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	<title>loja &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>A história do Livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2020 16:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.]]></description>
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<p><em>A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>O homem já sabia se expressar de outras formas, além de escrever, há milênios, como através dos desenhos rupestres, nas paredes das cavernas. A sua história, porém, só pode ser registrada a partir da invenção da escrita, há cerca de 5 mil anos.</p>



<p>Como não era capaz de guardar no cérebro de tudo que sabia, o homem aprendeu a escrever, há séculos, a fim de armazenar tudo o que conhecia e passar todas as informações para as futuras gerações. A escrita surgiu, portanto, para criar a História do homem.</p>



<p>Com o passar dos anos, a invenção de tecnologias possibilitou uma conservação melhor das criações humanas, assim como o seu armazenamento. Fora a facilidade para produzir obras e o acesso à informação mais democratizado.</p>



<p>Isso nos leva a uma longa caminhada, desde as plantas e papiros às páginas de um livro digital. O processo para chegar ao último levou muito tempo e apresentou diversas habilidades humanas.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Antiguidade: a época em que começou a história dos livros</h2>



<p>Os relatos mais antigos dos primeiros livros datam de milênios antes de Cristo. E eles não eram nada parecidos com os e-books e livros digitais que vemos hoje.</p>



<p>Antigamente, a escrita era uma atividade exclusiva de escribas ou escrivães, assim como a leitura. Somente eles sabiam ler e escrever. E o material onde eles faziam isso, chamado de papiro (uma espécie de planta), deveria conter apenas informações oficiais, como leis e assuntos administrativos, e religiosas.</p>



<p>Os papiros eram, então, prendidos uns aos outros, a fim de formar um rolo (que podia ter metros de extensão).</p>



<p>Na realidade, cada povo registrava os seus conhecimentos e anotações da forma mais pertinente para si mesmo. Havia escritos em placas de argila, cascas de árvores, pedras, madeira e também em barro.</p>



<p>Os indianos, por exemplo, estavam acostumados a usar as folhas da bananeira para escrever. Em seguida, pedaços de madeira eram usados como a capa do “livro”, depois que as folhas eram costuradas. Até hoje, ainda é possível encontrar livros assim no continente asiático.</p>



<p>Os pergaminhos surgiram séculos depois e serviram para dar mais funcionalidade e resistência aos escritos mais importante da época. Além disso, a preservação de pergaminhos era muito mais fácil do que a de rolos extensos de papiro.</p>



<p>A invenção dos livros encadernados aconteceu quase no final da Antiguidade, quando estudiosos decidiram organizar em páginas os pergaminhos escritos. A novidade serviu como facilitadora para a locomoção e o manuseio dos objetos, quando era necessário.</p>



<p>O papel chegou na Europa anos depois, com a chegada de mercadores árabes, que vieram da China. No entanto, os livros ainda eram manuscritos, copiados por monges e escribas, e podiam demorar mais de um ano para ficarem prontos.</p>



<p>Já durante a Idade Média, os livros viraram exclusividade de clérigos (membros de ordem religiosa). Dessa forma, eles se tornaram objeto para devoção a deuses. Foram criados, inclusive, livros para a formação de novos estudiosos da religião.</p>



<p>Em um momento da história, a Igreja inclusive chegou a proibir inúmeros livros, chamados de impróprios por membros do clero. Por isso, os romances e livros de História, com os quais estamos acostumados, demoraram mais para aparecer.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A revolução da escrita: a prensa de Johannes Gutenberg</h2>



<p>Há cerca de 500 anos, na Idade Moderna, o alemão Johannes Gutenberg segurava um livro impresso pela tecnologia que revolucionou a escrita e a história da comunicação: a prensa de tipos móveis. A partir dessa invenção, a impressão em massa de materiais começou.</p>



<p>A impressão já havia sido criada, durante o século XIV, e os chineses aprimoraram a técnica com tipos móveis de madeira. Nada chegou aos pés da criação de Gutenberg, com metal. Era mais resistente e reutilizável.</p>



<p>Como falamos anteriormente, escrever era uma atividade restrita a escribas, que faziam tudo à mão: escreviam letra por letra nos papéis e pergaminhos. Já é possível imaginar o preço de um livro escrito dessa maneira, não? Provavelmente o preço de terras imensas ou anos de plantações.</p>



<p>Foi através da nova invenção, que o custo para a fabricação de livros diminuiu consideravelmente. O primeiro exemplar impresso foi a Bíblia, em latim, que ficou conhecida como a Bíblia de Gutenberg.</p>



<p>Exatamente na época da invenção de Gutenberg, pensadores e filósofos estudavam novas teorias e a prensa foi essencial para disseminação de novos conhecimentos. Rapidamente, mais pessoas tiveram acesso aos livros e à escrita. Por consequência, mais países adotaram a técnica de impressão e milhares de livros foram publicados nesse período.</p>



<p>Com a disseminação do papel e a facilidade da prensa com os novos tipos móveis, os livros se popularizaram entre as pessoas, a educação deu início a um processo de democratização e a imprensa começou a surgir.</p>



<p>Os novos gêneros de livros começaram a aparecer também por perto dessa mesma época. Os romances, as novelas e os almanaques nasceram após a prensa de Gutenberg. Desde então, os livros são considerados um objeto de acesso a conhecimento e educação, visto que antes as pessoas não sabiam ler ou eram proibidas.</p>



<p>No Brasil, os livros chegaram junto com os portugueses, no século XV, durante o período colonial. Eles eram utilizados, sobretudo, por jesuítas na catequização dos índios. A Bíblia de Gutenberg foi o primeiro livro a chegar em solo brasileiro.</p>



<p>No entanto, só foi permitido escrever livros no nosso país, a partir de 1808, quando a Coroa Portuguesa, de fato, se mudou para cá. Antes disso, ter uma tipografia era considerado crime.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A Idade Contemporânea e a explosão de livros pelo mundo</h2>



<p>A Contemporaneidade (período atual, que começou a partir da Revolução Francesa) e as Revoluções Industriais trouxeram muitas novidades tecnológicas. Fora a produção em larga escala de vários bens, inclusive os livros.</p>



<p>Se a prensa de Gutenberg reduziu o custo de produção dos livros, as inovações oriundas do avanço da tecnologia diminuíram ainda mais. Com isso, deu-se início a era de grandes produções e dos best-sellers, conhecidos e vendidos até hoje.</p>



<p>A leitura e a escrita foram cada vez mais democratizadas. Boa parte da população dos países tinha acesso a livros.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Os livros na Era Digital</h2>



<p>As revoluções tecnológicas não param de acontecer. Praticamente, todos os dias somos bombardeados por novos aparelhos e seus lançamentos. Assim como avanços na saúde e na indústria.</p>



<p>Todas essas mudanças também afetaram os livros e, principalmente, os hábitos de leitura e escrita das pessoas. Hoje, é mais comum escrever e fazer rascunhos pelo computador do que numa folha de papel. Até escolas tradicionais se renderam e começam a adotar material didático mais tecnológico.</p>



<p>Um dos motivos para que isso aconteça é o barateamento do custo de produção dessas tecnologias. Há algumas décadas, nem todas as famílias tinham um computador ou um celular em casa. Eram itens caros demais para se popularizar. Hoje, dificilmente encontramos uma casa que não tenha um computador ou um celular.</p>



<p>Outro ponto que justifica a mudança de costumes é a proteção ao meio ambiente. O desmatamento para fabricação de papel se mostrou reversível, de certa forma, com o advento das tecnologias. Livros com centenas de páginas puderam ser substituídos por folhas digitais. O virar a folha agora é clicar com os dedos.</p>



<p>Fora isso, o armazenamento de livros físicos é muito mais complicado do que simplesmente ler um arquivo e salvar na nuvem ou no próprio computador. Exige estantes ou prédios enormes para guardar acervos, como as bibliotecas. Até elas foram digitalizadas e, hoje, podemos encontrar centenas online.</p>



<p>A modernização dos livros também trouxe a acessibilidade para o universo da leitura. Além de livros digitais, hoje já existem também os áudios-livros. O conteúdo é lido por uma voz. Dessa forma, é possível incluir as pessoas deficientes visuais e estimulá-las a ler cada vez mais.</p>



<p>A acessibilidade na leitura já havia sido pensada, lá atrás no século XIX. Louis Braille criou o sistema de leitura tátil, para pessoas cegas. No entanto, a humanidade segue, ainda bem, tentando inventar novas formas de inclusão social de pessoas deficientes.</p>



<p>Os livros digitais como conhecemos hoje, na realidade, surgiram no final do século XX, mas ganharam espaço, de fato, na última década. A sua chegada foi tão triunfal, que mexeu com o mercado de livrarias e sebos.</p>



<p>Muitas unidades chegaram a fechar as portas, por conta do menor número de vendas e queda no faturamento. Em paralelo, algumas lojas se adaptaram à transformação e passaram a vender os seus livros digitalizados, fáceis de ler em diversos dispositivos.</p>



<p>O debate sobre o fim dos livros físicos ou a sua substituição pelos digitais rende entre especialistas. No entanto, ainda se publicam muitos exemplares e provavelmente continuaremos a sentir o cheiro de um livro novo.</p>



<p>Afinal, o mercado pode ditar muitas regras. Contudo, no final das contas quem decide o futuro dos livros é o leitor. Possivelmente teremos que nos acostumar com novas tecnologias e maneiras de se ler. Mas no fim, quanto mais lermos, mais livros serão escritos, sejam eles físicos ou digitais.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Veja nossos E-books Grátis:</h2>



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<h2 class="wp-block-heading">E-books vendidos na Amazon:</h2>



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<h2 class="wp-block-heading">Visite nossa Loja:</h2>



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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 16:33:52 +0000</pubDate>
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<p><em>Nós</em> <em>da Paco, temos como foco ajudar o Autor ou Organizador a realizar sua necessidade de <a href="https://editorialpaco.com.br/capitulo-de-livros/">publicar</a>! Mas não é só publicar e sim propagar a obra!</em></p>



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		<title>Feitiço Caboclo: a trajetória de um indígena, no Brasil setecentista, para encontrar seu lugar na hierarquia social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 15:31:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O professor Luís Rafael Araújo Corrêa narra, em sua obra, a trajetória de um índio, no Brasil do século XVIII, durante as transformações sociais impostas pela Coroa portuguesa, que vive uma história de religiosidade, feitiçaria e busca por ascensão social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="wp-image-3098 alignleft" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/12/4412-1.jpg" alt="" width="326" height="489" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/12/4412-1.jpg 666w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/12/4412-1-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 326px) 100vw, 326px" /></p>
<p>O professor Luís Rafael Araújo Corrêa narra, em sua obra, a trajetória de um índio, no Brasil do século XVIII, durante as transformações sociais impostas pela Coroa portuguesa, que vive uma história de religiosidade, feitiçaria e busca por ascensão social.</p>
<p>O índio Miguel Ferreira Pestana viveu grande parte da sua vida como inúmeros indígenas do solo brasileiro no Brasil setecentista. Morou em aldeamentos, fora batizado pela Companhia dos Jesuítas e realizava as tarefas solicitadas pelos religiosos cristãos. No aldeamento de Nossa Senhora da Assunção, em Reritiba, aprendeu e exerceu funções de carpintaria, onde também se casou e viveu como subalterno na sociedade colonial.</p>
<p>Esse cenário se mantém até o momento em que Miguel Pestana é enviado, pela condenação do Santo Ofício, a prestar serviços aos Galés, mudando seu status de índio aldeado para índio evadido. Assim, se iniciam as suas andanças entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, dando evidência para sua experiência e práticas com a feitiçaria, que tanto rondavam pela América Portuguesa.</p>
<p>Nessas andanças, Miguel Pestana entra em contato com múltiplos contextos sociais, envolvendo-se com diferentes espaços físicos e interagindo com todo o mundo colonial, em busca de seu lugar na sociedade. Foi acusado de feitiçaria, sofreu processo inquisitorial do Santo Ofício e reviveu o papel das aldeias e das práticas religiosas.</p>
<p>O resultado dessa obra é uma narrativa emocionante e que desmistifica o índio submisso e alheio às ordens impostas pela Coroa portuguesa. O autor possibilita o contato com os reais mandingueiros e suas atividades no Brasil do período colonial. Por isso, esse é um belo retrato das práticas mandingueiras realizadas na época, deixando-se de lado as mitificações ou romantizações das tradições culturais e religiosas que, por tanto tempo, ficaram invisíveis.</p>
<p>Ao relatar a história de Miguel, Luís Rafael ainda possibilita que se dê voz a personagens que só agora passaram a ser valorizados na historiografia brasileira – como índios, negros e mestiços, e suas reais práticas culturais. A trajetória de Miguel mostra, com contribuições historiográficas, os acontecimentos e as tradições culturais que, até então, estavam invisíveis, já que deu voz e visibilidade a agentes subalternos e suas relações com o contexto colonial.</p>
<p>O professor Luís Rafael Araújo Corrêa tem neste livro o resultado de uma excelente tese defendida na Universidade Federal Fluminense, em março de 2017. É doutor e mestre em História Social, atuando em temas como colonização na América Portuguesa, povos e aldeamentos indígenas, Companhia de Jesus, mestiçagem, Diretório dos índios, micro-história e Inquisição portuguesa. Sua obra, <em>Feitiço Caboclo</em>, foi resultado dessa ampla pesquisa em diferentes fontes históricas, dando voz aos reais personagens que viveram o Brasil do século XVIII.</p>
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		<title>Práticas para Aulas de Língua Portuguesa e Literatura: Ensino Fundamental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 17:39:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A educação é o pilar que sustenta qualquer país. É pensando nisso, e sabendo as dificuldades que os professores podem ter para exercer essa função importantíssima para a sociedade, que Daniela Netto e Adauto Taufer usaram sua experiência com a língua portuguesa para elaborar o livro Práticas para Aulas de Língua Portuguesa e Literatura, de modo a ajudar outros profissionais, nem que seja só um pouco, em uma tarefa tão difícil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3065 alignleft" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/11/4303.jpg" alt="" width="350" height="525" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/11/4303.jpg 600w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/11/4303-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></p>
<p>A educação é o pilar que sustenta qualquer país. É pensando nisso, e sabendo as dificuldades que os professores podem ter para exercer essa função importantíssima para a sociedade, que Daniela Netto e Adauto Taufer usaram sua experiência com a língua portuguesa para elaborar o livro <em>Práticas para Aulas de Língua Portuguesa e Literatura</em>, de modo a ajudar outros profissionais, nem que seja só um pouco, em uma tarefa tão difícil.</p>
<p>O primeiro esboço da ideia surgiu quando Adauto era professor de Prática de Ensino da Língua Portuguesa. Durante as aulas, ele sempre quis perguntar aos alunos, algo que eles não sabiam e deveriam saber e, pedir para preparar uma aula sobre isso. O objetivo por trás da ideia era fazer com que cada um entendesse a sua franqueza e suas forças como professor, de modo que todos pudessem debater juntos, para melhorar a qualidade de ensino de cada um.</p>
<p>Infelizmente, a ideia não foi aplicada na prática, mas também não saiu da cabeça do professor, que usou essa inspiração para, junto com Daniela, escrever a obra. A ideia de formalizar o assunto em um livro não podia ter saído em uma hora mais propícia e que reflete como os professores passam a vida inteira trabalhando: tomando um café, durante o recesso escolar. Portanto, o livro visa uma troca de experiências bem franca, de professores para professores, para que possam ser discutidas as dificuldades de cada um, e quem sabe, ajudar profissionais que passam por problemas parecidos.</p>
<p>A verdade, é que todo professor de português sofre com uma quantidade de trabalho muito grande, e uma carga horária bem maior do que deveria. O ensino da língua portuguesa é complicado por si só, mas existem ainda os três pilares principais que envolvem essa disciplina: a oralidade, a escrita e a leitura. Com tanta coisa para fazer, sobra muito pouco tempo para planejar as aulas, fazendo com que os professores tenham que trabalhar ainda mais.</p>
<p>Por isso, o livro é uma tentativa de prestar alguma ajuda aos professores. Ele cobre práticas que vão desde aulas para o sexto ao nono ano, abordando também educação para jovens e adultos, discutindo temas interessantes e atuais, como as redes sociais nas salas de aula.</p>
<p>Daniela Favero Netto doutora em Letras, com especialização em Estudos de Linguagem, na linha de pesquisa de Linguística Aplicada, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente, é professora de Língua Portuguesa e Literatura no Colégio de Aplicação, também da UFRGS. Sempre atualizada nos estudos, pesquisa sobre ensino e aprendizagem de escrita na educação básica, prática de ensino e diversos outros temas.</p>
<p>Adauto Locatelli Taufer doutor em Letras, com especialização em Estudos da Literatura Brasileira, Luso-Africana e Portuguesa, pela UFRGS. É professor de Língua Portuguesa e Literatura no Colégio de Aplicação, e busca aprimorar a pesquisa sobre a produção de curtas-metragens e de texto, práticas de ensino, literatura contemporânea, e diversos outros temas.</p>
<p>O ensino da Língua Portuguesa certamente não é nada fácil. É preciso abordar muitos pontos para aprimorar aquilo que sustenta um dos aspectos que a humanidade tem de mais importante: a comunicação. Com esse livro, os autores esperam poder ajudar novos professores, ou profissionais que tenham alguma dificuldade, a serem ainda melhores em uma atividade tão difícil quanto importante.</p>
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		<title>Um Maravilhoso Imaginário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2018 06:56:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você sabe de onde surgiu ou quais são as origens da noção que temos hoje sobre um mundo maravilhoso e fantástico? Mundo este, inclusive, que é reproduzido em diversos produtos culturais, como filmes, gibis, livros de conto etc. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3052 alignleft" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/10/leonardo_meliani_velloso___divulgacao.jpg" alt="" width="330" height="495" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/10/leonardo_meliani_velloso___divulgacao.jpg 600w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/10/leonardo_meliani_velloso___divulgacao-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 330px) 100vw, 330px" /></p>
<p>Você sabe de onde surgiu ou quais são as origens da noção que temos hoje sobre um mundo maravilhoso e fantástico? Mundo este, inclusive, que é reproduzido em diversos produtos culturais, como filmes, gibis, livros de conto etc. Quem nunca, por exemplo, assistiu ou leu os livros que relatam o maravilhoso e fantástico universo de Nárnia e quis participar dele? Duvido muito que você não tenha tido esse desejo.</p>
<p>A questão é que o maravilhoso e o fantástico fascinam a sociedade há milênios, consolidando-se em seu imaginário, e como tais também fascinaram o pesquisador em História Cultural, Leonardo Velloso, autor da obra <em>Um Maravilhoso Imaginário</em>, publicada recentemente pela Paco Editorial.</p>
<p>Objetivando identificar como esse imaginário fantástico foi construído, quais são as suas origens, como e onde ele foi representado, qual foi a imagem que o homem lhe deu e por que lhe foi dada tal representação, o autor faz um percurso histórico-científico que é capaz de prender a nossa atenção do começo ao fim.</p>
<p>Empregando uma linguagem leve e fluida, o autor nos concebe fôlego o suficiente para concluir a obra de uma só vez. Mas, vale dizer, não é somente isso que faz com que a gente fique atento à obra, fixado nela. A escolha do tema trabalhado pelo pesquisador é instigante e pertinente tanto do ponto de vista histórico como cultural e social, considerando que se trata de uma obra que deixa um grande legado para os estudos no âmbito do imaginário social.</p>
<p>Como todo empreendimento científico precisa de um recorte metodológico, por uma questão de rigor e de tradição positivista, a obra está sustentada, especificamente, nos estudos detalhados de “livros maravilhas” como <em>As viagens de Jean de Mandeville</em> e o <em>Libro Del Conoscimiento</em>, os quais fornecem elementos comuns que se resvalam na tradição de descrição de lugares fantásticos, localizados nos extremos do mundo conhecido.</p>
<p>Guarnecido de tais elementos presentes nesses “livros maravilhas”, o autor busca confrontá-los com o objetivo de reconhecer a sua influência na produção cultural do Renascimento e da Idade Média, especificamente na literatura de viagens e na cartografia.</p>
<p>Como parte essencial, o esquema adotado de sustentação teórica na obra é vasto e capaz de fornecer solidez a ela. A obra conta com contribuições de teóricos essenciais (Michel Foucault, Roger Chartier etc.) para um entendimento aprofundado de um mundo maravilhoso e fantástico, que habita o imaginário social desde a Antiguidade e que se faz presente, principalmente, no cerne da sociedade contemporânea.</p>
<p>Ainda que a obra não seja focada especificamente na reprodução do maravilhoso e do fantástico na produção cultural contemporânea, ela abre uma fresta e suscita questionamentos sobre os produtos culturais que consumimos neste século.</p>
<p>É, em outras palavras, uma obra atemporal, capaz de se fazer presente em debates e trazer à tona aspectos de diversas culturas e sociedades que foram influenciadas pelos esquemas mentais do maravilhoso e do fantástico.</p>
<p>Como atemporal e multidisciplinar, <em>Um Maravilhoso Imaginário</em> é fonte de conhecimento para qualquer ciência e, inclusive, uma ótima base para quem tem curiosidade em conhecer as origens daquele atípico mundo com monstros, princesas, fadas, heróis etc.</p>
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		<title>Manual Jurídico da Escravidão: Império do Brasil.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 22:01:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um dos temas mais marcantes da história brasileira sem dúvidas é o regime de escravidão que foi implementado enquanto o país ainda era uma colônia de Portugal. Embora ela tenha começado com os indígenas, o ápice foi a exploração da força de trabalho de homens e mulheres que eram trazidos do continente africano entre os séculos XVI e XIX.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3056 alignleft" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/09/capa.jpg" alt="" width="334" height="501" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/09/capa.jpg 600w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2018/09/capa-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 334px) 100vw, 334px" /></p>
<p><span style="color: #000000;">Um dos temas mais marcantes da história brasileira sem dúvidas é o regime de escravidão que foi implementado enquanto o país ainda era uma colônia de Portugal. Embora ela tenha começado com os indígenas, o ápice foi a exploração da força de trabalho de homens e mulheres que eram trazidos do continente africano entre os séculos XVI e XIX.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O assunto é certamente desconfortável, mas precisa ser estudado. Afinal, compreender todas as minúcias da nossa história e dos erros que foram cometidos no passado é a base para a construção de um futuro diferente e melhor. O livro <a style="color: #000000;" href="https://www.pacolivros.com.br/Manual_Juridico_da_Escravidao/prod-5414371/">“O manual jurídico da escravidão”</a>, de André Barreto Campello, debruça-se sobre o instituto jurídico da escravidão de negros no Brasil, focando no século XIX.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O livro se caracteriza por procurar fazer uma análise objetiva e sistemática do objeto de estudo, mas sem deixar de ser completa. Por isso, logo no início, o autor já esclarece equívocos comuns quando se trata da escravidão, preparando o leitor para receber as informações corretas e bem embasadas que virão em seguida.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Campello fala sobre a Constituição de 1824 que regulamentou o regime escravocrata; sobre as leis que foram criadas para, supostamente, limitar esse tipo de trabalho (como a Lei do Ventre Livre, por exemplo); sobre os meandros do tráfico de escravo e os tratados entre países que interferiam nele; sobre os aspectos burocráticos e legislativos existentes por trás da escravidão. O livro vai percorrendo um longo caminho, perpassando esses e outros assuntos, até chegar à Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel e que finalmente aboliu a escravidão, já no final do século XIX.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O autor também esclarece questões muito curiosas sobre a escravidão, como, por exemplo, de que forma o tráfico de escravos começou e terminou efetivamente? A Lei Áurea extinguiu mesmo, de uma vez por todas, a escravidão? Assim, de uma hora para a outra? Os escravos, em sua maioria, apenas aceitavam de forma passiva o destino que era imposto a eles? O proprietário do escravo podia aplicar a ele uma pena de morte?</span></p>
<p><span style="color: #000000;">É uma obra bem completa acerca das características e particularidades da escravidão no Brasil, analisando as causas e consequências de todo esse processo. Apesar de ser um livro bem aprofundado em suas observações, a leitura é objetiva e de fácil acesso.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Disfarçado de sistema produtivo que movia a nação, o Brasil instaurou um regime de opressão, morte, sofrimento extremo e condições desumanas, que até hoje tem seus efeitos sobre a nação. Vivemos em um país que, infelizmente, ainda é altamente racista e isso, em grande parte, se deve à escravidão que perdurou por tanto tempo. Possivelmente, se houvesse um interesse maior em compreender os horrores da escravidão, essa mentalidade racista e todos os problemas advindos dela poderiam ser amenizados.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“O manual jurídico da escravidão” presta um serviço a toda a sociedade brasileira ao desvendar os segredos que permeiam esse período obscuro da nossa trajetória. A leitura é intrigante e, acima de tudo, agrega muito conhecimento a todos os que se entregarem a ela.</span></p>
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