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	<title>Revolução do Haiti &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Conhece a história da Revolução do Haiti?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 20:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Para entender por que o Haiti é chamado de o país mais pobre do continente, é preciso levar em conta sua trajetória histórica e revolucionária. Ou seja: conhecer a história da Revolução do Haiti (1791 – 1825). Foi o primeiro país a abolir a escravidão e o segundo a proclamar a Independência nas Américas. Tornou-se o único caso na história da humanidade em que uma insurreição de escravos destruiu a sociedade vigente e gerou uma nação. No imediato período pós-colonial havia a possibilidade de que o Haiti fosse um modelo nacional que comprovasse, no início do século XIX, que os negros e pardos eram capazes de governar com prosperidade nos parâmetros das modernas sociedades capitalistas ocidentais. Mas a violenta presença econômica, militar e política das grandes potências (sobretudo França e depois Estados Unidos) inviabilizou este caminho, tornando o Haiti mais um país miserável e dependente do grande capital aliado às elites locais, que mantêm a população em condições de miséria e precariedade. Da condição de rica colônia francesa no século XVIII (a Pérola das Antilhas) aos governos antirracistas e antiescravistas comandando por antigos escravizados como Toussaint Louverture, Henri Christophe e Jean-Jacques Dessalines, o Haiti foi exemplo e contraexemplo. Como afirmou na época o abade francês Henri Grégoire, o Haiti era um farol elevado nas Antilhas, para o qual estavam voltados os olhares do mundo inteiro: os oprimidos com esperança, os opressores rugindo de ódio. A situação haitiana atual não é causada por sua tradição revolucionária, mas, ao contrário, pela negação e combate a esta. Conhecer a história deste país ajuda a esclarecer a situação de violência e desigualdade das Américas ainda hoje. Texto de: Marco Morel Conheça também os livros sobre o tema disponíveis no catálogo da Paco Editorial: Antirracismo, crítica à escravidão e afirmação das soberanias nacional e popular são o pano de fundo da narrativa: fios de uma trama que interliga protagonistas brasileiros (na época do processo de Independência) à ilha rebelde no Caribe. O historiador Marco Morel levou 15 anos elaborando o livro que inicia com uma síntese daquele evento, do qual resultaram: o único Estado nacional oriundo de uma insurreição de escravos no mundo; e, nas Américas, o primeiro país a abolir a escravatura e a segunda proclamação de Independência. Apesar da invisibilidade construída, tais episódios e seus personagens eram bem conhecidos entre as elites letradas – e além delas. Os ecos dos acontecimentos constituíram “fantasmas” mas encontraram, também, recepção favorável no Brasil entre setores diversos da sociedade. O silêncio do passado é eloquente. De impensável, o acolhimento da Revolução do Haiti tornou-se inaceitável, não-dito. COMPRAR Este livro priorizou aspectos teórico-metodológicos relevantes para a compreensão da imigração haitiana no Brasil, ampliando horizontes interdisciplinares. As pesquisas desenvolvidas permitiram compor o contexto e o panorama da presença haitiana no Brasil, a partir de 2010, de Norte a Sul do país. As interlocuções acadêmicas possibilitaram a participação de especialistas de diferentes áreas do conhecimento e de instituições para as análises acerca da entrada, da permanência e das condições de vida de haitianos e haitianas em diferentes cidades brasileiras. COMPRAR Gostou? Fique por dentro do blog para mais matérias como essa.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Para entender por que o Haiti é chamado de o país mais pobre do continente, é preciso levar em conta sua trajetória histórica e revolucionária. Ou seja: conhecer a história da Revolução do Haiti (1791 – 1825). Foi o primeiro país a abolir a escravidão e o segundo a proclamar a Independência nas Américas. Tornou-se o único caso na história da humanidade em que uma insurreição de escravos destruiu a sociedade vigente e gerou uma nação.</p>



<p>No imediato período pós-colonial havia a possibilidade de que o Haiti fosse um modelo nacional que comprovasse, no início do século XIX, que os negros e pardos eram capazes de governar com prosperidade nos parâmetros das modernas sociedades capitalistas ocidentais. Mas a violenta presença econômica, militar e política das grandes potências (sobretudo França e depois Estados Unidos) inviabilizou este caminho, tornando o Haiti mais um país miserável e dependente do grande capital aliado às elites locais, que mantêm a população em condições de miséria e precariedade.</p>



<p>Da condição de rica colônia francesa no século XVIII (a Pérola das Antilhas) aos governos antirracistas e antiescravistas comandando por antigos escravizados como Toussaint Louverture, Henri Christophe e Jean-Jacques Dessalines, o Haiti foi exemplo e contraexemplo. Como afirmou na época o abade francês Henri Grégoire, o Haiti era um farol elevado nas Antilhas, para o qual estavam voltados os olhares do mundo inteiro: os oprimidos com esperança, os opressores rugindo de ódio.</p>



<p>A situação haitiana atual não é causada por sua tradição revolucionária, mas, ao contrário, pela negação e combate a esta. Conhecer a história deste país ajuda a esclarecer a situação de violência e desigualdade das Américas ainda hoje.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Texto de:</em> <em>Marco Morel</em></p>



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<p>Conheça também os livros sobre o tema disponíveis no catálogo da <a href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paco Editorial</a>:</p>



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<p>Antirracismo, crítica à escravidão e afirmação das soberanias nacional e popular são o pano de fundo da narrativa: fios de uma trama que interliga protagonistas brasileiros (na época do processo de Independência) à ilha rebelde no Caribe. O historiador Marco Morel levou 15 anos elaborando o livro que inicia com uma síntese daquele evento, do qual resultaram: o único Estado nacional oriundo de uma insurreição de escravos no mundo; e, nas Américas, o primeiro país a abolir a escravatura e a segunda proclamação de Independência. Apesar da invisibilidade construída, tais episódios e seus personagens eram bem conhecidos entre as elites letradas – e além delas. Os ecos dos acontecimentos constituíram “fantasmas” mas encontraram, também, recepção favorável no Brasil entre setores diversos da sociedade. O silêncio do passado é eloquente. De impensável, o acolhimento da Revolução do Haiti tornou-se inaceitável, não-dito.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-revolucao-do-haiti-e-o-brasil-escravista-o-que-nao-deve-ser-dito" data-type="URL" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<p>Este livro priorizou aspectos teórico-metodológicos relevantes para a compreensão da imigração haitiana no Brasil, ampliando horizontes interdisciplinares. As pesquisas desenvolvidas permitiram compor o contexto e o panorama da presença haitiana no Brasil, a partir de 2010, de Norte a Sul do país. As interlocuções acadêmicas possibilitaram a participação de especialistas de diferentes áreas do conhecimento e de instituições para as análises acerca da entrada, da permanência e das condições de vida de haitianos e haitianas em diferentes cidades brasileiras.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/imigracao-haitiana-no-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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