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	<title>hollywooddaboavizinhança &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>A Hollywood da Boa Vizinhança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 11:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Acadêmicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Pensar em cinema Hollywoodiano e política é trazer à mesa um apanhado complexo de representações socioculturais e históricas. A lista negra do final dos anos 40, marco da Guerra Fria, é o episódio mais lembrado neste sentido. A autora de Hollywood da boa vizinhança, entretanto, nos conta de um momento cujo desenvolvimento é anterior à Segunda Guerra. Quando uma das grandes preocupações do governo americano era estabelecer boas relações com a América Latina apoiado pela indústria cultural. Estes esforços eram necessários porque na década de 30 havia uma real ameaça à influência americana. Eram as relações diplomáticas que muitos dos países do continente mantinham com a Alemanha nazista. Internamente, era travada uma batalha entre simpatizantes do Terceiro Reich e apoiadores da política externa norte-americana. É justo neste o momento em que a política da boa vizinhança começa a ser posta em prática. Esta obra da historiadora, pesquisadora e docente do IFF, Fernanda Lima Rabelo, trata de alguns pontos importantes deste embate. Dentre estes, o principal é a criação do Of?ce of the Coordinator of Inter-American Affairs. Esta agência, surgida durante o governo de Franklin D. Roosevelt, esteve envolvida nas políticas de aproximação com a América Latina. Era época em que as culturas regionais eram valorizadas por sua espontaneidade. Ainda que não deixassem de ser vistas também sob uma ótica estereotipada. O estudo central do livro diz respeito ao papel dos documentários educativos produzidos pela referida agência. A imagem positiva difundida sobre os países sul-americanos pretendia explicitar pontos em comum com a cultura dos Estados Unidos. Vendiam ainda um potencial exagerado de democracia, outro incentivo à união entre as culturas anglo-americanas e ibero/lusoamericanas. Assim, a obra lança um olhar atento às relações culturais e políticas entre Brasil e Estados Unidos. Tal análise permite entender a relativa americanização que atingiu o país e nossos vizinhos a partir do período analisado. Fernanda Lima Rabelo ressalta em particular como o Brasil foi um dos maiores beneficiados pela política da boa vizinhança norte-americana. Esta relação chegou a tal ponto, que os programas patrocinados pelo Office interamericano ganharam larga cooperação brasileira. Ainda há espaço no livro para análise da recepção que estas políticas obtiveram da opinião pública. Especialmente, em vista do crescente autoritarismo que caracterizava o regime brasileiro de Getúlio Vargas. Também merece destaque a forma direta com que é discutida a bibliografia relevante ao texto. Trata-se de elemento importante para entender como se aproximaram os governos de Brasil e EUA. Para empreender esta tarefa ninguém melhor do que Fernanda Lima Rabelo. A autora é doutora em história social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua especialização é História das Américas, com ênfase nas relações culturais e políticas entre Brasil e Estados Unidos no século XX. Adquira em nossa loja virtual http://bit.ly/2Jccd4o ou na Amazon https://amzn.to/2T5lQlh]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/03/4100.jpg" alt="" class="wp-image-3758" width="361" height="541" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/03/4100.jpg 666w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/03/4100-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 361px) 100vw, 361px" /></figure></div>



<p>Pensar
em cinema Hollywoodiano e política é trazer à mesa um apanhado complexo de
representações socioculturais e históricas. A lista negra do final dos anos 40,
marco da Guerra Fria, é o episódio mais lembrado neste sentido. A autora de
Hollywood da boa vizinhança, entretanto, nos conta de um momento cujo
desenvolvimento é anterior à Segunda Guerra. Quando uma das grandes
preocupações do governo americano era estabelecer boas relações com a América
Latina apoiado pela indústria cultural.</p>



<p>Estes esforços eram
necessários porque na década de 30 havia uma real ameaça à influência
americana. Eram as relações diplomáticas que muitos dos países do continente
mantinham com a Alemanha nazista. Internamente, era travada uma batalha entre
simpatizantes do Terceiro Reich e apoiadores da política externa
norte-americana. É justo neste o momento em que a política da boa vizinhança
começa a ser posta em prática.</p>



<p>Esta obra da
historiadora, pesquisadora e docente do IFF, Fernanda Lima Rabelo, trata de
alguns pontos importantes deste embate. Dentre estes, o principal é a criação
do Of?ce of the Coordinator of Inter-American Affairs. Esta agência, surgida
durante o governo de Franklin D. Roosevelt, esteve envolvida nas políticas de
aproximação com a América Latina. Era época em que as culturas regionais eram
valorizadas por sua espontaneidade. Ainda que não deixassem de ser vistas
também sob uma ótica estereotipada.</p>



<p>O estudo central do
livro diz respeito ao papel dos documentários educativos produzidos pela
referida agência. A imagem positiva difundida sobre os países sul-americanos
pretendia explicitar pontos em comum com a cultura dos Estados Unidos. Vendiam
ainda um potencial exagerado de democracia, outro incentivo à união entre as
culturas anglo-americanas e ibero/lusoamericanas.</p>



<p>Assim, a obra lança um
olhar atento às relações culturais e políticas entre Brasil e Estados Unidos.
Tal análise permite entender a relativa americanização que atingiu o país e
nossos vizinhos a partir do período analisado. Fernanda Lima Rabelo ressalta em
particular como o Brasil foi um dos maiores beneficiados pela política da boa
vizinhança norte-americana. Esta relação chegou a tal ponto, que os programas
patrocinados pelo Office interamericano ganharam larga cooperação brasileira.</p>



<p>Ainda há espaço no
livro para análise da recepção que estas políticas obtiveram da opinião
pública. Especialmente, em vista do crescente autoritarismo que caracterizava o
regime brasileiro de Getúlio Vargas. Também merece destaque a forma direta com
que é discutida a bibliografia relevante ao texto. Trata-se de elemento
importante para entender como se aproximaram os governos de Brasil e EUA.</p>



<p>Para empreender esta tarefa ninguém melhor do que Fernanda Lima Rabelo. A autora é doutora em história social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua especialização é História das Américas, com ênfase nas relações culturais e políticas entre Brasil e Estados Unidos no século XX.</p>



<p>Adquira em nossa loja virtual <a rel="noreferrer noopener" aria-label="http://bit.ly/2Jccd4o (abre numa nova aba)" href="http://bit.ly/2Jccd4o" target="_blank">http://bit.ly/2Jccd4o</a> ou na Amazon <a rel="noreferrer noopener" aria-label="https://amzn.to/2T5lQlh (abre numa nova aba)" href="https://amzn.to/2T5lQlh" target="_blank">https://amzn.to/2T5lQlh</a></p>



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