<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>conteudo &#8211; Paco Editorial</title>
	<atom:link href="https://editorialpaco.com.br/tag/conteudo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://editorialpaco.com.br</link>
	<description>Paco Editorial</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Dec 2020 12:23:35 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/01/cropped-marcadagua-2-32x32.png</url>
	<title>conteudo &#8211; Paco Editorial</title>
	<link>https://editorialpaco.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A Origem do Natal</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/a-origem-do-natal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-origem-do-natal</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/a-origem-do-natal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2020 14:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[celebracao]]></category>
		<category><![CDATA[cocacola]]></category>
		<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[livros academicos]]></category>
		<category><![CDATA[materia]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
		<category><![CDATA[origem]]></category>
		<category><![CDATA[paco editorial]]></category>
		<category><![CDATA[pagã]]></category>
		<category><![CDATA[papai noel]]></category>
		<category><![CDATA[pesar]]></category>
		<category><![CDATA[romanos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=11944</guid>

					<description><![CDATA[Uma das primeiras ilustrações do Papai Noel surgiu em 1862, quando Thomas Nast, cartunista americano, desenhou para a revista Harper's Weekly um pequeno e simpático elfo apoiando, durante o Natal, os soldados que estavam na Guerra da Secessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator"/>



<p style="font-size:18px"><em>O Natal é conhecido, atualmente, como um período para celebrações, troca de presentes e jantares com a família. Porém, sua origem é completamente diferente, remetendo a fatores históricos que envolvem desde o poderoso Império Romano até rituais pagãos.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Embora muitas pessoas também aproveitem a data para comemorar o nascimento de Jesus, a análise de determinados fragmentos dos Evangelhos, assim como de outros documentos da época, permitem que historiadores e estudiosos levantes as mais variadas hipóteses sobre o tema, excluindo, quase que totalmente, a possibilidade de que Cristo tenha nascido no mês de dezembro.</p>



<p>Mas, qual seria a real origem do Natal? Quais as principais histórias e lendas envolvendo tal festividade? Se você quer descobrir a resposta para essas perguntas, basta continuar conosco até o final deste artigo.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">O Natal e os romanos</h2>



<p>Tudo começou no Império Romano, onde o povo estava acostumado a celebrar a “Saturnália”, festa que acontecia em dezembro, durava sete dias e homenageava o deus Saturno (equivalente ao deus grego Cronos), divindade responsável pela agricultura.</p>



<p>Na época, por volta de 350 d.C., o Papa Júlio I solicitou aos responsáveis pela Igreja Católica que o nascimento do menino Jesus fosse comemorado na mesma data, com o objetivo de converter os romanos ao cristianismo com maior facilidade.</p>



<p>Após alguns anos, já em 354 d.C., seu sucessor, o Papa Libério, tornou tal pedido realidade. O primeiro registro de um banquete voltado à festa cristã data de 379 d.C., em Constantinopla.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Uma origem pagã</h2>



<p>Conhecida como Yule, a festividade em celebração do solstício de inverno era realizada todos os anos pelos povos germânicos pagãos, incluindo os vikings. Ao todo, a festa durava doze dias, sendo dedicada a familiares e amigos falecidos e à fertilidade, terminando por volta do dia 21 de dezembro.</p>



<p>Entre seus principais símbolos estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A cabra de Yule: de origem escandinava, o boneco em formato de cabra é feito de palha trançada e decora as casas até os dias de hoje. As renas seriam, portanto, suas correspondentes natalinas;</li><li>Javali de Yule: a carne oficial do Natal escandinavo;</li><li>Yule singing: consistia no ato de percorrer a cidade com cânticos alegres. A tradição permanece, porém, trocando as velhas letras pagãs pelos hinos natalinos;</li><li>Yggdrasil: árvore perene colocada em todas as casas. Simboliza a árvore da vida na mitologia nórdica e é a possível precursora dos atuais pinheiros de Natal;</li><li>Vigília noturna: amigos e familiares costumavam se reunir na última noite de comemorações, acendendo uma vela e passando momentos descontraídos na companhia uns dos outros. Logo, essa seria a origem da famosa ceia de Natal.</li></ul>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Celebração ou pesar?</h2>



<p>Na época das primeiras comemorações cristãs, muitos fiéis se recusaram a adotar uma postura festiva para a data, afirmando que 25 de dezembro era um dia religioso e de reflexão, não de festa. O mesmo discurso também ocorreu após a Reforma Protestante, no século XVI, quando muitas pessoas se opuseram às celebrações do Natal.</p>



<p>Outro fenômeno interessante ocorreu nas colônias americanas, onde puritanos, quakers (grupos religiosos com origem em um movimento protestante britânico do século XVII), batistas e presbiterianos também decidiram ignorar a festa, enquanto anglicanos, luteranos e católicos faziam questão de mantê-la viva.</p>



<p>Por fim, o Natal se solidificou na América apenas no século XIX, graças aos cultos natalinos introduzidos nas escolas dominicais e ao famoso romance “A Christmas Carol” (Um Conto de Natal), que popularizou o feriado como um evento alegre e familiar.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Coca-Cola e o Natal: a história por trás da lenda da criação do Papai Noel</h2>



<p>Uma das primeiras ilustrações do Papai Noel surgiu em 1862, quando Thomas Nast, cartunista americano, desenhou para a revista Harper&#8217;s Weekly um pequeno e simpático elfo apoiando, durante o Natal, os soldados que estavam na Guerra da Secessão.</p>



<p>Essa seria, aliás, a primeira imagem do “bom velhinho” como conhecemos hoje. Também foi a partir dessa publicação que nasceu a ideia de que o mesmo possuía uma oficina de brinquedos e que seria necessário escrever cartas para pedir o tão esperado presente.</p>



<p>Já na década de 1930, a gigante The Coca-Cola Company sofreu uma queda significativa nas vendas. O motivo? A mudança da fórmula de seu famoso refrigerante, que passou a ser produzido com cafeína ao invés de folha de coca, e da economia, que decaiu consideravelmente durante a Grande Depressão.</p>



<p>Logo, para recuperar o prejuízo, a diretoria da marca decidiu mudar seu marketing, transformando o que era até então uma bebida apenas para adultos, em um produto para a família toda.</p>



<p>Assim, o artista sueco Haddon Sundblom foi contratado para criar uma ilustração em que um homem sorridente e com largo sorriso convidava as pessoas a comprarem Coca-Cola. Esse, obviamente, não era exatamente o Papai Noel de Thomas Nast, entretanto, o desenho serviu para que os consumidores criassem uma associação entre os dois personagens.</p>



<p>Portanto, embora não seja uma invenção da marca, uma boa parte da popularidade do Papai Noel em todo o mundo se deve às campanhas publicitárias do refrigerante.</p>



<p>E você? Conhecia a origem do Natal? Que tal compartilhar este texto com seus amigos?</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/a-origem-do-natal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Cinema Nacional: uma câmera na mão e uma ideia na cabeça.</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/o-cinema-nacional-uma-camera-na-mao-e-uma-ideia-na-cabeca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-cinema-nacional-uma-camera-na-mao-e-uma-ideia-na-cabeca</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/o-cinema-nacional-uma-camera-na-mao-e-uma-ideia-na-cabeca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 17:26:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[central do brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[dia do cinema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[filmes brasileiros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=10566</guid>

					<description><![CDATA[Se você também é um fã da sétima arte e gosta das produções nacionais, ficará feliz em saber que temos duas datas que homenageiam o Cinema Nacional. Neste breve artigo iremos retratar a luta travada pelo reconhecimento das produções nacionais, complementado por um bate-papo com o escritor, crítico de cinema, Humberto Silva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você também é um fã da sétima arte e gosta das produções nacionais, ficará feliz em saber que temos duas datas que homenageiam o Cinema Nacional. Neste breve artigo iremos retratar a luta travada pelo reconhecimento das produções nacionais, complementado por um bate-papo com o escritor, crítico de cinema, Humberto Silva.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>ORIGEM DAS DATAS</strong></h4>



<p>Hoje, <strong>05 de novembro</strong>, celebramos a <strong>primeira exibição pública cinematográfica no país</strong>, realizada em 1896, no Rio de Janeiro. Já no dia<strong> 19 de junho</strong>, comemora-se a <strong>primeira filmagem</strong> realizada em solo nacional, que ocorreu no ano de 1898. O registro foi feito pelo italiano Afonso Segreto, que filmou pela primeira vez a Baía de Guanabara.</p>



<p>No dia 05 de novembro, também se celebra o aniversário de um dos fundadores do <strong>Cinema Novo</strong> ao lado de Clauber Rocha, o cineasta, <strong>Paulo César Saraceni </strong>(1932 -2012). Saraceni foi um dos primeiros cineastas do país que teve reconhecimento internacional. Ele conquistou sete prêmios em festivais europeus com seu curta-metragem de estreia,&nbsp;<strong><em>Arraial do Cabo</em></strong>&nbsp;(1959).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>AS PRODUÇÕES BRASILEIRAS, UM HISTÓRICO DE RESISTÊNCIA</strong></h4>



<p>As produções brasileiras passaram por três marcos significativos: o primeiro foi o chamado Movimento Cinema Novo – período entre o fim da década de 1950 e início da década de 1960 –, o segundo marco foi a crise de 1980 e o terceiro foi grande ressurgimento do cinema nacional, que ocorreu em meados dos anos 90 e perdura até hoje.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O IMPERIALISMOS CULTURAL E O CINEMA NOVO</strong></h4>



<p>O termo <strong>&#8220;</strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imperialismo"><strong>imperialismo</strong></a>&#8221; vem do&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">latim</a>&nbsp; &#8220;<strong>ter o poder de mandar</strong>&#8220;, o que significa uma dominação, um controle direto ou indireto sobre o outro. Essa ação de poder remete a diversos interesses e não fica restrita somente ao processo direto de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dom%C3%ADnio_(pol%C3%ADtica)">dominação política</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia">econômica</a>&nbsp;de uma nação mais rica sobre países ou regiões mais pobres.</p>



<p>De forma indireta temos o <strong>imperialismo cultural</strong>, que é a imposição de valores, hábitos de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Consumo">consumo</a>&nbsp;e influências culturais que se tornam uma espécie de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Padr%C3%A3o">padrão</a>&nbsp;cultural, também impostos como uma forma de poder, através de diversas estratégias, aos países e regiões periféricas e subdesenvolvidas.</p>



<p>Por isso, para entendemos as mazelas que o cinema nacional carrega até hoje, temos que olhar para o histórico de um país que foi colonizado e que sofreu um golpe de militar, ou seja, sempre conviveu drasticamente com imperialismo.&nbsp;</p>



<p><strong>A partir disto, podemos ir de encontro com o pensamento do Movimento Cinema Novo. </strong>De acordo com o site da <strong>Academia Internacional de Cinema</strong>:</p>



<p>‘’O <strong>Movimento Cinema Novo</strong> surgiu como uma resposta ao cinema tradicional que fazia sucesso nas bilheterias brasileiras no final da década de 1950, um cinema que basicamente se resumia a musicais, comédias e histórias épicas no estilo hollywoodiano, muitas vezes realizados com recursos de produtoras e distribuidoras estrangeiras.</p>



<p>Nesse contexto, um grupo de jovens cineastas, sedentos de mudança e dispostos a combater o que eles caracterizavam como um cinema de mau gosto e “prostituído”, adotou o lema<strong> “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”</strong> para atacar o industrialismo cultural e a alienação das populares chanchadas – comédias musicais, misturadas com elementos de filmes policiais e de ficção científica. O que eles buscavam era uma arte engajada, movida pelas preocupações sociais e enraizada na cultura brasileira.</p>



<p>O Cinema Novo deixou suas marcas também no <strong>Terceiro Cinema</strong>, um gênero mais amplo que abrange a produção cinematográfica revolucionária de diversos países de terceiro mundo, em especial os povos africanos e latino-americanos, com forte teor de conscientização sobre a realidade política e social desses países. Glauber Rocha chegou a declarar que o Cinema Novo era um fenômeno dos novos povos no mundo inteiro, não um privilégio brasileiro.</p>



<p>O movimento foi, sobretudo, um cinema de guerrilha, de resistência. Nada mais justo, portanto, do que concluir com uma declaração de Glauber Rocha sobre a continuidade de seus ideais:</p>



<p>‘’Onde houver um cineasta disposto a filmar a verdade, e enfrentar os padrões hipócritas e policialescos da censura intelectual, aí haverá um germe vivo do Cinema Novo. Onde houver um cineasta disposto a enfrentar o comercialismo, a exploração, a pornografia, o tecnicismo, aí haverá um germe vivo do Cinema Novo. Onde houver um cineasta, de qualquer idade ou de qualquer procedência, pronto a por seu cinema e sua profissão a Cinema Novo. A definição é esta e por esta definição o Cinema Novo se marginaliza da indústria porque o compromisso do cinema industrial é com a mentira e com a exploração’’ Glauber Rocha, 1965.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A crise política e cultural dos anos 1980</strong><strong></strong></h4>



<p>A década de 80 no Brasil foi um período de significativas mudanças. Embora o país estivesse vivenciando a efervescência de mudanças e encarando o fim do Golpe Militar, <strong>o cenário econômico era catastrófico</strong>.</p>



<p>A dívida externa atingia números alarmantes, milhares de famílias estavam sem os recursos básicos, e em todas as áreas públicas os insumos eram insuficientes. Não havia recursos nem para que os cineastas produzissem filmes, nem para que os espectadores pudessem pagar os ingressos. Nesse contexto, os proprietários das salas de cinema passaram a <strong>lutar contra a lei da obrigatoriedade da exibição de filmes brasileiros</strong>.</p>



<p>Para se ter uma ideia da difícil situação em que se encontrava a produção cinematográfica, em 1992 – ano em que o então presidente da época, Fernando Collor de Melo, sofreu <strong>o&nbsp;impeachment</strong> –, somente três filmes brasileiros foram lançados nos cinemas.</p>



<p>Durante o governo de Collor, foi decretada a Lei nº 8.028 – estabelecida pela medida Provisória nº 150, de 15 de março de 1990 –, que extinguiu o Ministério da Cultura e criou uma secretaria vinculada à Presidência da República.</p>



<p>O Ministério da Cultura voltou a existir sob o mandato de Itamar Franco – presidente do país de 29 de dezembro de 1992 a 1 de janeiro de 1995 – e foi restruturado em 2003 no mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p>Após o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, o Ministério foi ‘’congelado’’ pelo vice-presidente Michel Temer. No dia 2 de janeiro de 2019, o Ministério da Cultura foi extinguido pelo atual presidente da república, Jair Bolsonaro.</p>



<p>Quando analisamos essa linha do tempo do Ministério da Cultura no Brasil, fica nítida a reflexão do quanto a cultura brasileira sempre está às margens de jogos políticos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A Retomada do cinema brasileiro</strong></h4>



<p>O período entre 1992 e 2003 é conhecido como a Fase da Retomada. O governo Itamar Franco criou a Secretaria para o Desenvolvimento do Audiovisual, responsável pela regulamentação daquela que viria a se tornar a Lei do Audiovisual, possibilitando a produção de centenas de filmes nacionais ao longo das últimas décadas. Um dos exemplos é o longa&nbsp;<em>Carlota Joaquina, Princesa do Brazil&nbsp;</em>(1994), de Carla Camurati, o primeiro filme realizado por meio desse recurso.</p>



<p>Grandes destaques desse período são&nbsp;<em>O Quatrilho</em>&nbsp;(1995), de Fábio Barreto,&nbsp;<em>O Que é Isso, Companheiro?</em>&nbsp;(1997), de Bruno Barreto, e&nbsp;<em>Central do Brasil</em>&nbsp;(1998), de Walter Salles, todos indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro – em 1996, 1998 e 1999, respectivamente, sendo que o último também levou uma indicação na categoria de melhor atriz, para Fernanda Montenegro (a primeira latino-americana, a única brasileira e também a única atriz já indicada ao prêmio por uma atuação em língua portuguesa).</p>



<p>Uma empresa que foi bem-sucedida nas estratégias de conquista desse mercado foi a Globo Filmes, expandindo os negócios da televisão para o cinema e conquistando bilheterias milionárias, principalmente com suas comédias. Em 2003, os filmes produzidos com participação da Globo foram responsáveis por 90% das receitas de bilheteria do cinema brasileiro. A popularidade dessas produções segue até os dias de hoje, com muitos delas se transformando em franquias.</p>



<p>O longa&nbsp;Cidade de Deus&nbsp;(2002), de Fernando Meirelles, marcou o final da retomada do cinema brasileiro. O filme foi indicado a quatro Oscars: melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor direção de fotografia e melhor edição; além de ter recebido o Globo de Ouro como melhor filme estrangeiro. O sucesso de crítica e de público deu novo fôlego ao cinema contemporâneo brasileiro.</p>



<p>(Via: AIC)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ENTREVISTA COM O CRÍTICO DE CINEMA, HUMERTO PEREIRA:</strong></h2>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/production/pacolivros/extra_fields/30/phpbo2itf1568056287.jpeg" alt=""/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:14px">Humberto Pereira da Silva é membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, (<strong>Abraccine)</strong>, professor de história do cinema na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), coeditor da revista Mnemocine e autor dos livros. Entre as obras de Silva estão “Glauber Rocha &#8211; cinema, estética e revolução e “Ver e Ver Como &#8211; ensaios sobre cinema e cineastas marcantes”, ambos pulicados pela Paco Editorial, em 2016 e 2018, respectivamente. Silva foi coorganizador, juntamente Famimarlei Lunardelli e Ivonete Pinto, do livro &#8220;Ismael Xavier, um pensador de cinema brasileiro&#8221;, publicado em 2019 pelo Sesc/Abraccine.</p>
</div></div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Humberto Pereira da Silva é membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, (<strong>Abraccine)</strong>, professor de história do cinema na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), coeditor da revista Mnemocine e autor dos livros. Entre as obras de Silva estão “Glauber Rocha &#8211; cinema, estética e revolução e “Ver e Ver Como &#8211; ensaios sobre cinema e cineastas marcantes”, ambos pulicados pela Paco Editorial, em 2016 e 2018, respectivamente. Silva foi coorganizador, juntamente Famimarlei Lunardelli e Ivonete Pinto, do livro &#8220;Ismael Xavier, um pensador de cinema brasileiro&#8221;, publicado em 2019 pelo Sesc/Abraccine.</p>



<p><strong>PACO:</strong> O senhor considera que os brasileiros não reconhecem seu próprio cinema, o qual sobrevive de reconhecimento externo, e preferem consumir conteúdos vindo de fora, produzidos principalmente pela indústria americana?</p>



<p><strong>Humberto:</strong> Há o senso comum de que os brasileiros não gostam do cinema brasileiro. Como toda sentença de efeito retórico, ela carrega muito de verdade e distorções. O cinema brasileiro, e em outros cantos do mundo, é diversificado. Há muitas razões para refletirmos sobre o porquê de grande parte dos filmes brasileiros não agradarem a um público amplo. Ou, o porquê muitas pessoas expressam, sem meias palavras, que não gostam de filme brasileiro.</p>



<p>Há, de fato, uma relação tensa entre filme e público que vem de muito tempo atrás. Agora, o Brasil é constituído por uma sociedade bem segmentada. Há uma camada da sociedade brasileira que conhece bem e aprecia o que é feito aqui, e que também tem projeção internacional.</p>



<p>É uma parcela pequena, uma elite intelectual? Sim, mas não creio ser diferente em outros cantos do mundo. Certo tipo de cinema, apreciado por um segmento elitista da sociedade, aqui e em outros lugares no mundo, é visto e discutido. Certo tipo de filme, aqui e em outros lugares, não é visto por grande parte da população.</p>



<p>Nas entrelinhas da questão levantada, de qualquer forma, o ponto é: na concorrência capitalista, o brasileiro, de modo geral, prefere assistir a um filme feita pela indústria americana; o produto nacional não é páreo para o que é feito nos Estados Unidos. Esse é um ponto delicado que tem a ver com a dominação cultural e, em consequência, a força do imperialismo americano.&nbsp;</p>



<p><strong>PACO:</strong> Por que grande parte dos filmes brasileiros não chegam ao circuito comercial?</p>



<p><strong>Humberto</strong>: Essa é uma questão bem pontual sobre políticas culturais e o papel do Estado na valorização da cultura. Entendo que há um amplo debate em que se entrelaçam a inciativa de políticas que preservem nosso legado cultual e servilismo cultural.</p>



<p>O papel do Estado é vital no estabelecimento de políticas de valorização cultural. A cultura não se impõe de cima para baixo e o cinema é uma arte com um pé bastante preso ao jogo do mercado. Nesse jogo, o produto nacional, o cinema, não tem peso diante da concorrência, o produto americano.</p>



<p><strong>Paco:</strong> Professor, indique livros e filmes sobre as produções nacionais.</p>



<p><strong>Humberto:</strong> Eu indico todos os livros de Paulo Emilio Sales Gomes, o mais importante crítico em atividade de cinema do Brasil; todos os livros de Jean-Claude Bernardet, um pensador e polemista notável; todos os livros de Ismail Xavier, o acadêmico mais influente.</p>



<p>Sobre os filmes, indico as 100 produções que compõem o livro “100 melhores filmes brasileiros”, organizado por Paulo Henrique Silva e publicado pela Letramento/Abraccine. E para quem tiver o desejo de falar com consistência sobre cinema brasileiro, recomendo como lição de casa assistir aos filmes eleitos pela Abraccine.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3 class="wp-block-heading">Obras do Autor Humberto Pereira da Silva</h3>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/glauber-rocha-cinema-estetica-e-revolucao"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/91a5f2e8d967ecde8be4b5765b1a70e5.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/glauber-rocha-cinema-estetica-e-revolucao">GLAUBER ROCHA<br>CINEMA, ESTÉTICA E REVOLUÇÃO</a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Criador e principal porta-voz do Cinema Novo, Glauber foi o realizador de filmes que inauguraram uma etapa no cinema e na cultura brasileiros, assim como um dos cineastas mais influentes na cinematografia mundial a partir dos anos 1960. E, neste livro, Humberto Silva nos apresenta as evidências concretas de uma parte importante da história de um cinema e de um país.</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/pragmatica-da-linguagem-e-ensino-de-etica-quando-falar-nao-e-fazer"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/d31e07c27fa9fd53650d48dcfd9b1105.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/pragmatica-da-linguagem-e-ensino-de-etica-quando-falar-nao-e-fazer">PRAGMÁTICA DA LINGUAGEM E ENSINO DE ÉTICA<br>QUANDO FALAR NÃO É FAZER</a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>A obra de Humberto Pereira da Silva trata da aplicação dos enunciados dos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), que constituem um documento institucional voltado para o ensino. Através deles, Humberto extrai os seguintes problemas: se estes enunciados não forem seguidos em sentido literal, o valor de seu propósito pode ser posto em suspenso, caso contrário, a pragmática da linguagem alerta para os riscos de que falar não é fazer. Assim, este livro se mostra extremamente relevante para os profissionais de educação e demais interessados no assunto.</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/ver-e-ver-como-ensaios-sobre-cinema-e-cineastas-marcanteshttps://www.pacolivros.com.br/ver-e-ver-como-ensaios-sobre-cinema-e-cineastas-marcantes"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/a001debd7519ff3498eaab40af794689.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/ver-e-ver-como-ensaios-sobre-cinema-e-cineastas-marcantes">VER E VER COMO</a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>O percurso traçado por esta obra nos faz viajar pela história cinematográfica por meio da análise de grandes realizadores que contribuíram para o engrandecimento do cinema. Humberto Pereira da Silva, com sua experiência de professor e crítico de cinema, demonstra seu amor pela sétima arte ao fazer reflexões contundentes e reveladoras. Um mergulho intenso e aprofundado que nos permite compreender o poder avassalador de uma obra cinematográfica. (Humberto Neiva – Coordenador do curso de Cinema da Faap)</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/o-cinema-nacional-uma-camera-na-mao-e-uma-ideia-na-cabeca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dia do Profissional de Educação Física</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/dia-do-profissional-de-educacao-fisica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dia-do-profissional-de-educacao-fisica</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/dia-do-profissional-de-educacao-fisica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2020 10:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[educacao]]></category>
		<category><![CDATA[fisica]]></category>
		<category><![CDATA[informacao]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=8911</guid>

					<description><![CDATA[O profissional de Educação Física possui grande importância pelas diversas funções que pode desempenhar e por isso no dia 1º de setembro ocorre a comemoração do dia do Profissional de Educação Física. Você sabe todas as funções que esse profissional pode desempenhar e sua importância? Veja aqui as principais informações sobre o Profissional de Educação Física!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O profissional de Educação Física possui grande importância pelas diversas funções que pode desempenhar e por isso no dia 1º de setembro ocorre a comemoração do dia do Profissional de Educação Física. Você sabe todas as funções que esse profissional pode desempenhar e sua importância? Veja aqui as principais informações sobre o Profissional de Educação Física!</em></p>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background" href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-fisica"> Livros sobre educação física</a></div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">Dia do Profissional de Educação Física</h2>



<p>Primeiramente vale mencionar que o dia 1º de setembro foi intitulado como dia do Profissional de Educação Física porque nesse mesmo dia, no ano de 1998, foi criada uma lei que regulamentou a profissão e criou os Conselhos Regionais, o que até então não existia no Brasil.</p>



<p>Dentro disso, diferentes áreas foram regulamentadas, de modo que esse profissional pode atuar, em outras áreas, como:</p>



<p>• Professor de educação física;</p>



<p>• Treinador esportivo;</p>



<p>• Técnico esportivo;</p>



<p>• Técnico de esportes;</p>



<p>• Preparador físico;</p>



<p>• Professor de educação corporal.</p>



<p>A lista é longa, mas é preciso fazer uma diferenciação. O profissional que é licenciado pode atuar de forma exclusiva na área de educação básica. Se ocorre a formação em bacharelado, o profissional pode trabalhar em todas as outras áreas. Portanto, na hora de escolher o curso, é preciso pensar nas possibilidades para escolher o que melhor se adapta para cada pessoa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância da profissão</h2>



<p>Independentemente da área onde o Profissional de Educação Física trabalhe, a atuação é de extrema importância, pois sempre terá envolvimento com a promoção da saúde e melhora da qualidade de vida das pessoas. E isso é uma das coisas mais importantes, pois a saúde é o bem mais valioso da vida de todas as pessoas.</p>



<p>Com certeza, todas as pessoas já precisaram de um profissional da área em diversas vezes, desde as aulas de educação física na escola, até a realização de atividades físicas ao longo da vida. Sempre é essencial ter o acompanhamento profissional para obter o desenvolvimento correto dos exercícios e atividades praticadas.</p>



<p>Você até pode realizar uma atividade física sem a orientação profissional, mas é sabido que o resultado pode ser prejudicial à saúde e o rendimento não é o mesmo. Deixar de lado o auxílio do profissional pode acarretar em lesões e fazer a atividade física não desenvolver seu papel. Portanto, optar por orientação profissional é sempre crucial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comemoração do dia do Profissional de Educação Física</h2>



<p>A comemoração do dia do Profissional de Educação Física possui grande importância para que a profissão seja cada vez mais valorizada e que tenha o devido espaço que merece em todas as áreas de atuação.</p>



<p>Sendo uma profissão tão vasta e que acolhe diversas áreas, comemorar esse dia homenageando os profissionais e afirmando o valor que possuem para a evolução da saúde da sociedade é indispensável.</p>



<p>Sendo assim, parabenize os Profissionais de Educação Física que você conhece e demonstre o real valor que eles possuem para você e para toda sociedade. Além disso, se você ainda não pratica atividades físicas, aproveite esse momento para escolher um profissional e ter a assistência correta para ter uma vida cada vez mais saudável e ativa!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/dia-do-profissional-de-educacao-fisica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As Mudanças de Consumo Presencial para Digital</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/as-mudancas-de-consumo-presencial-para-digital/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=as-mudancas-de-consumo-presencial-para-digital</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/as-mudancas-de-consumo-presencial-para-digital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2020 17:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[coronaviros]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologiaconsumdiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=8552</guid>

					<description><![CDATA[Nas últimas décadas, negócios de todos os segmentos têm passado por profundas transformações. Com os avanços nas tecnologias da informação e com o aprimoramento da Internet e dos dispositivos de acesso à rede, empresas de todo o mundo tiveram acesso a novos recursos para otimizar sua produção, sua cadeia de fornecimento, gestão e governança, o atendimento ao público e até mesmo a comercialização de produtos e a prestação de serviços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Nas últimas décadas, negócios de todos os segmentos têm passado por profundas transformações. Com os avanços nas tecnologias da informação e com o aprimoramento da Internet e dos dispositivos de acesso à rede, empresas de todo o mundo tiveram acesso a novos recursos para otimizar sua produção, sua cadeia de fornecimento, gestão e governança, o atendimento ao público e até mesmo a comercialização de produtos e a prestação de serviços.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>No Brasil, este movimento ocorria de forma mais tímida que em outros países. Assim, foi nos últimos dez anos que houve maior movimento neste sentido, com ampliação do acesso dos consumidores à internet e maior busca dos negócios por inserção nos mercados digitais.</p>



<p>Somado a este fenômeno, o espalhamento da pandemia do novo coronavírus pelo globo certamente impulsionou a transição do presencial para o digital. Em um contexto em que o isolamento social se faz necessário para refrear o avanço do contágio, as ferramentas online favorecem o consumo e a manutenção das operações internas dos negócios, reduzindo o contato físico entre pessoas e o compartilhamento de objetos.</p>



<p>Mas como será que este processo está ocorrendo no Brasil e quais serão os segmentos mais afetados por estas transformações? Se você também quer saber as respostas para estas perguntas, continue conosco na leitura deste artigo!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça as empresas brasileiras</h2>



<p>A economia brasileira é em grande parte movida pelas pequenas empresas.&nbsp;<a href="https://m.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/sp/sebraeaz/pequenos-negocios-em-numeros,12e8794363447510VgnVCM1000004c00210aRCRD#:~:text=COMPARTILHAR&amp;text=Os%20pequenos%20neg%C3%B3cios%20empresariais%20s%C3%A3o,e%20pequenas%20empresas%20(MPE).">De acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o SEBRAE, no Brasil existem 6,4 milhões de negócios</a>. Entre estes, 99% são caracterizados como pequenos negócios empresariais, denominação que contempla as micro e pequenas empresas, bem como os microempreendedores individuais.</p>



<p>Estes pequenos negócios frequentemente enfrentam dificuldades para aderir às novas tendências de negócios, tendo acesso reduzido ao crédito e às novas tecnologias, além da mão de obra especializada necessária para que se façam investimentos neste setor. Para se ter uma ideia,&nbsp;<a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/todos-os-produtos-estatisticas/9137-pesquisa-sobre-o-uso-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-empresas.html?=&amp;t=o-que-e">o último estudo do IBGE sobre tecnologias informacionais nas empresas</a>&nbsp;revela que quase 20% das empresas brasileiras ainda não estavam conectadas à rede mundial de computadores. Além disso, 16% dos negócios brasileiros sequer utilizavam computadores em suas rotinas.</p>



<p>O acesso limitado a recursos e as dificuldades administrativas que tipicamente fazem parte das rotinas dos pequenos negócios levaram estas empresas a protelar sua modernização, preterindo-a em prol de outras prioridades.</p>



<p>No entanto, a mudança de comportamento do consumidor, que está cada vez mais conectado e se sente a cada dia mais seguro para negociar e comprar online, fez empreendimentos presos a estes modelos obsoletos pouco a pouco perdessem competitividade no mercado. E se isso não bastasse para alavancar as modificações necessárias para acompanhar as tendências, a pandemia da Covid-19 foi o estopim que faltava.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o novo Coronavírus transformou o consumo</h2>



<p>A necessidade de isolamento social levou os governos a impor diversas restrições para reduzir o contato entre as pessoas e, assim, os índices de contágio, a fim de não sobrecarregar o sistema público de saúde. Isso levou a uma redução no trânsito de pessoas e à necessidade de alguns negócios literalmente fecharem suas portas para cumprir com as determinações sanitárias legais.</p>



<p>E a alternativa para manter a receita frente a tamanho desafio foi a Internet. As tecnologias digitais proporcionam aos negócios a oportunidade única de manterem a conversa com seus clientes (por meio das redes sociais e dos canais de atendimento online), bem como de continuarem comercializando seus produtos. Dessa maneira, a crise trazida pela pandemia também apresentou a oportunidade, se não a necessidade, de que tais negócios se modernizassem.</p>



<p>Para cada setor e para cada empresa individualmente este processo ocorreu em escalas distintas. Enquanto alguns ingressaram pela primeira vez no segmento do comércio digital, outros se viram obrigados a aperfeiçoar sua presença na web.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a pandemia mudou a abordagem dos empresários quanto à tecnologia digital</h2>



<p><a href="https://bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/c9d50d3412270611e9e9a9999a40c0a5/$File/19510.pdf">Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae com empresas de todo o país</a>, 45,1% dos negócios passaram a investir em soluções digitais para contornar os efeitos negativos das restrições de circulação. Entre os empresários brasileiros, 28% começou a fazer vendas em redes sociais como WhatsApp, Facebook e Instagram.</p>



<p>Além disso, 7,5% ingressaram nos aplicativos que centralizam vendas online e serviço de entrega, como Uber Eats, Rappi e iFood, entre outros. Outros 5,4% iniciaram processos de venda por site próprio e 6% investiram em publicidade online.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Segmentos que migraram em larga escala do presencial para o digital</h3>



<p>Segundo o mesmo estudo, alguns setores investiram de forma mais expressiva na comercialização de produtos e serviços on-line do que outros:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>63% das empresas prestadoras de serviços em geral;</li><li>53% dos prestadores de serviços corporativos;</li><li>44% das empresas de educação, bem como indústrias de base e tecnológicas;</li><li>43% dos negócios da indústria alimentícia;</li><li>42% das empresas de varejo;</li><li>41% das atuantes no segmento de alimentação;</li><li>39% das empresas de moda e artesanato.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças no comportamento do consumidor</h2>



<p>O consumidor, que já apresentava crescente interesse pelas compras online, ampliou a busca por estes serviços.&nbsp;<a href="https://www.abcdacomunicacao.com.br/materiais-ricos/covid-19-mindset-como-os-tempos-de-pandemia-esta%CC%83o-moldando-os-consumidores-globais/">De acordo com a FleishmanHillard</a>, 95% deles espera que as empresas implementem soluções para reduzir o contato.</p>



<p>Além disso,&nbsp;<a href="http://sbvc.com.br/novos-habitos-digitais-em-tempos-de-covid-19/">a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo</a>&nbsp;realizou uma pesquisa para rastrear as mudanças no comportamento do consumidor em decorrência da pandemia de Covid-19. De acordo com os resultados obtidos pela instituição, 61% dos clientes que compraram online consumiram em maior volume, sendo que quase metade deles aumentou suas compras em mais de uma vez e meia.</p>



<p>A pesquisa também indicou um aumento na procura por delivery especificamente de alimentos e bebidas. Neste setor, 79% dos entrevistados aumentaram seu consumo. A expectativa é de que tais transformações se tornem parte do comportamento do consumidor em caráter permanente.</p>



<p>Por isso, os negócios que investiram na digitalização ainda vão desfrutar de bons resultados após a crise, com um possível aumento da expressividade destes quando comparados aos do investimento em digitalização pré-pandemia.</p>



<p>Assim, as mudanças da sociedade que já direcionavam os diversos setores de mercado para uma crescente digitalização foram potencializadas. Tanto empresas como clientes encontraram na Internet a possibilidade de manter suas rotinas, fazendo a transição do consumo presencial para o digital ocorrer de maneira mais expressiva.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/as-mudancas-de-consumo-presencial-para-digital/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A História do Direito</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/a-historia-do-direito/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-historia-do-direito</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/a-historia-do-direito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 16:52:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[civil]]></category>
		<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[criminal]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
		<category><![CDATA[penal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=8530</guid>

					<description><![CDATA[Todos nós temos algumas noções básicas sobre o que é o Direito e como se aplica na sociedade, não é mesmo? Termos como advocacia, leis, Constituição e tantos outros inerentes ao Direito são conhecidos até mesmo entre os que não atuam diretamente na área.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Todos nós temos algumas noções básicas sobre o que é o Direito e como se aplica na sociedade, não é mesmo? Termos como advocacia, leis, Constituição e tantos outros inerentes ao Direito são conhecidos até mesmo entre os que não atuam diretamente na área.</em></p>



<p>Mas, você já parou para refletir sobre a História do Direito, que também pode ser definida como Histórias dos Direitos, tendo em vista a diversidade de circunstâncias que podemos associar ao Direito e que foram se multiplicando ao longo do tempo?</p>



<p>Pois bem, o Direito pode ser entendido, de modo geral, como um conjunto de regras e condutas que visam estabelecer a ordem e a harmonia nas relações sociais. A palavra Direito é de origem romana, sendo “Diz” referente a “Muito” e “Ritmo” referente a “Justo, certo”.</p>



<p>É justamente por essa definição ampla que podemos considerar a presença do Direito entre todos os povos com tradições culturais de resolução de conflitos, inclusive entre os povos pré-históricos que não dominavam um sistema de escrita.</p>



<p>Assim sendo, o Direito acompanha a humanidade desde os seus primórdios e se manifestou em diferentes épocas e regiões. É claro que com alguns destaques, como o Código de Hamurabi, criado há mais de três mil anos, pelo rei Hamurabi da Babilônia.</p>



<p>Ou o Direito na Grécia, berço da Democracia, que demonstrava ampla complexidade na organização social e política de suas pólis. E como não destacar o Direito Romano, que abrange um vasto e turbulento período, passando pelas Leis das Doze Tábuas e se estendendo até, pelo menos, a queda do grande Império Romano.</p>



<p>Como podemos perceber, são vários os marcos que nos ajudam a melhor compreender a História do Direito e a sua contribuição para as relações humanas. Consultar obras especializadas na área é sempre a melhor maneira de se aprofundar no assunto e expandir seus conhecimentos. Por isso, confira já os nossos destaques:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para se aprofundar</h2>



<p>Nosso catálogo conta com obras de qualidade dedicadas ao vasto campo do Direito.</p>



<p>Para entrar em contato com perspectivas teóricas mais atuais acerca do Direito e seu papel social, não deixe de conferir a obra “<a href="https://www.pacolivros.com.br/estado-individuo-e-sociedade-problemas-contemporaneos">Estado, Indivíduo e Sociedade: Problemas Contemporâneos</a>”.</p>



<p>Neste livro, diversos autores atuam coletivamente e nos convidam para um passeio nos tempos e espaços em que questões éticas, jurídicas e políticas se estabelecem e alteram o curso da História.</p>



<p>Em “<a href="https://www.pacolivros.com.br/estudos-de-direito-latino-americano-vol3">Estudos de Direito Latino Americano</a>”, obra que aborda questões relativas ao Direito e a Democracia, com foco na realidade e nas particularidades da América Latina, você irá se deparar com esforços críticos e bem fundamentados, que resultaram em propostas de soluções jurídicas para os diversos dilemas dos países latino-americanos.</p>



<p>Pensando especificamente no caso brasileiro, também sugerimos “<a href="https://www.pacolivros.com.br/o-direito-e-o-estado-no-brasil-filipino-inovacao-ou-continuidade-legislativa">O Direito e o Estado no Brasil Filipino</a>”, obra que nos proporciona uma viagem aos tempos coloniais e a exploração intensiva de Pau-brasil e metais preciosos.</p>



<p>Entrando em contato com as legislações que regulamentavam tais práticas, você conhecerá a gênese do Direito que aqui foi se desabrochando nas relações entre nativos e colonizadores.</p>



<p>Não deixe de conferir o catálogo e aproveitar nossos descontos!<br><a href="https://www.pacolivros.com.br/direito">Catálogo de Direito.</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/a-historia-do-direito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A história do Livro</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/a-historia-do-livro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-historia-do-livro</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/a-historia-do-livro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2020 16:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[academico]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[loja]]></category>
		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
		<category><![CDATA[virtual]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=7983</guid>

					<description><![CDATA[A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A história dos livros começou há milhares de anos, com a criação da escrita, mas é possível relacioná-la também com outros fatores, como política, economia, pensamentos e religiões. Para falar a verdade, os livros não surgiram com a forma que conhecemos hoje, mas sim de um jeito muito diferente.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>O homem já sabia se expressar de outras formas, além de escrever, há milênios, como através dos desenhos rupestres, nas paredes das cavernas. A sua história, porém, só pode ser registrada a partir da invenção da escrita, há cerca de 5 mil anos.</p>



<p>Como não era capaz de guardar no cérebro de tudo que sabia, o homem aprendeu a escrever, há séculos, a fim de armazenar tudo o que conhecia e passar todas as informações para as futuras gerações. A escrita surgiu, portanto, para criar a História do homem.</p>



<p>Com o passar dos anos, a invenção de tecnologias possibilitou uma conservação melhor das criações humanas, assim como o seu armazenamento. Fora a facilidade para produzir obras e o acesso à informação mais democratizado.</p>



<p>Isso nos leva a uma longa caminhada, desde as plantas e papiros às páginas de um livro digital. O processo para chegar ao último levou muito tempo e apresentou diversas habilidades humanas.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Antiguidade: a época em que começou a história dos livros</h2>



<p>Os relatos mais antigos dos primeiros livros datam de milênios antes de Cristo. E eles não eram nada parecidos com os e-books e livros digitais que vemos hoje.</p>



<p>Antigamente, a escrita era uma atividade exclusiva de escribas ou escrivães, assim como a leitura. Somente eles sabiam ler e escrever. E o material onde eles faziam isso, chamado de papiro (uma espécie de planta), deveria conter apenas informações oficiais, como leis e assuntos administrativos, e religiosas.</p>



<p>Os papiros eram, então, prendidos uns aos outros, a fim de formar um rolo (que podia ter metros de extensão).</p>



<p>Na realidade, cada povo registrava os seus conhecimentos e anotações da forma mais pertinente para si mesmo. Havia escritos em placas de argila, cascas de árvores, pedras, madeira e também em barro.</p>



<p>Os indianos, por exemplo, estavam acostumados a usar as folhas da bananeira para escrever. Em seguida, pedaços de madeira eram usados como a capa do “livro”, depois que as folhas eram costuradas. Até hoje, ainda é possível encontrar livros assim no continente asiático.</p>



<p>Os pergaminhos surgiram séculos depois e serviram para dar mais funcionalidade e resistência aos escritos mais importante da época. Além disso, a preservação de pergaminhos era muito mais fácil do que a de rolos extensos de papiro.</p>



<p>A invenção dos livros encadernados aconteceu quase no final da Antiguidade, quando estudiosos decidiram organizar em páginas os pergaminhos escritos. A novidade serviu como facilitadora para a locomoção e o manuseio dos objetos, quando era necessário.</p>



<p>O papel chegou na Europa anos depois, com a chegada de mercadores árabes, que vieram da China. No entanto, os livros ainda eram manuscritos, copiados por monges e escribas, e podiam demorar mais de um ano para ficarem prontos.</p>



<p>Já durante a Idade Média, os livros viraram exclusividade de clérigos (membros de ordem religiosa). Dessa forma, eles se tornaram objeto para devoção a deuses. Foram criados, inclusive, livros para a formação de novos estudiosos da religião.</p>



<p>Em um momento da história, a Igreja inclusive chegou a proibir inúmeros livros, chamados de impróprios por membros do clero. Por isso, os romances e livros de História, com os quais estamos acostumados, demoraram mais para aparecer.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A revolução da escrita: a prensa de Johannes Gutenberg</h2>



<p>Há cerca de 500 anos, na Idade Moderna, o alemão Johannes Gutenberg segurava um livro impresso pela tecnologia que revolucionou a escrita e a história da comunicação: a prensa de tipos móveis. A partir dessa invenção, a impressão em massa de materiais começou.</p>



<p>A impressão já havia sido criada, durante o século XIV, e os chineses aprimoraram a técnica com tipos móveis de madeira. Nada chegou aos pés da criação de Gutenberg, com metal. Era mais resistente e reutilizável.</p>



<p>Como falamos anteriormente, escrever era uma atividade restrita a escribas, que faziam tudo à mão: escreviam letra por letra nos papéis e pergaminhos. Já é possível imaginar o preço de um livro escrito dessa maneira, não? Provavelmente o preço de terras imensas ou anos de plantações.</p>



<p>Foi através da nova invenção, que o custo para a fabricação de livros diminuiu consideravelmente. O primeiro exemplar impresso foi a Bíblia, em latim, que ficou conhecida como a Bíblia de Gutenberg.</p>



<p>Exatamente na época da invenção de Gutenberg, pensadores e filósofos estudavam novas teorias e a prensa foi essencial para disseminação de novos conhecimentos. Rapidamente, mais pessoas tiveram acesso aos livros e à escrita. Por consequência, mais países adotaram a técnica de impressão e milhares de livros foram publicados nesse período.</p>



<p>Com a disseminação do papel e a facilidade da prensa com os novos tipos móveis, os livros se popularizaram entre as pessoas, a educação deu início a um processo de democratização e a imprensa começou a surgir.</p>



<p>Os novos gêneros de livros começaram a aparecer também por perto dessa mesma época. Os romances, as novelas e os almanaques nasceram após a prensa de Gutenberg. Desde então, os livros são considerados um objeto de acesso a conhecimento e educação, visto que antes as pessoas não sabiam ler ou eram proibidas.</p>



<p>No Brasil, os livros chegaram junto com os portugueses, no século XV, durante o período colonial. Eles eram utilizados, sobretudo, por jesuítas na catequização dos índios. A Bíblia de Gutenberg foi o primeiro livro a chegar em solo brasileiro.</p>



<p>No entanto, só foi permitido escrever livros no nosso país, a partir de 1808, quando a Coroa Portuguesa, de fato, se mudou para cá. Antes disso, ter uma tipografia era considerado crime.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">A Idade Contemporânea e a explosão de livros pelo mundo</h2>



<p>A Contemporaneidade (período atual, que começou a partir da Revolução Francesa) e as Revoluções Industriais trouxeram muitas novidades tecnológicas. Fora a produção em larga escala de vários bens, inclusive os livros.</p>



<p>Se a prensa de Gutenberg reduziu o custo de produção dos livros, as inovações oriundas do avanço da tecnologia diminuíram ainda mais. Com isso, deu-se início a era de grandes produções e dos best-sellers, conhecidos e vendidos até hoje.</p>



<p>A leitura e a escrita foram cada vez mais democratizadas. Boa parte da população dos países tinha acesso a livros.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Os livros na Era Digital</h2>



<p>As revoluções tecnológicas não param de acontecer. Praticamente, todos os dias somos bombardeados por novos aparelhos e seus lançamentos. Assim como avanços na saúde e na indústria.</p>



<p>Todas essas mudanças também afetaram os livros e, principalmente, os hábitos de leitura e escrita das pessoas. Hoje, é mais comum escrever e fazer rascunhos pelo computador do que numa folha de papel. Até escolas tradicionais se renderam e começam a adotar material didático mais tecnológico.</p>



<p>Um dos motivos para que isso aconteça é o barateamento do custo de produção dessas tecnologias. Há algumas décadas, nem todas as famílias tinham um computador ou um celular em casa. Eram itens caros demais para se popularizar. Hoje, dificilmente encontramos uma casa que não tenha um computador ou um celular.</p>



<p>Outro ponto que justifica a mudança de costumes é a proteção ao meio ambiente. O desmatamento para fabricação de papel se mostrou reversível, de certa forma, com o advento das tecnologias. Livros com centenas de páginas puderam ser substituídos por folhas digitais. O virar a folha agora é clicar com os dedos.</p>



<p>Fora isso, o armazenamento de livros físicos é muito mais complicado do que simplesmente ler um arquivo e salvar na nuvem ou no próprio computador. Exige estantes ou prédios enormes para guardar acervos, como as bibliotecas. Até elas foram digitalizadas e, hoje, podemos encontrar centenas online.</p>



<p>A modernização dos livros também trouxe a acessibilidade para o universo da leitura. Além de livros digitais, hoje já existem também os áudios-livros. O conteúdo é lido por uma voz. Dessa forma, é possível incluir as pessoas deficientes visuais e estimulá-las a ler cada vez mais.</p>



<p>A acessibilidade na leitura já havia sido pensada, lá atrás no século XIX. Louis Braille criou o sistema de leitura tátil, para pessoas cegas. No entanto, a humanidade segue, ainda bem, tentando inventar novas formas de inclusão social de pessoas deficientes.</p>



<p>Os livros digitais como conhecemos hoje, na realidade, surgiram no final do século XX, mas ganharam espaço, de fato, na última década. A sua chegada foi tão triunfal, que mexeu com o mercado de livrarias e sebos.</p>



<p>Muitas unidades chegaram a fechar as portas, por conta do menor número de vendas e queda no faturamento. Em paralelo, algumas lojas se adaptaram à transformação e passaram a vender os seus livros digitalizados, fáceis de ler em diversos dispositivos.</p>



<p>O debate sobre o fim dos livros físicos ou a sua substituição pelos digitais rende entre especialistas. No entanto, ainda se publicam muitos exemplares e provavelmente continuaremos a sentir o cheiro de um livro novo.</p>



<p>Afinal, o mercado pode ditar muitas regras. Contudo, no final das contas quem decide o futuro dos livros é o leitor. Possivelmente teremos que nos acostumar com novas tecnologias e maneiras de se ler. Mas no fim, quanto mais lermos, mais livros serão escritos, sejam eles físicos ou digitais.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Veja nossos E-books Grátis:</h2>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link" href="https://bit.ly/2vzbMLw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">E-book Grátis</a></div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">E-books vendidos na Amazon:</h2>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link" href="https://amzn.to/3bpFphO" target="_blank" rel="noreferrer noopener">E-book Amazon</a></div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">Visite nossa Loja:</h2>



<div class="wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link" href="www.pacolivros.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paco Livros</a></div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/a-historia-do-livro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/dia-mundial-do-meio-ambiente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dia-mundial-do-meio-ambiente</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/dia-mundial-do-meio-ambiente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 17:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[conscientizacao]]></category>
		<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[dia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[mundial]]></category>
		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
		<category><![CDATA[planeta]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=7965</guid>

					<description><![CDATA[O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. É uma data para celebrar a importância da natureza para o bem-estar de toda a sociedade. Sem a natureza, não teríamos os recursos naturais que hoje utilizamos para fazer uma série de coisas, como alimentos, remédios etc. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. É uma data para celebrar a importância da natureza para o bem-estar de toda a sociedade. Sem a natureza, não teríamos os recursos naturais que hoje utilizamos para fazer uma série de coisas, como alimentos, remédios etc. </em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Para conhecer melhor essa data e o que ela representa, continue a leitura. Aqui, apresentamos informações essenciais sobre esse marco na história da nossa sociedade. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Dia Mundial do Meio Ambiente </h2>



<p>O Dia Mundial do Meio Ambiente foi instituído em 05 de junho de 1972, durante uma conferência das nações unidas sobre o meio ambiente humano, a qual foi realizada em Estocolmo, na Suécia. </p>



<p>Na visão de quem a instituiu, no caso, a Organização das Nações Unidas (ONU), a instituição dessa data teve/tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e como eles podem impactar negativamente a vida de todos. </p>



<p>Além disso, a ONU destaca que essa data buscou mostrar a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados inesgotáveis. A água, como recurso natural, pode perder o seu valor potável, à medida que as grandes indústrias forem depositando sem responsabilidade dejetos de sua produção industrial, por exemplo. </p>



<p>A conferência que ora citamos ficou conhecida como a Conferência de Estocolmo e, a partir dela, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar a questão ambiental. Estudos foram empreendidos com o objetivo de mapear os recursos naturais e garantir proteção a eles, como uma das medidas para tratar a questão ambiental a nível mundial. </p>



<p>Todavia, apesar do avanço que a Conferência de Estocolmo trouxe para a sociedade, hoje, muitos dos problemas ambientais ainda não foram resolvidos. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais problemas ambientais da atualidade </h2>



<p><em>Alguns dos principais problemas ambientais que podemos destacar são: </em></p>



<h4 class="wp-block-heading">&#8211; Desmatamento </h4>



<p>Sem sombra de dúvida, você já deve ter se deparado com alguma matéria que denuncia o desmatamento não apenas no Brasil, mas a nível mundial. No país, por exemplo, uma das regiões mais desmatada é o Norte. Frequentemente jornalistas fazem matérias mostrando a situação dessa localidade, como esta (<a href="https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/08/18/balancos-oficiais-de-desmatamento-da-amazonia-confirmam-dados-de-sistema-de-alerta-entenda.ghtml">https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/08/18/balancos-oficiais-de-desmatamento-da-amazonia-confirmam-dados-de-sistema-de-alerta-entenda.ghtml</a>).</p>



<h4 class="wp-block-heading">&#8211; Queimadas </h4>



<p>Outro dos grandes problemas ambientais que enfrentamos diz respeito às queimadas. No último ano, por exemplo, uma notícia chocou o mundo. De acordo com uma matéria publicada pela Galileu, cerca de 10 milhões de hectares foram queimados na Austrália, mais de 20 pessoas morreram, bem como bilhões de animais.</p>



<p>Como se pode visualizar, os problemas ambientais são um problema de todos. Se cada um fizer sua parte, respeitando e preservando o meio ambiente, poderemos viver em um mundo cada vez mais rico em termos de biodiversidades, bem como garantir a nossa subsistência. </p>



<p>Não é demais lembrar que tudo que temos hoje vem da natureza. Por essa razão, devemos respeitá-la e adotar atitudes sustentáveis, como, por exemplo, reduzir a quantidade de uso de papel. </p>



<p>Gostou deste conteúdo e gostaria de ler outros? Em caso de resposta positiva, não deixe de acessar nosso blog. Nele estamos sempre publicando artigos em que podem facilitar mais seu dia a dia. </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/dia-mundial-do-meio-ambiente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Semana Mundial do Meio Ambiente ( de 01 à 05 de junho)</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/semana-mundial-do-meio-ambiente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=semana-mundial-do-meio-ambiente</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/semana-mundial-do-meio-ambiente/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 19:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[conteudo]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
		<category><![CDATA[planeta]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=7918</guid>

					<description><![CDATA[Em uma conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) em Estocolmo, a primeira grande reunião com chefes de estado sobre a degradação do meio ambiente, deu origem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho de 1972.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Em uma conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) em Estocolmo, a primeira grande reunião com chefes de estado sobre a degradação do meio ambiente, deu origem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho de 1972.</em></p>



<p>A data foi instituída com o objetivo de mobilizar a população em nível global sobre a importância de se conscientizar e agir em prol do meio ambiente e é celebrada anualmente, desde 1974.</p>



<p>Mais de 150 países participam, nesse dia, do maior evento anual de ação ambiental, organizada pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), envolvendo autoridades governamentais, grandes empresas, ONGs, figuras públicas e celebridades, que saem em defesa das causas ambientais.</p>



<p>Então, em 1981, no Brasil, por meio de decreto, o Governo determinou o período de 1 a 5 de junho como a Semana do Meio Ambiente em todo o território nacional, a fim de promover a preservação das riquezas naturais do País.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer na Semana Mundial do Meio Ambiente?</h2>



<p>Com o propósito de aumentar o envolvimento da comunidade com as questões ecológicas, a Semana do Meio Ambiente é um período para se colocar em prática algumas ações que podem fazer a diferença na preservação dos diferentes tipos de ecossistemas.</p>



<p>Seguem algumas dicas de como adotar essas atividades em escolas, empresas ou mesmo na sua casa:</p>



<p>1. Plantio de mudas ou sementes</p>



<p>Verifique os locais da sua cidade onde é permitido o plantio de árvores ou considere fazer em alguma área verde no estabelecimento onde está sendo feita a ação.</p>



<p>2. Coleta seletiva</p>



<p>Adote essa prática e incentive outras pessoas a fazerem a separação do lixo reciclável.</p>



<p>Felizmente, já é uma realidade em muitas empresas e escolas, mas vale insistir na educação do brasileiro, tanto para aplicar na sua casa quanto em outros ambientes e circunstâncias.</p>



<p>3. Dia sem carro</p>



<p>Estabeleça uma data para que as pessoas dispensem o uso do carro ou transportes que poluam o meio ambiente. Assim, elas também passam a conhecer novas possibilidades de alternar o tipo de transporte usado para ir à escola, trabalho ou outros compromissos.</p>



<p>Apresente opções que agridam menos a natureza ou mesmo promova o uso da “boa e velha” bicicleta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Maior desafio ambiental para 2020</h2>



<p>Segundo o secretário geral da ONU, a maior preocupação atualmente, em relação ao meio ambiente, é a mudança de clima, que ameaça cidades sujeitas à inundação e seca, sendo condenadas ao desaparecimento. Isso representa um risco a 1,1 bilhão de pessoas, que já sofrem com os efeitos das influências climáticas.</p>



<p>Vale ressaltar que os últimos cinco anos foram marcados como os mais quentes da história e, ainda, estima-se que, na última década, cerca de 4,5 bilhões de pessoas já foram impactadas por desastres naturais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Papel da ONU no Meio Ambiente</h2>



<p>Nesse contexto, a principal atuação da ONU é municiar os governos com dados concretos, informando o cenário real.</p>



<p>Dessa forma, o foco é para que haja um engajamento desses líderes, no âmbito da preservação ambiental, desvinculando o crescimento econômico da necessidade de exploração dos recursos naturais, emissão de carbono e contaminação.</p>



<p>Com isso, a ONU assume a sua intenção incitar as escolhas corretas, a fim de garantir a sustentabilidade no consumo e na produção mundial, melhorando a qualidade de vida, sem pôr em risco as gerações futuras. Afinal, são essas escolhas que, de fato, afetam o planeta.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Aproveite para conferir algumas obras que separamos sobre o tema:</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-fisica-e-meio-ambiente-possibilidades-para-o-trabalho-escolar"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/5395142efe2585f27d14ea6bb23a8a81.jpg" alt=""/></a><figcaption> <a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-fisica-e-meio-ambiente-possibilidades-para-o-trabalho-escolar">Educação Física e Meio Ambiente<br>Possibilidades para o Trabalho Escolar</a> </figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> A obra propõe aos professores de Educação Física no Ensino Fundamental II uma reflexão sobre a cultura corporal na interface da educação ambiental. Para isso o livro traz uma análise histórica da Educação Física escolar e estratégias didático-pedagógicas para a disciplina em sua relação com o tema transversal Meio Ambiente. </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/saude-e-meio-ambiente"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/686ee54719b681fbc740adf81e44f7cf.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/saude-e-meio-ambiente"> <strong>Saúde e Meio Ambiente</strong> </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Esta obra descreve a situação da Saúde no Brasil e situações do Meio Ambiente vividas por muitos povos e aponta como estamos fragilizados diante das doenças crônicas não transmissíveis. O ser humano é igual em qualquer lugar do mundo e suas emoções são muitas vezes um reflexo do Meio Ambiente em que vive e como resultado ele pode ou não adoecer. Este é o foco desta grande obra, os conhecimentos contidos nela vão ao encontro dos atuais interesses da população. Saúde e o Meio Ambiente caminham juntos para que possamos almejar uma boa qualidade de vida. </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-ambiental-a-sustentabilidade-em-construcao"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/a0c4d28f7fccaa8b2fb0eabcdc3023d0.jpg" alt=""/></a><figcaption> <a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-ambiental-a-sustentabilidade-em-construcao">Educação Ambiental<br>A Sustentabilidade em Construção </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> E ainda que haja consenso de que a natureza e o ser humano são interligados numa espécie de rede tecida pelos serviços naturais – recursos esgotáveis e imprescindíveis para sobrevivência do planeta – seguimos usufruindo inconsequentemente desses recursos. Há um consenso também de que a Educação funciona como interface capaz de transformações expressivas e que a aprendizagem deve ser significativa: se faz sentir, faz sentido, havemos de nos sensibilizar. E, ainda que não tenhamos todas as respostas, seguimos experimentado, temos grande esperança em nossa capacidade de evolução a partir do conhecimento e partilha deste. </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-turismo-e-meio-ambiente-cidade-turistica-como-territorio-educativo-um-olhar-da-ecopedagogia"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/016f074cdad74fb989242e9a6c7dc4ee.jpg" alt=""/></a><figcaption> <a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-turismo-e-meio-ambiente-cidade-turistica-como-territorio-educativo-um-olhar-da-ecopedagogia">Educação, Turismo e Meio Ambiente<br>A Cidade Turística como Território Educativo &#8211; um Olhar da Ecopedagogia </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> “Educação, turismo e meio ambiente&#8230;” apresenta a Ecopedagogia como uma possibilidade de articulação entre escola-comunidade na promoção do turismo sustentável, repensando esta atividade que historicamente tem sido sustentada pelo modelo economicista de produção capitalista. Este livro analisa os impactos socioambientais associados às romarias de Bom Jesus da Lapa/BA e as possibilidades e implicações da inserção dessa temática no currículo das escolas da Educação Básica situadas no município, à luz da LDB e dos PCNs, e orientando as instituições escolares a ressignificarem seus diferentes tempos-espaços para favorecer a assimilação do turismo criticamente e atuar conscientemente no espaço social. </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-meio-ambiente-e-saude-escritos-cientificos-do-extremo-sul-do-piaui-volume-2"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/3bdffa5724b177e6f662dbef4e15e1e3.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/educacao-meio-ambiente-e-saude-escritos-cientificos-do-extremo-sul-do-piaui-volume-2"> <strong>Educação, Meio Ambiente e Saúde</strong> </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Ao ler os escritos científicos do sul do Piauí não esperem encontrar análises fechadas ao espaço geográfico, posto que a intenção é inversa, é um movimento de troca contínua de reflexão e adaptação aos mais diversos e surpreendentes contextos contemporâneos. Não obstante, além da relevância entre os objetos de pesquisa, há algo muito peculiar, quais sejam os autores, alguns gratos amigos, e todos certamente muito conscientes do seu papel de propulsores do conhecimento científico em uma região tão rica em potencial, porém ainda tão pouco explorada e que para esses autores os verbos aguçar, despertar e compreender certamente fazem parte de seus cotidianos laborais. Com a publicação supracitada o leitor tem em suas mãos a oportunidade de estender sua visão de mundo, no sentido de produzir novos modos de pensar a realidade com uma exposição clara e firme de temas tão atuais e profícuos, alguns mais técnicos na maneira de escrever, outros mais imbuídos de interpretações. O projeto Corrente cresce e consolida-se como mais um importante canal de comunicação, não apenas acadêmico, posto que a ânsia por desbravar novos caminhos conceituais e metodológicos atinge um público cada vez maior. Assim, todos nós ganhamos, ganhamos na descoberta de trabalhos primorosos, ganhamos nas perspectivas diferenciadas e sobretudo, ganhamos na maneira de pensar uma nova teia, partindo de um ponto e sempre conectada às linhas que a compõem. (Miria Cássia Oliveira Aragão) </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/comportamento-do-consumidor-de-produtos-verdes-ou-ecologicos"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/381aafa28ff53d56ccdcb2176fb1686c.jpg" alt=""/></a><figcaption> <a href="https://www.pacolivros.com.br/comportamento-do-consumidor-de-produtos-verdes-ou-ecologicos"><strong>Comportamento do Consumidor de Produtos Verdes ou Ecológicos</strong> </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> A década de 80 foi marcada por um novo estilo de vida do consumidor brasileiro. Suas atitudes de consumo se tornaram voltadas para a preservação ambiental. Surge nesse período o conceito “consumo verde” ou “consumo ecológico”, no qual o consumidor, além de buscar qualidade e preço, passou a incluir a variável ambiental na escolha de produtos e serviços, dando preferência àqueles que não agredissem o meio ambiente, desde a sua produção, passando pela distribuição, consumo, até o seu descarte final. Os problemas ambientais têm sido objeto de preocupação e de investigação para pesquisadores que estudam o comportamento do consumidor do mundo moderno. A publicação de um livro que relacione temas como: preocupação ambiental, o afeto dos consumidores, as normas subjetivas e o comportamento de compra de produtos ecologicamente corretos no Brasil, constitui um avanço no estado da arte nas pesquisas voltadas para esse campo do conhecimento. A ideia deste livro é explorar exatamente a intersecção desses temas, apresentando de forma objetiva, os principais conceitos do consumerismo ambiental, como tendência social, econômica, política e mercadológica. </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/sustentabilidade-ambiental-e-responsabilidade-social"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/3a99ac484473d4e1afb4dae9ac89e20b.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/sustentabilidade-ambiental-e-responsabilidade-social"> <strong>Sustentabilidade Ambiental e Responsabilidade Social</strong> </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> A partir das discussões mundiais a respeito do meio ambiente, e com o entendimento de que as questões sociais estão atreladas às questões ecológicas, diversas organizações e países passaram a “enxergar” tais assuntos como a única forma de se tornar viável economicamente no médio e no longo prazo. Aspectos relacionados com a sustentabilidade ambiental e com a responsabilidade social são adotados pelas organizações e essa é a proposta do presente livro, composto de nove capítulos escritos por professores e profi¬ssionais de diversas instituições. </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-ecologia-como-ideologia-os-pequenos-agricultores-no-sudoeste-do-parana-brasil"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/367c62db92db7d577696174474883bea.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-ecologia-como-ideologia-os-pequenos-agricultores-no-sudoeste-do-parana-brasil"> <strong>A Ecologia Como Ideologia</strong> </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> No complexo enredo da sociedade global circulam ideologias hegemônicas e contra hegemônicas. As classes ou grupos sociais empreendem no terreno ideológico uma verdadeira batalha cultural. Neste livro, a meta do autor é poder “ler” a realidade desde categorias teóricas com a finalidade de gerar propostas para os agricultores do sudoeste do estado do Paraná. O autor aplica as habituais técnicas etnográficas da Antropologia para conhecer em profundidade a realidade dos campesinos, suas organizações, as estratégias utilizadas para gerenciar os conflitos, as relações com as agroempresas, o papel dos técnicos, etc., para descobrir o carácter ideológico das propostas ambientalistas dominantes, representadas nas políticas estatais e no discurso da agroecologia que se contradizem na prática. Os leitores deste livro estarão diante de um texto provocativo, comprometido e sem concessões. E, sobretudo, uma investigação sólida e muito bem fundamentada. Tive a honra de acompanhar Valdir neste caminho, mas todos os méritos pertencem a ele. Desejo que a linha de investigação iniciada por ele, para seu objeto de estudo, seja continuada e aprofundada. Esse teria sido o seu desejo. (Dr. Roberto Carlos Abínzano, Professor Emérito da Universidade Nacional de Misiones) </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/ciencia-e-tecnologia-para-transformacao-socioambiental"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/d0b87d075b0c7db2c448da6d3aa26b68.jpg" alt=""/></a><figcaption> <strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/ciencia-e-tecnologia-para-transformacao-socioambiental">Ciência e Tecnologia para Transformação Socioambiental</a></strong> </figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> A proposta deste livro é contribuir com o campo de ciência, tecnologia, sociedade e ambiente (CTSA) com temáticas e abordagens contemporâneas e, dessa forma, ampliar o debate já existente. A obra possui abordagens distintas, com diferenciações metodológicas e conceituais e autores heterogêneos. O livro possui 3 eixos temáticos 1) CTS, Tecnologia Social e Economia Solidária; 2) Educação Ambiental Crítica e 3) Inovações em Biotecnologia. Um livro com temática atual e necessária. Em tempos de agravamento da problemática socioambiental suas abordagens nos remetem aos arranjos essenciais para mediação e adequação aos processos de transformação. A C&amp;T não é redentora ou neutra, portanto, para novos modelos de lidar com o conviver coletivo, considerando a sócio e biodiversidade, é preciso que essa seja coerente com o que emerge. A obra, esforço coletivo, se lança no enfrentamento desse complexo debate em abordagens singulares, coesas, pertinentes e diversas. </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/praticas-agroecologicas-solucoes-sustentaveis-para-a-agricultura-familiar-na-regiao-sudeste-do-para"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/8da1934cdd59e462c325ef1bfe9dae53.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/praticas-agroecologicas-solucoes-sustentaveis-para-a-agricultura-familiar-na-regiao-sudeste-do-para"> Práticas agroecológicas<br>Soluções sustentáveis para a agricultura familiar na região sudeste do Pará </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Na agricultura familiar, as propostas para se alcançar o caminho do desenvolvimento sustentável abrangem um amplo leque de possibilidades, com destaque para a transição agroecológica e expansão de sistemas agroflorestais. Esta obra traz a atual situação dos agricultores familiares da região sudeste do Pará, suas práticas, seus avanços e perspectivas futuras. </p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/ecofisiologia-de-agroecossistemas-amazonicos"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/8e84df24ff44c1b648f63390df6a1372.jpg" alt=""/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/ecofisiologia-de-agroecossistemas-amazonicos"> <strong>Ecofisiologia de Agroecossistemas Amazônicos</strong> </a></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Este livro apresenta uma natureza interdisciplinar, onde a abordagem da ecofisiologia vegetal se entrelaça com questões de extensão rural e desenvolvimento local emcontextos amazônicos. Pretende-se com esta obra, introduzir novos modelos de produção agrícola familiar na região do Tapajós, como os sistemas agroflorestais e capoeiras enriquecidas, com o intuito de aumentar a diversidade destes agroecossistemas a partir de tecnologias mais saudáveis sem uso do fogo. </p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/semana-mundial-do-meio-ambiente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
