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	<title>Monica Karawejczyk &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Mulher deve votar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 13:17:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na América Latina, o Brasil foi um dos primeiros países a reconhecer o voto feminino para suas cidadãs, contudo essa inclusão não foi fácil, cheia de percalços e controvérsias. Desde antes da Proclamação da República, mulheres reivindicavam o direito de votar, sendo que ocorreu muita luta e tentativas parlamentares de se estender o alistamento eleitoral para elas. Na Primeira República algumas mulheres como Leolinda Daltro, à frente do Partido Republicano Feminino (1910) e Bertha Lutz, presidente da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (1922), estiveram à frente de associações que militaram pela extensão do voto. Apesar de algumas conquistas pontuais, como a implantação do voto feminino no Rio Grande do Norte em 1927, ele não havia sido instituído nacionalmente até 1930, quando da tomada de poder por Getúlio Vargas e os “revolucionários”, em outubro daquele ano. Uma das promessas do grupo era a de moralização da política, o que gerou um clima de expectativas entre as brasileiras que, como Elvira Komel e Nathercia da Cunha Silveira, externaram através da imprensa, esperanças de que o voto fosse assegurado e pressionaram os políticos. Em dezembro foi instituído várias subcomissões para reformar todas as leis do país e, entre elas, a da reforma da lei eleitoral. Foi das suas deliberações que foi aprovado o Código Eleitoral que, entre suas inovações, aprovou o voto feminino. E apesar de ter sido engendrado por homens, contou com a pressão de mulheres do movimento sufragista para a retirada de algumas restrições para as casadas e para as trabalhadoras implantando o voto nas mesmas condições para homens e mulheres. Às urnas cidadãs &#8211; comemoremos tal conquista. Texto de Mônica Karawejczyk Quer saber mais? Confira abaixo o livro disponível em nosso catálogo sobre o tema: Em janeiro de 2015 foi incluído, no calendário oficial do Brasil, o Dia da Conquista do Voto Feminino. Apesar desse reconhecimento o brasileiro e a brasileira pouco conhecem sobre essa importante conquista, em que o país, no contexto da América Latina, foi um dos primeiros países a reconhecer esse direito no ano de 1932. Durante muito tempo, a história descrita nos nossos livros foi a dos feitos masculinos, das grandes batalhas, das figuras públicas. O silêncio, no que diz respeito à história das mulheres, também reflete no fato de que, por muito tempo elas não fizeram parte desse mundo público e político, locais exclusivos do poder dos varões. Esse mutismo conduziu algumas leituras equivocadas sobre a conquista do voto feminino, fazendo crer que o governo Vargas tivesse concedido esse direito por generosidade ou por mero capricho. Este livro procura dar visibilidade aos atos, aos fatos e as personagens que contribuíram para essa conquista por meio de discussões que ocorreram durante a feitura do novo Código Eleitoral e que levaram as brasileiras a serem incluídas como eleitoras e como candidatas da República. COMPRAR Para mais informações, acompanhe nosso blog.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Na América Latina, o Brasil foi um dos primeiros países a reconhecer o voto feminino para suas cidadãs, contudo essa inclusão não foi fácil, cheia de percalços e controvérsias. Desde antes da Proclamação da República, mulheres reivindicavam o direito de votar, sendo que ocorreu muita luta e tentativas parlamentares de se estender o alistamento eleitoral para elas. Na Primeira República algumas mulheres como Leolinda Daltro, à frente do Partido Republicano Feminino (1910) e Bertha Lutz, presidente da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (1922), estiveram à frente de associações que militaram pela extensão do voto. Apesar de algumas conquistas pontuais, como a implantação do voto feminino no Rio Grande do Norte em 1927, ele não havia sido instituído nacionalmente até 1930, quando da tomada de poder por Getúlio Vargas e os “revolucionários”, em outubro daquele ano. Uma das promessas do grupo era a de moralização da política, o que gerou um clima de expectativas entre as brasileiras que, como Elvira Komel e Nathercia da Cunha Silveira, externaram através da imprensa, esperanças de que o voto fosse assegurado e pressionaram os políticos. Em dezembro foi instituído várias subcomissões para reformar todas as leis do país e, entre elas, a da reforma da lei eleitoral. Foi das suas deliberações que foi aprovado o Código Eleitoral que, entre suas inovações, aprovou o voto feminino. E apesar de ter sido engendrado por homens, contou com a pressão de mulheres do movimento sufragista para a retirada de algumas restrições para as casadas e para as trabalhadoras implantando o voto nas mesmas condições para homens e mulheres. Às urnas cidadãs &#8211; comemoremos tal conquista.</p>



<p class="has-small-font-size">Texto de Mônica Karawejczyk</p>



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<p>Quer saber mais? Confira abaixo o livro disponível em nosso <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank">catálogo</a> sobre o tema:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/mulher-deve-votar?-o-codigo-eleitoral-de-1932-e-a-conquista-do-sufragio-feminino-atraves-das-paginas-dos-jornais-correio-da-manha-e-a-noite"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/5f182816db4228f5677898a36c8d0f26.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Em janeiro de 2015 foi incluído, no calendário oficial do Brasil, o Dia da Conquista do Voto Feminino. Apesar desse reconhecimento o brasileiro e a brasileira pouco conhecem sobre essa importante conquista, em que o país, no contexto da América Latina, foi um dos primeiros países a reconhecer esse direito no ano de 1932. Durante muito tempo, a história descrita nos nossos livros foi a dos feitos masculinos, das grandes batalhas, das figuras públicas. O silêncio, no que diz respeito à história das mulheres, também reflete no fato de que, por muito tempo elas não fizeram parte desse mundo público e político, locais exclusivos do poder dos varões. Esse mutismo conduziu algumas leituras equivocadas sobre a conquista do voto feminino, fazendo crer que o governo Vargas tivesse concedido esse direito por generosidade ou por mero capricho. Este livro procura dar visibilidade aos atos, aos fatos e as personagens que contribuíram para essa conquista por meio de discussões que ocorreram durante a feitura do novo Código Eleitoral e que levaram as brasileiras a serem incluídas como eleitoras e como candidatas da República.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/mulher-deve-votar?-o-codigo-eleitoral-de-1932-e-a-conquista-do-sufragio-feminino-atraves-das-paginas-dos-jornais-correio-da-manha-e-a-noite" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
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<p>Para mais informações, acompanhe nosso blog.</p>
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