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	<title>Pesquisadores &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>Pesquisadores &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>UFMT reúne pesquisadores de 6 países no seminário de metodologias transformadoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 20:39:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Começa amanhã, em Cuiabá, na Universidade Federal de Mato Grosso, o seminário internacional de Metodologias Transformadoras da Rede Amlat. Pela primeira vez no Centro-Oeste do Brasil e na UFMT, o evento busca provocar reflexões e compartilhar experiências sobre a investigação crítica em comunicação e a produção de conhecimento no atual cenário sociopolítico da América Latina a partir de relatos dos grupos de pesquisa que compõem a rede. Com o tema “comunicação cidadã e olhares territorialmente situados”, a iniciativa terá palestras e apresentações de trabalho de pesquisadores da Rede Amlat. O público em geral pode participar, de forma gratuitaA professora doutora Tamires Coêlho, responsável pela organização do evento, disse que ” oO evento é importante não somente por colocar Cuiabá no cenário dos eventos internacionais de Comunicação, mas por possibilitar olhares diversos sobre investigação e pesquisa na América Latina. Em Mato Grosso ainda dialogamos muito pouco com estudos bolivianos, por exemplo, e são referências que estão aqui ao lado”, afirma.A edição deste ano acontece presencialmente e é coordenada pelo Grupo de Pesquisa Ciclo e pelo Observatório Pauta Gênero, ambos ligados à universidade. A programação do seminário, realizado desde a década passada por pesquisadores da Rede, terá a presença de representantes de diversos países, como Argentina, Colômbia, Chile, Bolívia e Equador, bem como de várias instituições, como a Rede Amazoom/UFRR, PUC-RS, Unemat, UFRGS e UFSM, informa a assessoria. Fonte: Só Notícias Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>Começa amanhã, em Cuiabá, na Universidade Federal de Mato Grosso, o seminário internacional de Metodologias Transformadoras da Rede Amlat. Pela primeira vez no Centro-Oeste do Brasil e na UFMT, o evento busca provocar reflexões e compartilhar experiências sobre a investigação crítica em comunicação e a produção de conhecimento no atual cenário sociopolítico da América Latina a partir de relatos dos grupos de pesquisa que compõem a rede.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>Com o tema “comunicação cidadã e olhares territorialmente situados”, a iniciativa terá palestras e apresentações de trabalho de pesquisadores da Rede Amlat. O público em geral pode participar, de forma gratuita<br>A professora doutora Tamires Coêlho, responsável pela organização do evento, disse que ” oO evento é importante não somente por colocar Cuiabá no cenário dos eventos internacionais de Comunicação, mas por possibilitar olhares diversos sobre investigação e pesquisa na América Latina. Em Mato Grosso ainda dialogamos muito pouco com estudos bolivianos, por exemplo, e são referências que estão aqui ao lado”, afirma.<br>A edição deste ano acontece presencialmente e é coordenada pelo Grupo de Pesquisa Ciclo e pelo Observatório Pauta Gênero, ambos ligados à universidade. A programação do seminário, realizado desde a década passada por pesquisadores da Rede, terá a presença de representantes de diversos países, como Argentina, Colômbia, Chile, Bolívia e Equador, bem como de várias instituições, como a Rede Amazoom/UFRR, PUC-RS, Unemat, UFRGS e UFSM, informa a assessoria.</p>



<p>Fonte:<em> </em>Só Notícias </p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.sonoticias.com.br/educacao/ufmt-reune-pesquisadores-de-6-paises-no-seminario-de-metodologias-transformadoras/">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Quase 2% dos 100 mil pesquisadores mais influentes do mundo são brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 19:51:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil está ganhando cada vez mais destaque no meio científico. Entre os 100 mil pesquisadores mais influentes do mundo estão 1.294 brasileiros – quase 2%&#160;&#8211; que colocam o país na 25ª posição no ranking global. As informações podem ser confirmadas na publicação divulgada pelo pesquisador John Ioannidis, da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, em parceria com a Elsevier, a maior editora científica do mundo.&#160; O endocrinologista de Brasília Flavio Cadegiani é um desses nomes. Ele é médico graduado pela Universidade de Brasília (UnB) e tem os títulos de mestre e doutor (PhD) em endocrinologia clínica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).&#160;Interesse e percepção da relevância do assunto a ser pesquisado, além de dedicação em prol da vida das pessoas, levaram Cadegiani a ser um desses pesquisadores. “Eu pesquisei áreas que são de abordagens muito comuns e em determinados públicos, em determinadas comunidades. Eu pesquisei no mestrado, por exemplo, sobre fadiga e sobre a não existência de uma doença chamada fadiga crônica, que normalmente acomete pelo menos um terço dos brasileiros”. afirma.  O médico ainda acrescenta que foi adiante. “No doutorado, eu fiz uma pesquisa sobre uma doença que acomete até metade dos atletas de elite pelo excesso de treinamento, o overtraining. Hoje, minha pesquisa é usada por universidades do mundo inteiro como uma pesquisa referência”, comemora. A lista total reúne 210.198 nomes. O Brasil representa 0,61% do total. Conforme o levantamento da Universidade Stanford, o número de pesquisadores de instituições brasileiras no ranking dos cientistas com maior impacto no mundo aumentou 278% em cinco anos. Saltou de 342 em 2017 para os 1.294 em 2022. Pesquisa independente A possibilidade de construir e manter uma carreira na pesquisa pode nem sempre ser fácil. E quando ela se soma ao desejo de ser um pesquisador independente, os desafios são ainda maiores. É o que aponta&#160; Flávio Cadegiani.&#160;“Os pesquisadores independentes são uma linha crescente como resposta a uma talvez falta de liberdade de explorar novas hipóteses dentro do campo da ciência”, relata. Segundo o endocrinologista, pela história da ciência e dos seus mais diversos campos, incluindo a medicina, quando se explora uma área muito nova, é possível enfrentar, inicialmente, críticas ou resistência. “Eu não cheguei a enfrentar isso, necessariamente, talvez de forma pontual, mas quando você é um pesquisador independente, você tem um pouco mais de liberdade de explorar as hipóteses que são observadas através das observações, que é o caminho natural da ciência e do avanço”, analisa. Mas, ele ressalta que escolher ter liberdade de pesquisa não implica desobedecer as questões éticas. “Mesmo você sendo pesquisador independente, toda pesquisa que requer uma aprovação por um comitê de ética tem que passar por um comitê de ética. Normalmente, nos Estados Unidos, são comitês de ética&#160;privados e no Brasil são comitês de ética&#160;do Estado. Aí só depende da área que você vai fazer a pesquisa”, esclarece. O médico explica, ainda, que quase todos os recursos normalmente são privados. “Você consegue captar recursos públicos não sendo de universidade, mas é muito mais difícil. Então você é obrigado a dar uma entrega, uma resposta àquilo que você pesquisa, que foi o que aconteceu”, pontua. De acordo com o especialista, o Brasil tem uma qualidade de coleta de pesquisa clínica muito boa e tem sido cada vez mais confiável para esse fim. Mas, ele acredita que a politização da ciência tem atrapalhado a discussão. “A gente tem que valorizar os pesquisadores e os trabalhos científicos. Não pode existir uma politização de um lado ou do outro. Acho que a gente tem que valorizar os dados. Nós temos que ser pragmáticos na análise. Você pode não gostar desse ou daquele posicionamento, mas é preciso ver resultados”, destaca. Em outra pesquisa, o médico Flavio Cadegiani aparece em 38º no ranking nacional de melhores cientistas da área de endocrinologia e metabolismo. Os cinco países com mais cientistas influentes são Estados Unidos (69.258), China (23.484), Reino Unido (16.797), Alemanha (10.087) e Canadá (7.889). Fonte: Brasil 61 Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil está ganhando cada vez mais destaque no meio científico. Entre os 100 mil pesquisadores mais influentes do mundo estão 1.294 brasileiros – quase 2%&nbsp;&#8211; que colocam o país na 25ª posição no ranking global. As informações podem ser confirmadas na publicação divulgada pelo pesquisador John Ioannidis, da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, em parceria com a Elsevier, a maior editora científica do mundo.&nbsp;</p>



<p>O endocrinologista de Brasília Flavio Cadegiani é um desses nomes. Ele é médico graduado pela Universidade de Brasília (UnB) e tem os títulos de mestre e doutor (PhD) em endocrinologia clínica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).&nbsp;Interesse e percepção da relevância do assunto a ser pesquisado, além de dedicação em prol da vida das pessoas, levaram Cadegiani a ser um desses pesquisadores.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>“Eu pesquisei áreas que são de abordagens muito comuns e em determinados públicos, em determinadas comunidades. Eu pesquisei no mestrado, por exemplo, sobre fadiga e sobre a não existência de uma doença chamada fadiga crônica, que normalmente acomete pelo menos um terço dos brasileiros”. afirma. </p>



<p>O médico ainda acrescenta que foi adiante. “No doutorado, eu fiz uma pesquisa sobre uma doença que acomete até metade dos atletas de elite pelo excesso de treinamento, o overtraining. Hoje, minha pesquisa é usada por universidades do mundo inteiro como uma pesquisa referência”, comemora.</p>



<p>A lista total reúne 210.198 nomes. O Brasil representa 0,61% do total. Conforme o levantamento da Universidade Stanford, o número de pesquisadores de instituições brasileiras no ranking dos cientistas com maior impacto no mundo aumentou 278% em cinco anos. Saltou de 342 em 2017 para os 1.294 em 2022.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa independente</h2>



<p>A possibilidade de construir e manter uma carreira na pesquisa pode nem sempre ser fácil. E quando ela se soma ao desejo de ser um pesquisador independente, os desafios são ainda maiores. É o que aponta&nbsp; Flávio Cadegiani.&nbsp;“Os pesquisadores independentes são uma linha crescente como resposta a uma talvez falta de liberdade de explorar novas hipóteses dentro do campo da ciência”, relata.</p>



<p>Segundo o endocrinologista, pela história da ciência e dos seus mais diversos campos, incluindo a medicina, quando se explora uma área muito nova, é possível enfrentar, inicialmente, críticas ou resistência.</p>



<p>“Eu não cheguei a enfrentar isso, necessariamente, talvez de forma pontual, mas quando você é um pesquisador independente, você tem um pouco mais de liberdade de explorar as hipóteses que são observadas através das observações, que é o caminho natural da ciência e do avanço”, analisa.</p>



<p>Mas, ele ressalta que escolher ter liberdade de pesquisa não implica desobedecer as questões éticas. “Mesmo você sendo pesquisador independente, toda pesquisa que requer uma aprovação por um comitê de ética tem que passar por um comitê de ética. Normalmente, nos Estados Unidos, são comitês de ética&nbsp;privados e no Brasil são comitês de ética&nbsp;do Estado. Aí só depende da área que você vai fazer a pesquisa”, esclarece.</p>



<p>O médico explica, ainda, que quase todos os recursos normalmente são privados. “Você consegue captar recursos públicos não sendo de universidade, mas é muito mais difícil. Então você é obrigado a dar uma entrega, uma resposta àquilo que você pesquisa, que foi o que aconteceu”, pontua.</p>



<p>De acordo com o especialista, o Brasil tem uma qualidade de coleta de pesquisa clínica muito boa e tem sido cada vez mais confiável para esse fim. Mas, ele acredita que a politização da ciência tem atrapalhado a discussão.</p>



<p>“A gente tem que valorizar os pesquisadores e os trabalhos científicos. Não pode existir uma politização de um lado ou do outro. Acho que a gente tem que valorizar os dados. Nós temos que ser pragmáticos na análise. Você pode não gostar desse ou daquele posicionamento, mas é preciso ver resultados”, destaca.</p>



<p>Em outra pesquisa, o médico Flavio Cadegiani aparece em 38º no ranking nacional de melhores cientistas da área de endocrinologia e metabolismo. Os cinco países com mais cientistas influentes são Estados Unidos (69.258), China (23.484), Reino Unido (16.797), Alemanha (10.087) e Canadá (7.889).</p>



<p>Fonte:<em> </em>Brasil 61</p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://brasil61.com/n/quase-2-dos-100-mil-pesquisadores-mais-influentes-do-mundo-sao-brasileiros-bras2310043">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<item>
		<title>USP abre edital para bolsas de pós-doutorado voltadas a pesquisadores negros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 20:23:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadoras e pesquisadores negros de todo o Brasil têm até o dia 10 de maio para se inscrever no Edital Bolsas de Pós-Doutorado para Pesquisadoras e Pesquisadores Negros, que disponibilizará 50 bolsas no valor de R$ 8.479,20 mensais. O aporte tem duração de 12 meses, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período. As bolsas são oferecidas pela Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP), em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI). Para se inscrever, o candidato deve ser brasileiro, ter concluído o doutorado e possuir traços fenotípicos que o caracterizem como de cor preta ou parda. “Nosso objetivo com esse programa é contribuir para a diversificação racial do contingente de pós-doutores negros, aumentando as chances de diversificação racial e de gênero dos docentes não só na USP, mas em todas as universidades brasileiras”, explicou a pró-reitora de Inclusão e Pertencimento, Ana Lucia Duarte Lanna. Serão selecionados projetos que visem à ampliação e à ressignificação de temas, problemas e abordagens relacionados a todas as áreas do conhecimento. A seleção de bolsistas será feita mediante avaliação do Plano de Trabalho, por mérito acadêmico, pela contribuição para o desenvolvimento da pesquisa e avanço do conhecimento em sua área de incidência, e por avaliação curricular/experiência na área escolhida para desenvolvimento do projeto. O bolsista também receberá um valor adicional de 10% do valor da bolsa referente à reserva técnica, que poderá ser utilizado em pagamento de diárias e passagens aéreas, participação em eventos, publicação de artigos e compra de material de consumo para pesquisa. A inscrição pode ser feita até o dia 10 de maio, com o preenchimento do formulário on-line e envio do currículo Lattes atualizado, fotografia recente, autodeclaração racial, projeto de pesquisa e plano de trabalho. O edital completo está disponível na página da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento. Primeiro edital Esta não é a primeira iniciativa desse tipo na Universidade. Em setembro do ano passado, foi lançado um edital direcionado exclusivamente a pós-doutorandas negras, que despertou o interesse de pesquisadoras de todo o País. Ao todo, 268 projetos foram inscritos e três foram selecionados. Conheça um pouco da vida e da pesquisa das três pós-doutorandas selecionadas na primeira edição do edital Bolsas de Pós-Doutorado para Seleção de Pesquisadoras Negras. Fonte: Governo do Estado de São Paulo Saiba mais clicando aqui]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisadoras e pesquisadores negros de todo o Brasil têm até o dia 10 de maio para se inscrever no Edital Bolsas de Pós-Doutorado para Pesquisadoras e Pesquisadores Negros, que disponibilizará 50 bolsas no valor de R$ 8.479,20 mensais. O aporte tem duração de 12 meses, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período.</p>



<div style="height:8px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/"><img decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28663" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>As bolsas são oferecidas pela Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP), em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI). Para se inscrever, o candidato deve ser brasileiro, ter concluído o doutorado e possuir traços fenotípicos que o caracterizem como de cor preta ou parda.</p>



<p>“Nosso objetivo com esse programa é contribuir para a diversificação racial do contingente de pós-doutores negros, aumentando as chances de diversificação racial e de gênero dos docentes não só na USP, mas em todas as universidades brasileiras”, explicou a pró-reitora de Inclusão e Pertencimento, Ana Lucia Duarte Lanna.</p>



<p>Serão selecionados projetos que visem à ampliação e à ressignificação de temas, problemas e abordagens relacionados a todas as áreas do conhecimento. A seleção de bolsistas será feita mediante avaliação do Plano de Trabalho, por mérito acadêmico, pela contribuição para o desenvolvimento da pesquisa e avanço do conhecimento em sua área de incidência, e por avaliação curricular/experiência na área escolhida para desenvolvimento do projeto.</p>



<p>O bolsista também receberá um valor adicional de 10% do valor da bolsa referente à reserva técnica, que poderá ser utilizado em pagamento de diárias e passagens aéreas, participação em eventos, publicação de artigos e compra de material de consumo para pesquisa.</p>



<p>A inscrição pode ser feita até o dia 10 de maio, com o preenchimento do formulário on-line e envio do currículo Lattes atualizado, fotografia recente, autodeclaração racial, projeto de pesquisa e plano de trabalho. O edital completo está disponível na página da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento.</p>



<p><strong>Primeiro edital</strong></p>



<p>Esta não é a primeira iniciativa desse tipo na Universidade. Em setembro do ano passado, foi lançado um edital direcionado exclusivamente a pós-doutorandas negras, que despertou o interesse de pesquisadoras de todo o País. Ao todo, 268 projetos foram inscritos e três foram selecionados.</p>



<p>Conheça um pouco da vida e da pesquisa das três pós-doutorandas selecionadas na primeira edição do edital Bolsas de Pós-Doutorado para Seleção de Pesquisadoras Negras.</p>



<p><em>Fonte: Governo do Estado de São Paulo</em></p>



<p>Saiba mais clicando <a href="https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/usp-abre-edital-para-bolsas-de-pos-doutorado-voltadas-a-pesquisadores-negros/">aqui</a></p>
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		<item>
		<title>Pesquisadores negros podem concorrer a bolsas de pós-doutorado de R$ 8.479 mensais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 13:51:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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		<category><![CDATA[PRIP]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadoras e pesquisadores negros de todo o Brasil têm até o dia 10 de maio para se inscrever no Edital Bolsas de Pós-Doutorado para Pesquisadoras e Pesquisadores Negros, que disponibilizará 50 bolsas no valor de R$ 8.479,20 mensais, com duração de 12 meses, com possibilidade de prorrogação por igual período. As bolsas são oferecidas pela Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP), em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI). Para se inscrever, o candidato deve ser brasileiro, ter concluído o doutorado e possuir traços fenotípicos que o caracterizem como de cor preta ou parda. “Nosso objetivo com esse programa é contribuir para a diversificação racial do contingente de pós-doutores negros, aumentando as chances de diversificação racial e de gênero dos docentes não só na USP, mas em todas as universidades brasileiras”, explicou a pró-reitora de Inclusão e Pertencimento, Ana Lucia Duarte Lanna. Serão selecionados projetos que visem à ampliação e à ressignificação de temas, problemas e abordagens relacionados a todas as áreas do conhecimento.&#160;A seleção de bolsistas será feita mediante avaliação do Plano de Trabalho, por mérito acadêmico, pela contribuição para o desenvolvimento da pesquisa e avanço do conhecimento em sua área de incidência, e por avaliação curricular/experiência na área escolhida para desenvolvimento do projeto.&#160; O bolsista também receberá um valor adicional de 10% do valor da bolsa referente à reserva técnica, que poderá ser utilizado em pagamento de diárias e passagens aéreas, participação em eventos, publicação de artigos e compra de material de consumo para pesquisa. A inscrição pode ser feita até o dia&#160;10 de maio, com o preenchimento do&#160;formulário on-line&#160;e envio do currículo Lattes atualizado, fotografia recente, autodeclaração racial, projeto de pesquisa e plano de trabalho. O edital completo está disponível na&#160;página&#160;da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento. Primeiro edital Esta não é a primeira iniciativa desse tipo na Universidade. Em setembro do ano passado, foi lançado um edital direcionado exclusivamente a pós-doutorandas negras, que despertou o interesse de pesquisadoras de todo o País. Ao todo, 268 projetos foram inscritos e três foram selecionados. Conheça um pouco da vida e da pesquisa das três pós-doutorandas selecionadas na primeira edição do edital&#160;Bolsas de Pós-Doutorado para Seleção de Pesquisadoras Negras. Fonte: Jornal Usp Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>Pesquisadoras e pesquisadores negros de todo o Brasil têm até o dia 10 de maio para se inscrever no <a rel="noreferrer noopener" href="https://prip.usp.br/wp-content/uploads/sites/1128/dlm_uploads/2023/04/Edital_001-2023_Bolsas_PosDoc_2a_ed-2.pdf" target="_blank">Edital Bolsas de Pós-Doutorado para Pesquisadoras e Pesquisadores Negros</a>, que disponibilizará 50 bolsas no valor de R$ 8.479,20 mensais, com duração de 12 meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>As bolsas são oferecidas pela Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP), em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI). Para se inscrever, o candidato deve ser brasileiro, ter concluído o doutorado e possuir traços fenotípicos que o caracterizem como de cor preta ou parda.</p>



<p>“Nosso objetivo com esse programa é contribuir para a diversificação racial do contingente de pós-doutores negros, aumentando as chances de diversificação racial e de gênero dos docentes não só na USP, mas em todas as universidades brasileiras”, explicou a pró-reitora de Inclusão e Pertencimento, Ana Lucia Duarte Lanna.</p>



<p>Serão selecionados projetos que visem à ampliação e à ressignificação de temas, problemas e abordagens relacionados a todas as áreas do conhecimento.&nbsp;A seleção de bolsistas será feita mediante avaliação do Plano de Trabalho, por mérito acadêmico, pela contribuição para o desenvolvimento da pesquisa e avanço do conhecimento em sua área de incidência, e por avaliação curricular/experiência na área escolhida para desenvolvimento do projeto.&nbsp;</p>



<p>O bolsista também receberá um valor adicional de 10% do valor da bolsa referente à reserva técnica, que poderá ser utilizado em pagamento de diárias e passagens aéreas, participação em eventos, publicação de artigos e compra de material de consumo para pesquisa.</p>



<p>A inscrição pode ser feita até o dia&nbsp;10 de maio, com o preenchimento do&nbsp;<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdlubkEudGriYEjSRQhb7zShfsKiYaeisZg049QgiLG9lgsIQ/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>formulário on-line</strong></a>&nbsp;e envio do currículo Lattes atualizado, fotografia recente, autodeclaração racial, projeto de pesquisa e plano de trabalho. O edital completo está disponível na&nbsp;<a href="https://prip.usp.br/posdoc-pesquisadores-negros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página</a>&nbsp;da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento.</p>



<p><strong>Primeiro edital</strong><strong></strong></p>



<p>Esta não é a primeira iniciativa desse tipo na Universidade. Em setembro do ano passado, foi lançado um edital direcionado exclusivamente a pós-doutorandas negras, que despertou o interesse de pesquisadoras de todo o País. Ao todo, 268 projetos foram inscritos e três foram selecionados.</p>



<p>Conheça um pouco da vida e da pesquisa das três pós-doutorandas selecionadas na primeira edição do edital&nbsp;Bolsas de Pós-Doutorado para Seleção de Pesquisadoras Negras.</p>



<p><em>Fonte: </em>Jornal Usp</p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://jornal.usp.br/institucional/pesquisadores-negros-podem-concorrer-a-bolsas-de-pos-doutorado-de-r-8-479-mensais/">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Rede acadêmica de colaboração traz universidades para a DAE Jundiaí</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/rede-academica-de-colaboracao-traz-universidades-para-a-dae-jundiai/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rede-academica-de-colaboracao-traz-universidades-para-a-dae-jundiai</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 13:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[A DAE Jundiaí recebeu uma comitiva da University Global Partnership Network (UGPN), rede acadêmica de colaboração formada pela Universidade de São Paulo (USP), a North Carolina State University, nos Estados Unidos, a University of Surrey, no Reino Unido, e a University of Wollongong, na Austrália. O grupo foi recebido pelas equipes das diretorias Operacional e de Mananciais. Eles conheceram de perto o funcionamento do Laboratório de Controle de Qualidade, na sede, a Estação de Tratamento de Esgoto. A iniciativa integra o projeto “Moving the needle in WaSH R&#38;D and impact: Global sharing of challenges and solutions” – em tradução, “Contribuindo para mudanças significativas em P&#38;D e impacto no saneamento e higiene: compartilhamento global de desafios e soluções”. No Brasil, o grupo visitou também o trabalho da Sabesp e vai conhecer a estrutura da Sanasa e da USP São Carlos. Fonte: Prefeitura de Jundiai Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>A DAE Jundiaí recebeu uma comitiva da University Global Partnership Network (UGPN), rede acadêmica de colaboração formada pela Universidade de São Paulo (USP), a North Carolina State University, nos Estados Unidos, a University of Surrey, no Reino Unido, e a University of Wollongong, na Austrália.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>O grupo foi recebido pelas equipes das diretorias Operacional e de Mananciais. Eles conheceram de perto o funcionamento do Laboratório de Controle de Qualidade, na sede, a Estação de Tratamento de Esgoto.</p>



<p>A iniciativa integra o projeto “Moving the needle in WaSH R&amp;D and impact: Global sharing of challenges and solutions” – em tradução, “Contribuindo para mudanças significativas em P&amp;D e impacto no saneamento e higiene: compartilhamento global de desafios e soluções”. No Brasil, o grupo visitou também o trabalho da Sabesp e vai conhecer a estrutura da Sanasa e da USP São Carlos.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: </em>Prefeitura de Jundiai</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://jundiai.sp.gov.br/noticias/2023/02/09/rede-academica-de-colaboracao-traz-universidades-para-a-dae-jundiai/">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>LPT realiza segunda edição do workshop de Escrita Acadêmica</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/lpt-realiza-segunda-edicao-do-workshop-de-escrita-academica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lpt-realiza-segunda-edicao-do-workshop-de-escrita-academica</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 12:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Estão abertas até 10 de abril as inscrições para a segunda edição do Workshop de Escrita Acadêmica, uma iniciativa do projeto de extensão LPT Acadêmico do Laboratório de Leitura e Produção Textual (LPT/CNPq) do Colégio Técnico de Floriano (CTF/UFPI). O evento será realizado de 13 a 15 de abril, no canal da TV Radiotec no YouTube e plataforma Google Meet. A programação (já disponível) compreende quatro palestras, uma mesa-redonda e quatro oficinas. O Workshop, com vagas limitadas, é destinado para alunos(as) de ensino básico, técnico e tecnológico das modalidades presencial e a distância, de graduação, de pós-graduação, técnicos, professores(as), pesquisadores(as) de todas as áreas de conhecimento da esfera acadêmica. Mais informações no site do evento ou Instagram do projeto LPT Acadêmico. Fonte: UFPI Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>Estão abertas até 10 de abril as inscrições para a segunda edição do Workshop de Escrita Acadêmica, uma iniciativa do projeto de extensão LPT Acadêmico do Laboratório de Leitura e Produção Textual (LPT/CNPq) do Colégio Técnico de Floriano (CTF/UFPI). O evento será realizado de 13 a 15 de abril, no canal da TV Radiotec no YouTube e plataforma Google Meet. A programação (já disponível) compreende quatro palestras, uma mesa-redonda e quatro oficinas.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>O Workshop, com vagas limitadas, é destinado para alunos(as) de ensino básico, técnico e tecnológico das modalidades presencial e a distância, de graduação, de pós-graduação, técnicos, professores(as), pesquisadores(as) de todas as áreas de conhecimento da esfera acadêmica.</p>



<p>Mais informações no <a href="https://lptacademico.me/escrita/">site</a> do evento ou <a href="https://instagram.com/lptacademico">Instagram</a> do projeto LPT Acadêmico.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: </em>UFPI</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.ufpi.br/ultimas-noticias-ufpi/49752-lpt-realiza-segunda-edicao-do-workshop-de-escrita-academica">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Projeto de assessoria estatística da UEL auxilia produção científica de pesquisadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 15:04:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
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		<category><![CDATA[UEL]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção científica na universidade depende, em grande parte dos casos, da análise de dados estatísticos. A profusão de dados disponíveis com a informatização, seja para pesquisadores de Humanas, Biológicas ou Exatas, exige dos pesquisadores que apresentem cada vez mais dados para validar suas hipóteses. Nesse contexto, o projeto de extensão Assessoria Estatística, coordenado pela professora Mariana Urbano, do Departamento de Estatística/Centro de Ciências Exatas (CCE) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), auxilia pesquisadores e outras instituições na produção de trabalhos acadêmicos. Ele está ativo há 30 anos na universidade e conta com professores do Departamento de Estatística e, também, com estudantes de graduação, de cursos como Arquitetura e Urbanismo/CTU e Ciências Econômicas. O projeto atua em todas as etapas, do dimensionamento das amostras e validação dos instrumentos de coleta de dados à análise de resultados. São atendidos pesquisadores de todas as áreas. De acordo com Mariana Urbano, a Assessoria Estatística é fundamental para aperfeiçoar os trabalhos científicos, visto que é “muito comum” encontrar erros em trabalhos acadêmicos. “Muitos artigos científicos, monografias, dissertações e teses que nos chegam precisam de assessoramento. Às vezes, os trabalhos voltam quando submetidos a revistas acadêmicas somente por causa disso”, explicou. Desde 2019, quando foi renovado, o projeto já auxiliou mais de 100 trabalhos acadêmicos. No entanto, ainda que bastante relevante para a formação profissional e acadêmica, o grupo precisa de mais estudantes envolvidos. “Não termos um curso específico de Estatística e os estudantes envolvidos acabam vindo de áreas diversas, como Engenharia, Arquitetura e Economia”, salientou Mariana. A importância da assessoria não fica só restrita aos muros da universidade. Assim como nas especializações em Estatística – o Departamento oferece duas especializações, em Estatística com Ênfase em Educação e em Pesquisa Quantitativa –, há muitos interessados que vêm tanto de outras áreas como de fora da academia. “Temos nutricionistas, por exemplo, que se interessam por estudar estatística para evoluir profissionalmente”, exemplificou Mariana. Interessados em participar do projeto de extensão podem entrar em contato pelo e-mail do Departamento de Estatística, dsta@uel.br, ou pelo e-mail da professora Mariana, mrurbano@uel.br. As demandas para o projeto também podem ser enviadas nesses endereços. Fonte: Governo do Estado do Paraná Gostou? Clique aqui para saber mais. Livros com 20%OFF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="28668" class="elementor elementor-28668" data-elementor-post-type="post">
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<p class="has-drop-cap">A produção científica na universidade depende, em grande parte dos casos, da análise de dados estatísticos. A profusão de dados disponíveis com a informatização, seja para pesquisadores de Humanas, Biológicas ou Exatas, exige dos pesquisadores que apresentem cada vez mais dados para validar suas hipóteses. Nesse contexto, o projeto de extensão Assessoria Estatística, coordenado pela professora Mariana Urbano, do Departamento de Estatística/Centro de Ciências Exatas (CCE) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), auxilia pesquisadores e outras instituições na produção de trabalhos acadêmicos.</p>



<p>Ele está ativo há 30 anos na universidade e conta com professores do Departamento de Estatística e, também, com estudantes de graduação, de cursos como Arquitetura e Urbanismo/CTU e Ciências Econômicas. O projeto atua em todas as etapas, do dimensionamento das amostras e validação dos instrumentos de coleta de dados à análise de resultados. São atendidos pesquisadores de todas as áreas.</p>



<p>De acordo com Mariana Urbano, a Assessoria Estatística é fundamental para aperfeiçoar os trabalhos científicos, visto que é “muito comum” encontrar erros em trabalhos acadêmicos. “Muitos artigos científicos, monografias, dissertações e teses que nos chegam precisam de assessoramento. Às vezes, os trabalhos voltam quando submetidos a revistas acadêmicas somente por causa disso”, explicou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>Desde 2019, quando foi renovado, o projeto já auxiliou mais de 100 trabalhos acadêmicos. No entanto, ainda que bastante relevante para a formação profissional e acadêmica, o grupo precisa de mais estudantes envolvidos. “Não termos um curso específico de Estatística e os estudantes envolvidos acabam vindo de áreas diversas, como Engenharia, Arquitetura e Economia”, salientou Mariana.</p>



<p>A importância da assessoria não fica só restrita aos muros da universidade. Assim como nas especializações em Estatística – o Departamento oferece duas especializações, em Estatística com Ênfase em Educação e em Pesquisa Quantitativa –, há muitos interessados que vêm tanto de outras áreas como de fora da academia. “Temos nutricionistas, por exemplo, que se interessam por estudar estatística para evoluir profissionalmente”, exemplificou Mariana.</p>



<p>Interessados em participar do projeto de extensão podem entrar em contato pelo e-mail do Departamento de Estatística, dsta@uel.br, ou pelo e-mail da professora Mariana, mrurbano@uel.br. As demandas para o projeto também podem ser enviadas nesses endereços.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: Governo do Estado do Paraná</em></p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Gostou? Clique <a href="https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/Projeto-de-assessoria-estatistica-da-UEL-auxilia-producao-cientifica-de-pesquisadores" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para saber mais.</p>
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		<title>Editais incentivam pesquisadores em cursos e eventos acadêmicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 20:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lançou, nesta quinta-feira (24), dois dos editais mais aguardados pelos pesquisadores. Entre os incentivos dos editais estão as participações em eventos, cursos de rápida duração e as promoções de eventos acadêmicos. As iniciativas representam um investimento total de 3 milhões de reais e buscam estimular a troca de conhecimento entre o público das áreas de ciência, tecnologia e inovação. “Estamos retomando os editais de participação e promoção de eventos, que foram prejudicados nos últimos dois anos em razão da pandemia, observadas as regras de saúde vigentes. Entendemos que a troca de informação é fundamental para o desenvolvimento dos pesquisadores e nesse sentido, assumimos o compromisso de incentivar essas práticas no Distrito Federal”, ressaltou o vice-presidente da FAPDF, Paulo Nicholas. Os editais vinculados às temáticas foram renomeados esse ano e passaram a chamar FAParticipa DF e FAPDF Movimenta. O FAParticipa DF é o 7º edital publicado pela fundação esse ano e abre espaço para inscrição individual de pesquisadores doutores, mestres, estudantes de graduação, mestrado e doutorado. O edital contempla a participação em eventos e em cursos de rápida duração de abrangência nacional e internacional. As quotas de apoio estão entre 8,5 a 16 mil reais, a depender da localidade do evento ou curso, que deve ser presencial. As quotas para eventos e cursos on-line estão 1 a 5 mil reais, que no caso contempla os custos com inscrições. O FAPDF Movimenta, por sua vez, disponibiliza recursos por meio de instituições de ensino e pesquisa. É destinado aos profissionais e pesquisadores da área de ciência, tecnologia e inovação oriundos de instituições de ensino e pesquisa. A proposta do edital é apoiar a realização de eventos no contexto acadêmico com quotas que vão de 18 a 80 mil reais para as modalidades presenciais. Se o evento for on-line o valor máximo é de 15 mil reais. Os recursos podem ser utilizados para compra de passagem aérea, serviços de mídia impressa, locação de equipamento audiovisual entre outros itens listados na chamada pública. Os editais são destinados ao público do Distrito Federal e contempla os residentes das cidades que fazem parte da Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (RIDE). As devem ser submetidas para avaliação por meio do Sistema SIGFAP, a partir do próximo dia 07 de março. Fonte: Jornal de Brasília Achou interessante? Clique aqui para saber mais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lançou, nesta quinta-feira (24), dois dos editais mais aguardados pelos pesquisadores. Entre os incentivos dos editais estão as participações em eventos, cursos de rápida duração e as promoções de eventos acadêmicos. As iniciativas representam um investimento total de 3 milhões de reais e buscam estimular a troca de conhecimento entre o público das áreas de ciência, tecnologia e inovação.</p>



<p>“Estamos retomando os editais de participação e promoção de eventos, que foram prejudicados nos últimos dois anos em razão da pandemia, observadas as regras de saúde vigentes. Entendemos que a troca de informação é fundamental para o desenvolvimento dos pesquisadores e nesse sentido, assumimos o compromisso de incentivar essas práticas no Distrito Federal”, ressaltou o vice-presidente da FAPDF, Paulo Nicholas.</p>



<p>Os editais vinculados às temáticas foram renomeados esse ano e passaram a chamar FAParticipa DF e FAPDF Movimenta. O FAParticipa DF é o 7º edital publicado pela fundação esse ano e abre espaço para inscrição individual de pesquisadores doutores, mestres, estudantes de graduação, mestrado e doutorado. O edital contempla a participação em eventos e em cursos de rápida duração de abrangência nacional e internacional. As quotas de apoio estão entre 8,5 a 16 mil reais, a depender da localidade do evento ou curso, que deve ser presencial. As quotas para eventos e cursos on-line estão 1 a 5 mil reais, que no caso contempla os custos com inscrições.</p>



<p>O FAPDF Movimenta, por sua vez, disponibiliza recursos por meio de instituições de ensino e pesquisa. É destinado aos profissionais e pesquisadores da área de ciência, tecnologia e inovação oriundos de instituições de ensino e pesquisa. A proposta do edital é apoiar a realização de eventos no contexto acadêmico com quotas que vão de 18 a 80 mil reais para as modalidades presenciais. Se o evento for on-line o valor máximo é de 15 mil reais. Os recursos podem ser utilizados para compra de passagem aérea, serviços de mídia impressa, locação de equipamento audiovisual entre outros itens listados na chamada pública.</p>



<p>Os editais são destinados ao público do Distrito Federal e contempla os residentes das cidades que fazem parte da Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (RIDE). As devem ser submetidas para avaliação por meio do Sistema SIGFAP, a partir do próximo dia 07 de março.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: Jornal de Brasília</em></p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Clique <a href="https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/concursos-e-carreiras/editais-incentivam-pesquisadores-em-cursos-e-eventos-academicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para saber mais.</p>
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