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	<title>plebeísmo &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Dicas de português: Plebeísmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2023 14:42:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia a dia é normal usarmos expressões informais, como “beleza”, “mano”, “na boa” e “cola aí”. Contudo, em contextos formais, como uma redação, uma entrevista de emprego ou uma palestra, esse tipo de linguagem pode ser considerado um vício de linguagem: o plebeísmo. O que é plebeísmo? Por que é importante evitar esse vício de linguagem? Confira as respostas a seguir! O que é plebeísmo? Plebeísmo é um vício de linguagem caracterizado pelo uso em excesso de termos coloquiais (informais), como ditos populares, gírias e palavras de baixo calão. Esse termo remete a plebe, ou seja, a classe popular da sociedade, que tinha menos prestígio e poder monetário do que a nobreza. Atualmente, o plebeísmo pode ser aceito em ambientes informais, mas ainda é considerado um erro grave em redações para concurso público e vestibular; além de não ser bem visto em entrevistas de emprego e outros ambientes formais. Diferente das figuras de linguagem, os vícios de linguagem como o plebeísmo são desvios não intencionais da norma-padrão da língua portuguesa. Quando um “erro” é cometido de forma intencional, como recurso para dar ênfase ou mais expressividade ao discurso, ele pode ser considerado uma figura de linguagem. Entretanto, o plebeísmo deve ser usado com muito cuidado, pois passa a impressão de falta de instrução e pode criar problemas na comunicação. Veja alguns exemplos de plebeísmo comuns e como eles poderiam ser ditos seguindo a norma-padrão: “Mano, você não sabe o que aconteceu” / “Amigo, você não sabe o que aconteceu” “Tô lascado&#160;essa semana, muito&#160;trampo” / “Essa semana vai ser&#160;difícil, tenho muito&#160;serviço” “Bora tomar uma&#160;amanhã?” / “Vamos&#160;sair para beber&#160;amanhã?” “Que&#160;daora&#160;sua blusa” / “Muito&#160;bonita&#160;sua blusa” “Que lugar&#160;top” / “Que lugar&#160;legal” “Tô liso esse mês” / “Estou sem dinheiro esse mês” “Vou&#160;tirar o atraso&#160;nesse último semestre” / “Vou&#160;me esforçar mais&#160;nesse último semestre” De fato, existem maneiras mais formais de usar as expressões coloquiais e evitar o plebeísmo. Mas por que esse vício de linguagem não deve ser usado com frequência? Por que evitar o plebeísmo? É verdade que no dia a dia, em situações informais, não há problemas em usar expressões coloquiais. Entretanto, o plebeísmo pode prejudicar a imagem pessoal ou profissional de alguém se usado indevidamente, pois transmite a imagem de uma pessoa com pouco conhecimento. Além disso, o plebeísmo é considerado um erro em redações. No Enem, por exemplo, a primeira competência analisada nas redações é o domínio da escrita formal da língua portuguesa. Então, se um candidato usar expressões coloquiais de forma não intencional no texto, ele pode perder até 200 pontos na prova. Em alguns casos, o plebeísmo pode ser usado como uma figura de linguagem. Por exemplo, em uma redação com falas dos personagens, as expressões coloquiais podem ser usadas, dependendo do tom do texto. Entretanto, é sempre importante sinalizar as expressões com aspas, identificando o uso intencional do termo. De qualquer forma, o melhor é evitar o plebeísmo, ou seja, expressões populares, gírias e palavras de baixo calão em excesso. Achou interessante? Não esqueça de acompanhar o blog para mais dicas como essa!]]></description>
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<p>No dia a dia é normal usarmos expressões informais, como “beleza”, “mano”, “na boa” e “cola aí”. Contudo, em contextos formais, como uma redação, uma entrevista de emprego ou uma palestra, esse tipo de linguagem pode ser considerado um vício de linguagem: o <strong>plebeísmo</strong>.</p>



<p>O que é plebeísmo? Por que é importante evitar esse vício de linguagem? Confira as respostas a seguir!</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O que é plebeísmo?</strong></p>



<p>Plebeísmo é um vício de linguagem caracterizado pelo uso em excesso de termos coloquiais (informais), como ditos populares, gírias e palavras de baixo calão. Esse termo remete a plebe, ou seja, a classe popular da sociedade, que tinha menos prestígio e poder monetário do que a nobreza.</p>



<p>Atualmente, o plebeísmo pode ser aceito em ambientes informais, mas ainda é considerado um erro grave em redações para concurso público e vestibular; além de não ser bem visto em entrevistas de emprego e outros ambientes formais.</p>



<p>Diferente das figuras de linguagem, os vícios de linguagem como o plebeísmo são desvios não intencionais da norma-padrão da língua portuguesa. Quando um “erro” é cometido de forma intencional, como recurso para dar ênfase ou mais expressividade ao discurso, ele pode ser considerado uma figura de linguagem.</p>



<p>Entretanto, o plebeísmo deve ser usado com muito cuidado, pois passa a impressão de falta de instrução e pode criar problemas na comunicação.</p>



<div style="height:11px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Veja alguns exemplos de plebeísmo comuns e como eles poderiam ser ditos seguindo a norma-padrão:</strong></p>



<p>“<strong>Mano</strong>, você não sabe o que aconteceu” / “<strong>Amigo</strong>, você não sabe o que aconteceu”</p>



<p>“<strong>Tô lascado</strong>&nbsp;essa semana, muito&nbsp;<strong>trampo</strong>” / “Essa semana vai ser&nbsp;<strong>difícil</strong>, tenho muito&nbsp;<strong>serviço</strong>”</p>



<p>“<strong>Bora tomar uma</strong>&nbsp;amanhã?” / “Vamos&nbsp;<strong>sair para beber</strong>&nbsp;amanhã?”</p>



<p>“Que&nbsp;<strong>daora</strong>&nbsp;sua blusa” / “Muito&nbsp;<strong>bonita</strong>&nbsp;sua blusa”</p>



<p>“Que lugar&nbsp;<strong>top</strong>” / “Que lugar&nbsp;<strong>legal</strong>”</p>



<p>“Tô liso esse mês” / “Estou sem dinheiro esse mês”</p>



<p>“Vou&nbsp;<strong>tirar o atraso</strong>&nbsp;nesse último semestre” / “Vou&nbsp;<strong>me esforçar mais</strong>&nbsp;nesse último semestre”</p>



<p>De fato, existem maneiras mais formais de usar as expressões coloquiais e evitar o plebeísmo. Mas por que esse vício de linguagem não deve ser usado com frequência?</p>



<p><strong>Por que evitar o plebeísmo?</strong></p>



<p>É verdade que no dia a dia, em situações informais, não há problemas em usar expressões coloquiais. Entretanto, o plebeísmo pode prejudicar a imagem pessoal ou profissional de alguém se usado indevidamente, pois transmite a imagem de uma pessoa com pouco conhecimento.</p>



<p>Além disso, o plebeísmo é considerado um erro em redações. No Enem, por exemplo, a primeira competência analisada nas redações é o domínio da escrita formal da língua portuguesa. Então, se um candidato usar expressões coloquiais de forma não intencional no texto, ele pode perder até 200 pontos na prova.</p>



<p>Em alguns casos, o plebeísmo pode ser usado como uma figura de linguagem. Por exemplo, em uma redação com falas dos personagens, as expressões coloquiais podem ser usadas, dependendo do tom do texto. Entretanto, é sempre importante sinalizar as expressões com aspas, identificando o uso intencional do termo.</p>



<p>De qualquer forma, o melhor é evitar o plebeísmo, ou seja, expressões populares, gírias e palavras de baixo calão em excesso.</p>



<div style="height:11px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Não esqueça de acompanhar o blog para mais dicas como essa!</p>
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