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	<title>social &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>social &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Benefícios da igualdade da mulher em todos os âmbitos da sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 22:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
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					<description><![CDATA[O discurso acerca dos direitos das mulheres e o movimento feminista, suas origens e fundamentos, ascendeu na sociedade brasileira nos últimos anos, ganhando ampla relevância no contexto político e social. Nas redes sociais, campanhas e reivindicações sobre os direitos das mulheres ganham destaque e geram debates acalorados, convidando a todos a realizarem uma reflexão e autocritica quanto a suas ações e contribuições para a sociedade desigual em que vivemos. Como efeito dessa análise e discussão, gerações atuais têm modificado muitos paradigmas e questionado antigas regras socialmente impostas, frutos de uma sociedade em que o papel da mulher foi subjugado e seus direitos renegados social e legalmente ao longo da história. Toda essa luta se trata sobre igualdade de direitos. É inegável que vivemos em uma sociedade desigual, patriarcal, machista e preconceituosa, em que a mulher sofre muitas barreiras em todos os âmbitos de sua vida. Todavia, por mais que algumas pessoas não percebam, a luta por igualdade não fica reduzida ao universo feminino, pois a sociedade com um todo sofre dos efeitos da desigualdade fruto do patriarcado. Logo, a igualdade da mulher trará benefícios para a toda a sociedade, vamos conferir a seguir alguns benefícios gerados pela igualdade feminina em outros âmbitos da sociedade. Benefícios da igualdade da mulher Com a conquista da igualdade da mulher, muitos setores da sociedade se beneficiarão, vamos citar alguns deles: Benefícios econômicos: A maior presença das mulheres no mercado de trabalho, com igualdade de salários e oportunidades iguais de crescimento, pode impactar positivamente a economia, pois com mais membros economicamente ativos na sociedade, mais a economia gira. Sem falar que, sem se realizar distinção por gênero, mais talentos são aproveitados, gerando maiores ganhos em produtividade e melhores resultados financeiros em todos os setores do mercado. A equidade de gênero fortalece a economia, melhora a qualidade de vida de todas as pessoas e promove o desenvolvimento dos negócios. Benefícios na saúde pública: Homens e mulheres possuem diferentes condições e necessidades físicas. A igualdade de gênero implica em promover segurança física, financeira e emocional para as mulheres, com todas suas necessidades e condições particulares do ser feminino, atendidas. Tais condições afetam diretamente nos impactos positivos na saúde pública das mulheres e da sociedade como um todo. Benefícios sociais: A estrutura social fundada sob os moldes do patriarcado, reduz os seres humanos a seus papéis sociais, reduz suas particularidades e renega suas vulnerabilidades, oprimindo a todos nos mecanismos de sua estrutura. O alcance da igualdade da mulher não beneficia somente as mulheres, mas toda a estrutura social. Afinal, vivemos em uma sociedade patriarcal, que oprime mulheres e crianças e coloca os homens sob o jugo do papel de macho alfa, forte e destemido. Nesse jogo de papéis socialmente impostos, todos saem perdendo. A igualdade da mulher garante que todos os membros da sociedade possam viver com a liberdade da garantia de seus plenos direitos e sem as amarras dos papéis sociais a serem desempenhados de acordo com os paradigmas definidos pelo patriarcado. A igualdade feminina beneficia a todos!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">O discurso acerca dos direitos das mulheres e o movimento feminista, suas origens e fundamentos, ascendeu na sociedade brasileira nos últimos anos, ganhando ampla relevância no contexto político e social.</p>



<p>Nas redes sociais, campanhas e reivindicações sobre os direitos das mulheres ganham destaque e geram debates acalorados, convidando a todos a realizarem uma reflexão e autocritica quanto a suas ações e contribuições para a sociedade desigual em que vivemos.</p>



<p>Como efeito dessa análise e discussão, gerações atuais têm modificado muitos paradigmas e questionado antigas regras socialmente impostas, frutos de uma sociedade em que o papel da mulher foi subjugado e seus direitos renegados social e legalmente ao longo da história.</p>



<p>Toda essa luta se trata sobre igualdade de direitos. É inegável que vivemos em uma sociedade desigual, patriarcal, machista e preconceituosa, em que a mulher sofre muitas barreiras em todos os âmbitos de sua vida.</p>



<p>Todavia, por mais que algumas pessoas não percebam, a luta por igualdade não fica reduzida ao universo feminino, pois a sociedade com um todo sofre dos efeitos da desigualdade fruto do patriarcado.</p>



<p>Logo, a igualdade da mulher trará benefícios para a toda a sociedade, vamos conferir a seguir alguns benefícios gerados pela igualdade feminina em outros âmbitos da sociedade.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Benefícios da igualdade da mulher</strong></p>



<p>Com a conquista da igualdade da mulher, muitos setores da sociedade se beneficiarão, vamos citar alguns deles:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Benefícios econômicos: </strong></li></ul>



<p>A maior presença das mulheres no mercado de trabalho, com igualdade de salários e oportunidades iguais de crescimento, pode impactar positivamente a economia, pois com mais membros economicamente ativos na sociedade, mais a economia gira.</p>



<p>Sem falar que, sem se realizar distinção por gênero, mais talentos são aproveitados, gerando maiores ganhos em produtividade e melhores resultados financeiros em todos os setores do mercado. A equidade de gênero fortalece a economia, melhora a qualidade de vida de todas as pessoas e promove o desenvolvimento dos negócios.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Benefícios na saúde pública:</strong></li></ul>



<p>Homens e mulheres possuem diferentes condições e necessidades físicas. A igualdade de gênero implica em promover segurança física, financeira e emocional para as mulheres, com todas suas necessidades e condições particulares do ser feminino, atendidas. Tais condições afetam diretamente nos impactos positivos na saúde pública das mulheres e da sociedade como um todo.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Benefícios sociais:</strong></li></ul>



<p>A estrutura social fundada sob os moldes do patriarcado, reduz os seres humanos a seus papéis sociais, reduz suas particularidades e renega suas vulnerabilidades, oprimindo a todos nos mecanismos de sua estrutura. O alcance da igualdade da mulher não beneficia somente as mulheres, mas toda a estrutura social. Afinal, vivemos em uma sociedade patriarcal, que oprime mulheres e crianças e coloca os homens sob o jugo do papel de macho alfa, forte e destemido. Nesse jogo de papéis socialmente impostos, todos saem perdendo.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A igualdade da mulher garante que todos os membros da sociedade possam viver com a liberdade da garantia de seus plenos direitos e sem as amarras dos papéis sociais a serem desempenhados de acordo com os paradigmas definidos pelo patriarcado.</p>



<p>A igualdade feminina beneficia a todos!</p>
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		<title>Dia do Historiador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 12:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Historiador é uma das profissões mais importantes para o mundo. É a partir dos estudos desse profissional que podemos entender um pouco mais do passado e até descobrir novas informações a respeito de algo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Historiador é uma das profissões mais importantes para o mundo. É a partir dos estudos desse profissional que podemos entender um pouco mais do passado e até descobrir novas informações a respeito de algo.</em></p>



<p><em>Dada sua importância para o desenvolvimento da humanidade, o profissional tem um dia em sua homenagem no calendário brasileiro. A data foi escolhida em homenagem ao aniversário de Joaquim Nabuco (1849 &#8211; 1910), historiador, escritor e diplomata pernambucano.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Dia do Historiador</h2>



<p>Um dos maiores filósofos da Roma Antiga, Marco Túlio Cícero, definiu que “A história é testemunha do passado, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida, anunciadora dos tempos antigos”, dando um significado robusto para a figura do historiador e evidenciando o seu grande compromisso com a humanidade.</p>



<p>No entanto, a sociedade atual ainda encara, com dificuldade, o historiador ser um cientista, fazendo descobertas que podem moldar o futuro que desejamos ter, apesar de a sua fonte de pesquisa ser o passado.</p>



<p>Dessa maneira, o historiador consegue nos mostrar que a produção do conhecimento é um elo fundamental para que as pessoas possam conhecer o passado das suas civilizações e quais foram os caminhos percorridos para termos o que temos hoje e como isso ainda pode influenciar o futuro.</p>



<p>A formação superior de um historiador o prepara para ser professor do Ensino Básico, a partir do título de licenciatura, evidenciando, com isso, seu papel durante a formação de crianças e jovens, e para pesquisa e Ensino Superior, com o título de bacharel.</p>



<p>Portanto, o profissional assume o compromisso de difundir conhecimento sem parcialidades, preservando o máximo possível do senso crítico necessário para realizar avaliações de determinados períodos históricos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Formação crítica da sociedade</h2>



<p>Se hoje conseguimos formar opiniões sobre diversos assuntos sociopolíticos, em grande parte, é pelo trabalho incansável do historiador em preservar o passado.</p>



<p>Pesquisa cientifica pode nos trazer informações valiosas e sem essa produção, corre-se o risco de cair no esquecimento, dando brechas para informações falsas e construção de caminhos perigosos, que podem minar o conhecimento acadêmico.</p>



<p>Dessa maneira podemos entender que a sociedade só é capaz de ser crítica e reivindicar seus direitos por ter acesso ao passado e compreender as bases que levaram o ser humano a evoluir durante os séculos.</p>



<p>Prova disso está no próprio Joaquim Nabuco, homenageado para sempre pela data comemorativa do historiador. Sua produção acadêmica consiste em ensaios, livros e discursos condenando a prática da escravidão, quando esse período ainda não era encarado como retrocesso.</p>



<p>Em sua obra, disponível em domínio público, Nabuco consegue ser a frente do seu tempo e analisa o período escravagista sob o aspecto:</p>



<p>&#8211; Histórico;</p>



<p>&#8211; Religioso;</p>



<p>&#8211; Político;</p>



<p>&#8211; Social;</p>



<p>&#8211; Jurídico.</p>



<p>A preocupação do historiador em formar uma sociedade livre do abuso de direitos, fez com que fosse um dos principais líderes abolicionistas e sua obra preserva a importância de conhecer o passado para não repetir no futuro.</p>



<p>Joaquim Nabuco é apenas um dos muitos exemplos de profissionais acadêmicos que se comprometem em não somente analisar o passado, como também em deixar estudos e pesquisas valiosas dos problemas atuais da sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Falta de regulamentação da profissão no Brasil</h2>



<p>Mesmo que seja evidente a importância do historiador, a regulamentação desse profissional no Brasil ainda é alvo de grandes polêmicas.</p>



<p>Em fevereiro desse ano, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2020-02/senado-aprova-regulamentacao-da-profissao-de-historiador">Senado Federal aprovou a regulamentação do historiador</a>, tomando como base sua formação superior em História ou em áreas correlatas, desde que o profissional comprove atuação como historiador por pelo menos cinco anos.</p>



<p>O entendimento do Senado foi importante não só para dar destaque a esse profissional, como também assumir um compromisso com a difusão correta de conhecimentos sociopolíticos.</p>



<p>No entanto, em abril, a&nbsp;<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/04/27/planalto-veta-regulamentacao-da-profissao-de-historiador">Presidência da República decidiu vetar na íntegra essa possibilidade.</a>&nbsp;Uma das justificativas dadas pelo Planalto é que, ao regularizar a profissão, “o livre exercício” fica restringido e supostamente fere o princípio constitucional da liberdade de expressão intelectual, artística, científica e de comunicação.</p>



<p>Apesar de a justificativa ter base em um direito fundamental previsto na Constituição, a falta de reconhecimento da produção de pesquisa ao nível superior pode fazer com que as informações ali contidas não sejam encaradas como verdadeiras, abrindo espaço para a produção independente e, por vezes, sem compromisso com a verdade.</p>



<p>O livre exercício de uma profissão de peso para a sociedade tem impacto direto também com a formação crítica dela, porém, com o perigo cercear o conhecimento com total parcialidade de informações e com dados que podem não ser checados antes de se produzir um artigo acadêmico.</p>



<p>A profissão historiador é uma base importante para se compreender também as evoluções em outras áreas fundamentais da sociedade. A produção do conteúdo científico e eternas pesquisas no campo social são essenciais para que a medicina consiga tratar melhor seus enfermos, por exemplo.</p>



<p>Doenças atuais, que estão no centro dos debates, se formaram em um passado onde ninguém parecia querer lidar com sua propagação. O impacto negativo de certas imposições históricas, nos servem de base para compreender diversas modificações e são importantes para o conhecimento médico, de modo a tratar melhor sua área clínica.</p>



<p>O impacto do historiador também faz a diferença na parte jurídica de um país, uma vez que a investigação acadêmica através de artigos foi capaz de modificar legislações pelo mundo que antes violavam direitos fundamentais do cidadão.</p>



<p>Com um campo vasto de atuação, o historiador também exercesse um grande papel na preservação cultural da sociedade em que ele está inserido. Graças ao seu trabalho com a memória, é possível encontrar esse profissional nas assessorias do Arquivo Nacional, museus e até mesmo contratado como pesquisador para a produção audiovisual de documentários e filmes que retratem alguma época em específico.</p>



<p>Podemos entender, portanto, que o historiador é a base da preservação e do desenvolvimento cada vez maior da sociedade, sempre chamando atenção para o perigo do retrocesso e construindo novos caminhos.</p>



<p>Por isso, para este 19 de agosto, gostaríamos de felicitar todos os profissionais que dedicam seu tempo na construção de uma sociedade mais justa e igualitária para o presente e futuro, sem esquecer do passado.</p>
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		<title>Sobre Cinema e Educação, tudo a ver!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 12:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem pensa que cinema e educação são duas coisas completamente distintas está bem enganado, pois têm tudo a ver um com o outro e juntos desenvolvem um papel muito importante na sociedade e no processo de aprendizagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Quem pensa que cinema e educação são duas coisas completamente distintas está bem enganado, pois têm tudo a ver um com o outro e juntos desenvolvem um papel muito importante na sociedade e no processo de aprendizagem.</em></p>



<p><em>Por isso, iremos destrinchar um pouco das contribuições do cinema na educação e refletir sobre a relevância de utilizá-lo como ferramenta de ensino.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância social do cinema</h2>



<p>Cinema é uma importante fonte de reflexão social. Até mesmo histórias fictícias representam aspectos importantes da sociedade. Isso nos faz perceber padrões de comportamentos imperceptíveis no dia a dia, por estarmos muito imersos em um certo modelo social.</p>



<p>Arte, em geral, muitas vezes desempenha esse papel de reproduzir a sociedade para que, vendo de fora, possamos notas suas características e refletir sobre seus valores. Dessa forma, desenvolvemos nossa capacidade de pensar criticamente.</p>



<p>Algumas vezes, os filmes já partem de uma crítica e deixa a cargo do telespectador pensar se concorda ou não com ela. Outras vezes o objetivo é simplesmente expor de forma clara um problema social, para que mais atenção seja dada a ele e como forma de protesto.</p>



<p>O cinema também faz questão de exaltar os grandes feitos da humanidade. Nem tudo é sobre problemas e guerras, a beleza também é um tópico bastante abordado. Grandes descobertas e nomes importantes sempre tem espaços nas produções cinematográficas.</p>



<p>Portanto, socialmente, o cinema é importante para nos fazer encarar de frente a sociedade em que vivemos e perceber seus aspectos negativos e positivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relação entre cinema e educação</h2>



<p>Quando pensamos na relação entre cinema e educação, a primeira coisa que virá à nossa cabeça são os documentários e os filmes classificados como educativos. Esses dois gêneros cinematográficos possuem grande importância no ensino.</p>



<p>O documentário, por apresentar de forma direta exposição e reflexão sobre uma história real, ganha credibilidade nas escolas, devido à veracidade e relevância dos assuntos abordados.</p>



<p>Filmes educativos são aqueles produzidos especialmente para ensinar algo. Geralmente, eles são destinados ao público infantil, para promover uma forma de ensino mais atrativa para as crianças.</p>



<p>Contudo, as contribuições das obras cinematográficas para a educação vão muito além. Filmes são compostos pela união de estruturas muito complexas, como:</p>



<p>&#8211; Roteiro;</p>



<p>-Trilha sonora;</p>



<p>&#8211; Efeitos visuais;</p>



<p>&#8211; Fotografia;</p>



<p>&#8211; Dentre outros.</p>



<p>Todos esses elementos são pensados com um objetivo. As cores e músicas escolhidas, por exemplo, influenciam diretamente no sentimento transmitido pela cena.</p>



<p>Faça um experimento: assista a uma cena triste de qualquer filme enquanto escuta uma música animada ao fundo. As sensações são completamente diferentes das sentidas na cena original.</p>



<p>Entenda que, saber fazer uma análise, mesmo que superficial, desses elementos que compõe um filme, ou até mesmo um vídeo, é de extrema importância para todas as pessoas e não daqueles que estudam cinema.</p>



<p>Um exemplo da aplicação desses conhecimentos no cotidiano é em propagandas. Tendo conhecimento de como os elementos influenciam a conexão da pessoa com a imagem ou o vídeo, faz com que sejamos capazes de olhar de maneira crítica as milhares de propagandas que nos rodeiam. Isso é de extrema importância para a sociedade.</p>



<p>Além disso, os filmes costumam ser bastante coerentes ao retratar o contraste entre cultura, sociedade e política. Isso quer dizer que ao assistir um filme você terá contato com uma história situada em um contexto que reflete características, reais ou fantasiosas, de uma sociedade, sua cultura e sua política.</p>



<p>Isso nos faz entender melhor dinâmicas sociais e como elas são influenciadas pela cultura, política e vice-versa. O desenvolvimento dessa capacidade de pensar lógica e criticamente é muito importante no processo de aprendizagem e na vida além da sala de aula.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o cinema nas salas de aula?</h2>



<p>Por ser capaz de prender a atenção de pessoas de todas as idades, os filmes são muito eficazes quando o assunto é educação. É muito mais fácil manter o aluno focado em um filme durante duas horas do que em uma aula expositiva com metade desse tempo.</p>



<p>Isso acontece porque a receptividade ao ato de assistir filme é grande, pois tem um pressuposto de diversão. Entretanto, aulas tradicionais possuem uma expectativa contrária, os jovens sempre a esperam com desânimo.</p>



<p>Claro que simplesmente assistir a um filme não substitui uma aula. A intenção ao se utilizar o cinema como aliado da educação é tomar os filmes como objetos de estudos, para reflexões, principalmente, históricas, culturais, sociais e políticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação motivada pela cultura</h2>



<p>O psicólogo Lev Vygotsky, figura muito importante no cenário educacional, defende sua ideia construtivista acerca do processo de aprendizagem. Resumidamente, ele conclui, através de seus estudos, que o convívio social, o contato com as pessoas e com a cultura é o que gera conhecimento.</p>



<p>Sendo assim, diz que a aprendizagem ocorre muito além do ambiente escolar e é um processo que se inicia bem antes do início da educação formal. Isso acontece porque desde que nascemos, estamos em contato constante com pessoas adultas que possuem certa bagagem histórica e cultural.</p>



<p>A vastidão de conteúdos cinematográficos faz com que tenhamos acesso aos mais diversos conteúdos do ponto de vista de vários países diferentes. Com o advento da tecnologia, é possível ter contato com cultura do mundo inteiro através dos filmes, pois além de retratar características sociais de diferentes nacionalidades, reflete tendências culturais específicas de cada país.</p>



<p>Sendo assim, a nossa interação com os conteúdos culturais à nossa volta, são de suma importância para a educação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Portanto, após todas essas reflexões, podemos perceber o profundo vínculo entre o cinema e a educação. As reflexões sociais e os fatos históricos, principalmente, são materiais fornecidos pelos filmes que são muito preciosos para o ensino.</p>



<p>Além disso, os filmes são uma expressão muito complexa de arte, sendo assim, ele é bastante eficaz em retratar a sociedade, que também é complexa. O cinema é capaz de expressar com maestria toda essa complexidade.</p>



<p>As obras cinematográficas são capazes de desenvolver conhecimentos intrapessoais também. Elas retratam, na maioria das vezes, personagens com várias camadas psicológicas que nos fazem refletir sobre nós mesmos.</p>



<p>Nós da Paco Editoria, nos preocupamos especialmente com a dinâmica ensino-aprendizagem. Entre no&nbsp;<a href="https://editorialpaco.com.br/">nosso site</a>&nbsp;e tenha acesso aos nossos conteúdos extremamente relevantes para a educação.</p>
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		<title>15/05 &#8211;  DIA DO ASSISTENTE SOCIAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 12:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[assistente]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma profissão que, por muito tempo, não era reconhecida nem pelo Estado e nem pela sociedade. De origem das obras de caridade, praticadas pela Igreja Católica, a profissão de assistente social nasceu em busca de melhores condições de vida a todos os cidadãos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Uma profissão que, por muito tempo, não era reconhecida nem pelo Estado e nem pela sociedade. De origem das obras de caridade, praticadas pela Igreja Católica, a profissão de <strong>assistente social</strong> nasceu em busca de melhores condições de vida a todos os cidadãos.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Em nosso site Paco Livros temos obras sobe o assunto que podem muito ajudar a entender mais sobre essa profissão:</p>



<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://www.pacolivros.com.br/servico-social">me leve para o site</a></div>



<p>Desde a regulamentação da ocupação, em 15 de maio de 1962, foi instituído o dia do <strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/servico-social">assistente social</a></strong> no Brasil. Embora a profissão tenha passado por mudanças ao longo das décadas, <strong>o dia 15 é resguardado como momento de celebrar e dar visibilidade a esses profissionais</strong>. </p>



<p>Instalados em órgãos governamentais, hospitais, escolas e entidades sociais, os <strong>assistentes sociais</strong> trabalham tanto na elaboração quanto na fiscalização e implementação de políticas públicas. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Profissional que discute direitos: como tudo começou?</h2>



<p>Se hoje falamos em direitos da criança e do adolescente, direitos das mulheres, dos idosos e das pessoas com deficiência, é porque <strong>existe uma história de profissionais assistentes sociais que batalharam para que os direitos das minorias pudessem ser reconhecidos</strong>.</p>



<p>Demarcado pelo período colonial, o Brasil sofreu as influências portuguesas, que determinou as características de um país agrário e escravocrata. Como tal, não se falava em direitos. <strong>Essa discussão só começou a ser feita quando os imigrantes europeus chegaram ao Brasil</strong>.</p>



<p>A emergência de uma classe burguesa no país fez com que alguns poucos direitos fossem sendo concedidos como troca de privilégios. </p>



<p>Na Europa, as discussões por direitos civis, políticos e sociais já vinham sendo feitas desde a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789, elaborada durante a Revolução Francesa. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Assistência social no campo da Filantropia</h2>



<p>Em um Estado Imperial e que existia a preocupação com a manutenção da nobreza, <strong>as minorias eram relegadas ao terceiro plano</strong>. Com isso, a Igreja Católica, que tem como um dos princípios o amor ao próximo, tomou a iniciativa de ajuda aos pobres.</p>



<p><strong>Direitos básicos que conhecemos hoje, como direito à alimentação, moradia e assistência médica, por exemplo, não existiam</strong>. Afinal, a pobreza era tida como falta de caráter ou, simplesmente, caso de preguiça. </p>



<p>Por outro lado, não era vista como uma questão social. Essa discussão só começaria a ser feita por volta da década de 1930, quando o governo assume uma ação populista sobre os direitos civis, políticos e sociais. </p>



<p><strong>A assistência social, embora começasse a ser dirigida pelo Estado, era relegada ao plano do assistencialismo ou concessão do governo</strong>. Os primeiros cidadãos a terem direitos sociais foram os trabalhadores formais. A iniciativa foi tomada em vista de conter as manifestações da classe trabalhadora emergente. </p>



<p>Um dos primeiros passos para a regulamentação da profissão de <strong>assistente social</strong> ocorreu em 1936, com a <strong>criação da primeira escola de Serviço Social, também ligada à Igreja Católica</strong>.</p>



<p>Mas lembra que mencionamos que a pobreza não era tida como uma questão social? Pois bem, o trabalho do <strong>assistente social</strong>, no início, estava <strong>voltado à correção dos desajustados e a controlar os conflitos sociais</strong>. </p>



<p>Resumindo, o Estado não queria problemas. Por isso, a profissão sofria com as influências políticas e partidárias. Sendo assim, cabia ao <strong>assistente social</strong> tratar o indivíduo e não a coletividade. </p>



<p>Como uma forma de aproximação entre o <strong>assistente social</strong> e o governo, <strong>em 1942, é criada a Legião Brasileira de Assistência Social (LBA)</strong>. Era marcada pelo trabalho feminino e sofria a interferência governamental em suas atuações. </p>



<p>Daí provém a estreita relação entre as primeiras-damas e as ações de assistência social, pois a presidência do órgão, na época, foi destinada à então primeira-dama, esposa de Getúlio Vargas. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se deu a expansão do trabalho do assistente social?</h2>



<p>Com a Legião, o trabalho do <strong>assistente social</strong> se expande para as demais regiões do país e o órgão dá apoio também às escolas de Serviço Social que estavam em desenvolvimento. </p>



<p><strong>Nos anos que se seguiriam, mais ou menos até 1945, a Igreja Católica leva para dentro do cristianismo uma proposta de diminuição das barreiras sociais entre os indivíduos</strong>. </p>



<p>É desse momento, então, que surgem as diferentes irmandades cristãs católicas, que tinham a intenção de atuar nas práticas sociais. </p>



<p>A partir daqui, as primeiras entidades de assistência social ganham espaço, com trabalhos voltados a atender as comunidades.</p>



<p>Desde os anos de 1960, com a instauração da Ditadura Militar, há um aumento muito grande da população vulnerável. Embora o Estado passe a agir para minimizar a situação social, é desse período a criação de órgãos técnicos, tais como Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor (Funabem) e o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS)</p>



<p>A grande mudança para a profissão de <strong>assistente social</strong>, porém, viria com <strong>a retomada de direitos e a promulgação da Constituição Brasileira, em 1988</strong>. </p>



<p>A partir de então, <strong>a assistência social deixa de ser tratada como um favor e passa a ser vista como um direito do cidadão e um dever do Estado</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais mudanças a Constituição trouxe para o assistente social?</h2>



<p><strong>O tripé da Seguridade Social é uma das principais marcas da Constituição, com direitos previstos para as áreas da saúde, assistência social e Previdência</strong>. A partir de então, estabelece-se o Estado Democrático de Direito. </p>



<p>O acesso aos serviços públicos é visto como uma prioridade para se alcançar, em todo território nacional, maior igualdade de direitos. </p>



<p>Nesse momento, as entidades sociais estavam no comando do debate sobre a assistência social no país. </p>



<p><strong>Se antes a assistência social era delegada aos mais necessitados ou aos trabalhadores formais, a Constituição de 1988 muda esse paradigma e traz o acesso universal</strong>. Ou seja, ela precisa ser prestada independentemente de contribuições. </p>



<p>Além disso, o trabalho do <strong>assistente social</strong> deixa de ser tido como o enfrentamento à pobreza, simplesmente, para ser respaldado pelo <strong>enfrentamento às desigualdades sociais</strong>. </p>



<p>A assistência social, no entanto, era debatida apenas dentro dos órgãos governamentais e nas entidades sociais. Para ampliar a participação da sociedade civil e prever mecanismos de gestão, <strong>em 1993, é aprovada a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas)</strong>.</p>



<p>Com o texto legislativo, o <strong>assistente social</strong> ganha respaldo jurídico para lutar por direitos sociais, pois esses estão previstos em lei. </p>



<p>Além disso, a Loas estabelece a participação de estados e municípios na gestão da política de assistência social, o que abre espaço para contratação de profissionais graduados em serviço social em diferentes áreas governamentais. </p>



<p>Outra grande mudança importante para a profissão ocorreu em 2005, com a <strong>criação do Sistema Único de Assistência Social (Suas)</strong>, inspirado nos moldes do Sistema Único de Saúde (SUS). </p>



<p>Pelo Suas, os serviços, benefícios e programas passam a ser organizados em instâncias e há uma padronização no atendimento à população. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as áreas da assistência social?</h2>



<p>Dentro da assistência social, há uma organização que se distribui da seguinte maneira:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Proteção Social Básica</strong>: destinada à manutenção de vínculos familiares e sociais e com a proposta de fazer com que o indivíduo esteja inserido no mercado de trabalho e na comunidade. É realizado, principalmente, nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras); </li><li><strong>Proteção Social Especial</strong>: nesse momento, atua-se para reestabelecer os vínculos sociais, pois esses já foram violados. Além dos vínculos, a proteção especial também trabalha para proteger direitos, que também se encontram violados. Para esse trabalho, existem os Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas). </li><li>Inserção de pessoas vulneráveis nas políticas públicas; </li><li>Prevenção da vulnerabilidade por meio de iniciativas que promovam a inclusão, a exemplo de programas nos Cras e oferta de benefícios sociais; </li><li>Promoção social dos indivíduos, com estratégias que o coloquem no mercado de trabalho, para que ele tenha autonomia para tomar decisões em todos os âmbitos da vida. Assim, o cidadão não precisa ser dependente de algum programa em específico; e </li><li>Proteção de direitos, principalmente das pessoas vulneráveis e que não possuem acesso à renda e demais políticas públicas. </li></ul>
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