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	<title>lgbt &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>17/05 &#8211; Dia Internacional contra a Homofobia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2020 12:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Enfrentamos até os dias de hoje o legado de um passado que marcou profundamente o Brasil como país homofóbico. Com a chegada dessa data tão importante, é inevitável que discussões sobre o assunto venham à tona, e é importantíssimo aproveitar essa oportunidade para refletir.]]></description>
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<p><em>Enfrentamos até os dias de hoje o legado de um passado que marcou profundamente o Brasil como país homofóbico. Com a chegada dessa data tão importante, é inevitável que discussões sobre o assunto venham à tona, e é importantíssimo aproveitar essa oportunidade para refletir.</em></p>



<p>Muitos eventos significativos aconteceram nos últimos 20 anos, no que diz respeito à causa LGBT+. Separamos, aqui, alguns dos principais marcos positivos dessa luta, assim como números e estatísticas levantadas ao longo desse período que vão ser úteis na hora de visualizar a questão a nível nacional e internacional. </p>



<p>Continue a leitura para saber um pouco mais sobre o histórico e os desdobramentos que esse dia tão importante e de tamanho peso para a comunidade vem tendo no Brasil desde maio de 1990. </p>



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<h2 class="wp-block-heading">A Paco Livros destacou algumas obras sobre o assunto:</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/homens-como-outros-quaisquer-subjetividade-e-homoconjugalidade-masculina-no-brasil-e-argentina"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/b769aef5c924361d8be63f6043a46fef.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/homens-como-outros-quaisquer-subjetividade-e-homoconjugalidade-masculina-no-brasil-e-argentina"> Homens como outros quaisquer<br>Subjetividade e homoconjugalidade masculina no Brasil e Argentina </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Esta obra analisa a construção dos sujeitos, das subjetividades e das conjugalidades entre “homens como outros quaisquer” que mantinham relações estáveis de parceria com homens semelhantes nas cidades de Buenos Aires e Brasília. Assim, este livro aborda questões tais como a construção da fidelidade, do sexo e do amor, das relações abertas e fechadas, da sociabilidade gay, do respeito, da tolerância e do reconhecimento da união, inspirado em uma perspectiva que busca trazer à tona elementos interseccionais de análise, tais como, gênero, cor/raça/etnia/nacionalidade, classe/camada social e grupo etário/geracional. </p>
</div>
</div>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/bajuba-memorias-e-dialogos-das-travestis"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/bb526ec7ea673b37f2223f4be4797dbf.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/bajuba-memorias-e-dialogos-das-travestis"> Bajubá<br>Memórias e Diálogos das Travestis </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Em “Bajubá: memórias e diálogos das travestis” encontramos um estudo sobre o Bajubá, linguagem utilizada pela comunidade LGBT, que tem origem na língua africana iorubá-nagô, baseada no léxico da língua portuguesa, com diferentes arranjos. A circulação da linguagem, sua permanência, popularização e os signi¬ficados acionados pelas travestis por meio do bajubá mostram que gênero, raça, etnicidade, geração e classe se interseccionam na origem e nos fluxos desse dialeto. Esta publicação é destinada a pesquisadores, professores e interessados em refletir e a (re)pensar, a língua, a partir do bajubá, das memórias das travestis e da comunidade LGBT no país. </p>
</div>
</div>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-envelhecimento-e-a-homossexualidade-masculina"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/e4b9a2fca6c4d9fea9d099edf5d7df99.jpg" alt=""/></a><figcaption> <a href="https://www.pacolivros.com.br/o-envelhecimento-e-a-homossexualidade-masculina">O Envelhecimento e a Homossexualidade Masculina </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> A sexualidade na velhice é um tema ainda negligenciado, pouco abordado e menos entendido pela sociedade, pelos próprios idosos e mesmo pelos profissionais da saúde. Quando se trata de idosos homossexuais, a temática se torna interessante em termos de estudo, haja vista as questões de preconceitos e estigma que cercam tanto a homossexualidade quanto a velhice. Assim sendo, o questionamento que se faz neste livro é: o que significa a velhice para homossexuais e que lugar ela ocupa na trajetória de vida dessas pessoas? A obra nos mostra algumas particularidades acerca do processo de envelhecer e ser gay, sob a ótica de quatro indivíduos idosos do sexo masculino e o impacto social que o ato de assumir sua sexualidade ainda causa em nossa sociedade. </p>
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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/64b567082e3bbaf8677307f6318d9187.jpg" alt=""/><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/genero-e-sexualidade-grupos-de-discussao-como-possibilidade-formativa"> Gênero e Sexualidade<br>Grupos de discussão como possibilidade formativa </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Este livro apresenta resultados de um processo formativo e investigativo sobre gênero e sexualidade. Oferece ao leitor um panorama favorável a uma reflexão desprovida em sua essência de todo e qualquer preconceito, seja social, cultural ou intelectual. É louvável a competência com que o autor coloca questões tão íntimas dos sujeitos pesquisados, de uma forma respeitosa e transparente, sem abdicar do processo investigativo. Não se trata de um estudo simplista e nem tão pouco corriqueiro, trata-se, porém, de um novo olhar, uma lente que busca nas entranhas do sujeito um despertar ímpar, no qual somente aquele que percorre tal caminho será capaz de averiguar a ausência de determinismos psicológicos ou comportamentais. Esta obra traz um movimento intenso, coloca em primeira evidência, o esforço do sujeito em perceber e aceitar suas limitações e individualizações para então aventurar-se na descoberta de sua própria sexualidade e compreensões sobre o papel dos gêneros, no qual o maior risco está em sair de sua zona de conforto e se jogar na toca do coelho, e assim como Alice no País das Maravilhas, nunca mais voltar a ser a mesma pessoa. </p>
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<h2 class="wp-block-heading">Escolha da data</h2>



<p>A escolha do dia 17 de maio para celebrarmos o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia não é por acaso. Vem a ser justamente o dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS), em decisão histórica, deixou de considerar a homossexualidade como uma doença. </p>



<p>Desde sua criação, em 2004, o impacto social que a data causa é tamanho que, com força cada vez maior, mais de 130 países comemoram o dia anualmente com marchas e passeatas que atingem a marca dos milhões. Os meses de maio e junho são marcados pela presença das cores da bandeira LGBT+ por diversos cantos do mundo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância da representatividade</h2>



<p>Você, com certeza, já ouviu falar de representatividade. Ela pode se manifestar de várias maneiras. A criação de bandeiras LGBT+, por exemplo, é uma forma de conferir um lugar de identificação para pessoas que até então não se encaixavam nas designações padrão da sociedade. </p>



<p>Como qualquer designação, as definições Trans, Pan, Assexual, Queer etc. não são perfeitas e estão sujeitas a críticas e modificações, até mesmo por parte da própria comunidade LGBT+. </p>



<p>Entretanto, são importantíssimas considerando que dão lugar de fala a pessoas que até então não o tinham, e permitem o aprofundamento e as discussões sobre o tema. </p>



<p>Representatividade também pode vir de forma mais sutil, ganhando espaço na mídia e aos poucos normalizando determinadas questões que infelizmente ainda são alvo de preconceito por grande parte da população brasileira. </p>



<p>Garantir papéis LGBT+ em novelas e séries é, por exemplo, um ato político importantíssimo para o avanço da representatividade no país. </p>



<p>Essa representatividade é, então, uma peça importantíssima na jornada de aceitação que temos que enfrentar. A chamada normalização é um conceito que devemos ter em mente enquanto buscamos novas conquistas. É através dela que se dá a expansão das discussões sobre o tema, e que pouco a pouco se constrói uma sociedade menos preconceituosa. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Avanços dignos de nota</h2>



<p>Organizava-se ao redor da orla de Copacabana, em 1995, pela primeira vez na história do Brasil, uma marcha em protesto pelos direitos dos LGBT+ &#8211; à época a sigla ainda era GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes). </p>



<p>Dois anos depois, o evento já começava a encorpar a magnitude que tem hoje, reunindo cerca de 2 mil pessoas na Avenida Paulista, quadruplicando seu público em apenas um ano. </p>



<p>Desde então, as pautas e causas sociais reivindicadas pelo movimento cresceram, e ele acabou se tornando, inspirado pelas marchas LGBT+ da Europa e dos Estados Unidos, um dos maiores eventos do Brasil. </p>



<p>Muitos marcos surgiram no país durante esse período de mais de vinte anos, desde a desclassificação da homossexualidade como ‘’doença mental’’ por parte da OMS em 1990 até os milhões de pessoas que as paradas LGBT+ reuniram na Avenida Paulista nos últimos anos. Vale relembrar alguns desses marcos aqui:</p>



<p>1990 &#8211; A OMS ordenou a retirada da homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. </p>



<p>1997 &#8211; A marcha GLS tinha sua primeira edição de peso nas ruas do centro de São Paulo. </p>



<p>2009 &#8211; Tornava-se legal a mudança de registro e sexo nas certidões e documentos.</p>



<p>2010 &#8211; A adoção de crianças por casais de pessoas do mesmo sexo tornou-se legal em todo território brasileiro. </p>



<p>2011 &#8211; A marcha inaugurada em 1997 atingiu a marca de 4 milhões de pessoas na Avenida Paulista reivindicando os direitos dos LGBT+, a maior já registrada até hoje. </p>



<p>2013 &#8211; O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) exige que os cartórios registrem casamentos entre pessoas do mesmo sexo em todo território brasileiro.</p>



<p>2019 &#8211; O Supremo Tribunal Federal (STF) declara as penas para crimes de homofobia semelhantes às penas para crimes de racismo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O longo caminho a percorrer</h2>



<p>Como foi possível observar, temos percorrido um longo e árduo percurso na luta pelos direitos dos LGBT+. Alguns pontos são motivos de orgulho, e esses devem sim ser enaltecidos e lembrados, principalmente quando chegamos perto do Dia Internacional Contra a Homofobia. </p>



<p>Entretanto, essa é uma data importantíssima também para ressaltar que ainda há muito caminho a percorrer pela frente. Apesar das medidas legais que foram sendo tomadas no Brasil ao longo dos anos, é inegável que o país ainda lidera os rankings mundiais de crimes contra homossexuais. </p>



<p>Um estudo apontado no relatório de 2012 do GGB (Grupo Gay da Bahia), a respeito aos assassinatos de homossexuais no Brasil, indicou que o país representava 44% do total mundial de mortes causadas por crimes de homofobia, estimando uma morte de pessoas LGBT+ a cada 26 horas. Isso é uma proporção altíssima e inaceitável. </p>



<p>Consulte o relatório de <a href="’’">assassinatos LGBT+</a> em 2012 levantado pela GGB. </p>



<p>Entre essas mortes, temos uma parcela considerável dos assassinatos sendo motivados pela transfobia. A singela melhora no quis respeito às estatísticas de crime por homofobia não foi acompanhada, nos últimos anos, por uma melhora nas estatísticas da transfobia. </p>



<p>Constam, ainda segundo o artigo, 128 assassinatos de pessoas trans em 2011, mais de 1200% a mais que nos Estados Unidos, que nesse ano registrou 15 assassinatos de travestis. </p>



<p>Estar por dentro dessas estatísticas é importante para nunca perder de vista o foco principal, que é garantir aos LGBT+ os mesmos direitos de existir e se manifestar como todas as outras pessoas.</p>



<p>Tomemos, então, o dia 17 de maio como uma oportunidade para refletir e pensar sobre todas as questões aqui pontuadas, e olharmos com seriedade e esperança para os anos que nos aguardam.</p>
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