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	<title>release &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>release &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Obra cinematográfica de Adrian Cowell: um legado para a Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 13:17:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[O próximo livro do professor e pesquisador Gustavo Cepolini Ferreira[1], revela a contribuição e o legado da obra cinematográfica de Adrian Cowell (1934-2011) para a Amazônia, e, portanto, para o Brasil. O livro – “A Amazônia de Adrian Cowell: legado de resistências e territorialidades”, aborda no decorrer de cinco capítulos a trajetória de Cowell a partir da díade: cinema e os conflitos territoriais, bem como os desdobramentos nas políticas agrárias e ambientais no Brasil a partir da segunda metade do século XX. Nos últimos dez anos venho investigando a sua vasta obra cinematográfica em especial, a série &#8211; A década da destruição (1980-1990), que revela a ocupação da fronteira amazônica e seus inúmeros impactos, os quais analisamos a partir da teoria dos conflitos agrários e demais análises geográficas, históricas e sociológicas que seguem vigentes no Brasil. Por isso, reafirma-se que a década da destruição é permanente no Brasil. O legado de Cowell é atemporal e merece novos debates para que os brasileiros e as brasileiras acessem tais materiais nas escolas, universidades, instituições governamentais, entre outras para conhecer e fomentar diferentes políticas públicas. Seu acervo encontra-se no Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA), vinculado à Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), sob a coordenação do cinegrafista, documentarista e doutor honoris causa Vicente Rios que acompanhou o Adrian por mais de 30 anos, e segue atuando em diferentes projetos em defesa desse gigantesco acervo sobre a Amazônia de mais de sete toneladas de materiais. Adrian Cowell nasceu em Tongshan &#8211; China, em 2 de fevereiro de 1934, e, de acordo com o acervo da Biblioteca da Universidade de Washigton (EUA), pode-se verificar que tenha nascido na cidade de Tientsin (também conhecido como Tianjin) onde seu pai, o britânico Edmund Cowell, trabalhou na indústria de mineração de carvão; na referida Universidade encontra-se o acervo de Adrian sobre suas produções inerentes ao Sudeste Asiático. Ressalta-se que Cowell estudou na Austrália e na Inglaterra, onde se graduou em História pela Universidade de Cambridge, em 1955. Seu trabalho levantou questões ambientais e sociais perturbadoras, levando a ações corretivas do governo e organizações não governamentais. Concentrou-se em duas áreas de investigação: os efeitos da industrialização e migração sobre os povos indígenas da região amazônica e as políticas globais de cultivo do ópio no Sudeste Asiático. Dessa maneira, o livro apresenta e atualiza a obra cinematográfica de Cowell ancorado em quatro dimensões indissociáveis: a primeira visa comprovar que seu acervo cinematográfico é o maior sobre a Amazônia, o segundo versa sobre os intensos e atuais registros dos conflitos no campo brasileiro, o terceiro remete ao papel das políticas públicas territoriais na Amazônia em consonância com a teoria dos conflitos agrários envolvendo indígenas, posseiros, sem terras, camponeses, entre outras populações extrativistas/tradicionais e, por fim, a última dimensão indica uma contribuição pedagógica, ou seja, os documentários como instrumento de pesquisa, linguagem, denúncia e recurso político-pedagógico para as escolas.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">O próximo livro do professor e pesquisador Gustavo Cepolini Ferreira<a href="#_ftn1">[1]</a>, revela a contribuição e o legado da obra cinematográfica de Adrian Cowell (1934-2011) para a Amazônia, e, portanto, para o Brasil. O livro – <em>“A Amazônia de Adrian Cowell: legado de resistências e territorialidades”</em>, aborda no decorrer de cinco capítulos a trajetória de Cowell a partir da díade: cinema e os conflitos territoriais, bem como os desdobramentos nas políticas agrárias e ambientais no Brasil a partir da segunda metade do século XX. Nos últimos dez anos venho investigando a sua vasta obra cinematográfica em especial, a série &#8211; A década da destruição (1980-1990), que revela a ocupação da fronteira amazônica e seus inúmeros impactos, os quais analisamos a partir da teoria dos conflitos agrários e demais análises geográficas, históricas e sociológicas que seguem vigentes no Brasil. Por isso, reafirma-se que a década da destruição é permanente no Brasil.</p>



<p>O legado de Cowell é atemporal e merece novos debates para que os brasileiros e as brasileiras acessem tais materiais nas escolas, universidades, instituições governamentais, entre outras para conhecer e fomentar diferentes políticas públicas.</p>



<p>Seu acervo encontra-se no Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA), vinculado à Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), sob a coordenação do cinegrafista, documentarista e doutor honoris causa Vicente Rios que acompanhou o Adrian por mais de 30 anos, e segue atuando em diferentes projetos em defesa desse gigantesco acervo sobre a Amazônia de mais de sete toneladas de materiais.</p>



<p><strong>Adrian Cowell</strong> nasceu em Tongshan &#8211; China, em 2 de fevereiro de 1934, e, de acordo com o acervo da Biblioteca da Universidade de Washigton (EUA), pode-se verificar que tenha nascido na cidade de Tientsin (também conhecido como Tianjin) onde seu pai, o britânico Edmund Cowell, trabalhou na indústria de mineração de carvão; na referida Universidade encontra-se o acervo de Adrian sobre suas produções inerentes ao Sudeste Asiático. Ressalta-se que Cowell estudou na Austrália e na Inglaterra, onde se graduou em História pela Universidade de Cambridge, em 1955. Seu trabalho levantou questões ambientais e sociais perturbadoras, levando a ações corretivas do governo e organizações não governamentais. Concentrou-se em duas áreas de investigação: os efeitos da industrialização e migração sobre os povos indígenas da região amazônica e as políticas globais de cultivo do ópio no Sudeste Asiático.</p>



<p>Dessa maneira, o livro apresenta e atualiza a obra cinematográfica de Cowell ancorado em quatro dimensões indissociáveis: a primeira visa comprovar que seu acervo cinematográfico é o maior sobre a Amazônia, o segundo versa sobre os intensos e atuais registros dos conflitos no campo brasileiro, o terceiro remete ao papel das políticas públicas territoriais na Amazônia em consonância com a teoria dos conflitos agrários envolvendo indígenas, posseiros, sem terras, camponeses, entre outras populações extrativistas/tradicionais e, por fim, a última dimensão indica uma contribuição pedagógica, ou seja, os documentários como instrumento de pesquisa, linguagem, denúncia e recurso político-pedagógico para as escolas.</p>
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		<title>(Release) UM CORAÇÃO VALENTE NO EXPRESSO TRANSIBERIANO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2020 16:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Viagens, cidades e uma coleção de histórias fazem parte da obra de João Marcon]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Viagens, cidades e uma coleção de histórias fazem parte da obra de João Marcon</em>.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Lançada pela Paco Editorial, “Um Coração Valente no Expresso Transiberiano” tem registrado em suas páginas as aventuras vividas pelo autor, João Marcon, em uma viagem pela maior ferrovia do mundo.</p>



<p>Na obra, ele fala sobre percorrer os trilhos da Transiberiana, com uma pequena mochila de bagagem. Tudo isso leva a pensar sobre o quanto menos peso carregamos, mais longe podemos chegar. E sobre a importância das pequenas coisas, memórias e histórias para contar.</p>



<p>Adepto das caminhadas longas e subidas de montanhas, João dividiu suas histórias ao longo das 228 páginas do livro.</p>



<p>Enquanto descia do trem em algumas cidades, se permitiu conhecer novos lugares, culturas e pessoas. E, assim, dividir com seus leitores a beleza de dar espaço para o novo, e a necessidade de se permitir conhecer coisas com as quais não estamos acostumados.</p>



<p>Paranaense, natural de Mariópolis, João Carlos Marcon é professor da Rede Estadual de Ensino, formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa em Educação Física. Autor de livros como “Perdi o Medo da Vida”, quis dividir essa experiência com os leitores. Então, para aqueles apaixonados por trens e por viajar, esta história é para você.</p>



<p>Foram, ao todo, 9.259 quilômetros percorridos pela ferrovia. Tendo essa distância marcada por inúmeras histórias, aventuras e realizações pessoais. Esse livro é, definitivamente, para quem quer conhecer mais sobre outros lugares.</p>



<p>João foi perspicaz e leva o leitor para dentro de sua narrativa, fazendo com que as pessoas conheçam cada canto desses lugares através de seus olhos, mas como se estivessem vivendo eles mesmos.</p>



<p>Nessa obra, João mostra a importância do caminho. Aliás, é tão importante quanto o próprio destino. Viajar de trem permitiu que conhecesse diversas novas vistas, e que aproveitasse cada parte das culturas diferentes que descobriu. E isso traz um ar diferente para a obra. O caminho que o levou a esses lugares também trouxe histórias e memórias para contar.</p>



<p>E sem contar a linguagem que torna ainda mais fácil se imaginar viajando também. A cada palavra escrita pelo autor, é a maior a vontade de percorrer o mesmo caminho e experimentar tudo o que ele viveu. João se abriu para novas oportunidades e mostra como é bom e fácil ser feliz com as pequenas experiências.</p>



<p>Novamente, é importante destacar o quanto a linguagem envolve o leitor e a importância de um autor fazer isso. Afinal, não é fácil para qualquer um contar sobre tantos lugares apenas os descrevendo.</p>



<p>A editora Paco foi fundada com a missão de ser um canal relevante de difusão da produção científica brasileira, tendo em seu catálogo importantes títulos nas mais diversas áreas.</p>



<p>Ela publica livros técnicos, científicos e profissionalizantes voltados para os estudantes e os professores de graduação e pós-graduação e profissionais que estão em busca de aperfeiçoar os seus conhecimentos. Assim como “Um Coração Valente no Expresso Transiberiano” é.</p>



<p>Venha embarcar nesse expresso você também! Sente-se e aprecie a vista, pois o trem já vai sair.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira a obra:</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/um-coracao-valente-no-expresso-transiberiano"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/c44beaa4d9baad1d6010c76d65c75367.jpg" alt=""/></a><figcaption><strong>Um coração valente no expresso transiberiano</strong></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Em “Um coração valente no Expresso Transiberiano” o autor nos conta suas aventuras vividas em uma viagem pela maior ferrovia do mundo. Adepto das caminhadas longas e das subidas de montanhas João percorreu os trilhos da Transiberiana, portando somente uma pequena mochila como bagagem. Ele sabe que quanto menos peso carregamos, mais longe podemos chegar! Descia do trem em algumas cidades, conhecia novos lugares, culturas, pessoas e embarcava novamente, foi dessa forma que ele percorreu os 9.259 quilômetros da ferrovia, distancia essa marcada por histórias, aventuras e realizações pessoais. Esta publicação é destinada à interessados em narrativas de viagens, apaixonados por trens, cidades e histórias.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>(Release) O ATEÍSMO NO BRASIL &#8211; OS SENTIDOS DA DESCRENÇA NOS SÉCULOS XX E XXI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 18:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[O livro “O Ateísmo no Brasil: Os Sentidos da Descrença nos Séculos XX e XXI” é o mais recente lançamento do autor Ricardo Oliveira da Silva, através da editora Paco Editorial. A obra é um estudo dos fatores históricos que levaram à construção do ateísmo em solos brasileiros, entre o séc. XX e o início do séc. XXI.]]></description>
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<hr class="wp-block-separator"/>



<p><em>O livro “O Ateísmo no Brasil: Os Sentidos da Descrença nos Séculos XX e XXI” é o mais recente lançamento do autor Ricardo Oliveira da Silva, através da editora Paco Editorial. A obra é um estudo dos fatores históricos que levaram à construção do ateísmo em solos brasileiros, entre o séc. XX e o início do séc. XXI.</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/8ecbd0a26b1742ba47467645879f0018.jpg" alt="" width="187" height="280"/><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-ateismo-no-brasil-os-sentidos-da-descrenca-nos-seculos-xx-e-xxi">O ateísmo no Brasil<br>Os sentidos da descrença nos séculos XX e XXI</a></figcaption></figure>



<p></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p><strong>Sinopse:</strong> Em “O ateísmo no Brasil: os sentidos da descrença nos séculos XX e XXI”, é apresentado um estudo sobre o tema na história brasileira. Uma obra que pesquisa os significados históricos atribuídos ao ateísmo desde o início do século XX até o começo do século XXI. Atualmente, o ateísmo tornou-se um elemento de construção identitária e de ativismo político, mobilizando setores da sociedade na luta contra a discriminação dirigida aos ateus e ateias e na defesa de instituições públicas laicas como prevista pela Constituição Federal de 1988. Esta publicação busca atender a pesquisadores e interessados pelo tema no Brasil.</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p>Hoje em dia, o ateísmo, bem como a religião, é usado como elemento que compõe a identidade de uma pessoa e a de um povo. Ateus e ateias lutam, atualmente, por exemplo, por instituições públicas laicas, como é previsto em lei, pela Constituição Federal de 1988, mas pouco visto na realidade.</p>



<p>Além disso, usam a questão também como pauta de seu ativismo político, no país.</p>



<p>A obra, publicada em 2020 e dividida em quatro grandes e completos capítulos, visa a atender as demandas de estudiosos e de pesquisadores do assunto.</p>



<p>A primeira parte da publicação se trata da explicação para os leitores do conceito de ateísmo e as suas raízes brasileiras. Não à toa, é chamada de “Ateísmo e Historiografia”.</p>



<p>Em seguida, no segundo capítulo “O Ateísmo no Anarquismo brasileiro”, o autor nos apresenta as vertentes anticlericais do ateísmo, assim como as influências de movimentos anarquistas. Uma delas, com destaque na obra, é o Jornal “A Lanterna”.</p>



<p>Já no terceiro momento, chamado de “O Ateísmo no Marxismo Brasileiro”, Ricardo Oliveira da Silva nos leva a entender o ateísmo nas perspectivas de Marx e Engels, dois dos principais pensadores mundiais.</p>



<p>Ainda nessa parte, é apresentada a relação entre o Partido Comunista do Brasil (PCB) e a história do movimento. Por fim, encontramos os pensamentos de importantes intelectuais e comunistas brasileiros, sobre a descrença.</p>



<p>O último capítulo da obra, intitulado “O Ateísmo Brasileiro no Início do Século XXI”, entendemos como o movimento ateísta enfim floresceu. O autor conta, ainda, sobre a criação da Revista Ateísta, além de falar sobre questões sociais e políticas, que se tornaram pauta nas últimas décadas, como preconceito, identidade, ativismo, laicidade, ética e feminismo.</p>



<p>Ricardo Oliveira da Silva é mestre e doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, além da graduação, também em História pela Universidade Federal de Santa Maria.</p>



<p>O autor possui outras publicações bibliográficas recentes em espaços renomados do ramo, como a “Revista História: debates e tendências”, “Revista História em Reflexão” e “Revista Brasileira de História e Ciências Sociais”. Ricardo também possui ampla atuação em universidades, como orientador e participação em bancas.</p>



<p>A Paco Editorial foi fundada em 2009, com o objetivo de ser um canal de difusão da produção científica brasileira. Ao longo dos anos, lançou importantes títulos de várias áreas, através de conteúdos técnicos, científicos e profissionalizantes para professores e estudantes, tanto da graduação, como de pós-graduação.</p>



<p>A distribuição dos conteúdos da Paco Editorial é feita para livrarias universitárias, eventos acadêmicos e as principais plataformas online. A editora, durante sua trajetória e publicação de mais 1500 obras, já foi contemplada com o Prêmio Jabuti, pelo segundo lugar, na categoria Comunicação, em 2017.</p>
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		<title>Nove Clássicos do Desenvolvimento Econômico, de Fernanda Cardoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 11:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Acadêmicas]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[release]]></category>
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					<description><![CDATA[Respaldada nessa premissa, Fernanda Cardoso reúne as contribuições de nove autores considerados fundamentais sobre o desenvolvimento econômico – Paul Narcyz Rosenstein-Rodan, Hans Wolfgang Singer, Ragnar Nurkse, William Arthur Lewis, Albert Otto Hirschman, Gunnar Myrdal, Michal Kalecki, Raúl Prebisch e Celso Furtado – em sua mais recente obra, “Nove Clássicos do Desenvolvimento Econômico”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-large wp-image-3021 aligncenter" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/02/wefgweg-1024x839.jpg" alt="" width="960" height="787" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/02/wefgweg-1024x839.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/02/wefgweg-300x246.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/02/wefgweg-768x629.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/02/wefgweg-1140x934.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/02/wefgweg.jpg 1938w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>


<p>Podemos
definir como clássico todo o conhecimento criado e as consequentes referências
geradas em um passado mais distante, mas que ainda são dignos de consideração
nos dias atuais. Por conta de sua importância e de sua relevância como parte de
uma base, são constantemente resgatados desde sua origem.</p>



<p>Respaldada nessa premissa, Fernanda Cardoso reúne as
contribuições de nove autores considerados fundamentais sobre o desenvolvimento
econômico – Paul Narcyz Rosenstein-Rodan, Hans Wolfgang Singer, Ragnar Nurkse,
William Arthur Lewis, Albert Otto Hirschman, Gunnar Myrdal, Michal Kalecki,
Raúl Prebisch e Celso Furtado – em sua mais recente obra, “Nove Clássicos do
Desenvolvimento Econômico”.</p>



<p>O ponto de partida da obra é a tese de doutorado da autora,
orientada pelo professor Gilberto Tadeu Lima e defendida em 2012. Após alguns
anos ministrando a disciplina Desenvolvimento Socioeconômico para estudante de
graduação da UFABC, Fernanda Cardoso amadureceu a ideia de organizar um livro
com caráter mais didático que permitisse uma abordagem introdutória às teorias
clássicas do desenvolvimento econômico que se tornaram a base fundamental do
pensamento desenvolvimentista.</p>



<p>O resultado final é uma obra que discute as contribuições desses nove pioneiros que contribuíram para a formatação do arcabouço teórico do desenvolvimentismo clássico. Apesar de suas idiossincrasias, e até de possíveis incompatibilidades em suas teorias, são pensadores que apresentaram perspectivas do processo de desenvolvimento alternativas à neoclássica.</p>



<p>Esse “diálogo” entre os teóricos foi possível graças ao trabalho criativo e sugestivo da autora em estabelecer uma associação entre vários elementos de contribuições dos pensadores clássicos do desenvolvimento econômico abordados no livro, e assim chamada abordagem da complexidade. Dessa forma, pode-se atribuir com primazia uma série de elementos analíticos também contemplados, ainda que de maneira nem sempre uniforme e explícita, na abordagem de alguns desses pioneiros.</p>



<p>Outro ponto a ser destacado nesta obra é a sua narrativa, que
contempla adequadamente características peculiares dos chamados países em
desenvolvimento (como o Brasil) que, na visão dos nove pensadores, tornam
inaplicáveis elaborações teóricas que não as incorporam explicitamente ao seu
arcabouço analítico básico.</p>



<p>Assim, a questão do “desenvolvimento” que acompanha o Brasil há bastante tempo, também se faz presente no livro. O modelo desenvolvimentista pretendeu resolver a dificuldade do alçamento – em tese, fazer com que países mais atrasados alcançassem o nível das nações mais avançadas em termos de produtividade do trabalho.</p>



<p>Ainda que esse pensamento não tenha sido bem-sucedido no Brasil, é de suma importância estudar as ideias dos clássicos do desenvolvimento. E este livro, de Fernanda Cardoso, apresenta com notável clareza e precisão as principais teses desses nove autores clássicos da tradição desenvolvimentista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a autora</h2>



<p>Fernanda Cardoso é mestra em Economia da Indústria e da Tecnologia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE-UFRJ, 2008) e doutora em Economia das Instituições e do Desenvolvimento pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP, 2012). Desde 2014, atua como economista e professora na UFABC vinculada ao bacharelado de Ciências e Humanidades, Ciências Econômicas, Relações Internacionais e ao programa de pós-graduação em Ciências Humanas e Sociais.</p>


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<p></p>
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