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	<title>educação indígena &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>educação indígena &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Educação Indígena no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 18:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[A questão indígena no Brasil sempre foi um tema delicado. Desde o momento do desembarque dos europeus em terras brasileiras, muitos valores foram subtraídos dos índios, entre eles o direito à existência. A reparação histórica e o resgate que respeita os povos indígenas no Brasil é um dever de todo cidadão para com os verdadeiros donos desta terra. No que tange os processos de educação escolar, os contextos sociais e culturais são muito específicos. Se no passado, a catequização feria os preceitos e a liberdade indígena a favor de uma cultura distante, hoje, mais valor é dado à cultura originária. O acesso à educação, sendo um direito universal e de todo brasileiro, não pode diferenciar os índios dos demais, mas, sem dúvida, deve estar associado ao fortalecimento de suas identidades. O problema da educação não-indígena A educação não-indígena é a educação escolar implantada nas comunidades indígenas desde os tempos da colônia com o objetivo de levar aos povos nativos todos os costumes europeus. Esse tipo de educação visa silenciar ou apagar a identidade indígena, mergulhando as sociedades nativas em um sistema injusto. Neste sistema, todos devem falar a mesma língua e seguir o mesmo sistema econômico, social e cultural, numa idealizada rede homogênea de valores e de condutas. A educação indígena constrói-se coletivamente, no cotidiano, com a participação de todos os membros da sociedade, dia após dia. Os 3 tipos de conhecimentos mais importantes na educação indígena São 3 os tipos de conhecimentos que devem ser considerados na educação dos índios: Conhecimentos para o homem controlar a natureza; 2. Conhecimentos para o homem se relacionar consigo mesmo e com os outros; 3. Conhecimentos para o homem se relacionar com o sagrado. Esses três pilares organizam e orientam os processos pedagógicos indígenas. Mudança no País desde a Constituição de 1988 A educação escolar indígena obteve bastante progresso nas últimas décadas, mas pouco comparado ao que ainda precisa ser feito. Promulgada em 1988, a Constituição Cidadã reconheceu os direitos culturais dos índios, com a determinação de que o Estado deveria garantir aos índios não apenas o direito a terra, mas também à manifestação e preservação de suas organizações sociais, costumes, línguas e tradições. É preciso levar livros e escolas para mais aldeias A escola chegou às aldeias, mas não todas. Os contextos sociais trouxeram enormes desafios aos profissionais da educação que embarcaram nessa aventura. O ambiente, o método, os idiomas diversos e questões culturais devem ser amplamente associados ao processo de aprendizagem. Um lugar de troca, valorização dos costumes e a divulgação de questões científicas que sejam importantes para o contexto dos índios dá luz a uma sociedade mais justa. A importância da valorização do professor no contexto indígena brasileiro O professor é o fator principal relacionado ao desempenho da educação indígena. Qualquer tentativa de melhorar o sistema educacional indígena que não inclua a valorização docente terá resultados muito limitados. O Brasil está bastante atrasado com seus professores, principalmente quando comparamos com a Europa em termos salariais. Na América Latina, fica atrás de diversos países também.]]></description>
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<p></p>



<p class="has-drop-cap has-text-align-left">A questão indígena no Brasil sempre foi um tema delicado. Desde o momento do desembarque dos europeus em terras brasileiras, muitos valores foram subtraídos dos índios, entre eles o direito à existência. A reparação histórica e o resgate que respeita os povos indígenas no Brasil é um dever de todo cidadão para com os verdadeiros donos desta terra.</p>



<p class="has-text-align-left">No que tange os processos de educação escolar, os contextos sociais e culturais são muito específicos. Se no passado, a catequização feria os preceitos e a liberdade indígena a favor de uma cultura distante, hoje, mais valor é dado à cultura originária. O acesso à educação, sendo um direito universal e de todo brasileiro, não pode diferenciar os índios dos demais, mas, sem dúvida, deve estar associado ao fortalecimento de suas identidades.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>O problema da educação não-indígena</strong></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-left">A educação não-indígena é a educação escolar implantada nas comunidades indígenas desde os tempos da colônia com o objetivo de levar aos povos nativos todos os costumes europeus. Esse tipo de educação visa silenciar ou apagar a identidade indígena, mergulhando as sociedades nativas em um sistema injusto.</p>



<p class="has-text-align-left">Neste sistema, todos devem falar a mesma língua e seguir o mesmo sistema econômico, social e cultural, numa idealizada rede homogênea de valores e de condutas. A educação indígena constrói-se coletivamente, no cotidiano, com a participação de todos os membros da sociedade, dia após dia.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Os 3 tipos de conhecimentos mais importantes na educação indígena</strong></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-left">São 3 os tipos de conhecimentos que devem ser considerados na educação dos índios:</p>



<ol class="wp-block-list"><li> Conhecimentos para o homem controlar a natureza;</li></ol>



<p>2. Conhecimentos para o homem se relacionar consigo mesmo e com os outros;</p>



<p>3. Conhecimentos para o homem se relacionar com o sagrado. Esses três pilares organizam e orientam os processos pedagógicos indígenas.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Mudança no País desde a Constituição de 1988</strong></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-left">A educação escolar indígena obteve bastante progresso nas últimas décadas, mas pouco comparado ao que ainda precisa ser feito. Promulgada em 1988, a Constituição Cidadã reconheceu os direitos culturais dos índios, com a determinação de que o Estado deveria garantir aos índios não apenas o direito a terra, mas também à manifestação e preservação de suas organizações sociais, costumes, línguas e tradições.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>É preciso levar livros e escolas para mais aldeias</strong></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-left">A escola chegou às aldeias, mas não todas. Os contextos sociais trouxeram enormes desafios aos profissionais da educação que embarcaram nessa aventura. O ambiente, o método, os idiomas diversos e questões culturais devem ser amplamente associados ao processo de aprendizagem.</p>



<p class="has-text-align-left">Um lugar de troca, valorização dos costumes e a divulgação de questões científicas que sejam importantes para o contexto dos índios dá luz a uma sociedade mais justa.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>A importância da valorização do professor no contexto indígena brasileiro</strong></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-left">O professor é o fator principal relacionado ao desempenho da educação indígena. Qualquer tentativa de melhorar o sistema educacional indígena que não inclua a valorização docente terá resultados muito limitados.</p>



<p class="has-text-align-left">O Brasil está bastante atrasado com seus professores, principalmente quando comparamos com a Europa em termos salariais. Na América Latina, fica atrás de diversos países também.</p>
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