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	<title>dicas &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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		<title>Dicas de português: Absolver x Absorver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 14:34:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma língua tão rica e cheia de detalhes como no português, é difícil imaginar que as palavras serão sempre diferentes, sem sons e escritas parecidas. Em poucos minutos de observação, você será capaz de identificar inúmeros termos que acabam sendo parecidos, seja na forma de escrever ou até mesmo no sentido – pelo menos é o que muitos acham. Mas você consegue dizer qual é a diferença entre absolver e absorver? Olhando rápido os termos até parecem iguais, mas existem algumas diferenças que podem ser significantes, ainda mais quando o objetivo é o emprego do termo e o que ele pode significar em cada sentença. Ainda não conseguiu observar a diferença e ter eles? Então aproveite para acompanhar o conteúdo completo e aprenda, de uma vez por todas, quando é necessário usar cada uma das opções. Uso e significado de absolver O melhor caminho para saber quando uma palavra deve ou não ser emprega é saber o significado, ou seja, o que aquilo quer dizer. No caso do termo absolver, o significado está relacionado com a inocência, quando alguém é dado como inocente em um processo ou até mesmo durante um julgamento. Além dos tribunais e juris, que costumam usar a palavra, outra vertente é mais ligada à religião e significa que alguém foi perdoa de algo. Sendo assim, quando falamos do uso, o emprego deve ser feito quando o sentido da frase é dar inocência para o outro. Para isso, é essencial conferir se a oração está fazendo um julgamento ou se remete às situações de julgamento, fator que justifica o uso do termo. Quando o caso é outro, o uso da palavra pode ser equivocado. Uso e significado de absorver Diferente do primeiro caso, que acaba tendo o uso mais restrito a determinadas situações, a segunda palavra é comum e pode ser usada em diversas situações, levando em consideração atividades comuns do dia a dia. Isso porque o significado de absorver está mais ligado ao até de recolher, incorporar. Um exemplo para deixar clara a relação. Quando deixamos algo molhado em determinado superfície, depois precisamos passar um pano para absorver a água que ficou no local. Sendo assim, o material tem como função retirar algo que foi deixado, limpando e absorvendo as gotículas. No sentido oposto da explicação anterior, o termo pode ser usado várias vezes por dia, em situações da rotina. Como saber quando usar cada uma? Compreender, sem dúvidas, o uso de cada uma já é o primeiro passo para conseguir um bom resultado e para amenizar as chances de erro. Assim você saberá quando o termo deve ser empregado e qual é o modelo certo de uso. Outra dica que pode fazer a diferença é começar a compreender os sentidos das falas e frases e qual é a mensagem que está sendo transmitida. A verdade é que muitos acabam deixando essa observação de lado, sem compreender que cada item é indispensável no processo. Melhorar a leitura e praticar a escrita também são formas de melhorar a relação com a língua. Achou interessante? Não esqueça de acompanhar o blog para mais dicas como essa!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em uma língua tão rica e cheia de detalhes como no português, é difícil imaginar que as palavras serão sempre diferentes, sem sons e escritas parecidas. Em poucos minutos de observação, você será capaz de identificar inúmeros termos que acabam sendo parecidos, seja na forma de escrever ou até mesmo no sentido – pelo menos é o que muitos acham. Mas você consegue dizer qual é a diferença entre absolver e absorver?</p>



<p>Olhando rápido os termos até parecem iguais, mas existem algumas diferenças que podem ser significantes, ainda mais quando o objetivo é o emprego do termo e o que ele pode significar em cada sentença.</p>



<p>Ainda não conseguiu observar a diferença e ter eles? Então aproveite para acompanhar o conteúdo completo e aprenda, de uma vez por todas, quando é necessário usar cada uma das opções.</p>



<p style="font-size:28px"><strong>Uso e significado de absolver</strong></p>



<p>O melhor caminho para saber quando uma palavra deve ou não ser emprega é saber o significado, ou seja, o que aquilo quer dizer. No caso do termo absolver, o significado está relacionado com a inocência, quando alguém é dado como inocente em um processo ou até mesmo durante um julgamento.</p>



<p>Além dos tribunais e juris, que costumam usar a palavra, outra vertente é mais ligada à religião e significa que alguém foi perdoa de algo. Sendo assim, quando falamos do uso, o emprego deve ser feito quando o sentido da frase é dar inocência para o outro.</p>



<p>Para isso, é essencial conferir se a oração está fazendo um julgamento ou se remete às situações de julgamento, fator que justifica o uso do termo. Quando o caso é outro, o uso da palavra pode ser equivocado.</p>



<p style="font-size:26px"><strong>Uso e significado de absorver</strong></p>



<p>Diferente do primeiro caso, que acaba tendo o uso mais restrito a determinadas situações, a segunda palavra é comum e pode ser usada em diversas situações, levando em consideração atividades comuns do dia a dia.</p>



<p>Isso porque o significado de absorver está mais ligado ao até de recolher, incorporar. Um exemplo para deixar clara a relação. Quando deixamos algo molhado em determinado superfície, depois precisamos passar um pano para absorver a água que ficou no local.</p>



<p>Sendo assim, o material tem como função retirar algo que foi deixado, limpando e absorvendo as gotículas.</p>



<p>No sentido oposto da explicação anterior, o termo pode ser usado várias vezes por dia, em situações da rotina.</p>



<p style="font-size:26px"><strong>Como saber quando usar cada uma?</strong></p>



<p>Compreender, sem dúvidas, o uso de cada uma já é o primeiro passo para conseguir um bom resultado e para amenizar as chances de erro. Assim você saberá quando o termo deve ser empregado e qual é o modelo certo de uso.</p>



<p>Outra dica que pode fazer a diferença é começar a compreender os sentidos das falas e frases e qual é a mensagem que está sendo transmitida. A verdade é que muitos acabam deixando essa observação de lado, sem compreender que cada item é indispensável no processo.</p>



<p>Melhorar a leitura e praticar a escrita também são formas de melhorar a relação com a língua.</p>



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<p>Achou interessante? Não esqueça de acompanhar o blog para mais dicas como essa!</p>
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		<title>Dica de Língua Portuguesa: Pleonasmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 14:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>
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		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[Pleonasmo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever.A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem. O Pleonasmo como um vício Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz “subir para cima”, “descer para baixo”, “principal protagonista”, “elo de ligação”, “acabamento final”, “certeza absoluta”, “metades iguais”, “surpresa inesperada”, entre outros.Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como “subir para baixo”, podem falar em uma situação informal para alguém “subir lá em cima”. O recurso linguístico na Literatura Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase. “Chovia uma triste chuva de resignação” – Manuel Bandeira “Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” – Fernando Pessoa “Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” – Chico Buarque “E rir meu riso e derramar meu pranto” – Vinicius de Moraes Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem “licença poética” para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte. O realce ao objeto O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto. “Às violetas, na janela, não lhes poupei água”. (Dalton Trevisan) “A correntinha, guardou-a no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério). O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes. Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de “fato real”, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever.<br>A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem.<br></p>



<p><strong>O Pleonasmo como um vício</strong><br><br>Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz “subir para cima”, “descer para baixo”, “principal protagonista”, “elo de ligação”, “acabamento final”, “certeza absoluta”, “metades iguais”, “surpresa inesperada”, entre outros.<br>Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como “subir para baixo”, podem falar em uma situação informal para alguém “subir lá em cima”.</p>



<p><br><strong>O recurso linguístico na Literatura</strong><br><br>Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase.<br><br>“Chovia uma triste chuva de resignação” – Manuel Bandeira<br><br>“Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” – Fernando Pessoa<br><br>“Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” – Chico Buarque<br><br>“E rir meu riso e derramar meu pranto” – Vinicius de Moraes<br><br>Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem “licença poética” para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte.</p>



<p><br><strong>O realce ao objeto</strong><br><br>O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto.<br><br>“Às violetas, na janela, não lhes poupei água”. (Dalton Trevisan)<br><br>“A correntinha, guardou-a no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério).<br><br>O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes.<br><br>Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de “fato real”, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção.</p>



<p>Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para <a href="mailto:livros@pacoeditorial.com.br">livros@pacoeditorial.com.br</a>. Ou acesse <a href="https://editorialpaco.com.br/mkt/publiqueoseulivro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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		<title>Dica de Língua Portuguesa: Crase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 13:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerada um dos grandes desafios da língua portuguesa, a crase marca forte presença nas salas de aula e em outros diferentes e variados ambientes, sejam educacionais, profissionais, entre outros. A origem da palavra desta acentuação é grega e tem como significado a indicação de uma fusão ou mistura. Mas como isso acontece na prática? Na língua portuguesa, a aplicação da crase se dá a partir da junção de duas vogais iguais, conforme a formação da oração, ou seja, da preposição “a” com o artigo e a vogal do começo do pronome. Abaixo, você pode conferir algumas dicas de como utilizar ou não essa acentuação e não passar mais apuros na hora de escrever suas frases. Vamos conferir? Crase apenas em palavras femininas: Talvez uma das informações mais relevantes no mundo da crase é saber que em palavras masculinas seu uso não acontece. Exemplos: Substituição de palavras: Se na hora de formular uma frase, você ficar na dúvida se coloca ou não a crase, é possível substituir a palavra feminina em questão por outra masculina. Feito isso, caso o “a” que antecede a palavra se transforme em “ao”, pode colocar a crase na frase original e ficar tranquilo, pois estará certo. Em locuções femininas: De regra, a crase sempre está presente nas locuções femininas adverbiais, prepositivas e conjuntivas, quando há a indicação de tempo, modo e lugar, por exemplo: às vezes, às pressas, à distância, à vontade, à toa, à espera, à medida que, entre outras. Em determinadas expressões: Algumas expressões exigem o uso da crase, tais como “à moda” e “à medida que”. Nessas situações, o acento precisa ser utilizado mesmo que a expressão esteja escondida na frase. E é preciso, portanto, muita atenção. Confira os exemplos: Em indicações de horários: Aqui, nesse caso, o contexto em que as horas são colocadas nas frases vai definir o uso da crase ou não. Quando há um horário definido, é preciso utilizar o acento, como por exemplo: Já quando há uma contagem de horas ou na ocasião em que o horário está acompanhado das preposições “após”, “desde”, “entre” ou “para”, não se deve utilizar a crase. Confira os exemplos: Por dentro das regras No contexto, o uso correto da crase se faz necessário devido importância de dominar as regras ortográficas da língua portuguesa, seja para ser aprovado em provas e vestibulares, ganhar promoções no ambiente de trabalho e para adquirir conhecimento para melhor se comunicar colher os inúmeros benefícios. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Considerada um dos grandes desafios da língua portuguesa, a crase marca forte presença nas salas de aula e em outros diferentes e variados ambientes, sejam educacionais, profissionais, entre outros.</p>



<p>A origem da palavra desta acentuação é grega e tem como significado a indicação de uma fusão ou mistura. Mas como isso acontece na prática? Na língua portuguesa, a aplicação da crase se dá a partir da junção de duas vogais iguais, conforme a formação da oração, ou seja, da preposição “a” com o artigo e a vogal do começo do pronome.</p>



<p>Abaixo, você pode conferir algumas dicas de como utilizar ou não essa acentuação e não passar mais apuros na hora de escrever suas frases. Vamos conferir?</p>



<p><strong>Crase apenas em palavras femininas:</strong></p>



<p>Talvez uma das informações mais relevantes no mundo da crase é saber que em palavras masculinas seu uso não acontece. Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Todos os anos eu vou à Europa com a minha família.</li>



<li>Vamos fazer um passeio a cavalo.</li>
</ul>



<p><strong>Substituição de palavras:</strong></p>



<p>Se na hora de formular uma frase, você ficar na dúvida se coloca ou não a crase, é possível substituir a palavra feminina em questão por outra masculina. Feito isso, caso o “a” que antecede a palavra se transforme em “ao”, pode colocar a crase na frase original e ficar tranquilo, pois estará certo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vamos à praia no verão.</li>



<li>Vamos ao litoral no verão.</li>
</ul>



<p><strong>Em locuções femininas:</strong></p>



<p>De regra, a crase sempre está presente nas locuções femininas adverbiais, prepositivas e conjuntivas, quando há a indicação de tempo, modo e lugar, por exemplo: às vezes, às pressas, à distância, à vontade, à toa, à espera, à medida que, entre outras.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Eu estudo à distância.</li>



<li>Ela sempre sai às pressas.</li>
</ul>



<p><strong>Em determinadas expressões:</strong></p>



<p>Algumas expressões exigem o uso da crase, tais como “à moda” e “à medida que”. Nessas situações, o acento precisa ser utilizado mesmo que a expressão esteja escondida na frase. E é preciso, portanto, muita atenção. Confira os exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Todos os jogadores querem fazer gols à (moda de) Pelé.</li>



<li>À medida que o tempo passa, a vida fica mais difícil.</li>
</ul>



<p><strong>Em indicações de horários:</strong></p>



<p>Aqui, nesse caso, o contexto em que as horas são colocadas nas frases vai definir o uso da crase ou não. Quando há um horário definido, é preciso utilizar o acento, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vamos sair às 19h em ponto.</li>
</ul>



<p>Já quando há uma contagem de horas ou na ocasião em que o horário está acompanhado das preposições “após”, “desde”, “entre” ou “para”, não se deve utilizar a crase. Confira os exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O médico orientou duas horas de descanso.</li>



<li>Os atendimentos vão acontecer após as 14h.</li>
</ul>



<p><strong>Por dentro das regras</strong></p>



<p>No contexto, o uso correto da crase se faz necessário devido importância de dominar as regras ortográficas da língua portuguesa, seja para ser aprovado em provas e vestibulares, ganhar promoções no ambiente de trabalho e para adquirir conhecimento para melhor se comunicar colher os inúmeros benefícios.</p>



<p>Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para <a href="mailto:livros@pacoeditorial.com.br">livros@pacoeditorial.com.br</a>. Ou acesse <a href="https://editorialpaco.com.br/mkt/publiqueoseulivro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dica de Língua Portuguesa: Hífen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 12:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[hífen]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Emprego do hífen Dentre as alterações ocorridas na nossa ortografia a partir de 2016, quando o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa passou a vigorar, está o uso do hífen. Na verdade, podemos dizer que este foi um dos pontos mais impactados pelas mudanças da nova ortografia. Sabemos que a ortografia da Língua Portuguesa tem muitas regras – e muitas exceções. E no caso do hífen, mesmo depois de anos, ainda continuamos tendo dúvidas em algums momentos da nossa escrita. Por isso vamos relembrar a regra geral de emprego do hífen: Vocábulos compostos formados com elementos de ligação deverão ser escritos sem hífen Ou seja, em locuções formadas por nome + preposição/conjunção/pronome + nome não há mais hífen. Exemplos: Exceções à regra: algumas locuções são escritas com hífen, por serem já consagradas pelo uso. São elas: A regra geral diz que as palavras que nomeiam plantas ou animais são escritas sempre com hífen. Exemplos: Tais dúvidas e necessidades de ajustes aparecem todos os dias no nosso trabalho de edição. Faz parte e estamos sempre atentos para melhorar o conteúdo apresentado pelo autor com o objetivo de garantir que no final tenhamos uma publicação com a máxima qualidade. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap"><strong>Emprego do hífen</strong></p>



<p>Dentre as alterações ocorridas na nossa ortografia a partir de 2016, quando o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa passou a vigorar, está o uso do hífen. Na verdade, podemos dizer que este foi um dos pontos mais impactados pelas mudanças da nova ortografia.</p>



<p>Sabemos que a ortografia da Língua Portuguesa tem muitas regras – e muitas exceções. E no caso do hífen, mesmo depois de anos, ainda continuamos tendo dúvidas em algums momentos da nossa escrita.</p>



<p>Por isso vamos relembrar a regra geral de emprego do hífen:</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Vocábulos compostos formados com elementos de ligação deverão ser escritos sem hífen</strong></p>



<p>Ou seja, em locuções formadas por<strong> nome + preposição/conjunção/pronome + nome</strong> não há mais hífen.</p>



<p>Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dia a dia</li>



<li>fim de semana</li>



<li>mão de obra</li>



<li>pôr do sol</li>



<li>café com leite</li>



<li>lua de mel</li>



<li>cara de pau</li>



<li>mula sem cabeça</li>



<li>sala de jantar</li>



<li>pé de moleque</li>



<li>passo a passo</li>
</ul>



<p><strong>Exceções à regra: </strong>algumas locuções são escritas com hífen, por serem<strong> </strong>já consagradas pelo uso. São elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>água-de-colônia</li>



<li>arco-da-velha</li>



<li>cor-de-rosa</li>



<li>mais-que-perfeito</li>



<li>pé-de-meia</li>



<li>à queima-roupa</li>



<li>ao deus-dará</li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>A regra geral diz que as palavras que nomeiam plantas ou animais são escritas sempre com hífen</strong>.</p>



<p>Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>cana-de-açúcar</li>



<li>bem-te-vi</li>



<li>bem-me-quer</li>



<li>pimenta-do-reino</li>



<li>castanha-do-pará</li>



<li>copo-de-leite</li>



<li>joão-de-barro</li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Tais dúvidas e necessidades de ajustes aparecem todos os dias no nosso trabalho de edição. Faz parte e estamos sempre atentos para melhorar o conteúdo apresentado pelo autor com o objetivo de garantir que no final tenhamos uma publicação com a máxima qualidade.</p>



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		<title>Dicas de português: Na Medida em Que e à Medida Que</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 15:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[educacao]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Expressões que costumam confundir muita gente, sendo usadas muitas vezes indistintamente,&#160;na medida em que&#160;e&#160;à medida que&#160;guardam significados bem diferentes. Ambos os termos estão gramaticalmente corretos e são definidos como locuções conjuntivas, ou seja, juntos possuem valor de conjunção. Nesse sentido, uma locução conjuntiva é quando duas ou mais palavras atuam como conjunções, indicando relações entre as orações dos enunciados. O que diferencia “na medida em que” e “à medida que” é o sentido, a ideia expressada quando cada uma é empregada. Desse modo, conheça as diferenças entre as expressões e como cada uma deve ser aplicada. Ideia de proporção “À medida que” é uma locução conjuntiva proporcional, que naturalmente expressa uma ideia de proporcionalidade. Dessa forma, ela é equivalente e pode ser substituída por “à proporção que”, “conforme”, “ao passo que”, “enquanto”, entre outros termos. Trata-se de uma expressão, portanto, que deve ser utilizada quando se pretende dar o sentido de desenvolvimento simultâneo e gradual à determinada ação, recomendando-se usar a crase no a. Uma oração que apresente “à medida que” é subordinada à oração principal e estabelece uma comparação de igualdade, aumento ou diminuição. É muito importante não confundir a expressão com “à medida em que”, inexistente no vocabulário português. Veja alguns exemplos de aplicação de “à medida que”: Ideia de causa Locução conjuntiva causal, “na medida em que” transmite noções de causa/consequência ou efeito nas orações. Logo, a expressão pode ser substituída por equivalentes, como “uma vez que”, “porque”, “visto que”, “já que”, “tendo em vista que”, entre outras. Trata-se, assim, de um termo que apresenta uma ideia de causa em relação ao acontecimento da oração principal, introduzindo uma oração subordinada adverbial causal. É importante não confundir a locução com “na medida que”, que não existe na língua portuguesa. Veja alguns exemplos de aplicação de “na medida em que”: Apesar das distinções apresentadas, é necessário ter muito cuidado para não misturar as duas expressões. Achou interessante? Não esqueça de acompanhar o blog para mais dicas como essa!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Expressões que costumam confundir muita gente, sendo usadas muitas vezes indistintamente,&nbsp;<em>na medida em que</em>&nbsp;e&nbsp;<em>à medida que</em>&nbsp;guardam significados bem diferentes.</p>



<p>Ambos os termos estão gramaticalmente corretos e são definidos como locuções conjuntivas, ou seja, juntos possuem valor de conjunção.</p>



<p>Nesse sentido, uma locução conjuntiva é quando duas ou mais palavras atuam como conjunções, indicando relações entre as orações dos enunciados.</p>



<p>O que diferencia “na medida em que” e “à medida que” é o sentido, a ideia expressada quando cada uma é empregada.</p>



<p>Desse modo, conheça as diferenças entre as expressões e como cada uma deve ser aplicada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ideia de proporção</h2>



<p>“À medida que” é uma locução conjuntiva proporcional, que naturalmente expressa uma ideia de proporcionalidade.</p>



<p>Dessa forma, ela é equivalente e pode ser substituída por “à proporção que”, “conforme”, “ao passo que”, “enquanto”, entre outros termos.</p>



<p>Trata-se de uma expressão, portanto, que deve ser utilizada quando se pretende dar o sentido de desenvolvimento simultâneo e gradual à determinada ação, recomendando-se usar a crase no a.</p>



<p>Uma oração que apresente “à medida que” é subordinada à oração principal e estabelece uma comparação de igualdade, aumento ou diminuição.</p>



<p>É muito importante não confundir a expressão com “à medida em que”, inexistente no vocabulário português.</p>



<p>Veja alguns exemplos de aplicação de “à medida que”:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>À medida que envelhecemos, vamos ganhando mais maturidade.</li>



<li>À medida que as horas passam, fica mais difícil a busca aos sobreviventes.</li>



<li>Ela foi se tranquilizando à medida que as notícias chegavam.</li>



<li>O custo de vida vai aumentando à medida que a economia não se estabiliza.</li>



<li>A situação da empresa se agrava à medida que as investigações avançam.</li>



<li>Todos foram se chocando cada vez mais à medida que ouviam os relatos.</li>



<li>À medida que os filhos crescem, nossos cabelos ficam mais brancos.</li>



<li>À medida que o tempo esfria, as condições de saúde dele se complicam.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Ideia de causa</h2>



<p>Locução conjuntiva causal, “na medida em que” transmite noções de causa/consequência ou efeito nas orações.</p>



<p>Logo, a expressão pode ser substituída por equivalentes, como “uma vez que”, “porque”, “visto que”, “já que”, “tendo em vista que”, entre outras.</p>



<p>Trata-se, assim, de um termo que apresenta uma ideia de causa em relação ao acontecimento da oração principal, introduzindo uma oração subordinada adverbial causal.</p>



<p>É importante não confundir a locução com “na medida que”, que não existe na língua portuguesa.</p>



<p>Veja alguns exemplos de aplicação de “na medida em que”:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na medida em que não houve acordo, ocorreu a demissão.</li>



<li>Ele conseguiu ser aprovado, na medida em que se dedicou aos estudos.</li>



<li>Na medida em que faltou investimentos, a empresa perdeu espaço no mercado.</li>



<li>A sessão teve que ser remarcada na medida em que não houve quórum.</li>



<li>Na medida em que a sua agenda estava lotada, o encontro foi adiado.</li>



<li>Todos foram dispensados na medida em que não havia luz no ambiente.</li>



<li>Nós ficamos mais saudáveis na medida em que nos alimentamos melhor.</li>



<li>Na medida em que trocou de cama, conseguiu dormir melhor.</li>
</ul>



<p>Apesar das distinções apresentadas, é necessário ter muito cuidado para não misturar as duas expressões.</p>



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<p>Achou interessante? Não esqueça de acompanhar o blog para mais dicas como essa!</p>
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		<title>Dicas de português: Palavras Proparoxítonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 15:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[educacao]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[proparoxítonas]]></category>
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					<description><![CDATA[As proparoxítonas são uma das três classificações de palavras por posição de sílaba tônica. Apesar do nome complicado, elas são as mais fáceis de identificar e acentuar, pois possuem apenas uma regra de acentuação. Então, o que são&#160;palavras proparoxítonas? Como identificá-las e acentuá-las? Por que algumas palavras parecem ser proparoxítonas, mas não são? Confira as respostas a seguir! O que são palavras proparoxítonas? As palavras proparoxítonas são as que possuem a antepenúltima (terceira de trás para frente) sílaba tônica, ou seja, pronunciada com mais força. Elas possuem um acento agudo ou circunflexo que indicam a sílaba tônica. Veja alguns exemplos: Além das palavras proparoxítonas, existem palavras paroxítonas (penúltima sílaba tônica) e oxítonas (última sílaba tônica). Entretanto, cada uma delas possui regras diferentes de acentuação! Quais as regras de acentuação das palavras proparoxítonas? Sem dúvida, as regras de acentuação das palavras proparoxítonas são as mais fáceis em comparação com as oxítonas e paroxítonas. Como regra da língua portuguesa, todas as palavras que possuem a antepenúltima sílaba tônica recebem acento gráfico, que pode ser agudo ou circunflexo. A única exceção são as palavras proparoxítonas de origem estrangeira. Por exemplo, os termos &#8220;superavit&#8221;, &#8220;performance&#8221;, “habitat” e “deficit” não possuem acento, pois são de origem inglesa. Apesar disso, alguns gramáticos consideram que essas palavras podem ter acentos gráficos, pois foram aportuguesadas. Ainda assim, a escrita sem acento é mais aceita. Prosódia e as palavras proparoxítonas Embora sejam fáceis de acentuar, algumas palavras proparoxítonas têm sua pronúncia confundida. O mais comum é o erro de prosódia, ou seja, pronunciar a sílaba tônica errada de uma palavra; transformando uma paroxítona em proparoxítona e vice-versa. Por exemplo, é muito comum ouvir a pronúncia da palavra paroxítona “filântropo”, com destaque para a antepenúltima sílaba, quando o correto é dizer “filantropo” (como se tivesse um acento circunflexo na penúltima sílaba). Além disso, algumas palavras possuem dupla prosódia, ou seja, podem ser pronunciadas corretamente com sílabas tônicas diferentes, tendo ou não o mesmo significado. Nesse caso, uma mesma palavra pode ser paroxítona proparoxítona ao mesmo tempo. Veja alguns exemplos: De fato, as&#160;palavras proparoxítonas&#160;são as mais simples de identificar e acentuar. Afinal de contas, todas possuem acento gráfico na antepenúltima sílaba. A única exceção são as palavras de origem estrangeira. Então, para não errar, basta ficar atento aos erros de prosódia e a dupla prosódia. Achou interessante? Não esqueça de acompanhar o blog para mais dicas como essa!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As proparoxítonas são uma das três classificações de palavras por posição de sílaba tônica. Apesar do nome complicado, elas são as mais fáceis de identificar e acentuar, pois possuem apenas uma regra de acentuação.</p>



<p>Então, o que são&nbsp;<strong>palavras proparoxítonas</strong>? Como identificá-las e acentuá-las? Por que algumas palavras parecem ser proparoxítonas, mas não são?</p>



<p>Confira as respostas a seguir!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são palavras proparoxítonas?</h2>



<p>As palavras proparoxítonas são as que possuem a antepenúltima (terceira de trás para frente) sílaba tônica, ou seja, pronunciada com mais força. Elas possuem um acento agudo ou circunflexo que indicam a sílaba tônica.</p>



<p>Veja alguns exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A<strong>bó</strong>bora</li>



<li><strong>Ár</strong>vore</li>



<li><strong>Bá</strong>sico</li>



<li>Cien<strong>tí</strong>fico</li>



<li>Di<strong>nâ</strong>mica</li>



<li><strong>É</strong>poca</li>



<li>Fa<strong>ná</strong>fico</li>



<li><strong>Gó</strong>tico</li>



<li><strong>Hós</strong>pede</li>



<li><strong>Ín</strong>terim</li>



<li>Jorna<strong>lís</strong>tico</li>



<li>Kar<strong>tó</strong>dromo</li>



<li><strong>Lâ</strong>mina</li>



<li>Mate<strong>má</strong>tica</li>



<li><strong>Nú</strong>mero</li>



<li><strong>Ó</strong>tima</li>



<li>Proparo<strong>xí</strong>tona</li>



<li><strong>Quí</strong>mico</li>



<li>Ri<strong>dí</strong>culo</li>



<li><strong>Sí</strong>laba</li>



<li><strong>Tí</strong>tulo</li>



<li>Uten<strong>sí</strong>lio</li>



<li><strong>Ví</strong>tima</li>



<li><strong>Xí</strong>cara</li>



<li>Zoo<strong>ló</strong>gico</li>
</ul>



<p>Além das palavras proparoxítonas, existem palavras paroxítonas (penúltima sílaba tônica) e oxítonas (última sílaba tônica). Entretanto, cada uma delas possui regras diferentes de acentuação!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as regras de acentuação das palavras proparoxítonas?</h2>



<p>Sem dúvida, as regras de acentuação das palavras proparoxítonas são as mais fáceis em comparação com as oxítonas e paroxítonas. Como regra da língua portuguesa, todas as palavras que possuem a antepenúltima sílaba tônica recebem acento gráfico, que pode ser agudo ou circunflexo.</p>



<p>A única exceção são as palavras proparoxítonas de origem estrangeira. Por exemplo, os termos &#8220;superavit&#8221;, &#8220;performance&#8221;, “habitat” e “deficit” não possuem acento, pois são de origem inglesa.</p>



<p>Apesar disso, alguns gramáticos consideram que essas palavras podem ter acentos gráficos, pois foram aportuguesadas. Ainda assim, a escrita sem acento é mais aceita.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prosódia e as palavras proparoxítonas</h2>



<p>Embora sejam fáceis de acentuar, algumas palavras proparoxítonas têm sua pronúncia confundida. O mais comum é o erro de prosódia, ou seja, pronunciar a sílaba tônica errada de uma palavra; transformando uma paroxítona em proparoxítona e vice-versa.</p>



<p>Por exemplo, é muito comum ouvir a pronúncia da palavra paroxítona “fi<strong>lân</strong>tropo”, com destaque para a antepenúltima sílaba, quando o correto é dizer “filan<strong>tro</strong>po” (como se tivesse um acento circunflexo na penúltima sílaba).</p>



<p>Além disso, algumas palavras possuem dupla prosódia, ou seja, podem ser pronunciadas corretamente com sílabas tônicas diferentes, tendo ou não o mesmo significado. Nesse caso, uma mesma palavra pode ser paroxítona proparoxítona ao mesmo tempo.</p>



<p>Veja alguns exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>E<strong>xér</strong>cito (conjunto militar) — “Eu me alistei no exército”</li>



<li>Exer<strong>ci</strong>to (primeira pessoa do singular do verbo “exercitar”) — “Eu me exercito todos os dias”</li>



<li><strong>Lâ</strong>mina (instrumento cortante) — “Minha lâmina de barbear quebrou”</li>



<li>La<strong>mi</strong>na (terceira pessoa do singular do verbo “laminar”) — “Ele lamina metais como ninguém”</li>



<li><strong>Mé</strong>dico (profissional da saúde) — “Eu fui ao médico”</li>



<li>Me<strong>di</strong>co (primeira pessoa do singular do verbo “medicar”) — “Eu não me medico sozinha”</li>



<li><strong>Trâ</strong>nsito (circulação) — “Hoje de manhã estava muito trânsito”</li>



<li>Tran<strong>si</strong>to (primeira pessoa do singular do verbo “transitar”) — “Eu transito entre as cadeiras da sala”</li>
</ul>



<p>De fato, as&nbsp;<strong>palavras proparoxítonas</strong>&nbsp;são as mais simples de identificar e acentuar. Afinal de contas, todas possuem acento gráfico na antepenúltima sílaba. A única exceção são as palavras de origem estrangeira. Então, para não errar, basta ficar atento aos erros de prosódia e a dupla prosódia.</p>



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<p>Achou interessante? Não esqueça de acompanhar o blog para mais dicas como essa!</p>
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		<title>Dicas de português: Absolver x Absorver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 15:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[absolver]]></category>
		<category><![CDATA[absorver]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma língua tão rica e cheia de detalhes como no português, é difícil imaginar que as palavras serão sempre diferentes, sem sons e escritas parecidas. Em poucos minutos de observação, você será capaz de identificar inúmeros termos que acabam sendo parecidos, seja na forma de escrever ou até mesmo no sentido – pelo menos é o que muitos acham. Mas você consegue dizer qual é a diferença entre absolver e absorver? Olhando rápido os termos até parecem iguais, mas existem algumas diferenças que podem ser significantes, ainda mais quando o objetivo é o emprego do termo e o que ele pode significar em cada sentença. Ainda não conseguiu observar a diferença e ter eles? Então aproveite para acompanhar o conteúdo completo e aprenda, de uma vez por todas, quando é necessário usar cada uma das opções. Uso e significado de absolver O melhor caminho para saber quando uma palavra deve ou não ser emprega é saber o significado, ou seja, o que aquilo quer dizer. No caso do termo absolver, o significado está relacionado com a inocência, quando alguém é dado como inocente em um processo ou até mesmo durante um julgamento. Além dos tribunais e juris, que costumam usar a palavra, outra vertente é mais ligada à religião e significa que alguém foi perdoa de algo. Sendo assim, quando falamos do uso, o emprego deve ser feito quando o sentido da frase é dar inocência para o outro. Para isso, é essencial conferir se a oração está fazendo um julgamento ou se remete às situações de julgamento, fator que justifica o uso do termo. Quando o caso é outro, o uso da palavra pode ser equivocado. Uso e significado de absorver Diferente do primeiro caso, que acaba tendo o uso mais restrito a determinadas situações, a segunda palavra é comum e pode ser usada em diversas situações, levando em consideração atividades comuns do dia a dia. Isso porque o significado de absorver está mais ligado ao até de recolher, incorporar. Um exemplo para deixar clara a relação. Quando deixamos algo molhado em determinado superfície, depois precisamos passar um pano para absorver a água que ficou no local. Sendo assim, o material tem como função retirar algo que foi deixado, limpando e absorvendo as gotículas. No sentido oposto da explicação anterior, o termo pode ser usado várias vezes por dia, em situações da rotina. Como saber quando usar cada uma? Compreender, sem dúvidas, o uso de cada uma já é o primeiro passo para conseguir um bom resultado e para amenizar as chances de erro. Assim você saberá quando o termo deve ser empregado e qual é o modelo certo de uso. Outra dica que pode fazer a diferença é começar a compreender os sentidos das falas e frases e qual é a mensagem que está sendo transmitida. A verdade é que muitos acabam deixando essa observação de lado, sem compreender que cada item é indispensável no processo. Melhorar a leitura e praticar a escrita também são formas de melhorar a relação com a língua. Achou interessante? Não esqueça de acompanhar o blog para mais dicas como essa!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em uma língua tão rica e cheia de detalhes como no português, é difícil imaginar que as palavras serão sempre diferentes, sem sons e escritas parecidas. Em poucos minutos de observação, você será capaz de identificar inúmeros termos que acabam sendo parecidos, seja na forma de escrever ou até mesmo no sentido – pelo menos é o que muitos acham. Mas você consegue dizer qual é a diferença entre absolver e absorver?</p>



<p>Olhando rápido os termos até parecem iguais, mas existem algumas diferenças que podem ser significantes, ainda mais quando o objetivo é o emprego do termo e o que ele pode significar em cada sentença.</p>



<p>Ainda não conseguiu observar a diferença e ter eles? Então aproveite para acompanhar o conteúdo completo e aprenda, de uma vez por todas, quando é necessário usar cada uma das opções.</p>



<p style="font-size:28px"><strong>Uso e significado de absolver</strong></p>



<p>O melhor caminho para saber quando uma palavra deve ou não ser emprega é saber o significado, ou seja, o que aquilo quer dizer. No caso do termo absolver, o significado está relacionado com a inocência, quando alguém é dado como inocente em um processo ou até mesmo durante um julgamento.</p>



<p>Além dos tribunais e juris, que costumam usar a palavra, outra vertente é mais ligada à religião e significa que alguém foi perdoa de algo. Sendo assim, quando falamos do uso, o emprego deve ser feito quando o sentido da frase é dar inocência para o outro.</p>



<p>Para isso, é essencial conferir se a oração está fazendo um julgamento ou se remete às situações de julgamento, fator que justifica o uso do termo. Quando o caso é outro, o uso da palavra pode ser equivocado.</p>



<p style="font-size:26px"><strong>Uso e significado de absorver</strong></p>



<p>Diferente do primeiro caso, que acaba tendo o uso mais restrito a determinadas situações, a segunda palavra é comum e pode ser usada em diversas situações, levando em consideração atividades comuns do dia a dia.</p>



<p>Isso porque o significado de absorver está mais ligado ao até de recolher, incorporar. Um exemplo para deixar clara a relação. Quando deixamos algo molhado em determinado superfície, depois precisamos passar um pano para absorver a água que ficou no local.</p>



<p>Sendo assim, o material tem como função retirar algo que foi deixado, limpando e absorvendo as gotículas.</p>



<p>No sentido oposto da explicação anterior, o termo pode ser usado várias vezes por dia, em situações da rotina.</p>



<p style="font-size:26px"><strong>Como saber quando usar cada uma?</strong></p>



<p>Compreender, sem dúvidas, o uso de cada uma já é o primeiro passo para conseguir um bom resultado e para amenizar as chances de erro. Assim você saberá quando o termo deve ser empregado e qual é o modelo certo de uso.</p>



<p>Outra dica que pode fazer a diferença é começar a compreender os sentidos das falas e frases e qual é a mensagem que está sendo transmitida. A verdade é que muitos acabam deixando essa observação de lado, sem compreender que cada item é indispensável no processo.</p>



<p>Melhorar a leitura e praticar a escrita também são formas de melhorar a relação com a língua.</p>



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		<title>Dicas de português sobre o Pleonasmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 12:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[educacao]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[Pleonasmo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever. A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem. O Pleonasmo como um vício Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz &#8220;subir para cima&#8221;, &#8220;descer para baixo&#8221;, &#8220;principal protagonista&#8221;, &#8220;elo de ligação&#8221;, &#8220;acabamento final&#8221;, &#8220;certeza absoluta&#8221;, &#8220;metades iguais&#8221;, &#8220;surpresa inesperada&#8221;, entre outros. Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como &#8220;subir para baixo&#8221;, podem falar em uma situação informal para alguém &#8220;subir lá em cima&#8221;. O recurso linguístico na Literatura Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase. “Chovia uma triste chuva de resignação” &#8211; Manuel Bandeira “Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” &#8211; Fernando Pessoa “Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” &#8211; Chico Buarque “E rir meu riso e derramar meu pranto” &#8211; Vinicius de Moraes Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem &#8220;licença poética&#8221; para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte. O realce ao objeto O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto. “Às violetas, na janela, não&#160;lhes&#160;poupei água”. (Dalton Trevisan) “A correntinha, guardou-a&#160;no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério). O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes. Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de &#8220;fato real&#8221;, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção. Achou interessante? Não esqueça de acompanhar nosso blog para mais. Livros com 20%OFF]]></description>
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<p class="has-drop-cap">O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever.</p>



<p>A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28663" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



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<p><strong>O Pleonasmo como um vício</strong></p>



<p>Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz &#8220;subir para cima&#8221;, &#8220;descer para baixo&#8221;, &#8220;principal protagonista&#8221;, &#8220;elo de ligação&#8221;, &#8220;acabamento final&#8221;, &#8220;certeza absoluta&#8221;, &#8220;metades iguais&#8221;, &#8220;surpresa inesperada&#8221;, entre outros.</p>



<p>Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como &#8220;subir para baixo&#8221;, podem falar em uma situação informal para alguém &#8220;subir lá em cima&#8221;.</p>



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<p><strong>O recurso linguístico na Literatura</strong></p>



<p>Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase.</p>



<p>“Chovia uma triste chuva de resignação” &#8211; Manuel Bandeira</p>



<p>“Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” &#8211; Fernando Pessoa</p>



<p>“Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” &#8211; Chico Buarque</p>



<p>“E rir meu riso e derramar meu pranto” &#8211; Vinicius de Moraes</p>



<p>Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem &#8220;licença poética&#8221; para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte.</p>



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<p><strong>O realce ao objeto</strong></p>



<p>O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto.</p>



<p>“Às violetas, na janela, não&nbsp;<strong>lhes</strong>&nbsp;poupei água”. (Dalton Trevisan)</p>



<p>“A correntinha, guardou-<strong>a</strong>&nbsp;no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério).</p>



<p>O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes.</p>



<p>Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de &#8220;fato real&#8221;, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção.</p>



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