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	<title>discriminação &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>discriminação &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Dia Nacional do Combate à Discriminação Racial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 11:54:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No Dia Nacional do Combate à Discriminação Racial, selecionamos 5 livros imperdíveis que irão ampliar seu conhecimento sobre o tema O que está por trás do blackface? Pintar a cara de preto é uma forma de esconder ou de desmascarar o racismo que ordenou e ainda ordena o Brasil? Essas são perguntas que atravessam o trabalho da historiadora Lissa Passos. Por meio de um estudo acurado da peça Seccos e Molhados, um sucesso do Teatro de Revista do Rio de Janeiro de 1924, a autora tece uma intricada análise na qual as peripécias vividas pelas personagens nos convidam a mergulhar nas dinâmicas de uma sociedade em que o racismo era travestido de piada, e os rostos brancos eram pintados de preto. Uma pesquisa de fôlego que faz do teatro um espelho do Brasil de então. COMPRAR Esta obra atende à demanda de pessoas interessadas no campo de crítica literária afrodescendente., na pesquisa e ensino de temáticas relacionadas à afrodescendência, africanidade, etnia (Lei n° 10.639/2003), gênero, memória, construção de identidades pós-coloniais, como também tem seu propósito de dar mais visibilidade à obra de afro-brasileiros, afrodescendentes e africanos. COMPRAR As Cotas para Negros em Universidades e o Princípio da Proporcionalidade são tema relevante à sociedade brasileira e compõem imperiosa necessidade de restaurar os males de Estado no reconhecimento dos direitos humanos. O Estado contemporâneo exige ações em prol de demandas sociais imprescindíveis, permeadas pelo republicanismo, daí a legitimidade desta obra, assentada na redução das desigualdades sociais e impondo seriedade ao tema. Dessa forma, o presente livro traz preceitos basilares e conceituais que permitem ao leitor plena compreensão da adequação do Estado à necessidade de afirmação dos direitos humanos. COMPRAR Este livro fornece dados e análises para mostrar exatamente como sensibilidades racistas, muitas vezes lideradas por acadêmicos e líderes políticos, sempre entraram em confronto com os ideais antirracistas e o trabalho político por igualdade racial. COMPRAR A obra que o leitor tem nas mãos constitui um vigoroso estudo de duas cidades que compartilharam características econômicas e sociais notáveis na primeira metade do século XIX: Richmond, nos Estados Unidos e Rio de Janeiro, no Brasil. Não são duas cidades quaisquer. Ambas eram portos onde se dava a mais intensa movimentação de mercadorias com origem escravista, o que re¬fletiu-se num elevado crescimento populacional. Além disto, Richmond e o Rio de Janeiro eram centros de gravidade de um espaço econômico muito mais amplo que suas estritas jurisdições. Estas circunstâncias resultaram na formação de uma extensa parcela de escravos urbanos que trabalhavam para empregadores diferentes de seus senhores ou de forma autônoma sem supervisão permanente. Este livro trata como assinala o autor, da “vida econômica dos negros livres em duas cidades que, de forma simultânea, eram iguais e diferentes”. Para além da riqueza das fontes documentais que propiciam análises quantitativas e de conjuntura usuais em estudos desta natureza, o leitor também encontrará uma inovação metodológica que começa a afirmar-se em nossos meios historiográficos: o recurso aos sistemas de informação geográfica. (Ângelo Carrara, professor da UFJF) COMPRAR Gostou? Clique no site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">No Dia Nacional do Combate à Discriminação Racial, selecionamos 5 livros imperdíveis que irão ampliar seu conhecimento sobre o tema</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/rostos-negros-corpos-brancos"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/07/4783bb56dc1866170ce38ed57063f496.webp" alt="" class="wp-image-38421 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/07/4783bb56dc1866170ce38ed57063f496.webp 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2024/07/4783bb56dc1866170ce38ed57063f496-200x300.webp 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>O que está por trás do blackface? Pintar a cara de preto é uma forma de esconder ou de desmascarar o racismo que ordenou e ainda ordena o Brasil? Essas são perguntas que atravessam o trabalho da historiadora Lissa Passos. Por meio de um estudo acurado da peça Seccos e Molhados, um sucesso do Teatro de Revista do Rio de Janeiro de 1924, a autora tece uma intricada análise na qual as peripécias vividas pelas personagens nos convidam a mergulhar nas dinâmicas de uma sociedade em que o racismo era travestido de piada, e os rostos brancos eram pintados de preto. Uma pesquisa de fôlego que faz do teatro um espelho do Brasil de então.</p>



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<p>Esta obra atende à demanda de pessoas interessadas no campo de crítica literária afrodescendente., na pesquisa e ensino de temáticas relacionadas à afrodescendência, africanidade, etnia (Lei n° 10.639/2003), gênero, memória, construção de identidades pós-coloniais, como também tem seu propósito de dar mais visibilidade à obra de afro-brasileiros, afrodescendentes e africanos.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/entre-negros-e-brancos-o-que-ficou?-diasporas-identidades-e-representacoes-em-literaturas-africanas-e-afrodescendentes-nas-americas">COMPRAR</a></strong></p>
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<p>As Cotas para Negros em Universidades e o Princípio da Proporcionalidade são tema relevante à sociedade brasileira e compõem imperiosa necessidade de restaurar os males de Estado no reconhecimento dos direitos humanos. O Estado contemporâneo exige ações em prol de demandas sociais imprescindíveis, permeadas pelo republicanismo, daí a legitimidade desta obra, assentada na redução das desigualdades sociais e impondo seriedade ao tema. Dessa forma, o presente livro traz preceitos basilares e conceituais que permitem ao leitor plena compreensão da adequação do Estado à necessidade de afirmação dos direitos humanos.</p>



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<p>Este livro fornece dados e análises para mostrar exatamente como sensibilidades racistas, muitas vezes lideradas por acadêmicos e líderes políticos, sempre entraram em confronto com os ideais antirracistas e o trabalho político por igualdade racial.</p>



<p> <strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-sistema-de-cotas-para-negros-da-unb-um-balanco-da-primeira-geracao">COMPRAR</a></strong></p>
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<p>A obra que o leitor tem nas mãos constitui um vigoroso estudo de duas cidades que compartilharam características econômicas e sociais notáveis na primeira metade do século XIX: Richmond, nos Estados Unidos e Rio de Janeiro, no Brasil. Não são duas cidades quaisquer. Ambas eram portos onde se dava a mais intensa movimentação de mercadorias com origem escravista, o que re¬fletiu-se num elevado crescimento populacional. Além disto, Richmond e o Rio de Janeiro eram centros de gravidade de um espaço econômico muito mais amplo que suas estritas jurisdições. Estas circunstâncias resultaram na formação de uma extensa parcela de escravos urbanos que trabalhavam para empregadores diferentes de seus senhores ou de forma autônoma sem supervisão permanente. Este livro trata como assinala o autor, da “vida econômica dos negros livres em duas cidades que, de forma simultânea, eram iguais e diferentes”. Para além da riqueza das fontes documentais que propiciam análises quantitativas e de conjuntura usuais em estudos desta natureza, o leitor também encontrará uma inovação metodológica que começa a afirmar-se em nossos meios historiográficos: o recurso aos sistemas de informação geográfica. (Ângelo Carrara, professor da UFJF)</p>



<p> <strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/ao-longo-daquelas-ruas-a-economia-dos-negros-livres-em-richmond-e-rio-de-janeiro-1840-1860">COMPRAR</a></strong></p>
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		<title>Discriminação racial no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 18:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde a época da colonização e da escravidão imposta pelos colonos portugueses, o racismo no Brasil tem sido um grande problema. Tanto isso é verdade que, de acordo com uma pesquisa desenvolvida pelo PoderData, 81% dos brasileiros dizem haver preconceito contras negros no país. Nesse sentido, podemos dizer que entender a discriminação racial no Brasil é uma condição fundamental para que possamos lutar contra esse problema. Por isso, elaboramos este conteúdo para abordar o essencial a respeito do assunto. Confira! Afinal, o que podemos compreender por racismo estrutural? O racismo estrutural, de acordo com uma matéria produzida pela UOL com especialistas no assunto, é um termo usado para enfatizar o fato de que existem sociedades construídas em torno da discriminação que colocam certas raças acima de outras, como assim aconteceu em outros períodos da história. De uma maneira geral, no Brasil e em outros países essa distinção é benéfica para os brancos, mas não para os negros e indígenas, por exemplo. O racismo estrutural favorece assim os brancos em detrimento de outros povos. Uma ilustração que podemos dar nesse sentido é a produção de livros. Até pouco tempo, não se viam os livros infantis dando espaço para a apresentação da cultura negra. Somente depois de muita luta e crítica em torno desse problema é que a produção de livros passou a ser descentralizada, de modo que cada grupo pode “falar” um pouco de suas culturas e práticas. Quais são as consequências do racismo estrutural no Brasil? O racismo estrutural é um problema que traz inúmeras consequências para o Brasil. A seguir, conheça as principais: 1. Aumento da violência contra pessoas negras Não é raro vermos a população denunciando casos de agressão contra pessoas negras. Geralmente, a mídia massiva garante amplo alcance a esses casos com o objetivo de contribuir para a eliminação desse problema no Brasil. Um exemplo que podemos dar nesse sentido é a abordagem policial em pessoas negras. De uma maneira geral, fala-se que a população negra é tratada de maneira violenta pelos policiais, sendo este um reflexo comum do racismo estrutural. 2. Desigualdade social Essa atitude gera desigualdade social, pois muitas pessoas negras ficam sem empregos e, portanto, sem moradia e fonte de renda. Diante disso, seu poder de consumo é significativamente limitado. Ainda que muito já tenha sido feito quanto à discriminação racial no Brasil, como a criação de cotas em universidades públicas, por exemplo, o problema está longe de ser resolvido. Por isso, é papel da sociedade lutar nesse sentido. Você gostou deste conteúdo? Esperamos que sim. A boa notícia é que você pode acompanhar as publicações em nosso blog. Nele, você pode encontrar conteúdos capazes de enriquecer mais seus conhecimentos e facilitar seu dia a dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Desde a época da colonização e da escravidão imposta pelos colonos portugueses, o racismo no Brasil tem sido um grande problema. Tanto isso é verdade que, de acordo com uma pesquisa desenvolvida pelo PoderData, 81% dos brasileiros dizem haver preconceito contras negros no país. Nesse sentido, podemos dizer que entender a discriminação racial no Brasil é uma condição fundamental para que possamos lutar contra esse problema. Por isso, elaboramos este conteúdo para abordar o essencial a respeito do assunto. Confira!</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Afinal, o que podemos compreender por racismo estrutural?</h3>



<p class="has-text-align-left">O racismo estrutural, de acordo com uma matéria produzida pela UOL com especialistas no assunto, é um termo usado para enfatizar o fato de que existem sociedades construídas em torno da discriminação que colocam certas raças acima de outras, como assim aconteceu em outros períodos da história.</p>



<p>De uma maneira geral, no Brasil e em outros países essa distinção é benéfica para os brancos, mas não para os negros e indígenas, por exemplo. O racismo estrutural favorece assim os brancos em detrimento de outros povos. Uma ilustração que podemos dar nesse sentido é a produção de livros. Até pouco tempo, não se viam os livros infantis dando espaço para a apresentação da cultura negra. Somente depois de muita luta e crítica em torno desse problema é que a produção de livros passou a ser descentralizada, de modo que cada grupo pode “falar” um pouco de suas culturas e práticas.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Quais são as consequências do racismo estrutural no Brasil?</h3>



<p>O racismo estrutural é um problema que traz inúmeras consequências para o Brasil. A seguir, conheça as principais:</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>1. Aumento da violência contra pessoas negras</strong></p>



<p>Não é raro vermos a população denunciando casos de agressão contra pessoas negras. Geralmente, a mídia massiva garante amplo alcance a esses casos com o objetivo de contribuir para a eliminação desse problema no Brasil.</p>



<p>Um exemplo que podemos dar nesse sentido é a abordagem policial em pessoas negras. De uma maneira geral, fala-se que a população negra é tratada de maneira violenta pelos policiais, sendo este um reflexo comum do racismo estrutural.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>2. Desigualdade social</strong></p>



<p>Essa atitude gera desigualdade social, pois muitas pessoas negras ficam sem empregos e, portanto, sem moradia e fonte de renda. Diante disso, seu poder de consumo é significativamente limitado.</p>



<p>Ainda que muito já tenha sido feito quanto à discriminação racial no Brasil, como a criação de cotas em universidades públicas, por exemplo, o problema está longe de ser resolvido. Por isso, é papel da sociedade lutar nesse sentido.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Você gostou deste conteúdo? Esperamos que sim. A boa notícia é que você pode acompanhar as publicações em nosso blog. Nele, você pode encontrar conteúdos capazes de enriquecer mais seus conhecimentos e facilitar seu dia a dia.</p>
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