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	<title>cineasta &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>O cineasta brasileiro Glauber Rocha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 12:17:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Glauber Rocha é não só o mais aclamado como o mais estudado cineasta brasileiro. Sua obra, em âmbito nacional e internacional, gerou uma fortuna crítica sem paralelo em nosso cinema. Um dos maiores expoentes de nossa cultura, Glauber, com seus filmes e suas intervenções polêmicas, é um ponto de inflexão quando se vislumbra no horizonte as questões desafiadoras de nossa filmografia. Criador artístico genial, Glauber igualmente foi figura de proa no debate político e cultural Brasileiro entre as décadas de 1960 e 1970. Baiano de Vitória da Conquista, despontou precocemente e teve uma trajetória meteórica e fulgurante. Aos 18 anos realizou seu primeiro filme, o curta&#160;Pátio, em 1958, no qual enuncia sua proposta de cinema transgressivo e revolucionário. A recepção desse primeiro curta na classe intelectual e a intensa atividade de crítico, polemista e ideólogo do movimento Cinema Novo o levaram a realizar em 1964&#160;Deus e o diabo na terra do sol, que o projetou internacionalmente como um dos mais originais cineastas do mundo. A partir desse filme, Glauber seguiu um trajeto artístico polêmico e em rota de colisão com a ditadura militar no Brasil. Seu filme seguinte,&#160;Terra em transe, gerou enormes polêmicas, foi proibido e depois liberado pela ditadura e é um dos marcos do cinema político em todo o mundo. A partir de 1971 ele passa a viver no exílio, numa vida errante entre Cuba, França e Itália. Nesse período ele filma pouco, passa a viver com dificuldades e retorna ao Brasil em 1976. Na sua volta, realiza A Idade da Terra, em 1980, um projeto ambicioso que lhe causou enorme frustração pois foi mal recebido no Festival de Veneza. Descontente e com problemas de saúde, ele não volta para o Brasil. Se estabelece em Portugal, onde passa seus últimos dias. Glauber morreu em 1981, aos 42 anos, e deixou como legado uma obra que é referência para cineastas no Brasil e no mundo. Para se ter ideia de sua ressonância no cinema em âmbito mundial, o aclamado diretor coreano Bong Joon-ho, do premiado Parasita, afirmou que Deus e o diabo no sol é “o filme que jamais saiu de sua cabeça e que fica de boca aberta sempre que o rever”. Gostou? Confira o livro &#8220;Glauber Rocha: cinema, estética e revolução&#8221; lançado pela Paco Editorial: Criador e principal porta-voz do Cinema Novo, Glauber foi o realizador de filmes que inauguraram uma etapa no cinema e na cultura brasileiros, assim como um dos cineastas mais influentes na cinematografia mundial a partir dos anos 1960. E, neste livro, Humberto Silva nos apresenta as evidências concretas de uma parte importante da história de um cinema e de um país. COMPRAR Acesse o site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Glauber Rocha é não só o mais aclamado como o mais estudado cineasta brasileiro. Sua obra, em âmbito nacional e internacional, gerou uma fortuna crítica sem paralelo em nosso cinema. Um dos maiores expoentes de nossa cultura, Glauber, com seus filmes e suas intervenções polêmicas, é um ponto de inflexão quando se vislumbra no horizonte as questões desafiadoras de nossa filmografia.</p>



<p>Criador artístico genial, Glauber igualmente foi figura de proa no debate político e cultural Brasileiro entre as décadas de 1960 e 1970. Baiano de Vitória da Conquista, despontou precocemente e teve uma trajetória meteórica e fulgurante. Aos 18 anos realizou seu primeiro filme, o curta&nbsp;<em>Pátio</em>, em 1958, no qual enuncia sua proposta de cinema transgressivo e revolucionário.</p>



<p>A recepção desse primeiro curta na classe intelectual e a intensa atividade de crítico, polemista e ideólogo do movimento Cinema Novo o levaram a realizar em 1964&nbsp;<em>Deus e o diabo na terra do sol</em>, que o projetou internacionalmente como um dos mais originais cineastas do mundo. A partir desse filme, Glauber seguiu um trajeto artístico polêmico e em rota de colisão com a ditadura militar no Brasil. Seu filme seguinte,&nbsp;<em>Terra em transe</em>, gerou enormes polêmicas, foi proibido e depois liberado pela ditadura e é um dos marcos do cinema político em todo o mundo.</p>



<p>A partir de 1971 ele passa a viver no exílio, numa vida errante entre Cuba, França e Itália. Nesse período ele filma pouco, passa a viver com dificuldades e retorna ao Brasil em 1976. Na sua volta, realiza <em>A Idade da Terra</em>, em 1980, um projeto ambicioso que lhe causou enorme frustração pois foi mal recebido no Festival de Veneza. Descontente e com problemas de saúde, ele não volta para o Brasil. Se estabelece em Portugal, onde passa seus últimos dias. Glauber morreu em 1981, aos 42 anos, e deixou como legado uma obra que é referência para cineastas no Brasil e no mundo. Para se ter ideia de sua ressonância no cinema em âmbito mundial, o aclamado diretor coreano Bong Joon-ho, do premiado <em>Parasita</em>, afirmou que <em>Deus e o diabo no sol</em> é “o filme que jamais saiu de sua cabeça e que fica de boca aberta sempre que o rever”.</p>



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<p>Gostou? Confira o livro &#8220;Glauber Rocha: cinema, estética e revolução&#8221; lançado pela Paco Editorial:</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/glauber-rocha-cinema-estetica-e-revolucao "><img fetchpriority="high" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/glauber.jpg" alt="" class="wp-image-27202 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/glauber.jpg 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/glauber-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Criador e principal porta-voz do Cinema Novo, Glauber foi o realizador de filmes que inauguraram uma etapa no cinema e na cultura brasileiros, assim como um dos cineastas mais influentes na cinematografia mundial a partir dos anos 1960. E, neste livro, Humberto Silva nos apresenta as evidências concretas de uma parte importante da história de um cinema e de um país.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/glauber-rocha-cinema-estetica-e-revolucao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<p>Acesse o site de nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank">Loja Virtual</a> para mais títulos!</p>
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