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	<title>CInemas Periféricos &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>CInemas Periféricos &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Cinemas periféricos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 19:11:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olhar para outros lugares, outras culturas, sempre foi um exercício salutar. No campo do cinema, quando optamos por ver filmes fora do eixo hegemônico Estados Unidos-Europa, temos a chance de enxergar seres humanos muito diferentes de nós sob outro ângulo. Com o domínio do cinema norte-americano, nos acostumamos com histórias que podem até ser interessantes, muito bem contadas, mas que não são suficientes para termos uma visão de mundo mais ampla. Hollywood não é o mundo. Os Estados Unidos, através do principal prêmio que promove, o Oscar, tem se dado conta da necessidade de incluir filmes estrangeiros em maior número. Ainda é uma mudança pequena, mas uma produção como Parasita (2020), do sul-coreano Bong Joon-ho, ter vencido o Oscar de Melhor Filme de Melhor Filme já é um indicativo de que é preciso alargar os horizontes. A plataforma de streaming Netflix, de grande acesso no Brasil, também sinaliza um movimento neste sentido. E o espectador, se procurar e forçar um pouco a orientação do algoritmo, consegue ver opções de outros países, como Japão, Tailândia, Índia, Irã, México e tantos outros. O crescimento dos cinemas nacionais frente à indústria hollywoodiana é uma tendência inevitável.Atualmente, por exemplo, o que significa entrar no universo de russos e ucranianos através do imaginário representado em suas cinematografias? Certamente nos ajuda a entender um pouco mais a guerra que agora presenciamos. Ver filmes de diretores como Andrêi Zviaguintsev (russo) e Sergei Loznitsa, (ucraniano), mesmo que não toquem em temas em torno de conflitos, sempre será, de nossa parte um passo rumo à empatia para com estes países e seus povos. Os cinemas periféricos, também chamados de world cinema, são nossa oportunidade de contato com o outro. Texto de: Ivonete Pinto Achou interessante? Confira abaixo o livro disponível em nosso catálogo: Cinemas periféricos: estéticas e contextos não hegemônicos, nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ela, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade. O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que, possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência. COMPRAR]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Olhar para outros lugares, outras culturas, sempre foi um exercício salutar. No campo do cinema, quando optamos por ver filmes fora do eixo hegemônico Estados Unidos-Europa, temos a chance de enxergar seres humanos muito diferentes de nós sob outro ângulo. Com o domínio do cinema norte-americano, nos acostumamos com histórias que podem até ser interessantes, muito bem contadas, mas que não são suficientes para termos uma visão de mundo mais ampla. Hollywood não é o mundo. Os Estados Unidos, através do principal prêmio que promove, o Oscar, tem se dado conta da necessidade de incluir filmes estrangeiros em maior número. Ainda é uma mudança pequena, mas uma produção como Parasita (2020), do sul-coreano Bong Joon-ho, ter vencido o Oscar de Melhor Filme de Melhor Filme já é um indicativo de que é preciso alargar os horizontes. A plataforma de streaming Netflix, de grande acesso no Brasil, também sinaliza um movimento neste sentido. E o espectador, se procurar e forçar um pouco a orientação do algoritmo, consegue ver opções de outros países, como Japão, Tailândia, Índia, Irã, México e tantos outros. O crescimento dos cinemas nacionais frente à indústria hollywoodiana é uma tendência inevitável.<br>Atualmente, por exemplo, o que significa entrar no universo de russos e ucranianos através do imaginário representado em suas cinematografias? Certamente nos ajuda a entender um pouco mais a guerra que agora presenciamos. Ver filmes de diretores como Andrêi Zviaguintsev (russo) e Sergei Loznitsa, (ucraniano), mesmo que não toquem em temas em torno de conflitos, sempre será, de nossa parte um passo rumo à empatia para com estes países e seus povos. Os cinemas periféricos, também chamados de world cinema, são nossa oportunidade de contato com o outro.</p>



<p class="has-small-font-size">Texto de: Ivonete Pinto</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Confira abaixo o livro disponível em nosso <a href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">catálogo</a>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:20% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/cinemas-perifericos"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/5926563f22e3214410c6d630530a11d2.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Cinemas periféricos: estéticas e contextos não hegemônicos, nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ela, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade.</p>



<p style="font-size:15px">O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que, possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/cinemas-perifericos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
</div></div>
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		<title>Lançamento do livro &#8220;Cinemas Periféricos&#8221; de Ivonete Pinto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Será lançado no dia 30 de outubro de 2021, durante a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Cinemas Periféricos – estéticas e contextos não hegemônicos, da crítica de cinema e professora Ivonete Pinto. O livro traz 52 artigos divididos por continentes, reunindo textos inéditos e a produção de mais de duas décadas publicada em revistas, jornais e sites em torno de filmes de países como Turquia, Irã, Tailândia, Índia, Camboja, Azerbaijão, Rússia e Romênia. Os artigos, que mesclam abordagem acadêmica, ensaística e jornalística, contribuem para a reflexão do que significa produzir fora do eixo hegemônico representado especialmente pelos Estados Unidos e alguns países europeus. A autora privilegia filmes vistos sobretudo em festivais de cinema, e explora questões de linguagem e estética, bem como o contexto cultural, político e religioso dos países de origem dos filmes tratados. O prefácio é escrito por Stephanie Dennison, professora de Estudos Brasileiros na Universidade de Leeds (UK). Ela ressalta que “a autora contextualiza suas observações em uma série de ensaios introdutórios que traçam a origem e desenvolvimento de conceitos tais como World Cinema, contribuindo assim para a teorização do cinema não- hollywoodiano.” O editor da Paco Editorial, professor e crítico de cinema Humberto Silva, afirma que Cinemas Periféricos “oferece um mapa de realizações destacadas nos quatro cantos do mundo. Nesse livro, um filme é um veículo de reflexão sobre o mundo, em suas peculiaridades culturais e políticas&#8221;. Sobre o livro O livro nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ele, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade.O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência. Sobre a autora do livro Ivonete Pinto é jornalista, doutora pela ECA-USP; presidente da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema &#8211; gestão 2019/2021) professora no curso de Cinema UFPel; coeditora da revista Teorema, colaborada do Cinema Escrito; autora dos livros A Mediocridade, Descobrindo o Irã, Samovar nos Trópicos e coorganizadora de Bernardet 80: Impacto e Influência no Cinema Brasileiro e Ismail Xavier – um pensador do cinema brasileiro. Gostou do livro? Adquira já o seu exemplar em nossa Loja Virtual!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Será lançado no dia 30 de outubro de 2021, durante a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, <em>Cinemas Periféricos – estéticas e contextos não hegemônicos</em>, da crítica de cinema e professora Ivonete Pinto. O livro traz 52 artigos divididos por continentes, reunindo textos inéditos e a produção de mais de duas décadas publicada em revistas, jornais e sites em torno de filmes de países como Turquia, Irã, Tailândia, Índia, Camboja, Azerbaijão, Rússia e Romênia.</p>



<p>Os artigos, que mesclam abordagem acadêmica, ensaística e jornalística, contribuem para a reflexão do que significa produzir fora do eixo hegemônico representado especialmente pelos Estados Unidos e alguns países europeus. A autora privilegia filmes vistos sobretudo em festivais de cinema, e explora questões de linguagem e estética, bem como o contexto cultural, político e religioso dos países de origem dos filmes tratados.</p>



<p>O prefácio é escrito por Stephanie Dennison, professora de Estudos Brasileiros na Universidade de Leeds (UK). Ela ressalta que “a autora contextualiza suas observações em uma série de ensaios introdutórios que traçam a origem e desenvolvimento de conceitos tais como World Cinema, contribuindo assim para a teorização do cinema não- hollywoodiano.”</p>



<p>O editor da Paco Editorial, professor e crítico de cinema Humberto Silva, afirma que <em>Cinemas Periféricos</em> “oferece um mapa de realizações destacadas nos quatro cantos do mundo. Nesse livro, um filme é um veículo de reflexão sobre o mundo, em suas peculiaridades culturais e políticas&#8221;.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-779x1024.png" alt="" class="wp-image-24028 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>O livro nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ele, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade.<br>O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência.</p>
</div></div>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p> <strong>Sobre a autora do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 30%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="1024" height="677" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1024x677.jpg" alt="" class="wp-image-24026 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1024x677.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-300x198.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-350x230.jpg 350w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-768x508.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1536x1016.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1140x754.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-500x330.jpg 500w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2.jpg 1963w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Ivonete Pinto é jornalista, doutora pela ECA-USP; presidente da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema &#8211; gestão 2019/2021) professora no curso de Cinema UFPel; coeditora da revista Teorema, colaborada do Cinema Escrito; autora dos livros A Mediocridade, Descobrindo o Irã, Samovar nos Trópicos e coorganizadora de Bernardet 80: Impacto e Influência no Cinema Brasileiro e Ismail Xavier – um pensador do cinema brasileiro. </p>
</div></div>



<p> </p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p> Adquira já o seu exemplar em nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/cinemas-perifericos" target="_blank">Loja Virtual</a>!</p>
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