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	<title>sociedade &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>sociedade &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Mikhail Bakhtin: Letramentos e Sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 13:41:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os estudos reunidos no livro, Mikhail Bakhtin: Letramentos e Sociedade, promovem um diálogo entre os fundamentos bakhtinianos e as discussões sobre a abordagem dos letramentos voltadas para os processos culturais da sociedade, em especial, no campo educacional brasileiro. Esta obra reúne estudos centrados em conceitos/temas problematizados pelo filósofo e linguista russo Mikhail Bakhtin, tais como: interação verbal, dialogismo, enunciado, alteridade, responsividade, heterodiscursividade, gêneros do discurso, significação, entre outros. Essas ideias são mobilizadas e entrecruzam-se com as múltiplas faces dos letramentos, como: letramento crítico, letramento literário, letramento digital, multiletramentos, além de outras abordagens. Desse modo, as discussões revisitam questões educacionais de caráter sócio-histórico que implicam em ressignificações da prática docente. Sendo assim, o livro é um convite à reflexão sobre as novas demandas da sociedade contemporânea, as quais exigem novas habilidades cognitivas e linguístico-comunicativas nas atividades de leitura, escrita, fala e escuta nos contextos interativos da atualidade. Confira abaixo o livro disponível em nossa Loja Virtual:]]></description>
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<p>Os estudos reunidos no livro, Mikhail Bakhtin: Letramentos e Sociedade, promovem um diálogo entre os fundamentos bakhtinianos e as discussões sobre a abordagem dos letramentos voltadas para os processos culturais da sociedade, em especial, no campo educacional brasileiro. Esta obra reúne estudos centrados em conceitos/temas problematizados pelo filósofo e linguista russo Mikhail Bakhtin, tais como: interação verbal, dialogismo, enunciado, alteridade, responsividade, heterodiscursividade, gêneros do discurso, significação, entre outros.</p>



<p>Essas ideias são mobilizadas e entrecruzam-se com as múltiplas faces dos letramentos, como: letramento crítico, letramento literário, letramento digital, multiletramentos, além de outras abordagens. Desse modo, as discussões revisitam questões educacionais de caráter sócio-histórico que implicam em ressignificações da prática docente. Sendo assim, o livro é um convite à reflexão sobre as novas demandas da sociedade contemporânea, as quais exigem novas habilidades cognitivas e linguístico-comunicativas nas atividades de leitura, escrita, fala e escuta nos contextos interativos da atualidade.</p>



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<p>Confira abaixo o livro disponível em nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:25% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/mikhail-bakhtin"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/10/0d62c352cd6b9f908a56f882baeb2eaf.webp" alt="" class="wp-image-36666 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/10/0d62c352cd6b9f908a56f882baeb2eaf.webp 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/10/0d62c352cd6b9f908a56f882baeb2eaf-200x300.webp 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
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<p>Esta obra reúne estudos centrados em conceitos/temas problematizados pelo filósofo e linguista russo Mikhail Bakhtin, tais como: interação verbal, dialogismo, enunciado, alteridade, responsividade, heterodiscursidade, gêneros do discurso, significação, entre outros. Essas ideias são mobilizadas e entrecruzam-se com as múltiplas faces dos letramentos, como: letramento crítico, letramentoliterário, letramento digital, multiletramentos, além de outras abordagens.</p>
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		<title>Com foco no desenvolvimento regional, mestrado em Sociedade, Ambiente e Território tem inscrições abertas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 20:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Estão abertas, até 13 de janeiro de 2023, as inscrições para o curso de mestrado em Sociedade, Ambiente e Território (SAT), ofertado de forma associada pela UFMG e pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). São oferecidas 20 vagas, quatro delas reservadas a pessoas autodeclaradas negras, de acordo com o edital regular. No mesmo período, também estarão abertas as inscrições para a seleção de um candidato indígena e uma pessoa com deficiência, conforme edital suplementar. A inscrição deve ser feita por meio do preenchimento de formulário eletrônico disponível no site do SAT. O candidato também deve anexar ao formulário os documentos previstos nos editais, de acordo com a modalidade pretendida. A taxa de inscrição é de R$188,94, e o pagamento deverá ser feito por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU). Os pedidos de isenção da taxa de inscrição devem ser feitos até 11 de janeiro à Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump). Seleção O processo seletivo será constituído de quatro etapas, realizadas remotamente: avaliação do Currículo Lattes, avaliação escrita de conhecimentos específicos (a bibliografia está indicada no edital), arguição oral com base na avaliação escrita de conhecimentos específicos e na bibliografia indicada no edital e entrevista. A prova escrita será realizada por meio da ferramenta Google Forms. A prova oral e a entrevista serão feitas pela plataforma MS Teams. O resultado final, com as respectivas notas atribuídas em cada uma das etapas, será divulgado em 6 de fevereiro de 2023, a partir das 18h, no site do curso. Fonte: UFMG Para saber mais sobre o curso, clique no link Livros com 50%OFF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="32790" class="elementor elementor-32790" data-elementor-post-type="post">
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<p class="has-drop-cap">Estão abertas, até 13 de janeiro de 2023, as inscrições para o curso de mestrado em Sociedade, Ambiente e Território (SAT), ofertado de forma associada pela UFMG e pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). São oferecidas 20 vagas, quatro delas reservadas a pessoas autodeclaradas negras, de acordo com o <a href="https://www.ica.ufmg.br/wp-content/uploads/2022/11/EDITAL-Regular-SAT-2023_FINAL.pdf">edital regular</a>. No mesmo período, também estarão abertas as inscrições para a seleção de um candidato indígena e uma pessoa com deficiência, conforme <a href="https://www.ica.ufmg.br/wp-content/uploads/2022/11/EDITAL-suplementar-SAT-2023_FINAL.pdf">edital suplementar</a>.</p>



<p>A inscrição deve ser feita por meio do preenchimento de formulário eletrônico disponível no <a href="https://www.ica.ufmg.br/?posgraduacao=sociedade-ambiente-e-territorio">site do SAT</a>. O candidato também deve anexar ao formulário os documentos previstos nos editais, de acordo com a modalidade pretendida. A taxa de inscrição é de R$188,94, e o pagamento deverá ser feito por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU). Os pedidos de isenção da taxa de inscrição devem ser feitos até 11 de janeiro à Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump).</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/"><img decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28663" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Seleção</strong></p>



<p>O processo seletivo será constituído de quatro etapas, realizadas remotamente: avaliação do Currículo Lattes, avaliação escrita de conhecimentos específicos (a bibliografia está indicada no edital), arguição oral com base na avaliação escrita de conhecimentos específicos e na bibliografia indicada no edital e entrevista. A prova escrita será realizada por meio da ferramenta Google Forms. A prova oral e a entrevista serão feitas pela plataforma MS Teams.</p>



<p>O resultado final, com as respectivas notas atribuídas em cada uma das etapas, será divulgado em 6 de fevereiro de 2023, a partir das 18h, no <a href="https://www.ica.ufmg.br/?posgraduacao=sociedade-ambiente-e-territorio">site do curso.</a></p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: UFMG</em></p>



<div style="height:26px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Para saber mais sobre o curso, clique no <a href="https://ufmg.br/comunicacao/noticias/com-foco-no-desenvolvimento-regional-mestrado-em-sociedade-ambiente-e-territorio-tem-inscricoes-abertas">link</a></p>
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		<title>Benefícios da igualdade da mulher em todos os âmbitos da sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 22:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
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		<category><![CDATA[Igualdade]]></category>
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					<description><![CDATA[O discurso acerca dos direitos das mulheres e o movimento feminista, suas origens e fundamentos, ascendeu na sociedade brasileira nos últimos anos, ganhando ampla relevância no contexto político e social. Nas redes sociais, campanhas e reivindicações sobre os direitos das mulheres ganham destaque e geram debates acalorados, convidando a todos a realizarem uma reflexão e autocritica quanto a suas ações e contribuições para a sociedade desigual em que vivemos. Como efeito dessa análise e discussão, gerações atuais têm modificado muitos paradigmas e questionado antigas regras socialmente impostas, frutos de uma sociedade em que o papel da mulher foi subjugado e seus direitos renegados social e legalmente ao longo da história. Toda essa luta se trata sobre igualdade de direitos. É inegável que vivemos em uma sociedade desigual, patriarcal, machista e preconceituosa, em que a mulher sofre muitas barreiras em todos os âmbitos de sua vida. Todavia, por mais que algumas pessoas não percebam, a luta por igualdade não fica reduzida ao universo feminino, pois a sociedade com um todo sofre dos efeitos da desigualdade fruto do patriarcado. Logo, a igualdade da mulher trará benefícios para a toda a sociedade, vamos conferir a seguir alguns benefícios gerados pela igualdade feminina em outros âmbitos da sociedade. Benefícios da igualdade da mulher Com a conquista da igualdade da mulher, muitos setores da sociedade se beneficiarão, vamos citar alguns deles: Benefícios econômicos: A maior presença das mulheres no mercado de trabalho, com igualdade de salários e oportunidades iguais de crescimento, pode impactar positivamente a economia, pois com mais membros economicamente ativos na sociedade, mais a economia gira. Sem falar que, sem se realizar distinção por gênero, mais talentos são aproveitados, gerando maiores ganhos em produtividade e melhores resultados financeiros em todos os setores do mercado. A equidade de gênero fortalece a economia, melhora a qualidade de vida de todas as pessoas e promove o desenvolvimento dos negócios. Benefícios na saúde pública: Homens e mulheres possuem diferentes condições e necessidades físicas. A igualdade de gênero implica em promover segurança física, financeira e emocional para as mulheres, com todas suas necessidades e condições particulares do ser feminino, atendidas. Tais condições afetam diretamente nos impactos positivos na saúde pública das mulheres e da sociedade como um todo. Benefícios sociais: A estrutura social fundada sob os moldes do patriarcado, reduz os seres humanos a seus papéis sociais, reduz suas particularidades e renega suas vulnerabilidades, oprimindo a todos nos mecanismos de sua estrutura. O alcance da igualdade da mulher não beneficia somente as mulheres, mas toda a estrutura social. Afinal, vivemos em uma sociedade patriarcal, que oprime mulheres e crianças e coloca os homens sob o jugo do papel de macho alfa, forte e destemido. Nesse jogo de papéis socialmente impostos, todos saem perdendo. A igualdade da mulher garante que todos os membros da sociedade possam viver com a liberdade da garantia de seus plenos direitos e sem as amarras dos papéis sociais a serem desempenhados de acordo com os paradigmas definidos pelo patriarcado. A igualdade feminina beneficia a todos!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">O discurso acerca dos direitos das mulheres e o movimento feminista, suas origens e fundamentos, ascendeu na sociedade brasileira nos últimos anos, ganhando ampla relevância no contexto político e social.</p>



<p>Nas redes sociais, campanhas e reivindicações sobre os direitos das mulheres ganham destaque e geram debates acalorados, convidando a todos a realizarem uma reflexão e autocritica quanto a suas ações e contribuições para a sociedade desigual em que vivemos.</p>



<p>Como efeito dessa análise e discussão, gerações atuais têm modificado muitos paradigmas e questionado antigas regras socialmente impostas, frutos de uma sociedade em que o papel da mulher foi subjugado e seus direitos renegados social e legalmente ao longo da história.</p>



<p>Toda essa luta se trata sobre igualdade de direitos. É inegável que vivemos em uma sociedade desigual, patriarcal, machista e preconceituosa, em que a mulher sofre muitas barreiras em todos os âmbitos de sua vida.</p>



<p>Todavia, por mais que algumas pessoas não percebam, a luta por igualdade não fica reduzida ao universo feminino, pois a sociedade com um todo sofre dos efeitos da desigualdade fruto do patriarcado.</p>



<p>Logo, a igualdade da mulher trará benefícios para a toda a sociedade, vamos conferir a seguir alguns benefícios gerados pela igualdade feminina em outros âmbitos da sociedade.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Benefícios da igualdade da mulher</strong></p>



<p>Com a conquista da igualdade da mulher, muitos setores da sociedade se beneficiarão, vamos citar alguns deles:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Benefícios econômicos: </strong></li></ul>



<p>A maior presença das mulheres no mercado de trabalho, com igualdade de salários e oportunidades iguais de crescimento, pode impactar positivamente a economia, pois com mais membros economicamente ativos na sociedade, mais a economia gira.</p>



<p>Sem falar que, sem se realizar distinção por gênero, mais talentos são aproveitados, gerando maiores ganhos em produtividade e melhores resultados financeiros em todos os setores do mercado. A equidade de gênero fortalece a economia, melhora a qualidade de vida de todas as pessoas e promove o desenvolvimento dos negócios.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Benefícios na saúde pública:</strong></li></ul>



<p>Homens e mulheres possuem diferentes condições e necessidades físicas. A igualdade de gênero implica em promover segurança física, financeira e emocional para as mulheres, com todas suas necessidades e condições particulares do ser feminino, atendidas. Tais condições afetam diretamente nos impactos positivos na saúde pública das mulheres e da sociedade como um todo.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Benefícios sociais:</strong></li></ul>



<p>A estrutura social fundada sob os moldes do patriarcado, reduz os seres humanos a seus papéis sociais, reduz suas particularidades e renega suas vulnerabilidades, oprimindo a todos nos mecanismos de sua estrutura. O alcance da igualdade da mulher não beneficia somente as mulheres, mas toda a estrutura social. Afinal, vivemos em uma sociedade patriarcal, que oprime mulheres e crianças e coloca os homens sob o jugo do papel de macho alfa, forte e destemido. Nesse jogo de papéis socialmente impostos, todos saem perdendo.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A igualdade da mulher garante que todos os membros da sociedade possam viver com a liberdade da garantia de seus plenos direitos e sem as amarras dos papéis sociais a serem desempenhados de acordo com os paradigmas definidos pelo patriarcado.</p>



<p>A igualdade feminina beneficia a todos!</p>
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		<title>Sobre o exercício de desnaturalizarmos o machismo estrutural: na sociedade e em nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 15:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[desnaturalização]]></category>
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					<description><![CDATA[O tema que nos traz aqui tem a ver com a nossa vida concreta e cotitiana. Você e eu estamos completamente imersos nele. Eu venho falar sobre o machismo. Hoje em dia é tema de debates, desde de o Supremo Tribunal de Justiça, passando pelo Planalto, até chegar nas cozinhas das casas ou nos botecos da cidade. O machismo é um tema que constitui a sociedade brasileira e a atravessa de ponta a ponta. Praticamente, não há tema que não seja, de uma maneira ou de outra, tocado pelo machismo estrutural.&#160; Mas, será, então que todos nós somos machistas? E, indo mais fundo, afinal, o que é ser machista? Cada um tem sua própria resposta, não é mesmo? Muitos dirão que não existe esse negócio de ‘ser machista’ e que tudo isso é mimimi. Diremos a esses: não é bem assim, não!!! O Brasil é um país profundamente machista em sua constituição. Outros dirão, que o machismo é a forma rude e, até mesmo, violenta, com que alguns (muitos!!!) homens tratam as mulheres. Esses estão corretos. Isso é ser machista e isso é machismo, mas o machismo não é ‘só isso’: ele é bem mais que isso! Afinal, o que é ser machista e o que é o machismo? Ser machista é entender que o que é ‘masculino’ é superior ao que é ‘feminino’. Essa é a explicação, mais genérica que eu posso formular. Vejam só, uma supresa! Certo? A associação entre o machismo e a opressão da mulher é evidente e está correta, como disse: sim, é machismo! Quero mostrar que essa opressão é fruto do machismo, mas ela não é todo o machismo. O espectro do machismo é bem mais amplo. Desde já afirmo que, com isso, não estou diminuindo de forma alguma a opressão e a violência dos homens contra as mulheres. Essa violência precisa ser superada e quem ganha com isso é a humanidade.&#160; O machismo estrutural é a construção, a organização, a disposição e a ordem dos elementos que compõem o corpo social, dando sustentação à dominação patriarcal. Essa estrutura enaltece os valores constituídos como ‘MASCULINOS’&#160;em direto e (des)proporcional detrimento da condição autônoma dos valores constituídos como ‘femininos’ em todas as suas manifestações – e, como dissemos – em especial na mulher e nas sexualidades que não são heteronormativas. O machismo, lido como sistema de opressão do feminino, mesmo fazendo todo esse trabalho para enaltecer os valores ‘MASCULINOS’&#160;e os sujeitos que convencionamos chamar de ‘homens’, é produtor de mazelas e pressões para esses ‘homens’. E por quê? “Pensei que o machismo só agredisse a mulher?” pode alguém perguntar.&#160;&#160;O machismo é maléfico para o homem porque gira em torno de uma brutal exigência de sua masculinidade, estimula e exige comportamentos que, muitas vezes, lhes causam profundos danos psíquicos e físicos. Aqui precisamos novamente afirmar, esses danos são causados de formas e proporções diferentes dos danos produzidos às ‘mulheres’. E indo além, o machismo estrutural coloca todos os gêneros que escapem a qualquer classificação binária e dicotômica (ou seja as que entendem que só existe MASCULINO = HOMEM e feminino = mulher) como aberrações e os relega à invisibilidade. É daí que é importante chamarmos atenção e pedir respeito e união à legítima luta LGBTQIA+ por visibilidade, pois ser visível significa existir – só não sabe disso que já é visível – como os homens e as mulheres cis-heterormativas). Estas inclassificáveis classificações de gêneros do ponto de vista do machismo podem ser referidas como ‘ambíguas’, pois podem ‘admitir mais de uma leitura’. Ora, justamente, por isso, não são compreensíveis para à (muito menos respeitadas pela) leitura binária e dicotômica do machismo. O machismo é profundamente intolerante com a ambiguidade. Nos parece importante apontar outras observações sobre o machismo para que possamos compor uma ideia suficientemente forte de machismo estrutural para que possamos, a partir daí, investiga-lo, compreendê-lo e combate-lo. Assim, podemos dizer que o&#160;machismo&#160;é uma forma de preconceito: pois é uma&#160;opinião ou sentimento concebido sem exame crítico (justamente o exame que pretendemos convidar os leitores e as leitoras a realizarem). O machismo é um preconceito porque é um conjunto de ideias, opiniões ou sentimentos que são desfavoráveis ao ‘feminino’, esse conjunto é formado sem conhecimento abalizado, sem ponderação ou mesmo sem razão (moralismo). Assim, é, igualmente, um sentimento hostil, assumido em consequência da generalização apressada de uma regra naturalizada (a superioridade do ‘MASCULINO’&#160;sobre o ‘feminino’); e é uma intolerância, pois não permite que nada fora disso floresça.&#160; O machismo se manifesta em&#160;opiniões (ideias), atitudes (ações), sentimentos. Desde pequenos somos ensinados, pela família, a sermos homens ou mulheres e, com isso, uma série de regras de comportamento para cada gênero. Isso produz subjetividade, produz nossas ideias, as formas pelas quais sentimos e agimos no mundo. Como desdobramento do preconceito, o machismo é uma forma de&#160;discriminação, pois se materializa num&#160;tratamento diferenciado (no caso, pior) dado ao ‘feminino’ em relação ao ‘MASCULINO’. Esse movimento discriminatório é claramente visto no mercado de trabalho – assim como em outras instâncias do social (especialmente àquelas ligadas ao poder).&#160; Ser machista é exercer a&#160;violência&#160;simbólica, psicológica, física, moral, material, sistêmica, pois toda forma de constrangimento exercido sobre o ‘feminino’ é de ordem machista. Essa violência é sempre realizada no sentido de obrigar o ‘feminino’ a submeter-se à vontade do ‘MASCULINO’. A violência final contra o ‘feminino’ é o feminicídio: o assassinato de uma mulher que tem sua causa, justamente, ela ser mulher. Mas, é a violência contra o feminino no corpo do homem, reprimindo qualquer manifestação de afeto ou sensibilidade nestes corpos. O machismo é uma forma de&#160;opressão, de&#160;sujeição imposta pela força, pelo uso da autoridade ou, digamos de maneira mais correta, do autoritarismo. É uma tirania, a qual coloca o ‘feminino’ sob jugo do ‘MASCULINO’. Ele mostra sua face no constrangimento e na pressão moral (por exemplo a constante coação da mulher a ser recatada, pudica, casta) à qual submete tudo o que é ‘feminino’, notadamente a mulher, as populações LGBTQIA+ e todos os homens que se recusam a serem Homens (com H maiúsculo, como se diz por aí), provocando humilhação e embaraço. A opressão do machismo produz, sem dúvidas, diminuição acentuada do vigor e da energia dos indivíduos na sociedade. Consideramos, por fim, o machismo como um&#160;exercício de poder, forma de controle e dominação, pois no machismo a construção dos corpos obedece à construção do corpo ‘masculinizado’ (no sentido de construído como masculino) como referência (para quem tem pênis) e do ‘feminilizado’ (no sentido de construído como feminino) como desdobramento, ausência, inversão do masculino (para que não tem pênis) – disto, tira-se conclusões morais da condição do ‘feminino’ como ausência e naturalmente inferior por natureza ao ‘MASCULINO’.&#160;Desse pressuposto, se desdobram as regras morais e, nelas, a exigência do comportamento (casto, pudico, recatado) das mulheres.&#160; O livro “Desnaturalização do machismo estrutural na sociedade brasileira” (Helio Hintze, organizador) oferece ferramentas que possibilitam a desnaturalização essa estrutura dominação, apresentando alguns mecanismos de seu exercício de poder, investigando os discursos que o fundam e que o perpetuam.&#160; Sobre o livro Esta obra é fruto de um trabalho coletivo de pesquisadoras e pesquisadores unidos por um desafio central: contribuir para a desnaturalização do machismo estrutural de nossa sociedade. As reflexões caminham para superar o machismo estrutural de nossa sociedade ao mesmo tempo em que combatemos o machismo dentro de cada um de nós. Esperamos que essa contribuição possa abrir as portas da crítica e recolocar aquilo que fora naturalizado ao longo do tempo nos trilhos da história, visando sua transformação e a produção de formas de convivência mais saudáveis, de sociedades e seres humanos mais emancipados, menos preconceituosos e mais abertos à compreensão da beleza que advém da singularidade e da pluralidade humanas. Sobre o autor e organizador do livro Hélio Hintze é educador, filósofo e pesquisador transdisciplinar. Coordenador do Observatório do Machismo. Educador e palestrante nos Projetos Fazer Pensar – Ética &#38; Educação e Sabores &#38; Saberes. Gostou do livro? Adquira já o seu exemplar em nossa Loja Virtual ou pela Amazon!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">O tema que nos traz aqui tem a ver com a nossa vida concreta e cotitiana. Você e eu estamos completamente imersos nele. Eu venho falar sobre o machismo. Hoje em dia é tema de debates, desde de o Supremo Tribunal de Justiça, passando pelo Planalto, até chegar nas cozinhas das casas ou nos botecos da cidade. O machismo é um tema que constitui a sociedade brasileira e a atravessa de ponta a ponta. Praticamente, não há tema que não seja, de uma maneira ou de outra, tocado pelo machismo estrutural.&nbsp;</p>



<p>Mas, será, então que todos nós somos machistas? E, indo mais fundo, afinal, o que é ser machista? Cada um tem sua própria resposta, não é mesmo?</p>



<p>Muitos dirão que não existe esse negócio de ‘ser machista’ e que tudo isso é mimimi. Diremos a esses: não é bem assim, não!!! O Brasil é um país profundamente machista em sua constituição.</p>



<p>Outros dirão, que o machismo é a forma rude e, até mesmo, violenta, com que alguns (muitos!!!) homens tratam as mulheres. Esses estão corretos. Isso é ser machista e isso é machismo, mas o machismo não é ‘só isso’: ele é bem mais que isso!</p>



<p>Afinal, o que é ser machista e o que é o machismo?</p>



<p>Ser machista é entender que o que é ‘masculino’ é superior ao que é ‘feminino’. Essa é a explicação, mais genérica que eu posso formular. Vejam só, uma supresa! Certo? A associação entre o machismo e a opressão da mulher é evidente e está correta, como disse: sim, é machismo!</p>



<p>Quero mostrar que essa opressão é fruto do machismo, mas ela não é todo o machismo. O espectro do machismo é bem mais amplo. Desde já afirmo que, com isso, não estou diminuindo de forma alguma a opressão e a violência dos homens contra as mulheres. Essa violência precisa ser superada e quem ganha com isso é a humanidade.&nbsp;</p>



<p>O machismo estrutural é a construção, a organização, a disposição e a ordem dos elementos que compõem o corpo social, dando sustentação à dominação patriarcal. Essa estrutura enaltece os valores constituídos como ‘MASCULINOS’&nbsp;em direto e (des)proporcional detrimento da condição autônoma dos valores constituídos como ‘femininos’ em todas as suas manifestações – e, como dissemos – em especial na mulher e nas sexualidades que não são heteronormativas. O machismo, lido como sistema de opressão do feminino, mesmo fazendo todo esse trabalho para enaltecer os valores ‘MASCULINOS’&nbsp;e os sujeitos que convencionamos chamar de ‘homens’, é produtor de mazelas e pressões para esses ‘homens’. E por quê? “Pensei que o machismo só agredisse a mulher?” pode alguém perguntar.&nbsp;&nbsp;O machismo é maléfico para o homem porque gira em torno de uma brutal exigência de sua masculinidade, estimula e exige comportamentos que, muitas vezes, lhes causam profundos danos psíquicos e físicos. Aqui precisamos novamente afirmar, esses danos são causados de formas e proporções diferentes dos danos produzidos às ‘mulheres’. E indo além, o machismo estrutural coloca todos os gêneros que escapem a qualquer classificação binária e dicotômica (ou seja as que entendem que só existe MASCULINO = HOMEM e feminino = mulher) como aberrações e os relega à invisibilidade. É daí que é importante chamarmos atenção e pedir respeito e união à legítima luta LGBTQIA+ por visibilidade, pois ser visível significa existir – só não sabe disso que já é visível – como os homens e as mulheres cis-heterormativas). Estas inclassificáveis classificações de gêneros do ponto de vista do machismo podem ser referidas como ‘ambíguas’, pois podem ‘admitir mais de uma leitura’. Ora, justamente, por isso, não são compreensíveis para à (muito menos respeitadas pela) leitura binária e dicotômica do machismo. O machismo é profundamente intolerante com a ambiguidade.</p>



<p>Nos parece importante apontar outras observações sobre o machismo para que possamos compor uma ideia suficientemente forte de machismo estrutural para que possamos, a partir daí, investiga-lo, compreendê-lo e combate-lo.</p>



<p>Assim, podemos dizer que o&nbsp;<strong>machismo&nbsp;</strong>é uma forma de p<strong>reconceito</strong>: pois é uma&nbsp;opinião ou sentimento concebido sem exame crítico (justamente o exame que pretendemos convidar os leitores e as leitoras a realizarem). O machismo é um preconceito porque é um conjunto de ideias, opiniões ou sentimentos que são desfavoráveis ao ‘feminino’, esse conjunto é formado sem conhecimento abalizado, sem ponderação ou mesmo sem razão (moralismo). Assim, é, igualmente, um sentimento hostil, assumido em consequência da generalização apressada de uma regra naturalizada (a superioridade do ‘MASCULINO’&nbsp;sobre o ‘feminino’); e é uma intolerância, pois não permite que nada fora disso floresça.&nbsp;</p>



<p>O machismo se manifesta em&nbsp;<strong>opiniões (ideias), atitudes (ações), sentimentos</strong>. Desde pequenos somos ensinados, pela família, a sermos homens ou mulheres e, com isso, uma série de regras de comportamento para cada gênero. Isso produz subjetividade, produz nossas ideias, as formas pelas quais sentimos e agimos no mundo.</p>



<p>Como desdobramento do preconceito, o machismo é uma forma de&nbsp;<strong>discriminação</strong>, pois se materializa num&nbsp;tratamento diferenciado (no caso, pior) dado ao ‘feminino’ em relação ao ‘MASCULINO’. Esse movimento discriminatório é claramente visto no mercado de trabalho – assim como em outras instâncias do social (especialmente àquelas ligadas ao poder).&nbsp;</p>



<p>Ser machista é exercer a&nbsp;<strong>violência</strong>&nbsp;simbólica, psicológica, física, moral, material, sistêmica, pois toda forma de constrangimento exercido sobre o ‘feminino’ é de ordem machista. Essa violência é sempre realizada no sentido de obrigar o ‘feminino’ a submeter-se à vontade do ‘MASCULINO’. A violência final contra o ‘feminino’ é o feminicídio: o assassinato de uma mulher que tem sua causa, justamente, ela ser mulher. Mas, é a violência contra o feminino no corpo do homem, reprimindo qualquer manifestação de afeto ou sensibilidade nestes corpos.</p>



<p>O machismo é uma forma de&nbsp;<strong>opressão</strong>, de&nbsp;sujeição imposta pela força, pelo uso da autoridade ou, digamos de maneira mais correta, do autoritarismo. É uma tirania, a qual coloca o ‘feminino’ sob jugo do ‘MASCULINO’. Ele mostra sua face no constrangimento e na pressão moral (por exemplo a constante coação da mulher a ser recatada, pudica, casta) à qual submete tudo o que é ‘feminino’, notadamente a mulher, as populações LGBTQIA+ e todos os homens que se recusam a serem Homens (com H maiúsculo, como se diz por aí), provocando humilhação e embaraço. A opressão do machismo produz, sem dúvidas, diminuição acentuada do vigor e da energia dos indivíduos na sociedade.</p>



<p>Consideramos, por fim, o machismo como um&nbsp;<strong>exercício de poder, forma de controle e dominação</strong>, pois no machismo a construção dos corpos obedece à construção do corpo ‘masculinizado’ (no sentido de construído como masculino) como referência (para quem tem pênis) e do ‘feminilizado’ (no sentido de construído como feminino) como desdobramento, ausência, inversão do masculino (para que não tem pênis) – disto, tira-se conclusões morais da condição do ‘feminino’ como ausência e naturalmente inferior por natureza ao ‘MASCULINO’.&nbsp;Desse pressuposto, se desdobram as regras morais e, nelas, a exigência do comportamento (casto, pudico, recatado) das mulheres.&nbsp;</p>



<p>O livro “Desnaturalização do machismo estrutural na sociedade brasileira” (Helio Hintze, organizador) oferece ferramentas que possibilitam a desnaturalização essa estrutura dominação, apresentando alguns mecanismos de seu exercício de poder, investigando os discursos que o fundam e que o perpetuam.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-779x1024.png" alt="" class="wp-image-17318 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Esta obra é fruto de um trabalho coletivo de pesquisadoras e pesquisadores unidos por um desafio central: contribuir para a desnaturalização do machismo estrutural de nossa sociedade. As reflexões caminham para superar o machismo estrutural de nossa sociedade ao mesmo tempo em que combatemos o machismo dentro de cada um de nós. Esperamos que essa contribuição possa abrir as portas da crítica e recolocar aquilo que fora naturalizado ao longo do tempo nos trilhos da história, visando sua transformação e a produção de formas de convivência mais saudáveis, de sociedades e seres humanos mais emancipados, menos preconceituosos e mais abertos à compreensão da beleza que advém da singularidade e da pluralidade humanas.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o autor e organizador do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 21%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="664" height="672" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55.png" alt="" class="wp-image-17317 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55.png 664w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55-296x300.png 296w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55-75x75.png 75w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Hélio Hintze é educador, filósofo e pesquisador transdisciplinar. Coordenador do Observatório do Machismo. Educador e palestrante nos Projetos Fazer Pensar – Ética &amp; Educação e Sabores &amp; Saberes.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p>Adquira já o seu exemplar em nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/desnaturalizacao-do-machismo-estrutural-na-sociedade-brasileira" target="_blank">Loja Virtual</a> ou pela <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.amazon.com.br/dp/6587782698?ref=myi_title_dp" target="_blank">Amazon</a>!</p>
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		<title>Desafios da profissão professor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 18:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[educacao]]></category>
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					<description><![CDATA[Os profissionais da educação constituem uma categoria de suma importância para toda a sociedade. Além das questões acadêmicas, relacionadas à transmissão formal de conteúdo, o professor tem como responsabilidade atuar na formação moral e ética dos seus educandos, servindo, inclusive, de exemplo para eles.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os profissionais da educação constituem uma categoria de suma importância para toda a sociedade. Além das questões acadêmicas, relacionadas à transmissão formal de conteúdo, o professor tem como responsabilidade atuar na formação moral e ética dos seus educandos, servindo, inclusive, de exemplo para eles.</p>



<p>Desse modo, o professor precisa ser, além de competente em sua área de atuação, humano, empático e trazer em si a capacidade de atrair e instigar seus alunos. Entretanto, sobretudo no Brasil, esses não são os únicos desafios enfrentados pelo professor, e é sobre isso que falaremos nesse texto. Quais são os desafios enfrentados pelos docentes brasileiros atualmente? Esse tema lhe interessa? Então, continue a leitura!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Falta de remuneração e precarização da classe docente</h3>



<p>A baixa remuneração da categoria docente é um fato histórico, uma vez que não é uma reivindicação nova por parte dos professores. A maioria das instituições não contam com um plano de carreira claro, que valorize a formação continuada do professor, o que faz com que os salários pagos a essa categoria estejam entre os mais baixos em todo o mundo.</p>



<p>Para a professora <strong>Mônica Regina Nascimento dos Santos</strong> docente na <strong>Universidade Federal de Alagoas</strong>, a desvalorização da categoria no Brasil é o principal fator que causa a baixa procura pelos cursos de licenciatura por parte dos jovens, que estão ingressando no ensino superior. Ela ressalta que os impasses da categoria foram aprofundados com aplicação da Emenda Constitucional 95.</p>



<p>‘’A PEC do Teto, conhecida como Emenda Constitucional 95, é responsável pela redução no investimento em educação e formação docente. A medida contribuiu diretamente com o esfacelamento dos serviços oferecidos pelas escolas e universidades’’, explicou a professora;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Altas cargas horárias de trabalho e a mercantilização da educação</h3>



<p>Esse fator está diretamente relacionado com o anterior: por serem remunerados de forma insuficiente e, muitos professores precisam, para complementar suas rendas mensais, aumentar sua jornada de trabalho, lecionando em dois ou até três turnos todos os dias. Essa ampliação na carga horária pode ser extremamente prejudicial à saúde e ao desempenho profissional do professor, que, por vezes, se vê incapacitado de buscar por formações complementares por falta de tempo. Sua vida pessoal também fica prejudicada, já que acaba faltando tempo para estar com a família e para atividades de lazer.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim o resultado do  processo de mercantilização se caracteriza por um conjunto de ações concatenadas que atuam em diversas frentes para a instituição do <em>Mercado Educacional</em>, <strong>onde a educação se transforma em mera mercadoria</strong>. Confira o breve resumos das açõescitadas pala professora, <strong>Mônica</strong>:</p>



<ol class="wp-block-list" type="a"><li><strong>Financiamento</strong> &#8211; Incentivo à iniciativa privada, por meio da transferência de recursos públicos às instituições privadas em todos os níveis educacionais e todas as modalidades ao mesmo tempo em que sistematicamente são reduzidos os recursos para as instituições públicas;</li><li><strong>Projeto Pedagógico</strong> &#8211; Rígido controle do conteúdo de ensino e da formação docente com o esvaziamento crescente da autonomia das instituições, apesar das diversas postulações de gestão democrática, pois trata-se de uma gestão burocraticamente vigiada e controlada pelos órgãos internacionais de financiamento;</li><li><strong>Precarização das instituições de ensino</strong> básico e superior – diminuição das contratações por concurso público, redução dos recursos de manutenção da estrutura física, redução de profissionais, extinção de cargos, redução e/ou financeirização da assistência estudantil;</li><li><strong>Desvalorização do trabalho docente</strong> – aligeiramento e fragmentação da formação docente, planos de cargos e carreiras deficitários, piso salarial nacional insatisfatório para fazer frente às demandas dos profissionais da educação.</li></ol>



<p>Em resumo, não estamos vivendo um quadro conjuntural de crises na educação, mas sim, um cenário permanente de crise, pois, como dito pelo educador e antropologo, Darcy Ribeiro (1922-1997), trata-se de um projeto estrutural de desmonte da educação para a classe trabalhadora, concluí a educadora Monica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A participação da sociedade</h3>



<p>O papel da sociedade é de suma importância para promover e incentivar os professores, dentro da atual conjuntura de sucateamento do corpo docente e da educação.&nbsp; A professora, Monica, salienta:</p>



<p>&nbsp;‘’ A leitura de mundo, como afirmado por Paulo Freire, que o aluno realiza, é uma leitura ancorada na relação entre os saberes escolares e os saberes do meio de sua convivência, portanto, <strong>a participação da comunidade ajuda a conferir identidade aos conteúdos escolares e forjar professores</strong> enraizados na realidade concreta em respeito às idiossincrasias da realidade local, e, como dito por Jurjo Santomé, atento às vozes ausentes do currículo’’.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Manejo das diferenças entre os alunos</h3>



<p>Conforme comentamos anteriormente, a formação global dos educandos também está entre as responsabilidades do professor, embora não seja somente dele essa função. Assim, o professor precisa lidar com demandas que vão além das acadêmicas, convivendo com estudantes dos mais variados perfis e precisando estar atento às particularidades de cada um deles, o que pode ser um grande desafio, principalmente porque sabemos que questões pessoais impactam, e muito, no rendimento escolar.</p>



<p>A docência é uma carreira de grande importância e que costuma trazer grande realização pessoal para aqueles que a escolhem, apesar dos dilemas e desafios. Assim, é preciso que toda a sociedade mude a forma de encarar essa profissão com vistas a dar ao professor o valor que ele merece ter, o que faria com que essa carreira voltasse a despertar o interesse dos jovens e possibilitaria mais qualidade de vida àqueles que a escolhem.</p>
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		<title>Dia do Historiador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 12:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Historiador é uma das profissões mais importantes para o mundo. É a partir dos estudos desse profissional que podemos entender um pouco mais do passado e até descobrir novas informações a respeito de algo.]]></description>
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<p><em>Historiador é uma das profissões mais importantes para o mundo. É a partir dos estudos desse profissional que podemos entender um pouco mais do passado e até descobrir novas informações a respeito de algo.</em></p>



<p><em>Dada sua importância para o desenvolvimento da humanidade, o profissional tem um dia em sua homenagem no calendário brasileiro. A data foi escolhida em homenagem ao aniversário de Joaquim Nabuco (1849 &#8211; 1910), historiador, escritor e diplomata pernambucano.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Dia do Historiador</h2>



<p>Um dos maiores filósofos da Roma Antiga, Marco Túlio Cícero, definiu que “A história é testemunha do passado, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida, anunciadora dos tempos antigos”, dando um significado robusto para a figura do historiador e evidenciando o seu grande compromisso com a humanidade.</p>



<p>No entanto, a sociedade atual ainda encara, com dificuldade, o historiador ser um cientista, fazendo descobertas que podem moldar o futuro que desejamos ter, apesar de a sua fonte de pesquisa ser o passado.</p>



<p>Dessa maneira, o historiador consegue nos mostrar que a produção do conhecimento é um elo fundamental para que as pessoas possam conhecer o passado das suas civilizações e quais foram os caminhos percorridos para termos o que temos hoje e como isso ainda pode influenciar o futuro.</p>



<p>A formação superior de um historiador o prepara para ser professor do Ensino Básico, a partir do título de licenciatura, evidenciando, com isso, seu papel durante a formação de crianças e jovens, e para pesquisa e Ensino Superior, com o título de bacharel.</p>



<p>Portanto, o profissional assume o compromisso de difundir conhecimento sem parcialidades, preservando o máximo possível do senso crítico necessário para realizar avaliações de determinados períodos históricos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Formação crítica da sociedade</h2>



<p>Se hoje conseguimos formar opiniões sobre diversos assuntos sociopolíticos, em grande parte, é pelo trabalho incansável do historiador em preservar o passado.</p>



<p>Pesquisa cientifica pode nos trazer informações valiosas e sem essa produção, corre-se o risco de cair no esquecimento, dando brechas para informações falsas e construção de caminhos perigosos, que podem minar o conhecimento acadêmico.</p>



<p>Dessa maneira podemos entender que a sociedade só é capaz de ser crítica e reivindicar seus direitos por ter acesso ao passado e compreender as bases que levaram o ser humano a evoluir durante os séculos.</p>



<p>Prova disso está no próprio Joaquim Nabuco, homenageado para sempre pela data comemorativa do historiador. Sua produção acadêmica consiste em ensaios, livros e discursos condenando a prática da escravidão, quando esse período ainda não era encarado como retrocesso.</p>



<p>Em sua obra, disponível em domínio público, Nabuco consegue ser a frente do seu tempo e analisa o período escravagista sob o aspecto:</p>



<p>&#8211; Histórico;</p>



<p>&#8211; Religioso;</p>



<p>&#8211; Político;</p>



<p>&#8211; Social;</p>



<p>&#8211; Jurídico.</p>



<p>A preocupação do historiador em formar uma sociedade livre do abuso de direitos, fez com que fosse um dos principais líderes abolicionistas e sua obra preserva a importância de conhecer o passado para não repetir no futuro.</p>



<p>Joaquim Nabuco é apenas um dos muitos exemplos de profissionais acadêmicos que se comprometem em não somente analisar o passado, como também em deixar estudos e pesquisas valiosas dos problemas atuais da sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Falta de regulamentação da profissão no Brasil</h2>



<p>Mesmo que seja evidente a importância do historiador, a regulamentação desse profissional no Brasil ainda é alvo de grandes polêmicas.</p>



<p>Em fevereiro desse ano, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2020-02/senado-aprova-regulamentacao-da-profissao-de-historiador">Senado Federal aprovou a regulamentação do historiador</a>, tomando como base sua formação superior em História ou em áreas correlatas, desde que o profissional comprove atuação como historiador por pelo menos cinco anos.</p>



<p>O entendimento do Senado foi importante não só para dar destaque a esse profissional, como também assumir um compromisso com a difusão correta de conhecimentos sociopolíticos.</p>



<p>No entanto, em abril, a&nbsp;<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/04/27/planalto-veta-regulamentacao-da-profissao-de-historiador">Presidência da República decidiu vetar na íntegra essa possibilidade.</a>&nbsp;Uma das justificativas dadas pelo Planalto é que, ao regularizar a profissão, “o livre exercício” fica restringido e supostamente fere o princípio constitucional da liberdade de expressão intelectual, artística, científica e de comunicação.</p>



<p>Apesar de a justificativa ter base em um direito fundamental previsto na Constituição, a falta de reconhecimento da produção de pesquisa ao nível superior pode fazer com que as informações ali contidas não sejam encaradas como verdadeiras, abrindo espaço para a produção independente e, por vezes, sem compromisso com a verdade.</p>



<p>O livre exercício de uma profissão de peso para a sociedade tem impacto direto também com a formação crítica dela, porém, com o perigo cercear o conhecimento com total parcialidade de informações e com dados que podem não ser checados antes de se produzir um artigo acadêmico.</p>



<p>A profissão historiador é uma base importante para se compreender também as evoluções em outras áreas fundamentais da sociedade. A produção do conteúdo científico e eternas pesquisas no campo social são essenciais para que a medicina consiga tratar melhor seus enfermos, por exemplo.</p>



<p>Doenças atuais, que estão no centro dos debates, se formaram em um passado onde ninguém parecia querer lidar com sua propagação. O impacto negativo de certas imposições históricas, nos servem de base para compreender diversas modificações e são importantes para o conhecimento médico, de modo a tratar melhor sua área clínica.</p>



<p>O impacto do historiador também faz a diferença na parte jurídica de um país, uma vez que a investigação acadêmica através de artigos foi capaz de modificar legislações pelo mundo que antes violavam direitos fundamentais do cidadão.</p>



<p>Com um campo vasto de atuação, o historiador também exercesse um grande papel na preservação cultural da sociedade em que ele está inserido. Graças ao seu trabalho com a memória, é possível encontrar esse profissional nas assessorias do Arquivo Nacional, museus e até mesmo contratado como pesquisador para a produção audiovisual de documentários e filmes que retratem alguma época em específico.</p>



<p>Podemos entender, portanto, que o historiador é a base da preservação e do desenvolvimento cada vez maior da sociedade, sempre chamando atenção para o perigo do retrocesso e construindo novos caminhos.</p>



<p>Por isso, para este 19 de agosto, gostaríamos de felicitar todos os profissionais que dedicam seu tempo na construção de uma sociedade mais justa e igualitária para o presente e futuro, sem esquecer do passado.</p>
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		<title>28/04 &#8211;  DIA DA EDUCAÇÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 14:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[academinco]]></category>
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					<description><![CDATA[O dia da Educação é comemorado no dia 28 de abril. A sua comemoração envolve lutas, manifestações e homenagens. O Educador é uma figura de extrema importância na vida de todas as pessoas. É um dia importante para lembrarmos de todas as conquistas no âmbito educacional e lembrarmos também de como a educação envolve os lares e não só os ambientes escolares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aprender e ensinar vai muito além da sala de aula, mas também está nela. A <a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-livros">Educação</a> é um tema que vem sendo tratado cada vez mais, e a valorização dela é o reflexo de que o mundo está mudando para melhor. </p>



<p>O dia da Educação é comemorado no dia 28 de abril. A sua comemoração envolve lutas, manifestações e homenagens. O Educador é uma figura de extrema importância na vida de todas as pessoas. É um dia importante para lembrarmos de todas as conquistas no âmbito educacional e lembrarmos também de como a educação envolve os lares e não só os ambientes escolares.</p>



<p>A data de 28 de abril foi escolhida, pois marca o fim de um Fórum Mundial da Educação ocorrido no Senegal, no ano de 2000. Os debates e discussões travadas nesse fórum trouxeram à tona a necessidade de melhorias e de visibilidade para a Educação. Estipular um dia como o dia D não significa renegar a luta nos outros dias, mas sim delimitar e institucionalizar um momento importante para a conquista de direitos. </p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Veja nossas obras por subcategorias:</p>



<p><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-livros">EDUCAÇÃO GERAL</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-especial">EDUCAÇÃO ESPECIAL</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/pedagogia-livros">PEDAGOGIA</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/historia-educacao">HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-profissional">EDUCAÇÃO PROFISSIONAL</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/formacao-professores">FORMAÇÃO DE PROFESSORES</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-infantil">EDUCAÇÃO INFANTIL</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/politica-educacional">POLÍTICA EDUCACIONAL</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-prisional">EDUCAÇÃO PRISIONAL</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-distancia">ENSINO A DISTÂNCIA</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/adultos">ADULTOS E EDUCAÇÃO CONTINUADA</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/questao-racial">QUESTÃO RACIAL</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/avaliacao-educacional-livros">AVALIAÇÃO EDUCACIONAL</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/gestao-educacional">GESTÃO EDUCACIONAL</a>/<a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-rural"> EDUCAÇÃO RURAL</a>/ <a href="https://www.pacolivros.com.br/curriculo">CURRÍCULO</a>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Qual é a importância do dia da Educação?</h2>



<p>A importância do dia da Educação está, obviamente, intrinsecamente relacionada com a importância da educação nas nossas vidas. Valorizar a educação é valorizar o passado, o presente e o futuro, portanto, é valorizar a nós mesmos. O dia se caracteriza como importante por ser palco de discursos e diálogos de suma relevância para a aplicação da educação de qualidade no mundo.</p>



<p>Discussões e teorias sobre a educação passam a ter voz e corpo nesse dia. É a partir da práxis educadora, de Paulo Freire, por exemplo, que podemos entender outros caminhos de educar e renovar a educação. Dar importância para essa discussão é dar um passo para as transformações, pois, como diria o próprio Paulo Freire: “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo”.</p>



<p>Acreditar que somos agentes construtores da mudança é crer e querer se educar. Educar é ouvir e falar, é ler e escrever, é tudo isso e para todos. Educação é a chave para um mundo melhor. Mudar os tristes paradigmas do mundo é preciso e isso só acontece através dessa chave. Não basta tê-la, precisamos fazer cópias e mais cópias e distribuir para todos. Democratizá-la.</p>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-por-competencias"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/b184d24131ca6cb215487c1afc39abd7.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-por-competencias"> <strong>Educação por competências</strong> </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Este livro contribui para preencher uma lacuna existente na discussão da educação por competências dentro de uma perspectiva curricular. Assim, o autor inicia a obra fazendo um breve histórico do ensino superior brasileiro, e nos capítulos seguintes elabora referenciais teóricos e roteiro de dicas práticas para que tanto as empresas como as instituições de ensino possam sair de um modelo reprodutor de conhecimento, inaugurando uma dinâmica construtiva de aprendizagem. </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Educação começa em casa</h2>



<p>Com certeza você já ouviu ou leu a frase “Educação começa em casa!”. Exatamente, é um pouco disso que envolve a complexidade da Educação. Ela é um valor, é uma prática e uma paixão. A sociedade precisa de pessoas educadas para que ela se consuma enquanto sociedade.</p>



<p>Dizer que ela começa em casa é retirar dos professores a responsabilidade de ações básicas dos indivíduos. Ou seja, não faz sentido chamar a atenção de um professor por um aluno que não leva os materiais para a aula, assim como não é culpa do professor um aluno que o desrespeita. Essas questões, a priori, básicas, dão destaque para o papel dos pais e familiares na educação de cada um de nós.</p>



<p>É de suma importância que em contextos escolares, por exemplo, os pais entendam que as suas ações serão refletidas no seu filho, e em uma sala de aula ele agirá com aqueles instrumentos. Não apenas por isso, mas também, é importante educar nossas crianças para que elas tenham respeito pelo mundo e pelas outras pessoas. É preciso que elas sejam educadas com todos que possam aparecer em seus caminhos. Sabemos que uma onda de carinho, amor e educação pode gerar outras ondas e assim sucessivamente, portanto, além de começar em casa, ela deve se manter por todos os lugares.</p>



<p>Podemos explicar com a metáfora de que cada um de nós somos uma colcha de retalhos, onde cada retalho é uma contribuição de cada pessoa. Essas pessoas que costuram seus conselhos e dicas em nós são importantes para nossa construção. Mas antes de existir uma enorme colcha, havia apenas os primeiros retalhos e linhas colocados pelos nossos responsáveis. E é nesse momento que entendemos a importância de serem chamados de responsáveis. </p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/pesquisa-em-educacao-olhares-multiplos"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/bf069a1bab6f1b14285816a534ba8d5c.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/pesquisa-em-educacao-olhares-multiplos"> Pesquisa em Educação<br>Olhares Múltiplos </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Traçar um panorama conciso e atualizado acerca das pesquisas que vêm sendo desenvolvidas na área de Educação em seus múltiplos olhares, enfoques epistemológicos e contextos, na época atual, é um dos objetivos deste livro, que em dois eixos – Educação, Linguagens e Culturas e Educação e Práticas Docentes – abriga trabalhos relacionados às diferentes possibilidades de atuação de pesquisadores dentro do campo da educação e do ensino. A obra é voltada para investigadores iniciantes, bem como para aqueles que já desempenham atividades de pesquisa em suas instâncias pro¬fissionais e acadêmicas. </p>
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<h2 class="wp-block-heading">A sociedade e os valores</h2>



<p>Falar sobre Educação é falar também sobre processos, etapas e resultados. Porém, é, principalmente, falar sobre seres humanos e seus modos de viver e conviver em sociedade. </p>



<p>Viver em sociedade é conviver com pensamentos e opiniões diferentes. Isso poderia significar caos e distanciamento, mas quando colocamos a educação em primeiro lugar superamos isso. Viver em sociedade não é uma tarefa fácil, mas incentivar a educação é incentivar os compartilhamentos e experiências e incentivar a união.</p>



<p>Existem regras sociais e, legislativas ou não, elas devem ser seguidas para a ordem geral. Acreditar que cada um de nós podemos fazer diferença no todo é acreditar também na educação. Educar e ser educado é olhar pelo lado positivo e não se deixar levar pelas coisas ruins. E acima de tudo é crer que podemos melhorar em conjunto.</p>



<p>Os valores sociais e morais que utilizamos como mediadores da sociedade levam em consideração atitudes historicamente tidas como boas e ruins. E a Educação parte dessa historicidade para beneficiar as pessoas. Quando se diz que uma pessoa deve ser mais educada, é simplesmente um pedido de que ela considere os outros e respeite-os, assim como praticar o respeito de um local, por exemplo. </p>



<p>Esses valores não estão sozinhos e dispersos, eles devem a uma ordem maior chamada Sociedade. Assim como dizia o grande educador brasileiro Paulo Freire, a educação sozinha não vai transformar a sociedade, mas sem ela a sociedade mudará menos ainda. Portanto, ter valores e ter educação é corroborar para um futuro melhor, mais justo e mais respeitoso. </p>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/como-elaborar-projetos-de-educacao-em-valores-morais-guia-para-a-formacao-de-educadores"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/fda0f94961fe2c48759edc9d7a7eab1d.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/como-elaborar-projetos-de-educacao-em-valores-morais-guia-para-a-formacao-de-educadores"> <strong>Como elaborar projetos de educação em valores morais</strong> </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> A educação em valores morais (ou em valores éticos) pode ser definida como as práticas voltadas a constituir indivíduos autônomos, que se guiem por princípios universais de justiça, igualdade, dignidade, entre outros. Essa educação é proposta pela legislação brasileira, em documentos como as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (2013), em que consta que “a formação ética, a autonomia intelectual, o pensamento crítico que construa sujeitos de direitos deve se iniciar desde o ingresso do estudante no mundo escolar” (p. 39). </p>
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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/ambiente-e-sociedade-condicionalidades-e-potencialidades-no-espaco-goiano"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/c4918da3fee47a49190dd3083ff58361.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/ambiente-e-sociedade-condicionalidades-e-potencialidades-no-espaco-goiano"> Ambiente e Sociedade<br>Condicionalidades e Potencialidades no Espaço Goiano </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Os textos constituintes deste livro tratam de temáticas que examinam partes da realidade goiana pelas quais os autores elegem problemáticas traduzidas como condicionalidades e potencialidades do cerrado brasileiro. A obra compreende resultados de pesquisas num quadro de questões sociais declaradas por aspectos políticos, econômicos e culturais importantes e, por questões ambientais, assentadas na investigação de aspectos ecológicos, geotecnológicos e biológicos, que contribuem para a discussão e reflexão crítico-científicas. </p>
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<h2 class="wp-block-heading">Educação e respeito andam juntos, mas não significam a mesma coisa</h2>



<p>São palavras diferentes com significados semelhantes, mas não são as mesmas coisas. Educação é um conceito amplo que jamais esgotaríamos em um artigo apenas. Esse conceito é ampliado com toda leitura realizada e todo comentário realizado. Educação é particular e é geral, entender o que significa para cada um é um importante passo para não a confundir com o respeito.</p>



<p>O respeito parte também do convívio social, mas ele fica nele. Respeitar é um conceito tão fixado que parece ser de difícil resposta. É uma palavra que desde cedo somos habituados e jamais pensamos em defini-la individualmente. Muitas vezes podemos responder que “respeito é respeitar as pessoas”, pode parecer redutor, mas é extremamente inclusivo. Respeitar tem a ver com o outro e com nossas ações em relação a eles. </p>



<p>Em muitos momentos esses conceitos podem se confundir, isso porque muitas vezes eles se completam. Momentos que podemos classificar como advindos da educação se convertem com o tempo em ações de respeito. Por exemplo, por muito tempo alguns comportamentos sociais podem ter sido colocados enquanto ‘educados’, mas com crescente aquisição se tornou uma etiqueta social, portanto, um sinal de respeito. </p>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-sob-multiplos-olhares"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/95c78933e95d00e235e347a4d27697df.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-sob-multiplos-olhares"> <strong>Educação Sob Múltiplos Olhares</strong> </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> A obra é um movimento conjunto entre professores e alunos que perpassa pelos seguintes temas: a atuação do pedagogo fora do âmbito escolar; o Manifesto dos Pioneiros da Educação de 1932; a proletarização do ensino na LDB de 1996; a inserção de crianças com necessidades educacionais especiais na escola regular; a aprendizagem e o desenvolvimento da criança de 0 a 6 anos; acessibilidade escolar do cadeirante; e a Educação Musical no ensino fundamental. Múltiplos olhares sobre a Educação conduzem reflexões que mobilizam sujeitos em sua dinâmica de diálogo com o mundo e consigo. </p>
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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/estudos-interdisciplinares-em-educacao-comunicacao-e-novas-tecnologias"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/6c418824c9ad4d298d0f55af2a7f69c4.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/estudos-interdisciplinares-em-educacao-comunicacao-e-novas-tecnologias"> <strong>Estudos interdisciplinares em Educação</strong> </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Os profissionais da educação defrontam-se hoje com exigências de ordens diversas no sentido de incorporarem as TIC às suas práticas em sala de aula. Na contemporaneidade “digital”, os recursos tecnológicos inseridos na prática docente como o computador, internet, televisão, aplicativos de celulares e outros, são instrumentos de contribuição para a ampliação das oportunidades de conhecimentos, dos quais as tecnologias devem ser vistas e entendidas como objetos de estudo para que os jovens tenham uma compreensão menos superficial de sua época, da influência midiática no discurso ideológico e no consumo. </p>
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<h2 class="wp-block-heading">Ambiente escolar</h2>



<p>Como foi dito, o respeito e a educação andam e devem continuar a andar juntos, principalmente quando se pensa nos ambientes escolares. Imagine só manter 40 alunos dentro de uma sala pequena e conseguir com que todas as diferenças sejam amenizadas em prol de um bem maior? É isso que as escolas fazem.</p>



<p>Todo dia ao iniciar uma aula é importante que todos estejamos preparados para aquilo, até mesmo os pais dos alunos. Com as tecnologias e as mudanças hormonais as crianças e adolescentes estão sempre propícias a terem sentimentos e reações adversas. É por isso que o papel do educador é importante, ele está ali para ensinar e aprender junto com os alunos, e é claro, considerar os diferentes mundos ali presentes.</p>



<p>Sabemos que a educação é um direito garantido pela Constituição Brasileira, mas ver a educação se fazendo cumprir é uma questão que envolve muita persistência. Na atual forma de governo do nosso país, existe um núcleo geral que cuida das questões educacionais, e é ele quem deve realizar os protocolos e cumprir com eles para que a educação seja concretizada.</p>



<p>O MEC, Ministério da Educação, é o responsável desde a distribuição de livros didáticos até a estipulação de bases e diretrizes a serem utilizadas pelos professores. Portanto, sua importância é vital para que as crianças e os adolescentes consigam receber a educação que merecem. Porém, como sabemos, a realidade muitas vezes anda desconexa das leis. </p>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/enfrentamento-do-bullying-no-ambiente-escolar"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/831b5bd13bb9b7322b73a3b5d79ef6fd.jpg" alt=""/></a><figcaption> <strong>Enfrentamento do Bullying no Ambiente Escolar</strong> </figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> A violência escolar ganhou contornos insustentáveis que prejudicam o exercício da convivência entre os pares no ambiente escolar. Esse fato acontece porque existem alguns comportamentos agressivos que para quem o faz, são brincadeiras inofensivas e vistas, muitas vezes, pelos educadores como normais, sendo que essas situações quando ocorrem de forma repetitiva no ambiente escolar, são conhecidas como bullying. </p>
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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://www.pacolivros.com.br/saude-escolar-a-responsabilidade-de-ensinar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/176x264/production/pacolivros/item-images/e702e483bdc4eb22554c3a4775fa5fa4.jpg" alt="" width="153" height="222"/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/saude-escolar-a-responsabilidade-de-ensinar"> Saúde Escolar<br>A Responsabilidade de Ensinar </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Este livro vem de encontro com os anseios de toda a Sociedade sobre temas relevantes e de suma importância sobre Saúde Escolar. Discorre-se, aqui, verdadeiras lições de casa para aqueles profissionais que realmente pensam em uma futura “Sociedade” mais digna e menos doente levando em consideração o contexto Escola/Saúde/ Aprendizagem. </p>
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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/74411d87ade04c810c1d34c4d41b9a8c.jpg" alt=""/><figcaption> <a href="https://www.pacolivros.com.br/inclusao-escolar-pesquisando-politicas-formacao-de-professores-e-praticas-pedagogicas">Inclusão escolar<br>Pesquisando políticas, formação de professores e práticas pedagógicas </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> O livro traz observações de estudos que delineiam um panorama sobre questões vitais à formação docente e atuação pedagógica, bem como fundamentos teóricos profundamente estimulados pelo que tem sido debatido na literatura especializada na área, visando estimular iniciativas reflexivas aos professores. </p>
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<h2 class="wp-block-heading">O Professor e a sua luta</h2>



<p>A luta do professor é pela classe educadora e pelos educandos. A faca de dois gumes representa, na verdade, apenas um mesmo lado: o da educação. Quando os professores fazem greves e paralisações, é por melhorias não apenas em seus salários, mas nas condições de trabalho. </p>



<p>Melhorar a educação é melhorar as pessoas. A luta discente envolve amor e muitos valores essenciais na escolha da profissão. A profissão docente é, muitas vezes, colocada em última opção por muitos vestibulandos, e a razão disso acontecer é o preconceito que a sociedade tem com essa classe, e também a desvalorização sofrida pelos professores.</p>



<p>Ser professor não é ser herói, mas é chegar quase lá! Dar uma nova chance através da educação é dar a faca e o queijo, aliás, o caderno e a caneta. É dar um livro vazio e pedir que o aluno escreva sua história da melhor forma possível. </p>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/professor-genial"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/b833a81bb919118dece492efa6979ede.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/professor-genial"> <strong>Professor Genial</strong> </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Professor Genial é a expressão que faz analogia a uma “rara espécie” na estrutura educacional docente brasileira. Isto porque se reveste de contraposições a muitas ações até então realizadas por muitos educadores do país no sentido de “melhorar o sistema educativo do Brasil” com fórmulas e indicações, teóricas e práticas, para minorar o sofrido cenário educacional verde e amarelo. Simultaneamente, a leitura lhe permitirá entender porque nossos alunos apresentam resultados sofríveis em exames internacionais de educação, em especial o PISA e apresenta possíveis soluções para o caos educacional gerado pela secular formação de nossos profissionais e alunos na filosofia positiva que atinge, nas suas estruturas, os sistemas econômico, jurídico, educacional, produtivo e, en¬fim, toda uma nação. </p>
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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/profissao-professor-facetas-de-identidades-profissionais-na-formacao-inicial-de-professores-de-linguas"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/aaeb6634085471857e87143ad704ee32.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/profissao-professor-facetas-de-identidades-profissionais-na-formacao-inicial-de-professores-de-linguas"> <strong>Profissão Professor</strong></a> </figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> No escopo das pesquisas em Linguística Aplicada, o tema das identidades profissionais está diretamente relacionado aos processos de ensino-aprendizagem de línguas, uma vez que perpassa aspectos sócio históricos e culturais que influenciam na percepção que os professores têm sobre si e sobre a sua profissão. “As identidades são compreendidas como produções efêmeras, fluidas e transeuntes que oscilam conforme os tempos e espaços” (Hall, 2009). </p>
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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/ser-professor-no-seculo-xxi-representacoes-sociais"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/8193f5c439a35e630ee24666894aca0a.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/ser-professor-no-seculo-xxi-representacoes-sociais"> Ser Professor no Século XXI<br>Representações Sociais </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Esta obra propõe uma discussão direta e sem maquiagem: o que é ser professor no contexto do século XXI? Suscita debates e reflexões acalouradas. Indica, através de uma pesquisa acurada e responsável, como não é fácil o trabalho do professor, principalmente através de depoimentos dos docentes. Seu texto traz à tona definições importantes da palavra trabalho. Apresenta, também, a esperança que ainda povoa a representação social docente: que o futuro possa brindar os professores com novas formas de organização escolar, melhor status e mais investimento na valorização do profissional da educação. Livro com texto desafiador e dinâmico. </p>
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<h2 class="wp-block-heading">A Leitura e sua importância na Educação</h2>



<p>Para finalizar esse artigo é necessário falar sobre alfabetização e leitura. A leitura é o olhar sobre o mundo, todos devemos ter o seu. Ela é o primeiro passo para a educação. Não há educação sem independência. A leitura deve ser o básico e o complexo. A leitura deve ser a carta de libertação da população em direção aos voos mais altos e promissores. </p>



<p>Aprender a ler é importante para ler o mundo e ser crítico sobre ele. A ‘palavramundo’ que diz Paulo Freire é o objetivo da educação. Ela quer dar livros e lápis para que possamos ler, ser e crescer. A leitura é importante para a educação, pois, ela autonomiza o ser e dá para ele a capacidade de agir sobre o mundo. </p>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/pratica-de-leitura-e-escrita-em-lingua-portuguesa"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/14193716ceea7966ae546a8e8b9ffd44.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/pratica-de-leitura-e-escrita-em-lingua-portuguesa"> <strong>Prática de leitura e escrita em língua portuguesa</strong> </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> “Prática de Leitura e Escrita em Língua Portuguesa ” é um livro prático que reúne rico material didático com a finalidade de potencializar a comunicação escrita do leitor, ensinando-o a escrever por meio de leituras críticas e práticas de estratégias discursivas, o que será de grande importância para todos que querem aprender técnicas fundamentais de leitura e escrita, úteis não somente na vida acadêmica, mas para toda a vida. </p>
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<p>A educação salva, a educação muda, ela e todos nós juntos. Vamos em frente?!</p>
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