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	<title>investimento &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>investimento &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Centro de pesquisa de tecnologia e Agronegócio da UEPG recebe investimento de R$ 2,1 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 20:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) inaugurou neste mês o Centro Multiusuário de Pesquisas Avançadas para Tecnologias do Agronegócio (CT-Agro). A obra teve investimento total de R$ 2.156.904,64 e é uma central multiusuária para atender projetos e pesquisas do setor do agronegócio, vinculados aos programas de pós-graduação em Agronomia, Bioenergia, Ciência e Tecnologia de Alimentos e Computação Aplicada. A construção do prédio, no Campus de Uvaranas, contou com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – R$ 1.820.396,29 e investimento próprio da UEPG – R$ 336.508,35. A estrutura é composta por 16 laboratórios e três casas de vegetação, totalizando 1.141,42 m². A Finep aprovou o projeto do CT-Agro em 2012, com a finalização da obra neste ano. O reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto, relata que o CT-Agro era conhecido por ser um prédio inacabado “Assim que nós assumimos, priorizamos esse prédio, e também fizemos investimos próprios da instituição, para a finalização”, disse. Para Neto, é uma obra emblemática, que atende os setores de engenharias e agrárias. “Será muito importante para a pesquisa na pós-graduação, principalmente com laboratórios para as engenharias, que são cursos extremamente demandados nesse momento”. O reitor ainda ressaltou que inaugurar um prédio de pesquisa é acreditar na universidade pública e no trabalho em equipe, para ser possível resolver problemas insolúveis. “Nós estamos colhendo as estacas que plantamos, um prédio que nasceu nesse lugar simbólico, na rotatória de uma vista fantástica do Campus. Agradeço aos professores, que submetem projetos de pesquisas, pois eles são gestores das universidades conosco, eles enfrentam o desafio de buscar recursos para manter a universidade”, disse. Diversas pesquisas serão desenvolvidas no novo Centro, como Agricultura de Precisão, Biocombustíveis, Qualidade de Alimentos, Melhoramento de Plantas, Fisiologia, Nutrição, Adubação e Sanidade de Plantas Cultivadas, entre outras. “Vai trazer um fortalecimento para os programas de pós-graduação e uma qualidade nas publicações, além de contribuir em nível nacional e regional, porque temos um contexto agrícola muito forte aqui na região”, afirmou o coordenador do CT-Agro, Eduardo Fávero Caires. O diretor de pesquisa da Propesp, Paulo Vitor Farago, agradeceu toda a equipe pela concretização do edifício.&#160;“Agradeço muito o professor Miguel e lembro da reunião de início de gestão, quando falou que as obras federais são prioritárias. Vamos valorizar a pesquisa e permitir que nossas obras da pós-graduação sejam concluídas com êxito”, disse. Sob o aspecto histórico do prédio, o qual foi concluído após 10 anos, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Giovani Marino Fávero, destacou que a equipe conseguiu superar os desafios da época. “Quando assumi o cargo, a primeira opção dada para o projeto era devolver o dinheiro ou reduzir o tamanho do prédio. No entanto, nós optamos fazer a obra. Temos que valorizar muito toda a história deste prédio, porque deixou de ser aquele deboche das antigas estacas, para ser um prédio de pesquisa de qualidade”, afirmou. Aline Alberti, professora do curso de Engenharia de Alimentos, lembrou da sua trajetória acadêmica e falou da importância do CT-Agro. “Quando eu estava no mestrado, estavam fazendo o projeto, e hoje já concluí o doutorado e sou concursada na UEPG. Eu trabalho junto com o professor Alessandro Nogueira e nós vamos desenvolver pesquisas nos laboratórios, na área de bebidas e frutas. Eles vão dar suporte ao nosso programa de pós-graduação no setor de Alimentos”, disse. O diretor da Divisão de Pesquisa, Rodrigo Rodrigues Matiello, relatou com satisfação a inauguração do prédio. “Essa é uma obra que teremos muitos resultados positivos, do ponto de vista de publicações, alunos defendendo mestrado e doutorado, alunos de iniciação científica. Com o CT-Agro nós iremos atender de uma maneira geral, todas as categorias e estudantes da universidade”. Fonte: Governo do Estado do Paraná Achou interessante? Clique aqui para saber mais.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) inaugurou neste mês o Centro Multiusuário de Pesquisas Avançadas para Tecnologias do Agronegócio (CT-Agro). A obra teve investimento total de R$ 2.156.904,64 e é uma central multiusuária para atender projetos e pesquisas do setor do agronegócio, vinculados aos programas de pós-graduação em Agronomia, Bioenergia, Ciência e Tecnologia de Alimentos e Computação Aplicada.</p>



<p>A construção do prédio, no Campus de Uvaranas, contou com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – R$ 1.820.396,29 e investimento próprio da UEPG – R$ 336.508,35.</p>



<p>A estrutura é composta por 16 laboratórios e três casas de vegetação, totalizando 1.141,42 m². A Finep aprovou o projeto do CT-Agro em 2012, com a finalização da obra neste ano.</p>



<p>O reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto, relata que o CT-Agro era conhecido por ser um prédio inacabado “Assim que nós assumimos, priorizamos esse prédio, e também fizemos investimos próprios da instituição, para a finalização”, disse. Para Neto, é uma obra emblemática, que atende os setores de engenharias e agrárias. “Será muito importante para a pesquisa na pós-graduação, principalmente com laboratórios para as engenharias, que são cursos extremamente demandados nesse momento”.</p>



<p>O reitor ainda ressaltou que inaugurar um prédio de pesquisa é acreditar na universidade pública e no trabalho em equipe, para ser possível resolver problemas insolúveis. “Nós estamos colhendo as estacas que plantamos, um prédio que nasceu nesse lugar simbólico, na rotatória de uma vista fantástica do Campus. Agradeço aos professores, que submetem projetos de pesquisas, pois eles são gestores das universidades conosco, eles enfrentam o desafio de buscar recursos para manter a universidade”, disse.</p>



<p>Diversas pesquisas serão desenvolvidas no novo Centro, como Agricultura de Precisão, Biocombustíveis, Qualidade de Alimentos, Melhoramento de Plantas, Fisiologia, Nutrição, Adubação e Sanidade de Plantas Cultivadas, entre outras.</p>



<p>“Vai trazer um fortalecimento para os programas de pós-graduação e uma qualidade nas publicações, além de contribuir em nível nacional e regional, porque temos um contexto agrícola muito forte aqui na região”, afirmou o coordenador do CT-Agro, Eduardo Fávero Caires.</p>



<p>O diretor de pesquisa da Propesp, Paulo Vitor Farago, agradeceu toda a equipe pela concretização do edifício.&nbsp;“Agradeço muito o professor Miguel e lembro da reunião de início de gestão, quando falou que as obras federais são prioritárias. Vamos valorizar a pesquisa e permitir que nossas obras da pós-graduação sejam concluídas com êxito”, disse.</p>



<p>Sob o aspecto histórico do prédio, o qual foi concluído após 10 anos, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Giovani Marino Fávero, destacou que a equipe conseguiu superar os desafios da época. “Quando assumi o cargo, a primeira opção dada para o projeto era devolver o dinheiro ou reduzir o tamanho do prédio. No entanto, nós optamos fazer a obra. Temos que valorizar muito toda a história deste prédio, porque deixou de ser aquele deboche das antigas estacas, para ser um prédio de pesquisa de qualidade”, afirmou.</p>



<p>Aline Alberti, professora do curso de Engenharia de Alimentos, lembrou da sua trajetória acadêmica e falou da importância do CT-Agro. “Quando eu estava no mestrado, estavam fazendo o projeto, e hoje já concluí o doutorado e sou concursada na UEPG. Eu trabalho junto com o professor Alessandro Nogueira e nós vamos desenvolver pesquisas nos laboratórios, na área de bebidas e frutas. Eles vão dar suporte ao nosso programa de pós-graduação no setor de Alimentos”, disse.</p>



<p>O diretor da Divisão de Pesquisa, Rodrigo Rodrigues Matiello, relatou com satisfação a inauguração do prédio. “Essa é uma obra que teremos muitos resultados positivos, do ponto de vista de publicações, alunos defendendo mestrado e doutorado, alunos de iniciação científica. Com o CT-Agro nós iremos atender de uma maneira geral, todas as categorias e estudantes da universidade”.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: Governo do Estado do Paraná</em></p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Clique <a href="https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/Centro-de-Pesquisa-de-Tecnologia-e-Agronegocio-da-UEPG-recebe-investimento-de-R-21-milhoes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para saber mais.</p>
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		<title>A crise do abandono da ciência e falta de investimento no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 20:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil possui, segundo a Unesco, 888 pesquisadores por milhão de habitantes. No topo do ranking estão Coreia do Sul, com 7.980, Nova Zelândia, com 5.578, e Alemanha, com 5.212 pesquisadores por milhão de habitantes. Esses dados, que estão no novo relatório de Ciência da Unesco de 2021, mostram como o investimento na ciência não tem sido prioridade. De acordo com Flávia Calé, presidenta da ANPG, a falta de investimentos em ciência faz com que o país não tenha autonomia tecnológica e seja dependente de outras nações. “O mundo, cada vez mais, se divide entre países que produzem ciência e tecnologia e aqueles que só consomem. O Brasil, deixando de investir em ciência, abre mão de ter autonomia tecnológica.”  Sem reajustes nas bolsas de pesquisas para pós-graduandos desde 2013, mestrandos e doutorandos enfrentam inúmeras dificuldades para manter suas pesquisas. É o caso de Daniel Valle, doutorando de Geologia pela USP. Segundo o pós-graduando, que se mudou para a capital paulista com o objetivo de ficar mais perto da universidade, metade do valor mensal da bolsa serve apenas para pagar o aluguel. O restante vai para alimentação e INSS. Bolsas de mestrado e de doutorado da Capes ou do CNPq, órgãos ligados ao Ministério da Educação e ao da Ciência e Tecnologia, que custeiam a pesquisa, equivalem hoje a R$ 1.500 e R$ 2.200 ao mês. Desde o último reajuste, em março de 2013, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE acumula 63,47% de alta. Isso significa que, caso as bolsas apenas fossem reajustadas para corrigir a inflação do período, os valores seriam de R$ 2.452,10 para mestrandos e R$ 3.596,41 para doutorandos. Porém, as agências já anunciaram que o aumento feito pode ser apenas de 20% a 30%. A presidenta da ANPG, explica que embora este valor não seja o ideal, já é um marco importante. Fonte: Rede Brasil Atual Achou interessante? Clique aqui para saber mais.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">O Brasil possui, segundo a Unesco, 888 pesquisadores por milhão de habitantes. No topo do ranking estão Coreia do Sul, com 7.980, Nova Zelândia, com 5.578, e Alemanha, com 5.212 pesquisadores por milhão de habitantes. Esses dados, que estão no novo relatório de Ciência da Unesco de 2021, mostram como o investimento na ciência não tem sido prioridade.</p>



<p>De acordo com Flávia Calé, presidenta da ANPG, a falta de investimentos em ciência faz com que o país não tenha autonomia tecnológica e seja dependente de outras nações. “O mundo, cada vez mais, se divide entre países que produzem ciência e tecnologia e aqueles que só consomem. O Brasil, deixando de investir em ciência, abre mão de ter autonomia tecnológica.” </p>



<p>Sem reajustes nas bolsas de pesquisas para pós-graduandos desde 2013, mestrandos e doutorandos enfrentam inúmeras dificuldades para manter suas pesquisas. É o caso de Daniel Valle, doutorando de Geologia pela USP. Segundo o pós-graduando, que se mudou para a capital paulista com o objetivo de ficar mais perto da universidade, metade do valor mensal da bolsa serve apenas para pagar o aluguel. O restante vai para alimentação e INSS.</p>



<p>Bolsas de mestrado e de doutorado da Capes ou do CNPq, órgãos ligados ao Ministério da Educação e ao da Ciência e Tecnologia, que custeiam a pesquisa, equivalem hoje a R$ 1.500 e R$ 2.200 ao mês. Desde o último reajuste, em março de 2013, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE acumula 63,47% de alta. Isso significa que, caso as bolsas apenas fossem reajustadas para corrigir a inflação do período, os valores seriam de R$ 2.452,10 para mestrandos e R$ 3.596,41 para doutorandos.</p>



<p>Porém, as agências já anunciaram que o aumento feito pode ser apenas de 20% a 30%. A presidenta da ANPG, explica que embora este valor não seja o ideal, já é um marco importante.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: Rede Brasil Atual</em></p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Clique <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/saude-e-ciencia/2022/01/abandono-ciencia-tira-brasil-seculo-21/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para saber mais.</p>
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