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	<title>internacional &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>internacional &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>IF sudeste fica em 4° lugar em ranking de sustentabilidade internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2021 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais foi classificado na 4ª posição entre as universidades brasileiras no Ranking UI GreenMetric 2021. O resultado foi divulgado na terça-feira, 14 de dezembro de 2021, e, ao todo, 38 instituições de ensino superior do Brasil participaram da avaliação. O que é UI GreenMetric? Trata-se de um ranking de sustentabilidade desenvolvido anualmente pela Universidade da Indonésia,&#160;desde 2010. A proposta é dar créditos para as universidades e suas respectivas instituições que fazem esforços para reduzir a geração de gás carbono e ajudar no combate mundial de mudanças climáticas. Na avaliação, o ranking reúne informações básicas sobre o tamanho e localização das instituições, para identificar se elas estão situadas na área urbana, suburbana ou rural. Eles buscam avaliar o tamanho da área verde nos espaços, o consumo de eletricidade — devido à relação com a emissão de gás carbono —, o uso, o gerenciamento e o desperdício de água, a configuração e a infraestrutura, a energia e as mudanças climáticas. Além da educação e da pesquisa. Assim, os participantes podem obter uma série de benefícios, como internacionalização, reconhecimento, maior conscientização sobre questões de sustentabilidade, mudanças sociais e networking. Segue abaixo uma lista com os indicadores de cada métrica citada: 1. Configurações e infraestrutura Quantidade de área aberta em relação à área total; Área total do campus coberta por vegetação florestal; Área total do campus coberta por vegetação plantada; Área total do campus destinada à absorção de água, para além da área florestal e de vegetação plantada; Área total aberta dividida pela população total do campus; Porcentagem do orçamento da universidade destinada para esforços sustentáveis; Porcentagem de operação e manutenção de atividades de construção durante a pandemia do Covid-19; Acessibilidade do campus para pessoas com deficiência ou para cuidados maternos; Segurança; Infraestrutura de saúde para estudantes, acadêmicos e funcionários administrativos; Conservação de vegetação, animais, vida selvagem, recursos genéticos para comida e agricultura, tanto em médio quanto em longo prazo; 2. Energia e mudança climática Eficiência energética de aparelhos elétricos; Implementação de construções inteligentes; Número de fontes de energia renováveis no campus; Eletricidade total utilizada dividida pela população total do campus ((kWh por pessoa); Quantidade de energia renovável produzida dividida pelo total de energia utilizada por ano; Elementos de construção sustentável implementadas, em comparação a todas as construções e políticas de renovação; Programas de redução de emissão de gases; Emissão total de gás carbono dividida pela população total do campus; Número de programas de inovadores durante a pandemia da Covid-19; Nível de impacto dos programas da universidade na mudança climática; 3. Desperdício Programas de reciclagem para o desperdício na universidade; Programas para reduzir o uso de papel e plástico no campus; Tratamento de desperdício orgânico; Tratamento de desperdício inorgânico; Manuseio de desperdício tóxico; Tratamento de esgoto. 4. Água Implementação de programas de conservação de água; Implementação de programas reciclagem de água; Eficiência da água utilizada; Consumo de água tratada; Porcentagem do uso adicional de água para lavar as mãos e para higienização sanitária durante a pandemia da Covid-19. 5. Transporte Número total de carros e motos dividido pela população total do campus; Serviço de transporte; Políticas no campus para emissão zero de veículos; Número total de veículos com zero emissões dividido pela população total do campus; Tamanho da área de estacionamento para a área total do campus; Programas para limitar ou diminuir a área de estacionamento nos últimos 3 anos; Número de iniciativas para diminuir a quantidade de veículos particulares no campus; Caminhos para pedestres no campus. 6. Educação e pesquisa Quantidade de cursos de sustentabilidade em relação ao total de cursos; Quantidade de fundos para pesquisas de sustentabilidade em relação ao total de fundos de pesquisas; Quantidade de publicações sobre sustentabilidade; Quantidade de eventos relacionados à sustentabilidade; Quantidade de organizações estudantis relacionadas à sustentabilidade; Site sobre o andamento da sustentabilidade na universidade; Relatório de sustentabilidade; Quantidade de atividades culturais no campus; Número de programas para enfrentar a pandemia da Covid-19; Número de serviços comunitários de sustentabilidade, organizados por alunos ou que envolvam estudantes; Número de startups relacionadas à sustentabilidade. Fonte: g1 Achou interessante? Clique no link para ler mais sobre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">O Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais foi classificado na<strong> </strong>4ª posição entre as universidades brasileiras no <a rel="noreferrer noopener" href="https://greenmetric.ui.ac.id/rankings/overall-rankings-2021" target="_blank">Ranking UI GreenMetric 2021</a>. O resultado foi divulgado na terça-feira, 14 de dezembro de 2021, e, ao todo, 38 instituições de ensino superior do Brasil participaram da avaliação.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O que é UI GreenMetric?</strong></p>



<p>Trata-se de<strong> um ranking de sustentabilidade desenvolvido anualmente pela Universidade da Indonésia,</strong>&nbsp;desde 2010. A proposta é dar créditos para as universidades e suas respectivas instituições que fazem esforços para reduzir a geração de gás carbono e ajudar no combate mundial de mudanças climáticas.</p>



<p>Na avaliação, o ranking reúne informações básicas sobre o tamanho e localização das instituições, para identificar se elas estão situadas na área urbana, suburbana ou rural.</p>



<p>Eles buscam avaliar o tamanho da área verde nos espaços, o consumo de eletricidade — devido à relação com a emissão de gás carbono —, o uso, o gerenciamento e o desperdício de água, a configuração e a infraestrutura, a energia e as mudanças climáticas. Além da educação e da pesquisa.</p>



<p>Assim, os participantes podem obter uma série de benefícios, como internacionalização, reconhecimento, maior conscientização sobre questões de sustentabilidade, mudanças sociais e networking.</p>



<p>Segue abaixo uma lista com os indicadores de cada métrica citada:</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>1. Configurações e infraestrutura</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Quantidade de área aberta em relação à área total;</li><li>Área total do campus coberta por vegetação florestal;</li><li>Área total do campus coberta por vegetação plantada;</li><li>Área total do campus destinada à absorção de água, para além da área florestal e de vegetação plantada;</li><li>Área total aberta dividida pela população total do campus;</li><li>Porcentagem do orçamento da universidade destinada para esforços sustentáveis;</li><li>Porcentagem de operação e manutenção de atividades de construção durante a pandemia do Covid-19;</li><li>Acessibilidade do campus para pessoas com deficiência ou para cuidados maternos;</li><li>Segurança;</li><li>Infraestrutura de saúde para estudantes, acadêmicos e funcionários administrativos;</li><li>Conservação de vegetação, animais, vida selvagem, recursos genéticos para comida e agricultura, tanto em médio quanto em longo prazo;</li></ul>



<p><strong>2. Energia e mudança climática</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Eficiência energética de aparelhos elétricos;</li><li>Implementação de construções inteligentes;</li><li>Número de fontes de energia renováveis no campus;</li><li>Eletricidade total utilizada dividida pela população total do campus ((kWh por pessoa);</li><li>Quantidade de energia renovável produzida dividida pelo total de energia utilizada por ano;</li><li>Elementos de construção sustentável implementadas, em comparação a todas as construções e políticas de renovação;</li><li>Programas de redução de emissão de gases;</li><li>Emissão total de gás carbono dividida pela população total do campus;</li><li>Número de programas de inovadores durante a pandemia da Covid-19;</li><li>Nível de impacto dos programas da universidade na mudança climática;</li></ul>



<p><strong>3. Desperdício</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Programas de reciclagem para o desperdício na universidade;</li><li>Programas para reduzir o uso de papel e plástico no campus;</li><li>Tratamento de desperdício orgânico;</li><li>Tratamento de desperdício inorgânico;</li><li>Manuseio de desperdício tóxico;</li><li>Tratamento de esgoto.</li></ul>



<p><strong>4. Água</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Implementação de programas de conservação de água;</li><li>Implementação de programas reciclagem de água;</li><li>Eficiência da água utilizada;</li><li>Consumo de água tratada;</li><li>Porcentagem do uso adicional de água para lavar as mãos e para higienização sanitária durante a pandemia da Covid-19.</li></ul>



<p><strong>5. Transporte</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Número total de carros e motos dividido pela população total do campus;</li><li>Serviço de transporte;</li><li>Políticas no campus para emissão zero de veículos;</li><li>Número total de veículos com zero emissões dividido pela população total do campus;</li><li>Tamanho da área de estacionamento para a área total do campus;</li><li>Programas para limitar ou diminuir a área de estacionamento nos últimos 3 anos;</li><li>Número de iniciativas para diminuir a quantidade de veículos particulares no campus;</li><li>Caminhos para pedestres no campus.</li></ul>



<p><strong>6. Educação e pesquisa</strong><strong></strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Quantidade de cursos de sustentabilidade em relação ao total de cursos;</li><li>Quantidade de fundos para pesquisas de sustentabilidade em relação ao total de fundos de pesquisas;</li><li>Quantidade de publicações sobre sustentabilidade;</li><li>Quantidade de eventos relacionados à sustentabilidade;</li><li>Quantidade de organizações estudantis relacionadas à sustentabilidade;</li><li>Site sobre o andamento da sustentabilidade na universidade;</li><li>Relatório de sustentabilidade;</li><li>Quantidade de atividades culturais no campus;</li><li>Número de programas para enfrentar a pandemia da Covid-19;</li><li>Número de serviços comunitários de sustentabilidade, organizados por alunos ou que envolvam estudantes;</li><li>Número de startups relacionadas à sustentabilidade.</li></ul>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: g1</em></p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Clique no <a href="https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2021/12/20/if-sudeste-com-campi-em-cidades-da-zona-da-mata-e-vertentes-fica-em-4o-lugar-em-ranking-de-sustentabilidade-internacional.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a> para ler mais sobre.</p>
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		<title>Dia Internacional da Não Violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 20:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de não ser muito conhecida, a data existe deste 2007, quando foi criada pela Organização das Nações Unidas. Ainda de acordo com a ONU, o objetivo da data é espalhar a mensagem da não violência.]]></description>
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<hr class="wp-block-separator"/>



<p>A violência é um problema que atinge todas as camadas da sociedade. Estamos acostumados a ver diferenças entre países, grupos e pessoas serem resolvidas com o uso da força. Com o intuito de incentivar a resolução pacifica das diferenças, a ONU instituiu o Dia Internacional da Não Violência.</p>



<p>Apesar de não ser muito conhecida, a data existe deste 2007, quando foi criada pela Organização das Nações Unidas. Ainda de acordo com a ONU, o objetivo da data é espalhar a mensagem da não violência.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Dia Internacional da Não Violência</h2>



<p>O dia 2 de Outubro foi escolhido como o Dia Internacional da Não Violência porque faz referência à data de nascimento (2 de Outubro de 1869) do líder indiano Mahatma Gandhi.</p>



<p>Ele ficou conhecido mundialmente por sua luta anticolonialista na Índia, e suas ações acabaram por levar à independência do país do Reino Unido. Por isso, Gandhi é lembrado como um dos pais da Índia.</p>



<p>Além disso, ele interferiu nas disputas internas entre os povos hindus e muçulmanos. Ele acreditava que os dois povos poderiam viver harmonicamente dentro de uma grande Índia. Sendo assim, ele era contra a separação dos povos em dois países.</p>



<p>Essa divisão realmente aconteceu. Os povos majoritariamente hindus ficaram na Índia e os muçulmanos acabaram se separando e formando o atual Paquistão. A rixa entre os dois povos continua até hoje.</p>



<p>Para tentar alcançar seus objetivos ele não recorria ao uso da força ou violência. Gandhi usava ações pacifista, como passeatas, discursos, greves de fome e petições.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A Não Violência</h2>



<p>As filosofias seguidas por Gandhi eram baseadas em quatro alicerces. A não violência, a verdade, o amor e a não-cooperação. Dessa forma, o líder indiano respondia à violência da qual era vítima com amor.</p>



<p>De acordo com a Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, a ideia da data é pregar o uso das estratégias de não violência para a resolução de disputas internas ou internacionais de cada país.</p>



<p>A ONU defende que é por meio da educação e da conscientização pública que a filosofia de Gandhi conseguirá alcançar e influenciar todas as disputas globais.</p>



<p>As ideias de paz e não violência do líder indiano também defendiam, consequentemente, o respeito e a dignidade de todos os povos. Ou seja, a lição é todos merecem respeito e que existem outros caminhos além da força.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A Morte de Gandhi</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-9971" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-1024x576.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-300x169.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-768x432.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1-1140x641.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/10/gandhi-1200x675-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em 13 de janeiro de 1948, Mahatma Gandhi começou um jejum como uma forma de protestar contra a violência praticada entre indianos e paquistaneses.</p>



<p>Suas ideias de pacificação e da dignidade entre os povos chamaram a atenção de milhares de seguidores, mas também de inimigos. Dia 20 de Janeiro de 1948, Gandhi sofreu um atentado a bomba, mas ninguém se feriu.</p>



<p>O hindu radical Nathuram Godse acreditava que a defesa feita por Gandhi do pagamento ao Paquistão de dívidas por parte da Índia era uma das razões do enfraquecimento do novo governo.</p>



<p>Então, no dia 30 de Janeiro de 1948, Nathuram disparou uma série de tiros contra Gandhi na cidade de Nova Déli. Mahatma acabou não resistindo aos ferimentos e faleceu. De acordo com as tradições hindus, o corpo foi cremado e suas cinzas foram lançadas no Rio Ganges.</p>



<p>Entretanto, antes de morrer, Gandhi exprimiu o desejo de que seu assassino fosse perdoado. Dando mais um exemplo da sua filosofia de paz e não violência.</p>



<p>Apesar do pedido de Gandhi, Nathuram Godse foi preso, julgado e condenado pelo governo indiano. A sentença dada a ele foi a pena de morte por enforcamento.</p>



<p>Mesmo que o último pedido do maior líder pacifista do mundo não tenha sido atendido, seus ensinamentos de não violência e diálogo continuam influenciando milhares de pessoas ao redor do mundo.</p>
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		<title>Dia Internacional da Alfabetização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 14:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetizacao]]></category>
		<category><![CDATA[alfabeto]]></category>
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					<description><![CDATA[A alfabetização, que pode ser definida como um processo cognitivo de aquisição da capacidade de ler e escrever, é uma habilidade fundamental para qualquer sociedade desenvolvida. É ela que possibilita aos indivíduos o acesso aos bens culturais e ao mercado de trabalho, bem como a socialização plena. No dia 8 de setembro comemora-se o Dia Internacional da Alfabetização, e é relevante aproveitar essa data para refletir sobre o status da alfabetização no mundo, promovendo o debate sobre sua importância para o ser humano. Vamos lá? Continue a leitura! O que é o Dia Internacional da Alfabetização? O Dia Internacional ou Dia Mundial da Alfabetização, criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 8 de setembro de 1967, é comemorado anualmente nessa data e tem como objetivo convidar toda a sociedade à reflexão sobre a importância da alfabetização para o mundo. Assim, costuma-se, na semana de 8 de setembro, motivar a discussão sobre a importância de incentivar as atividades e processos relacionados à aquisição da capacidade de ler e escrever, despertando, também, a necessidade de se engajar na luta contra o analfabetismo, sobretudo porque as suas taxas ainda são significativamente altas em vários países do mundo. No Brasil, existe, também, o Dia Nacional da Alfabetização, celebrado em 14 de novembro. Qual a importância da alfabetização? É indiscutível a importância da educação para qualquer sociedade. Além de ser a base para qualquer processo educacional, ela é um direito assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Quando o indivíduo é alfabetizado de maneira plena, ele pode ter acesso a todos os bens culturais do universo da leitura e da escrita. Além disso, estudos apontam que o Índice de Desenvolvimento Humano de um país está diretamente relacionado à sua taxa de analfabetismo. O interesse pela continuidade dos estudos também se relaciona diretamente à alfabetização, inclusive àqueles que são alfabetizados tardiamente. O contato com o mundo da leitura e escrita desperta curiosidade, uma vez que as oportunidades de aprendizagem se tornam maiores e constantes. Outro ponto de relevância para o incentivo à alfabetização diz respeito às oportunidades de emprego: pessoas alfabetizadas têm mais chances de ingressar no mercado de trabalho, o que proporciona melhoria da qualidade de vida e contribui para o desenvolvimento da sociedade. Quais os números atuais em relação ao analfabetismo no mundo? O número de pessoas que não foram alfabetizadas ao redor do mundo ainda é assustadoramente alto: segundo dados divulgados pela Unesco no ano de 2018, estima-se que existem 750 milhões de jovens e adultos que não leem nem escrevem. Desses, dois terços frequentam ou frequentaram a escola, o que desperta a atenção para outro problema grave: o analfabetismo funcional, que consiste na falta de habilidade ou dificuldade de leitura e interpretação. No Brasil, os números também são alarmantes: somos a oitava nação com maior número de adultos analfabetos no mundo. Como vimos, a discussão acerca da importância da alfabetização é necessária e urgente. Portanto, o Dia Internacional da Alfabetização tem extrema importância por consistir em um momento em que todos voltam as suas atenções para o tema, buscando soluções para a erradicação do analfabetismo no mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A alfabetização, que pode ser definida como um processo cognitivo de aquisição da capacidade de ler e escrever, é uma habilidade fundamental para qualquer sociedade desenvolvida. É ela que possibilita aos indivíduos o acesso aos bens culturais e ao mercado de trabalho, bem como a socialização plena. No dia 8 de setembro comemora-se o Dia Internacional da Alfabetização, e é relevante aproveitar essa data para refletir sobre o status da alfabetização no mundo, promovendo o debate sobre sua importância para o ser humano. Vamos lá? Continue a leitura!</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Dia Internacional da Alfabetização?</h2>



<p>O Dia Internacional ou Dia Mundial da Alfabetização, criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 8 de setembro de 1967, é comemorado anualmente nessa data e tem como objetivo convidar toda a sociedade à reflexão sobre a importância da alfabetização para o mundo.</p>



<p>Assim, costuma-se, na semana de 8 de setembro, motivar a discussão sobre a importância de incentivar as atividades e processos relacionados à aquisição da capacidade de ler e escrever, despertando, também, a necessidade de se engajar na luta contra o analfabetismo, sobretudo porque as suas taxas ainda são significativamente altas em vários países do mundo. No Brasil, existe, também, o Dia Nacional da Alfabetização, celebrado em 14 de novembro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a importância da alfabetização?</h2>



<p>É indiscutível a importância da educação para qualquer sociedade. Além de ser a base para qualquer processo educacional, ela é um direito assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.</p>



<p>Quando o indivíduo é alfabetizado de maneira plena, ele pode ter acesso a todos os bens culturais do universo da leitura e da escrita. Além disso, estudos apontam que o Índice de Desenvolvimento Humano de um país está diretamente relacionado à sua taxa de analfabetismo.</p>



<p>O interesse pela continuidade dos estudos também se relaciona diretamente à alfabetização, inclusive àqueles que são alfabetizados tardiamente. O contato com o mundo da leitura e escrita desperta curiosidade, uma vez que as oportunidades de aprendizagem se tornam maiores e constantes.</p>



<p>Outro ponto de relevância para o incentivo à alfabetização diz respeito às oportunidades de emprego: pessoas alfabetizadas têm mais chances de ingressar no mercado de trabalho, o que proporciona melhoria da qualidade de vida e contribui para o desenvolvimento da sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os números atuais em relação ao analfabetismo no mundo?</h2>



<p>O número de pessoas que não foram alfabetizadas ao redor do mundo ainda é assustadoramente alto: segundo dados divulgados pela Unesco no ano de 2018, estima-se que existem 750 milhões de jovens e adultos que não leem nem escrevem. Desses, dois terços frequentam ou frequentaram a escola, o que desperta a atenção para outro problema grave: o analfabetismo funcional, que consiste na falta de habilidade ou dificuldade de leitura e interpretação. No Brasil, os números também são alarmantes: somos a oitava nação com maior número de adultos analfabetos no mundo.</p>



<p>Como vimos, a discussão acerca da importância da alfabetização é necessária e urgente. Portanto, o Dia Internacional da Alfabetização tem extrema importância por consistir em um momento em que todos voltam as suas atenções para o tema, buscando soluções para a erradicação do analfabetismo no mundo.</p>
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		<title>17/05 &#8211; Dia Internacional contra a Homofobia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2020 12:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Enfrentamos até os dias de hoje o legado de um passado que marcou profundamente o Brasil como país homofóbico. Com a chegada dessa data tão importante, é inevitável que discussões sobre o assunto venham à tona, e é importantíssimo aproveitar essa oportunidade para refletir.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Enfrentamos até os dias de hoje o legado de um passado que marcou profundamente o Brasil como país homofóbico. Com a chegada dessa data tão importante, é inevitável que discussões sobre o assunto venham à tona, e é importantíssimo aproveitar essa oportunidade para refletir.</em></p>



<p>Muitos eventos significativos aconteceram nos últimos 20 anos, no que diz respeito à causa LGBT+. Separamos, aqui, alguns dos principais marcos positivos dessa luta, assim como números e estatísticas levantadas ao longo desse período que vão ser úteis na hora de visualizar a questão a nível nacional e internacional. </p>



<p>Continue a leitura para saber um pouco mais sobre o histórico e os desdobramentos que esse dia tão importante e de tamanho peso para a comunidade vem tendo no Brasil desde maio de 1990. </p>



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<h2 class="wp-block-heading">A Paco Livros destacou algumas obras sobre o assunto:</h2>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/homens-como-outros-quaisquer-subjetividade-e-homoconjugalidade-masculina-no-brasil-e-argentina"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/b769aef5c924361d8be63f6043a46fef.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/homens-como-outros-quaisquer-subjetividade-e-homoconjugalidade-masculina-no-brasil-e-argentina"> Homens como outros quaisquer<br>Subjetividade e homoconjugalidade masculina no Brasil e Argentina </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Esta obra analisa a construção dos sujeitos, das subjetividades e das conjugalidades entre “homens como outros quaisquer” que mantinham relações estáveis de parceria com homens semelhantes nas cidades de Buenos Aires e Brasília. Assim, este livro aborda questões tais como a construção da fidelidade, do sexo e do amor, das relações abertas e fechadas, da sociabilidade gay, do respeito, da tolerância e do reconhecimento da união, inspirado em uma perspectiva que busca trazer à tona elementos interseccionais de análise, tais como, gênero, cor/raça/etnia/nacionalidade, classe/camada social e grupo etário/geracional. </p>
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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/bajuba-memorias-e-dialogos-das-travestis"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/bb526ec7ea673b37f2223f4be4797dbf.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/bajuba-memorias-e-dialogos-das-travestis"> Bajubá<br>Memórias e Diálogos das Travestis </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Em “Bajubá: memórias e diálogos das travestis” encontramos um estudo sobre o Bajubá, linguagem utilizada pela comunidade LGBT, que tem origem na língua africana iorubá-nagô, baseada no léxico da língua portuguesa, com diferentes arranjos. A circulação da linguagem, sua permanência, popularização e os signi¬ficados acionados pelas travestis por meio do bajubá mostram que gênero, raça, etnicidade, geração e classe se interseccionam na origem e nos fluxos desse dialeto. Esta publicação é destinada a pesquisadores, professores e interessados em refletir e a (re)pensar, a língua, a partir do bajubá, das memórias das travestis e da comunidade LGBT no país. </p>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-envelhecimento-e-a-homossexualidade-masculina"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/e4b9a2fca6c4d9fea9d099edf5d7df99.jpg" alt=""/></a><figcaption> <a href="https://www.pacolivros.com.br/o-envelhecimento-e-a-homossexualidade-masculina">O Envelhecimento e a Homossexualidade Masculina </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> A sexualidade na velhice é um tema ainda negligenciado, pouco abordado e menos entendido pela sociedade, pelos próprios idosos e mesmo pelos profissionais da saúde. Quando se trata de idosos homossexuais, a temática se torna interessante em termos de estudo, haja vista as questões de preconceitos e estigma que cercam tanto a homossexualidade quanto a velhice. Assim sendo, o questionamento que se faz neste livro é: o que significa a velhice para homossexuais e que lugar ela ocupa na trajetória de vida dessas pessoas? A obra nos mostra algumas particularidades acerca do processo de envelhecer e ser gay, sob a ótica de quatro indivíduos idosos do sexo masculino e o impacto social que o ato de assumir sua sexualidade ainda causa em nossa sociedade. </p>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/64b567082e3bbaf8677307f6318d9187.jpg" alt=""/><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/genero-e-sexualidade-grupos-de-discussao-como-possibilidade-formativa"> Gênero e Sexualidade<br>Grupos de discussão como possibilidade formativa </a></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Este livro apresenta resultados de um processo formativo e investigativo sobre gênero e sexualidade. Oferece ao leitor um panorama favorável a uma reflexão desprovida em sua essência de todo e qualquer preconceito, seja social, cultural ou intelectual. É louvável a competência com que o autor coloca questões tão íntimas dos sujeitos pesquisados, de uma forma respeitosa e transparente, sem abdicar do processo investigativo. Não se trata de um estudo simplista e nem tão pouco corriqueiro, trata-se, porém, de um novo olhar, uma lente que busca nas entranhas do sujeito um despertar ímpar, no qual somente aquele que percorre tal caminho será capaz de averiguar a ausência de determinismos psicológicos ou comportamentais. Esta obra traz um movimento intenso, coloca em primeira evidência, o esforço do sujeito em perceber e aceitar suas limitações e individualizações para então aventurar-se na descoberta de sua própria sexualidade e compreensões sobre o papel dos gêneros, no qual o maior risco está em sair de sua zona de conforto e se jogar na toca do coelho, e assim como Alice no País das Maravilhas, nunca mais voltar a ser a mesma pessoa. </p>
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<h2 class="wp-block-heading">Escolha da data</h2>



<p>A escolha do dia 17 de maio para celebrarmos o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia não é por acaso. Vem a ser justamente o dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS), em decisão histórica, deixou de considerar a homossexualidade como uma doença. </p>



<p>Desde sua criação, em 2004, o impacto social que a data causa é tamanho que, com força cada vez maior, mais de 130 países comemoram o dia anualmente com marchas e passeatas que atingem a marca dos milhões. Os meses de maio e junho são marcados pela presença das cores da bandeira LGBT+ por diversos cantos do mundo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância da representatividade</h2>



<p>Você, com certeza, já ouviu falar de representatividade. Ela pode se manifestar de várias maneiras. A criação de bandeiras LGBT+, por exemplo, é uma forma de conferir um lugar de identificação para pessoas que até então não se encaixavam nas designações padrão da sociedade. </p>



<p>Como qualquer designação, as definições Trans, Pan, Assexual, Queer etc. não são perfeitas e estão sujeitas a críticas e modificações, até mesmo por parte da própria comunidade LGBT+. </p>



<p>Entretanto, são importantíssimas considerando que dão lugar de fala a pessoas que até então não o tinham, e permitem o aprofundamento e as discussões sobre o tema. </p>



<p>Representatividade também pode vir de forma mais sutil, ganhando espaço na mídia e aos poucos normalizando determinadas questões que infelizmente ainda são alvo de preconceito por grande parte da população brasileira. </p>



<p>Garantir papéis LGBT+ em novelas e séries é, por exemplo, um ato político importantíssimo para o avanço da representatividade no país. </p>



<p>Essa representatividade é, então, uma peça importantíssima na jornada de aceitação que temos que enfrentar. A chamada normalização é um conceito que devemos ter em mente enquanto buscamos novas conquistas. É através dela que se dá a expansão das discussões sobre o tema, e que pouco a pouco se constrói uma sociedade menos preconceituosa. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Avanços dignos de nota</h2>



<p>Organizava-se ao redor da orla de Copacabana, em 1995, pela primeira vez na história do Brasil, uma marcha em protesto pelos direitos dos LGBT+ &#8211; à época a sigla ainda era GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes). </p>



<p>Dois anos depois, o evento já começava a encorpar a magnitude que tem hoje, reunindo cerca de 2 mil pessoas na Avenida Paulista, quadruplicando seu público em apenas um ano. </p>



<p>Desde então, as pautas e causas sociais reivindicadas pelo movimento cresceram, e ele acabou se tornando, inspirado pelas marchas LGBT+ da Europa e dos Estados Unidos, um dos maiores eventos do Brasil. </p>



<p>Muitos marcos surgiram no país durante esse período de mais de vinte anos, desde a desclassificação da homossexualidade como ‘’doença mental’’ por parte da OMS em 1990 até os milhões de pessoas que as paradas LGBT+ reuniram na Avenida Paulista nos últimos anos. Vale relembrar alguns desses marcos aqui:</p>



<p>1990 &#8211; A OMS ordenou a retirada da homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. </p>



<p>1997 &#8211; A marcha GLS tinha sua primeira edição de peso nas ruas do centro de São Paulo. </p>



<p>2009 &#8211; Tornava-se legal a mudança de registro e sexo nas certidões e documentos.</p>



<p>2010 &#8211; A adoção de crianças por casais de pessoas do mesmo sexo tornou-se legal em todo território brasileiro. </p>



<p>2011 &#8211; A marcha inaugurada em 1997 atingiu a marca de 4 milhões de pessoas na Avenida Paulista reivindicando os direitos dos LGBT+, a maior já registrada até hoje. </p>



<p>2013 &#8211; O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) exige que os cartórios registrem casamentos entre pessoas do mesmo sexo em todo território brasileiro.</p>



<p>2019 &#8211; O Supremo Tribunal Federal (STF) declara as penas para crimes de homofobia semelhantes às penas para crimes de racismo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O longo caminho a percorrer</h2>



<p>Como foi possível observar, temos percorrido um longo e árduo percurso na luta pelos direitos dos LGBT+. Alguns pontos são motivos de orgulho, e esses devem sim ser enaltecidos e lembrados, principalmente quando chegamos perto do Dia Internacional Contra a Homofobia. </p>



<p>Entretanto, essa é uma data importantíssima também para ressaltar que ainda há muito caminho a percorrer pela frente. Apesar das medidas legais que foram sendo tomadas no Brasil ao longo dos anos, é inegável que o país ainda lidera os rankings mundiais de crimes contra homossexuais. </p>



<p>Um estudo apontado no relatório de 2012 do GGB (Grupo Gay da Bahia), a respeito aos assassinatos de homossexuais no Brasil, indicou que o país representava 44% do total mundial de mortes causadas por crimes de homofobia, estimando uma morte de pessoas LGBT+ a cada 26 horas. Isso é uma proporção altíssima e inaceitável. </p>



<p>Consulte o relatório de <a href="’’">assassinatos LGBT+</a> em 2012 levantado pela GGB. </p>



<p>Entre essas mortes, temos uma parcela considerável dos assassinatos sendo motivados pela transfobia. A singela melhora no quis respeito às estatísticas de crime por homofobia não foi acompanhada, nos últimos anos, por uma melhora nas estatísticas da transfobia. </p>



<p>Constam, ainda segundo o artigo, 128 assassinatos de pessoas trans em 2011, mais de 1200% a mais que nos Estados Unidos, que nesse ano registrou 15 assassinatos de travestis. </p>



<p>Estar por dentro dessas estatísticas é importante para nunca perder de vista o foco principal, que é garantir aos LGBT+ os mesmos direitos de existir e se manifestar como todas as outras pessoas.</p>



<p>Tomemos, então, o dia 17 de maio como uma oportunidade para refletir e pensar sobre todas as questões aqui pontuadas, e olharmos com seriedade e esperança para os anos que nos aguardam.</p>
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