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	<title>censura &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>31 de março, golpe de 1964!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 13:11:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As primeiras movimentações militares começam na madrugada do dia 31 de março para o dia 1° de abril de 1964. Até o dia 2 de abril o país passa por um processo de derrubada do presidente, que termina quando o Congresso declara vaga a presidência e empossa Ranieri Mazzilli, presidente da Câmara dos Deputados. E para falarmos sobre esse assunto muito delicado e até hoje discutido com muita emoção, devemos citar que nosso intuito é promover informação através das obras publicadas pela Paco Editorial Nosso primeiro livro é: O Golpe Começou em Washington Desde que se esgotou rapidamente nas livrarias em 1965, com ajuda da polícia, que apreendeu exemplares em vários pontos do país, O Golpe começou em Washington é agora reeditado pela primeira vez. De autoria do conhecido jornalista e historiador Edmar Morel (1912-1989), fez parte da primeira leva de publicações contrárias ao golpe civil-militar de 1964 e trazia à tona fato que posteriormente ficaria cada vez mais evidente e comprovado: a ingerência direta militar e política dos EUA no Brasil. Redigido em estilo ágil, a obra traz farta documentação e análises críticas sobre o traumático e ainda mal compreendido episódio transcorrido há cinquenta anos. Outra leitura muito interessante é: Jornalismo em Tempos de Ditadura &#8211; A Relação da Imprensa com os Ditadores Qual foi o posicionamento da imprensa brasileira diante dos fatos mais emblemáticos da ditadura civil-militar? Os órgãos de imprensa foram vítimas dos ditadores ou havia uma relação de simbiose e promiscuidade entre os donos de jornais e os governos presididos pelos generais? De forma fiel à realidade dos fatos, o jornalista Bruno Moraes Pereira da Costa aborda essas e outras questões, com base em profunda pesquisa em arquivos da Hemeroteca Digital Brasileira, da Biblioteca Nacional, acervos de jornais da época e imersão bibliográfica. Em uma extensa pesquisa em arquivos, em materiais bibliográficos de diversos autores e entrevistas, o autor narra o posicionamento da imprensa brasileira nos principais fatos da vida brasileira entre os anos de 1964 e 1985. Entre os acontecimentos estão a crise institucional que culminou na deposição do presidente João Goulart, o endurecimento com o regime de exceção do AI-5, a resistência armada contra os desmandos da ditadura, a morte do jornalista Vladmir Herzog e a reabertura política. Também separamos esse livro: Imagens e Propaganda Política na Ditadura Civil-Militar (1964-1979) &#8211; Tópicos de Pesquisa Os cinejornais no período da ditadura civil-militar, produzidos pela Agência Nacional – órgão oficial de notícias do Estado brasileiro – entre 1964 e 1979, são fontes importantes para a compreensão da imagem pública produzida pelo regime ditatorial. As imagens e as narrativas em tela revelam a utopia autoritária e modernizadora que atravessou a ditadura brasileira. A busca constante de legitimidade impulsionou o investimento na criação de imagens públicas que enaltecessem o processo de modernização em curso, capitaneando as ideias-forças que circulavam no cenário nacional desde antes do golpe e mobilizavam setores expressivos da opinião pública, como a modernização, o nacionalismo, a integração nacional e o desenvolvimento. Nas imagens dos cinejornais observamos a hipervalorização do Estado autoritário com destaque para as obras de infraestrutura, a valorização do civismo e o lugar das Forças Armadas na condução da política nacional. A propaganda política realizada pelos cinejornais produziu um discurso acerca do papel do Estado autoritário na promoção do desenvolvimento nacional, indicando as diferentes ênfases e clivagens políticas no interior do regime ao longo da ditadura. Boa leitura.]]></description>
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<p><em>As primeiras movimentações militares começam na madrugada do dia 31 de março para o dia 1° de abril de 1964. Até o dia 2 de abril o país passa por um processo de derrubada do presidente, que termina quando o Congresso declara vaga a presidência e empossa Ranieri Mazzilli, presidente da Câmara dos Deputados.</em></p>



<p>E para falarmos sobre esse assunto muito delicado e até hoje discutido com muita emoção, devemos citar que nosso intuito é promover informação através das obras publicadas pela <a href="http://www.pacolivros.com.br">Paco Editorial</a></p>



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<p><strong>Nosso primeiro livro é:</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-golpe-comecou-em-washington"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/7acd4bd588297c9775a67dd17dd61d10.jpg" alt=""/></a></figure></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-golpe-comecou-em-washington"> <strong>O Golpe Começou em Washington</strong> </a></p>



<p>Desde que se esgotou rapidamente nas livrarias em 1965, com ajuda da polícia, que apreendeu exemplares em vários pontos do país, O Golpe começou em Washington é agora reeditado pela primeira vez. De autoria do conhecido jornalista e historiador Edmar Morel (1912-1989), fez parte da primeira leva de publicações contrárias ao golpe civil-militar de 1964 e trazia à tona fato que posteriormente ficaria cada vez mais evidente e comprovado: a ingerência direta militar e política dos EUA no Brasil. Redigido em estilo ágil, a obra traz farta documentação e análises críticas sobre o traumático e ainda mal compreendido episódio transcorrido há cinquenta anos.</p>



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<p><strong>Outra leitura muito interessante é:</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/jornalismo-em-tempos-de-ditadura-a-relacao-da-imprensa-com-os-ditadores"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/64d10cac9ad5cf64a402837233c81b4d.jpg" alt=""/></a></figure></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.pacolivros.com.br/jornalismo-em-tempos-de-ditadura-a-relacao-da-imprensa-com-os-ditadores">Jornalismo em Tempos de Ditadura &#8211;  A Relação da Imprensa com os Ditadores</a></p>



<p> Qual foi o posicionamento da imprensa brasileira diante dos fatos mais emblemáticos da ditadura civil-militar? Os órgãos de imprensa foram vítimas dos ditadores ou havia uma relação de simbiose e promiscuidade entre os donos de jornais e os governos presididos pelos generais? De forma fiel à realidade dos fatos, o jornalista Bruno Moraes Pereira da Costa aborda essas e outras questões, com base em profunda pesquisa em arquivos da Hemeroteca Digital Brasileira, da Biblioteca Nacional, acervos de jornais da época e imersão bibliográfica. Em uma extensa pesquisa em arquivos, em materiais bibliográficos de diversos autores e entrevistas, o autor narra o posicionamento da imprensa brasileira nos principais fatos da vida brasileira entre os anos de 1964 e 1985. Entre os acontecimentos estão a crise institucional que culminou na deposição do presidente João Goulart, o endurecimento com o regime de exceção do AI-5, a resistência armada contra os desmandos da ditadura, a morte do jornalista Vladmir Herzog e a reabertura política. </p>



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<p><strong>Também separamos esse livro:</strong></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/28738d4a47b08b15ede7dbbd038a5e02.jpg" alt=""/></figure></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.pacolivros.com.br/imagens-e-propaganda-politica-na-ditadura-civil-militar-1964-1979-topicos-de-pesquisa">Imagens e Propaganda Política na Ditadura Civil-Militar (1964-1979) &#8211;  Tópicos de Pesquisa </a></p>



<p> Os cinejornais no período da ditadura civil-militar, produzidos pela Agência Nacional – órgão oficial de notícias do Estado brasileiro – entre 1964 e 1979, são fontes importantes para a compreensão da imagem pública produzida pelo regime ditatorial. As imagens e as narrativas em tela revelam a utopia autoritária e modernizadora que atravessou a ditadura brasileira. A busca constante de legitimidade impulsionou o investimento na criação de imagens públicas que enaltecessem o processo de modernização em curso, capitaneando as ideias-forças que circulavam no cenário nacional desde antes do golpe e mobilizavam setores expressivos da opinião pública, como a modernização, o nacionalismo, a integração nacional e o desenvolvimento. Nas imagens dos cinejornais observamos a hipervalorização do Estado autoritário com destaque para as obras de infraestrutura, a valorização do civismo e o lugar das Forças Armadas na condução da política nacional. A propaganda política realizada pelos cinejornais produziu um discurso acerca do papel do Estado autoritário na promoção do desenvolvimento nacional, indicando as diferentes ênfases e clivagens políticas no interior do regime ao longo da ditadura. </p>



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<p>Boa leitura.</p>
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