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	<title>Ivonete Pinto &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>Ivonete Pinto &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Nossa autora: Ivonete Pinto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 21:07:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ivonete Pinto é nossa autora de hoje. Ela publicou na Paco Editorial o livro &#8220;Cinemas Periféricos: Estéticas e Contextos não Hegemônicos” Sobre a autora: Doutora em Cinema pela USP (USP/ECA) sob orientação de Jean-Claude Bernardet. É Professora Associada nos cursos de Cinema e Audiovisual e Cinema de Animação na Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Presidente da ABRACCINE &#8211; Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Editora da revista Teorema &#8211; Crítica de Cinema, colaboradora da revista acadêmica Orson (online) e do site Cinema Escrito. Sócia fundadora, ex-presidente e integrante da diretoria da ACCIRS &#8211; Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul. Livro publicado pela Paco Editorial: Cinemas periférico: estéticas e contextos não hegemônicos, nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ela, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade. O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que, possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência. COMPRAR Gostou? Clique no site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Ivonete Pinto é nossa autora de hoje. Ela publicou na Paco Editorial o livro &#8220;Cinemas Periféricos: Estéticas e Contextos não Hegemônicos”</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre a autora</strong>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 28%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="677" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1024x677.jpg" alt="" class="wp-image-24026 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1024x677.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-300x198.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-350x230.jpg 350w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-768x508.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1536x1016.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1140x754.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-500x330.jpg 500w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2.jpg 1963w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Doutora em Cinema pela USP (USP/ECA) sob orientação de Jean-Claude Bernardet. É Professora Associada nos cursos de Cinema e Audiovisual e Cinema de Animação na Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Presidente da ABRACCINE &#8211; Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Editora da revista Teorema &#8211; Crítica de Cinema, colaboradora da revista acadêmica Orson (online) e do site Cinema Escrito. Sócia fundadora, ex-presidente e integrante da diretoria da ACCIRS &#8211; Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul.</p>
</div></div>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p> <strong>Livro publicado pela Paco Editorial:</strong> </p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/cinemas-perifericos"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/5926563f22e3214410c6d630530a11d2.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Cinemas periférico: estéticas e contextos não hegemônicos, nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ela, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade. O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que, possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/cinemas-perifericos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
</div></div>



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<p>Gostou? Clique no site de nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a> para mais títulos!</p>
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		<title>Cinemas periféricos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 19:11:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olhar para outros lugares, outras culturas, sempre foi um exercício salutar. No campo do cinema, quando optamos por ver filmes fora do eixo hegemônico Estados Unidos-Europa, temos a chance de enxergar seres humanos muito diferentes de nós sob outro ângulo. Com o domínio do cinema norte-americano, nos acostumamos com histórias que podem até ser interessantes, muito bem contadas, mas que não são suficientes para termos uma visão de mundo mais ampla. Hollywood não é o mundo. Os Estados Unidos, através do principal prêmio que promove, o Oscar, tem se dado conta da necessidade de incluir filmes estrangeiros em maior número. Ainda é uma mudança pequena, mas uma produção como Parasita (2020), do sul-coreano Bong Joon-ho, ter vencido o Oscar de Melhor Filme de Melhor Filme já é um indicativo de que é preciso alargar os horizontes. A plataforma de streaming Netflix, de grande acesso no Brasil, também sinaliza um movimento neste sentido. E o espectador, se procurar e forçar um pouco a orientação do algoritmo, consegue ver opções de outros países, como Japão, Tailândia, Índia, Irã, México e tantos outros. O crescimento dos cinemas nacionais frente à indústria hollywoodiana é uma tendência inevitável.Atualmente, por exemplo, o que significa entrar no universo de russos e ucranianos através do imaginário representado em suas cinematografias? Certamente nos ajuda a entender um pouco mais a guerra que agora presenciamos. Ver filmes de diretores como Andrêi Zviaguintsev (russo) e Sergei Loznitsa, (ucraniano), mesmo que não toquem em temas em torno de conflitos, sempre será, de nossa parte um passo rumo à empatia para com estes países e seus povos. Os cinemas periféricos, também chamados de world cinema, são nossa oportunidade de contato com o outro. Texto de: Ivonete Pinto Achou interessante? Confira abaixo o livro disponível em nosso catálogo: Cinemas periféricos: estéticas e contextos não hegemônicos, nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ela, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade. O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que, possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência. COMPRAR]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Olhar para outros lugares, outras culturas, sempre foi um exercício salutar. No campo do cinema, quando optamos por ver filmes fora do eixo hegemônico Estados Unidos-Europa, temos a chance de enxergar seres humanos muito diferentes de nós sob outro ângulo. Com o domínio do cinema norte-americano, nos acostumamos com histórias que podem até ser interessantes, muito bem contadas, mas que não são suficientes para termos uma visão de mundo mais ampla. Hollywood não é o mundo. Os Estados Unidos, através do principal prêmio que promove, o Oscar, tem se dado conta da necessidade de incluir filmes estrangeiros em maior número. Ainda é uma mudança pequena, mas uma produção como Parasita (2020), do sul-coreano Bong Joon-ho, ter vencido o Oscar de Melhor Filme de Melhor Filme já é um indicativo de que é preciso alargar os horizontes. A plataforma de streaming Netflix, de grande acesso no Brasil, também sinaliza um movimento neste sentido. E o espectador, se procurar e forçar um pouco a orientação do algoritmo, consegue ver opções de outros países, como Japão, Tailândia, Índia, Irã, México e tantos outros. O crescimento dos cinemas nacionais frente à indústria hollywoodiana é uma tendência inevitável.<br>Atualmente, por exemplo, o que significa entrar no universo de russos e ucranianos através do imaginário representado em suas cinematografias? Certamente nos ajuda a entender um pouco mais a guerra que agora presenciamos. Ver filmes de diretores como Andrêi Zviaguintsev (russo) e Sergei Loznitsa, (ucraniano), mesmo que não toquem em temas em torno de conflitos, sempre será, de nossa parte um passo rumo à empatia para com estes países e seus povos. Os cinemas periféricos, também chamados de world cinema, são nossa oportunidade de contato com o outro.</p>



<p class="has-small-font-size">Texto de: Ivonete Pinto</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Confira abaixo o livro disponível em nosso <a href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">catálogo</a>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:20% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/cinemas-perifericos"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/5926563f22e3214410c6d630530a11d2.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Cinemas periféricos: estéticas e contextos não hegemônicos, nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ela, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade.</p>



<p style="font-size:15px">O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que, possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/cinemas-perifericos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
</div></div>
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		<title>Cinco filmes que representam a riqueza dos &#8220;outros&#8221; cinemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 20:48:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nossa autora da obra &#8220;Cinemas Periféricos&#8221;, Ivonete Pinto, nos indicou 5 filmes que promovem a riqueza dos cinemas estrangeiros. Confira abaixo a lista: Em Mães de Verdade, Kiyokazu Kurihara (Arata Iura) e Satoko (Hiromi Nagasaku) são um casal que, no desejo de ter um filho, adotam um bebê. Seis anos depois, enquanto vivem um feliz casamento, eles recebem uma ligação de uma mulher chamada Hikari Katakura (Aju Makita), alegando ser a mãe biológica de Asato (Reo Sato), o filho adotado do casal. Hikari diz querer seu filho de volta, chantageando a família com a pedida de uma alta quantia de dinheiro Imagem retirada deste link Crianças do Sol é um longa que aborda a condição de trabalho forçado sofrido pelas crianças no Irã. Ali e seus três amigos trabalham duro para sobreviver e sustentar suas famílias. Em uma reviravolta que parece milagrosa, Ali é encarregado de encontrar um tesouro escondido. Imagem retirada deste link Timbuktu é uma pequena cidade no norte de Mali, controlada por extremistas religiosos que passam a dominar a vida dos moradores locais. Uma família tem sua rotina alterada quando um pescador mata uma de suas vacas. Ao tirar satisfação sobre o ocorrido, Kidane (Ibrahim Ahmed dit Pino) acidentalmente atira no homem que acaba morrendo. A situação o coloca no alvo da facção religiosa, já que cometera um crime imperdoável. Imagem retirada deste link No fim do século XVIII, Don Diego de Zama (Daniel Gimenez Cacho) é um oficial da Coroa Espanhola que deseja partir para Buenos Aires. Ele se junta a um grupo de soldados para caçar de um perigoso bandido e explora terras distantes habitadas por índios selvagens. Imagem retirada deste link Aydin (Haluk Bilginer), um ator turco aposentado, comanda um pequeno hotel na região da Anatólia central junto a sua esposa Nihal, de quem ele se afastou emocionalmente, e sua irmã Necla, que ainda sofre com seu divórcio recente. No inverno, a neve desperta um tédio e ressentimento que fazem Aydin querer partir Imagem retirada deste link Todas as sinopses foram retiradas do site AdoroCinema Gostou? Para mais conteúdos como esse, acompanhe nosso blog!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Nossa autora da obra &#8220;Cinemas Periféricos&#8221;, <a href="https://editorialpaco.com.br/lancamento-do-livro-cinemas-perifericos-de-ivonete-pinto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ivonete Pinto</a>, nos indicou 5 filmes que promovem a riqueza dos cinemas estrangeiros. Confira abaixo a lista:</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:0px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 25%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/20/10/06/18/18/0324697.jpg" alt=""/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Em <strong>Mães de Verdade</strong>, Kiyokazu Kurihara (Arata Iura) e Satoko (Hiromi Nagasaku) são um casal que, no desejo de ter um filho, adotam um bebê. Seis anos depois, enquanto vivem um feliz casamento, eles recebem uma ligação de uma mulher chamada Hikari Katakura (Aju Makita), alegando ser a mãe biológica de Asato (Reo Sato), o filho adotado do casal. Hikari diz querer seu filho de volta, chantageando a família com a pedida de uma alta quantia de dinheiro</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a rel="noreferrer noopener" href="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/20/10/06/18/18/0324697.jpg" target="_blank">link</a></p>
</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:24% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://media.fstatic.com/7h4B4GcmTb6qe6CpmLghVj93ayw=/290x478/smart/media/movies/covers/2021/10/MV5BZDlhNzA3NGQtMmViZS00M2EyLWIzOWUtNjU5OWRkOGYzMDE2XkEyXkFqcGdeQX_6dxhfxP.jpg" alt=""/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Crianças do Sol é um longa que aborda a condição de trabalho forçado sofrido pelas crianças no Irã. Ali e seus três amigos trabalham duro para sobreviver e sustentar suas famílias. Em uma reviravolta que parece milagrosa, Ali é encarregado de encontrar um tesouro escondido.</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a href="https://media.fstatic.com/7h4B4GcmTb6qe6CpmLghVj93ayw=/290x478/smart/media/movies/covers/2021/10/MV5BZDlhNzA3NGQtMmViZS00M2EyLWIzOWUtNjU5OWRkOGYzMDE2XkEyXkFqcGdeQX_6dxhfxP.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>
</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 25%"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://br.web.img2.acsta.net/c_310_420/pictures/14/12/01/12/15/373884.jpg"><img decoding="async" src="https://br.web.img2.acsta.net/c_310_420/pictures/14/12/01/12/15/373884.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Timbuktu é uma pequena cidade no norte de Mali, controlada por extremistas religiosos que passam a dominar a vida dos moradores locais. Uma família tem sua rotina alterada quando um pescador mata uma de suas vacas. Ao tirar satisfação sobre o ocorrido, Kidane (Ibrahim Ahmed dit Pino) acidentalmente atira no homem que acaba morrendo. A situação o coloca no alvo da facção religiosa, já que cometera um crime imperdoável.</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a href="https://br.web.img2.acsta.net/c_310_420/pictures/14/12/01/12/15/373884.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>
</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:25% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://f001.backblazeb2.com/file/papocine/2017/10/20171005-zama-papo-de-cinema-cartaz.jpg"><img decoding="async" src="https://f001.backblazeb2.com/file/papocine/2017/10/20171005-zama-papo-de-cinema-cartaz.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">No fim do século XVIII, Don Diego de Zama (Daniel Gimenez Cacho) é um oficial da Coroa Espanhola que deseja partir para Buenos Aires. Ele se junta a um grupo de soldados para caçar de um perigoso bandido e explora terras distantes habitadas por índios selvagens.</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a href="https://f001.backblazeb2.com/file/papocine/2017/10/20171005-zama-papo-de-cinema-cartaz.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>
</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 25%"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/15/06/29/20/00/251856.jpg"><img decoding="async" src="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/15/06/29/20/00/251856.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Aydin (Haluk Bilginer), um ator turco aposentado, comanda um pequeno hotel na região da Anatólia central junto a sua esposa Nihal, de quem ele se afastou emocionalmente, e sua irmã Necla, que ainda sofre com seu divórcio recente. No inverno, a neve desperta um tédio e ressentimento que fazem Aydin querer partir</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a href="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/15/06/29/20/00/251856.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>
</div></div>



<p class="has-small-font-size">Todas as sinopses foram retiradas do site <a href="https://www.adorocinema.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AdoroCinema</a></p>



<div style="height:18px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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		<title>Lançamento do livro &#8220;Cinemas Periféricos&#8221; de Ivonete Pinto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 22:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Será lançado no dia 30 de outubro de 2021, durante a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Cinemas Periféricos – estéticas e contextos não hegemônicos, da crítica de cinema e professora Ivonete Pinto. O livro traz 52 artigos divididos por continentes, reunindo textos inéditos e a produção de mais de duas décadas publicada em revistas, jornais e sites em torno de filmes de países como Turquia, Irã, Tailândia, Índia, Camboja, Azerbaijão, Rússia e Romênia. Os artigos, que mesclam abordagem acadêmica, ensaística e jornalística, contribuem para a reflexão do que significa produzir fora do eixo hegemônico representado especialmente pelos Estados Unidos e alguns países europeus. A autora privilegia filmes vistos sobretudo em festivais de cinema, e explora questões de linguagem e estética, bem como o contexto cultural, político e religioso dos países de origem dos filmes tratados. O prefácio é escrito por Stephanie Dennison, professora de Estudos Brasileiros na Universidade de Leeds (UK). Ela ressalta que “a autora contextualiza suas observações em uma série de ensaios introdutórios que traçam a origem e desenvolvimento de conceitos tais como World Cinema, contribuindo assim para a teorização do cinema não- hollywoodiano.” O editor da Paco Editorial, professor e crítico de cinema Humberto Silva, afirma que Cinemas Periféricos “oferece um mapa de realizações destacadas nos quatro cantos do mundo. Nesse livro, um filme é um veículo de reflexão sobre o mundo, em suas peculiaridades culturais e políticas&#8221;. Sobre o livro O livro nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ele, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade.O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência. Sobre a autora do livro Ivonete Pinto é jornalista, doutora pela ECA-USP; presidente da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema &#8211; gestão 2019/2021) professora no curso de Cinema UFPel; coeditora da revista Teorema, colaborada do Cinema Escrito; autora dos livros A Mediocridade, Descobrindo o Irã, Samovar nos Trópicos e coorganizadora de Bernardet 80: Impacto e Influência no Cinema Brasileiro e Ismail Xavier – um pensador do cinema brasileiro. Gostou do livro? Adquira já o seu exemplar em nossa Loja Virtual!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Será lançado no dia 30 de outubro de 2021, durante a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, <em>Cinemas Periféricos – estéticas e contextos não hegemônicos</em>, da crítica de cinema e professora Ivonete Pinto. O livro traz 52 artigos divididos por continentes, reunindo textos inéditos e a produção de mais de duas décadas publicada em revistas, jornais e sites em torno de filmes de países como Turquia, Irã, Tailândia, Índia, Camboja, Azerbaijão, Rússia e Romênia.</p>



<p>Os artigos, que mesclam abordagem acadêmica, ensaística e jornalística, contribuem para a reflexão do que significa produzir fora do eixo hegemônico representado especialmente pelos Estados Unidos e alguns países europeus. A autora privilegia filmes vistos sobretudo em festivais de cinema, e explora questões de linguagem e estética, bem como o contexto cultural, político e religioso dos países de origem dos filmes tratados.</p>



<p>O prefácio é escrito por Stephanie Dennison, professora de Estudos Brasileiros na Universidade de Leeds (UK). Ela ressalta que “a autora contextualiza suas observações em uma série de ensaios introdutórios que traçam a origem e desenvolvimento de conceitos tais como World Cinema, contribuindo assim para a teorização do cinema não- hollywoodiano.”</p>



<p>O editor da Paco Editorial, professor e crítico de cinema Humberto Silva, afirma que <em>Cinemas Periféricos</em> “oferece um mapa de realizações destacadas nos quatro cantos do mundo. Nesse livro, um filme é um veículo de reflexão sobre o mundo, em suas peculiaridades culturais e políticas&#8221;.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-779x1024.png" alt="" class="wp-image-24028 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>O livro nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ele, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade.<br>O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência.</p>
</div></div>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p> <strong>Sobre a autora do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 30%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="677" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1024x677.jpg" alt="" class="wp-image-24026 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1024x677.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-300x198.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-350x230.jpg 350w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-768x508.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1536x1016.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1140x754.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-500x330.jpg 500w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2.jpg 1963w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Ivonete Pinto é jornalista, doutora pela ECA-USP; presidente da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema &#8211; gestão 2019/2021) professora no curso de Cinema UFPel; coeditora da revista Teorema, colaborada do Cinema Escrito; autora dos livros A Mediocridade, Descobrindo o Irã, Samovar nos Trópicos e coorganizadora de Bernardet 80: Impacto e Influência no Cinema Brasileiro e Ismail Xavier – um pensador do cinema brasileiro. </p>
</div></div>



<p> </p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p> Adquira já o seu exemplar em nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/cinemas-perifericos" target="_blank">Loja Virtual</a>!</p>
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