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	<title>feminina &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Pós-graduação brasileira tem maioria feminina na UFLA</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 21:02:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em 11 de fevereiro, é celebrado o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. A data foi declarada pela ONU em 2015, para incentivar a igualdade de direitos entre homens e mulheres, particularmente, do ponto de vista educacional. No Brasil, elas representam 54,2% dos 395.870 matriculados em cursos&#160;stricto sensu.&#160;&#160;Dos beneficiários da CAPES com bolsas no País, 58% são mulheres. A notícia publicada pela Capes, tem predominância parecida na Universidade Federal de Lavras (UFLA). Segundo dados da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG), a Universidade tem 56,9% de mulheres matriculadas nesses cursos.&#160; Ianca Oliveira Borges é pesquisadora de mestrado em Engenharia de Biomateriais, com bolsa do Programa de Demanda Social da Fundação, na Ufla. Para ela, o papel da CAPES é fundamental para pesquisas como a sua. Ela reforça a importância da inserção das mulheres no meio acadêmico e nos programas de pós-graduação, que é intensificada pelos incentivos e bolsas que ajudam a produzir e divulgar as pesquisas: “É de suma importância a inserção das mulheres na ciência. Elas são essenciais no meio acadêmico e possuem um papel crucial, trazendo avanço de ideias inovadoras e criativas para diversas áreas científicas”. No Portal da Ciência/UFLA é possível conferir um artigo das professoras do Instituto de Ciências Exatas e Tecnológicas (Icet/UFLA) Amanda Castro Oliveira e Evelise Roman Corbalan Gois Freire. Com gancho na data, elas promovem uma reflexão sobre o estímulo à participação feminina nos avanços científicos e tecnológicos. Fonte: Portal UFLA Gostou? Clique aqui para mais informações.]]></description>
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<p class="has-drop-cap"><em>Em 11 de fevereiro, é celebrado o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. A data foi declarada pela ONU em 2015, para incentivar a igualdade de direitos entre homens e mulheres, particularmente, do ponto de vista educacional. No Brasil, elas representam 54,2% dos 395.870 matriculados em cursos&nbsp;stricto sensu.&nbsp;&nbsp;Dos beneficiários da CAPES com bolsas no País, 58% são mulheres.</em><em></em></p>



<p>A notícia publicada pela Capes, tem predominância parecida na Universidade Federal de Lavras (UFLA). Segundo dados da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG), a Universidade tem 56,9% de mulheres matriculadas nesses cursos.&nbsp;</p>



<p><em>Ianca Oliveira Borges é pesquisadora de mestrado em Engenharia de Biomateriais, com bolsa do Programa de Demanda Social da Fundação, na Ufla.</em><strong><em> </em></strong><em>Para ela, o papel da CAPES é fundamental para pesquisas como a sua. Ela reforça a importância da inserção das mulheres no meio acadêmico e nos programas de pós-graduação, que é intensificada pelos incentivos e bolsas que ajudam a produzir e divulgar as pesquisas: “É de suma importância a inserção das mulheres na ciência. Elas são essenciais no meio acadêmico e possuem um papel crucial, trazendo avanço de ideias inovadoras e criativas para diversas áreas científicas”.</em><em></em></p>



<p>No <a href="https://ciencia.ufla.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal da Ciência/UFLA</a> é possível conferir um artigo das professoras do Instituto de Ciências Exatas e Tecnológicas (Icet/UFLA) Amanda Castro Oliveira e Evelise Roman Corbalan Gois Freire. Com gancho na data, elas promovem uma reflexão sobre o estímulo à participação feminina nos avanços científicos e tecnológicos.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: Portal UFLA</em></p>



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<p>Gostou? Clique <a href="https://ufla.br/noticias/pesquisa/15026-pos-graduacao-brasileira-tem-maioria-feminina-na-ufla-elas-sao-57-dos-pos-graduandos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para mais informações.</p>
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