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	<title>poeta &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Manoel de Barros, leve grande poeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A grandeza de Manoel de Barros pode ser exemplificada em uma das inúmeras passagens marcantes de sua vida de poeta: tendo Carlos Drummond de Andrade recebido o título de maior poeta vivo do Brasil, o poeta mineiro o teria recusado em favor de Manoel de Barros. Somente esse evento já seria o suficiente para o grande poeta mato-grossense receber o devido prestígio. No entanto, existem inúmeros outros motivos para você conhecer esse autor tão fundamental para se compreender o Brasil regional, universal e contemporâneo. Vida e obra de Manoel de Barros Manoel de Barros nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, no dia 19 de dezembro de 1916 e passou a infância com os pais, João Venceslau Barros e de Alice Pompeu Leite de Barros, em uma fazenda localizada no Pantanal e que pertencia à família do escritor. Em um colégio interno em Campo Grande, onde passou a adolescência, Manoel de Barros começou a escrever os seus primeiros poemas, e em 1937 já tinha publicado o “Poemas Concebidos Sem Pecados”, seu primeiro livro de poesia. Mudou-se para o Rio de Janeiro para cursar Direito, obtendo o diploma em 1941. Logo após, arruma as malas e parte em viagem pela América do Sul e do Norte. Volta ao Brasil e, a partir de 1960, dedica-se à criação de gado e aos cuidados gerais da fazenda no pantanal que pertencia a sua família. Notadamente, Manoel de Barros ganhou destaque nos anos 1980 com reconhecimento do público nacional e internacional que lhe outorgou diversos prêmios e homenagens. A sua descoberta “tardia” se deve, entre outros motivos, ao que o próprio autor identifica: “orgulho”. Subtenda-se: “não faço concessões, nem bajulações.” O grande poeta, considerado o maior ou um dos maiores da história brasileira, o mais lido atualmente no exterior, principalmente em Portugal, morreu aos 97 anos em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, no ano de 2014. Entre destaques da sua obra ficaram livros como &#8220;Gramática expositiva do chão&#8221; (1966), &#8220;O livro das ignorãças&#8221; (1993), &#8220;Livro sobre nada&#8221; (1996), &#8220;O guardador das águas&#8221; (1989), &#8220;Concerto a céu aberto para solos de aves&#8221; (1993), &#8220;O fazedor de amanhecer&#8221; (2001). 10 frases de Manoel de Barros “Quem anda no trilho é trem de ferro, sou água que corre entre pedras: liberdade caça jeito.” “Prefiro as máquinas que servem para não funcionar.” “As coisas me ampliaram para menos.” “Que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.” “Natureza é uma força que inunda como os desertos.” “Deixei uma ave me amanhecer.” “Aprendi que o artista não vê apenas. Ele tem visões. A visão vem acompanhada de loucuras, de coisinhas à toa, de fantasias, de peraltagens. Eu vejo pouco. Uso mais ter visões. Nas visões vêm as imagens, todas as transfigurações. O poeta humaniza as coisas, o tempo, o vento”. “O mundo não foi feito em alfabeto. Senão que primeiro em água e luz. Depois árvore.” “Quando meus olhos estão sujos de civilização, cresce por dentro deles um desejo de árvores e aves.” “Tenho em mim um sentimento de aldeia e dos primórdios. Eu não caminho para o fim, eu caminho para as origens. Não sei se isso é um gosto literário ou uma coisa genética. Procurei sempre chegar ao criançamento das palavras”. Confira também a obra disponibilizada na Paco Editorial sobre o poeta: Esta obra empreende uma análise crítica comparativa sobre nomeação e pensatividade poética em Manoel de Barros, Murilo Mendes e Francis Ponge. Para defender a ideia de que a poesia pensa, são analisadas sucessivamente a significância dos nomes e das coisas, a razão poética e a infância tanto do homem quanto da palavra. Buscando a pluralidade significativa da linguagem poética em contraponto à petrificação da linguagem funcional, esta análise aponta uma possibilidade desconstrutora de lidar com os nomes e as coisas. O principal referencial teórico utilizado é a crítica contemporânea francesa, com autores como Jacques Derrida e Gilles Deleuze. A autora ainda teve ainda o privilégio de se comunicar com Manoel de Barros. Uma dessas conversas está registrada nesta obra em carta inédita do poeta para a pesquisadora. COMPRAR Gostou? Fique por dentro do blog para mais matérias como essa.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">A grandeza de Manoel de Barros pode ser exemplificada em uma das inúmeras passagens marcantes de sua vida de poeta: tendo Carlos Drummond de Andrade recebido o título de maior poeta vivo do Brasil, o poeta mineiro o teria recusado em favor de Manoel de Barros.</p>



<p>Somente esse evento já seria o suficiente para o grande poeta mato-grossense receber o devido prestígio. No entanto, existem inúmeros outros motivos para você conhecer esse autor tão fundamental para se compreender o Brasil regional, universal e contemporâneo.</p>



<p><strong>Vida e obra de Manoel de Barros</strong></p>



<p>Manoel de Barros nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, no dia 19 de dezembro de 1916 e passou a infância com os pais, João Venceslau Barros e de Alice Pompeu Leite de Barros, em uma fazenda localizada no Pantanal e que pertencia à família do escritor.</p>



<p>Em um colégio interno em Campo Grande, onde passou a adolescência, Manoel de Barros começou a escrever os seus primeiros poemas, e em 1937 já tinha publicado o “Poemas Concebidos Sem Pecados”, seu primeiro livro de poesia.</p>



<p>Mudou-se para o Rio de Janeiro para cursar Direito, obtendo o diploma em 1941. Logo após, arruma as malas e parte em viagem pela América do Sul e do Norte. Volta ao Brasil e, a partir de 1960, dedica-se à criação de gado e aos cuidados gerais da fazenda no pantanal que pertencia a sua família.</p>



<p>Notadamente, Manoel de Barros ganhou destaque nos anos 1980 com reconhecimento do público nacional e internacional que lhe outorgou diversos prêmios e homenagens. A sua descoberta “tardia” se deve, entre outros motivos, ao que o próprio autor identifica: “orgulho”. Subtenda-se: “não faço concessões, nem bajulações.”</p>



<p>O grande poeta, considerado o maior ou um dos maiores da história brasileira, o mais lido atualmente no exterior, principalmente em Portugal, morreu aos 97 anos em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, no ano de 2014. Entre destaques da sua obra ficaram livros como &#8220;Gramática expositiva do chão&#8221; (1966), &#8220;O livro das ignorãças&#8221; (1993), &#8220;Livro sobre nada&#8221; (1996), &#8220;O guardador das águas&#8221; (1989), &#8220;Concerto a céu aberto para solos de aves&#8221; (1993), &#8220;O fazedor de amanhecer&#8221; (2001).</p>



<p><strong>10 frases de Manoel de Barros</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>“Quem anda no trilho é trem de ferro, sou água que corre entre pedras: liberdade caça jeito.”</li><li>“Prefiro as máquinas que servem para não funcionar.”</li><li>“As coisas me ampliaram para menos.”</li><li>“Que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.”</li><li>“Natureza é uma força que inunda como os desertos.”</li><li>“Deixei uma ave me amanhecer.”</li><li>“Aprendi que o artista não vê apenas. Ele tem visões. A visão vem acompanhada de loucuras, de coisinhas à toa, de fantasias, de peraltagens. Eu vejo pouco. Uso mais ter visões. Nas visões vêm as imagens, todas as transfigurações. O poeta humaniza as coisas, o tempo, o vento”.</li><li>“O mundo não foi feito em alfabeto. Senão que primeiro em água e luz. Depois árvore.”</li><li>“Quando meus olhos estão sujos de civilização, cresce por dentro deles um desejo de árvores e aves.”</li><li>“Tenho em mim um sentimento de aldeia e dos primórdios. Eu não caminho para o fim, eu caminho para as origens. Não sei se isso é um gosto literário ou uma coisa genética. Procurei sempre chegar ao criançamento das palavras”.</li></ol>



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<p>Confira também a obra disponibilizada na <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank">Paco Editorial</a> sobre o poeta:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/manoel-de-barros-murilo-mendes-e-francis-ponge-nomeacao-e-pensativa-poetica"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Manoel-de-Barros.webp" alt="" class="wp-image-25876 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Manoel-de-Barros.webp 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Manoel-de-Barros-200x300.webp 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Esta obra empreende uma análise crítica comparativa sobre nomeação e pensatividade poética em Manoel de Barros, Murilo Mendes e Francis Ponge. Para defender a ideia de que a poesia pensa, são analisadas sucessivamente a significância dos nomes e das coisas, a razão poética e a infância tanto do homem quanto da palavra. Buscando a pluralidade significativa da linguagem poética em contraponto à petrificação da linguagem funcional, esta análise aponta uma possibilidade desconstrutora de lidar com os nomes e as coisas. O principal referencial teórico utilizado é a crítica contemporânea francesa, com autores como Jacques Derrida e Gilles Deleuze. A autora ainda teve ainda o privilégio de se comunicar com Manoel de Barros. Uma dessas conversas está registrada nesta obra em carta inédita do poeta para a pesquisadora.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/manoel-de-barros-murilo-mendes-e-francis-ponge-nomeacao-e-pensativa-poetica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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		<title>Dia do Poeta da Literatura de Cordel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 14:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[O poeta da literatura de cordel utiliza de rimas, versos, ilustrações e muita inspiração para criar obras e dar continuidade à tradição da literatura de cordel pelas regiões do Brasil. Por isso, o seu dia é comemorado no dia 1º de agosto. 
Esse gênero literário recebeu o nome de “cordel” devido ao modo como os poetas da literatura de cordel criavam suas obras em folhetos e colocavam em exposição para venda, de forma a ficarem pendurados em barbantes, cordas ou cordéis.]]></description>
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<p><em>O poeta da literatura de cordel utiliza de rimas, versos, ilustrações e muita inspiração para criar obras e dar continuidade à tradição da literatura de cordel pelas regiões do Brasil. Por isso, o seu dia é comemorado no dia 1º de agosto.</em></p>



<p><em>Esse gênero literário recebeu o nome de “cordel” devido ao modo como os poetas da literatura de cordel criavam suas obras em folhetos e colocavam em exposição para venda, de forma a ficarem pendurados em barbantes, cordas ou cordéis.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">MAS, O QUE É A LITERATURA CORDEL?</h2>



<p>Escrita de forma rimada, a partir de relatos orais, e impressa em folhetos expostos em cordéis, a literatura de cordel é um gênero literário que se popularizou muito, principalmente na região Nordeste do país.</p>



<p>A literatura de Cordel começou a efetivamente ganhar forças no Brasil a partir do século XIX devido à sua maneira simples de se expressar, buscando informar a população da época de um modo divertido e descontraído.</p>



<p>Uma das principais características desse gênero literário é a presença da oralidade em seus versos e rimas. Além disso, possui uma linguagem informal e busca tratar sobre temas diversos baseado no humor e sarcasmo.</p>



<p>A literatura de cordel é rica pois aborda diversos elementos da cultura brasileira, como o próprio folclore do país, a nossa realidade social vivenciada e diversos acontecimentos históricos, além de abordar temas políticos e religiosos.</p>



<p>Além disso, a literatura de cordel possui uma característica muito própria que são as gravuras em madeira, ou xilogravuras, que servem para ilustrar, dar imagem e cores aos poemas escritos.</p>



<p>Abordamos a seguir duas obras importantes que falam sobre a construção e o crescimento da literatura de cordel no Brasil. Confira!</p>



<h2 class="wp-block-heading">1ª OBRA: “A ARTE DO POVO: HISTÓRIAS NA LITERATURA DE CORDEL (1900-1940) ”</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-arte-do-povo-historias-na-literatura-de-cordel-1900-1940"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/52d23d63e48cdfcf1951f36fc3fb00dc.jpg" alt=""/></a></figure></div>



<p>Essa importante obra aborda uma análise da literatura de cordel feita no início de século XX. Esse período foi responsável principalmente pela grande popularização do folheto como o suporte material do cordel.</p>



<p>Como veículo da cultura do cordel, o folheto não apaga a oralidade característica dessa forma literária, mas sim auxilia em uma maior amplitude desse gênero literário por todo o Nordeste do país.</p>



<p>Portanto, a obra “A Arte do Povo: Histórias na Literatura de Cordel (1900-1940) ”, da autora Maria Ângela de Faria Grillo, possui um viés investigativo sobre a história cultural, história da leitura e da cultura popular brasileira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2ª OBRA: “CORDEL, FANTASIA E POESIA”</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/cf367738a231646782173ba707e512b0.jpg"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/cf367738a231646782173ba707e512b0.jpg" alt=""/></a></figure></div>



<p>Essa obra, de Anderson Fávero Rodrigues, analisa como se dão as relações entre a cultura e a literatura de cordel, além de sua evolução artístico-literária e qual a sua influência na comunicação de massa.</p>



<p>A reflexão da obra se baseia na passagem do modo carnavalesco da poética e da estética dos folhetos de cordel para o samba e para a Marquês de Sapucaí, no desfile visual e musical da escola de samba Salgueiro.</p>



<p>Por fim, “Cordel, Fantasia e Poesia” aborda ainda o grande desafio em relacionar a modernidade e as inovações atuais dos desfiles aos temas clássicos da literatura de cordel, através das rimas e versos.</p>



<p>Acesse <a href="http://www.pacolivros.com.br">www.pacolivros.com.br</a></p>
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