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	<title>escrita &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>escrita &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Cinco Erros Fundamentais na Escrita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 15:41:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesse complexo mundo da escrita e suas normas, para as mais variadas situações de comunicação, há algumas palavras que são parecidas, mas que devem ser utilizadas de modo específico. Veja algumas dentre as mais comuns que separamos para você conhecer ou relembrar as diferenças entre elas, sanar de vez as dúvidas e nunca mais confundi-las. Haver e A ver Estas palavras são facilmente confundidas por serem parônimos, que quer dizer que são similares na hora de escrever e têm o mesmo som, porém possuem definições distintas. As duas estão corretas, mas cada uma tem o seu significado. Haver: A palavra “haver” é o verbo “há” em sua forma infinitiva, sendo utilizado com o sentido de existir, receber ou ter algo, quando se atribui uma condição de possessão, por exemplo: Houve muita confusão no evento; Pode haver outras oportunidades como esta; Ele tem uma quantia haver com a empresa. A ver Em contrapartida, “a ver” é uma expressão que indica algo relacionado, associada a dois elementos diferentes, desta maneira: Esta roupa não tem nada a ver com a ocasião; A prova tem a ver com o que foi estudado durante o ano; Elas têm tudo a ver com os programas desenvolvidos. Traz, trás e atrás Traz “Traz” (escrito com z) tem sua origem no verbo trazer na terceira pessoa do singular. Confira alguns exemplos: O aluno sempre traz um presente para a professora. Você traz a bebida e eu a comida. Trás Já a palavra “trás” (com s e acento) sempre é precedido por uma preposição, tem o significado de “na parte posterior” e deve ser utilizado assim: Ela estava por trás disso o tempo todo. Não se atrase, senão vai ficar para trás. Atrás Trata-se de um advérbio de lugar. “Atrás” (escrito com a no começo, s no final e acento) é uma palavra utilizada nestas frases, por exemplo: O cachorro estava atrás dele. A loja fica atrás do ponto de ônibus. Onde e Aonde A diferença entre estas palavras pode passar despercebida no dia a dia na comunicação. No entanto, são utilizadas de modos diferentes, mesmo que ambas façam parte da classe dos advérbios, que acompanham e modificam um verbo. Onde “Onde” é uma palavra que se refere ao lugar em que alguém ou alguma coisa está, utilizada com verbos que mostram uma permanência, como ser, morar, ficar, estar. Exemplos: Onde você mora? Você sabe onde está o meu relógio? Aonde Apesar de também se referir a lugar, a palavra “aonde” deve ser empregada com os verbos que indicam uma movimentação, como chegar, voltar, entre outros. Desta maneira: Aonde você vai? Você sabe aonde ele foi? Demais e de mais Por serem homônimas (mesmo som, mas significados diferentes), podem causar alguma confusão quanto ao contexto a ser utilizado. Demais Trata-se de um advérbio de intensidade, cujo objetivo é o de intensificar um verbo ou adjetivo. É utilizada para indicar algo em excesso: Ela comeu demais. E cedo demais para levantar. No entanto, também pode ter o papel de pronome indefinido, indicando “outros”, “restantes”, assim: 3. Quem não terminou permaneça, os demais podem sair. De mais Estamos falando aqui de uma locução adjetiva, que indica quantidade, formada por uma preposição e um advérbio ou substantivo. Para ter certeza quanto a sua utilização, uma dica é substituir pelo antônimo “de menos”. Se ficar coerente, é a forma correta. Veja alguns exemplos: Comprei bebidas de mais para a festa. Esta comida tem sal de mais para servir. Eu e mim Aqui, é preciso prestar atenção no contexto da frase em que tais palavras serão utilizadas. Eu Nesse caso, o “eu” deve ser usado quando é o mesmo sujeito da oração. Preciso dormir para eu descansar. Falta um dia para eu terminar o curso. Mim Já o “mim” é o objeto da ação e deve ser empregado como complemento: Você pode fazer o pedido para mim? Este livro é para mim? Gostou? Confira também alguns lançamentos da Paco Editorial: A&#160;independência do Brasil em foco: história, cultura e construção, é uma análise sobre o processo de independência ocorrido no Brasil, assim como a complexidade desse acontecimento, baseando-se na influência e poder das antigas províncias que se constituíram no período do Oitocentos. Desse modo, a análise presente nesta obra, busca entender o processo de formação do Estado Nacional, considerando enfoques como cultura, política, meio ambiente, entre outras coisas. COMPRAR A&#160;Revolução Cidadã no Equador: entre o buen vivir e o neodesenvolvimentismo, discute as pluralidades e complexidades (social e histórica) presentes no Equador contemporâneo. A análise é feita a partir do processo denominado &#8220;Revolução Cidadã&#8221;, encabeçado pelo ex-presidente Rafael Correa entre o período de 2007 a 2017. O livro aponta para os dilemas de uma sociedade periférica e dependente na composição do sistema internacional. Abordando as políticas econômicas do governo correísta, no campo do petróleo, o livro pontua o difícil caminho para a materialização do buen vivir em um contexto caracterizado pelo boom das commodities no mercado internacional. Em síntese, a obra avança nos debates sobre as conquistas, limites e contradições da chamada &#8220;Revolução Cidadã&#8221; no Equador. COMPRAR Torno Educativo Telles, apresenta algumas reflexões e conversas que abarcam áreas como Tecnologia, Educação e Sociedade, valorizando a interrelação entre os diversos espaços, pessoas e contribuições. A autora almeja com sua obra estabelecer e valorizar o diálogo e a relação entre as diferentes áreas e profissionais, ou seja, desenvolvendo o “torno” onde todos podem fazer e contribuir para transformações dialógicas e a busca pela felicidade. COMPRAR Congenital heart surgery: a discipline on its own, reune alguns textos de cunho científico que tratam de tópicos importantes a respeito da profissão cirurgião, destacando pontos como a diferença entre as cirurgias cardiovascular geral e a cirurgia cardíaca pediátrica, considerando seus planos de negócio, infraestrutura e mão de obra. A obra conta com a contribuição de profissionais experientes da área que buscam refletir e analisar as essências do fazer e como fazer nas instituições onde são realizados esses procedimentos. COMPRAR Este livro traz com propriedade os diversos temas da escola pública brasileira, o que possibilita ao leitor transitar por inúmeros debates atuais sobre gestão escolar. As competências da equipe gestora e a vulnerabilidade social são alguns dos assuntos abordados. Além disso, a obra propõe o desafio do debate terminológico na área da Gestão Educacional que já se constituiu como preocupação dos clássicos da teoria administrativa escolar e até recentemente não foi superada. COMPRAR Gostou? Clique no site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Nesse complexo mundo da escrita e suas normas, para as mais variadas situações de comunicação, há algumas palavras que são parecidas, mas que devem ser utilizadas de modo específico. Veja algumas dentre as mais comuns que separamos para você conhecer ou relembrar as diferenças entre elas, sanar de vez as dúvidas e nunca mais confundi-las.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Haver e A ver</strong></p>



<p>Estas palavras são facilmente confundidas por serem parônimos, que quer dizer que são similares na hora de escrever e têm o mesmo som, porém possuem definições distintas. As duas estão corretas, mas cada uma tem o seu significado.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Haver</strong>:</li></ul>



<p>A palavra “haver” é o verbo “há” em sua forma infinitiva, sendo utilizado com o sentido de existir, receber ou ter algo, quando se atribui uma condição de possessão, por exemplo:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Houve muita confusão no evento;</li><li>Pode haver outras oportunidades como esta;</li><li>Ele tem uma quantia haver com a empresa.</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>A ver</strong></li></ul>



<p>Em contrapartida, “a ver” é uma expressão que indica algo relacionado, associada a dois elementos diferentes, desta maneira:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Esta roupa não tem nada a ver com a ocasião;</li><li>A prova tem a ver com o que foi estudado durante o ano;</li><li>Elas têm tudo a ver com os programas desenvolvidos.</li></ol>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Traz, trás e atrás</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong> Traz </strong></li></ul>



<p>“Traz” (escrito com z) tem sua origem no verbo trazer na terceira pessoa do singular. Confira alguns exemplos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O aluno sempre traz um presente para a professora.</li><li>Você traz a bebida e eu a comida.</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Trás</strong></li></ul>



<p>Já a palavra “trás” (com s e acento) sempre é precedido por uma preposição, tem o significado de “na parte posterior” e deve ser utilizado assim:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Ela estava por trás disso o tempo todo.</li><li>Não se atrase, senão vai ficar para trás.</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Atrás</strong></li></ul>



<p>Trata-se de um advérbio de lugar. “Atrás” (escrito com a no começo, s no final e acento) é uma palavra utilizada nestas frases, por exemplo:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O cachorro estava atrás dele.</li><li>A loja fica atrás do ponto de ônibus.</li></ol>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Onde e Aonde</strong></p>



<p>A diferença entre estas palavras pode passar despercebida no dia a dia na comunicação. No entanto, são utilizadas de modos diferentes, mesmo que ambas façam parte da classe dos advérbios, que acompanham e modificam um verbo.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Onde</strong></li></ul>



<p>“Onde” é uma palavra que se refere ao lugar em que alguém ou alguma coisa está, utilizada com verbos que mostram uma permanência, como ser, morar, ficar, estar. Exemplos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Onde você mora?</li><li>Você sabe onde está o meu relógio?</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Aonde</strong></li></ul>



<p>Apesar de também se referir a lugar, a palavra “aonde” deve ser empregada com os verbos que indicam uma movimentação, como chegar, voltar, entre outros. Desta maneira:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Aonde você vai?</li><li>Você sabe aonde ele foi?</li></ol>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong><strong>Demais e de mais</strong></strong></p>



<p>Por serem homônimas (mesmo som, mas significados diferentes), podem causar alguma confusão quanto ao contexto a ser utilizado.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Demais</strong></li></ul>



<p>Trata-se de um advérbio de intensidade, cujo objetivo é o de intensificar um verbo ou adjetivo. É utilizada para indicar algo em excesso:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Ela comeu demais.</li><li>E cedo demais para levantar.</li></ol>



<p>No entanto, também pode ter o papel de pronome indefinido, indicando “outros”, “restantes”, assim:</p>



<p>3. Quem não terminou permaneça, os demais podem sair.</p>



<p><strong>De mais</strong></p>



<p>Estamos falando aqui de uma locução adjetiva, que indica quantidade, formada por uma preposição e um advérbio ou substantivo. Para ter certeza quanto a sua utilização, uma dica é substituir pelo antônimo “de menos”. Se ficar coerente, é a forma correta. Veja alguns exemplos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Comprei bebidas de mais para a festa.</li><li>Esta comida tem sal de mais para servir.</li></ol>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Eu e mim</strong></p>



<p>Aqui, é preciso prestar atenção no contexto da frase em que tais palavras serão utilizadas.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Eu</strong></li></ul>



<p>Nesse caso, o “eu” deve ser usado quando é o mesmo sujeito da oração.</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Preciso dormir para eu descansar.</li><li>Falta um dia para eu terminar o curso.</li></ol>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Mim</strong></li></ul>



<p>Já o “mim” é o objeto da ação e deve ser empregado como complemento:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Você pode fazer o pedido para mim?</li><li>Este livro é para mim?</li></ol>



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<p>Gostou? Confira também alguns lançamentos da Paco Editorial:</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/cotas-para-negros-em-universidades-funcao-social-do-estado-contemporaneo-e-o-principio-da-proporcionalidade"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="201" height="302" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem1.jpg" alt="" class="wp-image-25576 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem1.jpg 201w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem1-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 201px) 100vw, 201px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>A&nbsp;independência do Brasil em foco: história, cultura e construção, é uma análise sobre o processo de independência ocorrido no Brasil, assim como a complexidade desse acontecimento, baseando-se na influência e poder das antigas províncias que se constituíram no período do Oitocentos. Desse modo, a análise presente nesta obra, busca entender o processo de formação do Estado Nacional, considerando enfoques como cultura, política, meio ambiente, entre outras coisas.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-independencia-do-brasil-em-foco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-revolucao-cidada-no-equador"><img decoding="async" width="176" height="265" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem2.jpg" alt="" class="wp-image-25577 size-full"/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>A&nbsp;Revolução Cidadã no Equador: entre o buen vivir e o neodesenvolvimentismo, discute as pluralidades e complexidades (social e histórica) presentes no Equador contemporâneo. A análise é feita a partir do processo denominado &#8220;Revolução Cidadã&#8221;, encabeçado pelo ex-presidente Rafael Correa entre o período de 2007 a 2017. O livro aponta para os dilemas de uma sociedade periférica e dependente na composição do sistema internacional. Abordando as políticas econômicas do governo correísta, no campo do petróleo, o livro pontua o difícil caminho para a materialização do buen vivir em um contexto caracterizado pelo boom das commodities no mercado internacional. Em síntese, a obra avança nos debates sobre as conquistas, limites e contradições da chamada &#8220;Revolução Cidadã&#8221; no Equador.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-revolucao-cidada-no-equador" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/torno-educativo-teles"><img decoding="async" width="206" height="309" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem3.jpg" alt="" class="wp-image-25578 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem3.jpg 206w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem3-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 206px) 100vw, 206px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Torno Educativo Telles, apresenta algumas reflexões e conversas que abarcam áreas como Tecnologia, Educação e Sociedade, valorizando a interrelação entre os diversos espaços, pessoas e contribuições. A autora almeja com sua obra estabelecer e valorizar o diálogo e a relação entre as diferentes áreas e profissionais, ou seja, desenvolvendo o “torno” onde todos podem fazer e contribuir para transformações dialógicas e a busca pela felicidade.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/torno-educativo-teles" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<p>Congenital heart surgery: a discipline on its own, reune alguns textos de cunho científico que tratam de tópicos importantes a respeito da profissão cirurgião, destacando pontos como a diferença entre as cirurgias cardiovascular geral e a cirurgia cardíaca pediátrica, considerando seus planos de negócio, infraestrutura e mão de obra. A obra conta com a contribuição de profissionais experientes da área que buscam refletir e analisar as essências do fazer e como fazer nas instituições onde são realizados esses procedimentos.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/congenital-Heart-Surgery" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/gestao-escolar-em-destaque"><img loading="lazy" decoding="async" width="183" height="275" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Imagem5.jpg" alt="" class="wp-image-25580 size-full"/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Este livro traz com propriedade os diversos temas da escola pública brasileira, o que possibilita ao leitor transitar por inúmeros debates atuais sobre gestão escolar. As competências da equipe gestora e a vulnerabilidade social são alguns dos assuntos abordados. Além disso, a obra propõe o desafio do debate terminológico na área da Gestão Educacional que já se constituiu como preocupação dos clássicos da teoria administrativa escolar e até recentemente não foi superada.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/gestao-escolar-em-destaque" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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		<title>7 dicas para escrever melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 22:49:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[#dicas]]></category>
		<category><![CDATA[escrever]]></category>
		<category><![CDATA[escrever melhor]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Rogério Martins Costa]]></category>
		<category><![CDATA[paco]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira em nosso blog as 7 dicas do Prof. Dr. Marcos Rogério Martins Costa para escrever melhor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p class="has-text-align-right">Autor: Prof. Dr. Marcos Rogério Martins Costa</p>



<p class="has-text-align-right">Revisado por: Grabrielle Fontes</p>



<p class="has-drop-cap">É hora de começar escrever mais e melhor. Vou te passar várias dicas para facilitar esse processo de escrita.</p>



<p>Preste bem atenção e vamos lá&#8230;</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Procure informações&nbsp;</li></ol>



<p>Procure saber as regras do jogo. Em outras palavras, informe-se sobre modelos e outros textos do mesmo gênero discursivo que você vai escrever.&nbsp;&nbsp;Bons modelos trazem boas ideias para começar, para citar e para melhorar seu estilo de escrita.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Programe-se</li></ul>



<p>Saber quanto tempo você tem para concluir tudo é importantíssimo. Crie cronogramas do que irá fazer por dia e siga à risca. Outra dica importante e que está sendo muito utilizado são aqueles caderninhos de Planner. Neles podemos criar rotinas dia a dia e deixar tudo mais organizado. Você poderia ter um Planner só para organizar o passo a passo de sua escrita. Já pensou que legal?</p>



<p>Contudo, não seja carrasco consigo mesmo, deixe brechas para dias que não conseguir produzir tudo o que havia planejado. Quando temos mais “liberdade” conseguimos ter uma noção melhor e mais clara de tudo.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Escolha um orientador</li></ul>



<p>Mas além de ler materiais especializados sobre o tema, faça uma lista dos professores do seu curso e veja quais têm mais afinidade, principalmente afinidade com o seu tema. Alguns critérios são importantes para essa escolha, como criatividade e exigência. Como assim exigência, Prof. Marcos? Os professores mais exigentes te conduzirão a um trabalho mais denso e, portanto, exigirão mais tempo e esforço. Na verdade, eu acredito que na vida a gente deve se aproximar de pessoas que possam te cobrar a ser o melhor que você possa ser em qualquer sentido. Por isso, não tenha medo da exigência, mas sim da preguiça.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>&nbsp;Busque um parceiro de estudos</li></ul>



<p>Em alguns casos, há possibilidades de fazer a produção escrita em dupla ou em grupo. Se isso for possível em sua instituição, procure pessoas que você tenha mais intimidade e que sejam responsáveis com as suas metas. Se, no seu caso, o único responsável pela produção do texto é você, então busque um parceiro de estudos. Uma parceria comprometida pode gerar bons frutos. Não se prenda a escolher só amigos, queira pessoas ao seu lado que complementem as suas habilidades, pois é nesse intercâmbio de competências que nascem as melhores ideias.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Escreva sobre o que você gosta</li></ul>



<p>É importantíssimo que você escolha um tema que te deixe mais à vontade para discuti-lo. Estar animado para produzir um texto é o que poderá transformar todo o processo em algo prazeroso. Mas, não fique inventando temas surreais e complexos demais, será ruim para você e para sua nota final. Escolha algo que você consegue descrever e criticar, sem sentimentalismos ou generalidades.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Embarque completamente na leitura</li></ul>



<p>Pesquise e escolha bons autores sobre o assunto escolhido. Leia, leia e leia muito e analise todos os pontos de vista possíveis. Quando lemos bastante, temos bagagem o suficiente para falarmos sobre qualquer tema. Precisamos nos abastecer sempre de conteúdo para escrever. Um bom escritor é, inevitavelmente, também um bom leitor e vice-versa.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Nunca copie, faça citações conforme as normas da ABNT</li></ul>



<p>Já existem sites que verificam a veracidade dos seus textos e é quase impossível que um plágio não seja detectado. Principalmente porque a grande maioria dos professores sempre está de olho nos mais recentes artigos sobre todos os assuntos que são pertinentes ao curso que ensinam. E se esses professores forem como eu que fica de olho em tudo, será muito mais difícil, fora que existem as normas da ABNT que ensinam como citar corretamente a autoria dos textos alheios inseridos nos trabalhos acadêmicos. Convenhamos que fazer o certo é o caminho mais simples!</p>



<p>Pois bem&#8230;</p>



<p>Comentei essas setes chaves valiosas para destravar seu processo criativo na hora de escrever! Em breve, eu darei mais dicas, fique de olho nas novas postagens, pois aqui é o lugar que todo universitário aprende sorrindo.  </p>



<div style="height:52px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o autor <strong>Prof. Dr. Marcos Rogério Martins Costa</strong>:</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="911" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/12/autorretrato-2-911x1024.png" alt="Prof. Dr. Marcos Rogério Martins Costa" class="wp-image-11157 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/12/autorretrato-2-911x1024.png 911w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/12/autorretrato-2-267x300.png 267w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/12/autorretrato-2-768x864.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/12/autorretrato-2-1140x1282.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/12/autorretrato-2.png 1300w" sizes="(max-width: 911px) 100vw, 911px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Doutor e Mestre em Letras pelo programa de pós-graduação em Semiótica e Linguística geral da FFLCH-USP; Graduação em Letras (bacharelado e licenciatura), nas habilitações de Português e Linguística pela Universidade de São Paulo. É atualmente Professor Substituto no Instituto de Letras da Universidade de Brasília (UnB) e Revisor de ABNT da Universidade Aberta do Brasil, lotado no Centro de Educação a Distância da UnB. Membro da Academia Contemporânea de Letras (ACL), ocupando a cadeira 21, cujo patrono é Érico Veríssimo e do Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo &#8211; GEL, desde 2010. Possui experiência em Língua Portuguesa, Linguística Geral, Semiótica, Análise do Discurso (AD-Francesa) e Estudos do Círculo de Bakhtin. Suas outras áreas de interesse são Ciências da Linguagem, Modelos de Ensino e Aprendizagem e Novas Mídias.</p>
</div></div>



<p>ORCID: <a href="https://orcid.org/0000-0002-4627-9989">https://orcid.org/0000-0002-4627-9989</a></p>



<p>C.V. Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/1948149291517472">http://lattes.cnpq.br/1948149291517472</a></p>
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		<title>Dia Internacional da Alfabetização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 14:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetizacao]]></category>
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					<description><![CDATA[A alfabetização, que pode ser definida como um processo cognitivo de aquisição da capacidade de ler e escrever, é uma habilidade fundamental para qualquer sociedade desenvolvida. É ela que possibilita aos indivíduos o acesso aos bens culturais e ao mercado de trabalho, bem como a socialização plena. No dia 8 de setembro comemora-se o Dia Internacional da Alfabetização, e é relevante aproveitar essa data para refletir sobre o status da alfabetização no mundo, promovendo o debate sobre sua importância para o ser humano. Vamos lá? Continue a leitura! O que é o Dia Internacional da Alfabetização? O Dia Internacional ou Dia Mundial da Alfabetização, criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 8 de setembro de 1967, é comemorado anualmente nessa data e tem como objetivo convidar toda a sociedade à reflexão sobre a importância da alfabetização para o mundo. Assim, costuma-se, na semana de 8 de setembro, motivar a discussão sobre a importância de incentivar as atividades e processos relacionados à aquisição da capacidade de ler e escrever, despertando, também, a necessidade de se engajar na luta contra o analfabetismo, sobretudo porque as suas taxas ainda são significativamente altas em vários países do mundo. No Brasil, existe, também, o Dia Nacional da Alfabetização, celebrado em 14 de novembro. Qual a importância da alfabetização? É indiscutível a importância da educação para qualquer sociedade. Além de ser a base para qualquer processo educacional, ela é um direito assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Quando o indivíduo é alfabetizado de maneira plena, ele pode ter acesso a todos os bens culturais do universo da leitura e da escrita. Além disso, estudos apontam que o Índice de Desenvolvimento Humano de um país está diretamente relacionado à sua taxa de analfabetismo. O interesse pela continuidade dos estudos também se relaciona diretamente à alfabetização, inclusive àqueles que são alfabetizados tardiamente. O contato com o mundo da leitura e escrita desperta curiosidade, uma vez que as oportunidades de aprendizagem se tornam maiores e constantes. Outro ponto de relevância para o incentivo à alfabetização diz respeito às oportunidades de emprego: pessoas alfabetizadas têm mais chances de ingressar no mercado de trabalho, o que proporciona melhoria da qualidade de vida e contribui para o desenvolvimento da sociedade. Quais os números atuais em relação ao analfabetismo no mundo? O número de pessoas que não foram alfabetizadas ao redor do mundo ainda é assustadoramente alto: segundo dados divulgados pela Unesco no ano de 2018, estima-se que existem 750 milhões de jovens e adultos que não leem nem escrevem. Desses, dois terços frequentam ou frequentaram a escola, o que desperta a atenção para outro problema grave: o analfabetismo funcional, que consiste na falta de habilidade ou dificuldade de leitura e interpretação. No Brasil, os números também são alarmantes: somos a oitava nação com maior número de adultos analfabetos no mundo. Como vimos, a discussão acerca da importância da alfabetização é necessária e urgente. Portanto, o Dia Internacional da Alfabetização tem extrema importância por consistir em um momento em que todos voltam as suas atenções para o tema, buscando soluções para a erradicação do analfabetismo no mundo.]]></description>
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<p><em>A alfabetização, que pode ser definida como um processo cognitivo de aquisição da capacidade de ler e escrever, é uma habilidade fundamental para qualquer sociedade desenvolvida. É ela que possibilita aos indivíduos o acesso aos bens culturais e ao mercado de trabalho, bem como a socialização plena. No dia 8 de setembro comemora-se o Dia Internacional da Alfabetização, e é relevante aproveitar essa data para refletir sobre o status da alfabetização no mundo, promovendo o debate sobre sua importância para o ser humano. Vamos lá? Continue a leitura!</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Dia Internacional da Alfabetização?</h2>



<p>O Dia Internacional ou Dia Mundial da Alfabetização, criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 8 de setembro de 1967, é comemorado anualmente nessa data e tem como objetivo convidar toda a sociedade à reflexão sobre a importância da alfabetização para o mundo.</p>



<p>Assim, costuma-se, na semana de 8 de setembro, motivar a discussão sobre a importância de incentivar as atividades e processos relacionados à aquisição da capacidade de ler e escrever, despertando, também, a necessidade de se engajar na luta contra o analfabetismo, sobretudo porque as suas taxas ainda são significativamente altas em vários países do mundo. No Brasil, existe, também, o Dia Nacional da Alfabetização, celebrado em 14 de novembro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a importância da alfabetização?</h2>



<p>É indiscutível a importância da educação para qualquer sociedade. Além de ser a base para qualquer processo educacional, ela é um direito assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.</p>



<p>Quando o indivíduo é alfabetizado de maneira plena, ele pode ter acesso a todos os bens culturais do universo da leitura e da escrita. Além disso, estudos apontam que o Índice de Desenvolvimento Humano de um país está diretamente relacionado à sua taxa de analfabetismo.</p>



<p>O interesse pela continuidade dos estudos também se relaciona diretamente à alfabetização, inclusive àqueles que são alfabetizados tardiamente. O contato com o mundo da leitura e escrita desperta curiosidade, uma vez que as oportunidades de aprendizagem se tornam maiores e constantes.</p>



<p>Outro ponto de relevância para o incentivo à alfabetização diz respeito às oportunidades de emprego: pessoas alfabetizadas têm mais chances de ingressar no mercado de trabalho, o que proporciona melhoria da qualidade de vida e contribui para o desenvolvimento da sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os números atuais em relação ao analfabetismo no mundo?</h2>



<p>O número de pessoas que não foram alfabetizadas ao redor do mundo ainda é assustadoramente alto: segundo dados divulgados pela Unesco no ano de 2018, estima-se que existem 750 milhões de jovens e adultos que não leem nem escrevem. Desses, dois terços frequentam ou frequentaram a escola, o que desperta a atenção para outro problema grave: o analfabetismo funcional, que consiste na falta de habilidade ou dificuldade de leitura e interpretação. No Brasil, os números também são alarmantes: somos a oitava nação com maior número de adultos analfabetos no mundo.</p>



<p>Como vimos, a discussão acerca da importância da alfabetização é necessária e urgente. Portanto, o Dia Internacional da Alfabetização tem extrema importância por consistir em um momento em que todos voltam as suas atenções para o tema, buscando soluções para a erradicação do analfabetismo no mundo.</p>
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