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	<title>entrevista &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>entrevista &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>DIA DO TRADUTOR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 12:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do tradutor em homenagem aos profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do Tradutor. Data que homenageia os profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do Tradutor. Data que homenageia os profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.</p>



<p>O tradutor pode atuar em diversas áreas, como: trabalhos de tradução oral, interpretação simultânea em palestras e eventos, e tradução de textos, documentos, contratos, áudios, filmes e legendas.</p>



<p>A data também celebra o aniversário de morte de São Jerônimo, considerado patrono dos tradutores, estudantes e arquivistas. Jerônimo nasceu em 347 na Dalmácia – uma região que abrange territórios da Bósnia, Herzegovina, Montenegro e Croácia, na Europa – e faleceu em Belém, no Estado da Palestina, em 30 de setembro de 420. Foi ele quem traduziu a bíblia para o latim, a conhecida “vulgata”. Ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e também é considerado doutor da Igreja Católica.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1.jpg" alt="São Jerônimo Que Escreve, obra de Michelangelo Caravaggio em 1605" class="wp-image-9850" width="575" height="421" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1.jpg 404w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /><figcaption>São Jerônimo Que Escreve, obra de Michelangelo Caravaggio em 1605</figcaption></figure></div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Bate papo com o tradutor:</strong></h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/production/pacolivros/extra_fields/30/phpbo2itf1568056287.jpeg" alt="" width="121" height="183"/><figcaption>Humberto Pereira da Silva</figcaption></figure>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><em>Humberto também foi responsável pela tradução do livro, La haine de la Littérature &#8211; Ódio à Literatura: uma história da antiliteratura- do historiador francês, William Marx.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Paco Editorial:&nbsp;<strong>Humberto, destaque a importância do tradutor em preservar obras e a transcendência do conhecimento.&nbsp;&nbsp;</strong></h4>



<p>Humberto Silva:&nbsp; Todo trabalho de tradução abre o horizonte para que o leitor tenha acesso a obras em outras línguas. O trabalho de tradução envolve uma responsabilidade enorme. Dizer ao leitor o que ele não teria como saber. Ora, há nuances bem delicadas na tradução. Aspectos bem específicos de uma dada cultura são intraduzíveis, ou a tradução pode acarretar em ambiguidades. Por isso, além, óbvio, do conhecido gramatical da outra língua, é de vital importância que o tradutor conheça o universo cultural que está traduzindo. Assim, a tradução se oferece, principalmente, como meio para que o leitor amplie sua compreensão do mundo, de culturas que sejam diversas da em seu idioma. Só com as traduções podem dar acesso as obras que formam o cânon das realizações humanas em âmbito universal.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Quais os tipos de tradução existem no mercado e a diferença entre elas.&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> Há traduções em todos os campos do saber. Entendo que a poesia é a mais difícil de se realizar. A linguagem poética, figurada, torna praticamente impossível ser vertida para outro idioma sem que se perca muito de seu sentido original. A ideia de “transcrição”, adotada aqui no Brasil pelos irmãos Haroldo e Augusto de Campos, em minha opinião gera uma obra diversa da obra original. Acho importante a tradução de poemas que formam o legado cultural da humanidade. Mas entendo que o leitor deva sempre desconfiar da tradução. Além da poesia, a tradução de livro de filosofia é sempre difícil. A linguagem filosófica é repleta de sutilezas terminológica. Uma palavra má traduzida pode levar que se distorça o pensamento de um determinado filósofo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Como foi o de escolha para traduzir a obra Ódio à Literatura: uma história da antiliteratura?&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> O livro foi uma indicação do editor da Paco, Rodrigo Brito. Ele me propôs e eu encarei o desafio.A Paco, como me asseverou o Rodrigo, pretende dar sequência a uma linha de traduções, e o livro de William Marx é o ponta pé dessa linha.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: O livro aborda que constantemente filosofia, religião e ciências se voltam contra a literatura por meio de discursos que possuem em comum argumentos que visam minar sua autoridade, seu propósito de enunciar a verdade, sua carga de valores morais e sua aceitação social. Deste modo, ressalte a importância da literatura na sociedade.&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> A literatura, para mim, tem duas importâncias que prezo demais. Ela amplia minha compreensão da vida e do mundo para além da bolha em que vivo. Um grande romance me faz ver uma realidade que eu não teria como ver, um mundo, portanto, que escapa aos meus sentidos. Agora, exatamente agora, leio <em>São Bernardo</em>, de Graciliano Ramos. A leitura desse romance me põe diante de hábitos, costumes, comportamentos do interior do nordeste no Brasil no início do século passado. Ontem, li <em>Eugênia Grandet</em>, de Honoré de Balzac, e do mesmo modo se abriu para mim o interior da França nos primeiros anos do século retrasado. Além da compreensão da vida e do mundo, a literatura me ensina que em Graciliano ou Balzac vivemos experiências semelhantes a dos personagens em suas obras, por mais distantes que sejam os mundos deles entre si e o meu do deles.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Deixe uma mensagem aos tradutores.</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> Traduzir não dá dinheiro; é um trabalho de entrega, de paixão: o prazer de ver que alguém lerá um livro porque o tradutor deu essa possibilidade.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Ódio à Literatura</h2>



<p><em>Uma história da antiliteratura</em></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/deb86675b431f83f0c01f0f8ca6e3261.jpg" alt="" width="236" height="353"/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura">https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura</a></figcaption></figure>



<p></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>&#8220;Ódio à Literatura&#8221; trata da história da literatura, uma literatura que é objeto de escândalo. Uma literatura que é objeto de contestação ao longo da história, seja pelo seu entendimento ou pelo seu desentendimento. Este livro é, sobretudo, sobre a história da antiliteratura, sendo que “nomeia-se antiliteratura todo discurso que se opõe à literatura, e assim se define em oposição a ela”. Para explicá-la evoca-se os quatro litígios: a autoridade; a verdade; a moralidade; a sociedade. Quatro litígios dificilmente separáveis, uma vez que eles resumem as intenções da literatura e retratam nada menos que quatro frentes principais, quatro cenas primitivas que se articulam em diversos contextos, segundo diversas modalidades, com diversas capacidades para atender as mais diferentes intenções e interesses.</p>
</div>
</div>



<p></p>
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		<title>DIA DO MUSICOTERAPEUTA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 19:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Já pensou em fazer um tratamento por meio da música? É basicamente o que a musicoterapia faz. Comemora-se hoje, 15 de novembro o dia do Musicoterapeuta, profissional capacitado em aplicar e estudar a possibilidades e capacidades terapêuticas da música no corpo humano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A Música ajuda a tratar problemas e a desenvolver habilidades</em>.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Já pensou em fazer um tratamento por meio da música? É basicamente o que a musicoterapia faz. Comemora-se hoje, 15 de novembro o dia do Musicoterapeuta, profissional capacitado em aplicar e estudar a possibilidades e capacidades terapêuticas da música no corpo humano.</p>



<p>O tratamento de Musicoterapia complementa outros processos terapêuticos utilizando elementos sonoros para tratar problemas físicos e mentais. Por exemplo, ele pode ajudar pacientes com problemas de fala e audição, podendo também, ajudar na reabilitação motora e na reintegração e reabilitação de menores infratores e dependentes químicos, respectivamente.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Bate papo com o Psicólogo Diego Azevedo Godoy</h2>



<p>A efeito de comemoração e para dar informação sobre o tema, batemos um papo com o Psicólogo, Diego Azevedo Godoy, Especialista em Musicoterapia formando na  FMU e Mestre em Psicologia Social  pela PUC-SP e autor do livro, <a href="https://www.pacolivros.com.br/para-alem-de-uma-musicoterapeuta-um-estudo-de-psicologia-social-sobre-a-identidade-e-seus-reconhecimentos">‘’ Para além de uma Musicoterapeuta’’</a>  é possível aprender ainda mais sobre essa terapia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira:</h2>



<p>Paco Editorial:  <strong>Em qual área se encontra o musicoterapeuta?</strong></p>



<p>DIEGO AZEVEDO: <em>Musicoterapia é uma profissão que foi criada no final da segunda guerra mundial, quando musicistas tocavam nos hospitais para os veteranos e vítimas de guerra no intuito da reabilitação, assim é uma profissão que se encontra na área da saúde e também na área da humanas.</em></p>



<p><strong>PE:</strong> <strong>Para frequentar a terapia é necessário saber tocar algum instrumento?</strong></p>



<p><strong><em>DA:</em></strong><em> Para frequentar a terapia não é necessário o paciente ter conhecimento de algum instrumento, mas é dever do Musicoterapeuta perceber o vínculo entre o paciente e o sentido da música em sua vida, para assim trabalhar a identidade sonora do paciente, seja com a musicoterapia receptiva quanto na interativa.</em></p>



<p><strong><strong>PE</strong>: Quais os benefícios do tratamento em cada fase da vida?</strong></p>



<p><strong>DA:</strong> <em>Ao invés de falar de benefícios em fases da vida, deve-se falar sim de singularidade e subjetividade em cada ser humano, por isso não existe um tratamento pronto, no trabalho com uma criança geralmente tem-se objetivos diferentes que no trabalho com o adolescentes ou o idosos, cada fase da vida tem uma particularidade, mas o que realmente importa destacar é que cada ser humano tem sua subjetividade, então cada caso especifico deve ser tomado como único, pois uma criança é diferente de outra, um idoso é diferente de outro,&nbsp; assim cada fase da vida será única e diferente para cada um, e cada trabalho com a musicoterapia também, sendo que o que orienta esse trabalho é a identidade sonora do paciente.</em></p>



<p><strong><strong>PE</strong>: Como o tratamento auxilia os pacientes que tem problemas físicos, mentais e na reabilitação de menores infratores e dependentes químicos?</strong></p>



<p><strong>DA:</strong> <em>Cada tratamento é especifico, não existe formulas ou receitas prontas para se trabalhar com menores infratores, dependentes químicos ou deficientes físicos ou intelectuais, cada situação é uma situação e cada ser humano que está por de trás dela também é único, é preciso compreender que a musicoterapia não trata de números, não é possível falar coletivamente pois cada ser humano tem uma identidade sonora singular, cada ser humano tem seu ISO especifico e é com referência nele que se desenvolve o trabalho do Musicoterapeuta.</em></p>



<p><strong>PE</strong>: <strong>Aos leitores que desejam procurar esse tipo de tratamento, existe clínicas para a específica de Musicoterapia? É necessário o encaminhamento de outro profissional?</strong></p>



<p><em><strong>DA</strong>: Sim existem clinicas especificas, assim como existem trabalhos em diversas frentes para além da clínica, como por ex: a social, a comunitária e a organizacional. O encaminhamento sempre é bem vindo, pois a orientação para um tipo de terapia especifica é uma orientação que já possui um olhar de outro profissional, porém não é uma obrigação, o que é uma obrigação é um trabalho ético, integro e verdadeiro por parte do Musicoterapeuta.</em></p>



<p><strong><strong>PE</strong>: O SUS oferece esse tipo terapia?</strong></p>



<p><strong><em><strong>DA</strong></em>:</strong> <em>Sim, a musicoterapia é oferecida no SUS e no SUAS, porém em um país como o Brasil é preciso estar bem informado, pois a situação muda de acordo com cada estado e município. Embora a musicoterapia não seja uma profissão regulamentada, ela apresenta um número de registro no código brasileiro de ocupações (CBO), e por tanto já há algum tempo que se apresenta como opção de tratamento em alguns lugares.</em></p>



<p><strong>PE: Diego, qual é a sua mensagem para o Dia do Musicoterapeuta?</strong></p>



<p><strong>DA:</strong> <em>A mensagem que tenho para o dia do Musicoterapeuta é uma mensagem para todos aqueles que lutam por essa profissão seja na clínica, na academia cientifica ou na rua, seja em qualquer lugar. Para todos aqueles que estudaram na graduação ou na pós graduação em musicoterapia e conseguiram através da formação teórica e prática o título de Musicoterapeuta. Para todos aqueles que atuam eticamente e profissionalmente com a musicoterapia em seu cotidiano. Para que então aproveitem o simbólico dia de 15 de setembro para refletir todas as conquistas que tiveram até chegar onde estão, e todas as lutas que venceram para chegar onde estão, hoje é seu dia, hoje é nosso dia, hoje é o dia do Musicoterapeuta, parabéns Musicoterapeutas de todo o Brasil e todo o mundo. </em></p>
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		<title>Entrevista com Thiago Pinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2020 13:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[baiano]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje vamos divulgar a entrevista de Thiago Pinho realizado pelo canal  Mineira Em Harvard - Doutorado Sanduíche! no Youtube. Onde fala mais sobre sua pesquisa. Ele que um dos autores da obra "Sintomas - Breves ensaios sobre uma sociedade desorientada" que está disponível em nossa loja virtual.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Thiago Pinho &#8211; Doutorando, pesquisador, professor, autor, ator, tradutor e palestrante são umas de suas especialidades como profissional.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Hoje vamos divulgar a entrevista de Thiago Pinho realizado pelo canal  <a href="https://www.youtube.com/channel/UCiZe9rJTHGvGjkfj6M4TDsA">Mineira Em Harvard &#8211; Doutorado Sanduíche!</a> no <a href="https://www.youtube.com/">Youtube</a>. Onde fala mais sobre sua pesquisa. Ele que é um dos autores da obra<a href="https://www.pacolivros.com.br/sintomas-breves-ensaios-sobre-uma-sociedade-desorientada"> &#8220;Sintomas &#8211; Breves ensaios sobre uma sociedade desorientada&#8221;</a> que está disponível em nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/">loja virtual</a>:</p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/sintomas-breves-ensaios-sobre-uma-sociedade-desorientada"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/7128ffa46d4459a3cf450ba8aa47abb1.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/sintomas-breves-ensaios-sobre-uma-sociedade-desorientada"> Sintomas<br>Breves ensaios sobre uma sociedade desorientada </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Sinopse:<br>
Em Sintomas: breves ensaios sobre uma sociedade desorientada os autores apresentam, em formato de ensaio, e dentro de uma estrutura transdisciplinar, os contornos contemporâneos daquilo que chamam de “Sintoma”. Existem várias abordagens relevantes sobre o tema, sendo que as escolhas dos temas aqui presentes refletem a caminhada dos autores, dentro e fora do espaço acadêmico. Os sintomas podem ser não só sinais de desespero, mas também de novos horizontes e novas possibilidades. O leitor poderá saborear uma estrutura de linguagem mais fluida, menos rebuscada, envolvendo temas como mídias digitais, transtornos psíquicos, desejos inconvenientes, política, neuroses, relações sociais atrofiadas, barbárie, civilização.</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>O vídeo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=x3dLxYJZrEs&amp;feature=youtu.be">&#8220;Baiano na Sci-Arc / Entrevista com Thiago Pinho &#8211; Doutorado Sanduíche em Ciências Sociais&#8221;</a>  que foi liberado no dia 11 de abril e esta disponível para você assistir e entender um pouco mais sobre sua pesquisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja o vídeo:</h2>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Baiano na Sci-Arc / Entrevista com Thiago Pinho - Doutorado Sanduíche em Ciências Sociais" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/x3dLxYJZrEs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption><a href="https://www.youtube.com/channel/UCiZe9rJTHGvGjkfj6M4TDsA">Mineira Em Harvard &#8211; Doutorado Sanduíche!</a> <br></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Descrição do vídeo:</h4>



<p>&#8220;E aí pessoal! Antes da quarentena fiz algumas entrevistas que vão aparecer por aqui ainda, e uma delas foi com o Thiago Pinho, durante nosso passeio em Los Angeles!  O Thiago é doutorando pela UFBA e pesquisador convidado da Sci-Arc (Soutthern California Institute of Architecture). No momento está na orientação com o filósofo Graham Harman com sua Tese em Ciências Sociais cujo o título é &#8220;Introdução a uma Teoria Social Alternativa (T.S.A)&#8221;. Além disso, está traduzindo o primeiro livro para o português do seu orientador (O Objeto Quádruplo) .  Muito sucesso para você Thiago! Foi um prazer te conhecer e saber um pouco mais da sua pesquisa!  <br>Local: Hollywood Sign e Observatório Griffith <br>Filmagem: André Carvalho  <br>Música: The Time Machine &#8211; Klaus Badelt &#8220;</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Introdução por Thiago Pinho</h2>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/04/24443.png" alt="Autor Thiago Pinho" class="wp-image-7784" width="628" height="423" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/04/24443.png 496w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/04/24443-300x202.png 300w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /><figcaption>Autor Thiago Pinho</figcaption></figure>



<p>Meu nome é Thiago Pinho, doutorando da UFBA e pesquisador convidado da Sci-Arc (Southern California Institute of Architecture), além de um dos autores do livro &#8220;Sintomas: Breves ensaios sobre uma sociedade desorientada&#8221;, publicado pela Paco Editorial no ano de 2019. No momento estou trabalhando com o filósofo Graham Harman e finalizando minha tese em Ciências Sociais, cujo título é &#8220;Introdução a uma Teoria Social Alternativa (T.S.A)&#8221;. Além disso, estou traduzindo o primeiro livro em português de Harman, sendo ele o criador da Ontologia Orientada ao Objeto (OOO), uma das mais importantes abordagens do século XXI. Essa entrevista sintetiza um pouco a minha trajetória, assim como de muitas possibilidades que ainda podem se abrir.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="has-text-align-left">Obrigado Thiago Pinho por nos autorizar a divulgar sua entrevista e agradecimentos ao canal  <a href="https://www.youtube.com/channel/UCiZe9rJTHGvGjkfj6M4TDsA">Mineira Em Harvard &#8211; Doutorado Sanduíche!</a> quem fez uma excelente matéria. Os créditos são de vocês!<br><br>Paco Editorial.</p>
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