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	<title>digital &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>digital &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Uso das tecnologias digitais na educação e as condições para uma integração efetiva e com qualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Nov 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acompanhe a videoconferência “Tecnologias na educação básica como um direito social e de aprendizagem”, uma iniciativa da UNDIME – União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – em correalização com o Instituto Alana, transmitida pelo Canal Conviva Educação. O assunto debatido são as condições para a integração efetiva e com qualidade das tecnologias digitais na educação. Gostou? Clique aqui para assistir.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Acompanhe a videoconferência “Tecnologias na educação básica como um direito social e de aprendizagem”, uma iniciativa da UNDIME – União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – em correalização com o Instituto Alana, transmitida pelo Canal Conviva Educação.<strong> </strong></p>



<p>O assunto debatido são as condições para a integração efetiva e com qualidade das tecnologias digitais na educação.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Gostou? Clique <a href="https://www.youtube.com/watch?v=XHcmhT8XL1M" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para assistir.</p>
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		<title>Dia Nacional da Alfabetização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2020 19:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste artigo, abordarmos a realidade dos profissionais da educação frente ao sucateamento da educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje, 14 de novembro, é o Dia Nacional da Alfabetização. Instituído em 1966, a data tem como objetivo manifestar a importância da leitura e escrita no país.&nbsp; Esse dia, que deveria ser motivo de comemoração, coloca em debate a realidade de um país que atualmente possui 11 milhões de analfabetos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), o que revela um grande descaso do Estado brasileiro com a educação.</p>



<p>Neste artigo, abordarmos a realidade dos profissionais da educação frente ao sucateamento da educação.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Desafios da alfabetização no Brasil</strong></h3>



<p>Os dados da PNAD apontam que além das diferenças geracionais, a desigualdade quanto ao acesso à educação tem um recorte racial e regional no tocante a alfabetização. Em relação aos brancos, a taxa de analfabetismo é 3,6% entre aqueles com 15 anos ou mais. No que se refere à população preta e parda, segundo os critérios do IBGE, essa taxa é 8,9%. A diferença aumenta entre aqueles com 60 anos ou mais. Enquanto 9,5% dos brancos não sabem ler ou escrever, entre os pretos e pardos, esse percentual é cerca de três vezes maior: 27,1%.<br><br>As regiões Sul e Sudeste têm as menores taxa de analfabetismo, 3,3% entre os que têm 15 anos ou mais. Na Região Centro-Oeste a taxa é 4,9% e na Região Norte, 7,6%. O Nordeste tem o maior percentual de analfabetos, 13,9%. Entre os que têm 60 anos ou mais, as taxas são 9,5% na Região Sul; 9,7% no Sudeste; 16,6% no Centro-Oeste; 25,5% no Norte; e 37,2% no Nordeste.<br><br>A Doutora em Educação, Patrícia Santos, ressalta que os resultados do analfabetismo estão ligados aos graves níveis de desigualdade que assolam o país, principalmente na região nordeste.</p>



<p>&#8220;As taxas de analfabetismo em seu recorte geográfico, estão atreladas as condições de pobreza e vulnerabilidade da população brasileira. Alagoas com 17,1%, Paraíba com 16,1%, Piauí com 16% e Maranhão com 15,6%, são os estados da federação que concentram as maiores taxas de analfabetismo entre pessoas 15 anos ou mais. Isso torna o Nordeste com maior porcentagem de analfabetos do Brasil. É notório que temos um contingente considerável da população nordestina ainda sem o domínio dos conhecimentos básicos da leitura e da escrita’’, explicou.</p>



<p>A região foi a única a apresentar leve aumento da taxa de analfabetismo entre 2018 e 2019. No público jovem, a taxa praticamente se manteve, variando 0,03 ponto percentual. Entre os mais velhos, a variação foi de 0,33 ponto percentual.</p>



<p>O IBGE revela que do total de analfabetos, 56,2% &#8211; o que corresponde a 6,2 milhões de pessoas &#8211; vive na Região Nordeste e 21,7%, o equivalente a 2,4 milhões de pessoas, no Sudeste.</p>



<p>Reduzir a taxa de analfabetismo no Brasil está entre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), Lei nº 13.005/2014, que estabelece o que deve ser prioridade para melhorar a educação no país até 2024, desde o ensino infantil, até a pós-graduação. Pela lei, em 2015, o Brasil deveria ter atingido a marca de 6,5% de analfabetos. Em 2024, essa taxa deveria chegar a zero.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><strong>Anos de estudo da população brasileira &nbsp;</strong></strong></h3>



<p>A PNAD revela que, em média, o brasileiro estuda 9,4 anos. O dado é coletado entre as pessoas com 25 anos ou mais. Esse número aumentou em relação a 2018, quando, em média, o tempo de estudo no Brasil era de 9,3 anos. Em 2016, de 8,9.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">A exclusão do SECADI e o menor investimento da década</h3>



<p>A Educação de Jovens e Adultos (EJA), enquanto modalidade da educação básica, tem o objetivo de atender essa parcela da população que nunca foi a escola ou que não concluiu o ensino médio no tempo previsto. Todavia se compararmos a demanda brasileira e o número de matrículas registrado no Censo Escolar de 2019, 3.273.668 matrículas, segundo o INEP, esse atendimento está muito aquém do esperado. <br><br>Sobre esse aspecto, a especialista ressalta que a contemplação das matrículas da EJA com recursos do FUNDEB desde 2007, não foi suficiente para incrementar a oferta dessa modalidade nos sistemas de ensino. <br><br>“As matrículas da EJA têm diminuído consideravelmente nos últimos anos e em algumas redes sopram os ventos da oferta compulsória dessa modalidade através da Educação a Distância (EAD). A extinção do Programa Brasil Alfabetizado (PBA) cessou o repasse de recursos federais destinados diretamente para as ações de alfabetização e mesmo com todas as tentativas de promoção da continuidade, o PBA, como porta de entrada, não conseguiu mobilizar sua demanda a dar continuidade dos estudos na EJA’’, ressalta a especialista. <br><br>Para completar a precarização, em 2019, o presidente Jair Bolsonaro, e o ex-ministro da educação, Vélez Rodriguez, extinguiram a Secretaria de Educação Continuada Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI), órgão responsável por difundir políticas públicas para o setor junto a estados e municípios. No tocante a questão financeira, os recursos destinados a EJA foram reduzidos drasticamente, a porcentagem de investimento foi a menor em dez anos. <br><br>O governo investiu apenas R$ 16,6 milhões na área, o que corresponde a 22% dos R$ 74 milhões previstos. Em 2012, por exemplo, o investimento no EJA de R$ 1,6 bilhões, valor 115 vezes maior do que de 2019. &#8220;A extinção da SECADI pelo governo Bolsonaro já acenava tempos sombrios de descaso e falta de agenda destinada a esse público por parte do governo federal enquanto agente indutor e promotor de políticas públicas, em especial no campo da alfabetização’’, explica a doutora.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mercantilização do EJA e o EAD</strong></h3>



<p>Dado um ambiente social em que não existam disparidades socioeconômicas, o uso de tecnologias de informação e comunicação parece ser promissor e possuir um potencial fantástico. Mas sabe-se que na realidade de países como o Brasil, a exclusão digital deve ser considerada ao se pensar no uso de novas tecnologias para que estas não venham a perpetuar a exclusão e criar um abismo ainda maior entre os que têm e os que não têm acesso às inovações tecnológicas.</p>



<p><br>Para a doutora, que também é pesquisadora na área de Políticas Públicas para EJA, a sociedade civil e o Estado precisam se posicionar contra mercantilização do EJA através da EAD. &#8220;A complexidade do tema exige ações coordenadas entre o Governo Federal, entes federados e sociedade civil, cada um cumprindo seu papel, na garantia da EJA como política pública de Estado. Sendo norteada pelo princípio da educação como direito em oposição as investidas atuais da mercantilização dessa modalidade através da Educação a Distância’’.</p>



<p><br>A conjuntura das políticas públicas para EJA no Brasil se agrava consideravelmente em 2020 com o cenário pandêmico, ressaltando desigualdades socias, mostrando mais uma vez o quanto é necessário avançar. Os alunos de baixa renda, seja criança, público da EJA ou universitários estão sofrendo mais uma exclusão, a digital.</p>



<p><br>&#8220;Na EJA temos um verdadeiro silenciamento quanto as dificuldades que os estudantes dessa modalidade vêm enfrentando para acompanhar as atividades remotas e o real alcance dessas ações. Considerando a vulnerabilidade do público quanto a falta ou precariedade do acesso à internet e as tecnologias necessárias para tal. Silenciamento também quanto a ações de inclusão digital, por parte dos governos, que viabilizem a participação dos estudantes jovens, adultos e idosos nesse processo’’, ressalta a professora.</p>



<p>A especialista afirma que o acesso à banda larga deve ser um direito social. &#8220;Neste sentido, garantido na forma de serviço público gratuito através de plataforma integrada com TVs, rádios e redes sociais. Pode também ser aplicada na forma de infraestrutura de tecnologia virtual em sala de aula, com instrumentos de inserção no chamado ciberespaço”.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p></p>
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		<title>As Mudanças de Consumo Presencial para Digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2020 17:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nas últimas décadas, negócios de todos os segmentos têm passado por profundas transformações. Com os avanços nas tecnologias da informação e com o aprimoramento da Internet e dos dispositivos de acesso à rede, empresas de todo o mundo tiveram acesso a novos recursos para otimizar sua produção, sua cadeia de fornecimento, gestão e governança, o atendimento ao público e até mesmo a comercialização de produtos e a prestação de serviços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Nas últimas décadas, negócios de todos os segmentos têm passado por profundas transformações. Com os avanços nas tecnologias da informação e com o aprimoramento da Internet e dos dispositivos de acesso à rede, empresas de todo o mundo tiveram acesso a novos recursos para otimizar sua produção, sua cadeia de fornecimento, gestão e governança, o atendimento ao público e até mesmo a comercialização de produtos e a prestação de serviços.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>No Brasil, este movimento ocorria de forma mais tímida que em outros países. Assim, foi nos últimos dez anos que houve maior movimento neste sentido, com ampliação do acesso dos consumidores à internet e maior busca dos negócios por inserção nos mercados digitais.</p>



<p>Somado a este fenômeno, o espalhamento da pandemia do novo coronavírus pelo globo certamente impulsionou a transição do presencial para o digital. Em um contexto em que o isolamento social se faz necessário para refrear o avanço do contágio, as ferramentas online favorecem o consumo e a manutenção das operações internas dos negócios, reduzindo o contato físico entre pessoas e o compartilhamento de objetos.</p>



<p>Mas como será que este processo está ocorrendo no Brasil e quais serão os segmentos mais afetados por estas transformações? Se você também quer saber as respostas para estas perguntas, continue conosco na leitura deste artigo!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça as empresas brasileiras</h2>



<p>A economia brasileira é em grande parte movida pelas pequenas empresas.&nbsp;<a href="https://m.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/sp/sebraeaz/pequenos-negocios-em-numeros,12e8794363447510VgnVCM1000004c00210aRCRD#:~:text=COMPARTILHAR&amp;text=Os%20pequenos%20neg%C3%B3cios%20empresariais%20s%C3%A3o,e%20pequenas%20empresas%20(MPE).">De acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o SEBRAE, no Brasil existem 6,4 milhões de negócios</a>. Entre estes, 99% são caracterizados como pequenos negócios empresariais, denominação que contempla as micro e pequenas empresas, bem como os microempreendedores individuais.</p>



<p>Estes pequenos negócios frequentemente enfrentam dificuldades para aderir às novas tendências de negócios, tendo acesso reduzido ao crédito e às novas tecnologias, além da mão de obra especializada necessária para que se façam investimentos neste setor. Para se ter uma ideia,&nbsp;<a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/todos-os-produtos-estatisticas/9137-pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-empresas.html?=&amp;t=o-que-e">o último estudo do IBGE sobre tecnologias informacionais nas empresas</a>&nbsp;revela que quase 20% das empresas brasileiras ainda não estavam conectadas à rede mundial de computadores. Além disso, 16% dos negócios brasileiros sequer utilizavam computadores em suas rotinas.</p>



<p>O acesso limitado a recursos e as dificuldades administrativas que tipicamente fazem parte das rotinas dos pequenos negócios levaram estas empresas a protelar sua modernização, preterindo-a em prol de outras prioridades.</p>



<p>No entanto, a mudança de comportamento do consumidor, que está cada vez mais conectado e se sente a cada dia mais seguro para negociar e comprar online, fez empreendimentos presos a estes modelos obsoletos pouco a pouco perdessem competitividade no mercado. E se isso não bastasse para alavancar as modificações necessárias para acompanhar as tendências, a pandemia da Covid-19 foi o estopim que faltava.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o novo Coronavírus transformou o consumo</h2>



<p>A necessidade de isolamento social levou os governos a impor diversas restrições para reduzir o contato entre as pessoas e, assim, os índices de contágio, a fim de não sobrecarregar o sistema público de saúde. Isso levou a uma redução no trânsito de pessoas e à necessidade de alguns negócios literalmente fecharem suas portas para cumprir com as determinações sanitárias legais.</p>



<p>E a alternativa para manter a receita frente a tamanho desafio foi a Internet. As tecnologias digitais proporcionam aos negócios a oportunidade única de manterem a conversa com seus clientes (por meio das redes sociais e dos canais de atendimento online), bem como de continuarem comercializando seus produtos. Dessa maneira, a crise trazida pela pandemia também apresentou a oportunidade, se não a necessidade, de que tais negócios se modernizassem.</p>



<p>Para cada setor e para cada empresa individualmente este processo ocorreu em escalas distintas. Enquanto alguns ingressaram pela primeira vez no segmento do comércio digital, outros se viram obrigados a aperfeiçoar sua presença na web.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a pandemia mudou a abordagem dos empresários quanto à tecnologia digital</h2>



<p><a href="https://bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/c9d50d3412270611e9e9a9999a40c0a5/$File/19510.pdf">Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae com empresas de todo o país</a>, 45,1% dos negócios passaram a investir em soluções digitais para contornar os efeitos negativos das restrições de circulação. Entre os empresários brasileiros, 28% começou a fazer vendas em redes sociais como WhatsApp, Facebook e Instagram.</p>



<p>Além disso, 7,5% ingressaram nos aplicativos que centralizam vendas online e serviço de entrega, como Uber Eats, Rappi e iFood, entre outros. Outros 5,4% iniciaram processos de venda por site próprio e 6% investiram em publicidade online.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Segmentos que migraram em larga escala do presencial para o digital</h3>



<p>Segundo o mesmo estudo, alguns setores investiram de forma mais expressiva na comercialização de produtos e serviços on-line do que outros:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>63% das empresas prestadoras de serviços em geral;</li><li>53% dos prestadores de serviços corporativos;</li><li>44% das empresas de educação, bem como indústrias de base e tecnológicas;</li><li>43% dos negócios da indústria alimentícia;</li><li>42% das empresas de varejo;</li><li>41% das atuantes no segmento de alimentação;</li><li>39% das empresas de moda e artesanato.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças no comportamento do consumidor</h2>



<p>O consumidor, que já apresentava crescente interesse pelas compras online, ampliou a busca por estes serviços.&nbsp;<a href="https://www.abcdacomunicacao.com.br/materiais-ricos/covid-19-mindset-como-os-tempos-de-pandemia-esta%CC%83o-moldando-os-consumidores-globais/">De acordo com a FleishmanHillard</a>, 95% deles espera que as empresas implementem soluções para reduzir o contato.</p>



<p>Além disso,&nbsp;<a href="http://sbvc.com.br/novos-habitos-digitais-em-tempos-de-covid-19/">a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo</a>&nbsp;realizou uma pesquisa para rastrear as mudanças no comportamento do consumidor em decorrência da pandemia de Covid-19. De acordo com os resultados obtidos pela instituição, 61% dos clientes que compraram online consumiram em maior volume, sendo que quase metade deles aumentou suas compras em mais de uma vez e meia.</p>



<p>A pesquisa também indicou um aumento na procura por delivery especificamente de alimentos e bebidas. Neste setor, 79% dos entrevistados aumentaram seu consumo. A expectativa é de que tais transformações se tornem parte do comportamento do consumidor em caráter permanente.</p>



<p>Por isso, os negócios que investiram na digitalização ainda vão desfrutar de bons resultados após a crise, com um possível aumento da expressividade destes quando comparados aos do investimento em digitalização pré-pandemia.</p>



<p>Assim, as mudanças da sociedade que já direcionavam os diversos setores de mercado para uma crescente digitalização foram potencializadas. Tanto empresas como clientes encontraram na Internet a possibilidade de manter suas rotinas, fazendo a transição do consumo presencial para o digital ocorrer de maneira mais expressiva.</p>
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		<title>A história do Livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2020 16:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>O homem já sabia se expressar de outras formas, além de escrever, há milênios, como através dos desenhos rupestres, nas paredes das cavernas. A sua história, porém, só pode ser registrada a partir da invenção da escrita, há cerca de 5 mil anos.</p>



<p>Como não era capaz de guardar no cérebro de tudo que sabia, o homem aprendeu a escrever, há séculos, a fim de armazenar tudo o que conhecia e passar todas as informações para as futuras gerações. A escrita surgiu, portanto, para criar a História do homem.</p>



<p>Com o passar dos anos, a invenção de tecnologias possibilitou uma conservação melhor das criações humanas, assim como o seu armazenamento. Fora a facilidade para produzir obras e o acesso à informação mais democratizado.</p>



<p>Isso nos leva a uma longa caminhada, desde as plantas e papiros às páginas de um livro digital. O processo para chegar ao último levou muito tempo e apresentou diversas habilidades humanas.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Antiguidade: a época em que começou a história dos livros</h2>



<p>Os relatos mais antigos dos primeiros livros datam de milênios antes de Cristo. E eles não eram nada parecidos com os e-books e livros digitais que vemos hoje.</p>



<p>Antigamente, a escrita era uma atividade exclusiva de escribas ou escrivães, assim como a leitura. Somente eles sabiam ler e escrever. E o material onde eles faziam isso, chamado de papiro (uma espécie de planta), deveria conter apenas informações oficiais, como leis e assuntos administrativos, e religiosas.</p>



<p>Os papiros eram, então, prendidos uns aos outros, a fim de formar um rolo (que podia ter metros de extensão).</p>



<p>Na realidade, cada povo registrava os seus conhecimentos e anotações da forma mais pertinente para si mesmo. Havia escritos em placas de argila, cascas de árvores, pedras, madeira e também em barro.</p>



<p>Os indianos, por exemplo, estavam acostumados a usar as folhas da bananeira para escrever. Em seguida, pedaços de madeira eram usados como a capa do “livro”, depois que as folhas eram costuradas. Até hoje, ainda é possível encontrar livros assim no continente asiático.</p>



<p>Os pergaminhos surgiram séculos depois e serviram para dar mais funcionalidade e resistência aos escritos mais importante da época. Além disso, a preservação de pergaminhos era muito mais fácil do que a de rolos extensos de papiro.</p>



<p>A invenção dos livros encadernados aconteceu quase no final da Antiguidade, quando estudiosos decidiram organizar em páginas os pergaminhos escritos. A novidade serviu como facilitadora para a locomoção e o manuseio dos objetos, quando era necessário.</p>



<p>O papel chegou na Europa anos depois, com a chegada de mercadores árabes, que vieram da China. No entanto, os livros ainda eram manuscritos, copiados por monges e escribas, e podiam demorar mais de um ano para ficarem prontos.</p>



<p>Já durante a Idade Média, os livros viraram exclusividade de clérigos (membros de ordem religiosa). Dessa forma, eles se tornaram objeto para devoção a deuses. Foram criados, inclusive, livros para a formação de novos estudiosos da religião.</p>



<p>Em um momento da história, a Igreja inclusive chegou a proibir inúmeros livros, chamados de impróprios por membros do clero. Por isso, os romances e livros de História, com os quais estamos acostumados, demoraram mais para aparecer.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A revolução da escrita: a prensa de Johannes Gutenberg</h2>



<p>Há cerca de 500 anos, na Idade Moderna, o alemão Johannes Gutenberg segurava um livro impresso pela tecnologia que revolucionou a escrita e a história da comunicação: a prensa de tipos móveis. A partir dessa invenção, a impressão em massa de materiais começou.</p>



<p>A impressão já havia sido criada, durante o século XIV, e os chineses aprimoraram a técnica com tipos móveis de madeira. Nada chegou aos pés da criação de Gutenberg, com metal. Era mais resistente e reutilizável.</p>



<p>Como falamos anteriormente, escrever era uma atividade restrita a escribas, que faziam tudo à mão: escreviam letra por letra nos papéis e pergaminhos. Já é possível imaginar o preço de um livro escrito dessa maneira, não? Provavelmente o preço de terras imensas ou anos de plantações.</p>



<p>Foi através da nova invenção, que o custo para a fabricação de livros diminuiu consideravelmente. O primeiro exemplar impresso foi a Bíblia, em latim, que ficou conhecida como a Bíblia de Gutenberg.</p>



<p>Exatamente na época da invenção de Gutenberg, pensadores e filósofos estudavam novas teorias e a prensa foi essencial para disseminação de novos conhecimentos. Rapidamente, mais pessoas tiveram acesso aos livros e à escrita. Por consequência, mais países adotaram a técnica de impressão e milhares de livros foram publicados nesse período.</p>



<p>Com a disseminação do papel e a facilidade da prensa com os novos tipos móveis, os livros se popularizaram entre as pessoas, a educação deu início a um processo de democratização e a imprensa começou a surgir.</p>



<p>Os novos gêneros de livros começaram a aparecer também por perto dessa mesma época. Os romances, as novelas e os almanaques nasceram após a prensa de Gutenberg. Desde então, os livros são considerados um objeto de acesso a conhecimento e educação, visto que antes as pessoas não sabiam ler ou eram proibidas.</p>



<p>No Brasil, os livros chegaram junto com os portugueses, no século XV, durante o período colonial. Eles eram utilizados, sobretudo, por jesuítas na catequização dos índios. A Bíblia de Gutenberg foi o primeiro livro a chegar em solo brasileiro.</p>



<p>No entanto, só foi permitido escrever livros no nosso país, a partir de 1808, quando a Coroa Portuguesa, de fato, se mudou para cá. Antes disso, ter uma tipografia era considerado crime.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">A Idade Contemporânea e a explosão de livros pelo mundo</h2>



<p>A Contemporaneidade (período atual, que começou a partir da Revolução Francesa) e as Revoluções Industriais trouxeram muitas novidades tecnológicas. Fora a produção em larga escala de vários bens, inclusive os livros.</p>



<p>Se a prensa de Gutenberg reduziu o custo de produção dos livros, as inovações oriundas do avanço da tecnologia diminuíram ainda mais. Com isso, deu-se início a era de grandes produções e dos best-sellers, conhecidos e vendidos até hoje.</p>



<p>A leitura e a escrita foram cada vez mais democratizadas. Boa parte da população dos países tinha acesso a livros.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Os livros na Era Digital</h2>



<p>As revoluções tecnológicas não param de acontecer. Praticamente, todos os dias somos bombardeados por novos aparelhos e seus lançamentos. Assim como avanços na saúde e na indústria.</p>



<p>Todas essas mudanças também afetaram os livros e, principalmente, os hábitos de leitura e escrita das pessoas. Hoje, é mais comum escrever e fazer rascunhos pelo computador do que numa folha de papel. Até escolas tradicionais se renderam e começam a adotar material didático mais tecnológico.</p>



<p>Um dos motivos para que isso aconteça é o barateamento do custo de produção dessas tecnologias. Há algumas décadas, nem todas as famílias tinham um computador ou um celular em casa. Eram itens caros demais para se popularizar. Hoje, dificilmente encontramos uma casa que não tenha um computador ou um celular.</p>



<p>Outro ponto que justifica a mudança de costumes é a proteção ao meio ambiente. O desmatamento para fabricação de papel se mostrou reversível, de certa forma, com o advento das tecnologias. Livros com centenas de páginas puderam ser substituídos por folhas digitais. O virar a folha agora é clicar com os dedos.</p>



<p>Fora isso, o armazenamento de livros físicos é muito mais complicado do que simplesmente ler um arquivo e salvar na nuvem ou no próprio computador. Exige estantes ou prédios enormes para guardar acervos, como as bibliotecas. Até elas foram digitalizadas e, hoje, podemos encontrar centenas online.</p>



<p>A modernização dos livros também trouxe a acessibilidade para o universo da leitura. Além de livros digitais, hoje já existem também os áudios-livros. O conteúdo é lido por uma voz. Dessa forma, é possível incluir as pessoas deficientes visuais e estimulá-las a ler cada vez mais.</p>



<p>A acessibilidade na leitura já havia sido pensada, lá atrás no século XIX. Louis Braille criou o sistema de leitura tátil, para pessoas cegas. No entanto, a humanidade segue, ainda bem, tentando inventar novas formas de inclusão social de pessoas deficientes.</p>



<p>Os livros digitais como conhecemos hoje, na realidade, surgiram no final do século XX, mas ganharam espaço, de fato, na última década. A sua chegada foi tão triunfal, que mexeu com o mercado de livrarias e sebos.</p>



<p>Muitas unidades chegaram a fechar as portas, por conta do menor número de vendas e queda no faturamento. Em paralelo, algumas lojas se adaptaram à transformação e passaram a vender os seus livros digitalizados, fáceis de ler em diversos dispositivos.</p>



<p>O debate sobre o fim dos livros físicos ou a sua substituição pelos digitais rende entre especialistas. No entanto, ainda se publicam muitos exemplares e provavelmente continuaremos a sentir o cheiro de um livro novo.</p>



<p>Afinal, o mercado pode ditar muitas regras. Contudo, no final das contas quem decide o futuro dos livros é o leitor. Possivelmente teremos que nos acostumar com novas tecnologias e maneiras de se ler. Mas no fim, quanto mais lermos, mais livros serão escritos, sejam eles físicos ou digitais.</p>



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