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	<title>Cipriano Barata &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>Cipriano Barata &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Obra &#8220;Cipriano Barata &#8211; Uma Trajetória Rebelde Na Independência Do Brasil&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 17:01:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Confira o texto do autor da obra &#8220;Cipriano Barata &#8211; Uma Trajetória Rebelde Na Independência Do Brasil&#8221;, Marco Morel Cipriano Barata foi herói na época da Independência do Brasil. E não se trata da desconstrução de seu heroísmo, mas, ao contrário, reconstituí-lo e recolocá-lo em seu momento. Por que alguém é considerado herói por seus contemporâneos? E, sobretudo, por que deixou de ser reconhecido como tal com o passar do tempo? É sugestiva a comparação informal entre dois personagens que aparecem na vida pública em fins do século XVIII na América portuguesa: o alferes e “tiradentes” mineiro Joaquim José da Silva Xavier, nascido 1746 e morto em 1792 e o cirurgião baiano Cipriano José Barata de Almeida (1762 &#8211; 1838). O primeiro não foi, em vida, figura de grande projeção: realizava seus primeiros passos nas articulações ao ser detido e, décadas depois, acaba erigido em herói nacional póstumo, precursor da Independência, patrono da República, mártir da pátria, enfim, elemento destacado na formação de uma mitologia nacional. Quanto ao segundo, poderíamos dizer que percorreu caminho inverso: via-se tratado no período por Campeão da Liberdade, Mártir da Pátria, Campeão da Independência Nacional, Ídolo do Povo Brasileiro, Herói Patriota, Patriarca das Liberdades Americanas, imortal, honrado, cidadão, probo e outros epítetos equivalentes. Sua vida pública esfriou na memória dos séculos. Esteve no centro dos acontecimentos e despertou iras e paixões, alvo de idolatrias e violentas perseguições. Recolocar aqui tais elogios e ataques é um caminho para desconstruir (aí sim) uma neblina histórica que dificulta a compreensão das vitalidades de uma época e de alguns de seus protagonistas. Cipriano Barata expressou um projeto de nação rebelde e revolucionário &#8211; que não foi o predominante na época da Independência. Uma perspectiva de sociedade alternativa, se assim podemos dizer, que divergiu em vários pontos dos rumos que viriam a ser tomados. Como protagonista, testemunhou e tentou determinadas alterações há dois séculos numa sociedade onde muita coisa mudou, mas cujas permanências são consideráveis. Achou interessante? Confira abaixo o livro disponível em nossa Loja Virtual: A obra Cipriano Barata: uma trajetória rebelde na independência do Brasil, de Marco Morel, apresenta a trajetória do jornalista Cipriano Barata, abordando o seu protagonismo na época da Independência do Brasil, bem como discutindo os motivos de ataques, ocultações e depreciações dos quais ele foi alvo. Organizado em quatro capítulos, o livro traz, a partir de uma perspectiva histórica, um estudo biográfico de um grande revolucionário brasileiro que lutou pela independência do Brasil e defendeu o fim da escravidão, sendo, portando, personagem ímpar de um dos momentos mais importantes da história brasileira. COMPRAR]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Confira o texto do autor da obra &#8220;Cipriano Barata &#8211; Uma Trajetória Rebelde Na Independência Do Brasil&#8221;, Marco Morel</p>



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<p>Cipriano Barata foi herói na época da Independência do Brasil. E não se trata da desconstrução de seu heroísmo, mas, ao contrário, reconstituí-lo e recolocá-lo em seu momento. Por que alguém é considerado herói por seus contemporâneos? E, sobretudo, por que deixou de ser reconhecido como tal com o passar do tempo? É sugestiva a comparação informal entre dois personagens que aparecem na vida pública em fins do século XVIII na América portuguesa: o alferes e “tiradentes” mineiro Joaquim José da Silva Xavier, nascido 1746 e morto em 1792 e o cirurgião baiano</p>



<p>Cipriano José Barata de Almeida (1762 &#8211; 1838). O primeiro não foi, em vida, figura de grande projeção: realizava seus primeiros passos nas articulações ao ser detido e, décadas depois, acaba erigido em herói nacional póstumo, precursor da Independência, patrono da República, mártir da pátria, enfim, elemento destacado na formação de uma mitologia nacional.</p>



<p>Quanto ao segundo, poderíamos dizer que percorreu caminho inverso: via-se tratado no período por Campeão da Liberdade, Mártir da Pátria, Campeão da Independência Nacional, Ídolo do Povo Brasileiro, Herói Patriota, Patriarca das Liberdades Americanas, imortal, honrado, cidadão, probo e outros epítetos equivalentes. Sua vida pública esfriou na memória dos séculos. Esteve no centro dos acontecimentos e despertou iras e paixões, alvo de idolatrias e violentas perseguições. Recolocar aqui tais elogios e ataques é um caminho para desconstruir (aí sim) uma neblina histórica que dificulta a compreensão das vitalidades de uma época e de alguns de seus protagonistas.</p>



<p>Cipriano Barata expressou um projeto de nação rebelde e revolucionário &#8211; que não foi o predominante na época da Independência. Uma perspectiva de sociedade alternativa, se assim podemos dizer, que divergiu em vários pontos dos rumos que viriam a ser tomados. Como protagonista, testemunhou e tentou determinadas alterações há dois séculos numa sociedade onde muita coisa mudou, mas cujas permanências são consideráveis.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Confira abaixo o livro disponível em nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank">Loja Virtual</a>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:19% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/cipriano-barata"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/f12cb92a9fae5e0a5d7ce77215bb3e87.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">A obra Cipriano Barata: uma trajetória rebelde na independência do Brasil, de Marco Morel, apresenta a trajetória do jornalista Cipriano Barata, abordando o seu protagonismo na época da Independência do Brasil, bem como discutindo os motivos de ataques, ocultações e depreciações dos quais ele foi alvo.</p>



<p style="font-size:15px">Organizado em quatro capítulos, o livro traz, a partir de uma perspectiva histórica, um estudo biográfico de um grande revolucionário brasileiro que lutou pela independência do Brasil e defendeu o fim da escravidão, sendo, portando, personagem ímpar de um dos momentos mais importantes da história brasileira.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/cipriano-barata" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
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		<title>O protagonismo de Cipriano Barata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 14:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Cipriano Barata]]></category>
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					<description><![CDATA[Cipriano Barata foi herói na época da Independência do Brasil. E não se trata da desconstrução de seu heroísmo, mas, ao contrário, reconstituí-lo e recolocá-lo em seu momento. Por que alguém é considerado herói por seus contemporâneos? E, sobretudo, por que deixou de ser reconhecido como tal com o passar do tempo? É sugestiva a comparação informal entre dois personagens que aparecem na vida pública em fins do século XVIII na América portuguesa: o alferes e “tiradentes” mineiro Joaquim José da Silva Xavier, nascido 1746 e morto em 1792 e o cirurgião baiano Cipriano José Barata de Almeida (1762 &#8211; 1838). O primeiro não foi, em vida, figura de grande projeção: realizava seus primeiros passos nas articulações ao ser detido e, décadas depois, acaba erigido em herói nacional póstumo, precursor da Independência, patrono da República, mártir da pátria, enfim, elemento destacado na formação de uma mitologia nacional. Quanto ao segundo, poderíamos dizer que percorreu caminho inverso: via-se tratado no período por Campeão da Liberdade, Mártir da Pátria, Campeão da Independência Nacional, Ídolo do Povo Brasileiro, Herói Patriota, Patriarca das Liberdades Americanas, imortal, cidadão, probo e outros epítetos equivalentes. Sua vida pública esfriou na memória dos séculos. Esteve no centro dos acontecimentos e despertou iras e paixões, alvo de idolatrias e violentas perseguições. Recolocar aqui tais elogios e ataques é um caminho para desconstruir (aí sim) uma neblina histórica que dificulta a compreensão das vitalidades de uma época e de alguns de seus protagonistas. Cipriano Barata expressou um projeto de nação que não foi o predominante na época da Independência. Uma perspectiva de sociedade alternativa, se assim podemos dizer, que divergiu em vários pontos dos rumos que viriam a ser tomados. Como protagonista, testemunhou e tentou determinadas alterações há dois séculos numa sociedade onde muita coisa mudou, mas cujas permanências são consideráveis. Achou interessante? Fique por dentro de nosso blog para mais conteúdos.]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Cipriano Barata foi herói na época da Independência do Brasil. E não se trata da desconstrução de seu heroísmo, mas, ao contrário, reconstituí-lo e recolocá-lo em seu momento. Por que alguém é considerado herói por seus contemporâneos? E, sobretudo, por que deixou de ser reconhecido como tal com o passar do tempo?<br><br>É sugestiva a comparação informal entre dois personagens que aparecem na vida pública em fins do século XVIII na América portuguesa: o alferes e “tiradentes” mineiro Joaquim José da Silva Xavier, nascido 1746 e morto em 1792 e o cirurgião baiano Cipriano José Barata de Almeida (1762 &#8211; 1838). O primeiro não foi, em vida, figura de grande projeção: realizava seus primeiros passos nas articulações ao ser detido e, décadas depois, acaba erigido em herói nacional póstumo, precursor da Independência, patrono da República, mártir da pátria, enfim, elemento destacado na formação de uma mitologia nacional.<br><br>Quanto ao segundo, poderíamos dizer que percorreu caminho inverso: via-se tratado no período por Campeão da Liberdade, Mártir da Pátria, Campeão da Independência Nacional, Ídolo do Povo Brasileiro, Herói Patriota, Patriarca das Liberdades Americanas, imortal, cidadão, probo e outros epítetos equivalentes. Sua vida pública esfriou na memória dos séculos. Esteve no centro dos acontecimentos e despertou iras e paixões, alvo de idolatrias e violentas perseguições. Recolocar aqui tais elogios e ataques é um caminho para desconstruir (aí sim) uma neblina histórica que dificulta a compreensão das vitalidades de uma época e de alguns de seus protagonistas.<br><br>Cipriano Barata expressou um projeto de nação que não foi o predominante na época da Independência. Uma perspectiva de sociedade alternativa, se assim podemos dizer, que divergiu em vários pontos dos rumos que viriam a ser tomados. Como protagonista, testemunhou e tentou determinadas alterações há dois séculos numa sociedade onde muita coisa mudou, mas cujas permanências são consideráveis.</p>



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