixa remuneração da categoria docente é um fato histórico, uma vez que não é uma reivindicação nova por parte dos professores. A maioria das instituições não contam com um plano de carreira claro, que valorize a formação continuada do professor, o que faz com que os salários pagos a essa categoria estejam entre os mais baixos em todo o mundo.</p>



<p>Para a professora <strong>Mônica Regina Nascimento dos Santos</strong> docente na <strong>Universidade Federal de Alagoas</strong>, a desvalorização da categoria no Brasil é o principal fator que causa a baixa procura pelos cursos de licenciatura por parte dos jovens, que estão ingressando no ensino superior. Ela ressalta que os impasses da categoria foram aprofundados com aplicação da Emenda Constitucional 95.</p>



<p>‘’A PEC do Teto, conhecida como Emenda Constitucional 95, é responsável pela redução no investimento em educação e formação docente. A medida contribuiu diretamente com o esfacelamento dos serviços oferecidos pelas escolas e universidades’’, explicou a professora;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Altas cargas horárias de trabalho e a mercantilização da educação</h3>



<p>Esse fator está diretamente relacionado com o anterior: por serem remunerados de forma insuficiente e, muitos professores precisam, para complementar suas rendas mensais, aumentar sua jornada de trabalho, lecionando em dois ou até três turnos todos os dias. Essa ampliação na carga horária pode ser extremamente prejudicial à saúde e ao desempenho profissional do professor, que, por vezes, se vê incapacitado de buscar por formações complementares por falta de tempo. Sua vida pessoal também fica prejudicada, já que acaba faltando tempo para estar com a família e para atividades de lazer.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim o resultado do  processo de mercantilização se caracteriza por um conjunto de ações concatenadas que atuam em diversas frentes para a instituição do <em>Mercado Educacional</em>, <strong>onde a educação se transforma em mera mercadoria</strong>. Confira o breve resumos das açõescitadas pala professora, <strong>Mônica</strong>:</p>



<ol class="wp-block-list" type="a"><li><strong>Financiamento</strong> &#8211; Incentivo à iniciativa privada, por meio da transferência de recursos públicos às instituições privadas em todos os níveis educacionais e todas as modalidades ao mesmo tempo em que sistematicamente são reduzidos os recursos para as instituições públicas;</li><li><strong>Projeto Pedagógico</strong> &#8211; Rígido controle do conteúdo de ensino e da formação docente com o esvaziamento crescente da autonomia das instituições, apesar das diversas postulações de gestão democrática, pois trata-se de uma gestão burocraticamente vigiada e controlada pelos órgãos internacionais de financiamento;</li><li><strong>Precarização das instituições de ensino</strong> básico e superior – diminuição das contratações por concurso público, redução dos recursos de manutenção da estrutura física, redução de profissionais, extinção de cargos, redução e/ou financeirização da assistência estudantil;</li><li><strong>Desvalorização do trabalho docente</strong> – aligeiramento e fragmentação da formação docente, planos de cargos e carreiras deficitários, piso salarial nacional insatisfatório para fazer frente às demandas dos profissionais da educação.</li></ol>



<p>Em resumo, não estamos vivendo um quadro conjuntural de crises na educação, mas sim, um cenário permanente de crise, pois, como dito pelo educador e antropologo, Darcy Ribeiro (1922-1997), trata-se de um projeto estrutural de desmonte da educação para a classe trabalhadora, concluí a educadora Monica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A participação da sociedade</h3>



<p>O papel da sociedade é de suma importância para promover e incentivar os professores, dentro da atual conjuntura de sucateamento do corpo docente e da educação.&nbsp; A professora, Monica, salienta:</p>



<p>&nbsp;‘’ A leitura de mundo, como afirmado por Paulo Freire, que o aluno realiza, é uma leitura ancorada na relação entre os saberes escolares e os saberes do meio de sua convivência, portanto, <strong>a participação da comunidade ajuda a conferir identidade aos conteúdos escolares e forjar professores</strong> enraizados na realidade concreta em respeito às idiossincrasias da realidade local, e, como dito por Jurjo Santomé, atento às vozes ausentes do currículo’’.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Manejo das diferenças entre os alunos</h3>



<p>Conforme comentamos anteriormente, a formação global dos educandos também está entre as responsabilidades do professor, embora não seja somente dele essa função. Assim, o professor precisa lidar com demandas que vão além das acadêmicas, convivendo com estudantes dos mais variados perfis e precisando estar atento às particularidades de cada um deles, o que pode ser um grande desafio, principalmente porque sabemos que questões pessoais impactam, e muito, no rendimento escolar.</p>



<p>A docência é uma carreira de grande importância e que costuma trazer grande realização pessoal para aqueles que a escolhem, apesar dos dilemas e desafios. Assim, é preciso que toda a sociedade mude a forma de encarar essa profissão com vistas a dar ao professor o valor que ele merece ter, o que faria com que essa carreira voltasse a despertar o interesse dos jovens e possibilitaria mais qualidade de vida àqueles que a escolhem.</p>
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		<title>15/05 &#8211;  DIA DO ASSISTENTE SOCIAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 12:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma profissão que, por muito tempo, não era reconhecida nem pelo Estado e nem pela sociedade. De origem das obras de caridade, praticadas pela Igreja Católica, a profissão de assistente social nasceu em busca de melhores condições de vida a todos os cidadãos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Uma profissão que, por muito tempo, não era reconhecida nem pelo Estado e nem pela sociedade. De origem das obras de caridade, praticadas pela Igreja Católica, a profissão de <strong>assistente social</strong> nasceu em busca de melhores condições de vida a todos os cidadãos.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Em nosso site Paco Livros temos obras sobe o assunto que podem muito ajudar a entender mais sobre essa profissão:</p>



<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://www.pacolivros.com.br/servico-social">me leve para o site</a></div>



<p>Desde a regulamentação da ocupação, em 15 de maio de 1962, foi instituído o dia do <strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/servico-social">assistente social</a></strong> no Brasil. Embora a profissão tenha passado por mudanças ao longo das décadas, <strong>o dia 15 é resguardado como momento de celebrar e dar visibilidade a esses profissionais</strong>. </p>



<p>Instalados em órgãos governamentais, hospitais, escolas e entidades sociais, os <strong>assistentes sociais</strong> trabalham tanto na elaboração quanto na fiscalização e implementação de políticas públicas. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Profissional que discute direitos: como tudo começou?</h2>



<p>Se hoje falamos em direitos da criança e do adolescente, direitos das mulheres, dos idosos e das pessoas com deficiência, é porque <strong>existe uma história de profissionais assistentes sociais que batalharam para que os direitos das minorias pudessem ser reconhecidos</strong>.</p>



<p>Demarcado pelo período colonial, o Brasil sofreu as influências portuguesas, que determinou as características de um país agrário e escravocrata. Como tal, não se falava em direitos. <strong>Essa discussão só começou a ser feita quando os imigrantes europeus chegaram ao Brasil</strong>.</p>



<p>A emergência de uma classe burguesa no país fez com que alguns poucos direitos fossem sendo concedidos como troca de privilégios. </p>



<p>Na Europa, as discussões por direitos civis, políticos e sociais já vinham sendo feitas desde a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789, elaborada durante a Revolução Francesa. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Assistência social no campo da Filantropia</h2>



<p>Em um Estado Imperial e que existia a preocupação com a manutenção da nobreza, <strong>as minorias eram relegadas ao terceiro plano</strong>. Com isso, a Igreja Católica, que tem como um dos princípios o amor ao próximo, tomou a iniciativa de ajuda aos pobres.</p>



<p><strong>Direitos básicos que conhecemos hoje, como direito à alimentação, moradia e assistência médica, por exemplo, não existiam</strong>. Afinal, a pobreza era tida como falta de caráter ou, simplesmente, caso de preguiça. </p>



<p>Por outro lado, não era vista como uma questão social. Essa discussão só começaria a ser feita por volta da década de 1930, quando o governo assume uma ação populista sobre os direitos civis, políticos e sociais. </p>



<p><strong>A assistência social, embora começasse a ser dirigida pelo Estado, era relegada ao plano do assistencialismo ou concessão do governo</strong>. Os primeiros cidadãos a terem direitos sociais foram os trabalhadores formais. A iniciativa foi tomada em vista de conter as manifestações da classe trabalhadora emergente. </p>



<p>Um dos primeiros passos para a regulamentação da profissão de <strong>assistente social</strong> ocorreu em 1936, com a <strong>criação da primeira escola de Serviço Social, também ligada à Igreja Católica</strong>.</p>



<p>Mas lembra que mencionamos que a pobreza não era tida como uma questão social? Pois bem, o trabalho do <strong>assistente social</strong>, no início, estava <strong>voltado à correção dos desajustados e a controlar os conflitos sociais</strong>. </p>



<p>Resumindo, o Estado não queria problemas. Por isso, a profissão sofria com as influências políticas e partidárias. Sendo assim, cabia ao <strong>assistente social</strong> tratar o indivíduo e não a coletividade. </p>



<p>Como uma forma de aproximação entre o <strong>assistente social</strong> e o governo, <strong>em 1942, é criada a Legião Brasileira de Assistência Social (LBA)</strong>. Era marcada pelo trabalho feminino e sofria a interferência governamental em suas atuações. </p>



<p>Daí provém a estreita relação entre as primeiras-damas e as ações de assistência social, pois a presidência do órgão, na época, foi destinada à então primeira-dama, esposa de Getúlio Vargas. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se deu a expansão do trabalho do assistente social?</h2>



<p>Com a Legião, o trabalho do <strong>assistente social</strong> se expande para as demais regiões do país e o órgão dá apoio também às escolas de Serviço Social que estavam em desenvolvimento. </p>



<p><strong>Nos anos que se seguiriam, mais ou menos até 1945, a Igreja Católica leva para dentro do cristianismo uma proposta de diminuição das barreiras sociais entre os indivíduos</strong>. </p>



<p>É desse momento, então, que surgem as diferentes irmandades cristãs católicas, que tinham a intenção de atuar nas práticas sociais. </p>



<p>A partir daqui, as primeiras entidades de assistência social ganham espaço, com trabalhos voltados a atender as comunidades.</p>



<p>Desde os anos de 1960, com a instauração da Ditadura Militar, há um aumento muito grande da população vulnerável. Embora o Estado passe a agir para minimizar a situação social, é desse período a criação de órgãos técnicos, tais como Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor (Funabem) e o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS)</p>



<p>A grande mudança para a profissão de <strong>assistente social</strong>, porém, viria com <strong>a retomada de direitos e a promulgação da Constituição Brasileira, em 1988</strong>. </p>



<p>A partir de então, <strong>a assistência social deixa de ser tratada como um favor e passa a ser vista como um direito do cidadão e um dever do Estado</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais mudanças a Constituição trouxe para o assistente social?</h2>



<p><strong>O tripé da Seguridade Social é uma das principais marcas da Constituição, com direitos previstos para as áreas da saúde, assistência social e Previdência</strong>. A partir de então, estabelece-se o Estado Democrático de Direito. </p>



<p>O acesso aos serviços públicos é visto como uma prioridade para se alcançar, em todo território nacional, maior igualdade de direitos. </p>



<p>Nesse momento, as entidades sociais estavam no comando do debate sobre a assistência social no país. </p>



<p><strong>Se antes a assistência social era delegada aos mais necessitados ou aos trabalhadores formais, a Constituição de 1988 muda esse paradigma e traz o acesso universal</strong>. Ou seja, ela precisa ser prestada independentemente de contribuições. </p>



<p>Além disso, o trabalho do <strong>assistente social</strong> deixa de ser tido como o enfrentamento à pobreza, simplesmente, para ser respaldado pelo <strong>enfrentamento às desigualdades sociais</strong>. </p>



<p>A assistência social, no entanto, era debatida apenas dentro dos órgãos governamentais e nas entidades sociais. Para ampliar a participação da sociedade civil e prever mecanismos de gestão, <strong>em 1993, é aprovada a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas)</strong>.</p>



<p>Com o texto legislativo, o <strong>assistente social</strong> ganha respaldo jurídico para lutar por direitos sociais, pois esses estão previstos em lei. </p>



<p>Além disso, a Loas estabelece a participação de estados e municípios na gestão da política de assistência social, o que abre espaço para contratação de profissionais graduados em serviço social em diferentes áreas governamentais. </p>



<p>Outra grande mudança importante para a profissão ocorreu em 2005, com a <strong>criação do Sistema Único de Assistência Social (Suas)</strong>, inspirado nos moldes do Sistema Único de Saúde (SUS). </p>



<p>Pelo Suas, os serviços, benefícios e programas passam a ser organizados em instâncias e há uma padronização no atendimento à população. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as áreas da assistência social?</h2>



<p>Dentro da assistência social, há uma organização que se distribui da seguinte maneira:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Proteção Social Básica</strong>: destinada à manutenção de vínculos familiares e sociais e com a proposta de fazer com que o indivíduo esteja inserido no mercado de trabalho e na comunidade. É realizado, principalmente, nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras); </li><li><strong>Proteção Social Especial</strong>: nesse momento, atua-se para reestabelecer os vínculos sociais, pois esses já foram violados. Além dos vínculos, a proteção especial também trabalha para proteger direitos, que também se encontram violados. Para esse trabalho, existem os Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas). </li><li>Inserção de pessoas vulneráveis nas políticas públicas; </li><li>Prevenção da vulnerabilidade por meio de iniciativas que promovam a inclusão, a exemplo de programas nos Cras e oferta de benefícios sociais; </li><li>Promoção social dos indivíduos, com estratégias que o coloquem no mercado de trabalho, para que ele tenha autonomia para tomar decisões em todos os âmbitos da vida. Assim, o cidadão não precisa ser dependente de algum programa em específico; e </li><li>Proteção de direitos, principalmente das pessoas vulneráveis e que não possuem acesso à renda e demais políticas públicas. </li></ul>
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