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	<title>poetisa &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Adélia Prado: nossa grande poetisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 21:15:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Adélia Prado é uma grande escritora e poetisa do Brasil. Adélia nasceu em Divinópolis, no estado de Minas Gerais, no dia 13 de dezembro de 1935. Teve como pais o senhor João do Prado Filho, ferroviário, e de Ana Clotilde Correa. Ela começou os estudos dela no Grupo Escolar chamado Padre Matias Lobato. No ano de 1950, depois da morte da mãe dela, Ana, a escritora compôs seus versos iniciais desta carreira de fama. Hoje, Adélia já ganhou a premiação no Jabuti de Literatura com a obra dela: &#8220;Coração Disparado&#8221; (1978). Este prêmio que iniciou em 1958 existe há mais de 6 décadas. Parafraseando o portal: “O Jabuti”, no qual enfoca arduamente em dar ênfase ao mais significativo que se cria no Brasil naqueles seus 4 eixos (Inovação, Literatura, Não Ficção e Produção Editorial). Além deste prêmio da Câmara Brasileira do Livro, ela também recebeu os prêmios: ABL de Literatura Infanto-juvenil (2007); Literário da Fundação Biblioteca Nacional (2010); Associação Paulista dos Críticos de Arte (2010) e Clarice Lispector (2016). Vive até hoje na cidade natal dela. Escreveu os supracitados primeiros versos aos 15 anos. Embora escrevesse desde nova, foi somente quando completou os seus 40 anos que ela publicou sua primeira obra. Ela é formada em Filosofia e iniciou a carreira como professora. Atualmente a contista e escritora diz que o segredo e grande ensinamento no qual ela descobriu com o decorrer da vida é: sempre vivificar as coisas mais simples da vida. Tão importante para a literatura brasileira é Adélia Prado. A poetisa que completa 86 anos no próximo mês se diz “uma caloura” ao ser questionada sobre Bagagem, outra obra de Adélia feita em 1976. Tal entrevista está disponível completamente pelo portal Cândido da Biblioteca Pública do Paraná. Parafraseando a autora, realmente a poesia não é um tema. Não se pode engajá-la, pois ela vem e somente obedecemos. Não se força ideologias na poesia, porque ela recusa-se. Os poetas não são a fonte da poesia apenas “‘cavalo do santo&#8221;&#8217;, pois é necessário acreditar em inspiração e só. Mesmo sem participar de nenhuma corrente literária definida, esta grande mulher tem suma relevância no que tange a figura da mulher na poesia. No cenário literário brasileiros, ela também fala da fé cristã, do dia a dia, da alegria e da representação da mulher. O retorno de Adélia em 1994 Os versos dela, muitas vezes, são usados em concursos, vestibulares, provas e afins. Por alguns anos a referida autora não produziu obras. Uma espécie de silêncio literário fez parte da trajetória de Adélia. Voltando a atuar em 1994, com o livro intitulado: “O homem da mão seca”; e este ela iniciou a escrita em 1987 e retornou somente depois. Segundo ela, essa aridez fora de cena foi necessária, todavia, no final um tempo no deserto fez muito bem a autora que na época passou por uma depressão. Assim, a incrível mulher, Adélia Prado, segue retratando com suas belas palavras o lado simples da vida e transformando isso em arte. Obras que você vai gostar de ler: Com Licença poética; O Homem da Mão Seca; O Coração Disparado; Terra de Santa Cruz; O Pelicano; A Faca no Peito. Conheça o livro do catálogo da Paco que aborda a obra sobre Adélia Prado: Esta obra estuda os poemas de Adélia Prado, em que um conteúdo religioso submerge e por meio do qual temos a oportunidade de refletir sobre um profundo subjetivismo. Assim, duas áreas de extrema importância para o conhecimento humano se encontram nos poemas de Adélia Prado: a Literatura e a Teologia. Aparentemente, podemos ver na Literatura a expressão de sentimentos humanos que são colocados de forma concisa e muito subjetiva. E nas profundezas do eu, vemos a necessidade da expressão religiosa. O leitor terá então a oportunidade de confrontar seus sentimentos religiosos mergulhando nesses poemas, tão profundos, tão necessários e que oferece a contemplação por meio da palavra. COMPRAR Gostou? Fique por dentro de nosso blog para mais conteúdos como esse!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Adélia Prado é uma grande escritora e poetisa do Brasil. Adélia nasceu em Divinópolis, no estado de Minas Gerais, no dia 13 de dezembro de 1935. Teve como pais o senhor João do Prado Filho, ferroviário, e de Ana Clotilde Correa.</p>



<p>Ela começou os estudos dela no Grupo Escolar chamado Padre Matias Lobato. No ano de 1950, depois da morte da mãe dela, Ana, a escritora compôs seus versos iniciais desta carreira de fama. Hoje, Adélia já ganhou a premiação no Jabuti de Literatura com a obra dela: &#8220;Coração Disparado&#8221; (1978).</p>



<p>Este prêmio que iniciou em 1958 existe há mais de 6 décadas. Parafraseando o portal: “O Jabuti”, no qual enfoca arduamente em dar ênfase ao mais significativo que se cria no Brasil naqueles seus 4 eixos (Inovação, Literatura, Não Ficção e Produção Editorial).</p>



<p>Além deste prêmio da Câmara Brasileira do Livro, ela também recebeu os prêmios: ABL de Literatura Infanto-juvenil (2007); Literário da Fundação Biblioteca Nacional (2010); Associação Paulista dos Críticos de Arte (2010) e Clarice Lispector (2016).</p>



<p>Vive até hoje na cidade natal dela. Escreveu os supracitados primeiros versos aos 15 anos. Embora escrevesse desde nova, foi somente quando completou os seus 40 anos que ela publicou sua primeira obra.</p>



<p>Ela é formada em Filosofia e iniciou a carreira como professora. Atualmente a contista e escritora diz que o segredo e grande ensinamento no qual ela descobriu com o decorrer da vida é: sempre vivificar as coisas mais simples da vida.</p>



<p>Tão importante para a literatura brasileira é Adélia Prado. A poetisa que completa 86 anos no próximo mês se diz “uma caloura” ao ser questionada sobre Bagagem, outra obra de Adélia feita em 1976. Tal entrevista está disponível completamente pelo portal Cândido da Biblioteca Pública do Paraná.</p>



<p>Parafraseando a autora, realmente a poesia não é um tema. Não se pode engajá-la, pois ela vem e somente obedecemos. Não se força ideologias na poesia, porque ela recusa-se. Os poetas não são a fonte da poesia apenas “‘cavalo do santo&#8221;&#8217;, pois é necessário acreditar em inspiração e só.</p>



<p>Mesmo sem participar de nenhuma corrente literária definida, esta grande mulher tem suma relevância no que tange a figura da mulher na poesia. No cenário literário brasileiros, ela também fala da fé cristã, do dia a dia, da alegria e da representação da mulher.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O retorno de Adélia em 1994</strong></p>



<p>Os versos dela, muitas vezes, são usados em concursos, vestibulares, provas e afins. Por alguns anos a referida autora não produziu obras. Uma espécie de silêncio literário fez parte da trajetória de Adélia. Voltando a atuar em 1994, com o livro intitulado: “O homem da mão seca”; e este ela iniciou a escrita em 1987 e retornou somente depois.</p>



<p>Segundo ela, essa aridez fora de cena foi necessária, todavia, no final um tempo no deserto fez muito bem a autora que na época passou por uma depressão. Assim, a incrível mulher, Adélia Prado, segue retratando com suas belas palavras o lado simples da vida e transformando isso em arte.</p>



<p>Obras que você vai gostar de ler:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Com Licença poética;</li><li>O Homem da Mão Seca;</li><li>O Coração Disparado;</li><li>Terra de Santa Cruz;</li><li>O Pelicano;</li><li>A Faca no Peito.</li></ul>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Conheça o livro do catálogo da Paco que aborda a obra sobre Adélia Prado:</strong></p>



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<p>Esta obra estuda os poemas de Adélia Prado, em que um conteúdo religioso submerge e por meio do qual temos a oportunidade de refletir sobre um profundo subjetivismo. Assim, duas áreas de extrema importância para o conhecimento humano se encontram nos poemas de Adélia Prado: a Literatura e a Teologia. Aparentemente, podemos ver na Literatura a expressão de sentimentos humanos que são colocados de forma concisa e muito subjetiva. E nas profundezas do eu, vemos a necessidade da expressão religiosa. O leitor terá então a oportunidade de confrontar seus sentimentos religiosos mergulhando nesses poemas, tão profundos, tão necessários e que oferece a contemplação por meio da palavra.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-experessao-da-religiosidade-nos-poemas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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