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	<title>ead &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>ead &#8211; Paco Editorial</title>
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	<item>
		<title>Após 50 anos, Biblioteca Central passará por primeira reforma estrutural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 11:54:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Biblioteca Central (BCE) da UnB vai passar por uma mega recuperação da integridade estrutural de sua edificação, cuja autoria é do arquiteto José Galbinski. A BCE é a única biblioteca universitária aberta 24 horas, que recebe mais de 3 mil pessoas por dia, e tem um acervo com mais de 1,5 milhão de itens. Na quinta-feira (8), o chefe do Departamento de Finanças da Embaixada dos Emirados Árabes, Saeed Alshehhi, esteve com a reitora Márcia Abrahão para celebrar o contrato de início das obras. Fonte: UNB Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>A Biblioteca Central (BCE) da UnB vai passar por uma mega recuperação da integridade estrutural de sua edificação, cuja autoria é do arquiteto José Galbinski. A BCE é a única biblioteca universitária aberta 24 horas, que recebe mais de 3 mil pessoas por dia, e tem um acervo com mais de 1,5 milhão de itens.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>Na quinta-feira (8), o chefe do Departamento de Finanças da Embaixada dos Emirados Árabes, Saeed Alshehhi, esteve com a reitora Márcia Abrahão para celebrar o contrato de início das obras.</p>



<p>Fonte:<em> </em>UNB</p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://noticias.unb.br/institucional/7141-apos-50-anos-biblioteca-central-passara-por-primeira-reforma-estrutural">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Ensinos presencial e a distância da UnB são reconhecidos no Brasil e no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 20:39:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mesmo com uma queda de quase 30% do orçamento para despesas discricionárias nos últimos cinco anos, a gestão da reitora Márcia Abrahão e do vice-reitor Enrique Huelva priorizou as atividades-fim da Universidade. O esforço em garantir a formação dos estudantes de graduação se traduziu nos mais de 22 mil auxílios oferecidos nos últimos três anos, entre programas de apoio socioeconômico, alimentação e moradia, além de editais de ensino e pesquisa. O resultado dessa decisão está refletido em rankings nacionais e internacionais, além de ser atestado pelas avaliações do Ministério da Educação (MEC), em que a UnB figura entre as melhores universidades e seus cursos recebem as maiores notas das avaliações. “Permanecemos entre as melhores do Brasil e da América Latina, mesmo em condições muito adversas de pandemia, de cortes orçamentários e de fake news que atentam contra a imagem da ciência e das universidades federais”, afirma a reitora, que também é presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Em 2021, a UnB recebeu a nota máxima do MEC, após passar por um processo inédito de avaliação para ser recrendeciada como instituição de ensino superior. A cada ano, a Universidade se destaca ainda mais como uma instituição de referência, estando entre as dez melhores federais do Brasil em diversos rankings nacionais e internacionais. Em 2022, doze cursos da UnB subiram de nota no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e onze cursos de graduação obtiveram conceito 5, o maior. Fonte: UNB Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>Mesmo com uma queda de quase 30% do orçamento para despesas discricionárias nos últimos cinco anos, a gestão da reitora Márcia Abrahão e do vice-reitor Enrique Huelva priorizou as atividades-fim da Universidade. O esforço em garantir a formação dos estudantes de graduação se traduziu nos mais de 22 mil auxílios oferecidos nos últimos três anos, entre programas de apoio socioeconômico, alimentação e moradia, além de editais de ensino e pesquisa.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>O resultado dessa decisão está refletido em rankings nacionais e internacionais, além de ser atestado pelas avaliações do Ministério da Educação (MEC), em que a UnB figura entre as melhores universidades e seus cursos recebem as maiores notas das avaliações.</p>



<p>“Permanecemos entre as melhores do Brasil e da América Latina, mesmo em condições muito adversas de pandemia, de cortes orçamentários e de fake news que atentam contra a imagem da ciência e das universidades federais”, afirma a reitora, que também é presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).</p>



<p>Em 2021, a UnB recebeu a nota máxima do MEC, após passar por um processo inédito de avaliação para ser recrendeciada como instituição de ensino superior.</p>



<p>A cada ano, a Universidade se destaca ainda mais como uma instituição de referência, estando entre as dez melhores federais do Brasil em diversos rankings nacionais e internacionais. Em 2022, doze cursos da UnB subiram de nota no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e onze cursos de graduação obtiveram conceito 5, o maior.</p>



<p>Fonte:<em> </em>UNB</p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://noticias.unb.br/76-institucional/7135-ensinos-presencial-e-a-distancia-da-unb-sao-reconhecidos-no-brasil-e-no-mundo">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>UnB debate oferta de disciplinas EaD em cursos presenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 15:38:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Decanato de Ensino de Graduação, com apoio do Centro de Educação a Distância, está realizando série de debates para discutir as possibilidades de elaboração de uma normativa que permita a inserção de disciplinas a distância no projeto pedagógico de cursos de graduação presenciais. A intenção é que nos diálogos sejam avaliadas necessidades e condições para dar andamento à proposta e submetê-la à votação no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. O primeiro debate&#160;ocorreu no início de fevereiro. Na ocasião, os participantes foram atualizados de ações relativas ao tema já em andamento. Entre elas, o envio de consulta técnica para a Secretaria de Administração Acadêmica (SAA) e a Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) para que os setores possam verificar aplicação da proposta dentro do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas e segundo as normativas da instituição.&#160; &#160;À frente do encontro, o decano de Ensino de Graduação, Diêgo Madureira, relata que a demanda para inclusão de oferta de algumas disciplinas na modalidade EaD foi identificada após o período crítico da pandemia da covid-19 e com o retorno das aulas presenciais, quando interesse se evidenciou entre a comunidade acadêmica e unidades. Vale destacar que não há prazo para votação da nova normativa e que será priorizado o amplo debate. A proposta será&#160;encaminhada para deliberação somente quando houver consenso entre a comunidade. O debate também está sendo promovido junto aos estudantes por meio do Diretório Central dos Estudantes. A ideia é que os discentes também possam apontar as necessidades para a implementação das disciplinas EAD.&#160;A próxima sessão de debates será realizada no dia 3 de abril. Fonte: Notícias UNB Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>O Decanato de Ensino de Graduação, com apoio do Centro de Educação a Distância, está realizando série de debates para discutir as possibilidades de elaboração de uma normativa que permita a inserção de disciplinas a distância no projeto pedagógico de cursos de graduação presenciais. A intenção é que nos diálogos sejam avaliadas necessidades e condições para dar andamento à proposta e submetê-la à votação no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>O primeiro debate&nbsp;ocorreu no início de fevereiro. Na ocasião, os participantes foram atualizados de ações relativas ao tema já em andamento. Entre elas, o envio de consulta técnica para a Secretaria de Administração Acadêmica (SAA) e a Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) para que os setores possam verificar aplicação da proposta dentro do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas e segundo as normativas da instituição.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;À frente do encontro, o decano de Ensino de Graduação, Diêgo Madureira, relata que a demanda para inclusão de oferta de algumas disciplinas na modalidade EaD foi identificada após o período crítico da pandemia da covid-19 e com o retorno das aulas presenciais, quando interesse se evidenciou entre a comunidade acadêmica e unidades.</p>



<p>Vale destacar que não há prazo para votação da nova normativa e que será priorizado o amplo debate. A proposta será&nbsp;encaminhada para deliberação somente quando houver consenso entre a comunidade. O debate também está sendo promovido junto aos estudantes por meio do Diretório Central dos Estudantes. A ideia é que os discentes também possam apontar as necessidades para a implementação das disciplinas EAD.&nbsp;A próxima sessão de debates será realizada no dia 3 de abril.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: </em>Notícias UNB</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://noticias.unb.br/67-ensino/6315-unb-debate-oferta-de-disciplinas-ead-em-cursos-presenciais">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Universidade Estadual de Roraima passa a ofertar cursos de graduação à distância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 21:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Estadual de Roraima (UERR) anunciou algumas novidades que serão adotadas, entre elas está a aprovação da nova modalidade de Educação à Distância para oferta de cursos de graduação já no começo de 2023. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (10) em comemoração aos 17 anos da instituição.&#160; Conforme o reitor Regys Freitas, os polos de oferta serão Rorainópolis, Caracaraí e Boa Vista. A previsão é que o vestibular aconteça em março com a oferta dos cursos de Geografia, Filosofia, Física, Matemática e Tecnólogo em Turismo.&#160; “Dessa forma vamos atender toda a comunidade no entorno desses municípios com a oferta de ensino superior público e de qualidade. A resolução para a realização do vestibular já foi aprovada e está assinada”, disse. Regys reforçou a proposta frisando que a EaD é uma tendência mundial que possui o condão de expandir possibilidades e oportunidades de acesso ao conhecimento e que, neste caso específico, vai facilitar o atendimento de uma demanda reprimida apontada pela própria população com relação à formação e inserção ao mercado de trabalho. Ainda em 2022 a instituição deve anunciar os destaques do ano no fomento do Ensino, Pesquisa e Extensão, como forma de incentivar a produção desses que são os pilares da instituição, e reconhecer o empenho da comunidade acadêmica em torno do crescimento institucional da universidade. O reitor adiantou que o governador Antonio Denarium autorizou a aplicação dos recursos necessários para a oferta do curso de Medicina Veterinária. “Já estamos trabalhando para que o curso seja lançado com todo o suporte necessário para formar os melhores profissionais da região Norte nessa área. Também estamos em fase de conclusão dos projetos dos Hospitais Universitários e do Laboratório de Habilidades Clínicas nos próximos meses”, pontuou. Fonte: Folha BV Achou interessante? Leia a matéria disponível aqui.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Universidade Estadual de Roraima (UERR) anunciou algumas novidades que serão adotadas, entre elas está a aprovação da nova modalidade de Educação à Distância para oferta de cursos de graduação já no começo de 2023. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (10) em comemoração aos 17 anos da instituição.&nbsp;</p>



<p>Conforme o reitor Regys Freitas, os polos de oferta serão Rorainópolis, Caracaraí e Boa Vista. A previsão é que o vestibular aconteça em março com a oferta dos cursos de Geografia, Filosofia, Física, Matemática e Tecnólogo em Turismo.&nbsp;</p>



<p>“Dessa forma vamos atender toda a comunidade no entorno desses municípios com a oferta de ensino superior público e de qualidade. A resolução para a realização do vestibular já foi aprovada e está assinada”, disse.</p>



<p>Regys reforçou a proposta frisando que a EaD é uma tendência mundial que possui o condão de expandir possibilidades e oportunidades de acesso ao conhecimento e que, neste caso específico, vai facilitar o atendimento de uma demanda reprimida apontada pela própria população com relação à formação e inserção ao mercado de trabalho.</p>



<p>Ainda em 2022 a instituição deve anunciar os destaques do ano no fomento do Ensino, Pesquisa e Extensão, como forma de incentivar a produção desses que são os pilares da instituição, e reconhecer o empenho da comunidade acadêmica em torno do crescimento institucional da universidade.</p>



<p>O reitor adiantou que o governador Antonio Denarium autorizou a aplicação dos recursos necessários para a oferta do curso de Medicina Veterinária. “Já estamos trabalhando para que o curso seja lançado com todo o suporte necessário para formar os melhores profissionais da região Norte nessa área. Também estamos em fase de conclusão dos projetos dos Hospitais Universitários e do Laboratório de Habilidades Clínicas nos próximos meses”, pontuou.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Fonte: Folha BV</em></p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Leia a matéria disponível <a href="https://folhabv.com.br/noticia/CIDADES/Capital/Universidade-Estadual-passa-a-ofertar-cursos-de-graduacao-a-distancia/92307">aqui.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pandemia favoreceu ensino remoto e aumentou desigualdade na Universidade</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/pandemia-favoreceu-ensino-remoto-e-aumentou-desigualdade-na-universidade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pandemia-favoreceu-ensino-remoto-e-aumentou-desigualdade-na-universidade</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2022 20:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Há dois anos, as universidades do mundo inteiro se viram afetadas pela pandemia da covid-19, que as obrigou a aumentarem seus recursos digitais. Tal mudança teve um efeito perverso: aprofundou as diferenças entre as regiões, assim como a desigualdade entre os estudantes. A covid-19, que causou o fechamento das universidades em março de 2020 na maioria dos países e a implementação do ensino à distância, e depois uma forma híbrida (entre presencial e remoto), teve “um impacto variado conforme as regiões e o nível de recursos”, com países da Europa e América do Norte “melhor [preparados] para fazer frente às perturbações”, diz também um relatório da Unesco publicado no início de 2021. Nos EUA, a maioria dos estabelecimentos universitários ficou fechada de março de 2020 a agosto de 2021 por conta da pandemia, o que resultou em uma queda no número de matrículas, sobretudo de estudantes internacionais, cujo número de inscrições caiu 17% entre 2019 e 2021, segundo o centro de pesquisa National Student Clearinghouse. “De forma geral, as universidades que tinham estudantes internacionais se viram muito impactadas pela digitalização”, resume Mathias Bouckaert, analista na OCDE e especialista em questões universitárias, citando como exemplos Reino Unido, Estados Unidos e Austrália. Além disso, mesmo que o ensino à distância tenha funcionado bem em alguns países, como o Canadá, em outras regiões do mundo, como a África, a situação é completamente diferente. No Quênia, o acesso à internet e a computadores é um dos principais problemas. “Estamos muito mal equipados”, conta Masibo Lumala, conferencista na Universidade Moi. “Temos competência para ensinar online, a maioria de nós tem formação para isso. Mas, onde estão as instalações?”, questiona. Phylis Maina, estudante de odontologia na Universidade de Nairóbi, também critica a qualidade ruim da conexão de internet e lamenta que “as interações sociais entre professores e estudantes […] desapareceram”. Nesse sentido, a pandemia não transformou apenas o formato do ensino, mas também a vida estudantil, o que tem repercussões psicológicas e ajuda a aumentar as desigualdades. Fonte: Istoé Achou curioso? Clique aqui para mais informações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Há dois anos, as universidades do mundo inteiro se viram afetadas pela pandemia da covid-19, que as obrigou a aumentarem seus recursos digitais. Tal mudança teve um efeito perverso: aprofundou as diferenças entre as regiões, assim como a desigualdade entre os estudantes.</p>



<p>A covid-19, que causou o fechamento das universidades em março de 2020 na maioria dos países e a implementação do ensino à distância, e depois uma forma híbrida (entre presencial e remoto), teve “um impacto variado conforme as regiões e o nível de recursos”, com países da Europa e América do Norte “melhor [preparados] para fazer frente às perturbações”, diz também um relatório da Unesco publicado no início de 2021.</p>



<p>Nos EUA, a maioria dos estabelecimentos universitários ficou fechada de março de 2020 a agosto de 2021 por conta da pandemia, o que resultou em uma queda no número de matrículas, sobretudo de estudantes internacionais, cujo número de inscrições caiu 17% entre 2019 e 2021, segundo o centro de pesquisa National Student Clearinghouse.</p>



<p>“De forma geral, as universidades que tinham estudantes internacionais se viram muito impactadas pela digitalização”, resume Mathias Bouckaert, analista na OCDE e especialista em questões universitárias, citando como exemplos Reino Unido, Estados Unidos e Austrália.</p>



<p>Além disso, mesmo que o ensino à distância tenha funcionado bem em alguns países, como o Canadá, em outras regiões do mundo, como a África, a situação é completamente diferente.</p>



<p>No Quênia, o acesso à internet e a computadores é um dos principais problemas. “Estamos muito mal equipados”, conta Masibo Lumala, conferencista na Universidade Moi. “Temos competência para ensinar online, a maioria de nós tem formação para isso. Mas, onde estão as instalações?”, questiona.</p>



<p>Phylis Maina, estudante de odontologia na Universidade de Nairóbi, também critica a qualidade ruim da conexão de internet e lamenta que “as interações sociais entre professores e estudantes […] desapareceram”.</p>



<p>Nesse sentido, a pandemia não transformou apenas o formato do ensino, mas também a vida estudantil, o que tem repercussões psicológicas e ajuda a aumentar as desigualdades.</p>



<p><em>Fonte: Istoé</em> </p>



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<p>Achou curioso? Clique <a href="https://istoe.com.br/pandemia-favoreceu-ensino-remoto-e-aumentou-desigualdade-na-universidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para mais informações.</p>
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		<title>Dia Nacional da Alfabetização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2020 19:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetizacao]]></category>
		<category><![CDATA[analfabetismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste artigo, abordarmos a realidade dos profissionais da educação frente ao sucateamento da educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje, 14 de novembro, é o Dia Nacional da Alfabetização. Instituído em 1966, a data tem como objetivo manifestar a importância da leitura e escrita no país.&nbsp; Esse dia, que deveria ser motivo de comemoração, coloca em debate a realidade de um país que atualmente possui 11 milhões de analfabetos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), o que revela um grande descaso do Estado brasileiro com a educação.</p>



<p>Neste artigo, abordarmos a realidade dos profissionais da educação frente ao sucateamento da educação.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Desafios da alfabetização no Brasil</strong></h3>



<p>Os dados da PNAD apontam que além das diferenças geracionais, a desigualdade quanto ao acesso à educação tem um recorte racial e regional no tocante a alfabetização. Em relação aos brancos, a taxa de analfabetismo é 3,6% entre aqueles com 15 anos ou mais. No que se refere à população preta e parda, segundo os critérios do IBGE, essa taxa é 8,9%. A diferença aumenta entre aqueles com 60 anos ou mais. Enquanto 9,5% dos brancos não sabem ler ou escrever, entre os pretos e pardos, esse percentual é cerca de três vezes maior: 27,1%.<br><br>As regiões Sul e Sudeste têm as menores taxa de analfabetismo, 3,3% entre os que têm 15 anos ou mais. Na Região Centro-Oeste a taxa é 4,9% e na Região Norte, 7,6%. O Nordeste tem o maior percentual de analfabetos, 13,9%. Entre os que têm 60 anos ou mais, as taxas são 9,5% na Região Sul; 9,7% no Sudeste; 16,6% no Centro-Oeste; 25,5% no Norte; e 37,2% no Nordeste.<br><br>A Doutora em Educação, Patrícia Santos, ressalta que os resultados do analfabetismo estão ligados aos graves níveis de desigualdade que assolam o país, principalmente na região nordeste.</p>



<p>&#8220;As taxas de analfabetismo em seu recorte geográfico, estão atreladas as condições de pobreza e vulnerabilidade da população brasileira. Alagoas com 17,1%, Paraíba com 16,1%, Piauí com 16% e Maranhão com 15,6%, são os estados da federação que concentram as maiores taxas de analfabetismo entre pessoas 15 anos ou mais. Isso torna o Nordeste com maior porcentagem de analfabetos do Brasil. É notório que temos um contingente considerável da população nordestina ainda sem o domínio dos conhecimentos básicos da leitura e da escrita’’, explicou.</p>



<p>A região foi a única a apresentar leve aumento da taxa de analfabetismo entre 2018 e 2019. No público jovem, a taxa praticamente se manteve, variando 0,03 ponto percentual. Entre os mais velhos, a variação foi de 0,33 ponto percentual.</p>



<p>O IBGE revela que do total de analfabetos, 56,2% &#8211; o que corresponde a 6,2 milhões de pessoas &#8211; vive na Região Nordeste e 21,7%, o equivalente a 2,4 milhões de pessoas, no Sudeste.</p>



<p>Reduzir a taxa de analfabetismo no Brasil está entre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), Lei nº 13.005/2014, que estabelece o que deve ser prioridade para melhorar a educação no país até 2024, desde o ensino infantil, até a pós-graduação. Pela lei, em 2015, o Brasil deveria ter atingido a marca de 6,5% de analfabetos. Em 2024, essa taxa deveria chegar a zero.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><strong>Anos de estudo da população brasileira &nbsp;</strong></strong></h3>



<p>A PNAD revela que, em média, o brasileiro estuda 9,4 anos. O dado é coletado entre as pessoas com 25 anos ou mais. Esse número aumentou em relação a 2018, quando, em média, o tempo de estudo no Brasil era de 9,3 anos. Em 2016, de 8,9.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">A exclusão do SECADI e o menor investimento da década</h3>



<p>A Educação de Jovens e Adultos (EJA), enquanto modalidade da educação básica, tem o objetivo de atender essa parcela da população que nunca foi a escola ou que não concluiu o ensino médio no tempo previsto. Todavia se compararmos a demanda brasileira e o número de matrículas registrado no Censo Escolar de 2019, 3.273.668 matrículas, segundo o INEP, esse atendimento está muito aquém do esperado. <br><br>Sobre esse aspecto, a especialista ressalta que a contemplação das matrículas da EJA com recursos do FUNDEB desde 2007, não foi suficiente para incrementar a oferta dessa modalidade nos sistemas de ensino. <br><br>“As matrículas da EJA têm diminuído consideravelmente nos últimos anos e em algumas redes sopram os ventos da oferta compulsória dessa modalidade através da Educação a Distância (EAD). A extinção do Programa Brasil Alfabetizado (PBA) cessou o repasse de recursos federais destinados diretamente para as ações de alfabetização e mesmo com todas as tentativas de promoção da continuidade, o PBA, como porta de entrada, não conseguiu mobilizar sua demanda a dar continuidade dos estudos na EJA’’, ressalta a especialista. <br><br>Para completar a precarização, em 2019, o presidente Jair Bolsonaro, e o ex-ministro da educação, Vélez Rodriguez, extinguiram a Secretaria de Educação Continuada Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI), órgão responsável por difundir políticas públicas para o setor junto a estados e municípios. No tocante a questão financeira, os recursos destinados a EJA foram reduzidos drasticamente, a porcentagem de investimento foi a menor em dez anos. <br><br>O governo investiu apenas R$ 16,6 milhões na área, o que corresponde a 22% dos R$ 74 milhões previstos. Em 2012, por exemplo, o investimento no EJA de R$ 1,6 bilhões, valor 115 vezes maior do que de 2019. &#8220;A extinção da SECADI pelo governo Bolsonaro já acenava tempos sombrios de descaso e falta de agenda destinada a esse público por parte do governo federal enquanto agente indutor e promotor de políticas públicas, em especial no campo da alfabetização’’, explica a doutora.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mercantilização do EJA e o EAD</strong></h3>



<p>Dado um ambiente social em que não existam disparidades socioeconômicas, o uso de tecnologias de informação e comunicação parece ser promissor e possuir um potencial fantástico. Mas sabe-se que na realidade de países como o Brasil, a exclusão digital deve ser considerada ao se pensar no uso de novas tecnologias para que estas não venham a perpetuar a exclusão e criar um abismo ainda maior entre os que têm e os que não têm acesso às inovações tecnológicas.</p>



<p><br>Para a doutora, que também é pesquisadora na área de Políticas Públicas para EJA, a sociedade civil e o Estado precisam se posicionar contra mercantilização do EJA através da EAD. &#8220;A complexidade do tema exige ações coordenadas entre o Governo Federal, entes federados e sociedade civil, cada um cumprindo seu papel, na garantia da EJA como política pública de Estado. Sendo norteada pelo princípio da educação como direito em oposição as investidas atuais da mercantilização dessa modalidade através da Educação a Distância’’.</p>



<p><br>A conjuntura das políticas públicas para EJA no Brasil se agrava consideravelmente em 2020 com o cenário pandêmico, ressaltando desigualdades socias, mostrando mais uma vez o quanto é necessário avançar. Os alunos de baixa renda, seja criança, público da EJA ou universitários estão sofrendo mais uma exclusão, a digital.</p>



<p><br>&#8220;Na EJA temos um verdadeiro silenciamento quanto as dificuldades que os estudantes dessa modalidade vêm enfrentando para acompanhar as atividades remotas e o real alcance dessas ações. Considerando a vulnerabilidade do público quanto a falta ou precariedade do acesso à internet e as tecnologias necessárias para tal. Silenciamento também quanto a ações de inclusão digital, por parte dos governos, que viabilizem a participação dos estudantes jovens, adultos e idosos nesse processo’’, ressalta a professora.</p>



<p>A especialista afirma que o acesso à banda larga deve ser um direito social. &#8220;Neste sentido, garantido na forma de serviço público gratuito através de plataforma integrada com TVs, rádios e redes sociais. Pode também ser aplicada na forma de infraestrutura de tecnologia virtual em sala de aula, com instrumentos de inserção no chamado ciberespaço”.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p></p>
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		<title>Educação EaD nos dias de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 18:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[distancia]]></category>
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		<category><![CDATA[realidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao longo dos anos, a educação passou por mudanças significativas. Muitas dessas foram ocasionadas por movimentos e revoluções que alteraram a forma de se propagar o ensino e democratizar o acesso à educação.]]></description>
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<p><em>Ao longo dos anos, a educação passou por mudanças significativas. Muitas dessas foram ocasionadas por movimentos e revoluções que alteraram a forma de se propagar o ensino e democratizar o acesso à educação.</em></p>



<p>Módulos de Educação à Distância (<a href="https://www.pacolivros.com.br/busca?term=EAD&amp;from=0&amp;size=24">EAD</a>) tornaram-se mais comuns a partir da década de 2010, quando novas tecnologias adentraram os mais diferentes espaços e esse modelo de ensino se tornou uma necessidade dos dias atuais. Veja obras em nossa Loja sobre <a href="https://www.pacolivros.com.br/busca?term=EAD&amp;from=0&amp;size=24">EAD</a>.</p>



<p>Criticado por muitos e estimado por outros, esse modelo de educação apresenta-se como uma alternativa para as pessoas que não têm condições financeiras ou sociais para cursar uma graduação presencial.</p>



<p>Levando em conta fatores como deslocamento, alimentação, custos de materiais, congressos e toda a carga horária exigida pelas universidades tradicionais, se torna uma realidade impossível para muitas pessoas.</p>



<p>Antes de discorrer sobre os prós e contras do Ensino à Distância, é essencial destacar o panorama dessa realidade no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Educação a Distância na atual realidade brasileira</h2>



<p>Para falar dessa realidade, é necessário pensar em todos os fatores que proporcionaram o surgimento e crescimento desse modelo de ensino. Principais deles foram o crescimento da tecnologia digital na última década e a necessidade de projetos educacionais voltados para as pessoas que não possuem tempo ou condições financeiras para uma graduação nos moldes tradicionais.</p>



<p>É importante ressaltar que não são apenas os cursos de graduação que se encontram disponíveis nos modelos à distância. Cursos de pós-graduação, profissionalizantes e especializações estão acessíveis apenas um clique para toda a população.</p>



<p>Também é possível encontrar conteúdos gratuitos em plataformas de vídeo, mas são inúmeras as instituições que trabalham com a venda de cursos e workshops online, alternativas muito importantes para quem se interessa por essas oportunidades.</p>



<p>É certo que o modelo tradicional de educação continua crescendo e, no caso de alguns cursos, sobretudo os da área da saúde, é impossível um Ensino à Distância. É também por esse motivo que o modelo <a href="https://www.pacolivros.com.br/busca?term=EAD&amp;from=0&amp;size=24">EAD</a> encontra dificuldades para se firmar, pois é necessário regular horas, preparar provas e supervisionar estágio, algo que não pode ficar sob a responsabilidade do aluno.</p>



<p>Apesar dessas questões técnicas, são muitas as pessoas que ingressam mensalmente em cursos fornecidos por essas instituições. Seja para conseguir uma oportunidade ou ingressar em uma nova carreira profissional, o curso superior tem um peso considerável no mercado de trabalho.</p>



<p>Atualmente, o Brasil possui muitas instituições de ensino que trabalham exclusivamente com o modelo<a href="https://www.pacolivros.com.br/busca?term=EAD&amp;from=0&amp;size=24"> EAD</a>. São tantas que fica difícil para o aluno escolher uma que realmente seja a melhor.</p>



<p>Por isso, muitas pessoas acabam optando por aquelas que possuem um preço mais barato ou que tenham um cronograma de horários mais flexíveis. Esses já podem ser considerados problemas, pois é importante que a escolha seja baseada na qualidade do ensino e não apenas no seu preço. Porém, é complicado não levar o preço em conta, até porque a realidade brasileira possui sérias desigualdades financeiras.</p>



<p>No atual momento da história, em que toda a população mundial está enfrentando uma pandemia ocasionada pelo novo coronavírus, a Educação a Distância se tornou uma importante ferramenta para evitar a paralisação das aulas.</p>



<p>Instituições que trabalham com graduações presenciais estão se adaptando a esse formato e realizando as suas aulas em plataformas de reunião online. Não é um formato que agrada a todos, levando em consideração os problemas técnicos ocasionados pela própria tecnologia, mas é uma medida urgente em tempos de pandemia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prós e os contras da Educação a Distância</h2>



<p>Como todos os modelos educacionais de ensino, o formato à distância também apresenta seus prós e contras. Seja pela ótica dos alunos ou do mercado de trabalho, os pontos negativos e positivos precisam ser avaliados e considerados na hora de investir nesse tipo de formação.</p>



<p>Prós:</p>



<p>&#8211; Democratização do ensino superior;</p>



<p>&#8211; Possibilidade de estudo para pessoas que não possuem condições financeiras de cursar uma graduação presencial;</p>



<p>&#8211; Inserção de profissionais no mercado de trabalho;</p>



<p>&#8211; Modelo home office, que é importante para quem não pode se deslocar de casa;</p>



<p>&#8211; Flexibilidade de horários;</p>



<p>&#8211; Mensalidades mais acessíveis.</p>



<p>Contras:</p>



<p>&#8211; Ausência da vivência universitária;</p>



<p>&#8211; Problemas técnicos, como por exemplo, internet ruim ou problemas no computador;</p>



<p>&#8211; Dificuldades em organizar o tempo e entregar as atividades dentro do prazo estabelecido;</p>



<p>&#8211; Ausência de equipamentos adequados para assistir às aulas;</p>



<p>&#8211; Problemas com a supervisão de estágio;</p>



<p>&#8211; Dificuldades no mercado de trabalho em razão da baixa confiança na instituição de ensino.</p>



<p>Avaliando essas questões, é difícil obter um veredito final sobre a Educação à Distância, afinal, as dinâmicas de ensino variam muito de acordo com cada instituição. O que deve ser considerado, no entanto, é o programa de estudos da instituição e a nota fornecida a esse curso pelos órgãos responsáveis.</p>



<p>Para quem deseja ingressar nessa modalidade de ensino, deve considerar muito bem os pontos positivos e negativos e pesquisar bastante sobre a instituição, afinal, o mercado de trabalho também realiza essa pesquisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Futuro da Educação a Distância no Brasil</h2>



<p>Quanto ao futuro da EAD no Brasil, é possível traçar um panorama, levando em consideração a atual situação. São muitas as pessoas que ingressam nesses cursos e a tendência aponta para o crescimento dessa modalidade, afinal, o mercado de trabalho está cada dia mais competitivo e um diploma ou certificado representa um diferencial que chama a atenção no currículo.</p>



<p>O atual momento de pandemia mostrou a importância de ferramentas online para que a paralisação não seja uma alternativa.</p>



<p>Apesar de as tendências apontarem um crescimento da <a href="https://www.pacolivros.com.br/busca?term=EAD&amp;from=0&amp;size=24">EAD</a> no Brasil, é importante considerar as questões de desigualdade social e ressaltar que grande parte da população não tem acesso a computadores ou internet, e esse é um problema, se levarmos em consideração a democratização do ensino.</p>



<p>É importante pensar que esse é um modelo de ensino pensado para quem tem acesso à tecnologia e conhece todas as suas implicações. As mensalidades da <a href="https://www.pacolivros.com.br/busca?term=EAD&amp;from=0&amp;size=24">EAD</a> são mais acessíveis, mas o acesso à internet não é uma realidade nacional e esse é um ponto que precisa ser discutido com mais frequência.</p>



<p>Quem deseja ingressar na graduação a distância deve considerar todos os pontos e também fortalecer o currículo com capacitações, sempre buscando aproveitar ao máximo todos os benefícios desse ensino.</p>



<p>Acesse a loja virtual e conheça as nossas obras: <a href="http://www.pacolivros.com.br">www.pacolivros.com.br</a></p>



<p></p>
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