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	<title>coronaviros &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>As Mudanças de Consumo Presencial para Digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2020 17:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nas últimas décadas, negócios de todos os segmentos têm passado por profundas transformações. Com os avanços nas tecnologias da informação e com o aprimoramento da Internet e dos dispositivos de acesso à rede, empresas de todo o mundo tiveram acesso a novos recursos para otimizar sua produção, sua cadeia de fornecimento, gestão e governança, o atendimento ao público e até mesmo a comercialização de produtos e a prestação de serviços.]]></description>
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<p><em>Nas últimas décadas, negócios de todos os segmentos têm passado por profundas transformações. Com os avanços nas tecnologias da informação e com o aprimoramento da Internet e dos dispositivos de acesso à rede, empresas de todo o mundo tiveram acesso a novos recursos para otimizar sua produção, sua cadeia de fornecimento, gestão e governança, o atendimento ao público e até mesmo a comercialização de produtos e a prestação de serviços.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>No Brasil, este movimento ocorria de forma mais tímida que em outros países. Assim, foi nos últimos dez anos que houve maior movimento neste sentido, com ampliação do acesso dos consumidores à internet e maior busca dos negócios por inserção nos mercados digitais.</p>



<p>Somado a este fenômeno, o espalhamento da pandemia do novo coronavírus pelo globo certamente impulsionou a transição do presencial para o digital. Em um contexto em que o isolamento social se faz necessário para refrear o avanço do contágio, as ferramentas online favorecem o consumo e a manutenção das operações internas dos negócios, reduzindo o contato físico entre pessoas e o compartilhamento de objetos.</p>



<p>Mas como será que este processo está ocorrendo no Brasil e quais serão os segmentos mais afetados por estas transformações? Se você também quer saber as respostas para estas perguntas, continue conosco na leitura deste artigo!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça as empresas brasileiras</h2>



<p>A economia brasileira é em grande parte movida pelas pequenas empresas.&nbsp;<a href="https://m.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/sp/sebraeaz/pequenos-negocios-em-numeros,12e8794363447510VgnVCM1000004c00210aRCRD#:~:text=COMPARTILHAR&amp;text=Os%20pequenos%20neg%C3%B3cios%20empresariais%20s%C3%A3o,e%20pequenas%20empresas%20(MPE).">De acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o SEBRAE, no Brasil existem 6,4 milhões de negócios</a>. Entre estes, 99% são caracterizados como pequenos negócios empresariais, denominação que contempla as micro e pequenas empresas, bem como os microempreendedores individuais.</p>



<p>Estes pequenos negócios frequentemente enfrentam dificuldades para aderir às novas tendências de negócios, tendo acesso reduzido ao crédito e às novas tecnologias, além da mão de obra especializada necessária para que se façam investimentos neste setor. Para se ter uma ideia,&nbsp;<a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/todos-os-produtos-estatisticas/9137-pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-empresas.html?=&amp;t=o-que-e">o último estudo do IBGE sobre tecnologias informacionais nas empresas</a>&nbsp;revela que quase 20% das empresas brasileiras ainda não estavam conectadas à rede mundial de computadores. Além disso, 16% dos negócios brasileiros sequer utilizavam computadores em suas rotinas.</p>



<p>O acesso limitado a recursos e as dificuldades administrativas que tipicamente fazem parte das rotinas dos pequenos negócios levaram estas empresas a protelar sua modernização, preterindo-a em prol de outras prioridades.</p>



<p>No entanto, a mudança de comportamento do consumidor, que está cada vez mais conectado e se sente a cada dia mais seguro para negociar e comprar online, fez empreendimentos presos a estes modelos obsoletos pouco a pouco perdessem competitividade no mercado. E se isso não bastasse para alavancar as modificações necessárias para acompanhar as tendências, a pandemia da Covid-19 foi o estopim que faltava.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o novo Coronavírus transformou o consumo</h2>



<p>A necessidade de isolamento social levou os governos a impor diversas restrições para reduzir o contato entre as pessoas e, assim, os índices de contágio, a fim de não sobrecarregar o sistema público de saúde. Isso levou a uma redução no trânsito de pessoas e à necessidade de alguns negócios literalmente fecharem suas portas para cumprir com as determinações sanitárias legais.</p>



<p>E a alternativa para manter a receita frente a tamanho desafio foi a Internet. As tecnologias digitais proporcionam aos negócios a oportunidade única de manterem a conversa com seus clientes (por meio das redes sociais e dos canais de atendimento online), bem como de continuarem comercializando seus produtos. Dessa maneira, a crise trazida pela pandemia também apresentou a oportunidade, se não a necessidade, de que tais negócios se modernizassem.</p>



<p>Para cada setor e para cada empresa individualmente este processo ocorreu em escalas distintas. Enquanto alguns ingressaram pela primeira vez no segmento do comércio digital, outros se viram obrigados a aperfeiçoar sua presença na web.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a pandemia mudou a abordagem dos empresários quanto à tecnologia digital</h2>



<p><a href="https://bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/c9d50d3412270611e9e9a9999a40c0a5/$File/19510.pdf">Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae com empresas de todo o país</a>, 45,1% dos negócios passaram a investir em soluções digitais para contornar os efeitos negativos das restrições de circulação. Entre os empresários brasileiros, 28% começou a fazer vendas em redes sociais como WhatsApp, Facebook e Instagram.</p>



<p>Além disso, 7,5% ingressaram nos aplicativos que centralizam vendas online e serviço de entrega, como Uber Eats, Rappi e iFood, entre outros. Outros 5,4% iniciaram processos de venda por site próprio e 6% investiram em publicidade online.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Segmentos que migraram em larga escala do presencial para o digital</h3>



<p>Segundo o mesmo estudo, alguns setores investiram de forma mais expressiva na comercialização de produtos e serviços on-line do que outros:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>63% das empresas prestadoras de serviços em geral;</li><li>53% dos prestadores de serviços corporativos;</li><li>44% das empresas de educação, bem como indústrias de base e tecnológicas;</li><li>43% dos negócios da indústria alimentícia;</li><li>42% das empresas de varejo;</li><li>41% das atuantes no segmento de alimentação;</li><li>39% das empresas de moda e artesanato.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças no comportamento do consumidor</h2>



<p>O consumidor, que já apresentava crescente interesse pelas compras online, ampliou a busca por estes serviços.&nbsp;<a href="https://www.abcdacomunicacao.com.br/materiais-ricos/covid-19-mindset-como-os-tempos-de-pandemia-esta%CC%83o-moldando-os-consumidores-globais/">De acordo com a FleishmanHillard</a>, 95% deles espera que as empresas implementem soluções para reduzir o contato.</p>



<p>Além disso,&nbsp;<a href="http://sbvc.com.br/novos-habitos-digitais-em-tempos-de-covid-19/">a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo</a>&nbsp;realizou uma pesquisa para rastrear as mudanças no comportamento do consumidor em decorrência da pandemia de Covid-19. De acordo com os resultados obtidos pela instituição, 61% dos clientes que compraram online consumiram em maior volume, sendo que quase metade deles aumentou suas compras em mais de uma vez e meia.</p>



<p>A pesquisa também indicou um aumento na procura por delivery especificamente de alimentos e bebidas. Neste setor, 79% dos entrevistados aumentaram seu consumo. A expectativa é de que tais transformações se tornem parte do comportamento do consumidor em caráter permanente.</p>



<p>Por isso, os negócios que investiram na digitalização ainda vão desfrutar de bons resultados após a crise, com um possível aumento da expressividade destes quando comparados aos do investimento em digitalização pré-pandemia.</p>



<p>Assim, as mudanças da sociedade que já direcionavam os diversos setores de mercado para uma crescente digitalização foram potencializadas. Tanto empresas como clientes encontraram na Internet a possibilidade de manter suas rotinas, fazendo a transição do consumo presencial para o digital ocorrer de maneira mais expressiva.</p>
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