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	<title>liberdade &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Quando Uma Luz Se Apaga E Outra Se Acende: O Menino Geydson E A Liberdade Assistida No Sertão De Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 14:45:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livro Quando uma luz se apaga e outra se acende: o menino Geydson e a Liberdade Assistida no sertão de Pernambuco, é resultado da minha pesquisa de Mestrado no Programa de Pós-graduação em Educação Culturas e Identidades na UFRPE/FUNDAJ. Trazendo uma discussão sobre o Sistema Socioeducativo, o livro tem como protagonista um adolescente que cumpriu medidas socioeducativas no sertão de Pernambuco, que ao ter como metodologia a trajetória de vida, reflete sobre como o sistema socioeducativo marcou sua história e como este pode ser apenas um reprodutor das violências e manutenção do controle dos corpos. O livro tem como técnica de pesquisa cartas pessoais, que foram trocadas entre eu enquanto pesquisadora o Geydson, o protagonista. Este livro é mais que o resultado do ritual acadêmico, ele é também meu olhar sobre o sistema no qual trabalho como Pedagoga há 10 anos. Em uma sociedade que vem discutindo a redução da maioridade penal, mas que tem suas vagas no sistema socioeducativo definidas por marcadores sociais como cor, raça, escolarização, classe social e tantos outros, defender o direito de adolescentes é defender a prática de medidas não punitivas, de um processo pautado sobretudo na garantia dos direitos individuais e coletivos. O livro é ainda meu jeito de dizer que não acredito no que o atual sistema socioeducativo propõe, defendo sua abolição, pois ele permanece sendo um lugar onde a violência se faz em escalas cada vez mais sofisticadas Confira abaixo o livro disponível em nossa Loja Virtual:]]></description>
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<p>O livro Quando uma luz se apaga e outra se acende: o menino Geydson e a Liberdade Assistida no sertão de Pernambuco, é resultado da minha pesquisa de Mestrado no Programa de Pós-graduação em Educação Culturas e Identidades na UFRPE/FUNDAJ.</p>



<p>Trazendo uma discussão sobre o Sistema Socioeducativo, o livro tem como protagonista um adolescente que cumpriu medidas socioeducativas no sertão de Pernambuco, que ao ter como metodologia a trajetória de vida, reflete sobre como o sistema socioeducativo marcou sua história e como este pode ser apenas um reprodutor das violências e manutenção do controle dos corpos. O livro tem como técnica de pesquisa cartas pessoais, que foram trocadas entre eu enquanto pesquisadora o Geydson, o protagonista. Este livro é mais que o resultado do ritual acadêmico, ele é também meu olhar sobre o sistema no qual trabalho como Pedagoga há 10 anos.</p>



<p>Em uma sociedade que vem discutindo a redução da maioridade penal, mas que tem suas vagas no sistema socioeducativo definidas por marcadores sociais como cor, raça, escolarização, classe social e tantos outros, defender o direito de adolescentes é defender a prática de medidas não punitivas, de um processo pautado sobretudo na garantia dos direitos</p>



<p>individuais e coletivos. O livro é ainda meu jeito de dizer que não acredito no que o atual sistema socioeducativo propõe, defendo sua abolição, pois ele permanece sendo um lugar onde a violência se faz em escalas cada vez mais sofisticadas</p>



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<p>Confira abaixo o livro disponível em nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:25% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/quando-uma-luz-se-apaga-e-outra-se-acende"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2ba666b9f43b0cc4b582158d4eb17cf0.webp" alt="" class="wp-image-34691 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2ba666b9f43b0cc4b582158d4eb17cf0.webp 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2ba666b9f43b0cc4b582158d4eb17cf0-200x300.webp 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
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<p>Quando uma luz se apaga e outra se acende: o menino Geydson e a Liberdade Assistida do sertão de Pernambuco é resultado de uma pesquisa realizada no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação, Culturas e Identidades, da Universidade Federal Rural de Pernambuco/Fundação Joaquim Nabuco, que trata das experiências de adolescentes em conflito com a lei no cumprimento de medidas socioeducativas.</p>



<p>A obra, que está organizada em quatro capítulos, apresenta, a partir das memórias de Geydson, o contexto das medidas socioeducativas cumpridas em municípios do sertão de Pernambuco, refletindo sobre as diversas negligências e descasos presentes em instituições que deveriam promover a socioeducação de adolescentes que estão em conflito com a lei.</p>
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		<title>A liberdade de ser quem você é&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 11:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O empoderamento feminino é a consciência coletiva das mulheres que não deixam ser inferiorizadas pelo seu gênero e se impõem contra o machismo imposto pela sociedade. Taxadas desde sempre como o sexo frágil, as mulheres vêm se colocando contra qualquer tipo de julgamento e mostrando sua força. O machismo existente durante toda a história trouxe a cultura do estupro e a inferiorização feminina. Ainda hoje há esse tipo de pensamento, porém aos poucos ele vem sendo combatido. No ano de 2009, o Talibã,&#160;movimento fundamentalista islâmico nacionalista difundido no Paquistão, proibiu mais de 50 mil garotas de frequentarem qualquer instituição de ensino. As mulheres não teriam mais o direito de estudar, tendo em vista que suas funções deveriam ser estritamente domésticas. Malala Yousafzai,&#160;então com 11 anos de idade, tinha o sonho de crescer e tornar-se médica. O jornal americano&#160;The New York Times&#160;publicou um&#160;documentário&#160;contando a história da garota, que não se calou frente a essa proibição. Alguns anos mais tarde, a menina seria atingida com um tiro na cabeça enquanto voltava da escola, em represália por sua resistência. Malala sobreviveu e, após sua história correr o mundo, a menina tornou-se a pessoa mais jovem a receber o prêmio Nobel da Paz, com apenas 17 anos de idade. Malala é uma mulher empoderada, e histórias como a dela podem ser vistas em vários países – a diferença é que nem sempre tem repercussão ou um final feliz. Infelizmente não é só em países de cultura oriental que existe o machismo. No Brasil, apesar desse termo estar sendo desconstruído, ainda existe a diferença salarial, participação no mercado de trabalho, equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, desigualdade no serviço doméstico, entre tantos outros. Segundo a&#160;Central Única dos Trabalhadores, as mulheres brasileiras estudam mais, mas, ao mesmo tempo, possuem um salário menor e se ocupam mais com as tarefas domésticas do que os homens. Vale lembrar que o empoderamento feminino contribui para que as mulheres tenham o direito de participar ativamente dos mais diversos tipos de debates, tomando decisões que influenciarão no futuro de sua região, país, ou sociedade como um todo.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">O empoderamento feminino é a consciência coletiva das mulheres que não deixam ser inferiorizadas pelo seu gênero e se impõem contra o machismo imposto pela sociedade. Taxadas desde sempre como o sexo frágil, as mulheres vêm se colocando contra qualquer tipo de julgamento e mostrando sua força. O machismo existente durante toda a história trouxe a cultura do estupro e a inferiorização feminina. Ainda hoje há esse tipo de pensamento, porém aos poucos ele vem sendo combatido.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Direito-das-Mulheres-2000x1000-3-1024x512.jpg" alt="" class="wp-image-7578" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Direito-das-Mulheres-2000x1000-3-1024x512.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Direito-das-Mulheres-2000x1000-3-300x150.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Direito-das-Mulheres-2000x1000-3-768x384.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Direito-das-Mulheres-2000x1000-3-1536x768.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Direito-das-Mulheres-2000x1000-3-1080x540.jpg 1080w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Direito-das-Mulheres-2000x1000-3-1140x570.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Direito-das-Mulheres-2000x1000-3.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>No ano de 2009, o Talibã,&nbsp;movimento fundamentalista islâmico nacionalista difundido no Paquistão, proibiu mais de 50 mil garotas de frequentarem qualquer instituição de ensino. As mulheres não teriam mais o direito de estudar, tendo em vista que suas funções deveriam ser estritamente domésticas.</p>



<p>Malala Yousafzai,&nbsp;então com 11 anos de idade, tinha o sonho de crescer e tornar-se médica. O jornal americano&nbsp;<em><a href="https://www.nytimes.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="The New York Times (abre numa nova aba)">The New York Times</a></em>&nbsp;publicou um&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.nytimes.com/2013/10/08/world/asia/the-making-of-Malala.html" target="_blank">documentário</a>&nbsp;contando a história da garota, que não se calou frente a essa proibição. Alguns anos mais tarde, a menina seria atingida com um tiro na cabeça enquanto voltava da escola, em represália por sua resistência. Malala sobreviveu e, após sua história correr o mundo, a menina tornou-se a pessoa mais jovem a receber o prêmio Nobel da Paz, com apenas 17 anos de idade. Malala é uma mulher empoderada, e histórias como a dela podem ser vistas em vários países – a diferença é que nem sempre tem repercussão ou um final feliz.</p>



<p>Infelizmente não é só em países de cultura oriental que existe o machismo. No Brasil, apesar desse termo estar sendo desconstruído, ainda existe a diferença salarial, participação no mercado de trabalho, equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, desigualdade no serviço doméstico, entre tantos outros. Segundo a&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.cut.org.br/noticias/a-desigualdade-entre-homens-e-mulheres-no-mercado-de-trabalho-e-na-vida-ce54" target="_blank">Central Única dos Trabalhadores</a>, as mulheres brasileiras estudam mais, mas, ao mesmo tempo, possuem um salário menor e se ocupam mais com as tarefas domésticas do que os homens.</p>



<p>Vale lembrar que o empoderamento feminino contribui para que as mulheres
tenham o direito de participar ativamente dos mais diversos tipos de debates,
tomando decisões que influenciarão no futuro de sua região, país, ou sociedade
como um todo.</p>
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