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	<title>inclusão &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>inclusão &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Inclusão na Geografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 13:16:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os desafios do ensino de Geografia no contexto de inclusão continuam amplos e complexos. A Educação deforma geral, precisa pensar, o tempo todo, em como ser mais inclusiva, pois a regra na sociedade humana, até agora, é excluir. Especialmente a Geografia, como um componente curricular da Educação Básica, seja no Ensino fundamental ou no Médio, precisa se preocupar em ser entendível para todos, pois seu objetivo maior é a formação de cidadãos críticos. Para isso é necessário ler e interpretar o mundo em que se vive, seja com suas interações mais próximas ou com suas realidades mais distantes, mas que juntas constituem o tempo presente, influenciando e sendo influindo sempre. Mas, como ensinar questões que envolvem observar, analisar paisagens, ler, ouvir e falar com pessoas cegas, surdas ou com deficiência intelectual? Durante muito tempo, no caso do Brasil, há mais de quatro séculos, a escola foi direcionada apenas para algumas poucas pessoas, por isso mesmo, ela rejeitava todos os indivíduos que não cumprissem o padrão. Este pensamento ainda reverbera no senso comum entre educadores e sociedade, mas, desde a Constituição de 1988, todas as pessoas passaram a ter direito à Educação. Este direito repercutiu em outras leis e resoluções o que foi caminhando, muito devagar, ao que hoje se denominam de Escolas Inclusivas. Com a Inclusão, o que antes da lei obrigava o estudante a se adequar à escola, agora é a escola que precisa se adaptar para receber o estudante, e fornecer a ele todo o apoio necessário para que ocorra a aprendizagem. A Geografia na perspectiva inclusiva se preocupa em ministrar aulas que sejam compreensíveis para todos, utilizando de diferentes recursos e, principalmente, respeitando o potencial de cada um. Confira abaixo o livro sobre o tema disponível em nosso catálogo! Como ensinar Geografia para estudantes que dependem do tato, do olfato e da audição? E como ensinar estudantes que tem a visão, mas não a audição? Estes questionamentos levaram os professores Adriany e Sampaio a pesquisar sobre o Ensino e a Aprendizagem da Geografia voltados para atender a todas as pessoas, nas suas mais diferentes dificuldades e potencialidades. Com eles outros pesquisadores e pesquisadoras se dispuseram a pensar como poderiam colaborar e melhor atender estudantes com Déficit de Atenção, com Deficiência Física, Deficiência Intelectual e também com as Altas Habilidades. O objetivo de cada investigação busca principalmente conhecer a potencialidade do estudante, tomando como ponto de partida o conhecimento sobre a deficiência, mas tendo como limite as infinitas possibilidades da educação, do respeito e da solidariedade. COMPRAR Achou interessante? Acompanhe nosso blog para mais conteúdos como esse!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Os desafios do ensino de Geografia no contexto de inclusão continuam amplos e complexos. A Educação deforma geral, precisa pensar, o tempo todo, em como ser mais inclusiva, pois a regra na sociedade humana, até agora, é excluir.</p>



<p>Especialmente a Geografia, como um componente curricular da Educação Básica, seja no Ensino fundamental ou no Médio, precisa se preocupar em ser entendível para todos, pois seu objetivo maior é a formação de cidadãos críticos. Para isso é necessário ler e interpretar o mundo em que se vive, seja com suas interações mais próximas ou com suas realidades mais distantes, mas que juntas constituem o tempo presente, influenciando e sendo influindo sempre. Mas, como ensinar questões que envolvem observar, analisar paisagens, ler, ouvir e falar com pessoas cegas, surdas ou com deficiência intelectual?</p>



<p>Durante muito tempo, no caso do Brasil, há mais de quatro séculos, a escola foi direcionada apenas para algumas poucas pessoas, por isso mesmo, ela rejeitava todos os indivíduos que não cumprissem o padrão. Este pensamento ainda reverbera no senso comum entre educadores e sociedade, mas, desde a Constituição de 1988, todas as pessoas passaram a ter direito à Educação. Este direito repercutiu em outras leis e resoluções o que foi caminhando, muito devagar, ao que hoje se denominam de Escolas Inclusivas. Com a Inclusão, o que antes da lei obrigava o estudante a se adequar à escola, agora é a escola que precisa se adaptar para receber o estudante, e fornecer a ele todo o apoio necessário para que ocorra a aprendizagem.</p>



<p>A Geografia na perspectiva inclusiva se preocupa em ministrar aulas que sejam compreensíveis para todos, utilizando de diferentes recursos e, principalmente, respeitando o potencial de cada um.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Confira abaixo o livro sobre o tema disponível em nosso <a href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">catálogo</a>!</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/ler-o-mundo-com-as-maos-e-ouvir-com-os-olhos-reflexoes-sobre-o-ensino-de-geografia-em-tempos-de-inclusao"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/0aac23ceaefd165a6deb9e6c36cf9c94.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Como ensinar Geografia para estudantes que dependem do tato, do olfato e da audição? E como ensinar estudantes que tem a visão, mas não a audição? Estes questionamentos levaram os professores Adriany e Sampaio a pesquisar sobre o Ensino e a Aprendizagem da Geografia voltados para atender a todas as pessoas, nas suas mais diferentes dificuldades e potencialidades. Com eles outros pesquisadores e pesquisadoras se dispuseram a pensar como poderiam colaborar e melhor atender estudantes com Déficit de Atenção, com Deficiência Física, Deficiência Intelectual e também com as Altas Habilidades. O objetivo de cada investigação busca principalmente conhecer a potencialidade do estudante, tomando como ponto de partida o conhecimento sobre a deficiência, mas tendo como limite as infinitas possibilidades da educação, do respeito e da solidariedade. </p>



<p style="font-size:15px"><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/ler-o-mundo-com-as-maos-e-ouvir-com-os-olhos-reflexoes-sobre-o-ensino-de-geografia-em-tempos-de-inclusao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
</div></div>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Acompanhe nosso blog para mais conteúdos como esse!</p>
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		<title>Dia Mundial da Conscientização do Autismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 18:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[O dia 2 de abril é marcado globalmente como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, ou simplesmente como o Dia Mundial do Autismo. Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) no final de 2007 e celebrada em todo o mundo a partir de 2008, a data tem o objetivo de proporcionar um maior conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) para a população. Por meio de campanhas, ações na mídia entre outros recursos, busca-se alertar e chamar atenção da sociedade sobre esse transtorno do neurodesenvolvimento, ajudando a desmistificar preconceitos e promover esclarecimentos. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), por volta de 70 milhões de pessoas são afetadas pelo TEA no mundo. No Brasil, são aproximadamente dois milhões de casos registrados. Segundo levantamento da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), até o ano de 2017 uma em cada 160 crianças no mundo apresentava autismo. O que é o Autismo? O autismo é uma condição de saúde identificada a partir de um déficit de desenvolvimento nas áreas de comunicação social e comportamento. Esse transtorno de desenvolvimento se manifesta por meio de variados sintomas, como fobia, agressividade, dificuldades de aprendizagem e de relacionamento, entre outros. Por existirem diferentes níveis de autismo, com muitos subtipos e que se manifestam de maneira diversa em cada indivíduo, é possível até que algumas pessoas não apresentem nenhum destes sintomas. É em razão dessa abrangência que se utiliza o conceito de “espectro”, fazendo referência aos vários níveis de comprometimento provocados pelo transtorno. Desse modo, da mesma forma que há casos de pessoas que apresentam doenças e condições associadas, como deficiência intelectual ou epilepsia, o que pode agravar os casos, há também indivíduos que levam vidas independentes e comuns, sem nem terem o diagnóstico do transtorno. A importância da empatia Infelizmente, de forma geral, ainda é comum que as pessoas com TEA enfrentem uma forte estigmatização, discriminação e violação de direitos humanos, com dificuldades de acesso a serviços e com um apoio falho. Nesse sentido, as ações psicossociais, que trabalham questões como o tratamento comportamental e o estímulo de treinamento de habilidades para os pais de pacientes com TEA, auxiliam positivamente no desenvolvimento comunicacional e de comportamento desses pacientes. Com um acompanhamento empático e inclusivo, que permita aos portadores de TEA desfrutar da acessibilidade plena aos ambientes físicos e sociais, melhor será o bem estar e a qualidade de vida propiciados a esse público. Diante disso, a empatia e o reconhecimento desse grupo de pessoas como detentoras de direito à plena inclusão e participação na sociedade são elementos fundamentais de garantia dos direitos humanos. Algumas obras literárias oferecem uma excelente oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o espectro autista, focando na necessidade que os portadores têm de se sentirem incluídos e amados para se enxergarem como parte do mundo. Livros como “Um livro diferente” (de Anita Brito), “Meu amigo autista” (de Maria Eduarda Loureiro), “O Menino Só” (de Andrea Viviana Taubman) e “A escova de dentes azul” (de Marcos Mion) apresentam abordagens lúdicas e poéticas sobre o autismo, focadas principalmente no público infantil. Já livros como “Transtorno do Espectro Autista e Inclusão”, “Mentes Únicas” e “Autismo e Inclusão” exploram com mais profundidade o tema e apresentam perspectivas de estímulo ao desenvolvimento das habilidades de um portador de TEA.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">O dia 2 de abril é marcado globalmente como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, ou simplesmente como o Dia Mundial do Autismo.</p>



<p>Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) no final de 2007 e celebrada em todo o mundo a partir de 2008, a data tem o objetivo de proporcionar um maior conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) para a população.</p>



<p>Por meio de campanhas, ações na mídia entre outros recursos, busca-se alertar e chamar atenção da sociedade sobre esse transtorno do neurodesenvolvimento, ajudando a desmistificar preconceitos e promover esclarecimentos.</p>



<p>De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), por volta de 70 milhões de pessoas são afetadas pelo TEA no mundo. No Brasil, são aproximadamente dois milhões de casos registrados.</p>



<p><a href="https://redaweb.com.br/pautas/detalhes/%E2%80%9Chttps:/www.paho.org/bra/index.php?Itemid=1098%E2%80%9D">Segundo levantamento da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas)</a>, até o ano de 2017 uma em cada 160 crianças no mundo apresentava autismo.</p>



<p><strong>O que é o Autismo?</strong></p>



<p>O autismo é uma condição de saúde identificada a partir de um déficit de desenvolvimento nas áreas de comunicação social e comportamento.</p>



<p>Esse transtorno de desenvolvimento se manifesta por meio de variados sintomas, como fobia, agressividade, dificuldades de aprendizagem e de relacionamento, entre outros.</p>



<p>Por existirem diferentes níveis de autismo, com muitos subtipos e que se manifestam de maneira diversa em cada indivíduo, é possível até que algumas pessoas não apresentem nenhum destes sintomas.</p>



<p>É em razão dessa abrangência que se utiliza o conceito de “espectro”, fazendo referência aos vários níveis de comprometimento provocados pelo transtorno.</p>



<p>Desse modo, da mesma forma que há casos de pessoas que apresentam doenças e condições associadas, como deficiência intelectual ou epilepsia, o que pode agravar os casos, há também indivíduos que levam vidas independentes e comuns, sem nem terem o diagnóstico do transtorno.</p>



<p><strong>A importância da empatia</strong></p>



<p>Infelizmente, de forma geral, ainda é comum que as pessoas com TEA enfrentem uma forte estigmatização, discriminação e violação de direitos humanos, com dificuldades de acesso a serviços e com um apoio falho.</p>



<p>Nesse sentido, as ações psicossociais, que trabalham questões como o tratamento comportamental e o estímulo de treinamento de habilidades para os pais de pacientes com TEA, auxiliam positivamente no desenvolvimento comunicacional e de comportamento desses pacientes.</p>



<p>Com um acompanhamento empático e inclusivo, que permita aos portadores de TEA desfrutar da acessibilidade plena aos ambientes físicos e sociais, melhor será o bem estar e a qualidade de vida propiciados a esse público.</p>



<p>Diante disso, a empatia e o reconhecimento desse grupo de pessoas como detentoras de direito à plena inclusão e participação na sociedade são elementos fundamentais de garantia dos direitos humanos.</p>



<p>Algumas obras literárias oferecem uma excelente oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o espectro autista, focando na necessidade que os portadores têm de se sentirem incluídos e amados para se enxergarem como parte do mundo.</p>



<p>Livros como “Um livro diferente” (de Anita Brito), “Meu amigo autista” (de Maria Eduarda Loureiro), “O Menino Só” (de Andrea Viviana Taubman) e “A escova de dentes azul” (de Marcos Mion) apresentam abordagens lúdicas e poéticas sobre o autismo, focadas principalmente no público infantil.</p>



<p>Já livros como “Transtorno do Espectro Autista e Inclusão”, “Mentes Únicas” e “Autismo e Inclusão” exploram com mais profundidade o tema e apresentam perspectivas de estímulo ao desenvolvimento das habilidades de um portador de TEA.</p>
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