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	<title>profissao &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>profissao &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Qual profissão escolher?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 19:46:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Qual profissão escolher? Essa é uma pergunta que já assombrou todo mundo pelo menos uma vez na vida. O que devemos levar em consideração na hora de escolher uma profissão?
Nesse artigo o Prof. Dr. Marcos Rogério Martins Costa traz de um forma descontraída respostas sobre o assunto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p class="has-text-align-right">Autor: Prof. Dr. Marcos Rogério Martins Costa</p>



<p class="has-text-align-right">Revisado por: Grabrielle Fontes</p>



<p class="has-drop-cap">Estudar é de fato o que pode mudar o seu futuro. A sorte é um privilégio de poucos e se você não teve a sorte de crescer na vida como se fosse mágica, este post foi feito exclusivamente para você.</p>



<p>Desde o momento em que se deu conta de que sua vida precisaria de algo a mais, a primeira coisa que deve ter vindo à sua mente é que precisaria estudar e ter uma profissão com um diploma na mão, correto?</p>



<p>O mundo anda dinâmico e um emprego bom está cada vez mais concorrido. Há uma necessidade absurda de incrementar o currículo para que se possa ter destaque frente a uma fila de candidatos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Normalmente os meus alunos me falam que escolheram ou estão escolhendo o curso de acordo com o valor do salário que está sendo pago no mercado e acho que isso é um dos piores critérios de escolha. Pensemos juntos, se fulano ganha x, não necessariamente ciclano também ganhará a mesma quantia. O critério que vale para os valores salariais, independentemente da profissão escolhida, é o quanto de dedicação você destinará aos seus objetivos. Steve Jobs, por exemplo, não se graduou em nenhuma faculdade, mas ele soube juntar conhecimentos científicos e técnicos para criar uma maiores empresas de tecnologia do mundo, a Apple.</p>



<p>Vamos lá&#8230;&nbsp;</p>



<p>Ô professor, mas eu não consigo ter foco, disciplina e nem dedicação ao que eu quero. Apesar disso eu posso ganhar um pouco mais?</p>



<p>A resposta é direta e sincera: Não.</p>



<p>Você não pode ganhar o que almeja se não lutar para isso. E não se preocupe se você não consegue, algumas pessoas precisam de uma ajudinha para isso e não há vergonha em correr atrás dessa ajuda.</p>



<p>E é aí que eu entro com o meu trabalho de Coaching e Consultoria. Sou uma pessoa extremamente curiosa que passa os dias criando maneiras de como transformar e melhorar a vida das pessoas, porque, como já disse muitas vezes aos meus alunos, melhor do que receber o peixe é saber pescá-lo. Na verdade o que me faz feliz é o fato de fazer outras pessoas felizes a partir de meu trabalho. É o que me motiva a estudar sempre mais e mais.&nbsp;</p>



<p>Claro que para qualquer transformação é necessário que a pessoa esteja com a mente e o coração abertos para receber os aprendizados. O sucesso é sim algo palpável e pode vir de uma maneira muito mais fácil logo após você se decidir pela sua profissão.</p>



<p>Como já falei antes, de qualquer modo o valor do salário do mercado não deve ser o motivo das suas escolhas, pois conheço professores que ganham muito mais do que médicos, simplesmente pelo fato de se doarem mais e não se permitirem serem medíocres.&nbsp;</p>



<p>E outro ponto que também deve ser decisivo são suas afinidades, você deve escolher algo que tenha a ver com seus princípios, suas ideologias e com a sua história de vida, pois tudo se tornará mais prazeroso e é provado cientificamente que quando fazemos algo que gostamos muito, tendemos a ser mais bem sucedidos.&nbsp;</p>



<p>Quem não quer ganhar muito dinheiro, ter tudo que sempre sonhou e suprir todas as suas necessidades trabalhando com o que mais ama? Todo mundo né?</p>



<p>Saibam que há sim um caminho para isso, coloque agora no papel os seus sonhos e vá atrás deles. Se não conseguir ir sozinho, eu serei a companhia certa para isso e com certeza poderemos ser grandes amigos que estaremos juntos na sua jornada acadêmica, do início ao fim de tudo.Posso te treinar e auxiliar em qualquer momento seja ele fácil ou difícil. Confie em mim e venha comigo nessa viagem para se tornar o profissional mais requisitado do mercado. Acredite que comigo você pode!</p>



<p><strong>Sobre o autor <strong>Prof. Dr. Marcos Rogério Martins Costa</strong>:</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/12/autorretrato-2-911x1024.png" alt="Prof. Dr. Marcos Rogério Martins Costa" class="wp-image-11157" width="300" height="400"/><figcaption>Prof. Dr. Marcos Rogério Martins Costa</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>Doutor e Mestre em Letras pelo programa de pós-graduação em Semiótica e Linguística geral da FFLCH-USP; Graduação em Letras (bacharelado e licenciatura), nas habilitações de Português e Linguística pela Universidade de São Paulo. É atualmente Professor Substituto no Instituto de Letras da Universidade de Brasília (UnB) e Revisor de ABNT da Universidade Aberta do Brasil, lotado no Centro de Educação a Distância da UnB. Membro da Academia Contemporânea de Letras (ACL), ocupando a cadeira 21, cujo patrono é Érico Veríssimo e do Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo &#8211; GEL, desde 2010. Possui experiência em Língua Portuguesa, Linguística Geral, Semiótica, Análise do Discurso (AD-Francesa) e Estudos do Círculo de Bakhtin. Suas outras áreas de interesse são Ciências da Linguagem, Modelos de Ensino e Aprendizagem e Novas Mídias.</p>
</div></div>



<p>ORCID: <a href="https://orcid.org/0000-0002-4627-9989">https://orcid.org/0000-0002-4627-9989</a></p>



<p>C.V. Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/1948149291517472">http://lattes.cnpq.br/1948149291517472</a></p>
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		<title>Geografia, como ensinar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 17:59:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por muito tempo, o ensino da geografia ficou preso na ideia de que para o aluno aprender, ele precisava apenas ter memória e decorar o que foi dito. Como veremos a seguir, é preciso superar essa ideia para que o ensino atinja seu objetivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Geografia, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais é uma área que nos leva à compreensão da realidade social, das interações do homem com a natureza e os espaços geográficos.</p>



<p>Por muito tempo, o ensino da geografia ficou preso na ideia de que para o aluno aprender, ele precisava apenas ter memória e decorar o que foi dito. Como veremos a seguir, é preciso superar essa ideia para que o ensino atinja seu objetivo.</p>



<p>Por ser uma área bastante completa, que tem um pouco de todas as outras disciplinas, como física e até história, o ensino da geografia deve ser pautado para a ampliação das capacidades dos alunos em compreender o mundo em que estão inseridos, fazendo com que não fiquem limitados apenas no seu convívio social, mas que entendam o mundo como um todo e em todas as suas nuances.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estudo de forma crítica</strong></h2>



<p>Um ponto importante quando se fala no ensino da geografia é que professores devem levantar o debate em cima dos assuntos estudados, conferindo uma abordagem socioambiental, já que tudo está interligado.</p>



<p>Um exemplo são os fenômenos da natureza. Alunos que moram no nordeste brasileiro podem aprender sobre o derretimento das calotas polares, mas não devem ficar no aprendizado do fenômeno por si só. É preciso entender como ele acontece e relacionar com suas causas, como a poluição atmosférica, e consequências, como o aumento do nível dos mares, que podem atingir o mundo inteiro.</p>



<p>Como bem dissemos acima, o propósito da geografia é fazer com que os alunos compreendam de forma ampla a realidade, permitindo que ajam de forma crítica e responsável a partir do que aprendem. Ele tem que entender que a realidade não é apenas aquilo o que o cerca e que suas atitudes reverberam ao seu redor.</p>



<p>Valorize também o olhar do aluno: cada um trará consigo algo que pode enriquecer esse debate e aumentar o senso crítico de todos em sala.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pluralidade de instrumentos de aprendizagem</strong></h2>



<p>É bem verdade que muito do ensino da geografia é feito a partir de estudos conceituais, mas eles não são e não devem ser suficientes na hora do lecionar. É necessário contextualizar. Em um mundo quase que completamente digital, com acesso gratuito a informação por todos os lados, a diferença na sala de aula está justamente na capacidade de aprofundar o conteúdo de forma especializada.</p>



<p>Portanto, abuse da criatividade ao preparar seu plano de aula. Além dos exemplos mais comuns, como vídeos e fotos explicativas, ou atividades manuais, como a construção de maquetes e até experimentos para simular fenômenos climáticos, professores podem explorar jogos e desafios, músicas e até livros literários para que os alunos se sintam estimulados a aprender. Só é preciso fazer uma boa curadoria.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Além da sala de aula</strong></h2>



<p>Busque também explorar o meio em que vivem, saindo da sala de aula, dando uma dimensão de que a geografia pode ser vista em todos os lugares.</p>



<p>Agende visitas em museus, centros de pesquisa e exposições. Você pode levar os alunos para ver o parque botânico da sua cidade para que conheçam a vegetação local, por exemplo. Mas é preciso ter cuidado para as aulas práticas não sejam vistas apenas como visitas, por isso proponha tarefas e faça com que os alunos interajam com o assunto e entre si para trocar experiências.</p>



<p>Como podemos ver, o ensino da geografia deve contribuir para a formação dos alunos não só para o lado acadêmico, aprendendo por aprender, e sim para formar cidadãos mais preparados para a sociedade. Desse modo, a importância da geografia se revela na compreensão dos problemas que afligem o mundo, se mostrando uma grande ferramenta para mudá-lo para melhor.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="https://www.pacolivros.com.br/geografia">Acesse categoria de Geografia em nossa Loja!</a></h2>
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		<title>Profissão médico e docente: como conciliar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2020 19:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se você está nessa situação, não se preocupe, vamos falar sobre os desafios de conciliar a carreira de médico e docente. Além de, claro, oferecer dicas para fazer tudo dar certo no fim das contas. Veja!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para qualquer profissional é bastante complicado conciliar sua carreira com a vida pessoal. Imagine a profissão médico e docente, afinal, são duas profissões a serem desempenhadas.</p>



<p>Além disso, são áreas que demandam muito tempo de dedicação, envolvendo tanto teoria, quanto a prática. Isso porque o médico está em constante estudo e atendimento, além do professor, que precisa se dedicar aos seus alunos para ter melhores resultados.</p>



<p>Se você está nessa situação, não se preocupe, vamos falar sobre os desafios de conciliar a carreira de médico e docente. Além de, claro, oferecer dicas para fazer tudo dar certo no fim das contas. Veja!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A profissão médica: rotina</strong></h2>



<p>Não importa a fase do médico, desde o início da faculdade, residência até se tornar experiente, terá os estudos como parte de sua rotina. Afinal, a medicina e a tecnologia mudam, além do que existe um grande volume de conhecimento e informação sobre o corpo humano.</p>



<p>Daí a necessidade de estar sempre atualizado, estudando e praticando, para não perder nada disso. A carreira de medicina em si já torna a vida pessoal mais intensa pela privação do tempo.</p>



<p>Podemos até entender que talvez por conta disso a medicina acaba sendo encarada por muitos como uma missão pessoal, não apenas carreira, tamanho comprometimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A carreira de docente e seus desafios</strong></h2>



<p>Em contrapartida, temos a carreira de docente e muitos desafios também envolvidos nela. Bem como o médico, um bom professor sempre está a par das novidades na sua área e estuda constantemente.</p>



<p>Seja para saber mais sobre o conteúdo ministrado ou mesmo para aprender maneiras mais interessantes e dinâmicas para trazer conhecimento aos seus alunos. Lembrando que o professor precisa estudar também questões em torno da didática de ensino.</p>



<p>Somado a isso, parte desse trabalho sequer é feito em sala de aula, por conta do planejamento das aulas e atividades. As tarefas feitas pelos alunos também precisam ser corrigidas e receberem nota se for o caso. O que demanda mais dedicação desse docente, afinal, ele é fundamental na formação de novos profissionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Profissão médico e docente: como conciliar?</strong></h2>



<p>Não precisamos falar muito sobre vantagens de ter duas carreiras, como maior empregabilidade, versatilidade na carreira, enfim. Por outro lado, o estresse por conta de sobrecarga pode ser outra consequência dessa vida dupla. E como fazer para conciliar?</p>



<p>Normalmente, os docentes formados em medicina lecionam em universidade e faculdades, portanto já passaram por aquela difícil fase de residência. A partir daí a vida do médico não fica mais fácil, mas pode ser mais maleável para entrar em outra profissão.</p>



<p>Entre toda essa dificuldade, podemos destacar algumas dicas relevantes para vencer esses desafios:</p>



<p>• Evite tratar de outros assuntos quando estiver no trabalho, não pensando em sua sala de aula quando clinicar, por exemplo;</p>



<p>• Na hora de realizar cursos, opte por formações mais rápidas, ocorridas em poucos dias ou fins de semana;</p>



<p>• Descubra qual área tem maior identificação e invista mais tempo nela;</p>



<p>• Saiba quando pedir ajuda, tente delegar tarefas do seu dia a dia, pessoais ou profissionais;</p>



<p>• Cuide muito bem da saúde, a fim de dar conta de uma rotina mais atarefada.</p>



<p>É muito comum as pessoas conciliarem duas ou mais carreiras e acabarem optando por aquela que tenham maior identificação. Para saber disso é preciso entender qual delas você se sente mais recompensado, em todos os âmbitos.</p>



<p>Ainda que uma das carreiras seja maravilhosa, a outra pode lhe trazer maior satisfação pessoal. Nesse meio tempo, é importante usara essas dicas que demos para viver nas duas profissões.</p>



<p>Agora você entende como pode conciliar a profissão médico e docente, sem perder o que cada uma pode lhe trazer. Procure dedicar-se as duas e tenha isso como base para pensar no seu futuro.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Obras relacionadas</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/desafios-e-perspectivas-das-ciencias-humanas-na-atuacao-e-na-formacao-docentehttps://www.pacolivros.com.br/desafios-e-perspectivas-das-ciencias-humanas-na-atuacao-e-na-formacao-docente"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/00110830150f313c8d6ebdf2dcc00056.jpg" alt=""/></a><figcaption><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/desafios-e-perspectivas-das-ciencias-humanas-na-atuacao-e-na-formacao-docente">Desafios e perspectivas das ciências humanas na atuação e na formação docente</a></strong></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Pesquisadores de diferentes áreas de formação e linhas de atuação apresentam suas experiências docentes em espaços e campos de ensino diversos. Este livro se destina a professores de diferentes áreas, níveis e modalidades de ensino, assim como aos estudantes de cursos de licenciatura. Os autores são professores do ensino superior que se propuseram a pensar sobre sua prática em diferentes cursos de graduação. Os textos apresentados tratam de paradigmas de ensino, ferramentas, instrumentos e estratégias de docência, além de questões contemporâneas com as quais os professores se deparam em sala de aula.</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/pedagogia-hospitalar-e-formacao-docente-a-arte-de-ensinar-amar-e-se-encantar"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/51b981e1dba0f1f00b1d34e24da43ee6.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/pedagogia-hospitalar-e-formacao-docente-a-arte-de-ensinar-amar-e-se-encantar">Pedagogia Hospitalar e Formação Docente<br>A Arte de Ensinar, Amar e se Encantar</a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>A Pedagogia Hospitalar é algo pouco falado e conhecido no Brasil, infelizmente muitas pessoas não têm acesso a essa informação e, por conta disso, quando crianças e jovens precisam se afastar da escola para ter um tratamento de saúde, acabam perdendo o seu rendimento escolar. Maria do Carmo da Silva Mutti traz, em sua obra Pedagogia Hospitalar e formação docente: a arte de ensinar, amar e se encantar, reflexões sobre políticas públicas que sustentam o atendimento ao aluno em tratamento de saúde e nos pressupostos formativos de professores pela vertente crítica-reflexiva do conhecimento.</p>
</div>
</div>
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		<title>O professor e os desafios da sala de aula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 16:10:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabe a expressão ‘’nem todo herói usa capa’’? Pois é, os professores entendem bem isso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sabe a expressão ‘’nem todo herói usa capa’’? Pois é, os professores entendem bem isso.</p>



<p>Responsáveis por capacitar todas as profissões, são braços que ajudam no avanço da sociedade e que travam todo dia lutas dentro e fora da sala de aula.</p>



<p>O professor enfrenta a falta de valorização da categoria, a falta de saúde já que trabalham muito para garantir o mínimo do salário que merecem e principalmente encara com a falta de respeito de um país que não valoriza a função. &nbsp;</p>



<p>Dentro da sala de aula o professor lida com um recorte de um país desigual, conflitos geracionais, de classes sociais e com péssimas condições de trabalho. Para a pedagoga, <strong>J<em>acqueline Oliveira Lima</em></strong><em>, </em>da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, cada aluno carrega uma realidade, econômica, social e emocional.</p>



<p>‘’ O contexto da sala de aula exige um compromisso entre todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem. <strong>Fazer com que todos assumam esse compromisso é a maior dificuldade a ser enfrentada institucionalmente, por cada professor e aluno’’</strong></p>



<p>A educação deve ser construído forma coletiva, é necessário que sociedade e o estado entendam e priorizem isso. &nbsp;<strong>‘’ </strong>É uma tarefa que deve ser assumida por todos, o que requer um esforço que não é apenas da escola. Ou seja, fazer a escola dar certo, significa que a educação deve ser assumida enquanto uma política pública de Estado e não apenas de um governo’’, ressalta Jacqueline.</p>



<p>Dos desafios enfrentados pelo os professores nos últimos é mercantilização da profissão e a educação usada como massa de manobra para atos partidários.&nbsp; A professora, ressalta a importância do senso crítico.</p>



<p>‘’Não existe imparcialidade. A educação é um ato político. Como instância de poder ideológico, mesmo que restrito, é objeto de interesse de diferentes forças políticas, mas, sobretudo partidárias.&nbsp; No entanto, a discussão política não deve cair em armadilhas que levem a confrontos partidários e sim, pensar nas questões mais amplas e que interferem no contexto material onde a escola está inserida’’</p>



<p>Um exemplo de discussão política é o que aconteceu recentemente com a criança que, após anos de vítima de abuso sexual se vê grávida. Jacqueline relembra que a discussão sobre a questão do aborto foi mais fervorosa do que a situação em que vivem milhares de crianças vítimas de abuso.</p>



<p>‘’Ao abordar uma questão como essa no contexto da sala de aula, facilmente o professor, que deve ser o condutor estratégico da aprendizagem, pode cair em situações delicadas. É preciso muita maturidade ética para que tudo ocorra de modo a promover consciências, baseado em conhecimentos comprovados cientificamente e endossado por nosso aparato legal’’ salienta a professora.</p>



<p>‘’Não só o profissional professor, não só no contexto da sala de aula. Aprender é conhecer, debater, confrontar. Nem sempre existe uma resposta CERTA ou ERRADA. São os chamados dilemas éticos e que permeiam as relações sociais. Não é fácil, mas, é possível, quando a escola’’, conclui a professora.&nbsp;</p>



<p>Para o desenvolvimento do pensamento crítico, de uma aprendizagem sólida que dê ao aluno condições para atuar no seu contexto social, melhorar o ambiente onde vive, começa na valorização do professor, oferecendo uma carreira que dê vontade de seguir. Seja por meio de um salário digno, mas, sobretudo, por condições de trabalho.</p>



<p>‘’Mais do que pensamento crítico, os egressos da escola sobretudo pública, deveriam estar em igualdade de condições de qualquer outro jovem, para efetivamente pode escolher o seu caminho profissional. Não guiado apenas pelo dinheiro, mas, sobretudo pelo impacto social que sua atuação represe’. Ressalta a professora.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Obra relacionada a Coautora Jacqueline Oliveira Lima:</strong></h3>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/qualidade-da-educacao-superior-o-programa-reuni"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/18e91c5764b3d372147e54b31e759e56.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/qualidade-da-educacao-superior-o-programa-reuni">Qualidade da educação superior<br>O Programa Reuni</a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>O livro percorre temáticas que tratam da política educacional do tempo presente: o PDE e o REUNI e a questão da qualidade. Quando os leitores analisarem os capítulos, irão perceber que a lógica do expansionismo tem uma significância quantitativa. Isso demonstra que ainda não chegamos ao processo de descentralização e de autonomia da política educacional, o que poderia ter relevância na constituição da qualidade social da educação.</p>
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		<title>Educar na educação infantil e seus desafios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 19:37:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando o assunto é educação infantil, a situação não é diferente. Como se trata dos primeiros anos de vida da criança e de seu contato com o mundo exterior, esse momento de aprendizagem exige muita dedicação. Não significa, apenas, passar conhecimento para os pequenos, mas compreender o mundo ao seu redor e as emoções que os cercam.]]></description>
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<p>Entra ano e sai ano, um problema permanece no país. Os&nbsp;<strong>desafios</strong>&nbsp;da&nbsp;<strong>educação</strong>&nbsp;são preocupações constantes de especialistas, organizações, pais, professores e da própria sociedade.</p>



<p>Quando o assunto é&nbsp;<strong>educação infantil</strong>, a situação não é diferente.&nbsp;<strong>Como se trata dos primeiros anos de vida da criança e de seu contato com o mundo exterior, esse momento de aprendizagem exige muita dedicação</strong>. Não significa, apenas, passar conhecimento para os pequenos, mas compreender o mundo ao seu redor e as emoções que os cercam.</p>



<p>Os resultados do&nbsp;<strong>Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)</strong>&nbsp;mostram que o Brasil passou de 5,8, em 2017, para 5,9, em 2019, o que representa uma superação da meta nacional. Mesmo assim, alguns&nbsp;<strong>desafios</strong>&nbsp;permanecem e é sobre eles que vamos abordar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Principais desafios para professores e educadores</strong></h2>



<p>Do professor, exige-se mais que a tarefa de educar. Entre as Diretrizes Nacionais do curso de Pedagogia, por exemplo, estão algumas competências que se espera do pedagogo, como&nbsp;<strong>compreender, cuidar e educar de forma que a criança consiga se desenvolver fisicamente, psicologicamente, intelectualmente e socialmente</strong>.</p>



<p>Nesse sentido, o professor se torna responsável por aplicar, junto com diretores e demais membros da escola, práticas pedagógicas capazes de contribuir para o desenvolvimento infantil.</p>



<p><strong>Essas práticas perpassam por formação qualificada que vai além da graduação</strong>. A capacitação para saber lidar com crianças, suas emoções, as novidades do mundo de hoje e, até mesmo a conciliação com as tecnologias, são&nbsp;<strong>desafios</strong>&nbsp;que exigem do pedagogo.</p>



<p>Para se ter uma dimensão do problema, os dados do&nbsp;<strong>Censo Escolar da Educação Básica</strong>, de 2017, mostravam que 24,3% dos professores da&nbsp;<strong>educação infantil</strong>&nbsp;não tinham diploma universitário.&nbsp;<strong>Além da não formação, os docentes enfrentam inadequação em relação à disciplina lecionada</strong>.</p>



<p>Somado a esses fatores, está a questão da valorização profissional e dos salários. Os dados do&nbsp;<strong>Anuário Brasileiro da Educação Básica</strong>, de 2019, revelam que, em média, um professor da&nbsp;<strong>educação infantil</strong>, com ensino superior, recebe cerca de R$ 3.823.</p>



<p><strong>O valor é 30% a menos que o salário de demais profissionais com a mesma escolaridade</strong>. Se comparada a média de salário do docente com os profissionais da área de exatas ou de saúde, a diferença é de 50% a menos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para as crianças, a educação emocional também é uma tarefa difícil</strong></h2>



<p>Não é incomum ouvir de educadores que muitos pais deixam a tarefa de educar quase que exclusivamente para os profissionais da&nbsp;<strong>educação</strong>. No ambiente escolar, o professor precisa saber lidar com uma sala de aula lotada e com diversos perfis de crianças.</p>



<p>O lado emocional de cada criança costuma ser diferente. Enquanto umas conseguem trabalhar melhor com a frustração de perder um jogo, por exemplo, outras ficam irritadas quando isso acontece.</p>



<p><strong>Intermediar o conflito para que sentimentos de empatia se desenvolvam requer comprometimento tanto da criança quanto do professor</strong>. Como a personalidade do aluno, nessa fase, está em formação, é possível trabalhar conceitos como autoestima e autoconfiança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O diálogo entre pais e escola</strong></h2>



<p>Mais que encaminhar os pequenos à escola, os pais precisam acompanhar o desenvolvimento das crianças. Isso acontece tanto por meio das tarefas de casa quanto por acompanhamento da situação escolar na escola.</p>



<p>Em ambientes autoritários, a criança pode ter dificuldade de aprendizagem. Se o problema não for exposto aos professores, torna-se complicado vencer as limitações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas é possível superar os desafios?</strong></h2>



<p>A resposta é sim.&nbsp;<strong>Além da questão da qualificação dos docentes, é preciso estimular o diálogo constante com a sociedade</strong>. Por isso, o trabalho do professor se desenvolve de maneira mais eficaz quando ele recebe o apoio de outras áreas, como a assistência social e a psicologia.</p>



<p>Recursos, estrutura física das escolas e atividades lúdicas também contam pontos no desenvolvimento infantil. Quando há um olhar mais próximo para essa realidade, fica mais fácil estabelecer metas de ensino capazes de atender às necessidades da&nbsp;<strong>educação infantil</strong>.</p>
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		<title>Desafios da profissão professor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 18:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os profissionais da educação constituem uma categoria de suma importância para toda a sociedade. Além das questões acadêmicas, relacionadas à transmissão formal de conteúdo, o professor tem como responsabilidade atuar na formação moral e ética dos seus educandos, servindo, inclusive, de exemplo para eles.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os profissionais da educação constituem uma categoria de suma importância para toda a sociedade. Além das questões acadêmicas, relacionadas à transmissão formal de conteúdo, o professor tem como responsabilidade atuar na formação moral e ética dos seus educandos, servindo, inclusive, de exemplo para eles.</p>



<p>Desse modo, o professor precisa ser, além de competente em sua área de atuação, humano, empático e trazer em si a capacidade de atrair e instigar seus alunos. Entretanto, sobretudo no Brasil, esses não são os únicos desafios enfrentados pelo professor, e é sobre isso que falaremos nesse texto. Quais são os desafios enfrentados pelos docentes brasileiros atualmente? Esse tema lhe interessa? Então, continue a leitura!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Falta de remuneração e precarização da classe docente</h3>



<p>A baixa remuneração da categoria docente é um fato histórico, uma vez que não é uma reivindicação nova por parte dos professores. A maioria das instituições não contam com um plano de carreira claro, que valorize a formação continuada do professor, o que faz com que os salários pagos a essa categoria estejam entre os mais baixos em todo o mundo.</p>



<p>Para a professora <strong>Mônica Regina Nascimento dos Santos</strong> docente na <strong>Universidade Federal de Alagoas</strong>, a desvalorização da categoria no Brasil é o principal fator que causa a baixa procura pelos cursos de licenciatura por parte dos jovens, que estão ingressando no ensino superior. Ela ressalta que os impasses da categoria foram aprofundados com aplicação da Emenda Constitucional 95.</p>



<p>‘’A PEC do Teto, conhecida como Emenda Constitucional 95, é responsável pela redução no investimento em educação e formação docente. A medida contribuiu diretamente com o esfacelamento dos serviços oferecidos pelas escolas e universidades’’, explicou a professora;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Altas cargas horárias de trabalho e a mercantilização da educação</h3>



<p>Esse fator está diretamente relacionado com o anterior: por serem remunerados de forma insuficiente e, muitos professores precisam, para complementar suas rendas mensais, aumentar sua jornada de trabalho, lecionando em dois ou até três turnos todos os dias. Essa ampliação na carga horária pode ser extremamente prejudicial à saúde e ao desempenho profissional do professor, que, por vezes, se vê incapacitado de buscar por formações complementares por falta de tempo. Sua vida pessoal também fica prejudicada, já que acaba faltando tempo para estar com a família e para atividades de lazer.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim o resultado do  processo de mercantilização se caracteriza por um conjunto de ações concatenadas que atuam em diversas frentes para a instituição do <em>Mercado Educacional</em>, <strong>onde a educação se transforma em mera mercadoria</strong>. Confira o breve resumos das açõescitadas pala professora, <strong>Mônica</strong>:</p>



<ol class="wp-block-list" type="a"><li><strong>Financiamento</strong> &#8211; Incentivo à iniciativa privada, por meio da transferência de recursos públicos às instituições privadas em todos os níveis educacionais e todas as modalidades ao mesmo tempo em que sistematicamente são reduzidos os recursos para as instituições públicas;</li><li><strong>Projeto Pedagógico</strong> &#8211; Rígido controle do conteúdo de ensino e da formação docente com o esvaziamento crescente da autonomia das instituições, apesar das diversas postulações de gestão democrática, pois trata-se de uma gestão burocraticamente vigiada e controlada pelos órgãos internacionais de financiamento;</li><li><strong>Precarização das instituições de ensino</strong> básico e superior – diminuição das contratações por concurso público, redução dos recursos de manutenção da estrutura física, redução de profissionais, extinção de cargos, redução e/ou financeirização da assistência estudantil;</li><li><strong>Desvalorização do trabalho docente</strong> – aligeiramento e fragmentação da formação docente, planos de cargos e carreiras deficitários, piso salarial nacional insatisfatório para fazer frente às demandas dos profissionais da educação.</li></ol>



<p>Em resumo, não estamos vivendo um quadro conjuntural de crises na educação, mas sim, um cenário permanente de crise, pois, como dito pelo educador e antropologo, Darcy Ribeiro (1922-1997), trata-se de um projeto estrutural de desmonte da educação para a classe trabalhadora, concluí a educadora Monica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A participação da sociedade</h3>



<p>O papel da sociedade é de suma importância para promover e incentivar os professores, dentro da atual conjuntura de sucateamento do corpo docente e da educação.&nbsp; A professora, Monica, salienta:</p>



<p>&nbsp;‘’ A leitura de mundo, como afirmado por Paulo Freire, que o aluno realiza, é uma leitura ancorada na relação entre os saberes escolares e os saberes do meio de sua convivência, portanto, <strong>a participação da comunidade ajuda a conferir identidade aos conteúdos escolares e forjar professores</strong> enraizados na realidade concreta em respeito às idiossincrasias da realidade local, e, como dito por Jurjo Santomé, atento às vozes ausentes do currículo’’.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Manejo das diferenças entre os alunos</h3>



<p>Conforme comentamos anteriormente, a formação global dos educandos também está entre as responsabilidades do professor, embora não seja somente dele essa função. Assim, o professor precisa lidar com demandas que vão além das acadêmicas, convivendo com estudantes dos mais variados perfis e precisando estar atento às particularidades de cada um deles, o que pode ser um grande desafio, principalmente porque sabemos que questões pessoais impactam, e muito, no rendimento escolar.</p>



<p>A docência é uma carreira de grande importância e que costuma trazer grande realização pessoal para aqueles que a escolhem, apesar dos dilemas e desafios. Assim, é preciso que toda a sociedade mude a forma de encarar essa profissão com vistas a dar ao professor o valor que ele merece ter, o que faria com que essa carreira voltasse a despertar o interesse dos jovens e possibilitaria mais qualidade de vida àqueles que a escolhem.</p>
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		<title>DIA DO TRADUTOR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 12:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do tradutor em homenagem aos profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do Tradutor. Data que homenageia os profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.</em></p>



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<p>No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do Tradutor. Data que homenageia os profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.</p>



<p>O tradutor pode atuar em diversas áreas, como: trabalhos de tradução oral, interpretação simultânea em palestras e eventos, e tradução de textos, documentos, contratos, áudios, filmes e legendas.</p>



<p>A data também celebra o aniversário de morte de São Jerônimo, considerado patrono dos tradutores, estudantes e arquivistas. Jerônimo nasceu em 347 na Dalmácia – uma região que abrange territórios da Bósnia, Herzegovina, Montenegro e Croácia, na Europa – e faleceu em Belém, no Estado da Palestina, em 30 de setembro de 420. Foi ele quem traduziu a bíblia para o latim, a conhecida “vulgata”. Ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e também é considerado doutor da Igreja Católica.&nbsp;</p>



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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1.jpg" alt="São Jerônimo Que Escreve, obra de Michelangelo Caravaggio em 1605" class="wp-image-9850" width="575" height="421" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1.jpg 404w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /><figcaption>São Jerônimo Que Escreve, obra de Michelangelo Caravaggio em 1605</figcaption></figure></div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Bate papo com o tradutor:</strong></h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/production/pacolivros/extra_fields/30/phpbo2itf1568056287.jpeg" alt="" width="121" height="183"/><figcaption>Humberto Pereira da Silva</figcaption></figure>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><em>Humberto também foi responsável pela tradução do livro, La haine de la Littérature &#8211; Ódio à Literatura: uma história da antiliteratura- do historiador francês, William Marx.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Paco Editorial:&nbsp;<strong>Humberto, destaque a importância do tradutor em preservar obras e a transcendência do conhecimento.&nbsp;&nbsp;</strong></h4>



<p>Humberto Silva:&nbsp; Todo trabalho de tradução abre o horizonte para que o leitor tenha acesso a obras em outras línguas. O trabalho de tradução envolve uma responsabilidade enorme. Dizer ao leitor o que ele não teria como saber. Ora, há nuances bem delicadas na tradução. Aspectos bem específicos de uma dada cultura são intraduzíveis, ou a tradução pode acarretar em ambiguidades. Por isso, além, óbvio, do conhecido gramatical da outra língua, é de vital importância que o tradutor conheça o universo cultural que está traduzindo. Assim, a tradução se oferece, principalmente, como meio para que o leitor amplie sua compreensão do mundo, de culturas que sejam diversas da em seu idioma. Só com as traduções podem dar acesso as obras que formam o cânon das realizações humanas em âmbito universal.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Quais os tipos de tradução existem no mercado e a diferença entre elas.&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> Há traduções em todos os campos do saber. Entendo que a poesia é a mais difícil de se realizar. A linguagem poética, figurada, torna praticamente impossível ser vertida para outro idioma sem que se perca muito de seu sentido original. A ideia de “transcrição”, adotada aqui no Brasil pelos irmãos Haroldo e Augusto de Campos, em minha opinião gera uma obra diversa da obra original. Acho importante a tradução de poemas que formam o legado cultural da humanidade. Mas entendo que o leitor deva sempre desconfiar da tradução. Além da poesia, a tradução de livro de filosofia é sempre difícil. A linguagem filosófica é repleta de sutilezas terminológica. Uma palavra má traduzida pode levar que se distorça o pensamento de um determinado filósofo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Como foi o de escolha para traduzir a obra Ódio à Literatura: uma história da antiliteratura?&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> O livro foi uma indicação do editor da Paco, Rodrigo Brito. Ele me propôs e eu encarei o desafio.A Paco, como me asseverou o Rodrigo, pretende dar sequência a uma linha de traduções, e o livro de William Marx é o ponta pé dessa linha.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: O livro aborda que constantemente filosofia, religião e ciências se voltam contra a literatura por meio de discursos que possuem em comum argumentos que visam minar sua autoridade, seu propósito de enunciar a verdade, sua carga de valores morais e sua aceitação social. Deste modo, ressalte a importância da literatura na sociedade.&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> A literatura, para mim, tem duas importâncias que prezo demais. Ela amplia minha compreensão da vida e do mundo para além da bolha em que vivo. Um grande romance me faz ver uma realidade que eu não teria como ver, um mundo, portanto, que escapa aos meus sentidos. Agora, exatamente agora, leio <em>São Bernardo</em>, de Graciliano Ramos. A leitura desse romance me põe diante de hábitos, costumes, comportamentos do interior do nordeste no Brasil no início do século passado. Ontem, li <em>Eugênia Grandet</em>, de Honoré de Balzac, e do mesmo modo se abriu para mim o interior da França nos primeiros anos do século retrasado. Além da compreensão da vida e do mundo, a literatura me ensina que em Graciliano ou Balzac vivemos experiências semelhantes a dos personagens em suas obras, por mais distantes que sejam os mundos deles entre si e o meu do deles.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Deixe uma mensagem aos tradutores.</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> Traduzir não dá dinheiro; é um trabalho de entrega, de paixão: o prazer de ver que alguém lerá um livro porque o tradutor deu essa possibilidade.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Ódio à Literatura</h2>



<p><em>Uma história da antiliteratura</em></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/deb86675b431f83f0c01f0f8ca6e3261.jpg" alt="" width="236" height="353"/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura">https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura</a></figcaption></figure>



<p></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>&#8220;Ódio à Literatura&#8221; trata da história da literatura, uma literatura que é objeto de escândalo. Uma literatura que é objeto de contestação ao longo da história, seja pelo seu entendimento ou pelo seu desentendimento. Este livro é, sobretudo, sobre a história da antiliteratura, sendo que “nomeia-se antiliteratura todo discurso que se opõe à literatura, e assim se define em oposição a ela”. Para explicá-la evoca-se os quatro litígios: a autoridade; a verdade; a moralidade; a sociedade. Quatro litígios dificilmente separáveis, uma vez que eles resumem as intenções da literatura e retratam nada menos que quatro frentes principais, quatro cenas primitivas que se articulam em diversos contextos, segundo diversas modalidades, com diversas capacidades para atender as mais diferentes intenções e interesses.</p>
</div>
</div>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>15/05 &#8211;  DIA DO ASSISTENTE SOCIAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 12:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[assistente]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[profissao]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma profissão que, por muito tempo, não era reconhecida nem pelo Estado e nem pela sociedade. De origem das obras de caridade, praticadas pela Igreja Católica, a profissão de assistente social nasceu em busca de melhores condições de vida a todos os cidadãos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Uma profissão que, por muito tempo, não era reconhecida nem pelo Estado e nem pela sociedade. De origem das obras de caridade, praticadas pela Igreja Católica, a profissão de <strong>assistente social</strong> nasceu em busca de melhores condições de vida a todos os cidadãos.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Em nosso site Paco Livros temos obras sobe o assunto que podem muito ajudar a entender mais sobre essa profissão:</p>



<div class="wp-block-button aligncenter"><a class="wp-block-button__link has-text-color has-very-dark-gray-color has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://www.pacolivros.com.br/servico-social">me leve para o site</a></div>



<p>Desde a regulamentação da ocupação, em 15 de maio de 1962, foi instituído o dia do <strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/servico-social">assistente social</a></strong> no Brasil. Embora a profissão tenha passado por mudanças ao longo das décadas, <strong>o dia 15 é resguardado como momento de celebrar e dar visibilidade a esses profissionais</strong>. </p>



<p>Instalados em órgãos governamentais, hospitais, escolas e entidades sociais, os <strong>assistentes sociais</strong> trabalham tanto na elaboração quanto na fiscalização e implementação de políticas públicas. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Profissional que discute direitos: como tudo começou?</h2>



<p>Se hoje falamos em direitos da criança e do adolescente, direitos das mulheres, dos idosos e das pessoas com deficiência, é porque <strong>existe uma história de profissionais assistentes sociais que batalharam para que os direitos das minorias pudessem ser reconhecidos</strong>.</p>



<p>Demarcado pelo período colonial, o Brasil sofreu as influências portuguesas, que determinou as características de um país agrário e escravocrata. Como tal, não se falava em direitos. <strong>Essa discussão só começou a ser feita quando os imigrantes europeus chegaram ao Brasil</strong>.</p>



<p>A emergência de uma classe burguesa no país fez com que alguns poucos direitos fossem sendo concedidos como troca de privilégios. </p>



<p>Na Europa, as discussões por direitos civis, políticos e sociais já vinham sendo feitas desde a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789, elaborada durante a Revolução Francesa. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Assistência social no campo da Filantropia</h2>



<p>Em um Estado Imperial e que existia a preocupação com a manutenção da nobreza, <strong>as minorias eram relegadas ao terceiro plano</strong>. Com isso, a Igreja Católica, que tem como um dos princípios o amor ao próximo, tomou a iniciativa de ajuda aos pobres.</p>



<p><strong>Direitos básicos que conhecemos hoje, como direito à alimentação, moradia e assistência médica, por exemplo, não existiam</strong>. Afinal, a pobreza era tida como falta de caráter ou, simplesmente, caso de preguiça. </p>



<p>Por outro lado, não era vista como uma questão social. Essa discussão só começaria a ser feita por volta da década de 1930, quando o governo assume uma ação populista sobre os direitos civis, políticos e sociais. </p>



<p><strong>A assistência social, embora começasse a ser dirigida pelo Estado, era relegada ao plano do assistencialismo ou concessão do governo</strong>. Os primeiros cidadãos a terem direitos sociais foram os trabalhadores formais. A iniciativa foi tomada em vista de conter as manifestações da classe trabalhadora emergente. </p>



<p>Um dos primeiros passos para a regulamentação da profissão de <strong>assistente social</strong> ocorreu em 1936, com a <strong>criação da primeira escola de Serviço Social, também ligada à Igreja Católica</strong>.</p>



<p>Mas lembra que mencionamos que a pobreza não era tida como uma questão social? Pois bem, o trabalho do <strong>assistente social</strong>, no início, estava <strong>voltado à correção dos desajustados e a controlar os conflitos sociais</strong>. </p>



<p>Resumindo, o Estado não queria problemas. Por isso, a profissão sofria com as influências políticas e partidárias. Sendo assim, cabia ao <strong>assistente social</strong> tratar o indivíduo e não a coletividade. </p>



<p>Como uma forma de aproximação entre o <strong>assistente social</strong> e o governo, <strong>em 1942, é criada a Legião Brasileira de Assistência Social (LBA)</strong>. Era marcada pelo trabalho feminino e sofria a interferência governamental em suas atuações. </p>



<p>Daí provém a estreita relação entre as primeiras-damas e as ações de assistência social, pois a presidência do órgão, na época, foi destinada à então primeira-dama, esposa de Getúlio Vargas. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se deu a expansão do trabalho do assistente social?</h2>



<p>Com a Legião, o trabalho do <strong>assistente social</strong> se expande para as demais regiões do país e o órgão dá apoio também às escolas de Serviço Social que estavam em desenvolvimento. </p>



<p><strong>Nos anos que se seguiriam, mais ou menos até 1945, a Igreja Católica leva para dentro do cristianismo uma proposta de diminuição das barreiras sociais entre os indivíduos</strong>. </p>



<p>É desse momento, então, que surgem as diferentes irmandades cristãs católicas, que tinham a intenção de atuar nas práticas sociais. </p>



<p>A partir daqui, as primeiras entidades de assistência social ganham espaço, com trabalhos voltados a atender as comunidades.</p>



<p>Desde os anos de 1960, com a instauração da Ditadura Militar, há um aumento muito grande da população vulnerável. Embora o Estado passe a agir para minimizar a situação social, é desse período a criação de órgãos técnicos, tais como Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor (Funabem) e o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS)</p>



<p>A grande mudança para a profissão de <strong>assistente social</strong>, porém, viria com <strong>a retomada de direitos e a promulgação da Constituição Brasileira, em 1988</strong>. </p>



<p>A partir de então, <strong>a assistência social deixa de ser tratada como um favor e passa a ser vista como um direito do cidadão e um dever do Estado</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais mudanças a Constituição trouxe para o assistente social?</h2>



<p><strong>O tripé da Seguridade Social é uma das principais marcas da Constituição, com direitos previstos para as áreas da saúde, assistência social e Previdência</strong>. A partir de então, estabelece-se o Estado Democrático de Direito. </p>



<p>O acesso aos serviços públicos é visto como uma prioridade para se alcançar, em todo território nacional, maior igualdade de direitos. </p>



<p>Nesse momento, as entidades sociais estavam no comando do debate sobre a assistência social no país. </p>



<p><strong>Se antes a assistência social era delegada aos mais necessitados ou aos trabalhadores formais, a Constituição de 1988 muda esse paradigma e traz o acesso universal</strong>. Ou seja, ela precisa ser prestada independentemente de contribuições. </p>



<p>Além disso, o trabalho do <strong>assistente social</strong> deixa de ser tido como o enfrentamento à pobreza, simplesmente, para ser respaldado pelo <strong>enfrentamento às desigualdades sociais</strong>. </p>



<p>A assistência social, no entanto, era debatida apenas dentro dos órgãos governamentais e nas entidades sociais. Para ampliar a participação da sociedade civil e prever mecanismos de gestão, <strong>em 1993, é aprovada a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas)</strong>.</p>



<p>Com o texto legislativo, o <strong>assistente social</strong> ganha respaldo jurídico para lutar por direitos sociais, pois esses estão previstos em lei. </p>



<p>Além disso, a Loas estabelece a participação de estados e municípios na gestão da política de assistência social, o que abre espaço para contratação de profissionais graduados em serviço social em diferentes áreas governamentais. </p>



<p>Outra grande mudança importante para a profissão ocorreu em 2005, com a <strong>criação do Sistema Único de Assistência Social (Suas)</strong>, inspirado nos moldes do Sistema Único de Saúde (SUS). </p>



<p>Pelo Suas, os serviços, benefícios e programas passam a ser organizados em instâncias e há uma padronização no atendimento à população. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as áreas da assistência social?</h2>



<p>Dentro da assistência social, há uma organização que se distribui da seguinte maneira:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Proteção Social Básica</strong>: destinada à manutenção de vínculos familiares e sociais e com a proposta de fazer com que o indivíduo esteja inserido no mercado de trabalho e na comunidade. É realizado, principalmente, nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras); </li><li><strong>Proteção Social Especial</strong>: nesse momento, atua-se para reestabelecer os vínculos sociais, pois esses já foram violados. Além dos vínculos, a proteção especial também trabalha para proteger direitos, que também se encontram violados. Para esse trabalho, existem os Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas). </li><li>Inserção de pessoas vulneráveis nas políticas públicas; </li><li>Prevenção da vulnerabilidade por meio de iniciativas que promovam a inclusão, a exemplo de programas nos Cras e oferta de benefícios sociais; </li><li>Promoção social dos indivíduos, com estratégias que o coloquem no mercado de trabalho, para que ele tenha autonomia para tomar decisões em todos os âmbitos da vida. Assim, o cidadão não precisa ser dependente de algum programa em específico; e </li><li>Proteção de direitos, principalmente das pessoas vulneráveis e que não possuem acesso à renda e demais políticas públicas. </li></ul>
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