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	<title>materia &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>A Origem do Natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2020 14:59:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma das primeiras ilustrações do Papai Noel surgiu em 1862, quando Thomas Nast, cartunista americano, desenhou para a revista Harper's Weekly um pequeno e simpático elfo apoiando, durante o Natal, os soldados que estavam na Guerra da Secessão.]]></description>
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<hr class="wp-block-separator"/>



<p style="font-size:18px"><em>O Natal é conhecido, atualmente, como um período para celebrações, troca de presentes e jantares com a família. Porém, sua origem é completamente diferente, remetendo a fatores históricos que envolvem desde o poderoso Império Romano até rituais pagãos.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Embora muitas pessoas também aproveitem a data para comemorar o nascimento de Jesus, a análise de determinados fragmentos dos Evangelhos, assim como de outros documentos da época, permitem que historiadores e estudiosos levantes as mais variadas hipóteses sobre o tema, excluindo, quase que totalmente, a possibilidade de que Cristo tenha nascido no mês de dezembro.</p>



<p>Mas, qual seria a real origem do Natal? Quais as principais histórias e lendas envolvendo tal festividade? Se você quer descobrir a resposta para essas perguntas, basta continuar conosco até o final deste artigo.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">O Natal e os romanos</h2>



<p>Tudo começou no Império Romano, onde o povo estava acostumado a celebrar a “Saturnália”, festa que acontecia em dezembro, durava sete dias e homenageava o deus Saturno (equivalente ao deus grego Cronos), divindade responsável pela agricultura.</p>



<p>Na época, por volta de 350 d.C., o Papa Júlio I solicitou aos responsáveis pela Igreja Católica que o nascimento do menino Jesus fosse comemorado na mesma data, com o objetivo de converter os romanos ao cristianismo com maior facilidade.</p>



<p>Após alguns anos, já em 354 d.C., seu sucessor, o Papa Libério, tornou tal pedido realidade. O primeiro registro de um banquete voltado à festa cristã data de 379 d.C., em Constantinopla.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Uma origem pagã</h2>



<p>Conhecida como Yule, a festividade em celebração do solstício de inverno era realizada todos os anos pelos povos germânicos pagãos, incluindo os vikings. Ao todo, a festa durava doze dias, sendo dedicada a familiares e amigos falecidos e à fertilidade, terminando por volta do dia 21 de dezembro.</p>



<p>Entre seus principais símbolos estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A cabra de Yule: de origem escandinava, o boneco em formato de cabra é feito de palha trançada e decora as casas até os dias de hoje. As renas seriam, portanto, suas correspondentes natalinas;</li><li>Javali de Yule: a carne oficial do Natal escandinavo;</li><li>Yule singing: consistia no ato de percorrer a cidade com cânticos alegres. A tradição permanece, porém, trocando as velhas letras pagãs pelos hinos natalinos;</li><li>Yggdrasil: árvore perene colocada em todas as casas. Simboliza a árvore da vida na mitologia nórdica e é a possível precursora dos atuais pinheiros de Natal;</li><li>Vigília noturna: amigos e familiares costumavam se reunir na última noite de comemorações, acendendo uma vela e passando momentos descontraídos na companhia uns dos outros. Logo, essa seria a origem da famosa ceia de Natal.</li></ul>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Celebração ou pesar?</h2>



<p>Na época das primeiras comemorações cristãs, muitos fiéis se recusaram a adotar uma postura festiva para a data, afirmando que 25 de dezembro era um dia religioso e de reflexão, não de festa. O mesmo discurso também ocorreu após a Reforma Protestante, no século XVI, quando muitas pessoas se opuseram às celebrações do Natal.</p>



<p>Outro fenômeno interessante ocorreu nas colônias americanas, onde puritanos, quakers (grupos religiosos com origem em um movimento protestante britânico do século XVII), batistas e presbiterianos também decidiram ignorar a festa, enquanto anglicanos, luteranos e católicos faziam questão de mantê-la viva.</p>



<p>Por fim, o Natal se solidificou na América apenas no século XIX, graças aos cultos natalinos introduzidos nas escolas dominicais e ao famoso romance “A Christmas Carol” (Um Conto de Natal), que popularizou o feriado como um evento alegre e familiar.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Coca-Cola e o Natal: a história por trás da lenda da criação do Papai Noel</h2>



<p>Uma das primeiras ilustrações do Papai Noel surgiu em 1862, quando Thomas Nast, cartunista americano, desenhou para a revista Harper&#8217;s Weekly um pequeno e simpático elfo apoiando, durante o Natal, os soldados que estavam na Guerra da Secessão.</p>



<p>Essa seria, aliás, a primeira imagem do “bom velhinho” como conhecemos hoje. Também foi a partir dessa publicação que nasceu a ideia de que o mesmo possuía uma oficina de brinquedos e que seria necessário escrever cartas para pedir o tão esperado presente.</p>



<p>Já na década de 1930, a gigante The Coca-Cola Company sofreu uma queda significativa nas vendas. O motivo? A mudança da fórmula de seu famoso refrigerante, que passou a ser produzido com cafeína ao invés de folha de coca, e da economia, que decaiu consideravelmente durante a Grande Depressão.</p>



<p>Logo, para recuperar o prejuízo, a diretoria da marca decidiu mudar seu marketing, transformando o que era até então uma bebida apenas para adultos, em um produto para a família toda.</p>



<p>Assim, o artista sueco Haddon Sundblom foi contratado para criar uma ilustração em que um homem sorridente e com largo sorriso convidava as pessoas a comprarem Coca-Cola. Esse, obviamente, não era exatamente o Papai Noel de Thomas Nast, entretanto, o desenho serviu para que os consumidores criassem uma associação entre os dois personagens.</p>



<p>Portanto, embora não seja uma invenção da marca, uma boa parte da popularidade do Papai Noel em todo o mundo se deve às campanhas publicitárias do refrigerante.</p>



<p>E você? Conhecia a origem do Natal? Que tal compartilhar este texto com seus amigos?</p>
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		<title>Dia do Sociólogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 14:54:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A sociologia é o estudo do desenvolvimento e das interações humanas em uma visão voltada, com grande ênfase, para a sociedade. Como indivíduos civilizados, que interagem uns com os outros, aprendemos então a razão pela qual as pessoas tomam determinadas decisões, baseando-se em valores adquiridos durante suas vidas.]]></description>
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<hr class="wp-block-separator"/>



<p><em>A sociologia é o estudo do desenvolvimento e das interações humanas em uma visão voltada, com grande ênfase, para a sociedade. Como indivíduos civilizados, que interagem uns com os outros, aprendemos então a razão pela qual as pessoas tomam determinadas decisões, baseando-se em valores adquiridos durante suas vidas.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Cada um desses valores, aliás, também está vinculado à sociologia. Quanto melhor compreendemos as ações e os interesses dos que estão a nossa volta, mais claros os comportamentos, as realidades e os sentimentos do mundo que nos rodeia parecem.</p>



<p>Foi baseada nesses pontos e na necessidade de entendermos o que acontece com cada ser humano, que surgiu a profissão de sociólogo que, ainda na década passada, ganhou um dia específico no calendário de comemorações do país.</p>



<p>Você quer descobrir um pouco mais sobre o assunto? Então, basta continua conosco até o final deste artigo.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Mas, afinal, o que um sociólogo faz?</h2>



<p>Talvez você já tenha ouvido falar em Zygmunt Bauman, certo? Responsável por grandes obras, como “Modernidade Líquida” (1999) e “Modernidade e Holocausto” (1989), o sociólogo polonês, que serviu durante a Segunda Guerra Mundial e foi professor da renomada Universidade de Varsóvia, possui uma visão bastante certeira sobre a profissão.</p>



<p>No livro “Para que serve a sociologia? Diálogos com Michael Hviid Jacobsen e Keith Tester” (2013), Bauman aponta, durante uma conversa com os autores, que a vocação do sociólogo é “orientar em um mundo que ele reconhece como mutável”.</p>



<p>Além disso, Zygmunt também afirma que “essa vocação só pode ser realizada observando as mudanças e suas consequências, enquanto examina, por meio de pesquisas sociológicas, as estratégias vitais para responder a essas mudanças”.</p>



<p>Em resumo, podemos afirmar que um sociólogo investiga e se envolve na concepção de pesquisas e estudos, que visam auxiliar na certificação de teorias sobre as mais variadas questões sociais. Seu foco é conhecer e compreender diferentes culturas, organizações, grupos e processos interativos entre os indivíduos.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Em quais áreas um sociólogo pode atuar?</h2>



<p>O campo da sociologia é bastante amplo, com oportunidades nas mais variadas áreas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Órgãos públicos: é possível trabalhar como consultor, em programas que buscam estimular a população a se envolver com o setor, ou ainda com pesquisas de tendências (na transição democrática, por exemplo);</li><li>Consultor internacional: o sociólogo pode trabalhar em organizações governamentais ou não governamentais, utilizando pesquisas, estatísticas e diversos outros elementos;</li><li>Aplicação de projetos de políticas públicas: a ideia é desenvolver programas que demonstrem o impacto social de questões como saúde, educação, entre outros;</li><li>Como redator (com foco na área): por ser um profissional criativo, que tende a conhecer não apenas a sociedade como um todo, mas também literatura e história, é possível escrever para revistas, sites e jornais sobre a temática;</li><li>Planejamento urbano: o profissional pode participar ativamente das tomadas de decisões quando o assunto é a concepção, execução e avaliação de políticas públicas;</li><li>Pesquisa: geralmente, esse é caminho trilhado por boa parte dos sociólogos. Sendo investigadores por natureza, tais profissionais possuem a capacidade de desenvolver programas nas áreas de humanidades e de administração pública;</li><li>Área acadêmica: o sociólogo que escolhe permanecer na área acadêmica pode se tornar professor, pesquisador, administrador, consultor e assumir cargos de diretor e reitor de instituições de ensino públicas e privadas.</li></ul>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Livros de Sociologia &#8211; Paco Livos</h2>



<p>Acesse nossas obras através desse link <a href="https://www.pacolivros.com.br/sociologia">https://www.pacolivros.com.br/sociologia</a></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Dia nacional do sociólogo: uma data para comemorar</h2>



<p>A lei que sanciona a profissão de sociólogo no Brasil não é tão recente, mas de 1980, em pleno regime militar. Na época, o então presidente João Figueiredo aprovou a Lei nº 6.888, do dia 10 de dezembro.</p>



<p>Em meio a especificações da formação, o Art. 2º apontava as competências do Sociólogo, como:</p>



<p>I &#8211; elaborar, supervisionar, orientar, coordenar, planejar, programar, implantar, controlar, dirigir, executar, analisar ou avaliar estudos, trabalhos, pesquisas, planos, programas e projetos atinentes à realidade social;</p>



<p>II &#8211; ensinar Sociologia Geral ou Especial, nos estabelecimentos de ensino, desde que cumpridas as exigências legais;</p>



<p>III &#8211; assessorar e prestar consultoria a empresas, órgãos da administração pública direta ou indireta, entidades e associações, relativamente à realidade social.</p>



<p>Entretanto, mesmo com a regulamentação, os sociólogos só receberam um dia próprio no calendário nacional cerca de 30 anos depois, em 2009.</p>



<p>A proposta, votada na câmara federal em 15 de abril do mesmo ano, pegou carona na Lei nº 11.684, de junho de 2008, que tornou obrigatório o ensino da disciplina (assim como o da filosofia) nas três séries do ensino médio brasileiro. Desde então, fixou-se a comemoração em 10 de dezembro, em homenagem à regulamentação de 1980.</p>



<p>Vale lembrar que ambas as matérias eram ensinadas nas escolas de todo o país até o ano de 1971, quando, em pleno governo militar, o então ministro da educação, Jarbas Passarinho, substituiu-as pelo ensino de “educação moral e cívica”.</p>



<p>Até o momento da aprovação do dia do sociólogo no Brasil, os profissionais comemoravam a data em 29 de maio (dia do geógrafo, inclusive), acompanhando o calendário internacional.</p>



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		<title>Dia Internacional da Não Violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 20:12:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de não ser muito conhecida, a data existe deste 2007, quando foi criada pela Organização das Nações Unidas. Ainda de acordo com a ONU, o objetivo da data é espalhar a mensagem da não violência.]]></description>
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<hr class="wp-block-separator"/>



<p>A violência é um problema que atinge todas as camadas da sociedade. Estamos acostumados a ver diferenças entre países, grupos e pessoas serem resolvidas com o uso da força. Com o intuito de incentivar a resolução pacifica das diferenças, a ONU instituiu o Dia Internacional da Não Violência.</p>



<p>Apesar de não ser muito conhecida, a data existe deste 2007, quando foi criada pela Organização das Nações Unidas. Ainda de acordo com a ONU, o objetivo da data é espalhar a mensagem da não violência.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Dia Internacional da Não Violência</h2>



<p>O dia 2 de Outubro foi escolhido como o Dia Internacional da Não Violência porque faz referência à data de nascimento (2 de Outubro de 1869) do líder indiano Mahatma Gandhi.</p>



<p>Ele ficou conhecido mundialmente por sua luta anticolonialista na Índia, e suas ações acabaram por levar à independência do país do Reino Unido. Por isso, Gandhi é lembrado como um dos pais da Índia.</p>



<p>Além disso, ele interferiu nas disputas internas entre os povos hindus e muçulmanos. Ele acreditava que os dois povos poderiam viver harmonicamente dentro de uma grande Índia. Sendo assim, ele era contra a separação dos povos em dois países.</p>



<p>Essa divisão realmente aconteceu. Os povos majoritariamente hindus ficaram na Índia e os muçulmanos acabaram se separando e formando o atual Paquistão. A rixa entre os dois povos continua até hoje.</p>



<p>Para tentar alcançar seus objetivos ele não recorria ao uso da força ou violência. Gandhi usava ações pacifista, como passeatas, discursos, greves de fome e petições.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A Não Violência</h2>



<p>As filosofias seguidas por Gandhi eram baseadas em quatro alicerces. A não violência, a verdade, o amor e a não-cooperação. Dessa forma, o líder indiano respondia à violência da qual era vítima com amor.</p>



<p>De acordo com a Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, a ideia da data é pregar o uso das estratégias de não violência para a resolução de disputas internas ou internacionais de cada país.</p>



<p>A ONU defende que é por meio da educação e da conscientização pública que a filosofia de Gandhi conseguirá alcançar e influenciar todas as disputas globais.</p>



<p>As ideias de paz e não violência do líder indiano também defendiam, consequentemente, o respeito e a dignidade de todos os povos. Ou seja, a lição é todos merecem respeito e que existem outros caminhos além da força.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A Morte de Gandhi</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-9971" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-1024x576.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-300x169.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-768x432.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-1140x641.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em 13 de janeiro de 1948, Mahatma Gandhi começou um jejum como uma forma de protestar contra a violência praticada entre indianos e paquistaneses.</p>



<p>Suas ideias de pacificação e da dignidade entre os povos chamaram a atenção de milhares de seguidores, mas também de inimigos. Dia 20 de Janeiro de 1948, Gandhi sofreu um atentado a bomba, mas ninguém se feriu.</p>



<p>O hindu radical Nathuram Godse acreditava que a defesa feita por Gandhi do pagamento ao Paquistão de dívidas por parte da Índia era uma das razões do enfraquecimento do novo governo.</p>



<p>Então, no dia 30 de Janeiro de 1948, Nathuram disparou uma série de tiros contra Gandhi na cidade de Nova Déli. Mahatma acabou não resistindo aos ferimentos e faleceu. De acordo com as tradições hindus, o corpo foi cremado e suas cinzas foram lançadas no Rio Ganges.</p>



<p>Entretanto, antes de morrer, Gandhi exprimiu o desejo de que seu assassino fosse perdoado. Dando mais um exemplo da sua filosofia de paz e não violência.</p>



<p>Apesar do pedido de Gandhi, Nathuram Godse foi preso, julgado e condenado pelo governo indiano. A sentença dada a ele foi a pena de morte por enforcamento.</p>



<p>Mesmo que o último pedido do maior líder pacifista do mundo não tenha sido atendido, seus ensinamentos de não violência e diálogo continuam influenciando milhares de pessoas ao redor do mundo.</p>
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		<title>Dia Nacional do Idoso: os atos de hoje refletem no amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2020 20:27:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Instituído no calendário nacional em 1999, o Dia do Idoso traz para o debate os desafios de envelhecer com qualidade no Brasil. A data também celebra a aprovação do Estatuado do Idoso (Lei 10.741/2003).]]></description>
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<p><em>Instituído no calendário nacional em 1999, o Dia do Idoso traz para o debate os desafios de envelhecer com qualidade no Brasil. A data também celebra a aprovação do Estatuado do Idoso (Lei 10.741/2003).</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Principais objetivos da data:</strong></li></ul>



<p>&#8211; Chamar a atenção para a existência de desigualdades, geralmente como resultado de uma acumulação de desvantagens ao longo da vida;</p>



<p>&#8211; Aproveitar as experiências e o aprendizado ao longo da vida dos cidadãos da chamada terceira idade, criando políticas proativas e adaptativas de trabalho promovendo proteção social e dando acesso à cobertura universal de saúde;</p>



<p>&#8211; Refletir sobre as melhores práticas, lições e progressos para mudar as narrativas e estereótipos negativos que envolvem a velhice.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1.jpg" alt="" class="wp-image-9929" width="579" height="386" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1.jpg 438w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 579px) 100vw, 579px" /><figcaption>(by, Freepik)</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator"/>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>O BRASIL ESTÁ ENVELHECENDO:&nbsp;</strong></li></ul>



<p>De acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulga em novembro de 2019, a expectativa de vida dos brasileiros aumentou em <strong>3 meses e 4 dias, de 2017 para 2018, alcançando 76,3 anos. Desde 1940, já são 30,8 anos a mais que se espera que a população viva.</strong></p>



<p>O Brasil tem mais de 28 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o que representa 13% de toda a população do país. A expectativa para 2035, é de que o número chegue a 48 milhões de pessoas nessa faixa etária, aumentando o percentual para 21% da população, segundo a pesquisa Projeção da População, divulgada em 2018 pelo IBGE<strong>. As estatísticas ressaltam a importância das políticas públicas para atender uma população que está vivendo mais.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>LIVRO DO VELHO AO IDOSO</strong></h3>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/do-velho-ao-idoso-uma-transmutacao-socio-identitaria"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/3c30dfe6b08bc2c6b941d2c65049ca41.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/do-velho-ao-idoso-uma-transmutacao-socio-identitaria">Do velho ao idoso<br>Uma transmutação socio-identitária</a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>‘’A precarização das leis trabalhistas, a partir dos rearranjos legais últimos ligados ao Ministério do Trabalho, traz vulnerabilidades para idosos que entre algumas das coisas que se pode citar, estende arbitrariamente o período de ativa desses trabalhadores, apesar de ter havido alguns ajustes dos congressistas e atenuantes em classes específicas’’.  Professor Gabriel Azevêdo Costa Lima’’</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong><u>Confira o conteúdo exclusivo do autor para a reflexão desta data</u></strong></h3>



<p>Desde a publicação de minha pesquisa de mestrado pela UFSCAR em 2014, Do velho ao idoso: uma transmutação socioidentitária (Paco editorial,2014), o cenário político, cultural e econômico no Brasil passaram por profundas transformações. Essas transformações de certo serão sentidas nos dados a serem tabulados no próximo senso do IBGE, previsto para a data referência de 31 de julho de 2021, no tocante a expectativa de vida dos idosos brasileiros e suas condições socio econômicas atuais, e outros indicativos demonstradores da qualidade da inserção política e social dessa classe etária.</p>



<p>&nbsp;Ainda não sabemos como ficará a metodologia a ser empregada pelo instituto, uma vez que o governo atual já deu indicações para mudança nesse sentido. Haja vista a guerra política e de narrativa atual, em havendo mudança dos métodos é possível também um racha no reconhecimento das análises pelas equipes técnicas envolvidas e comunidade cientifica.</p>



<p>Ao que cabe discutir aqui é considerar, com materialidade robusta, a queda de qualidade na vida do brasileiro que incide diretamente nos idosos. A inflação econômica galopante, aumento de desemprego nas famílias brasileiras, o aumento das restrições burocráticas nos auxílios governamentais de caráter assistencial, regras mais austeras verticalizadas quanto a concessão de pensões e aposentadorias.</p>



<p><strong>&nbsp;Essa austeridade, independente da discussão política que envolve o argumento de necessidades de ordem do ajuste fiscal nacional, legítimas ou não, tem seu atributo de verticalidade social sustentado no fato de que as novas regras previdenciárias e trabalhistas são desiguais por dar tratamento mais severo de arrocho nas classes mais necessitadas.</strong> Pois, mantem-se, o que muitos julgam de excesso de direitos, ou privilégios, a por exemplo magistrados, congressistas e classe militar. <strong>A PEC 241/55, conhecida como PEC 55 ou PEC dos gastos públicos, vigorante desde 2017 no governo do Michel Temer impactou áreas como a saúde e a educação, áreas cruciais para as políticas públicas voltadas aos cidadãos idosos poderem deslanchar e se manterem minimamente.</strong></p>



<p>A precarização das leis trabalhistas, a partir dos rearranjos legais últimos ligados ao Ministério do Trabalho, traz vulnerabilidades para idosos que entre algumas das coisas que se pode citar, estende arbitrariamente o período de ativa desses trabalhadores, apesar de ter havido alguns ajustes dos congressistas e atenuantes em classes específicas.</p>



<p>Em meio a esse desolador quadro nacional, de desmonte previdenciário e do mundo do trabalho, nessa linha de pensamento, temos uma população que consideravelmente envelheceu, mudando o perfil da pirâmide etária brasileira<strong>. Os idosos ocupam, como nunca, postos de trabalho no cotidiano, seu vigor e circulação social, além de seu peso de importância política e de mercado tenha crescido consideravelmente. </strong>Há de lembrar que muitos ainda são arrimos de família em lares empobrecidos e o interesse de participar da vida política tenha aumentado a olhos vistos. Tudo isso dota o idoso de um reconhecimento melhor, comparado as décadas anteriores, havendo ainda preconceitos também.</p>



<p>&nbsp;Os grupos da terceira Idade e outras tantas organizações que valorizam a vida na maturidade passam agora por prova de fogo, para desenvolver as politicas e movimentos capazes de dar perspectivas de desenvolvimento a essa categoria etária e social que se vê, em muitos níveis, ameaçada pela precarização de sua qualidade de vida. Um desafio e tanto para a geração atual e vindouras de idosos brasileiros.</p>



<p>                                              Gabriel Azevêdo Costa Lima (mestre em sociologia, professor da rede Estadual de Ensino da Bahia – Vitória da Conquista -BA) </p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>SOBRE O LIVRO:</strong></h3>



<p>A vivência em grupos da Terceira idade pelo indivíduo, no contexto de sua retirada do mundo produtivo, remete-o a um universo novo. O velho vai cedendo lugar ao idoso, em meio a demandas de ordem socioculturais, políticas e econômicas. As esperanças, nostalgias e leituras de mundo expressas nas narrativas deste livro convidam o leitor a uma inevitável reflexão do que é envelhecer, suas dificuldades e os ganhos possíveis com a maturidade.&nbsp;</p>



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<p>Fontes: <a href="https://sbgg.org.br/sbgg/sobre-a-sbgg/"><strong>Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia</strong>&nbsp;(SBGG)</a><strong></strong></p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/"><strong>Agência&nbsp;pública de notícias</strong> <strong>(</strong>EBC<strong>)</strong></a><em></em></p>



<p><a href="https://www.ibge.gov.br/institucional/o-ibge.html"><strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística </strong>(IBGE</a><em>)</em><em></em></p>
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		<title>DIA DO TRADUTOR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 12:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[academicos]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do tradutor em homenagem aos profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.]]></description>
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<p><em>No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do Tradutor. Data que homenageia os profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.</em></p>



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<p>No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do Tradutor. Data que homenageia os profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.</p>



<p>O tradutor pode atuar em diversas áreas, como: trabalhos de tradução oral, interpretação simultânea em palestras e eventos, e tradução de textos, documentos, contratos, áudios, filmes e legendas.</p>



<p>A data também celebra o aniversário de morte de São Jerônimo, considerado patrono dos tradutores, estudantes e arquivistas. Jerônimo nasceu em 347 na Dalmácia – uma região que abrange territórios da Bósnia, Herzegovina, Montenegro e Croácia, na Europa – e faleceu em Belém, no Estado da Palestina, em 30 de setembro de 420. Foi ele quem traduziu a bíblia para o latim, a conhecida “vulgata”. Ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e também é considerado doutor da Igreja Católica.&nbsp;</p>



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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1.jpg" alt="São Jerônimo Que Escreve, obra de Michelangelo Caravaggio em 1605" class="wp-image-9850" width="575" height="421" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1.jpg 404w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /><figcaption>São Jerônimo Que Escreve, obra de Michelangelo Caravaggio em 1605</figcaption></figure></div>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Bate papo com o tradutor:</strong></h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-rounded"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/production/pacolivros/extra_fields/30/phpbo2itf1568056287.jpeg" alt="" width="121" height="183"/><figcaption>Humberto Pereira da Silva</figcaption></figure>
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<p><em>Humberto também foi responsável pela tradução do livro, La haine de la Littérature &#8211; Ódio à Literatura: uma história da antiliteratura- do historiador francês, William Marx.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Paco Editorial:&nbsp;<strong>Humberto, destaque a importância do tradutor em preservar obras e a transcendência do conhecimento.&nbsp;&nbsp;</strong></h4>



<p>Humberto Silva:&nbsp; Todo trabalho de tradução abre o horizonte para que o leitor tenha acesso a obras em outras línguas. O trabalho de tradução envolve uma responsabilidade enorme. Dizer ao leitor o que ele não teria como saber. Ora, há nuances bem delicadas na tradução. Aspectos bem específicos de uma dada cultura são intraduzíveis, ou a tradução pode acarretar em ambiguidades. Por isso, além, óbvio, do conhecido gramatical da outra língua, é de vital importância que o tradutor conheça o universo cultural que está traduzindo. Assim, a tradução se oferece, principalmente, como meio para que o leitor amplie sua compreensão do mundo, de culturas que sejam diversas da em seu idioma. Só com as traduções podem dar acesso as obras que formam o cânon das realizações humanas em âmbito universal.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Quais os tipos de tradução existem no mercado e a diferença entre elas.&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> Há traduções em todos os campos do saber. Entendo que a poesia é a mais difícil de se realizar. A linguagem poética, figurada, torna praticamente impossível ser vertida para outro idioma sem que se perca muito de seu sentido original. A ideia de “transcrição”, adotada aqui no Brasil pelos irmãos Haroldo e Augusto de Campos, em minha opinião gera uma obra diversa da obra original. Acho importante a tradução de poemas que formam o legado cultural da humanidade. Mas entendo que o leitor deva sempre desconfiar da tradução. Além da poesia, a tradução de livro de filosofia é sempre difícil. A linguagem filosófica é repleta de sutilezas terminológica. Uma palavra má traduzida pode levar que se distorça o pensamento de um determinado filósofo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Como foi o de escolha para traduzir a obra Ódio à Literatura: uma história da antiliteratura?&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> O livro foi uma indicação do editor da Paco, Rodrigo Brito. Ele me propôs e eu encarei o desafio.A Paco, como me asseverou o Rodrigo, pretende dar sequência a uma linha de traduções, e o livro de William Marx é o ponta pé dessa linha.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: O livro aborda que constantemente filosofia, religião e ciências se voltam contra a literatura por meio de discursos que possuem em comum argumentos que visam minar sua autoridade, seu propósito de enunciar a verdade, sua carga de valores morais e sua aceitação social. Deste modo, ressalte a importância da literatura na sociedade.&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> A literatura, para mim, tem duas importâncias que prezo demais. Ela amplia minha compreensão da vida e do mundo para além da bolha em que vivo. Um grande romance me faz ver uma realidade que eu não teria como ver, um mundo, portanto, que escapa aos meus sentidos. Agora, exatamente agora, leio <em>São Bernardo</em>, de Graciliano Ramos. A leitura desse romance me põe diante de hábitos, costumes, comportamentos do interior do nordeste no Brasil no início do século passado. Ontem, li <em>Eugênia Grandet</em>, de Honoré de Balzac, e do mesmo modo se abriu para mim o interior da França nos primeiros anos do século retrasado. Além da compreensão da vida e do mundo, a literatura me ensina que em Graciliano ou Balzac vivemos experiências semelhantes a dos personagens em suas obras, por mais distantes que sejam os mundos deles entre si e o meu do deles.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Deixe uma mensagem aos tradutores.</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> Traduzir não dá dinheiro; é um trabalho de entrega, de paixão: o prazer de ver que alguém lerá um livro porque o tradutor deu essa possibilidade.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Ódio à Literatura</h2>



<p><em>Uma história da antiliteratura</em></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/deb86675b431f83f0c01f0f8ca6e3261.jpg" alt="" width="236" height="353"/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura">https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura</a></figcaption></figure>



<p></p>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>&#8220;Ódio à Literatura&#8221; trata da história da literatura, uma literatura que é objeto de escândalo. Uma literatura que é objeto de contestação ao longo da história, seja pelo seu entendimento ou pelo seu desentendimento. Este livro é, sobretudo, sobre a história da antiliteratura, sendo que “nomeia-se antiliteratura todo discurso que se opõe à literatura, e assim se define em oposição a ela”. Para explicá-la evoca-se os quatro litígios: a autoridade; a verdade; a moralidade; a sociedade. Quatro litígios dificilmente separáveis, uma vez que eles resumem as intenções da literatura e retratam nada menos que quatro frentes principais, quatro cenas primitivas que se articulam em diversos contextos, segundo diversas modalidades, com diversas capacidades para atender as mais diferentes intenções e interesses.</p>
</div>
</div>



<p></p>
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		<title>Código de Defesa do Consumidor completa 30 anos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2020 19:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Completa-se três décadas do CDC (Código de Defesa do Consumidor), sancionada em 11 de setembro de 1990, a Lei n° 8.078 garante direitos e deveres de pessoa física e jurídica. O Código regulariza os princípios básicos em todos dos setores comerciais da sociedade incluindo o comércio eletrônico.]]></description>
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<p><em>Completa-se três décadas do CDC (Código de Defesa do Consumidor), sancionada em 11 de setembro de 1990, a Lei n° 8.078 garante direitos e deveres de pessoa física e jurídica. O Código regulariza os princípios básicos em todos dos setores comerciais da sociedade incluindo o comércio eletrônico.</em></p>



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<p>O CDC garante direito à informação adequada, a proteção contra a publicidade enganosa e abusivas, prazos e garantias, preços abusivos, direito de arrependimento entre outros. O CDC é válido em todo território nacional.</p>



<p>O professor, Diego Ghiringhelli de Azevedo, especialista em Direito do Consumidor e em Direitos Fundamentais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul que tem seu livro &#8220;<a href="https://www.pacolivros.com.br/estudo-transdisciplinar-das-relacoes-de-consumo">Estudo transdisciplinar das relações de consumo</a>&#8221; publicado pela Paco Editorial, destaca a importância do Código de Defesa do Consumidor.</p>



<p>‘’O CDC segue sendo o grande protagonista quando se trata de relações de consumo. Seu caráter principiológico lhe confere a manutenção desse status ao longo dessas três décadas. Em que pese a resistência inicial dos fornecedores quando surgiu, hoje, não há dúvidas quanto a sua importância na harmonização das relações e na proteção do vulnerável dessa relação, por óbvio, o consumidor. Ganha o consumidor, mas, também, o bom fornecedor’’, explica o professor.</p>



<p>Em trinta anos o Código de Defesa do Consumidor assegurou os diretos dos consumidores e mercado, entretanto é necessário avançar. O professor Diego ressalta ‘’ A lei responde bem à ação do tempo, mesmo agora no período da pandemia, em que os contratos de consumo foram muito afetados. Mesmo assim, as relações de consumo mudaram bastante, em especial pelas situações que envolvem a tecnologia. Temos temas como o comércio eletrônico que merecem uma atenção especial, bem como as situações afetam à concessão de crédito e as ações coletivas’’, analisa.</p>



<p>Sobre avanços e alterações no CDC, o professor destaca a o Projeto de Lei nº 3515, de 2015, que prevê a renegociação simultânea do devedor com diversos credores, numa espécie de&nbsp;recuperação judicial da pessoa física. A medida ganhou destaque durante a pandemia, período em que o número de famílias endividadas aumentou. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em agosto, Percentual de famílias com dívidas subiu para 67,5%.</p>



<p>‘’Não há dúvida de que é a principal alteração do texto do CDC em andamento. Ela vai trazer importantes disposições sobre o crédito, prevenção e tratamento do superendividado.&nbsp; A questão já era fundamental antes, mas, com a pandemia, assumiu contornos de extrema urgência, tendo em vista o número de endividados no país’’, explicou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Listamos 10 curiosidades e avanços sobre o CDC, confira:</strong></h2>



<div class="wp-block-image is-style-rounded"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/production/pacolivros/extra_fields/30/phpeL6rtf1568211542.jpeg" alt="" width="198" height="261"/><figcaption><em><em><strong>Por, Professor Diego Azevedo</strong></em></em></figcaption></figure></div>



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<p><strong>01</strong> &#8211; Os primeiros movimentos consumeristas de que se tem notícia originaram-se nos EUA, no final do séc. XIX.</p>



<p><strong>02</strong> &#8211; O vocábulo consumerismo (do inglês <em>consumerism</em>), remete ao movimento social surgido nos EUA na década de 1960, tendo se fortalecido com a mensagem do Presidente John Kennedy ao Congresso, do qual se destaca a passagem: consumidores somos todos nós.</p>



<p><strong>03</strong> &#8211; Antes de ser incluída na Constituição de 1988, a defesa do consumidor, no Brasil, teve como marco mais significativo a Lei da Ação Civil Pública (nº 7.347/85), protegendo os interesses coletivos. No mesmo ano, foi criado o Conselho Nacional de Defesa do Consumidor.</p>



<p><strong>04</strong> &#8211; Na Constituição Federal de 1988, a defesa do consumidor encontra-se consagrada em seu art. 5º, XXXII, portanto, um direito fundamental. É, ainda, princípio da ordem econômica, previsto no art. 170, V.</p>



<p><strong>05</strong> &#8211; A Constituição determinou no art. 48 do ADCT a realização de um Código de Defesa do Consumidor. O CDC, portanto, advém de mandamento constitucional com intuito de dar concretude a um direito fundamental. Em decorrência disso, o artigo 1º do diploma legal estabelece que as normas ali previstas são de ordem pública e interesse social.</p>



<p><strong>06</strong> &#8211; O Código resultou do trabalho de juristas e movimentos sociais, que fizeram a articulação com o poder executivo por meio do já referido Conselho Nacional de Defesa do Consumidor e de uma Comissão Mista do Congresso Nacional.</p>



<p><strong>07</strong> &#8211; Antes da sanção, o projeto teve 42 vetos presidenciais, tornando-se a Lei nº 8.078, publicada em 11 de setembro de 1990 e tendo entrado em vigor em 11 do ano seguinte.</p>



<p><strong>08</strong> &#8211; O CDC é lei principiológica, o que significa que a legislação que trate de relações de consumo deve se estar de acordo com seus preceitos, mesmo que seja norma especial ou lei posterior.</p>



<p><strong>09</strong> -Mais de 600 projetos de lei tentaram alterar o CDC na última década (entre eles as propostas de atualização de temas como comércio eletrônico e superendividamento), mas, apenas dois se tornaram lei.</p>



<p><strong>10</strong> -No ano de 2017 houve uma alteração no artigo 8º do CDC, que trata dos riscos à saúde ou segurança acarretados por serviços e produtos, com a inclusão do parágrafo 2º, estabelecendo a obrigatoriedade da higienização dos equipamentos e utensílios usados e da informação sobre risco de contaminação. Em tempos de pandemia, o dispositivo, antes criticado, assume especial relevância.</p>



<p><strong><em>Confira nossos livros em <a href="http://www.pacolivros.com.br">www.pacolivros.com.br</a></em></strong></p>



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		<title>7 Motivos para ler no inverno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 19:38:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[festival]]></category>
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					<description><![CDATA[O inverno é a estação ideal para estar na companhia de um bom livro e uma xícara de café para aquecer a alma e o corpo. Não há nada melhor para relaxar durante os meses mais frios do que um livro e uma cadeira confortável onde aproveitá-lo. Então, para os leitores de plantão, neste artigo iremos apresentar 7 motivos para ler no inverno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O inverno é a estação ideal para estar na companhia de um bom livro e uma xícara de café para aquecer a alma e o corpo. Não há nada melhor para relaxar durante os meses mais frios do que um livro e uma cadeira confortável onde aproveitá-lo.</em></p>



<p>Então, para os leitores de plantão, neste artigo iremos apresentar&nbsp;<strong>7 motivos para ler no inverno</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. O clima é propício para interiores</h2>



<p>Em primeiro lugar, a estação mais fria do ano é o momento em que nos recolhemos mais dentro de casa, já que o clima não é muito favorável para atividades ao ar livre ou longos passeios e caminhadas. Para muitos, essa temperatura pode ser vista como um empecilho para praticar qualquer hobbie, mas os leitores ávidos sabem que isso não é verdade.</p>



<p>Enrolar-se em um cobertor ou se sentar em uma poltrona aconchegante em frente à lareira — quem não tiver uma, pode usar a imaginação — é o melhor cenário para uma leitura tranquila. Momentos de paz e calma podem ser raros na correria do dia a dia, então é bom saber aproveitá-los.</p>



<p>E para os leitores mais esporádicos, qual o melhor momento para retomar aquele livro deixado para trás ou começar uma leitura completamente nova do que nos dias gelados?&nbsp;<strong>Ler no inverno</strong>&nbsp;tem todos os benefícios das estações mais quentes, somado ao aconchego de um cobertor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. O inverno na literatura</h2>



<p>Na literatura, o inverno é cenário e, muitas vezes, foco de diversas histórias. Ao mesmo tempo em que pode ser uma descrição física, usado como paisagem dos grandes romances da literatura russa, por exemplo, também é identificado em humores e personalidades de personagens, ou mesmo situações de vida que ocorrem durante um período gelado.</p>



<p>O lançamento&nbsp;<a href="https://redaweb.com.br/pautas/detalhes/%E2%80%9Chttps://www.pacolivros.com.br/entre-a-casa-e-a-rua-ecos-de-resistencia-a-ditadura-militar-nos-romances-o-pardal-e-um-passaro-azul-de-heloneida-studart-e-tropical-sol-da-liberdade-de-ana-maria-machado%E2%80%9D">“Entre a casa e a rua”</a>, da autora Evelyn Caroline De Mello, aborda os desafios enfrentados ao pensar nas características literárias de textos escritos por mulheres sobre o período da Ditadura Militar no Brasil. Os materiais analisados pela autora a respeito desse momento mais obscuro da história brasileira recente podem evocar memórias e sentimentos melancólicos, mas são de extrema importância para que preservemos a memória do nosso país.</p>



<p>Neste período de isolamento espacial e distanciamento social, somado ao inverno brasileiro, pode ser um excelente momento de reflexão e análise interna pessoal. Através de livros como “Entre a casa e a rua”, somos forçados a parar um pouco em nossa rotina diária e pensar a respeito da humanidade como um todo, nossas origens e histórias, refletir sobre as semelhanças e diferenças que nos formam ao longo dos anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Conforto em casa</h2>



<p>Muitas vezes, no auge do verão, é desconfortável ficar sentado muito tempo. Com o calor, é muito fácil encontrar outras coisas para fazer (limpar a casa, lavar a calçada, ir caminhar…) e deixar o hábito de leitura de lado. Entretanto,&nbsp;<strong>ler no inverno</strong>&nbsp;com o conforto do ambiente interno é perfeito para parar um pouco e se acomodar num ambiente quente.</p>



<p>Então, prepare sua bebida quente favorita e encontre um ponto confortável e silencioso da casa em que você possa alcançar um momento de silêncio pessoal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Inspirações do frio</h2>



<p>Além do conforto dos interiores, é inegável que o inverno proporciona uma espécie peculiar de inspirações em grandes obras. E isso também pode ser aplicado à própria leitura.</p>



<p>Para quem se encontra sem novas inspirações, que tal mergulhar em um texto de teor epistemológico e educacional focado no discurso da mídia? A obra&nbsp;<a href="https://redaweb.com.br/pautas/detalhes/%E2%80%9Chttps://www.pacolivros.com.br/discursos-midiaticos-em-ciencia-e-educacao%E2%80%9D">“Discursos midiáticos em Ciência e Educação”</a>&nbsp;é composta por uma série de pesquisas que permeiam a intersecção entre mídia e educação.</p>



<p>Nesse livro, sete autores renomados da área educacional refletem sobre a influência do discurso midiático na educação contemporânea. Desde um questionamento a respeito da democraticidade da formação da Base Nacional Comum Curricular, passando por uma discussão sobre o processo de eugenia em território brasileiro e o fechamento com uma análise voltada para as questões da vida de consumo exposta por Bauman.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Quarentena gelada</h2>



<p>Em pleno 2020 de Coronavírus, não podemos deixar de mencionar a situação especial em que nos encontramos. Tanto em grandes cidades, quanto em municípios interioranos, a variação de bandeiras (amarela, laranja, vermelha ou preta) nos coloca numa posição de alerta constante.</p>



<p>Ademais, a rotina de quem está em quarentena pode se tornar exaustiva rapidamente. Então, é bom encontrar atividades para nos mantermos ocupados, e ler com certeza é uma delas.</p>



<p>Para aproveitar esse período um tanto monótono,&nbsp;<strong>ler no inverno</strong>&nbsp;pode ser uma atividade recreativa ou mesmo educativa. É o momento perfeito para colocar em dia algum estudo que ficou para trás ou mergulhar em uma nova pesquisa.</p>



<p>A nossa&nbsp;<a href="https://redaweb.com.br/pautas/detalhes/%E2%80%9Chttps://www.pacolivros.com.br/colecao-pedagogia-de-a-a-z%E2%80%9D">Coleção Pedagogia de A a Z</a>&nbsp;pode ajudar você a encontrar o que estava buscando. São 14 livros de temáticas variadas voltados à pedagogia e educação. Os temas são diversos e cada capítulo traz novas abordagens a respeito da psicologia da educação, educação não formal, o corpo como instrumento educativo, dentre outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. Ajuda a manter o bom humor</h2>



<p>Caso esteja buscando algo além da análise pedagógica, ler no inverno também pode ajudar a aliviar a tensão de ficar tanto tempo trancado em casa.</p>



<p>Para os fãs de Shakespeare, uma de nossas novidades é o livro&nbsp;<a href="https://redaweb.com.br/pautas/detalhes/%E2%80%9Chttps://www.pacolivros.com.br/o-humor-dos-coveiros-de-hamlet-em-traducao-comparada%E2%80%9D">&#8220;O humor dos coveiros de Hamlet em tradução comparada&#8221;</a>&nbsp;que aborda duas das traduções brasileiras da obra do poeta inglês. O autor apresenta a análise das versões de Carlos Alberto Nunes e Millôr Fernandes, além de mostrar sua própria proposta de tradução para a resolução de problemas linguísticos encontrados nas traduções anteriores. O livro traz uma abordagem inovadora com soluções criativas para o característico humor de Hamlet que, segundo o autor, às vezes, não é passado através das traduções.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. Atualizar a mente</h2>



<p>Ainda em tempo,&nbsp;<strong>ler no inverno</strong>&nbsp;também pode ser um exercício para manter a mente ativa e saudável. Sabemos, através de inúmeras pesquisas ao longo dos últimos anos, que ler é benéfico para as sinapses cerebrais.</p>



<p>Contudo, além da importância química e física, a leitura também pode abrir a mente quanto aos assuntos contemporâneos. Como parte da comunidade de educadores, é importante se manter informado a respeito do que está acontecendo ao seu redor.</p>



<p>A pauta do feminismo negro vem ganhando mais espaço nos últimos tempos. O livro&nbsp;<a href="https://redaweb.com.br/pautas/detalhes/%E2%80%9Chttps://www.pacolivros.com.br/feminismos-e-interseccionalidade-mulheres-negras-protagonistas-de-suas-historias%E2%80%9D">“Feminismos e interseccionalidade: mulheres negras, protagonistas de suas histórias”</a>&nbsp;traz histórias sobre a força do movimento negro feminino no Brasil em abordagens distintas a respeito dos corpos negros e a receptividade da mulher negra no mercado de trabalho no país.</p>



<p>Já está mais animado para passar os dias frios na companhia de um bom livro? Acesse&nbsp;<a href="https://redaweb.com.br/pautas/detalhes/%E2%80%9Chttps://www.pacolivros.com.br/%E2%80%9D">nosso site</a>&nbsp;para conhecer o catálogo completo de livros e escolher o melhor para você.</p>
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