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	<title>português &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>português &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Dicas de português: Estrangeirismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 22:00:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estrangeirismo está presente em nosso dia a dia quando vamos a uma barraquinha de hot dog, ou ainda, ao fazermos o check in antes de embarcar no voo. Dessa forma, há quem se sinta incomodado com a quantidade de palavras de outros países em nossa linguagem. Também existem aqueles que gostam de adicionar esses termos na hora de falar ou escrever, uns de forma natural, outros com exageros. O fato é que existem muitas informações interessantes sobre o tema e dúvidas que podem tomar conta dos seus pensamentos. Por isso leia e saiba mais! O que é estrangeirismo? O estrangeirismo nada mais é do que um empréstimo de palavras, um fenômeno linguístico que existe no emprego de palavras ou expressões de outro idioma. Acontece de maneira muito natural, normalmente por assimilação da cultura de outro países, além da proximidade geográfica. Afinal, muitas palavras relacionadas a objetos ou ideias entram para nosso repertório sem que tenham sido traduzidas. Por exemplo, é o caso de um escritório que promove uma reunião para gerar um brainstorming, ou seja, um encontro para criar uma &#8220;tempestade de ideias&#8221; junto à equipe. Esse fenômeno ameaça a Língua Portuguesa? Os linguistas mais tradicionalistas costumam criticar o estrangeirismo, com o medo de que essas palavras emprestadas tomem conta do nosso vocabulário. Por outro lado, é preciso lembrar que são processos naturais, criados pelos próprios falantes de acordo com movimentos culturais, sociais, políticos e econômicos. Além do mais, muitas expressões podem representar um momento passageiro justamente por terem essa origem. Então, podemos dizer que esse tipo de acontecimento em anda interfere na Língua Portuguesa e sua soberania. Isso porque grande parte dessas expressões são assimiladas ou mesmo substituídas. É o caso de algumas palavras francesas, que se tornaram muito populares e foram assimiladas, como balé (ballet), toalete (toilette) e sutiã (soutien). Atualmente é comum encontrar muitas expressões vindas do inglês por conta da influência cultural e muitas delas não possuem termos equivalentes em significado para serem substituídas. Use do bom senso Não há problema em usar o estrangeirismo no dia a dia em nossas conversas ou em situações de comunicação escrita. O problema existe apenas quando exageramos a ponto de tornar o entendimento comprometido, ou ainda, fazemos construções um tanto inadequadas. Isso quer dizer, por exemplo, escrever uma redação em um processo seletivo, no qual há imenso uso dessas palavras emprestadas. Nesse contexto, deixamos de usar um espaço pequeno para mostrar os nossos conhecimentos sobre construção do texto e fazemos com que os termos estrangeiros chamem mais a atenção. O segredo é fazer com que a palavra ou expressão seja usada para melhorar o processo de comunicação, não para criar ruídos. Principalmente agora que você sabe o que é o estrangeirismo e como ele faz parte da nossa rotina, empregando com maior consciência. Por isso aproveite os termos e entenda os conceitos por trás deles, inserindo na sua linguagem aqueles necessários e traduzindo quando for possível. Não tenha medo de ter a soberania da Língua Portuguesa ameaçada, porque um tempo estrangeiro sempre terá motivos para surgir em nossa linguagem. Gostou? Nos acompanhe para mais dicas!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">O estrangeirismo está presente em nosso dia a dia quando vamos a uma barraquinha de <em>hot dog</em>, ou ainda, ao fazermos o <em>check in</em> antes de embarcar no voo. Dessa forma, há quem se sinta incomodado com a quantidade de palavras de outros países em nossa linguagem.</p>



<p>Também existem aqueles que gostam de adicionar esses termos na hora de falar ou escrever, uns de forma natural, outros com exageros. O fato é que existem muitas informações interessantes sobre o tema e dúvidas que podem tomar conta dos seus pensamentos. Por isso leia e saiba mais!</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O que é estrangeirismo?</strong></p>



<p>O estrangeirismo nada mais é do que um empréstimo de palavras, um fenômeno linguístico que existe no emprego de palavras ou expressões de outro idioma. Acontece de maneira muito natural, normalmente por assimilação da cultura de outro países, além da proximidade geográfica.</p>



<p>Afinal, muitas palavras relacionadas a objetos ou ideias entram para nosso repertório sem que tenham sido traduzidas. Por exemplo, é o caso de um escritório que promove uma reunião para gerar um brainstorming, ou seja, um encontro para criar uma &#8220;tempestade de ideias&#8221; junto à equipe.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Esse fenômeno ameaça a Língua Portuguesa?</strong></p>



<p>Os linguistas mais tradicionalistas costumam criticar o estrangeirismo, com o medo de que essas palavras emprestadas tomem conta do nosso vocabulário. Por outro lado, é preciso lembrar que são processos naturais, criados pelos próprios falantes de acordo com movimentos culturais, sociais, políticos e econômicos.</p>



<p>Além do mais, muitas expressões podem representar um momento passageiro justamente por terem essa origem. Então, podemos dizer que esse tipo de acontecimento em anda interfere na Língua Portuguesa e sua soberania. Isso porque grande parte dessas expressões são assimiladas ou mesmo substituídas.</p>



<p>É o caso de algumas palavras francesas, que se tornaram muito populares e foram assimiladas, como balé (<em>ballet</em>), toalete (<em>toilette</em>) e sutiã (<em>soutien</em>). Atualmente é comum encontrar muitas expressões vindas do inglês por conta da influência cultural e muitas delas não possuem termos equivalentes em significado para serem substituídas.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28663" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Use do bom senso</strong></p>



<p>Não há problema em usar o estrangeirismo no dia a dia em nossas conversas ou em situações de comunicação escrita. O problema existe apenas quando exageramos a ponto de tornar o entendimento comprometido, ou ainda, fazemos construções um tanto inadequadas.</p>



<p>Isso quer dizer, por exemplo, escrever uma redação em um processo seletivo, no qual há imenso uso dessas palavras emprestadas. Nesse contexto, deixamos de usar um espaço pequeno para mostrar os nossos conhecimentos sobre construção do texto e fazemos com que os termos estrangeiros chamem mais a atenção.</p>



<p>O segredo é fazer com que a palavra ou expressão seja usada para melhorar o processo de comunicação, não para criar ruídos. Principalmente agora que você sabe o que é o estrangeirismo e como ele faz parte da nossa rotina, empregando com maior consciência.</p>



<p>Por isso aproveite os termos e entenda os conceitos por trás deles, inserindo na sua linguagem aqueles necessários e traduzindo quando for possível. Não tenha medo de ter a soberania da Língua Portuguesa ameaçada, porque um tempo estrangeiro sempre terá motivos para surgir em nossa linguagem.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Gostou? Nos acompanhe para mais dicas!</p>
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		<title>Dicas de português: Crase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 13:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerada um dos grandes desafios da língua portuguesa, a crase marca forte presença nas salas de aula e em outros diferentes e variados ambientes, sejam educacionais, profissionais, entre outros. A origem da palavra desta acentuação é grega e tem como significado a indicação de uma fusão ou mistura. Mas como isso acontece na prática? Na língua portuguesa, a aplicação da crase se dá a partir da junção de duas vogais iguais, conforme a formação da oração, ou seja, da preposição &#8220;a&#8221; com o artigo e a vogal do começo do pronome. Abaixo, você pode conferir algumas dicas de como utilizar ou não essa acentuação e não passar mais apuros na hora de escrever suas frases. Vamos conferir? Crase apenas em palavras femininas: Talvez uma das informações mais relevantes no mundo da crase é saber que em palavras masculinas seu uso não acontece. Exemplos: Todos os anos eu vou à Europa com a minha família. Vamos fazer um passeio a cavalo. Substituição de palavras: Se na hora de formular uma frase, você ficar na dúvida se coloca ou não a crase, é possível substituir a palavra feminina em questão por outra masculina. Feito isso, caso o &#8220;a&#8221; que antecede a palavra se transforme em &#8220;ao&#8221;, pode colocar a crase na frase original e ficar tranquilo, pois estará certo. Vamos à praia no verão. Vamos ao litoral no verão. Em locuções femininas: De regra, a crase sempre está presente nas locuções femininas adverbiais, prepositivas e conjuntivas, quando há a indicação de tempo, modo e lugar, por exemplo: às vezes, às pressas, à distância, à vontade, à toa, à espera, à medida que, entre outras. Eu estudo à distância. Ela sempre sai às pressas. Em determinadas expressões: Algumas expressões exigem o uso da crase, tais como &#8220;à moda&#8221; e &#8220;à medida que&#8221;. Nessas situações, o acento precisa ser utilizado mesmo que a expressão esteja escondida na frase. E é preciso, portanto, muita atenção. Confira os exemplos: Todos os jogadores querem fazer gols à (moda de) Pelé. À medida que o tempo passa, a vida fica mais difícil. Em indicações de horários: Aqui, nesse caso, o contexto em que as horas são colocadas nas frases vai definir o uso da crase ou não. Quando há um horário definido, é preciso utilizar o acento, como por exemplo: Vamos sair às 19h em ponto. Já quando há uma contagem de horas ou na ocasião em que o horário está acompanhado das preposições &#8220;após&#8221;, &#8220;desde&#8221;, &#8220;entre&#8221; ou &#8220;para&#8221;, não se deve utilizar a crase. Confira os exemplos: O médico orientou duas horas de descanso. Os atendimentos vão acontecer após as 14h. Por dentro das regras No contexto, o uso correto da crase se faz necessário devido importância de dominar as regras ortográficas da língua portuguesa, seja para ser aprovado em provas e vestibulares, ganhar promoções no ambiente de trabalho e para adquirir conhecimento para melhor se comunicar colher os inúmeros benefícios. Achou interessante? Acesse nosso site e fique sempre por dentro das questões da nossa complexa língua portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Considerada um dos grandes desafios da língua portuguesa, a crase marca forte presença nas salas de aula e em outros diferentes e variados ambientes, sejam educacionais, profissionais, entre outros.</p>



<p>A origem da palavra desta acentuação é grega e tem como significado a indicação de uma fusão ou mistura. Mas como isso acontece na prática? Na língua portuguesa, a aplicação da crase se dá a partir da junção de duas vogais iguais, conforme a formação da oração, ou seja, da preposição &#8220;a&#8221; com o artigo e a vogal do começo do pronome.</p>



<p>Abaixo, você pode conferir algumas dicas de como utilizar ou não essa acentuação e não passar mais apuros na hora de escrever suas frases. Vamos conferir?</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Crase apenas em palavras femininas:</strong></p>



<p>Talvez uma das informações mais relevantes no mundo da crase é saber que em palavras masculinas seu uso não acontece. Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Todos os anos eu vou à Europa com a minha família.</li><li>Vamos fazer um passeio a cavalo.</li></ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28663" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Substituição de palavras:</strong></p>



<p>Se na hora de formular uma frase, você ficar na dúvida se coloca ou não a crase, é possível substituir a palavra feminina em questão por outra masculina. Feito isso, caso o &#8220;a&#8221; que antecede a palavra se transforme em &#8220;ao&#8221;, pode colocar a crase na frase original e ficar tranquilo, pois estará certo.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Vamos à praia no verão.</li><li>Vamos ao litoral no verão.</li></ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Em locuções femininas:</strong></p>



<p>De regra, a crase sempre está presente nas locuções femininas adverbiais, prepositivas e conjuntivas, quando há a indicação de tempo, modo e lugar, por exemplo: às vezes, às pressas, à distância, à vontade, à toa, à espera, à medida que, entre outras.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Eu estudo à distância.</li><li>Ela sempre sai às pressas.</li></ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Em determinadas expressões:</strong></p>



<p>Algumas expressões exigem o uso da crase, tais como &#8220;à moda&#8221; e &#8220;à medida que&#8221;. Nessas situações, o acento precisa ser utilizado mesmo que a expressão esteja escondida na frase. E é preciso, portanto, muita atenção. Confira os exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Todos os jogadores querem fazer gols à (moda de) Pelé.</li><li>À medida que o tempo passa, a vida fica mais difícil.</li></ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Em indicações de horários:</strong></p>



<p>Aqui, nesse caso, o contexto em que as horas são colocadas nas frases vai definir o uso da crase ou não. Quando há um horário definido, é preciso utilizar o acento, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Vamos sair às 19h em ponto.</li></ul>



<p>Já quando há uma contagem de horas ou na ocasião em que o horário está acompanhado das preposições &#8220;após&#8221;, &#8220;desde&#8221;, &#8220;entre&#8221; ou &#8220;para&#8221;, não se deve utilizar a crase. Confira os exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O médico orientou duas horas de descanso.</li><li>Os atendimentos vão acontecer após as 14h.</li></ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Por dentro das regras</strong></p>



<p>No contexto, o uso correto da crase se faz necessário devido importância de dominar as regras ortográficas da língua portuguesa, seja para ser aprovado em provas e vestibulares, ganhar promoções no ambiente de trabalho e para adquirir conhecimento para melhor se comunicar colher os inúmeros benefícios.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Acesse nosso site e fique sempre por dentro das questões da nossa complexa língua portuguesa.</p>
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		<title>Universidade de Harvard oferece curso gratuito, online e totalmente em português para brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 15:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasileiros]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Harvard]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29837" class="elementor elementor-29837" data-elementor-post-type="post">
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<p class="has-drop-cap">A&nbsp;<a href="https://www.estudar.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fundação Estudar</strong></a>&nbsp;já está disponibilizando o&nbsp;<strong>curso gratuito CC50</strong>, de introdução à ciência da computação, que é um dos mais populares da Universidade de Harvard. Este curso completou dez anos no ano passado e ganhou uma nova versão em alta resolução com as atualizações que surgiram nos últimos anos. As aulas do curso online estão disponíveis com legendas em português.</p>



<p>Além das atualizações de conteúdo e formato, o programa ganhou uma expansão e sua duração passou para 11 semanas, o que antes era apenas 10. Agora, as aulas do&nbsp;<a href="https://clickpetroleoegas.com.br/category/cursos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>curso gratuito</strong></a>&nbsp;estão disponíveis no ambiente de desenvolvimento próprio do curso da Universidade de Harvard original. Vale ressaltar que CC50 é a tradução do original “CS50”, mas com foco no público que fala português nativamente.</p>



<p>O curso online pode ser uma ótima chance tanto para aqueles que querem começar uma carreira no setor de tecnologia, para quem está entrando na universidade, quanto para aqueles que desejam seguir outra carreira e também para aqueles que buscam aprender um pouco sobre programação.</p>



<p>O&nbsp;<a href="https://materiais.estudarfora.org.br/cc50-harvard/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>CC50</strong></a>&nbsp;tem como foco pessoas sem nenhum conhecimento, mas que desejam aprender sobre Ciências da Computação. Nas aulas do curso online da Universidade de Harvard, os alunos aprenderão conceitos básicos de internet e computação, como algoritmos, desenvolvimentos de projetos, programação, além de terem acesso a uma comunidade de estudantes de diversos níveis de experiência no setor.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



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<p><strong>Como serão ministradas as aulas do curso gratuito?</strong></p>



<p>Ao total, serão 25 horas de aulas em vídeo com teoria e estudo de caso e o curso visa ensinar como pensar algoritmicamente e resolver problemas de programação de forma eficiente, além de Introdução à Programação e à Ciência da Computação e familiaridade com linguagens de programação como C, SQL, Python, Javascript, HTML e CSS.</p>



<p>O curso online também ensinará como desenvolver e apresentar um projeto final, conceitos de algoritmos, abstração, estruturas de dados, gerenciamento de recursos, encapsulamento, segurança, desenvolvimento web, engenharia de software, entre vários outros.</p>



<p>Para cursar o CC50, é necessário acessar a página do curso e clicar em “<a href="https://materiais.estudarfora.org.br/cc50-harvard/?_gl=1*i0l9lk*_ga*MzUxMjYwNTYuMTYyNzY3MjIzMQ..*_ga_7WBS7RLRD9*MTY1MzY3Mzc1NC44LjEuMTY1MzY3Mzk5OS42MA.." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>quero fazer minha inscrição</strong></a>”. Na página, é necessário preencher um formulário com seus dados e confirmar a inscrição para ter acesso ao curso gratuito completo.</p>



<p>Na página do curso, estarão disponíveis a introdução e mais dez módulos de aulas, além de uma apostila de material complementar.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: CPG</em></p>



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<p>Gostou? Clique no <a href="https://clickpetroleoegas.com.br/universidade-de-harvard-oferece-curso-gratuito-online-e-totalmente-em-portugues-para-brasileiros/">link</a> para mais informações.</p>
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		<title>Dicas de português sobre o Pleonasmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 12:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever. A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem. O Pleonasmo como um vício Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz &#8220;subir para cima&#8221;, &#8220;descer para baixo&#8221;, &#8220;principal protagonista&#8221;, &#8220;elo de ligação&#8221;, &#8220;acabamento final&#8221;, &#8220;certeza absoluta&#8221;, &#8220;metades iguais&#8221;, &#8220;surpresa inesperada&#8221;, entre outros. Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como &#8220;subir para baixo&#8221;, podem falar em uma situação informal para alguém &#8220;subir lá em cima&#8221;. O recurso linguístico na Literatura Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase. “Chovia uma triste chuva de resignação” &#8211; Manuel Bandeira “Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” &#8211; Fernando Pessoa “Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” &#8211; Chico Buarque “E rir meu riso e derramar meu pranto” &#8211; Vinicius de Moraes Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem &#8220;licença poética&#8221; para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte. O realce ao objeto O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto. “Às violetas, na janela, não&#160;lhes&#160;poupei água”. (Dalton Trevisan) “A correntinha, guardou-a&#160;no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério). O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes. Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de &#8220;fato real&#8221;, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção. Achou interessante? Não esqueça de acompanhar nosso blog para mais. Livros com 20%OFF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29434" class="elementor elementor-29434" data-elementor-post-type="post">
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<p class="has-drop-cap">O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever.</p>



<p>A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28663" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O Pleonasmo como um vício</strong></p>



<p>Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz &#8220;subir para cima&#8221;, &#8220;descer para baixo&#8221;, &#8220;principal protagonista&#8221;, &#8220;elo de ligação&#8221;, &#8220;acabamento final&#8221;, &#8220;certeza absoluta&#8221;, &#8220;metades iguais&#8221;, &#8220;surpresa inesperada&#8221;, entre outros.</p>



<p>Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como &#8220;subir para baixo&#8221;, podem falar em uma situação informal para alguém &#8220;subir lá em cima&#8221;.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O recurso linguístico na Literatura</strong></p>



<p>Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase.</p>



<p>“Chovia uma triste chuva de resignação” &#8211; Manuel Bandeira</p>



<p>“Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” &#8211; Fernando Pessoa</p>



<p>“Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” &#8211; Chico Buarque</p>



<p>“E rir meu riso e derramar meu pranto” &#8211; Vinicius de Moraes</p>



<p>Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem &#8220;licença poética&#8221; para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O realce ao objeto</strong></p>



<p>O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto.</p>



<p>“Às violetas, na janela, não&nbsp;<strong>lhes</strong>&nbsp;poupei água”. (Dalton Trevisan)</p>



<p>“A correntinha, guardou-<strong>a</strong>&nbsp;no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério).</p>



<p>O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes.</p>



<p>Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de &#8220;fato real&#8221;, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção.</p>



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<p>Achou interessante? Não esqueça de acompanhar nosso blog para mais.</p>
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		<title>UEM lança site internacional de inglês, espanhol e português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 20:55:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Estadual de Maringá (UEM) colocou no ar o site internacional da instituição. O objetivo é ampliar a internacionalização, uma ação considerada estratégica pela UEM, que vem se firmando como uma das melhores universidades do país. A cerimônia de lançamento do site, disponível aqui (www.uem.br/international) aconteceu no campus de Maringá, no fim da tarde de sexta-feira (11), com a presença de gestores de vários setores da universidade e transmissão ao vivo do evento pela UEM TV. No novo site estarão disponíveis conteúdos em inglês, espanhol e português. A iniciativa foi proposta pela Comissão para Gestão de Conteúdo da Página da UEM, instituída pela Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD), e foi elaborada em parceria da Coordenadoria de Promoções e Relações Públicas (CPR) da Assessoria de Comunicação Social (ASC) com o ECI, o DLM, o ILG e o Laboratório de Internacionalização (IntLab). A hospedagem é fornecida pelo Núcleo de Processamento de Dados (NPD) e o site foi validado previamente pelo Comitê de Tecnologia da Informação (Coti). Por meio de dois projetos de extensão do Departamento de Letras Modernas (DLM) da UEM, o conteúdo original em português do site pôde ser traduzido, revisado e publicado em inglês e espanhol. As equipes contam com integrantes do DLM, do Instituto de Línguas (ILG) e das graduações em Letras (licenciatura e bacharelado em Tradução em Inglês) e em Secretariado Executivo Trilíngue, tendo como coordenadoras as professoras Aline Cantarotti (inglês) e Viviane Cristina Poletto Lugli (espanhol). As notícias da UEM serão traduzidas aos idiomas, de modo a ganhar alcance global. Também está em desenvolvimento um glossário. Marcio Cassandre, coordenador do ECI, define o site como o cartão de visitas para as trocas internacionais. “A intensificação da internacionalização da UEM demanda uma melhor comunicação com as pessoas de outros países que buscam informações sobre a nossa universidade. O site traz visibilidade e proximidade com futuros estudantes, pesquisadores e instituições, mas também cumpre com o previsto no nosso planejamento estratégico de melhoria na comunicação interna e externa da internacionalização em termos de intensificação e aprendizagem das trocas remotas”, disse. Conteúdo: Estruturalmente, o conteúdo do site internacional é dividido em seis macrotemas, disponibilizados no menu superior: Campus Ensino Pesquisa Extensão Saúde Institucional. Elementos que se destacam nessas seções são o vídeo institucional, o desempenho da universidade nos mais importantes rankings mundiais, a descrição da infraestrutura e dos cursos de graduação e pós-graduação, e o resumo da UEM por meio de números relevantes. Dentre as diretrizes de desenvolvimento do website, Fabiano Burgo, responsável pelo setor de Acordos Internacionais do ECI, destacou a facilidade para editar conteúdos simultaneamente por diversas pessoas (tais como coordenadores de cursos de graduação) e “a escalabilidade, ou seja, a capacidade de manipular uma porção crescente de informação, estando preparado para crescer tanto em conteúdo como em estrutura”. O site também tem preocupação com a responsividade, ou seja, permite ao internauta navegar facilmente e com visual agradável, independentemente do dispositivo em uso, por exemplo celular, tablet ou computador. Segundo André Scarate, assessor de divulgação institucional da UEM, o site é dinâmico e será sempre revisado e atualizado. Fonte: Governo do Estado de Paraná Achou interessante? Para mais informações, acesse aqui.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">A Universidade Estadual de Maringá (UEM) colocou no ar o site internacional da instituição. O objetivo é ampliar a internacionalização, uma ação considerada estratégica pela UEM, que vem se firmando como uma das melhores universidades do país.</p>



<p>A cerimônia de lançamento do site, disponível aqui (<a href="http://www.cpr.uem.br/international/index.php/en/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>www.uem.br/international</strong></a>) aconteceu no campus de Maringá, no fim da tarde de sexta-feira (11), com a presença de gestores de vários setores da universidade e transmissão ao vivo do evento pela UEM TV.</p>



<p>No novo site estarão disponíveis conteúdos em inglês, espanhol e português. A iniciativa foi proposta pela Comissão para Gestão de Conteúdo da Página da UEM, instituída pela Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD), e foi elaborada em parceria da Coordenadoria de Promoções e Relações Públicas (CPR) da Assessoria de Comunicação Social (ASC) com o ECI, o DLM, o ILG e o Laboratório de Internacionalização (IntLab). A hospedagem é fornecida pelo Núcleo de Processamento de Dados (NPD) e o site foi validado previamente pelo Comitê de Tecnologia da Informação (Coti).</p>



<p>Por meio de dois projetos de extensão do Departamento de Letras Modernas (DLM) da UEM, o conteúdo original em português do site pôde ser traduzido, revisado e publicado em inglês e espanhol. As equipes contam com integrantes do DLM, do Instituto de Línguas (ILG) e das graduações em Letras (licenciatura e bacharelado em Tradução em Inglês) e em Secretariado Executivo Trilíngue, tendo como coordenadoras as professoras Aline Cantarotti (inglês) e Viviane Cristina Poletto Lugli (espanhol). As notícias da UEM serão traduzidas aos idiomas, de modo a ganhar alcance global. Também está em desenvolvimento um glossário.</p>



<p>Marcio Cassandre, coordenador do ECI, define o site como o cartão de visitas para as trocas internacionais. “A intensificação da internacionalização da UEM demanda uma melhor comunicação com as pessoas de outros países que buscam informações sobre a nossa universidade. O site traz visibilidade e proximidade com futuros estudantes, pesquisadores e instituições, mas também cumpre com o previsto no nosso planejamento estratégico de melhoria na comunicação interna e externa da internacionalização em termos de intensificação e aprendizagem das trocas remotas”, disse.</p>



<p><strong>Conteúdo:</strong></p>



<p>Estruturalmente, o conteúdo do site internacional é dividido em seis macrotemas, disponibilizados no menu superior:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Campus</li><li>Ensino</li><li>Pesquisa</li><li>Extensão</li><li>Saúde</li><li>Institucional.</li></ul>



<p>Elementos que se destacam nessas seções são o vídeo institucional, o desempenho da universidade nos mais importantes rankings mundiais, a descrição da infraestrutura e dos cursos de graduação e pós-graduação, e o resumo da UEM por meio de números relevantes.</p>



<p>Dentre as diretrizes de desenvolvimento do website, Fabiano Burgo, responsável pelo setor de Acordos Internacionais do ECI, destacou a facilidade para editar conteúdos simultaneamente por diversas pessoas (tais como coordenadores de cursos de graduação) e “a escalabilidade, ou seja, a capacidade de manipular uma porção crescente de informação, estando preparado para crescer tanto em conteúdo como em estrutura”. O site também tem preocupação com a responsividade, ou seja, permite ao internauta navegar facilmente e com visual agradável, independentemente do dispositivo em uso, por exemplo celular, tablet ou computador. Segundo André Scarate, assessor de divulgação institucional da UEM, o site é dinâmico e será sempre revisado e atualizado.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: Governo do Estado de Paraná</em></p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Para mais informações, acesse <a href="https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/UEM-lanca-site-internacional-em-ingles-espanhol-e-portugues" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Senão ou se não? Eis a questão!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 21:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
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		<category><![CDATA[senão]]></category>
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					<description><![CDATA[O&#160;uso de “senão” e “se não”&#160;deixa muitas dúvidas. Apesar de serem pronunciadas igualmente, essas expressões contam com sentido totalmente diferente quando estamos falando da escrita. E para te ajudar a identificar quando deve ser usada cada uma delas, preparamos estas dicas que vão te ajudar a não errar mais quando for usá-las em sua escrita. Substituição ajuda a identificar as diferenças A maneira mais simples de conseguir descobrir o&#160;uso de “senão” e “se não”&#160;é fazendo sua substituição por sinônimos. Existem palavras que se encaixam perfeitamente no lugar delas, e dessa forma, é possível descobrir qual deve ser usada em cada frase. Quando é possível substituir a expressão por&#160;“do contrário”, é sinal de que a palavra a ser escolhida é o “senão”. Na frase “faça isso, senão você apanha”, a expressão tem o mesmo sentido de “do contrário”, mostrando que a substituição funciona muito bem. Já no caso de “se não”, a substituição acontece pela expressão “caso não”. Na frase “se não for rápido, vai acabar se atrasando”, ao realizar a substituição, podemos notar que a frase continua com sentido completo, sem nenhum erro de concordância. Outros pontos para ficar atento com o “senão” Além da substituição que já falamos, a palavra “senão” precisa de um pouco mais de atenção. Em alguns casos, ela também pode aparecer como&#160;sinônimo de outras palavras, que precisam ser conhecidas por quem não quer errar em um teste. As expressões&#160;“mas”, “exceto”, “a não ser”, “defeito”, “problema” e “falha”&#160;podem ser apresentadas como sinônimo de “senão”. Por isso, não limite esse termo como sinônimo de “do contrário”, pois acaba sendo mais amplo do que isso. A boa notícia é que essas são as únicas regras a serem aprendidas sobre as duas expressões. No caso de “se não”, o único sinônimo é o “caso não”, já apresentado em nosso artigo, sendo uma expressão mais simples de ser classificada por conta disso. Exemplos de ambos os termos Pode parecer complicado aprender o&#160;uso de “senão” e “se não”, porém, ao gravar que o segundo caso pode ser substituído por “caso não”, fica fácil. Todas as alternativas acabam sobrando para que a expressão “senão” seja utilizada. Para te ajudar a fixar ainda mais esse conteúdo, confira abaixo alguns exemplos de como se utilizar essas expressões corretamente: ela não escolheu nem rosa nem vermelho,&#160;senão verde&#160;(como sinônimo de “mas”); ele se acidentou no caminho,&#160;senão teria ido&#160;à nossa festa (como sinônimo de “do contrário”); Fábio é até simpático, mesmo com&#160;aquele senão&#160;(como sinônimo de problema); eu até vou tentar chegar no horário, mas&#160;se não conseguir, te aviso antes (como sinônimo de “caso não”). Como vimos, pode parecer confuso em um primeiro momento, porém, a diferença entre as duas expressões é muito simples de ser notada. Ao exercitar isso, torna-se ainda mais fácil para quem vai escrever se adaptar a isso. No mais, nosso artigo fica por aqui, e esperamos ter acabado com todas as suas dúvidas sobre o uso dessas expressões. Para conferir mais conteúdo qualificado sobre a gramática portuguesa, não deixe de visitar outros posts do nosso blog!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">O&nbsp;<strong>uso de “senão” e “se não”</strong>&nbsp;deixa muitas dúvidas. Apesar de serem pronunciadas igualmente, essas expressões contam com sentido totalmente diferente quando estamos falando da escrita.</p>



<p>E para te ajudar a identificar quando deve ser usada cada uma delas, preparamos estas dicas que vão te ajudar a não errar mais quando for usá-las em sua escrita.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Substituição ajuda a identificar as diferenças</strong></p>



<p>A maneira mais simples de conseguir descobrir o&nbsp;<strong>uso de “senão” e “se não”</strong>&nbsp;é fazendo sua substituição por sinônimos. Existem palavras que se encaixam perfeitamente no lugar delas, e dessa forma, é possível descobrir qual deve ser usada em cada frase.</p>



<p>Quando é possível substituir a expressão por&nbsp;<strong>“do contrário”</strong>, é sinal de que a palavra a ser escolhida é o “senão”. Na frase “faça isso, senão você apanha”, a expressão tem o mesmo sentido de “do contrário”, mostrando que a substituição funciona muito bem.</p>



<p>Já no caso de “se não”, a substituição acontece pela expressão <strong>“caso não”</strong>. Na frase “se não for rápido, vai acabar se atrasando”, ao realizar a substituição, podemos notar que a frase continua com sentido completo, sem nenhum erro de concordância.</p>



<p><strong>Outros pontos para ficar atento com o “senão”</strong></p>



<p>Além da substituição que já falamos, a palavra “senão” precisa de um pouco mais de atenção. Em alguns casos, ela também pode aparecer como&nbsp;<strong>sinônimo de outras palavras</strong>, que precisam ser conhecidas por quem não quer errar em um teste.</p>



<p>As expressões&nbsp;<strong>“mas”, “exceto”, “a não ser”, “defeito”, “problema” e “falha”</strong>&nbsp;podem ser apresentadas como sinônimo de “senão”. Por isso, não limite esse termo como sinônimo de “do contrário”, pois acaba sendo mais amplo do que isso.</p>



<p>A boa notícia é que essas são as únicas regras a serem aprendidas sobre as duas expressões. No caso de “se não”, o único sinônimo é o “caso não”, já apresentado em nosso artigo, sendo uma expressão mais simples de ser classificada por conta disso.</p>



<p><strong>Exemplos de ambos os termos</strong></p>



<p>Pode parecer complicado aprender o&nbsp;<strong>uso de “senão” e “se não”</strong>, porém, ao gravar que o segundo caso pode ser substituído por “caso não”, fica fácil. Todas as alternativas acabam sobrando para que a expressão “senão” seja utilizada.</p>



<p>Para te ajudar a fixar ainda mais esse conteúdo, confira abaixo alguns exemplos de como se utilizar essas expressões corretamente:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>ela não escolheu nem rosa nem vermelho,&nbsp;<strong>senão verde</strong>&nbsp;(como sinônimo de “mas”);</li><li>ele se acidentou no caminho,&nbsp;<strong>senão teria ido</strong>&nbsp;à nossa festa (como sinônimo de “do contrário”);</li><li>Fábio é até simpático, mesmo com&nbsp;<strong>aquele senão</strong>&nbsp;(como sinônimo de problema);</li><li>eu até vou tentar chegar no horário, mas&nbsp;<strong>se não conseguir</strong>, te aviso antes (como sinônimo de “caso não”).</li></ul>



<p>Como vimos, pode parecer confuso em um primeiro momento, porém, a diferença entre as duas expressões é muito simples de ser notada. Ao exercitar isso, torna-se ainda mais fácil para quem vai escrever se adaptar a isso.</p>



<p>No mais, nosso artigo fica por aqui, e esperamos ter acabado com todas as suas dúvidas sobre o uso dessas expressões. Para conferir mais conteúdo qualificado sobre a gramática portuguesa, não deixe de visitar outros posts do nosso blog!</p>
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		<title>Verbos no Particípio &#8211; Tinha chego ou chegado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 13:26:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
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					<description><![CDATA[É comum no dia a dia termos diversas dúvidas relacionadas ao correta da língua portuguesa. Isso acontece porque, na oralidade, usamos termos e frases que nem sempre estão de acordo com a norma padrão. É o caso, por exemplo, da construção&#160;“tinha chego”. Aposto que você já ouviu ou utilizou em uma conversa! Sim, nós sabemos que conjugar verbos em português não é uma tarefa das mais fáceis. Se a situação costuma ser complicada com a conjugação no presente no indicativo, imagina quando queremos usar um verbo no&#160;particípio passado. Por particípio passado, entende-se a construção em que usamos a terminação IDO ou ADO. Essa forma verbal expressa uma ação concluída e tem a função de transformar o verbo em um substantivo ou adjetivo. No entanto, como para toda regra há uma exceção, existem verbos cujas terminações no particípio passado correspondem à primeira pessoa do singular do presente do indicativo.&#160;São os chamados verbos abundantes, que possuem dois particípios. Como exemplo, podemos citar os verbos ACEITAR, IMPRIMIR e ENTREGAR. Esses verbos acima possuem um&#160;particípio passado regular, com a forma IDO ou ADO, e um&#160;particípio passado irregular, com a conjugação igual à primeira pessoa do presente. Isso significa que podemos usar os dois modos, mas não de qualquer jeito. Qual a regra para utilização de particípio regular e do irregular? A maioria dos verbos, no particípio passado, terminam em IDO ou ADO. No entanto, se o verbo aceita as duas formas (regular ou irregular), isso significa que a forma regular (IDO ou ADO) será utilizada após os verbos “ter” ou “haver”. A forma irregular, por sua vez, será utilizada depois dos verbos “ser”, “estar” e “ficar”. Exemplos com particípio regular “Lúcia não tinha&#160;aceitado&#160;a proposta de noivado”; “Eu tinha&#160;entregado&#160;minha tarefa dentro do prazo”; “João saiu sem ter&#160;imprimido&#160;as folhas da prova. Exemplos com particípio irregular “Maria foi&#160;aceita&#160;em uma universidade dos EUA”; “O pedido do delivery foi&#160;entregue&#160;corretamente”; “As folhas foram impressas com erros de digitação”. Por que não posso usar a construção “tinha chego”? No caso do verbo&#160;“chegar”, a norma padrão da língua portuguesa só aceita o particípio passado&#160;“chegado”. Isso quer dizer que, em qualquer construção, seja com os verbos “ter”, “haver”, “ser”, “estar” ou “ficar”,&#160;a forma correta é sempre “chegado”. Ou seja,&#160;chegar NÃO é um verbo abundante. Logo, “eu tinha chego” não existe. Exemplos da utilização correta do particípio passado do verbo chegar “Juliana&#160;tinha chegado&#160;às 7h na academia”; “Havia chegado&#160;a hora de decidir se optava pela festa de casamento ou pela viagem”; “Mariana não&#160;podia ter chegado&#160;a tempo, pois seu voo fora cancelado. Quando é possível utilizar o “chego”? A conjugação “chego” somente deverá ser utilizada quando o falante estiver se referindo à construção da primeira pessoa do singular, no modo indicativo; abaixo, temos alguns exemplos: “Eu sempre&#160;chego&#160;ao trabalho às 9h; “Toda vez que eu&#160;chego&#160;à casa de Maria, tem louça suja na pia”; “Caminhando,&#160;chego&#160;ao Rio Vermelho em 30 minutos”. Fique atento! Há outros verbos que também causam confusão Além do&#160;“tinha chego”, largamente empregado na oralidade, as pessoas costumam usar a construção “tinha trago” e “foi abrido”.&#160;Assim como acontece com o “tinha chego”, essas construções estão erradas e não existem na norma culta da língua portuguesa. As únicas formas do particípio passado desses verbos são: chegado, trazido e aberto. Achou interessante? Acompanhe e divulgue nosso blog para mais conteúdos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">É comum no dia a dia termos diversas dúvidas relacionadas ao correta da língua portuguesa. Isso acontece porque, na oralidade, usamos termos e frases que nem sempre estão de acordo com a norma padrão. É o caso, por exemplo, da construção&nbsp;<strong>“tinha chego”</strong>. Aposto que você já ouviu ou utilizou em uma conversa!</p>



<p>Sim, nós sabemos que conjugar verbos em português não é uma tarefa das mais fáceis. Se a situação costuma ser complicada com a conjugação no presente no indicativo, imagina quando queremos usar um verbo no&nbsp;<strong>particípio passado</strong>.</p>



<p><strong>Por particípio passado, entende-se a construção em que usamos a terminação IDO ou ADO</strong>. Essa forma verbal expressa uma ação concluída e tem a função de transformar o verbo em um substantivo ou adjetivo.</p>



<p>No entanto, como para toda regra há uma exceção, existem verbos cujas terminações no particípio passado correspondem à primeira pessoa do singular do presente do indicativo.&nbsp;<strong>São os chamados verbos abundantes, que possuem dois particípios</strong>. Como exemplo, podemos citar os verbos ACEITAR, IMPRIMIR e ENTREGAR.</p>



<p>Esses verbos acima possuem um&nbsp;<strong>particípio passado regular</strong>, com a forma IDO ou ADO, e um&nbsp;<strong>particípio passado irregular</strong>, com a conjugação igual à primeira pessoa do presente. Isso significa que podemos usar os dois modos, mas não de qualquer jeito.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Qual a regra para utilização de particípio regular e do irregular?</strong></p>



<p>A maioria dos verbos, no particípio passado, terminam em IDO ou ADO. No entanto, se o verbo aceita as duas formas (regular ou irregular), isso significa que a forma regular (IDO ou ADO) será utilizada após os verbos “ter” ou “haver”. A forma irregular, por sua vez, será utilizada depois dos verbos “ser”, “estar” e “ficar”.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Exemplos com particípio regular</strong></li></ul>



<ol class="wp-block-list"><li>“Lúcia não tinha&nbsp;<strong>aceitado</strong>&nbsp;a proposta de noivado”;</li><li>“Eu tinha&nbsp;<strong>entregado</strong>&nbsp;minha tarefa dentro do prazo”;</li><li>“João saiu sem ter&nbsp;<strong>imprimido</strong>&nbsp;as folhas da prova.</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Exemplos com particípio irregular</strong></li></ul>



<ol class="wp-block-list"><li>“Maria foi&nbsp;<strong>aceita</strong>&nbsp;em uma universidade dos EUA”;</li><li>“O pedido do delivery foi&nbsp;<strong>entregue</strong>&nbsp;corretamente”;</li><li>“As folhas foram impressas com erros de digitação”.</li></ol>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Por que não posso usar a construção “tinha chego”?</strong></p>



<p>No caso do verbo&nbsp;<strong>“chegar”</strong>, a norma padrão da língua portuguesa só aceita o particípio passado&nbsp;<strong>“chegado”</strong>. Isso quer dizer que, em qualquer construção, seja com os verbos “ter”, “haver”, “ser”, “estar” ou “ficar”,&nbsp;<strong>a forma correta é sempre “chegado”</strong>. Ou seja,&nbsp;<strong>chegar NÃO é um verbo abundante</strong>. Logo, “eu tinha chego” não existe.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Exemplos da utilização correta do particípio passado do verbo chegar</strong></li></ul>



<ol class="wp-block-list"><li>“Juliana&nbsp;<strong>tinha chegado</strong>&nbsp;às 7h na academia”;</li><li>“<strong>Havia chegado</strong>&nbsp;a hora de decidir se optava pela festa de casamento ou pela viagem”;</li><li>“Mariana não&nbsp;<strong>podia ter chegado</strong>&nbsp;a tempo, pois seu voo fora cancelado.</li></ol>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Quando é possível utilizar o “chego”?</strong></p>



<p><strong>A conjugação “chego” somente deverá ser utilizada quando o falante estiver se referindo à construção da primeira pessoa do singular</strong>, no modo indicativo; abaixo, temos alguns exemplos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>“Eu sempre&nbsp;<strong>chego</strong>&nbsp;ao trabalho às 9h;</li><li>“Toda vez que eu&nbsp;<strong>chego</strong>&nbsp;à casa de Maria, tem louça suja na pia”;</li><li>“Caminhando,&nbsp;<strong>chego</strong>&nbsp;ao Rio Vermelho em 30 minutos”.</li></ol>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Fique atento! Há outros verbos que também causam confusão</strong></p>



<p>Além do&nbsp;<strong>“tinha chego”</strong>, largamente empregado na oralidade, as pessoas costumam usar a construção “tinha trago” e “foi abrido”.&nbsp;<strong>Assim como acontece com o “tinha chego”, essas construções estão erradas e não existem na norma culta da língua portuguesa</strong>. As únicas formas do particípio passado desses verbos são: chegado, trazido e aberto.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Acompanhe e divulgue nosso blog para mais conteúdos.</p>
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		<title>Cinco Erros Fundamentais na Escrita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 15:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[português]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesse complexo mundo da escrita e suas normas, para as mais variadas situações de comunicação, há algumas palavras que são parecidas, mas que devem ser utilizadas de modo específico. Veja algumas dentre as mais comuns que separamos para você conhecer ou relembrar as diferenças entre elas, sanar de vez as dúvidas e nunca mais confundi-las. Haver e A ver Estas palavras são facilmente confundidas por serem parônimos, que quer dizer que são similares na hora de escrever e têm o mesmo som, porém possuem definições distintas. As duas estão corretas, mas cada uma tem o seu significado. Haver: A palavra “haver” é o verbo “há” em sua forma infinitiva, sendo utilizado com o sentido de existir, receber ou ter algo, quando se atribui uma condição de possessão, por exemplo: Houve muita confusão no evento; Pode haver outras oportunidades como esta; Ele tem uma quantia haver com a empresa. A ver Em contrapartida, “a ver” é uma expressão que indica algo relacionado, associada a dois elementos diferentes, desta maneira: Esta roupa não tem nada a ver com a ocasião; A prova tem a ver com o que foi estudado durante o ano; Elas têm tudo a ver com os programas desenvolvidos. Traz, trás e atrás Traz “Traz” (escrito com z) tem sua origem no verbo trazer na terceira pessoa do singular. Confira alguns exemplos: O aluno sempre traz um presente para a professora. Você traz a bebida e eu a comida. Trás Já a palavra “trás” (com s e acento) sempre é precedido por uma preposição, tem o significado de “na parte posterior” e deve ser utilizado assim: Ela estava por trás disso o tempo todo. Não se atrase, senão vai ficar para trás. Atrás Trata-se de um advérbio de lugar. “Atrás” (escrito com a no começo, s no final e acento) é uma palavra utilizada nestas frases, por exemplo: O cachorro estava atrás dele. A loja fica atrás do ponto de ônibus. Onde e Aonde A diferença entre estas palavras pode passar despercebida no dia a dia na comunicação. No entanto, são utilizadas de modos diferentes, mesmo que ambas façam parte da classe dos advérbios, que acompanham e modificam um verbo. Onde “Onde” é uma palavra que se refere ao lugar em que alguém ou alguma coisa está, utilizada com verbos que mostram uma permanência, como ser, morar, ficar, estar. Exemplos: Onde você mora? Você sabe onde está o meu relógio? Aonde Apesar de também se referir a lugar, a palavra “aonde” deve ser empregada com os verbos que indicam uma movimentação, como chegar, voltar, entre outros. Desta maneira: Aonde você vai? Você sabe aonde ele foi? Demais e de mais Por serem homônimas (mesmo som, mas significados diferentes), podem causar alguma confusão quanto ao contexto a ser utilizado. Demais Trata-se de um advérbio de intensidade, cujo objetivo é o de intensificar um verbo ou adjetivo. É utilizada para indicar algo em excesso: Ela comeu demais. E cedo demais para levantar. No entanto, também pode ter o papel de pronome indefinido, indicando “outros”, “restantes”, assim: 3. Quem não terminou permaneça, os demais podem sair. De mais Estamos falando aqui de uma locução adjetiva, que indica quantidade, formada por uma preposição e um advérbio ou substantivo. Para ter certeza quanto a sua utilização, uma dica é substituir pelo antônimo “de menos”. Se ficar coerente, é a forma correta. Veja alguns exemplos: Comprei bebidas de mais para a festa. Esta comida tem sal de mais para servir. Eu e mim Aqui, é preciso prestar atenção no contexto da frase em que tais palavras serão utilizadas. Eu Nesse caso, o “eu” deve ser usado quando é o mesmo sujeito da oração. Preciso dormir para eu descansar. Falta um dia para eu terminar o curso. Mim Já o “mim” é o objeto da ação e deve ser empregado como complemento: Você pode fazer o pedido para mim? Este livro é para mim? Gostou? Confira também alguns lançamentos da Paco Editorial: A&#160;independência do Brasil em foco: história, cultura e construção, é uma análise sobre o processo de independência ocorrido no Brasil, assim como a complexidade desse acontecimento, baseando-se na influência e poder das antigas províncias que se constituíram no período do Oitocentos. Desse modo, a análise presente nesta obra, busca entender o processo de formação do Estado Nacional, considerando enfoques como cultura, política, meio ambiente, entre outras coisas. COMPRAR A&#160;Revolução Cidadã no Equador: entre o buen vivir e o neodesenvolvimentismo, discute as pluralidades e complexidades (social e histórica) presentes no Equador contemporâneo. A análise é feita a partir do processo denominado &#8220;Revolução Cidadã&#8221;, encabeçado pelo ex-presidente Rafael Correa entre o período de 2007 a 2017. O livro aponta para os dilemas de uma sociedade periférica e dependente na composição do sistema internacional. Abordando as políticas econômicas do governo correísta, no campo do petróleo, o livro pontua o difícil caminho para a materialização do buen vivir em um contexto caracterizado pelo boom das commodities no mercado internacional. Em síntese, a obra avança nos debates sobre as conquistas, limites e contradições da chamada &#8220;Revolução Cidadã&#8221; no Equador. COMPRAR Torno Educativo Telles, apresenta algumas reflexões e conversas que abarcam áreas como Tecnologia, Educação e Sociedade, valorizando a interrelação entre os diversos espaços, pessoas e contribuições. A autora almeja com sua obra estabelecer e valorizar o diálogo e a relação entre as diferentes áreas e profissionais, ou seja, desenvolvendo o “torno” onde todos podem fazer e contribuir para transformações dialógicas e a busca pela felicidade. COMPRAR Congenital heart surgery: a discipline on its own, reune alguns textos de cunho científico que tratam de tópicos importantes a respeito da profissão cirurgião, destacando pontos como a diferença entre as cirurgias cardiovascular geral e a cirurgia cardíaca pediátrica, considerando seus planos de negócio, infraestrutura e mão de obra. A obra conta com a contribuição de profissionais experientes da área que buscam refletir e analisar as essências do fazer e como fazer nas instituições onde são realizados esses procedimentos. COMPRAR Este livro traz com propriedade os diversos temas da escola pública brasileira, o que possibilita ao leitor transitar por inúmeros debates atuais sobre gestão escolar. As competências da equipe gestora e a vulnerabilidade social são alguns dos assuntos abordados. Além disso, a obra propõe o desafio do debate terminológico na área da Gestão Educacional que já se constituiu como preocupação dos clássicos da teoria administrativa escolar e até recentemente não foi superada. COMPRAR Gostou? Clique no site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Nesse complexo mundo da escrita e suas normas, para as mais variadas situações de comunicação, há algumas palavras que são parecidas, mas que devem ser utilizadas de modo específico. Veja algumas dentre as mais comuns que separamos para você conhecer ou relembrar as diferenças entre elas, sanar de vez as dúvidas e nunca mais confundi-las.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Haver e A ver</strong></p>



<p>Estas palavras são facilmente confundidas por serem parônimos, que quer dizer que são similares na hora de escrever e têm o mesmo som, porém possuem definições distintas. As duas estão corretas, mas cada uma tem o seu significado.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Haver</strong>:</li></ul>



<p>A palavra “haver” é o verbo “há” em sua forma infinitiva, sendo utilizado com o sentido de existir, receber ou ter algo, quando se atribui uma condição de possessão, por exemplo:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Houve muita confusão no evento;</li><li>Pode haver outras oportunidades como esta;</li><li>Ele tem uma quantia haver com a empresa.</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>A ver</strong></li></ul>



<p>Em contrapartida, “a ver” é uma expressão que indica algo relacionado, associada a dois elementos diferentes, desta maneira:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Esta roupa não tem nada a ver com a ocasião;</li><li>A prova tem a ver com o que foi estudado durante o ano;</li><li>Elas têm tudo a ver com os programas desenvolvidos.</li></ol>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Traz, trás e atrás</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong> Traz </strong></li></ul>



<p>“Traz” (escrito com z) tem sua origem no verbo trazer na terceira pessoa do singular. Confira alguns exemplos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O aluno sempre traz um presente para a professora.</li><li>Você traz a bebida e eu a comida.</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Trás</strong></li></ul>



<p>Já a palavra “trás” (com s e acento) sempre é precedido por uma preposição, tem o significado de “na parte posterior” e deve ser utilizado assim:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Ela estava por trás disso o tempo todo.</li><li>Não se atrase, senão vai ficar para trás.</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Atrás</strong></li></ul>



<p>Trata-se de um advérbio de lugar. “Atrás” (escrito com a no começo, s no final e acento) é uma palavra utilizada nestas frases, por exemplo:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O cachorro estava atrás dele.</li><li>A loja fica atrás do ponto de ônibus.</li></ol>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Onde e Aonde</strong></p>



<p>A diferença entre estas palavras pode passar despercebida no dia a dia na comunicação. No entanto, são utilizadas de modos diferentes, mesmo que ambas façam parte da classe dos advérbios, que acompanham e modificam um verbo.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Onde</strong></li></ul>



<p>“Onde” é uma palavra que se refere ao lugar em que alguém ou alguma coisa está, utilizada com verbos que mostram uma permanência, como ser, morar, ficar, estar. Exemplos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Onde você mora?</li><li>Você sabe onde está o meu relógio?</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Aonde</strong></li></ul>



<p>Apesar de também se referir a lugar, a palavra “aonde” deve ser empregada com os verbos que indicam uma movimentação, como chegar, voltar, entre outros. Desta maneira:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Aonde você vai?</li><li>Você sabe aonde ele foi?</li></ol>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong><strong>Demais e de mais</strong></strong></p>



<p>Por serem homônimas (mesmo som, mas significados diferentes), podem causar alguma confusão quanto ao contexto a ser utilizado.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Demais</strong></li></ul>



<p>Trata-se de um advérbio de intensidade, cujo objetivo é o de intensificar um verbo ou adjetivo. É utilizada para indicar algo em excesso:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Ela comeu demais.</li><li>E cedo demais para levantar.</li></ol>



<p>No entanto, também pode ter o papel de pronome indefinido, indicando “outros”, “restantes”, assim:</p>



<p>3. Quem não terminou permaneça, os demais podem sair.</p>



<p><strong>De mais</strong></p>



<p>Estamos falando aqui de uma locução adjetiva, que indica quantidade, formada por uma preposição e um advérbio ou substantivo. Para ter certeza quanto a sua utilização, uma dica é substituir pelo antônimo “de menos”. Se ficar coerente, é a forma correta. Veja alguns exemplos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Comprei bebidas de mais para a festa.</li><li>Esta comida tem sal de mais para servir.</li></ol>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Eu e mim</strong></p>



<p>Aqui, é preciso prestar atenção no contexto da frase em que tais palavras serão utilizadas.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Eu</strong></li></ul>



<p>Nesse caso, o “eu” deve ser usado quando é o mesmo sujeito da oração.</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Preciso dormir para eu descansar.</li><li>Falta um dia para eu terminar o curso.</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Mim</strong></li></ul>



<p>Já o “mim” é o objeto da ação e deve ser empregado como complemento:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Você pode fazer o pedido para mim?</li><li>Este livro é para mim?</li></ol>



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<p>Gostou? Confira também alguns lançamentos da Paco Editorial:</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/cotas-para-negros-em-universidades-funcao-social-do-estado-contemporaneo-e-o-principio-da-proporcionalidade"><img decoding="async" width="201" height="302" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem1.jpg" alt="" class="wp-image-25576 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem1.jpg 201w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem1-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 201px) 100vw, 201px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>A&nbsp;independência do Brasil em foco: história, cultura e construção, é uma análise sobre o processo de independência ocorrido no Brasil, assim como a complexidade desse acontecimento, baseando-se na influência e poder das antigas províncias que se constituíram no período do Oitocentos. Desse modo, a análise presente nesta obra, busca entender o processo de formação do Estado Nacional, considerando enfoques como cultura, política, meio ambiente, entre outras coisas.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-independencia-do-brasil-em-foco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-revolucao-cidada-no-equador"><img loading="lazy" decoding="async" width="176" height="265" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem2.jpg" alt="" class="wp-image-25577 size-full"/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>A&nbsp;Revolução Cidadã no Equador: entre o buen vivir e o neodesenvolvimentismo, discute as pluralidades e complexidades (social e histórica) presentes no Equador contemporâneo. A análise é feita a partir do processo denominado &#8220;Revolução Cidadã&#8221;, encabeçado pelo ex-presidente Rafael Correa entre o período de 2007 a 2017. O livro aponta para os dilemas de uma sociedade periférica e dependente na composição do sistema internacional. Abordando as políticas econômicas do governo correísta, no campo do petróleo, o livro pontua o difícil caminho para a materialização do buen vivir em um contexto caracterizado pelo boom das commodities no mercado internacional. Em síntese, a obra avança nos debates sobre as conquistas, limites e contradições da chamada &#8220;Revolução Cidadã&#8221; no Equador.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-revolucao-cidada-no-equador" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/torno-educativo-teles"><img loading="lazy" decoding="async" width="206" height="309" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem3.jpg" alt="" class="wp-image-25578 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem3.jpg 206w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem3-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 206px) 100vw, 206px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Torno Educativo Telles, apresenta algumas reflexões e conversas que abarcam áreas como Tecnologia, Educação e Sociedade, valorizando a interrelação entre os diversos espaços, pessoas e contribuições. A autora almeja com sua obra estabelecer e valorizar o diálogo e a relação entre as diferentes áreas e profissionais, ou seja, desenvolvendo o “torno” onde todos podem fazer e contribuir para transformações dialógicas e a busca pela felicidade.</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/congenital-Heart-Surgery"><img loading="lazy" decoding="async" width="102" height="153" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem4.jpg" alt="" class="wp-image-25579 size-full"/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Congenital heart surgery: a discipline on its own, reune alguns textos de cunho científico que tratam de tópicos importantes a respeito da profissão cirurgião, destacando pontos como a diferença entre as cirurgias cardiovascular geral e a cirurgia cardíaca pediátrica, considerando seus planos de negócio, infraestrutura e mão de obra. A obra conta com a contribuição de profissionais experientes da área que buscam refletir e analisar as essências do fazer e como fazer nas instituições onde são realizados esses procedimentos.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/congenital-Heart-Surgery" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/gestao-escolar-em-destaque"><img loading="lazy" decoding="async" width="183" height="275" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem5.jpg" alt="" class="wp-image-25580 size-full"/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Este livro traz com propriedade os diversos temas da escola pública brasileira, o que possibilita ao leitor transitar por inúmeros debates atuais sobre gestão escolar. As competências da equipe gestora e a vulnerabilidade social são alguns dos assuntos abordados. Além disso, a obra propõe o desafio do debate terminológico na área da Gestão Educacional que já se constituiu como preocupação dos clássicos da teoria administrativa escolar e até recentemente não foi superada.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/gestao-escolar-em-destaque" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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