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	<title>Mary Makebelieve &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Mary Makebelieve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 11:50:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[James Stephens (1880-1950) foi descoberto por “AE” Russell que, juntamente com W.B. Yeats, fundou o movimento Irish Literary Revival, nos anos de 1980. Em 1907, Russell o denominou de “o novo gênio” por causa de um poema dele no Sinn Féin. Uma coletânea de poesias, Insurrections (1907), imediatamente surgiu e os trabalhos em prosa – The Charwoman’s Daughter (1912), The Crock of Gold (1912) e The Demi-Gods (1914) – se sucederam rapidamente, junto com The Hill of Vision (1912), outra coleção de poemas. Em 1922, após a formação do Estado Livre Irlandês, Stephens mudou-se para Inglaterra, onde estava o seu público. Em Mary Makebelieve (originalmente The Charwoman’s Daugher), o autor irlandês James Stephens (1880-1950) dá-nos uma emocionante história do primeiro encontro de uma menina com o mundo adulto, onde a sua beleza em crescimento torna-se fonte de entusiasmo e ansiedade para ela mesma e para os outros à medida em que ela se movimenta entre o mundo pessoal da sua própria consciência e o mundo público, habitado por homens e mulheres para quem ela se tornou um receptáculo de esperanças e desejos – mas especialmente para um certo policial que chama a sua atenção quando está de serviço num cruzamento da cidade. O envolvimento de Mary e a sua subsequente fuga formam o conto de um inocente romance durante o qual o autor delineia a vida da classe mais pobre de Dublin na virada do século XX, repleta de personagens como a trabalhadora mãe de Mary, a proprietária da casa, Mrs Cafferty, que aluga quartos para sustentar a família, e Mrs O’Connor, a esnobe patroa da “faxineira” mãe de Mary, e tia do “policial grande”. A história de Stephen é um presságio da revolução irlandesa que ele antecipa com as suas cenas imaginárias e as suas frases intensamente criativas. Escolhi James Stephens porque desde a primeira leitura, na minha busca por um novo olhar, ainda não identificado em outras obras, voltei a me encantar por uma história. Foi assim, por exemplo, quando li outros autores irlandeses como John Millington Synge, Brian Friel e Sebastian Barry. Na medida em que lia Stephens, me maravilhava com os detalhes, a delicadeza e o humor presentes em determinados trechos do livro, em outras palavras, a prosa genial do autor. Essa sensação provocada pela leitura me fez desejar trazer o texto para a língua portuguesa na certeza de celebrar Stephens junto ao público brasileiro. Mangas levantadas, decidi desde o início não lançar mão, pelo menos conscientemente, de nenhuma teoria, técnica ou interpretação que me conduzisse ao longo do percurso. O mais difícil foi o número de referências culturais que eu precisei pesquisar para compreender as peculiaridades que Stephens aborda no livro e ser o mais fiel possível ao seu original. Achou interessante? Confira abaixo o livro sobre o tema disponível no catálogo da Paco Editorial. A obra The Charwoman’s Daugher, cujo título agora em versão traduzida é Mary Makebelieve, conta a história de uma garota muito bonita e sonhadora que se tornou objeto de atração de um policial e que, pelas circunstâncias em que se encontram, Mary e sua mãe, esta a encoraja a ceder ao cortejo do policial. Organizado em 32 capítulos, o romance do autor irlandês James Stephens, traduzido por Ana Graça Canan, nos apresenta uma alegoria, já que relata o fato de uma autoridade britânica ter sido rejeitada pelo coração feminino da nação irlandesa, o que faz emergir um presságio da revolução irlandesa. COMPRAR Gostou? Clique no site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">James Stephens (1880-1950) foi descoberto por “AE” Russell que, juntamente com W.B. Yeats, fundou o movimento <em>Irish Literary Revival</em>, nos anos de 1980. Em 1907, Russell o denominou de “o novo gênio” por causa de um poema dele no <em>Sinn Féin</em>. Uma coletânea de poesias, <em>Insurrections</em> (1907), imediatamente surgiu e os trabalhos em prosa – <em>The Charwoman’s</em> <em>Daughter</em> (1912), <em>The Crock of Gold</em> (1912) e <em>The Demi-Gods</em> (1914) – se sucederam rapidamente, junto com <em>The Hill of Vision</em> (1912), outra coleção de poemas. Em 1922, após a formação do Estado Livre Irlandês, Stephens mudou-se para Inglaterra, onde estava o seu público.</p>



<p>Em <em>Mary Makebelieve</em> (originalmente <em>The Charwoman’s Daugher</em>), o autor irlandês James Stephens (1880-1950) dá-nos uma emocionante história do primeiro encontro de uma menina com o mundo adulto, onde a sua beleza em crescimento torna-se fonte de entusiasmo e ansiedade para ela mesma e para os outros à medida em que ela se movimenta entre o mundo pessoal da sua própria consciência e o mundo público, habitado por homens e mulheres para quem ela se tornou um receptáculo de esperanças e desejos – mas especialmente para um certo policial que chama a sua atenção quando está de serviço num cruzamento da cidade. O envolvimento de Mary e a sua subsequente fuga formam o conto de um inocente romance durante o qual o autor delineia a vida da classe mais pobre de Dublin na virada do século XX, repleta de personagens como a trabalhadora mãe de Mary, a proprietária da casa, Mrs Cafferty, que aluga quartos para sustentar a família, e Mrs O’Connor, a esnobe patroa da “faxineira” mãe de Mary, e tia do “policial grande”. A história de Stephen é um presságio da revolução irlandesa que ele antecipa com as suas cenas imaginárias e as suas frases intensamente criativas.</p>



<p>Escolhi James Stephens porque desde a primeira leitura, na minha busca por um novo olhar, ainda não identificado em outras obras, voltei a me encantar por uma história. Foi assim, por exemplo, quando li outros autores irlandeses como John Millington Synge, Brian Friel e Sebastian Barry. Na medida em que lia Stephens, me maravilhava com os detalhes, a delicadeza e o humor presentes em determinados trechos do livro, em outras palavras, a prosa genial do autor. Essa sensação provocada pela leitura me fez desejar trazer o texto para a língua portuguesa na certeza de celebrar Stephens junto ao público brasileiro. Mangas levantadas, decidi desde o início não lançar mão, pelo menos conscientemente, de nenhuma teoria, técnica ou interpretação que me conduzisse ao longo do percurso. O mais difícil foi o número de referências culturais que eu precisei pesquisar para compreender as peculiaridades que Stephens aborda no livro e ser o mais fiel possível ao seu original.</p>



<p>Achou interessante? Confira abaixo o livro sobre o tema disponível no catálogo da Paco Editorial.</p>



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<p class="has-normal-font-size">A obra The Charwoman’s Daugher, cujo título agora em versão traduzida é Mary Makebelieve, conta a história de uma garota muito bonita e sonhadora que se tornou objeto de atração de um policial e que, pelas circunstâncias em que se encontram, Mary e sua mãe, esta a encoraja a ceder ao cortejo do policial. Organizado em 32 capítulos, o romance do autor irlandês James Stephens, traduzido por Ana Graça Canan, nos apresenta uma alegoria, já que relata o fato de uma autoridade britânica ter sido rejeitada pelo coração feminino da nação irlandesa, o que faz emergir um presságio da revolução irlandesa.</p>



<p><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/mary-makebelieve" target="_blank"><strong>COMPRAR</strong></a></p>
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<p>Gostou? Clique no site de nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a> para mais títulos!</p>
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