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	<title>origem &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>A Origem do Natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2020 14:59:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma das primeiras ilustrações do Papai Noel surgiu em 1862, quando Thomas Nast, cartunista americano, desenhou para a revista Harper's Weekly um pequeno e simpático elfo apoiando, durante o Natal, os soldados que estavam na Guerra da Secessão.]]></description>
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<p style="font-size:18px"><em>O Natal é conhecido, atualmente, como um período para celebrações, troca de presentes e jantares com a família. Porém, sua origem é completamente diferente, remetendo a fatores históricos que envolvem desde o poderoso Império Romano até rituais pagãos.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Embora muitas pessoas também aproveitem a data para comemorar o nascimento de Jesus, a análise de determinados fragmentos dos Evangelhos, assim como de outros documentos da época, permitem que historiadores e estudiosos levantes as mais variadas hipóteses sobre o tema, excluindo, quase que totalmente, a possibilidade de que Cristo tenha nascido no mês de dezembro.</p>



<p>Mas, qual seria a real origem do Natal? Quais as principais histórias e lendas envolvendo tal festividade? Se você quer descobrir a resposta para essas perguntas, basta continuar conosco até o final deste artigo.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">O Natal e os romanos</h2>



<p>Tudo começou no Império Romano, onde o povo estava acostumado a celebrar a “Saturnália”, festa que acontecia em dezembro, durava sete dias e homenageava o deus Saturno (equivalente ao deus grego Cronos), divindade responsável pela agricultura.</p>



<p>Na época, por volta de 350 d.C., o Papa Júlio I solicitou aos responsáveis pela Igreja Católica que o nascimento do menino Jesus fosse comemorado na mesma data, com o objetivo de converter os romanos ao cristianismo com maior facilidade.</p>



<p>Após alguns anos, já em 354 d.C., seu sucessor, o Papa Libério, tornou tal pedido realidade. O primeiro registro de um banquete voltado à festa cristã data de 379 d.C., em Constantinopla.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Uma origem pagã</h2>



<p>Conhecida como Yule, a festividade em celebração do solstício de inverno era realizada todos os anos pelos povos germânicos pagãos, incluindo os vikings. Ao todo, a festa durava doze dias, sendo dedicada a familiares e amigos falecidos e à fertilidade, terminando por volta do dia 21 de dezembro.</p>



<p>Entre seus principais símbolos estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A cabra de Yule: de origem escandinava, o boneco em formato de cabra é feito de palha trançada e decora as casas até os dias de hoje. As renas seriam, portanto, suas correspondentes natalinas;</li><li>Javali de Yule: a carne oficial do Natal escandinavo;</li><li>Yule singing: consistia no ato de percorrer a cidade com cânticos alegres. A tradição permanece, porém, trocando as velhas letras pagãs pelos hinos natalinos;</li><li>Yggdrasil: árvore perene colocada em todas as casas. Simboliza a árvore da vida na mitologia nórdica e é a possível precursora dos atuais pinheiros de Natal;</li><li>Vigília noturna: amigos e familiares costumavam se reunir na última noite de comemorações, acendendo uma vela e passando momentos descontraídos na companhia uns dos outros. Logo, essa seria a origem da famosa ceia de Natal.</li></ul>



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<h2 class="wp-block-heading">Celebração ou pesar?</h2>



<p>Na época das primeiras comemorações cristãs, muitos fiéis se recusaram a adotar uma postura festiva para a data, afirmando que 25 de dezembro era um dia religioso e de reflexão, não de festa. O mesmo discurso também ocorreu após a Reforma Protestante, no século XVI, quando muitas pessoas se opuseram às celebrações do Natal.</p>



<p>Outro fenômeno interessante ocorreu nas colônias americanas, onde puritanos, quakers (grupos religiosos com origem em um movimento protestante britânico do século XVII), batistas e presbiterianos também decidiram ignorar a festa, enquanto anglicanos, luteranos e católicos faziam questão de mantê-la viva.</p>



<p>Por fim, o Natal se solidificou na América apenas no século XIX, graças aos cultos natalinos introduzidos nas escolas dominicais e ao famoso romance “A Christmas Carol” (Um Conto de Natal), que popularizou o feriado como um evento alegre e familiar.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Coca-Cola e o Natal: a história por trás da lenda da criação do Papai Noel</h2>



<p>Uma das primeiras ilustrações do Papai Noel surgiu em 1862, quando Thomas Nast, cartunista americano, desenhou para a revista Harper&#8217;s Weekly um pequeno e simpático elfo apoiando, durante o Natal, os soldados que estavam na Guerra da Secessão.</p>



<p>Essa seria, aliás, a primeira imagem do “bom velhinho” como conhecemos hoje. Também foi a partir dessa publicação que nasceu a ideia de que o mesmo possuía uma oficina de brinquedos e que seria necessário escrever cartas para pedir o tão esperado presente.</p>



<p>Já na década de 1930, a gigante The Coca-Cola Company sofreu uma queda significativa nas vendas. O motivo? A mudança da fórmula de seu famoso refrigerante, que passou a ser produzido com cafeína ao invés de folha de coca, e da economia, que decaiu consideravelmente durante a Grande Depressão.</p>



<p>Logo, para recuperar o prejuízo, a diretoria da marca decidiu mudar seu marketing, transformando o que era até então uma bebida apenas para adultos, em um produto para a família toda.</p>



<p>Assim, o artista sueco Haddon Sundblom foi contratado para criar uma ilustração em que um homem sorridente e com largo sorriso convidava as pessoas a comprarem Coca-Cola. Esse, obviamente, não era exatamente o Papai Noel de Thomas Nast, entretanto, o desenho serviu para que os consumidores criassem uma associação entre os dois personagens.</p>



<p>Portanto, embora não seja uma invenção da marca, uma boa parte da popularidade do Papai Noel em todo o mundo se deve às campanhas publicitárias do refrigerante.</p>



<p>E você? Conhecia a origem do Natal? Que tal compartilhar este texto com seus amigos?</p>
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		<title>DIA NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL E SUAS AUTORAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 14:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desde 2012, a data de 25 de agosto ganhou um sentido especial: comemorar o Dia Nacional da Educação Infantil. Para marcar essa primeira etapa do processo de formação e aprendizado, foi instituída a Semana Nacional da Educação Infantil.]]></description>
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<p><em>Desde 2012, a data de 25 de agosto ganhou um sentido especial: comemorar o Dia Nacional da Educação Infantil. Para marcar essa primeira etapa do processo de formação e aprendizado, foi instituída a Semana Nacional da Educação Infantil.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Unindo as dimensões do educar e do cuidar, a Educação Infantil abarca o atendimento de crianças de 0 a 3 anos, em creches, e de 4 a 5 anos, na pré-escola. Seu propósito é o desenvolvimento integral da criança, em todas as suas dimensões.</p>



<p>Por sua importância, a data é uma oportunidade de celebrar — seja com atividades pedagógicas, brincadeiras ou apresentações artísticas —, mas também de reafirmar a importância da Educação Infantil como direito das crianças e das famílias.<br></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Origem da data</h2>



<p>O Dia Nacional da Educação Infantil foi instituído pela Lei Nº 12.602/2012, de autoria do então senador Cristovam Buarque. A escolha da data é uma homenagem ao nascimento Zilda Arns, médica brasileira e fundadora da Pastoral da Criança.</p>



<p>Irmã do arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns, Zilda foi pediatra e sanitarista. Sua trajetória foi ligada à construção de projetos voltados para o desenvolvimento e proteção de crianças e adolescentes.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Veja o vídeo da autora Bruna Molisani Ferreira</h2>



<figure class="wp-block-video"><video height="720" style="aspect-ratio: 1280 / 720;" width="1280" controls src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/08/IMG_4843.mov"></video></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Livro da autora</h2>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/palavras-que-contam-linguagem-formacao-docente-e-educacao-infantil"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/53ed0b45c5a8a55cf4be6f9ebbb1c391.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/palavras-que-contam-linguagem-formacao-docente-e-educacao-infantil" data-type="URL" data-id="https://www.pacolivros.com.br/palavras-que-contam-linguagem-formacao-docente-e-educacao-infantil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Palavras Que Contam<br>Linguagem, Formação Docente e Educação Infantil</a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p><strong>Sinopse:</strong><br>Os professores muitas vezes são responsabilizados pelos baixos índices do nível de educação, atribuindo essa culpa à falta de formação ou autonomia e autoridade. Esta obra analisa como os discursos dos professores são tratados em uma formação continuada na educação infantil, o que levou à desqualificação profissional e à perda de controle sobre o próprio trabalho, afetando o conteúdo da prática educativa. Partindo de um estudo com várias professoras infantis, traz à tona a relação entre o discurso e prática e a realidade que os professores alteram seu discurso, mas permanecem com a mesma prática dentro de sala de aula. Trazendo aspectos históricos da formação de professores e da origem das creches, com enfoque no trabalho com a linguagem na primeira etapa da educação básica, a autora busca discutir saberes que são adquiridos no cotidiano escolar assim como proporcionar espaço para que as crianças falem e sejam ouvidas.</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Comentário da autora Kenia Adriana de Aquino</h2>



<p>O Dia Nacional da Educação Infantil não pode nos deixar esquecer da realidade atual das creches e pré-escolas brasileiras, em que a maioria não atende à demanda de vagas e possui infraestrutura inadequada ou ineficiente, por exemplo. Por isso, o dia 25 de agosto precisa suscitar em nós o desejo por reivindicar políticas públicas efetivas que garantam o acesso à escola para a primeira infância de todo o país e também viabilizem a construção de espaços físicos apropriados, bem como experiências culturais diversas e livros literários de qualidade que ampliem o olhar <strong><u>da</u></strong> e <strong><u>para</u></strong> a criança.</p>



<p>Kenia Adriana de Aquino Modesto Silva é docente da Universidade Federal de Jataí (UFJ), Mestre em Educação pela UFMT e Doutora em Educação pela Unesp. Estuda as temáticas: formação do leitor na primeira infância, literatura infantil, leitura com bebês e crianças pequenas, estratégias de leitura, alfabetização e formação do professor alfabetizador.</p>



<p>É autora do livro <em>O Nascimento do Leitor: ler, contar e ouvir histórias na educação infantil </em>publicado pela Paco Editorial e a EdUFMT. Na obra, ela registra sua pesquisa de Mestrado com um levantamento sobre infância e educação infantil, discute sobre leitura e literatura infantil na formação da criança e, por fim, relata suas vivências de leitura literária com crianças de 5 anos. É, portanto, um trabalho que pode contribuir com as práticas de leitura literária específicas para a educação infantil.</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-nascimento-do-leitor-ler-contar-e-ouvir-historias-na-educacao-infantil"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/63d706253ce36c3324634ac045edd13f.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-nascimento-do-leitor-ler-contar-e-ouvir-historias-na-educacao-infantil" data-type="URL" data-id="https://www.pacolivros.com.br/o-nascimento-do-leitor-ler-contar-e-ouvir-historias-na-educacao-infantil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O nascimento do leitor<br>Ler, contar e ouvir histórias na educação infantil</a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p><strong>Sinopse:</strong><br>Este livro preocupa-se com a formação do leitor e apresenta as respostas para as seguintes questões: por que meus alunos não gostam de ler? O que ocorreu em seus percursos de leitores para afastá-los dessa prática cultural? Como alguém pode não gostar de e viver sem ler? Mas como se ensina ler? A autora perseguiu com tenacidade seu objetivo de descobrir quais as possibilidades de uso da literatura com as crianças, planejando e modificando planos, agindo e se olhando criticamente, narrando e analisando falhas e descobertas.</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Educação Infantil no Brasil</h2>



<p>No Brasil, a Educação Infantil é um dever do Estado, mas nem sempre foi assim. Os primeiros estabelecimentos educacionais voltados para crianças surgiram para atender as mulheres que trabalhavam fora de casa.</p>



<p>Somente a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988 a Educação Infantil foi incorporada como direito e alinhada ao Estatuto da Criança e do Adolescente. Com isso, vieram as políticas, planos e programas para concretização desse direito.</p>



<p>A participação social de diversos setores da sociedade foi fundamental na constituição dessas diretrizes e leis, bem como no reconhecimento da relevância da Educação Infantil enquanto política pública.</p>



<p>Dados mais recentes, do “Monitoramento do uso dos Indicadores da Qualidade na Educação Infantil”, apontam o crescimento da modalidade no Brasil, ainda que este não acompanhe a demanda.</p>



<p>Em 2011, o número total de matrículas na faixa de 0 a 5 anos foi de 6.756.698. Por outro lado, havia 16.728.146 crianças nessa mesma faixa no país, segundo o Censo Populacional 2010.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios na atualidade</h2>



<p>Apesar de a legislação brasileira reconhecer a educação de qualidade como um direito da criança desde o seu nascimento, pesquisadores apontam que o dia a dia de diversas escolas infantis refletem as divergências entre o que está no papel e a realidade.</p>



<p>A distância entre o ideal e o realizado pode ser percebida pela desigualdade no acesso aos centros de Educação Infantil, na exclusão de uma parcela significativa das crianças dos ambientes escolares e nas diferenças de qualidade do ensino ofertado.</p>



<p>Entre os principais desafios estão a busca por financiamento próprio, a expansão do atendimento a crianças na faixa etária de 0 a 3 anos, o incremento da qualidade do cuidado e da educação em todo o segmento de 0 a 5 anos.</p>



<p>O Dia Nacional da Educação Infantil é, portanto, um momento para comemorar as conquistas e melhorias nos índices brasileiros, mas também para reivindicar políticas públicas adequadas e o cumprimento daquilo que é garantido por lei.</p>
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