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	<title>reflexao &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Dia Nacional do Idoso: os atos de hoje refletem no amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2020 20:27:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Instituído no calendário nacional em 1999, o Dia do Idoso traz para o debate os desafios de envelhecer com qualidade no Brasil. A data também celebra a aprovação do Estatuado do Idoso (Lei 10.741/2003).]]></description>
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<p><em>Instituído no calendário nacional em 1999, o Dia do Idoso traz para o debate os desafios de envelhecer com qualidade no Brasil. A data também celebra a aprovação do Estatuado do Idoso (Lei 10.741/2003).</em></p>



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<ul class="wp-block-list"><li><strong>Principais objetivos da data:</strong></li></ul>



<p>&#8211; Chamar a atenção para a existência de desigualdades, geralmente como resultado de uma acumulação de desvantagens ao longo da vida;</p>



<p>&#8211; Aproveitar as experiências e o aprendizado ao longo da vida dos cidadãos da chamada terceira idade, criando políticas proativas e adaptativas de trabalho promovendo proteção social e dando acesso à cobertura universal de saúde;</p>



<p>&#8211; Refletir sobre as melhores práticas, lições e progressos para mudar as narrativas e estereótipos negativos que envolvem a velhice.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1.jpg" alt="" class="wp-image-9929" width="579" height="386" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1.jpg 438w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 579px) 100vw, 579px" /><figcaption>(by, Freepik)</figcaption></figure>



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<ul class="wp-block-list"><li><strong>O BRASIL ESTÁ ENVELHECENDO:&nbsp;</strong></li></ul>



<p>De acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulga em novembro de 2019, a expectativa de vida dos brasileiros aumentou em <strong>3 meses e 4 dias, de 2017 para 2018, alcançando 76,3 anos. Desde 1940, já são 30,8 anos a mais que se espera que a população viva.</strong></p>



<p>O Brasil tem mais de 28 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o que representa 13% de toda a população do país. A expectativa para 2035, é de que o número chegue a 48 milhões de pessoas nessa faixa etária, aumentando o percentual para 21% da população, segundo a pesquisa Projeção da População, divulgada em 2018 pelo IBGE<strong>. As estatísticas ressaltam a importância das políticas públicas para atender uma população que está vivendo mais.</strong></p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>LIVRO DO VELHO AO IDOSO</strong></h3>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/do-velho-ao-idoso-uma-transmutacao-socio-identitaria"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/3c30dfe6b08bc2c6b941d2c65049ca41.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/do-velho-ao-idoso-uma-transmutacao-socio-identitaria">Do velho ao idoso<br>Uma transmutação socio-identitária</a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>‘’A precarização das leis trabalhistas, a partir dos rearranjos legais últimos ligados ao Ministério do Trabalho, traz vulnerabilidades para idosos que entre algumas das coisas que se pode citar, estende arbitrariamente o período de ativa desses trabalhadores, apesar de ter havido alguns ajustes dos congressistas e atenuantes em classes específicas’’.  Professor Gabriel Azevêdo Costa Lima’’</p>
</div>
</div>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong><u>Confira o conteúdo exclusivo do autor para a reflexão desta data</u></strong></h3>



<p>Desde a publicação de minha pesquisa de mestrado pela UFSCAR em 2014, Do velho ao idoso: uma transmutação socioidentitária (Paco editorial,2014), o cenário político, cultural e econômico no Brasil passaram por profundas transformações. Essas transformações de certo serão sentidas nos dados a serem tabulados no próximo senso do IBGE, previsto para a data referência de 31 de julho de 2021, no tocante a expectativa de vida dos idosos brasileiros e suas condições socio econômicas atuais, e outros indicativos demonstradores da qualidade da inserção política e social dessa classe etária.</p>



<p>&nbsp;Ainda não sabemos como ficará a metodologia a ser empregada pelo instituto, uma vez que o governo atual já deu indicações para mudança nesse sentido. Haja vista a guerra política e de narrativa atual, em havendo mudança dos métodos é possível também um racha no reconhecimento das análises pelas equipes técnicas envolvidas e comunidade cientifica.</p>



<p>Ao que cabe discutir aqui é considerar, com materialidade robusta, a queda de qualidade na vida do brasileiro que incide diretamente nos idosos. A inflação econômica galopante, aumento de desemprego nas famílias brasileiras, o aumento das restrições burocráticas nos auxílios governamentais de caráter assistencial, regras mais austeras verticalizadas quanto a concessão de pensões e aposentadorias.</p>



<p><strong>&nbsp;Essa austeridade, independente da discussão política que envolve o argumento de necessidades de ordem do ajuste fiscal nacional, legítimas ou não, tem seu atributo de verticalidade social sustentado no fato de que as novas regras previdenciárias e trabalhistas são desiguais por dar tratamento mais severo de arrocho nas classes mais necessitadas.</strong> Pois, mantem-se, o que muitos julgam de excesso de direitos, ou privilégios, a por exemplo magistrados, congressistas e classe militar. <strong>A PEC 241/55, conhecida como PEC 55 ou PEC dos gastos públicos, vigorante desde 2017 no governo do Michel Temer impactou áreas como a saúde e a educação, áreas cruciais para as políticas públicas voltadas aos cidadãos idosos poderem deslanchar e se manterem minimamente.</strong></p>



<p>A precarização das leis trabalhistas, a partir dos rearranjos legais últimos ligados ao Ministério do Trabalho, traz vulnerabilidades para idosos que entre algumas das coisas que se pode citar, estende arbitrariamente o período de ativa desses trabalhadores, apesar de ter havido alguns ajustes dos congressistas e atenuantes em classes específicas.</p>



<p>Em meio a esse desolador quadro nacional, de desmonte previdenciário e do mundo do trabalho, nessa linha de pensamento, temos uma população que consideravelmente envelheceu, mudando o perfil da pirâmide etária brasileira<strong>. Os idosos ocupam, como nunca, postos de trabalho no cotidiano, seu vigor e circulação social, além de seu peso de importância política e de mercado tenha crescido consideravelmente. </strong>Há de lembrar que muitos ainda são arrimos de família em lares empobrecidos e o interesse de participar da vida política tenha aumentado a olhos vistos. Tudo isso dota o idoso de um reconhecimento melhor, comparado as décadas anteriores, havendo ainda preconceitos também.</p>



<p>&nbsp;Os grupos da terceira Idade e outras tantas organizações que valorizam a vida na maturidade passam agora por prova de fogo, para desenvolver as politicas e movimentos capazes de dar perspectivas de desenvolvimento a essa categoria etária e social que se vê, em muitos níveis, ameaçada pela precarização de sua qualidade de vida. Um desafio e tanto para a geração atual e vindouras de idosos brasileiros.</p>



<p>                                              Gabriel Azevêdo Costa Lima (mestre em sociologia, professor da rede Estadual de Ensino da Bahia – Vitória da Conquista -BA) </p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>SOBRE O LIVRO:</strong></h3>



<p>A vivência em grupos da Terceira idade pelo indivíduo, no contexto de sua retirada do mundo produtivo, remete-o a um universo novo. O velho vai cedendo lugar ao idoso, em meio a demandas de ordem socioculturais, políticas e econômicas. As esperanças, nostalgias e leituras de mundo expressas nas narrativas deste livro convidam o leitor a uma inevitável reflexão do que é envelhecer, suas dificuldades e os ganhos possíveis com a maturidade.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Fontes: <a href="https://sbgg.org.br/sbgg/sobre-a-sbgg/"><strong>Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia</strong>&nbsp;(SBGG)</a><strong></strong></p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/"><strong>Agência&nbsp;pública de notícias</strong> <strong>(</strong>EBC<strong>)</strong></a><em></em></p>



<p><a href="https://www.ibge.gov.br/institucional/o-ibge.html"><strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística </strong>(IBGE</a><em>)</em><em></em></p>
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