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	<title>projetos de inclusão &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Maioria na área acadêmica, mulheres representam 7% do topo da carreira científica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 18:50:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As&#160;mulheres são mais da metade no mestrado e no doutorado&#160;na Universidade de Brasília (UnB), ocupando 52% e 53% das vagas, respectivamente. Nos programas de iniciação científica, chegam a 62% dos nomes. No entanto, o número afunila quando se chega ao topo acadêmico. Segundo dados passados pela própria UnB, em todo o país elas representam apenas 7% do topo da carreira científica. As áreas mais para o campo de exatas concentram uma diferença enorme na presença de homens e mulheres. Em Engenharia Mecânica, por exemplo, estão matriculados 401 homens e 72 mulheres; em Engenharia de Software, são 740 homens e 113 mulheres; em Engenharia Elétrica, são 390 homens e 72 mulheres. Na física, são 171 homens e 55 mulheres. Pensando em reduzir a diferença e deixar o ambiente mais acolhedor para as mulheres, a professora doutora em física Ambiental Erondina Azevedo, da UnB, desenvolveu o projeto&#160;Eureka – meninas na física. O grupo tem o objetivo de ser um local de apoio entre as universitárias para eventuais situações de machismo dentro do meio acadêmico. Além disso, seleciona as estudantes para apresentar a física às estudantes no Ensino Médio da rede pública. Fonte: Metropoles Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>As&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/dia-internacional-da-mulher/mulheres-produzem-metade-dos-trabalhos-cientificos-da-unb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mulheres são mais da metade no mestrado e no doutorado</a>&nbsp;na Universidade de Brasília (UnB), ocupando 52% e 53% das vagas, respectivamente. Nos programas de iniciação científica, chegam a 62% dos nomes. No entanto, o número afunila quando se chega ao topo acadêmico.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



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<p><a href="https://doity.com.br/anais/simposiobrasileiromaternidadeeciencia/trabalho/83904" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Segundo dados passados pela própria UnB</a>, em todo o país elas representam apenas 7% do topo da carreira científica.</p>



<p>As áreas mais para o campo de exatas concentram uma diferença enorme na presença de homens e mulheres. Em Engenharia Mecânica, por exemplo, estão matriculados 401 homens e 72 mulheres; em Engenharia de Software, são 740 homens e 113 mulheres; em Engenharia Elétrica, são 390 homens e 72 mulheres. Na física, são 171 homens e 55 mulheres.</p>



<p>Pensando em reduzir a diferença e deixar o ambiente mais acolhedor para as mulheres, a professora doutora em física Ambiental Erondina Azevedo, da UnB, desenvolveu o projeto&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/meninasnafisica_unb/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eureka – meninas na física</a>. O grupo tem o objetivo de ser um local de apoio entre as universitárias para eventuais situações de machismo dentro do meio acadêmico. Além disso, seleciona as estudantes para apresentar a física às estudantes no Ensino Médio da rede pública.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: </em>Metropoles</p>



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<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/transito-df/distrito-federal-transito-df/maioria-na-area-academica-mulheres-representam-7-do-topo-da-carreira-cientifica">aqui </a>para ler a matéria original.</p>
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