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	<title>paco livros &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>paco livros &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Prejuízos do Trabalho Infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O trabalho infantil é uma realidade em muitos países, inclusive no Brasil, o qual insiste em explorar as crianças e tirar delas a infância. No país, de acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE, somente em 2019, 1,8 milhão de crianças estavam em situação de trabalho infantil. Nesse contexto, cabe dizer, o trabalho infantil não apenas coloca à criança em risco, em condições de vulnerabilidade e situações de perigo, mas também traz sérias consequências para seu futuro, bem como para os pais. Você gostaria de entender melhor esse assunto? Então, não deixe de continuar a leitura. O que é trabalho infantil? De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), nem todo trabalho deve ser classificado como sendo trabalho infantil. Nesse sentido, o órgão destaca que o trabalho infantil é definido como o trabalho que priva as crianças de sua infância, bem como do seu potencial e dignidade, e não conduz ao seu desenvolvimento físico e mental. A OIT traz alguns exemplos que caracterizam o trabalho infantil. São eles: O trabalho representa um perigo e dano às crianças, principalmente no que diz respeito à saúde mental e física, bem como social; O trabalho infantil interfere na sua escolaridade, portanto, na sua formação educacional; É também um trabalho que priva a criança dá oportunidade de ir à escola; Força as crianças a abandonarem a escola prematuramente, ou seja, ainda quando criança; Por fim, o trabalho requer a combinação do tempo escolar com um trabalho longo, árduo e pesado. Consequências do trabalho infantil para o futuro das crianças e pais Os impactos do trabalho infantil na vida de crianças e adolescentes são diversos. Conheça os principais a seguir: O trabalho infantil reproduz o ciclo da pobreza familiar Como se pode observar, o trabalho infantil faz com que a criança deixe de estudar para se submeter a um trabalho exaustivo e longo. Com isso, ela pode deixar de aproveitar oportunidades excelentes em sua vida e reproduzir o ciclo da pobreza familiar. A educação é uma forma de obter conhecimento e de se preparar para o mundo, aqui incluso o mercado de trabalho formal e outras oportunidades. Tira da criança a oportunidade de estudar Muitas vezes, o trabalho infantil tira da criança a oportunidade de investir em seu futuro, estudando e obtendo conhecimentos acerca dos assuntos que estão relacionados com a história do mundo, nas suas mais diversas perspectivas. E hoje, como sabemos, o mercado formal valoriza quem tem ensino básico e outras capacitações ligadas à educação. Pode influenciar o aumento da criminalidade O trabalho infantil esgota, muitas vezes, a criança, fazendo com que ela não estude e, com isso, não aproveite as oportunidades do mercado de trabalho. Ao não encontrar oportunidades no mercado de trabalho, por conta de sua educação precária, muitas das crianças acabam se envolvendo no mundo do crime. Assim, o ideal é garantir que a criança aproveite sua infância e estude, para que assim se prepare para o mundo da melhor forma possível, com conhecimento e sabedoria. O que achou deste conteúdo? Esperamos que tenha gostado. Para ler outros como este, você pode acompanhar as publicações em nosso site.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">O trabalho infantil é uma realidade em muitos países, inclusive no Brasil, o qual insiste em explorar as crianças e tirar delas a infância. No país, de acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE, somente em 2019, 1,8 milhão de crianças estavam em situação de trabalho infantil.</p>



<p>Nesse contexto, cabe dizer, o trabalho infantil não apenas coloca à criança em risco, em condições de vulnerabilidade e situações de perigo, mas também traz sérias consequências para seu futuro, bem como para os pais.</p>



<p>Você gostaria de entender melhor esse assunto? Então, não deixe de continuar a leitura.</p>



<p><strong>O que é trabalho infantil?</strong></p>



<p>De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), nem todo trabalho deve ser classificado como sendo trabalho infantil. Nesse sentido, o órgão destaca que o trabalho infantil é definido como o trabalho que priva as crianças de sua infância, bem como do seu potencial e dignidade, e não conduz ao seu desenvolvimento físico e mental.</p>



<p>A OIT traz alguns exemplos que caracterizam o trabalho infantil. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list"><li> O trabalho representa um perigo e dano às crianças, principalmente no que diz respeito à saúde mental e física, bem como social;</li><li> O trabalho infantil interfere na sua escolaridade, portanto, na sua formação educacional;</li><li> É também um trabalho que priva a criança dá oportunidade de ir à escola;</li><li>Força as crianças a abandonarem a escola prematuramente, ou seja, ainda quando criança;</li><li> Por fim, o trabalho requer a combinação do tempo escolar com um trabalho longo, árduo e pesado.</li></ul>



<p><strong>Consequências do trabalho infantil para o futuro das crianças e pais</strong></p>



<p>Os impactos do trabalho infantil na vida de crianças e adolescentes são diversos. Conheça os principais a seguir:</p>



<p><strong>O trabalho infantil reproduz o ciclo da pobreza familiar</strong></p>



<p>Como se pode observar, o trabalho infantil faz com que a criança deixe de estudar para se submeter a um trabalho exaustivo e longo. Com isso, ela pode deixar de aproveitar oportunidades excelentes em sua vida e reproduzir o ciclo da pobreza familiar.</p>



<p>A educação é uma forma de obter conhecimento e de se preparar para o mundo, aqui incluso o mercado de trabalho formal e outras oportunidades.</p>



<p><strong>Tira da criança a oportunidade de estudar</strong></p>



<p>Muitas vezes, o trabalho infantil tira da criança a oportunidade de investir em seu futuro, estudando e obtendo conhecimentos acerca dos assuntos que estão relacionados com a história do mundo, nas suas mais diversas perspectivas.</p>



<p>E hoje, como sabemos, o mercado formal valoriza quem tem ensino básico e outras capacitações ligadas à educação.</p>



<p><strong>Pode influenciar o aumento da criminalidade</strong></p>



<p>O trabalho infantil esgota, muitas vezes, a criança, fazendo com que ela não estude e, com isso, não aproveite as oportunidades do mercado de trabalho. Ao não encontrar oportunidades no mercado de trabalho, por conta de sua educação precária, muitas das crianças acabam se envolvendo no mundo do crime.</p>



<p>Assim, o ideal é garantir que a criança aproveite sua infância e estude, para que assim se prepare para o mundo da melhor forma possível, com conhecimento e sabedoria.</p>



<p>O que achou deste conteúdo? Esperamos que tenha gostado. Para ler outros como este, você pode acompanhar as publicações em nosso site.</p>
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		<title>Sobre o livro: &#8220;Guia prático para defesa em processo disciplinar&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 15:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[guia prático]]></category>
		<category><![CDATA[livros academicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabia que quando processado administrativamente você mesmo pode apresentar sua defesa? Confira o vídeo do autor Oswaldo da Silva Vieira sobre o livro &#8220;Guia prático para defesa em processo disciplinar&#8221;, publicado pela Paco Editorial. Sobre o livro A referida obra Guia Prático para Defesa em Processo Disciplinar oferece a seus leitores técnicas para atuação de defesa em processos administrativos disciplinares. Trata-se de um importante meio de consulta e aprendizado, sobretudo para advogados e operadores de direito, especialistas nessa área. Sobre o autor do livro Oswaldo da Silva Vieira é Tenente Coronel da Reserva da Polícia Militar de Minas Gerais, onde atuou durante 23 anos como sindicante, membro de comissões processantes, e analista de processos administrativos. Gostou do livro? Adquira já o seu exemplar em nossa Loja Virtual ou pela Amazon!]]></description>
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<p>Você sabia que quando processado administrativamente você mesmo pode apresentar sua defesa? Confira o vídeo do autor Oswaldo da Silva Vieira sobre o livro &#8220;Guia prático para defesa em processo disciplinar&#8221;, publicado pela Paco Editorial.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Livro &quot;Guia prático para defesa em processo disciplinar&quot; de Oswaldo da Silva Vieira" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/Nev9d1_b-Tc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:38% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2955-Capa-3D_1-779x1024.png" alt="" class="wp-image-18076 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2955-Capa-3D_1-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2955-Capa-3D_1-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2955-Capa-3D_1-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2955-Capa-3D_1.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>A referida obra Guia Prático para Defesa em Processo Disciplinar oferece a seus leitores técnicas para atuação de defesa em processos administrativos disciplinares. </p>



<p>Trata-se de um importante meio de consulta e aprendizado, sobretudo para advogados e operadores de direito, especialistas nessa área.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o autor do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 24%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="896" height="634" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-25-as-11.56.38.png" alt="" class="wp-image-18077 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-25-as-11.56.38.png 896w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-25-as-11.56.38-300x212.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-25-as-11.56.38-768x543.png 768w" sizes="(max-width: 896px) 100vw, 896px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Oswaldo da Silva Vieira é Tenente Coronel da Reserva da Polícia Militar de Minas Gerais, onde atuou durante 23 anos como sindicante, membro de comissões processantes, e analista de processos administrativos.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p>Adquira já o seu exemplar em nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/guia-pratico-para-defesa-em-processo-disciplinar" data-type="URL" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a> ou pela <a href="https://www.amazon.com.br/dp/6558403439?ref=myi_title_dp" data-type="URL" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a>!</p>
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		<item>
		<title>Sobre o exercício de desnaturalizarmos o machismo estrutural: na sociedade e em nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 15:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[desnaturalização]]></category>
		<category><![CDATA[machismo estrutural]]></category>
		<category><![CDATA[paco ediorial]]></category>
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		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[O tema que nos traz aqui tem a ver com a nossa vida concreta e cotitiana. Você e eu estamos completamente imersos nele. Eu venho falar sobre o machismo. Hoje em dia é tema de debates, desde de o Supremo Tribunal de Justiça, passando pelo Planalto, até chegar nas cozinhas das casas ou nos botecos da cidade. O machismo é um tema que constitui a sociedade brasileira e a atravessa de ponta a ponta. Praticamente, não há tema que não seja, de uma maneira ou de outra, tocado pelo machismo estrutural.&#160; Mas, será, então que todos nós somos machistas? E, indo mais fundo, afinal, o que é ser machista? Cada um tem sua própria resposta, não é mesmo? Muitos dirão que não existe esse negócio de ‘ser machista’ e que tudo isso é mimimi. Diremos a esses: não é bem assim, não!!! O Brasil é um país profundamente machista em sua constituição. Outros dirão, que o machismo é a forma rude e, até mesmo, violenta, com que alguns (muitos!!!) homens tratam as mulheres. Esses estão corretos. Isso é ser machista e isso é machismo, mas o machismo não é ‘só isso’: ele é bem mais que isso! Afinal, o que é ser machista e o que é o machismo? Ser machista é entender que o que é ‘masculino’ é superior ao que é ‘feminino’. Essa é a explicação, mais genérica que eu posso formular. Vejam só, uma supresa! Certo? A associação entre o machismo e a opressão da mulher é evidente e está correta, como disse: sim, é machismo! Quero mostrar que essa opressão é fruto do machismo, mas ela não é todo o machismo. O espectro do machismo é bem mais amplo. Desde já afirmo que, com isso, não estou diminuindo de forma alguma a opressão e a violência dos homens contra as mulheres. Essa violência precisa ser superada e quem ganha com isso é a humanidade.&#160; O machismo estrutural é a construção, a organização, a disposição e a ordem dos elementos que compõem o corpo social, dando sustentação à dominação patriarcal. Essa estrutura enaltece os valores constituídos como ‘MASCULINOS’&#160;em direto e (des)proporcional detrimento da condição autônoma dos valores constituídos como ‘femininos’ em todas as suas manifestações – e, como dissemos – em especial na mulher e nas sexualidades que não são heteronormativas. O machismo, lido como sistema de opressão do feminino, mesmo fazendo todo esse trabalho para enaltecer os valores ‘MASCULINOS’&#160;e os sujeitos que convencionamos chamar de ‘homens’, é produtor de mazelas e pressões para esses ‘homens’. E por quê? “Pensei que o machismo só agredisse a mulher?” pode alguém perguntar.&#160;&#160;O machismo é maléfico para o homem porque gira em torno de uma brutal exigência de sua masculinidade, estimula e exige comportamentos que, muitas vezes, lhes causam profundos danos psíquicos e físicos. Aqui precisamos novamente afirmar, esses danos são causados de formas e proporções diferentes dos danos produzidos às ‘mulheres’. E indo além, o machismo estrutural coloca todos os gêneros que escapem a qualquer classificação binária e dicotômica (ou seja as que entendem que só existe MASCULINO = HOMEM e feminino = mulher) como aberrações e os relega à invisibilidade. É daí que é importante chamarmos atenção e pedir respeito e união à legítima luta LGBTQIA+ por visibilidade, pois ser visível significa existir – só não sabe disso que já é visível – como os homens e as mulheres cis-heterormativas). Estas inclassificáveis classificações de gêneros do ponto de vista do machismo podem ser referidas como ‘ambíguas’, pois podem ‘admitir mais de uma leitura’. Ora, justamente, por isso, não são compreensíveis para à (muito menos respeitadas pela) leitura binária e dicotômica do machismo. O machismo é profundamente intolerante com a ambiguidade. Nos parece importante apontar outras observações sobre o machismo para que possamos compor uma ideia suficientemente forte de machismo estrutural para que possamos, a partir daí, investiga-lo, compreendê-lo e combate-lo. Assim, podemos dizer que o&#160;machismo&#160;é uma forma de preconceito: pois é uma&#160;opinião ou sentimento concebido sem exame crítico (justamente o exame que pretendemos convidar os leitores e as leitoras a realizarem). O machismo é um preconceito porque é um conjunto de ideias, opiniões ou sentimentos que são desfavoráveis ao ‘feminino’, esse conjunto é formado sem conhecimento abalizado, sem ponderação ou mesmo sem razão (moralismo). Assim, é, igualmente, um sentimento hostil, assumido em consequência da generalização apressada de uma regra naturalizada (a superioridade do ‘MASCULINO’&#160;sobre o ‘feminino’); e é uma intolerância, pois não permite que nada fora disso floresça.&#160; O machismo se manifesta em&#160;opiniões (ideias), atitudes (ações), sentimentos. Desde pequenos somos ensinados, pela família, a sermos homens ou mulheres e, com isso, uma série de regras de comportamento para cada gênero. Isso produz subjetividade, produz nossas ideias, as formas pelas quais sentimos e agimos no mundo. Como desdobramento do preconceito, o machismo é uma forma de&#160;discriminação, pois se materializa num&#160;tratamento diferenciado (no caso, pior) dado ao ‘feminino’ em relação ao ‘MASCULINO’. Esse movimento discriminatório é claramente visto no mercado de trabalho – assim como em outras instâncias do social (especialmente àquelas ligadas ao poder).&#160; Ser machista é exercer a&#160;violência&#160;simbólica, psicológica, física, moral, material, sistêmica, pois toda forma de constrangimento exercido sobre o ‘feminino’ é de ordem machista. Essa violência é sempre realizada no sentido de obrigar o ‘feminino’ a submeter-se à vontade do ‘MASCULINO’. A violência final contra o ‘feminino’ é o feminicídio: o assassinato de uma mulher que tem sua causa, justamente, ela ser mulher. Mas, é a violência contra o feminino no corpo do homem, reprimindo qualquer manifestação de afeto ou sensibilidade nestes corpos. O machismo é uma forma de&#160;opressão, de&#160;sujeição imposta pela força, pelo uso da autoridade ou, digamos de maneira mais correta, do autoritarismo. É uma tirania, a qual coloca o ‘feminino’ sob jugo do ‘MASCULINO’. Ele mostra sua face no constrangimento e na pressão moral (por exemplo a constante coação da mulher a ser recatada, pudica, casta) à qual submete tudo o que é ‘feminino’, notadamente a mulher, as populações LGBTQIA+ e todos os homens que se recusam a serem Homens (com H maiúsculo, como se diz por aí), provocando humilhação e embaraço. A opressão do machismo produz, sem dúvidas, diminuição acentuada do vigor e da energia dos indivíduos na sociedade. Consideramos, por fim, o machismo como um&#160;exercício de poder, forma de controle e dominação, pois no machismo a construção dos corpos obedece à construção do corpo ‘masculinizado’ (no sentido de construído como masculino) como referência (para quem tem pênis) e do ‘feminilizado’ (no sentido de construído como feminino) como desdobramento, ausência, inversão do masculino (para que não tem pênis) – disto, tira-se conclusões morais da condição do ‘feminino’ como ausência e naturalmente inferior por natureza ao ‘MASCULINO’.&#160;Desse pressuposto, se desdobram as regras morais e, nelas, a exigência do comportamento (casto, pudico, recatado) das mulheres.&#160; O livro “Desnaturalização do machismo estrutural na sociedade brasileira” (Helio Hintze, organizador) oferece ferramentas que possibilitam a desnaturalização essa estrutura dominação, apresentando alguns mecanismos de seu exercício de poder, investigando os discursos que o fundam e que o perpetuam.&#160; Sobre o livro Esta obra é fruto de um trabalho coletivo de pesquisadoras e pesquisadores unidos por um desafio central: contribuir para a desnaturalização do machismo estrutural de nossa sociedade. As reflexões caminham para superar o machismo estrutural de nossa sociedade ao mesmo tempo em que combatemos o machismo dentro de cada um de nós. Esperamos que essa contribuição possa abrir as portas da crítica e recolocar aquilo que fora naturalizado ao longo do tempo nos trilhos da história, visando sua transformação e a produção de formas de convivência mais saudáveis, de sociedades e seres humanos mais emancipados, menos preconceituosos e mais abertos à compreensão da beleza que advém da singularidade e da pluralidade humanas. Sobre o autor e organizador do livro Hélio Hintze é educador, filósofo e pesquisador transdisciplinar. Coordenador do Observatório do Machismo. Educador e palestrante nos Projetos Fazer Pensar – Ética &#38; Educação e Sabores &#38; Saberes. Gostou do livro? Adquira já o seu exemplar em nossa Loja Virtual ou pela Amazon!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">O tema que nos traz aqui tem a ver com a nossa vida concreta e cotitiana. Você e eu estamos completamente imersos nele. Eu venho falar sobre o machismo. Hoje em dia é tema de debates, desde de o Supremo Tribunal de Justiça, passando pelo Planalto, até chegar nas cozinhas das casas ou nos botecos da cidade. O machismo é um tema que constitui a sociedade brasileira e a atravessa de ponta a ponta. Praticamente, não há tema que não seja, de uma maneira ou de outra, tocado pelo machismo estrutural.&nbsp;</p>



<p>Mas, será, então que todos nós somos machistas? E, indo mais fundo, afinal, o que é ser machista? Cada um tem sua própria resposta, não é mesmo?</p>



<p>Muitos dirão que não existe esse negócio de ‘ser machista’ e que tudo isso é mimimi. Diremos a esses: não é bem assim, não!!! O Brasil é um país profundamente machista em sua constituição.</p>



<p>Outros dirão, que o machismo é a forma rude e, até mesmo, violenta, com que alguns (muitos!!!) homens tratam as mulheres. Esses estão corretos. Isso é ser machista e isso é machismo, mas o machismo não é ‘só isso’: ele é bem mais que isso!</p>



<p>Afinal, o que é ser machista e o que é o machismo?</p>



<p>Ser machista é entender que o que é ‘masculino’ é superior ao que é ‘feminino’. Essa é a explicação, mais genérica que eu posso formular. Vejam só, uma supresa! Certo? A associação entre o machismo e a opressão da mulher é evidente e está correta, como disse: sim, é machismo!</p>



<p>Quero mostrar que essa opressão é fruto do machismo, mas ela não é todo o machismo. O espectro do machismo é bem mais amplo. Desde já afirmo que, com isso, não estou diminuindo de forma alguma a opressão e a violência dos homens contra as mulheres. Essa violência precisa ser superada e quem ganha com isso é a humanidade.&nbsp;</p>



<p>O machismo estrutural é a construção, a organização, a disposição e a ordem dos elementos que compõem o corpo social, dando sustentação à dominação patriarcal. Essa estrutura enaltece os valores constituídos como ‘MASCULINOS’&nbsp;em direto e (des)proporcional detrimento da condição autônoma dos valores constituídos como ‘femininos’ em todas as suas manifestações – e, como dissemos – em especial na mulher e nas sexualidades que não são heteronormativas. O machismo, lido como sistema de opressão do feminino, mesmo fazendo todo esse trabalho para enaltecer os valores ‘MASCULINOS’&nbsp;e os sujeitos que convencionamos chamar de ‘homens’, é produtor de mazelas e pressões para esses ‘homens’. E por quê? “Pensei que o machismo só agredisse a mulher?” pode alguém perguntar.&nbsp;&nbsp;O machismo é maléfico para o homem porque gira em torno de uma brutal exigência de sua masculinidade, estimula e exige comportamentos que, muitas vezes, lhes causam profundos danos psíquicos e físicos. Aqui precisamos novamente afirmar, esses danos são causados de formas e proporções diferentes dos danos produzidos às ‘mulheres’. E indo além, o machismo estrutural coloca todos os gêneros que escapem a qualquer classificação binária e dicotômica (ou seja as que entendem que só existe MASCULINO = HOMEM e feminino = mulher) como aberrações e os relega à invisibilidade. É daí que é importante chamarmos atenção e pedir respeito e união à legítima luta LGBTQIA+ por visibilidade, pois ser visível significa existir – só não sabe disso que já é visível – como os homens e as mulheres cis-heterormativas). Estas inclassificáveis classificações de gêneros do ponto de vista do machismo podem ser referidas como ‘ambíguas’, pois podem ‘admitir mais de uma leitura’. Ora, justamente, por isso, não são compreensíveis para à (muito menos respeitadas pela) leitura binária e dicotômica do machismo. O machismo é profundamente intolerante com a ambiguidade.</p>



<p>Nos parece importante apontar outras observações sobre o machismo para que possamos compor uma ideia suficientemente forte de machismo estrutural para que possamos, a partir daí, investiga-lo, compreendê-lo e combate-lo.</p>



<p>Assim, podemos dizer que o&nbsp;<strong>machismo&nbsp;</strong>é uma forma de p<strong>reconceito</strong>: pois é uma&nbsp;opinião ou sentimento concebido sem exame crítico (justamente o exame que pretendemos convidar os leitores e as leitoras a realizarem). O machismo é um preconceito porque é um conjunto de ideias, opiniões ou sentimentos que são desfavoráveis ao ‘feminino’, esse conjunto é formado sem conhecimento abalizado, sem ponderação ou mesmo sem razão (moralismo). Assim, é, igualmente, um sentimento hostil, assumido em consequência da generalização apressada de uma regra naturalizada (a superioridade do ‘MASCULINO’&nbsp;sobre o ‘feminino’); e é uma intolerância, pois não permite que nada fora disso floresça.&nbsp;</p>



<p>O machismo se manifesta em&nbsp;<strong>opiniões (ideias), atitudes (ações), sentimentos</strong>. Desde pequenos somos ensinados, pela família, a sermos homens ou mulheres e, com isso, uma série de regras de comportamento para cada gênero. Isso produz subjetividade, produz nossas ideias, as formas pelas quais sentimos e agimos no mundo.</p>



<p>Como desdobramento do preconceito, o machismo é uma forma de&nbsp;<strong>discriminação</strong>, pois se materializa num&nbsp;tratamento diferenciado (no caso, pior) dado ao ‘feminino’ em relação ao ‘MASCULINO’. Esse movimento discriminatório é claramente visto no mercado de trabalho – assim como em outras instâncias do social (especialmente àquelas ligadas ao poder).&nbsp;</p>



<p>Ser machista é exercer a&nbsp;<strong>violência</strong>&nbsp;simbólica, psicológica, física, moral, material, sistêmica, pois toda forma de constrangimento exercido sobre o ‘feminino’ é de ordem machista. Essa violência é sempre realizada no sentido de obrigar o ‘feminino’ a submeter-se à vontade do ‘MASCULINO’. A violência final contra o ‘feminino’ é o feminicídio: o assassinato de uma mulher que tem sua causa, justamente, ela ser mulher. Mas, é a violência contra o feminino no corpo do homem, reprimindo qualquer manifestação de afeto ou sensibilidade nestes corpos.</p>



<p>O machismo é uma forma de&nbsp;<strong>opressão</strong>, de&nbsp;sujeição imposta pela força, pelo uso da autoridade ou, digamos de maneira mais correta, do autoritarismo. É uma tirania, a qual coloca o ‘feminino’ sob jugo do ‘MASCULINO’. Ele mostra sua face no constrangimento e na pressão moral (por exemplo a constante coação da mulher a ser recatada, pudica, casta) à qual submete tudo o que é ‘feminino’, notadamente a mulher, as populações LGBTQIA+ e todos os homens que se recusam a serem Homens (com H maiúsculo, como se diz por aí), provocando humilhação e embaraço. A opressão do machismo produz, sem dúvidas, diminuição acentuada do vigor e da energia dos indivíduos na sociedade.</p>



<p>Consideramos, por fim, o machismo como um&nbsp;<strong>exercício de poder, forma de controle e dominação</strong>, pois no machismo a construção dos corpos obedece à construção do corpo ‘masculinizado’ (no sentido de construído como masculino) como referência (para quem tem pênis) e do ‘feminilizado’ (no sentido de construído como feminino) como desdobramento, ausência, inversão do masculino (para que não tem pênis) – disto, tira-se conclusões morais da condição do ‘feminino’ como ausência e naturalmente inferior por natureza ao ‘MASCULINO’.&nbsp;Desse pressuposto, se desdobram as regras morais e, nelas, a exigência do comportamento (casto, pudico, recatado) das mulheres.&nbsp;</p>



<p>O livro “Desnaturalização do machismo estrutural na sociedade brasileira” (Helio Hintze, organizador) oferece ferramentas que possibilitam a desnaturalização essa estrutura dominação, apresentando alguns mecanismos de seu exercício de poder, investigando os discursos que o fundam e que o perpetuam.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-779x1024.png" alt="" class="wp-image-17318 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Esta obra é fruto de um trabalho coletivo de pesquisadoras e pesquisadores unidos por um desafio central: contribuir para a desnaturalização do machismo estrutural de nossa sociedade. As reflexões caminham para superar o machismo estrutural de nossa sociedade ao mesmo tempo em que combatemos o machismo dentro de cada um de nós. Esperamos que essa contribuição possa abrir as portas da crítica e recolocar aquilo que fora naturalizado ao longo do tempo nos trilhos da história, visando sua transformação e a produção de formas de convivência mais saudáveis, de sociedades e seres humanos mais emancipados, menos preconceituosos e mais abertos à compreensão da beleza que advém da singularidade e da pluralidade humanas.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o autor e organizador do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 21%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="664" height="672" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55.png" alt="" class="wp-image-17317 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55.png 664w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55-296x300.png 296w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55-75x75.png 75w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Hélio Hintze é educador, filósofo e pesquisador transdisciplinar. Coordenador do Observatório do Machismo. Educador e palestrante nos Projetos Fazer Pensar – Ética &amp; Educação e Sabores &amp; Saberes.</p>
</div></div>



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<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p>Adquira já o seu exemplar em nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/desnaturalizacao-do-machismo-estrutural-na-sociedade-brasileira" target="_blank">Loja Virtual</a> ou pela <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.amazon.com.br/dp/6587782698?ref=myi_title_dp" target="_blank">Amazon</a>!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sobre o livro: &#8220;Desnaturalização do Machismo Estrutural na Sociedade Brasileira&#8221;</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/sobre-o-livro-desnaturalizacao-do-machismo-estrutural-na-sociedade-brasileira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sobre-o-livro-desnaturalizacao-do-machismo-estrutural-na-sociedade-brasileira</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2021 15:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[desnaturalização]]></category>
		<category><![CDATA[Hélio Hintze]]></category>
		<category><![CDATA[machismo estrutural]]></category>
		<category><![CDATA[paco editorial]]></category>
		<category><![CDATA[paco livros]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vídeo, o autor Hélio Hintze convida o leitor a conhecer o conceito de machismo estrutural e o desenvolvimento de como esse conceito atravessa o tecido social brasileiro, através da leitura do livro "Desnaturalização do Machismo Estrutural na Sociedade Brasileira", organizado pelo autor e publicado pela Paco Editorial.]]></description>
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<p>Em vídeo, o autor Hélio Hintze convida o leitor a conhecer o conceito de machismo estrutural e o desenvolvimento de como esse conceito atravessa o tecido social brasileiro, através da leitura do livro &#8220;Desnaturalização do Machismo Estrutural na Sociedade Brasileira&#8221;, organizado pelo autor e publicado pela Paco Editorial.</p>



<p>Confira o vídeo abaixo!</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-779x1024.png" alt="" class="wp-image-17318 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2789-Capa-3D_1.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Esta obra é fruto de um trabalho coletivo de pesquisadoras e pesquisadores unidos por um desafio central: contribuir para a desnaturalização do machismo estrutural de nossa sociedade. As reflexões caminham para superar o machismo estrutural de nossa sociedade ao mesmo tempo em que combatemos o machismo dentro de cada um de nós. Esperamos que essa contribuição possa abrir as portas da crítica e recolocar aquilo que fora naturalizado ao longo do tempo nos trilhos da história, visando sua transformação e a produção de formas de convivência mais saudáveis, de sociedades e seres humanos mais emancipados, menos preconceituosos e mais abertos à compreensão da beleza que advém da singularidade e da pluralidade humanas.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o autor e organizador do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 22%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="664" height="672" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55.png" alt="" class="wp-image-17317 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55.png 664w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55-296x300.png 296w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Captura-de-Tela-2021-05-12-as-10.12.55-75x75.png 75w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Hélio Hintze é educador, filósofo e pesquisador transdisciplinar. Coordenador do Observatório do Machismo. Educador e palestrante nos Projetos Fazer Pensar – Ética &amp; Educação e Sabores &amp; Saberes.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p>Adquira já o seu exemplar em nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/desnaturalizacao-do-machismo-estrutural-na-sociedade-brasileira" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a> ou pela <a href="https://www.amazon.com.br/dp/6587782698?ref=myi_title_dp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a>!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sobre o livro: &#8220;Lei de cotas no ensino superior e racismo institucional &#8211; Conhecendo o trâmite legislativo da Lei 12.711/2012&#8221;</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/sobre-o-livro-lei-de-cotas-no-ensino-superior-e-racismo-institucional-conhecendo-o-tramite-legislativo-da-lei-12-711-2012/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sobre-o-livro-lei-de-cotas-no-ensino-superior-e-racismo-institucional-conhecendo-o-tramite-legislativo-da-lei-12-711-2012</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2021 15:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[lei 12.711/2012]]></category>
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		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[racismo institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vídeo, a autora Vanessa Machado fala sobre o livro "Lei de cotas no ensino superior e racismo institucional - Conhecendo o trâmite legislativo da Lei 12.711/2012", publicado pela Paco Editorial.]]></description>
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<p>Em vídeo, a autora Vanessa Machado fala sobre o livro &#8220;Lei de cotas no ensino superior e racismo institucional &#8211; Conhecendo o trâmite legislativo da Lei 12.711/2012&#8221;, publicado pela Paco Editorial.</p>



<p>Confira o vídeo abaixo!</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://youtu.be/MT1q_3R8IGE
</div></figure>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2606-Capa-3D_2-779x1024.png" alt="" class="wp-image-17086 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2606-Capa-3D_2-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2606-Capa-3D_2-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2606-Capa-3D_2-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2606-Capa-3D_2.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Este livro contém uma análise sociológica sobre o período de formulação da Lei de Cotas Federal para o ensino superior. As décadas de 1980 e 1990 foram marcadas pelos primeiros debates e estudos brasileiros sobre o assunto; o início dos anos 2000 inauguraram as experiências de implementação; e a partir de 2012 ocorre a consolidação da política em norma federal que padroniza o modelo de cotas para as Instituições Federais, com a criação da Lei n. 12.711/2012. O foco do livro está no debate da questão racial ao longo da formulação da Lei, trazendo reflexões críticas sobre a perpetuação do mito da democracia racial nos discursos políticos.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre a autora do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 22%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="729" height="709" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vanessa.jpg" alt="" class="wp-image-17085 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vanessa.jpg 729w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vanessa-300x292.jpg 300w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Vanessa Patrícia Machado Silva é doutoranda em Sociologia na UnB. Mestra em Sociologia e bacharel em Ciência Política ambos pela UnB.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Sobre o livro &#8220;Saberes, acolhimento, turismo e eventos  &#8211; O ciclo virtuoso para encontros mais humanizados&#8221;</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/sobre-o-livro-saberes-acolhimento-turismo-e-eventos-o-ciclo-virtuoso-para-encontros-mais-humanizados/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sobre-o-livro-saberes-acolhimento-turismo-e-eventos-o-ciclo-virtuoso-para-encontros-mais-humanizados</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2021 00:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[encontros humanizados]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[paco livros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[saberes]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vídeo, a autora Luciana Resende Borges conta sobre o livro "Saberes, acolhimento, turismo e eventos - O ciclo virtuoso para encontros mais humanizados", publicado pela Paco Editorial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em vídeo, a autora Luciana Resende Borges conta sobre o livro &#8220;Saberes, acolhimento, turismo e eventos &#8211; O ciclo virtuoso para encontros mais humanizados&#8221;, publicado pela Paco Editorial.</p>



<p>Confira o vídeo abaixo!</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Livro: &quot;Saberes, acolhimento, turismo e eventos&quot; de Luciana Resende Borges" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/emjagLzlnXU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2557-Capa-3D_4-779x1024.png" alt="" class="wp-image-17072 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2557-Capa-3D_4-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2557-Capa-3D_4-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2557-Capa-3D_4-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2557-Capa-3D_4.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Esta obra propicia uma ampla discussão sobre o(s) tema(s) e percorre os caminhos da tríade Turismo, Evento e Acolhimento, relacionando os saberes do indivíduo multirreferencial a seus trabalhos em eventos e a importância da educação, formação e capacitação para o acolhimento. Torna-se uma leitura indispensável para profissionais que buscam um novo olhar sobre a tríade, para além do comum, na perspectiva de ressignificar o existente, observando o Turismo como fenômeno social complexo; o Evento como local de encontro em prol do conhecimento e experiências; o Acolhimento como um fato social essencial numa necessidade de observar o outro a partir de saber-fazer específico.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre a autora do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 22%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="433" height="577" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Luciana.jpg" alt="" class="wp-image-17073 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Luciana.jpg 433w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Luciana-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 433px) 100vw, 433px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Luciana Resende Borges é professora e pesquisadora das áreas de eventos, hospitalidade, turismo, administração e educação. Empreendedora na área de eventos. Consultora. Doutoranda em Turismo – USP. Mestre em Turismo – UnB.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p>Adquira já o seu exemplar em nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/a-bncc-na-pratica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a> ou pela <a href="https://www.amazon.com.br/dp/8546219834?ref=myi_title_dp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a>!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sobre o livro &#8220;A BNCC na prática: propostas de trabalho para o ensino de Língua Portuguesa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 23:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Bncc]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[livros academicos]]></category>
		<category><![CDATA[paco livros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vídeo, a autora Milena Moretto convida você, professor e pesquisador, a conhecer o livro"A BNCC na Prática: Propostas de Trabalho Para o Ensino de Língua Portuguesa". A obra foi organizada pela autora e publicada pela Paco Editorial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Em vídeo, a autora Milena Moretto convida você, professor e pesquisador, a conhecer o livro &#8220;A BNCC na Prática: Propostas de Trabalho Para o Ensino de Língua Portuguesa&#8221;. </p>



<p>A obra foi organizada pela autora e publicada pela Paco Editorial. Confira no vídeo abaixo!</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Livro: A BNCC na Prática: Propostas de Trabalho Para o Ensino de Língua Portuguesa - Milena Moretto" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/gy1wLY0dKSw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/04/2841-Capa-3D_2-779x1024.png" alt="" class="wp-image-15967 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/04/2841-Capa-3D_2-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/04/2841-Capa-3D_2-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/04/2841-Capa-3D_2-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/04/2841-Capa-3D_2.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Esta obra apresenta o trabalho e os estudos de professores-pesquisadores que nos mostram que a proposta da BNCC na área de linguagem é plausível, concretizável, possível de ser desenvolvida do ponto de vista metodológico, seja na elaboração de currículos, propostas de ensino, práticas escolares, projetos e sequências didáticas. São trazidas à tona experiências de professores que, em alguma medida, não negam os aspectos teóricos, políticos e ideológicos – que bem sabemos que atravessam a BNCC –, mas, os assumem e, diante disso e, por isso, optaram por compartilhar suas experiências. Com isso, oferecem um ponto de partida para que outros colegas possam fazer as suas adaptações, considerando os seus contextos de trabalho.</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre a organizadora do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 22%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="267" height="335" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Captura-de-Tela-2021-04-08-as-21.25.56.png" alt="" class="wp-image-15972 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Captura-de-Tela-2021-04-08-as-21.25.56.png 267w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Captura-de-Tela-2021-04-08-as-21.25.56-239x300.png 239w" sizes="(max-width: 267px) 100vw, 267px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Milena Moretto é doutora e mestra em Educação tem interesse por questões ligadas à produção de textos na escola, à interlocução, ao ensino a partir de gêneros textuais e ao desenvolvimento de sequências didáticas</p>
</div></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p>Adquira já o seu exemplar em nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/a-bncc-na-pratica">Loja Virtual</a> ou pela <a href="https://www.amazon.com.br/dp/6587782779?ref=myi_title_dp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a>!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Resenha sobre o livro &#8220;Experiência Estética do Humano no Cinema&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 19:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas de Livros]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[experiência estética]]></category>
		<category><![CDATA[humano]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Droguett]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[paco livros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira a resenha escrita por João Angelo Fantini sobre o livro "Experiência Estética do Humano no Cinema" organizado pelo autor Juan Droguett e publicado pela Paco Editorial em 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p class="has-text-align-right">Por: <strong>João Angelo Fantini</strong></p>



<p>«Todo homem culto é um teólogo»: o alerta de Jorge Luís Borges, replicado na forma de um dos títulos desta coletânea como «Todo homem culto é um cinéfilo», poderia resumir a urgência e a necessidade nestes tempos pandêmicos de cada vez mais nos instruirmos sobre a imposição de entender mais e melhor as imagens e sons que nos rodeiam.</p>



<p>Talvez, como em nenhuma outra época, ao menos com tamanha incidência, todos estamos de uma forma ou de outra ilhados, tendo que nos comunicar com o mundo através de fotos, textos, sons, músicas na tentativa de romper com aquilo que para o humano representa sua maior tortura, a solidão.</p>



<p>Neste livro, especialistas nas discussões sobre o cinema nos ajudam nessa empreitada, ao discutir de forma intensa e elegante como, ao aprender mais sobre cinema, nossa percepção do mundo e do humano podem alargar a janela por onde espiamos a vida dos outros para comparar com nossas próprias vidas.</p>



<p>O cinema, para além dele mesmo, é uma arte que nos ensina a olhar outras artes e mídias na medida em que é fonte de inúmeras outras formas de expressão que vão da educação ao entretenimento. Forjado ao longo de mais de um século ele foi capaz de criar códigos de representação da realidade que se tornaram invisíveis para o espectador médio, mas que são, ao mesmo tempo, uma forma de ideologia (no sentido mais nobre do conceito), na medida em que nos mostra através dos enquadramentos aquilo que nos é dado a ver.</p>



<p>Os textos e autores, criteriosamente escolhidos por Juan Droguett, vão desde novos pesquisadores até àqueles conhecidos internacionalmente no campo da estética cinematográfica. Certamente esse conjunto de trabalhos apoiará de leitores iniciantes aos cinéfilos, aprofundando a percepção tão vital neste momento histórico de ler, como imagens e sons, modulam nosso imaginário e, por consequência, nosso modo de entender questões que estão profundamente enraizadas na nossa forma de viver a política, a religião, a intolerância, o amor, a sexualidade.</p>



<p>Como obra, o livro aborda todas as questões acima de diversas perspectivas, servindo de guia a uma maior e melhor fruição estética da arte cinematográfica que, ao fim de tudo, nos lembra de que no reino da guerra de narrativas que vivemos é preciso estar atentos e, sabiamente, fortes para escapar das armadilhas midiáticas montadas diariamente à nossa frente. Para além do desejo, só a Arte nos salvará.</p>
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