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	<title>Semana de Planejamento Pedagógico &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>Semana de Planejamento Pedagógico &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Fapesp, reitores de Unesp, USP e Unicamp e Instituto AI2 assinam convênio para impulsionar área de inteligência artificial da indústria paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 13:07:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao lado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da USP, da Unicamp e do Instituto Avançado para Inteligência Artificial (AI2), a Unesp firmou no último dia 18, quarta-feira, um convênio com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) para a implantação do Centro de Pesquisas Aplicadas em Ciência de Dados para a Indústria Inteligente. O convênio cria uma frente de pesquisa dedicada a explorar soluções nas áreas de ciência de dados e inteligência artificial com o objetivo final de melhorar a eficiência, a inovação e a competitividade do parque industrial paulista. A assinatura do acordo foi feita na capital em uma cerimônia com a presença de Josué Gomes da Silva, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Senai-SP, de Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp, e dos reitores da Unesp, USP e Unicamp, respectivamente, professores Pasqual Barretti, Carlos Gilberto Carlotti Junior e Antonio José de Almeida Meirelles. &#8220;Esse convênio é um grande avanço na relação das universidades com o Senai. Temos os mesmos propósitos, que são o desenvolvimento industrial, social e econômico do país. Nossa parceria aumenta a conexão entre a universidade e a indústria em prol da sociedade, para quem, afinal de contas, é que a gente trabalha&#8221;, disse o reitor Pasqual Barretti. O convênio com o Senai ocorre ao final de um ano em que a Unesp se destacou nos rankings universitários em indicadores ligados à qualidade da pesquisa e à colaboração com a indústria, indicadores que impulsionaram a classificação da Universidade nas últimas divulgações da consultoria britânica Times Higher Education (THE). Em outubro, a edição mundial do ranking de universidades da THE apontou a Unesp na&#160;sexta colocação entre as universidades brasileiras, com um crescimento significativo no indicador &#8220;Engajamento com a Indústria&#8221;, que se propõe a medir a capacidade da instituição em colaborar com o setor. Em novembro, com uma metodologia diferente do ranking global, o&#160;THE Latin America University Rankings 2024 listou a Unesp na quinta posição entre as universidades da América Latina, com um avanço expressivo no indicador &#8220;Qualidade da Pesquisa&#8221;. &#8220;Claro que é uma honra dividir este espaço com as três (universidades) estaduais, é uma conquista do AI2, que já teve experiência com o Senai do Paraná, no qual treinamos cinco turmas de residentes na área de IA&#8221;, diz o professor Sérgio Novaes, diretor científico do Núcleo de Computação Científica da Unesp e superintendente&#160;do Instituto AI2, um consórcio de pesquisadores que também é signatário do convênio com o Senai-SP.&#160;&#8220;A ideia não é fazer um centro físico (&#8230;). Temos que ver as demandas do setor privado. O que eles querem, do que precisam, o que estão dispostos a desenvolver. Não acho que se deva seguir (apenas) com as iniciativas acadêmicas porque isso é muito tímido para as necessidades nacionais. Os estudantes desta área estão largando os cursos, desde a graduação, para ir trabalhar no mercado. Nossa ideia então é escapar deste modelo e oferecer algum tipo de treinamento que possa escalar&#8221;, afirma Novaes, citando o exemplo de investimento da China em inteligência artificial. Na China, a Huawei está se comprometendo a formar 1,5 milhão de especialistas em IA em dois anos. A China está ensinando as bases de programação em Python no curso primário. Então o sarrafo é muito mais alto do que se está pensando no Brasil. Precisamos focar no mercado de trabalho. Temos 380 mil vagas disponíveis sem gente qualificada para ocupar. O foco não pode ser fazer mais do mesmo, apenas mantendo treinamento acadêmico&#8221;Sérgio Novaes,&#160;superintendente do Instituto AI2 e&#160;diretor científico do Núcleo de Computação Científica da Unesp BiotecnologiaAlém do convênio em parceria com a Fapesp, as outras universidades estaduais paulistas e o AI2 para a implantação do Centro de Pesquisas Aplicadas em Ciência de Dados para a Indústria Inteligente, a Unesp também assinou na ocasião um acordo de cooperação com o Senai-SP na área de biotecnologia, especificamente para a realização conjunta de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação que envolvem o trabalho realizado no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (Cevap) do câmpus de Botucatu. &#8212;&#8211;*Com informações da assessoria de comunicação do Senai-SP Fonte: Unesp   Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em><em>Ao lado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da USP, da Unicamp e do Instituto Avançado para Inteligência Artificial (AI2), a Unesp firmou no último dia 18, quarta-feira, um convênio com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) para a implantação do Centro de Pesquisas Aplicadas em Ciência de Dados para a Indústria Inteligente. O convênio cria uma frente de pesquisa dedicada a explorar soluções nas áreas de ciência de dados e inteligência artificial com o objetivo final de melhorar a eficiência, a inovação e a competitividade do parque industrial paulista.</em></em></p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-39507" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p><em>A assinatura do acordo foi feita na capital em uma cerimônia com a presença de Josué Gomes da Silva, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Senai-SP, de Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp, e dos reitores da Unesp, USP e Unicamp, respectivamente, professores Pasqual Barretti, Carlos Gilberto Carlotti Junior e Antonio José de Almeida Meirelles.</em></p>



<p><em>&#8220;Esse convênio é um grande avanço na relação das universidades com o Senai. Temos os mesmos propósitos, que são o desenvolvimento industrial, social e econômico do país. Nossa parceria aumenta a conexão entre a universidade e a indústria em prol da sociedade, para quem, afinal de contas, é que a gente trabalha&#8221;, disse o reitor Pasqual Barretti.</em></p>



<p><em>O convênio com o Senai ocorre ao final de um ano em que a Unesp se destacou nos rankings universitários em indicadores ligados à qualidade da pesquisa e à colaboração com a indústria, indicadores que impulsionaram a classificação da Universidade nas últimas divulgações da consultoria britânica Times Higher Education (THE). Em outubro, a edição mundial do ranking de universidades da THE apontou a Unesp na&nbsp;</em><a href="https://www2.unesp.br/portal#!/noticia/37843/ranking-global-coloca-unesp-na-sexta-posicao-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>sexta colocação entre as universidades brasileiras</em></a><em>, com um crescimento significativo no indicador &#8220;Engajamento com a Indústria&#8221;, que se propõe a medir a capacidade da instituição em colaborar com o setor. Em novembro, com uma metodologia diferente do ranking global, o&nbsp;</em><a href="https://www2.unesp.br/portal#!/noticia/37876/unesp-salta-para-quinta-posicao-em-ranking-da-america-latina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>THE Latin America University Rankings 2024 listou a Unesp na quinta posição entre as universidades da América Latina</em></a><em>, com um avanço expressivo no indicador &#8220;Qualidade da Pesquisa&#8221;.</em></p>



<p><em>&#8220;Claro que é uma honra dividir este espaço com as três (universidades) estaduais, é uma conquista do AI2, que já teve experiência com o Senai do Paraná, no qual treinamos cinco turmas de residentes na área de IA&#8221;, diz o professor Sérgio Novaes, diretor científico do Núcleo de Computação Científica da Unesp e superintendente&nbsp;do Instituto AI2, um consórcio de pesquisadores que também é signatário do convênio com o Senai-SP.&nbsp;&#8220;A ideia não é fazer um centro físico (&#8230;). Temos que ver as demandas do setor privado. O que eles querem, do que precisam, o que estão dispostos a desenvolver. Não acho que se deva seguir (apenas) com as iniciativas acadêmicas porque isso é muito tímido para as necessidades nacionais. Os estudantes desta área estão largando os cursos, desde a graduação, para ir trabalhar no mercado. Nossa ideia então é escapar deste modelo e oferecer algum tipo de treinamento que possa escalar&#8221;, afirma Novaes, citando o exemplo de investimento da China em inteligência artificial.</em></p>



<p><em>Na China, a Huawei está se comprometendo a formar 1,5 milhão de especialistas em IA em dois anos. A China está ensinando as bases de programação em Python no curso primário. Então o sarrafo é muito mais alto do que se está pensando no Brasil. Precisamos focar no mercado de trabalho. Temos 380 mil vagas disponíveis sem gente qualificada para ocupar. O foco não pode ser fazer mais do mesmo, apenas mantendo treinamento acadêmico&#8221;<br>Sérgio Novaes,&nbsp;superintendente do Instituto AI2 e&nbsp;diretor científico do Núcleo de Computação Científica da Unesp</em></p>



<p><em>Biotecnologia<br>Além do convênio em parceria com a Fapesp, as outras universidades estaduais paulistas e o AI2 para a implantação do Centro de Pesquisas Aplicadas em Ciência de Dados para a Indústria Inteligente, a Unesp também assinou na ocasião um acordo de cooperação com o Senai-SP na área de biotecnologia, especificamente para a realização conjunta de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação que envolvem o trabalho realizado no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (Cevap) do câmpus de Botucatu.</em></p>



<p><em>&#8212;&#8211;<br>*Com informações da assessoria de comunicação do Senai-SP</em></p>



<p>Fonte:<em> <strong><em>Unesp</em></strong>  </em></p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www2.unesp.br/portal#!/noticia/37926/fapesp-reitores-de-unesp-usp-e-unicamp-e-instituto-ai2-assinam-convenio-para-impulsionar-area-de-inteligencia-artificial-da-industria-paulista">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Pesquisadores da Escola de Comunicação da UFRJ buscam formas de combater a desinformação na era digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 13:03:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Laboratório e projetos de pesquisa da ECO podem ajudar a entender como o fenômeno da desinformação assume novos formatos quando ocorre nas redes sociais A desinformação, muitas vezes propagada no meio digital, virou assunto corriqueiro em uma sociedade cada vez mais conectada por dispositivos móveis. Mas, diferentemente das histórias falsas que sempre circularam pela humanidade, hoje a desinformação assume outras formas. O fenômeno tornou-se objeto de estudo devido à propagação em massa, principalmente com o surgimento da internet e das redes sociais. É isso que diferencia a notícia falsa de uma mentira comum. Pesquisadores e laboratórios da Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vêm tentando entender a seguinte questão: por que e de que maneira a desinformação é utilizada como ferramenta de manipulação, principalmente por meio das redes sociais? Um desses laboratórios é o&#160;NetLab, espaço de pesquisa da ECO que tem como missão divulgar ciência e trazer a manipulação midiática para o debate público. Desde 2013 ele se dedica a diagnosticar o fenômeno da desinformação digital e suas consequências no Brasil. ​Fundado por Marie Santini, a atual coordenação das pesquisas é de Débora Salles, doutora em Ciência da Informação.&#160; Pandemia e a desinformação Durante o período pandêmico da Covid-19, a desinformação tornou-se um dos grandes tópicos de pesquisa acadêmica. E essa desinformação retorna, em 2023, com as vacinas bivalentes. De acordo com o&#160;estudo&#160;A Volta da Desinformação sobre Vacinas, do NetLab, 106 mil&#160;retweets&#160;compartilharam, no Twitter – agora X –,&#160; mensagens antivacina, na maioria, publicadas por perfis de direita e extrema direita. &#160;Os pesquisadores da Universidade não recebem investimentos de plataformas, que são as ferramentas ou ambientes virtuais que propiciam a interação entre pessoas, empresas e instituições. Isso faz com que as pesquisas realizadas não tenham a interferência delas: “É primordial poder falar sobre o poder que essas plataformas assumiram na formação das nossas percepções e na formação das nossas comunidades. Além de produzir evidências e melhoria das políticas públicas”, relata a coordenadora do NetLab. Apesar da importância de estudar esses assuntos, pesquisadores ainda enfrentam desafios financeiros e de acesso aos dados em suas análises. “Vários outros cientistas no mundo vêm tentando denunciar o que a gente chama de ‘apagão de dados’”, destaca Débora. Para ela, essas empresas criam barreiras técnicas para os pesquisadores não coletarem dados, o que contradiz o posicionamento das plataformas sobre transparência e atenção aos usuários. De acordo com a edição de 2023 da pesquisa&#160;Percepção Pública da C&#38;T, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) no Brasil, a cada dez brasileiros, cinco deparam-se frequentemente com notícias que parecem inverídicas. Além disso, 36,5% admitem já terem compartilhado informações falsas com amigos, parentes ou na internet, independentemente de suspeitarem da veracidade. Iniciativas como&#160;fact-checking, a checagem da veracidade dos dados, e a literacia informacional, a capacidade de identificar e utilizar a informação de forma eficaz e crítica, são fundamentais para evitar esse tipo de compartilhamento. Débora Salles aponta a importância dos jornalistas na produção de informação de qualidade e na mitigação dos efeitos nocivos da desinformação. &#160;O impacto político da desinformação Camilla Machuy, que atuou como professora-substituta da ECO entre 2023 e 2024, é também pesquisadora na área. Foi na pandemia que a cientista se viu diante da desinformação como um problema para a Comunicação, principalmente com as mentiras sobre o vírus e a vacina. Camila é hoje aluna de doutorado- sanduíche na University of Glasgow, no Reino Unido. Ela atua como pesquisadora- visitante na Universidade europeia e faz parte do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da ECO/UFRJ, em convênio com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict). Com a pesquisa O Sistema Desinformativo da Nova Direita Brasileira: A Ascensão de uma Revolução Digital Ultraconservadora, a cientista manteve a preocupação com o fenômeno da desinformação. Camilla atua como pesquisadora-espiã, por meio do método de pesquisa não participante. Em dois meses de trabalho, infiltrou-se em mais de 200 grupos de extrema direita e coletou cerca de 500 mil postagens. Ela descreve o tipo de desinformação com o qual se depara: “Tem gente que acredita em um chip líquido na vacina da Covid que conecta seus pensamentos com antenas de 5G para que os chineses leiam sua mente”, afirma. É entrando em contato com essas histórias que Camilla tenta compreender como a manipulação da opinião se propaga nesses grupos. “O território desinformacional é muito bem utilizado politicamente mundialmente”, ressalta. “Essa ferramenta política não só dá lucro, como dá voto.” A análise, além de política, é textual. O vocabulário utilizado nos textos com informações falsas é objeto importante da pesquisa. “Quando a gente analisa o conteúdo, para esses grupos as palavras têm os mesmos valores. Comunismo tem o mesmo valor que terrorismo e todas as pessoas de esquerda são uma coisa ruim.”. Fazer com que a sociedade compreenda a importância de combater as fake news&#160;e a manipulação é um dos objetivos dos pesquisadores da UFRJ. Camilla também ressalta como isso não era debatido e, hoje, é imprescindível. Para ela, o profissional de jornalismo do futuro precisa se entender não só como escritor de matérias, mas como facilitador de informações de qualidade. No Brasil, o NetLab busca entender as consequências desse desafio, enquanto programas de intercâmbio, como o que a pesquisadora participa, levam para outros países a problemática da desinformação como objeto de pesquisa.&#160; *A imagem de capa é uma releitura atualizada de uma famosa ilustração atribuída a David Suter, referindo-se a abordagens tendenciosas da mídia que visavam manipular a opinião pública. **Por Eduardo Cassar e Maria Rita Nader Fonte: Site Ufrj   Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p><em>Laboratório e projetos de pesquisa da ECO podem ajudar a entender como o fenômeno da desinformação assume novos formatos quando ocorre nas redes sociais</em></p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-39507" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p><em>A desinformação, muitas vezes propagada no meio digital, virou assunto corriqueiro em uma sociedade cada vez mais conectada por dispositivos móveis. Mas, diferentemente das histórias falsas que sempre circularam pela humanidade, hoje a desinformação assume outras formas. O fenômeno tornou-se objeto de estudo devido à propagação em massa, principalmente com o surgimento da internet e das redes sociais. É isso que diferencia a notícia falsa de uma mentira comum. Pesquisadores e laboratórios da Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vêm tentando entender a seguinte questão: por que e de que maneira a desinformação é utilizada como ferramenta de manipulação, principalmente por meio das redes sociais?</em></p>



<p><em>Um desses laboratórios é o</em><a href="https://netlab.eco.ufrj.br/"><em>&nbsp;NetLab</em></a><em>, espaço de pesquisa da ECO que tem como missão divulgar ciência e trazer a manipulação midiática para o debate público. Desde 2013 ele se dedica a diagnosticar o fenômeno da desinformação digital e suas consequências no Brasil. ​Fundado por Marie Santini, a atual coordenação das pesquisas é de Débora Salles, doutora em Ciência da Informação.&nbsp;</em></p>



<p><em>Pandemia e a desinformação</em></p>



<p><em>Durante o período pandêmico da Covid-19, a desinformação tornou-se um dos grandes tópicos de pesquisa acadêmica. E essa desinformação retorna, em 2023, com as vacinas bivalentes. De acordo com o&nbsp;</em><a href="https://download-files.wixmp.com/ugd/d0df3a_63c052f6d0ab420f936b7a70ad80b52c.pdf?token=eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJpc3MiOiJ1cm46YXBwOmU2NjYzMGU3MTRmMDQ5MGFhZWExZjE0OWIzYjY5ZTMyIiwic3ViIjoidXJuOmFwcDplNjY2MzBlNzE0ZjA0OTBhYWVhMWYxNDliM2I2OWUzMiIsImF1ZCI6WyJ1cm46c2VydmljZTpmaWxlLmRvd25sb2FkIl0sImlhdCI6MTczMzM5ODAyMSwiZXhwIjoxNzMzNDM0MDMxLCJqdGkiOiI2N2RjMTUyMi0wNzU1LTQwNzktYTdiZi1mMDY3NzJjYjZmZjUiLCJvYmoiOltbeyJwYXRoIjoiL3VnZC9kMGRmM2FfNjNjMDUyZjZkMGFiNDIwZjkzNmI3YTcwYWQ4MGI1MmMucGRmIn1dXSwiZGlzIjp7ImZpbGVuYW1lIjoiQSB2b2x0YSBkYSBkZXNpbmZvcm1hXHUwMGU3XHUwMGUzbyBzb2JyZSB2YWNpbmFzIC0gTmV0TGFiIFVGUkogbWFyXHUwMGU3byAyMDIzLnBkZiIsInR5cGUiOiJhdHRhY2htZW50In19.eu1Bt_DLr047MFPndlNAk0kMMGNX_Qci0WpnYfncNuA"><em>estudo</em></a><em>&nbsp;A Volta da Desinformação sobre Vacinas, do NetLab, 106 mil&nbsp;retweets&nbsp;compartilharam, no Twitter – agora X –,&nbsp; mensagens antivacina, na maioria, publicadas por perfis de direita e extrema direita.</em></p>



<p><em>&nbsp;Os pesquisadores da Universidade não recebem investimentos de plataformas, que são as ferramentas ou ambientes virtuais que propiciam a interação entre pessoas, empresas e instituições. Isso faz com que as pesquisas realizadas não tenham a interferência delas: “É primordial poder falar sobre o poder que essas plataformas assumiram na formação das nossas percepções e na formação das nossas comunidades. Além de produzir evidências e melhoria das políticas públicas”, relata a coordenadora do NetLab.</em></p>



<p><em>Apesar da importância de estudar esses assuntos, pesquisadores ainda enfrentam desafios financeiros e de acesso aos dados em suas análises. “Vários outros cientistas no mundo vêm tentando denunciar o que a gente chama de ‘apagão de dados’”, destaca Débora. Para ela, essas empresas criam barreiras técnicas para os pesquisadores não coletarem dados, o que contradiz o posicionamento das plataformas sobre transparência e atenção aos usuários.</em></p>



<p><em>De acordo com a edição de 2023 da pesquisa</em><a href="https://percepcao.cgee.org.br/"><em>&nbsp;Percepção Pública da C&amp;T</em></a><em>, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) no Brasil, a cada dez brasileiros, cinco deparam-se frequentemente com notícias que parecem inverídicas. Além disso, 36,5% admitem já terem compartilhado informações falsas com amigos, parentes ou na internet, independentemente de suspeitarem da veracidade.</em></p>



<p><em>Iniciativas como&nbsp;fact-checking, a checagem da veracidade dos dados, e a literacia informacional, a capacidade de identificar e utilizar a informação de forma eficaz e crítica, são fundamentais para evitar esse tipo de compartilhamento. Débora Salles aponta a importância dos jornalistas na produção de informação de qualidade e na mitigação dos efeitos nocivos da desinformação.</em></p>



<p><em>&nbsp;O impacto político da desinformação</em></p>



<p><em>Camilla Machuy, que atuou como professora-substituta da ECO entre 2023 e 2024, é também pesquisadora na área. Foi na pandemia que a cientista se viu diante da desinformação como um problema para a Comunicação, principalmente com as mentiras sobre o vírus e a vacina. Camila é hoje aluna de doutorado- sanduíche na University of Glasgow, no Reino Unido. Ela atua como pesquisadora- visitante na Universidade europeia e faz parte do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da ECO/UFRJ, em convênio com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).</em></p>



<p><em>Com a pesquisa O Sistema Desinformativo da Nova Direita Brasileira: A Ascensão de uma Revolução Digital Ultraconservadora, a cientista manteve a preocupação com o fenômeno da desinformação. Camilla atua como pesquisadora-espiã, por meio do método de pesquisa não participante. Em dois meses de trabalho, infiltrou-se em mais de 200 grupos de extrema direita e coletou cerca de 500 mil postagens. Ela descreve o tipo de desinformação com o qual se depara: “Tem gente que acredita em um chip líquido na vacina da Covid que conecta seus pensamentos com antenas de 5G para que os chineses leiam sua mente”, afirma.</em></p>



<p><em>É entrando em contato com essas histórias que Camilla tenta compreender como a manipulação da opinião se propaga nesses grupos. “O território desinformacional é muito bem utilizado politicamente mundialmente”, ressalta. “Essa ferramenta política não só dá lucro, como dá voto.” A análise, além de política, é textual. O vocabulário utilizado nos textos com informações falsas é objeto importante da pesquisa. “Quando a gente analisa o conteúdo, para esses grupos as palavras têm os mesmos valores. Comunismo tem o mesmo valor que terrorismo e todas as pessoas de esquerda são uma coisa ruim.”.</em></p>



<p><em>Fazer com que a sociedade compreenda a importância de combater as fake news&nbsp;e a manipulação é um dos objetivos dos pesquisadores da UFRJ. Camilla também ressalta como isso não era debatido e, hoje, é imprescindível. Para ela, o profissional de jornalismo do futuro precisa se entender não só como escritor de matérias, mas como facilitador de informações de qualidade. No Brasil, o NetLab busca entender as consequências desse desafio, enquanto programas de intercâmbio, como o que a pesquisadora participa, levam para outros países a problemática da desinformação como objeto de pesquisa.&nbsp;</em></p>



<p><em>*A imagem de capa é uma releitura atualizada de uma famosa ilustração atribuída a David Suter, referindo-se a abordagens tendenciosas da mídia que visavam manipular a opinião pública.</em></p>



<p><em>**Por Eduardo Cassar e Maria Rita Nader</em></p>



<p>Fonte:<em> Site Ufrj  </em></p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://conexao.ufrj.br/2024/12/pesquisadores-da-escola-de-comunicacao-da-ufrj-buscam-formas-de-combater-a-desinformacao-na-era-digital/">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>CAPES anuncia resultado de edital em parceria com a França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 12:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[CAPES publicou, nesta segunda-feira, 23 de dezembro, o resultado final do edital de nº 33/2022, referente à renovação dos projetos do Programa CAPES/Brafitec, em parceria com a Conférence des Directeurs des Ecoles Françaises d&#8217;Ingénieurs (CDEFI).   O Programa Brafitec renovou 25 projetos de cooperação acadêmica entre o Brasil e a França, voltados para a área de engenharia. O projeto, na modalidade de graduação sanduíche, tem o objetivo de fomentar uma formação de qualidade. Os participantes recebem bolsa mensal, auxílio para deslocamento, apoio à instalação, seguro saúde e adicional de localidade.&#160;&#160; A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).(Brasília – Redação CGCOM/CAPES)A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CGCOM/CAPES Fonte: SITE GOV Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p><em>CAPES publicou, nesta segunda-feira, 23 de dezembro, o </em><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/resultados-dos-editais/23122024_Edital_2517698_SEI_2516909_Edital_33_2022.pdf"><em>resultado final</em></a><em> do </em><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/editais/29062022_EDITAL33_2022_BRAFITEC.pdf"><em>edital de nº 33/2022</em></a><em>, referente à renovação dos projetos do </em><a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-internacionais/encontre-aqui/paises/franca/programa-capes-brafitec"><em>Programa CAPES/Brafitec</em></a><em>, em parceria com a Conférence des Directeurs des Ecoles Françaises d&#8217;Ingénieurs (CDEFI).  </em></p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-39507" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p><em>O Programa Brafitec renovou 25 projetos de cooperação acadêmica entre o Brasil e a França, voltados para a área de engenharia.</em></p>



<p><em>O projeto, na modalidade de graduação sanduíche, tem o objetivo de fomentar uma formação de qualidade. Os participantes recebem bolsa mensal, auxílio para deslocamento, apoio à instalação, seguro saúde e adicional de localidade.&nbsp;&nbsp;</em></p>



<p><em>A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).<br>(Brasília – Redação CGCOM/CAPES)<br>A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CGCOM/CAPES</em></p>



<p>Fonte:<em> SITE GOV</em></p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-anuncia-resultado-de-edital-em-parceria-com-a-franca">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Unesp assina acordo de cotutela com universidade da Bélgica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 13:58:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[A Unesp assinou um acordo de cotutela com a Universidade de Ghent, da Bélgica. O documento estabelece diretrizes para que estudantes de doutorado das instituições possam realizar intercâmbios entre os países e obter diplomas válidos em ambas as universidades. A cerimônia de assinatura ocorreu na Universidade de São Paulo (USP) e contou com a presença da pró-reitora de pós-graduação da Unesp, Maria Valnice Boldrin, e do reitor da Universidade de&#160;Ghent, Rik Van de Walle. A princesa Astrid, da Bélgica, esteve presente no evento, que integrou a programação de uma missão oficial da Bélgica realizada nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro na última semana de novembro. O convênio, que já está em vigor e tem período de vigência até 2025,&#160;facilita a formalização de futuros acordos de cotutela, permitindo que estudantes brasileiros e belgas negociem detalhes específicos com seus orientadores em cada país. Aspectos como tempo de estadia, disciplinas a serem cursadas, local e idioma da defesa de tese serão definidos individualmente. Para participar, os alunos poderão realizar atividades de pesquisa, trabalho de campo ou cursar disciplinas nas universidades belgas, com estadia mínima de seis meses. Embora a Universidade de&#160;Ghent&#160;tenha maior foco e interesse na área de Ciências Agrárias e Medicina Veterinária, o programa é aberto para que estudantes de todas as áreas do conhecimento possam apresentar seus projetos. Histórico e expansão das cotutelasSegundo a&#160;pró-reitora de pós-graduação, a cotutela é uma prática crescente na Unesp. “Nos últimos anos, tivemos muitos acordos de cotutela, especialmente no âmbito do Capes PrInt [Programa Institucional de Internacionalização]. É uma modalidade que está crescendo vertiginosamente”, diz&#160;Maria Valnice Boldrin. O acordo com a Universidade de&#160;Ghent, em particular, reflete uma longa história de cooperação entre as instituições, iniciada pelo professor Luiz Guilherme de Oliveira, do câmpus de Jaboticabal. A proposta de parceria foi apresentada pelo docente e amplamente aceita pelas universidades. Além da&#160;Universidade de&#160;Ghent, cita a pró-reitora,&#160;a Universidade mantém convênios com outras instituições de ensino superior da Bélgica. Em 2023, os países com maior número de acordos de cotutela firmados com a Unesp foram França, Espanha, Portugal e a própria Bélgica.&#160;“É&#160;um reconhecimento da qualidade da pesquisa desenvolvida na Unesp”, afirma a pró-reitora&#160;Maria Valnice Boldrin. Além do acordo de cotutela entre a Unesp e a&#160;Universidade de Ghent, na solenidade realizada na USP, foram firmados outros acordos acadêmicos entre instituições de ensino superior belgas com USP e Unicamp, bem como parcerias comerciais com empresas brasileiras, totalizando 23 documentos assinados. Fonte: Unesp Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>A Unesp assinou um acordo de cotutela com a Universidade de Ghent, da Bélgica. O documento estabelece diretrizes para que estudantes de doutorado das instituições possam realizar intercâmbios entre os países e obter diplomas válidos em ambas as universidades.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-39507" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>A cerimônia de assinatura ocorreu na Universidade de São Paulo (USP) e contou com a presença da pró-reitora de pós-graduação da Unesp, Maria Valnice Boldrin, e do reitor da Universidade de&nbsp;Ghent, Rik Van de Walle. A princesa Astrid, da Bélgica, esteve presente no evento, que integrou a programação de uma missão oficial da Bélgica realizada nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro na última semana de novembro.</p>



<p>O convênio, que já está em vigor e tem período de vigência até 2025,&nbsp;facilita a formalização de futuros acordos de cotutela, permitindo que estudantes brasileiros e belgas negociem detalhes específicos com seus orientadores em cada país. Aspectos como tempo de estadia, disciplinas a serem cursadas, local e idioma da defesa de tese serão definidos individualmente.</p>



<p>Para participar, os alunos poderão realizar atividades de pesquisa, trabalho de campo ou cursar disciplinas nas universidades belgas, com estadia mínima de seis meses. Embora a Universidade de&nbsp;Ghent&nbsp;tenha maior foco e interesse na área de Ciências Agrárias e Medicina Veterinária, o programa é aberto para que estudantes de todas as áreas do conhecimento possam apresentar seus projetos.</p>



<p><strong>Histórico e expansão das cotutelas</strong><br>Segundo a&nbsp;pró-reitora de pós-graduação, a cotutela é uma prática crescente na Unesp. “Nos últimos anos, tivemos muitos acordos de cotutela, especialmente no âmbito do Capes PrInt [Programa Institucional de Internacionalização]. É uma modalidade que está crescendo vertiginosamente”, diz&nbsp;Maria Valnice Boldrin.</p>



<p>O acordo com a Universidade de&nbsp;Ghent, em particular, reflete uma longa história de cooperação entre as instituições, iniciada pelo professor Luiz Guilherme de Oliveira, do câmpus de Jaboticabal. A proposta de parceria foi apresentada pelo docente e amplamente aceita pelas universidades.</p>



<p>Além da&nbsp;Universidade de&nbsp;Ghent, cita a pró-reitora,&nbsp;a Universidade mantém convênios com outras instituições de ensino superior da Bélgica. Em 2023, os países com maior número de acordos de cotutela firmados com a Unesp foram França, Espanha, Portugal e a própria Bélgica.&nbsp;“É&nbsp;um reconhecimento da qualidade da pesquisa desenvolvida na Unesp”, afirma a pró-reitora&nbsp;Maria Valnice Boldrin.</p>



<p>Além do acordo de cotutela entre a Unesp e a&nbsp;Universidade de Ghent, na solenidade realizada na USP, foram firmados outros acordos acadêmicos entre instituições de ensino superior belgas com USP e Unicamp, bem como parcerias comerciais com empresas brasileiras, totalizando 23 documentos assinados.</p>



<p>Fonte:<em> Unesp</em></p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www2.unesp.br/portal#!/noticia/37914/unesp-assina-acordo-de-cotutela-com-universidade-da-belgica">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Mais 8 instituições abrem inscrições para curso de educação inclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 13:52:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Semana de Planejamento Pedagógico]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais oito instituições de educação superior estão com inscrições abertas para o Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva voltado a todos os professores e gestores que atuam educação básica. A formação é uma iniciativa da CAPES e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). Dessas oito instituições, três são do Rio de Janeiro: a Universidade Federal do Estado (Unirio), a Universidade Rural (UFRRJ) e a Universidade do Estado (Uerj). Também publicaram edital a Universidade Federal do Sul e Sudoeste do Pará (Unifesspa), a Universidade Federal do Piauí (UFPI), a Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA), no Ceará, além dos Institutos Federais da Bahia (IFBA) e do Sertão de Pernambuco (IFSertão). Até o momento, 34 das 50 instituições de ensino superior participantes já abriram chamadas para o curso que, inicialmente, irá oferecer 250 mil vagas. Os candidatos devem prestar atenção nos prazos de término das inscrições, pois as instituições possuem processos seletivos próprios. A relação das participantes está disponível na página&#160;Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB)&#160;no site da CAPES. O objetivo do curso é formar educadores para desenvolver concepções e trabalho pedagógico alinhados com os princípios das políticas de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. A formação tem carga horário e 120 horas e é ofertada pela Universidade Aberta do Brasil (UAB). Fonte: Gov Capes Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>Mais oito instituições de educação superior estão com inscrições abertas para o <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-a-distancia/universidade-aberta-do-brasil/mais-sobre-o-sistema-uab/cursos-nacionais-do-sistema-universidade-aberta-do-brasil/educacao-especial-na-perspectiva-da-educacao-inclusiva">Curso de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva</a> voltado a todos os professores e gestores que atuam educação básica. A formação é uma iniciativa da CAPES e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC).</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-39507" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>Dessas oito instituições, três são do Rio de Janeiro: a Universidade Federal do Estado (Unirio), a Universidade Rural (UFRRJ) e a Universidade do Estado (Uerj). Também publicaram edital a Universidade Federal do Sul e Sudoeste do Pará (Unifesspa), a Universidade Federal do Piauí (UFPI), a Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA), no Ceará, além dos Institutos Federais da Bahia (IFBA) e do Sertão de Pernambuco (IFSertão).</p>



<p>Até o momento, 34 das 50 instituições de ensino superior participantes já abriram chamadas para o curso que, inicialmente, irá oferecer 250 mil vagas. Os candidatos devem prestar atenção nos prazos de término das inscrições, pois as instituições possuem processos seletivos próprios. A relação das participantes está disponível na página&nbsp;<a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-a-distancia/universidade-aberta-do-brasil/mais-sobre-o-sistema-uab/cursos-nacionais-do-sistema-universidade-aberta-do-brasil/educacao-especial-na-perspectiva-da-educacao-inclusiva">Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB)</a>&nbsp;no site da CAPES.</p>



<p>O objetivo do curso é formar educadores para desenvolver concepções e trabalho pedagógico alinhados com os princípios das políticas de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. A formação tem carga horário e 120 horas e é ofertada pela Universidade Aberta do Brasil (UAB).</p>



<p>Fonte:<em> Gov Capes</em></p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/mais-8-instituicoes-abrem-inscricoes-para-curso-de-educacao-inclusiva">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Programas 6 e 7 poderão ganhar cota extra de pós-doutorado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 13:44:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[fatos]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de Planejamento Pedagógico]]></category>
		<category><![CDATA[USF]]></category>
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					<description><![CDATA[Os programas de pós-graduação (PPG) avaliados com notas 6 ou 7 poderão ganhar uma cota a mais do Programa Institucional de Pós-Doutorado (PIPD). A CAPES concederá o benefício àqueles que efetivarem a mudança de nível de pelo menos um bolsista de mestrado para doutorado, com ou sem titulação, em até 18 meses do início do mestrado. A iniciativa integra um conjunto de medidas da Fundação para fortalecer o pós-doutorado no Brasil. Para que haja a concessão, é necessário haver espaço no orçamento da CAPES e comprovação de contrapartida financeira de uma Fundação Estadual de Amparo à Pesquisa (FAP) ou de outra instituição pública ou privada. As informações constam na Portaria nº 288/2024, que alterou o regulamento do Programa de Excelência Acadêmica (Proex). O normativo aumentou, ainda, de 20% para 30% o limite anual do total de cotas do referido programa de pós-graduação para mudança de nível, observada a disponibilidade orçamentária da CAPES. Diferentemente do que ocorria até este ano, não há mais limite anual para as promoções dos pós-graduandos. Os PPG notas 6 e 7 correspondem à maior parte do PIPD atual: 671 dos 813 programas de pós-graduação participantes. Sobre o Programa Institucional de Pós-Doutorado Os objetivos do PIPD são promover a realização de estudos de excelência, a fixação de doutores no País, fortalecer grupos de pesquisa nacionais, aprimorar a atuação de doutores e fomentar a internacionalização dos programas de pós-graduação (PPG). A iniciativa responde à demanda crescente da comunidade acadêmico-científica por mais bolsas de estágio pós-doutoral nos últimos anos. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).(Brasília – Redação CGCOM/CAPES)A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CGCOM/CAPES Fonte: GOV Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os programas de pós-graduação (PPG) avaliados com notas 6 ou 7 poderão ganhar uma cota a mais do Programa Institucional de Pós-Doutorado (<a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-no-pais/programa-institucional-de-pos-doutorado-pipd">PIPD</a>). A CAPES concederá o benefício àqueles que efetivarem a mudança de nível de pelo menos um bolsista de mestrado para doutorado, com ou sem titulação, em até 18 meses do início do mestrado. A iniciativa integra um conjunto de medidas da Fundação para fortalecer o pós-doutorado no Brasil.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-39507" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>Para que haja a concessão, é necessário haver espaço no orçamento da CAPES e comprovação de contrapartida financeira de uma Fundação Estadual de Amparo à Pesquisa (FAP) ou de outra instituição pública ou privada. As informações constam na <a href="https://cad.capes.gov.br/ato-administrativo-detalhar?idAtoAdmElastic=16283#anchor">Portaria nº 288/2024</a>, que alterou o regulamento do Programa de Excelência Acadêmica (<a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-no-pais/proex">Proex</a>).</p>



<p>O normativo aumentou, ainda, de 20% para 30% o limite anual do total de cotas do referido programa de pós-graduação para mudança de nível, observada a disponibilidade orçamentária da CAPES. Diferentemente do que ocorria até este ano, não há mais limite anual para as promoções dos pós-graduandos. Os PPG notas 6 e 7 correspondem à maior parte do PIPD atual: 671 dos 813 programas de pós-graduação participantes.</p>



<p><strong>Sobre o Programa Institucional de Pós-Doutorado</strong></p>



<p>Os objetivos do <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-no-pais/programa-institucional-de-pos-doutorado-pipd">PIPD</a> são promover a realização de estudos de excelência, a fixação de doutores no País, fortalecer grupos de pesquisa nacionais, aprimorar a atuação de doutores e fomentar a internacionalização dos programas de pós-graduação (PPG). A iniciativa responde à demanda crescente da comunidade acadêmico-científica por mais bolsas de estágio pós-doutoral nos últimos anos.</p>



<p>A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).<br>(Brasília – Redação CGCOM/CAPES)<br>A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CGCOM/CAPES</p>



<p>Fonte:<em> GOV</em></p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/programas-6-e-7-poderao-ganhar-cota-extra-de-pos-doutorado">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Docentes têm até o dia 19 de dezembro para participar da enquete sobre condições de trabalho e saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 19:47:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[USF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ANDES-SN reforçou, por meio da Circular 543/2024, a importância da participação docente na segunda etapa da Enquete Nacional “Condições de Trabalho e Saúde Docente”. Com prazo final para o dia 19 de dezembro, a coleta de dados busca ampliar a compreensão das condições laborais e de saúde da categoria. Lançada em 16 de agosto e conduzida pelo Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA) do Sindicato Nacional, o levantamento já registra participação significativa em algumas seções sindicais. No entanto, o número total de respostas ainda está aquém da meta esperada, conforme o Sindicato Nacional. A entidade enfatiza que uma amostra mais ampla permitirá “traçar novas estratégias de luta para enfrentar as situações adversas apontadas pelas respostas obtidas”. A enquete é destinada a professoras e professores do ensino superior e do ensino básico, técnico e tecnológico, que atuam em universidades federais, estaduais e municipais, além de institutos federais e cefets. Diferentemente da primeira etapa, que coletou dados em 11 instituições, a segunda fase abrange todas as instituições que integram a base do ANDES-SN, ampliando o alcance e a representatividade do levantamento. O questionário, que leva de 15 a 20 minutos para ser respondido, também inclui um formulário específico para docentes aposentadas e aposentados. Fonte: Andes Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p><em>O ANDES-SN reforçou, por meio da Circular 543/2024, a importância da participação docente na segunda etapa da Enquete Nacional “Condições de Trabalho e Saúde Docente”. Com prazo final para o dia 19 de dezembro, a coleta de dados busca ampliar a compreensão das condições laborais e de saúde da categoria.</em></p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-39507" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>Lançada em 16 de agosto e conduzida pelo Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA) do Sindicato Nacional, o levantamento já registra participação significativa em algumas seções sindicais. No entanto, o número total de respostas ainda está aquém da meta esperada, conforme o Sindicato Nacional. A entidade enfatiza que uma amostra mais ampla permitirá “traçar novas estratégias de luta para enfrentar as situações adversas apontadas pelas respostas obtidas”.</p>



<p>A enquete é destinada a professoras e professores do ensino superior e do ensino básico, técnico e tecnológico, que atuam em universidades federais, estaduais e municipais, além de institutos federais e cefets. Diferentemente da primeira etapa, que coletou dados em 11 instituições, a segunda fase abrange todas as instituições que integram a base do ANDES-SN, ampliando o alcance e a representatividade do levantamento. O questionário, que leva de 15 a 20 minutos para ser respondido, também inclui um formulário específico para docentes aposentadas e aposentados.</p>



<p>Fonte:<em> </em>Andes</p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.andes.org.br/conteudos/noticia/docentes-tem-ate-o-dia-19-de-dezembro-para-participar-da-enquete-sobre-condicoes-de-trabalho-e-saude1">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Maior contratação da história: UENP empossa 33 novos docentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 19:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[USF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) empossou no fim da semana passada 33 servidores aprovados em concursos públicos de provas e títulos realizados em 2022 e 2023. Eles fazem parte de um quadro de 45 novas contratações e passarão a compor o quadro efetivo de professores de Ensino Superior da Carreira do Magistério Público do Estado do Paraná. Eles foram nomeados pelos Decretos Estaduais nº 7.944, nº 7.945 e nº 7.948, publicados no Diário Oficial do Estado em 13 de novembro. É a maior contratação da história da UENP. O reitor da UENP, Fábio Antonio Néia Martini, comentou sobre a importância de receber novos membros na comunidade acadêmica. “A nomeação de cada um simboliza mais do que uma conquista pessoal. Representa o fortalecimento da educação pública, a valorização da pesquisa, do ensino e da extensão e o compromisso inabalável com o desenvolvimento da região Norte do Paraná. A chegada de vocês traz novas ideias, novos olhares e, sobretudo, novas esperanças”, celebrou. O coordenador&#160;de Ensino Superior da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fabiano Gonçalves Costa, destacou a alegria em poder participar de uma posse dessa dimensão no Paraná. “É uma alegria imensa ter uma posse desse tamanho dentro do Sistema Estadual de Ensino Superior. Nosso sistema é bastante diverso e as histórias das sete universidades estaduais vão de encontro à formação profissional do interior do Estado”, comemorou. &#8220;As sete universidades têm a mesma importância porque promovem essa formação profissional em diversas regiões. Hoje, é uma alegria recebê-los no nosso sistema&#8221;, acrescentou. O diretor do Campus Luiz Meneghel da UENP em Bandeirantes, Ricardo Castanho Moreira, reafirmou a importância da universidade na região e ressaltou como a chegada dos novos docentes fortalece o caminho trilhado até o momento atual. “A UENP está inserida na região no Norte do Paraná, onde é a única estadual atuante, com uma grande abrangência de municípios. Nós contamos muito com o trabalho e dedicação de vocês para continuarmos trilhando este caminho de formação de excelência. Parabenizamos-vos por esta conquista e os recebemos de coração aberto para fazer parte deste time. Tenho certeza que nossa universidade se fortalece muito com a chegada de vocês”, disse. Para a diretora do Campus Cornélio Procópio, Vanderléia da Silva Oliveira, a realização de um concurso público da dimensão do executado em 2023 é um investimento de muito tempo, recursos e força de trabalho de diversas ordens. “Este momento de hoje é resultado de muito esforço da universidade e marca o fechamento de um ciclo, onde concluímos a contratação de vocês, e o início de um novo, onde vocês começam uma nova história em suas vidas. Meu desejo profundo é que cada um de vocês que inicia a carreira aqui tenha uma carreira de muita felicidade e muito orgulho de suas trajetórias”, acrescentou. Fonte: PR GOV Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) empossou no fim da semana passada 33 servidores aprovados em concursos públicos de provas e títulos realizados em 2022 e 2023. Eles fazem parte de um quadro de 45 novas contratações e passarão a compor o quadro efetivo de professores de Ensino Superior da Carreira do Magistério Público do Estado do Paraná. Eles foram nomeados pelos Decretos Estaduais </em><a href="https://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/listarAtosAno.do?action=exibir&amp;codAto=344269&amp;indice=4&amp;totalRegistros=314&amp;anoSpan=2024&amp;anoSelecionado=2024&amp;mesSelecionado=11&amp;isPaginado=true" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>nº 7.944</em></strong></a><em>, </em><a href="https://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/listarAtosAno.do?action=exibir&amp;codAto=344275&amp;indice=4&amp;totalRegistros=314&amp;anoSpan=2024&amp;anoSelecionado=2024&amp;mesSelecionado=11&amp;isPaginado=true" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>nº 7.945</em></strong></a><em> e </em><a href="https://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/listarAtosAno.do?action=exibir&amp;codAto=344285&amp;indice=4&amp;totalRegistros=314&amp;anoSpan=2024&amp;anoSelecionado=2024&amp;mesSelecionado=11&amp;isPaginado=true" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>nº 7.948</em></strong></a><em>, publicados no Diário Oficial do Estado em 13 de novembro. É a maior contratação da história da UENP.</em></p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-39507" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Banner_blog_publique_livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p><em>O reitor da UENP, Fábio Antonio Néia Martini, comentou sobre a importância de receber novos membros na comunidade acadêmica. “A nomeação de cada um simboliza mais do que uma conquista pessoal. Representa o fortalecimento da educação pública, a valorização da pesquisa, do ensino e da extensão e o compromisso inabalável com o desenvolvimento da região Norte do Paraná. A chegada de vocês traz novas ideias, novos olhares e, sobretudo, novas esperanças”, celebrou.</em></p>



<p><em>O coordenador&nbsp;de Ensino Superior da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fabiano Gonçalves Costa, destacou a alegria em poder participar de uma posse dessa dimensão no Paraná. “É uma alegria imensa ter uma posse desse tamanho dentro do Sistema Estadual de Ensino Superior. Nosso sistema é bastante diverso e as histórias das sete universidades estaduais vão de encontro à formação profissional do interior do Estado”, comemorou.</em></p>



<p><em>&#8220;As sete universidades têm a mesma importância porque promovem essa formação profissional em diversas regiões. Hoje, é uma alegria recebê-los no nosso sistema&#8221;, acrescentou.</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/Vestibular-da-Unespar-sera-no-dia-8-de-dezembro-sao-59-mil-inscritos" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Vestibular da Unespar será no dia 8 de dezembro; são 5,9 mil inscritos</em></strong></a><em></em></li>



<li><a href="https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/Estado-investe-R-182-milhoes-em-permanencia-universitaria-com-foco-em-empreendedorismo" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Estado investe R$ 18,2 milhões em permanência universitária com foco em empreendedorismo</em></strong></a><em></em></li>
</ul>



<p><em>O diretor do Campus Luiz Meneghel da UENP em Bandeirantes, Ricardo Castanho Moreira, reafirmou a importância da universidade na região e ressaltou como a chegada dos novos docentes fortalece o caminho trilhado até o momento atual.</em></p>



<p><em>“A UENP está inserida na região no Norte do Paraná, onde é a única estadual atuante, com uma grande abrangência de municípios. Nós contamos muito com o trabalho e dedicação de vocês para continuarmos trilhando este caminho de formação de excelência. Parabenizamos-vos por esta conquista e os recebemos de coração aberto para fazer parte deste time. Tenho certeza que nossa universidade se fortalece muito com a chegada de vocês”, disse.</em></p>



<p><em>Para a diretora do Campus Cornélio Procópio, Vanderléia da Silva Oliveira, a realização de um concurso público da dimensão do executado em 2023 é um investimento de muito tempo, recursos e força de trabalho de diversas ordens.</em></p>



<p><em>“Este momento de hoje é resultado de muito esforço da universidade e marca o fechamento de um ciclo, onde concluímos a contratação de vocês, e o início de um novo, onde vocês começam uma nova história em suas vidas. Meu desejo profundo é que cada um de vocês que inicia a carreira aqui tenha uma carreira de muita felicidade e muito orgulho de suas trajetórias”, acrescentou.</em></p>



<p>Fonte:<em> </em>PR GOV</p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.usf.edu.br/noticias/noticias-historico-exibir.vm?id=204905836">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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